18/03/2015

9.750.(18mar2015.7.22') Friedrich Hebbel

Nasceu a 18mar1813
e morreu a 13dez1863
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Via
http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/ChrisFHe.html
Teatrólogo e poeta germânico nascido em Wesselburen,
 Alemanha, que influenciado pela filosofia idealista,
 produziu um teatro de grande profundidade psicológica em oposição às vibrantes tramas românticas, t
ão ao gosto de sua época.. 
De uma família humilde, seus primeiros poemas saíram em uma revista de Hamburgo,
 cuja proprietária, Amalie Schoppe, o ajudou a cursar a universidade.
 Outra mulher, a costureira Elise Lensing, foi sua companheira 
e deu-lhe apoio decisivo em seus primeiros e difíceis anos de escritor, 
quando escreveu seus Tagebücher (1885-1887). 
Depois estudou direito, literatura, história e filosofia.em Munique e Heidelberg, 
especialmente a doutrina idealista de Georg Wilhelm Hegel (1770-1831),
 que influenciou toda sua obra. 
Estreou com sua peça Judith, em Berlim e Hamburgo (1840) 
e logo ganhou fama. No ano seguinte, terminou o drama poético
 e não menos notório, Genoveva
Depois de uma temporada em Paris e Itália, escreveu Maria Magdalena (1843), 
considerada a primeira tragédia burguesa do século XIX.
 Posteriormente ainda se destacaram Herodes und Mariamne (1850) 
Die Nibelungen Trilogie (1862), 
sobre o conflito entre o paganismo e o cristianismo.
 Ainda destacou-se com a tragédia Agnes Bernauer (1852) e com o drama social 
Gyges und sein Ring (1854) 
e morreu em Viena.
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Cristhian Friedrich Hebbel

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Via CITADOR
in DIÁRIOS
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Não o que o homem é, e sim apenas o que ele faz é o património que não poderá jamais perder.
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O facto de as dores se revezarem torna a vida suportável.
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A vida inteira é uma contradição digerível.
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A vida é uma amêndoa amarga envolta em sete papéis dourados.
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Somente através do amor o homem se pode libertar de si mesmo.
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A morte mostra ao homem aquilo que ele é.
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A alegria torna o homem sociável, a dor individualiza-o.
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Sem dúvida o sonho é para o espírito o que o sono é para o corpo.
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O sono é um rastejar do homem dentro de si mesmo.
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Quanto mais se vive, menos se sabe por que se vive.
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Rever-se, muitas vezes, é a autêntica separação.
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Diante de um grande poeta, tem-se a sensação de que as coisas que permaneceram escondidas no caos emergem.
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A mulher, assim que dá à luz, ama o homem apenas tanto quanto este ama o filho.
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O envelhecimento ocorre apenas dos 25 aos 30 anos. O que se obtém até esse momento é o que se conservará para sempre.
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Muitas vezes a juventude é repreendida por acreditar que o mundo começa com ela. Mas a velhice acredita ainda mais frequentemente que o mundo termina com ela. O que é pior?
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Não é apenas como general que se conquista o mundo, subjugando-o, mas também como filósofo, penetrando nele, e como artista, acolhendo-o em si e recriando-o.
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Muitas vezes parece que o diabo bate à nossa porta, mas é simplesmente o limpa-chaminés.
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O casamento dá um limite ao indivíduo, e por conseguinte, segurança à colectividade.
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Se a língua fosse um produto do espírito lógico, e não do poético, teríamos apenas uma.
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Podemos muito bem perguntar-nos: o que seria do homem sem os animais? Mas não o contrário: o que seria dos animais sem o homem?