Presidente Paulo Inácio, Vereadora Mónica Baptista e Vereador Hermínio Rodrigues disseram que:
- As obras estão suspensas;
- Na próxima reunião de câmara (28 Março) irão retirar o viaduto de ligação à VCI;
- Em Julho os respectivos Agrupamentos (frei Estêvão e Benedita) terão condições de iniciar todo o processo de instalação;
- Em breve vão começar os arranjos exteriores;
- Estão a realizar vários concursos para os equipamentos e mobiliários;
- Estão com o problema das barracas de etnia cigana e ainda não têm solução; o advogado que os defende é o Dr. Adelino Granja;
- Vão ocupar uma zona da Cova da Onça para alargar os espaços de recreio ao ar livre para o Centro Escolar;
- Vão ter de adquirir propriedade para fazer rotunda junto ao centro escolar da Benedita;
- Há boas notícias para o financiamento: no mínimo 7 M€;
- A CGDepósitos aceitou o protelar do início do pagamento para Set 2011;
- Em Setembro querem arrancar com o ano lectivo nos dois centros escolares;
- O Relatório da Comissão sobre os Procedimentos em relação à Cister Equipamentos está concluído e entregaram cópia.
Estamos contra os Mega centros...
Mas ali estão as 2 obras que irão impressionar...Pela 1ª vez uma escola e um Jardim-de-infância terão respostas com esta qualidade: biblioteca, refeitório, ginásio...
Critiquei:
paredes sem serem laváveis até 1m de altura;
arestas vivas nas paredes, bancadas...
23/03/2011
22/03/2011
4.361.(22Março17h17') O PCP +1x com posições claras alternativas e a vergonha do PEC IV
via:
http://www.pcp.pt/pcp-apresenta-projecto-de-resolu%C3%A7%C3%A3o-que-rejeita-pec-para-2013
http://tempodascerejas.blogspot.com/2011/03/o-pcp-e-o-pec-iv.html
22/03/11
O PCP e o PEC IV
De a a x, 22 orientações alternativas
É muito longa para um blogue a parte das orientações alternativas propostas pelo PCP no seu projecto de Resolução
sobre o PEC 4. Mas só estão dispensados de as ler os que outra coisa não querem se não continuar a dizer que ninguém propõe nada e que alternativa não há.
sobre o PEC 4. Mas só estão dispensados de as ler os que outra coisa não querem se não continuar a dizer que ninguém propõe nada e que alternativa não há.«(...) Assim, tendo em conta as disposições regimentais e constitucionais aplicáveis, a Assembleia da República resolve:
A. Rejeitar o Programa de Estabilidade e Crescimento, revisto para o período até 2013, que o Governo apresentou à Assembleia da República;
B. Recomendar ao Governo a adopção de uma política patriótica e de esquerda de acordo com os seguintes princípios e orientações políticas e orçamentais:
a) Promover uma justa redistribuição da riqueza nacional produzida, designadamente através do aumento dos salários e das pensões e reformas, revertendo os cortes já efectuados e rejeitando novas restrições, contribuindo assim para o aumento do poder de compra, para o combate à pobreza e para a dinamização da procura interna, factor essencial do crescimento económico;
b) Concretizar de imediato o aumento do salário mínimo nacional para 500€, apontando um objectivo de crescimento para, pelo menos, 600€ em 2013;
c) Garantir o aumento das pensões e reformas, designadamente um aumento mínimo para as mais baixas de pelo menos 25€;
d) Defender e reforçar a produção nacional, o apoio ao investimento em fileiras estratégicas para o desenvolvimento económico e para o combate à nossa dependência externa, seja no plano agro-alimentar, seja na vertente industrial ou energética;
e) Promover políticas activas de crédito e fiscais que sustentem a actividade das micro e pequenas empresas;
f) Dinamizar o investimento público, nomeadamente de pequena e média dimensão e de proximidade, os investimentos reprodutivos, de suporte à competitividade e em I&D, e o desenvolvimento da despesa social, nomeadamente na educação, saúde e protecção social;
g) Reforçar o financiamento de autarquias e regiões, de forma a permitir um maior apoio às populações e tendo em conta a importância acrescida da actividade do Poder Local e das Regiões Autónomas para o desenvolvimento local e regional e em particular para a criação de emprego e para as micro e pequenas empresas;
h) Acelerar a aplicação dos fundos comunitários, recuperando os enormes atrasos na execução do QREN, PRODER e PROMAR, procedendo a uma profunda revisão regulamentar dos diversos programas (simplificação, celeridade na apreciação, na contratação e nos pagamentos) e garantindo que estes recursos públicos disponíveis possam ser mais e melhor utilizados pelos sectores produtivos e nomeadamente pelas micro e pequenas empresas;
i) Propor a alteração urgente das regras das comparticipações nacionais para projectos financiados com fundos comunitários, garantindo uma redução significativa destas contrapartidas, (do Estado e dos agentes económicos), pelo menos durante o tempo de execução dos programas de consolidação orçamental, permitindo assim condições para uma efectiva absorção de fundos comunitários e para uma plena execução do QREN;
j) Defender um forte sector empresarial do Estado, dinâmico e eficiente, pondo fim ao processo de privatizações anunciado ou em curso, às chamadas parcerias público-privadas, travando e revertendo concessões ao sector privado e reafirmando o interesse nacional do controlo público em sectores estratégicos, designadamente o sector financeiro;
l) Defender e reforçar os serviços públicos, garantindo o seu financiamento adequado e o reforço dos recursos humanos disponíveis rejeitando a progressiva diminuição do número de trabalhadores, travando e revertendo o processo de sucessivos encerramentos, designadamente na saúde e na educação.
m) Combater eficazmente o desemprego e assegurar um efectivo apoio aos desempregados, defendendo o emprego público e a prestação de serviços públicos gerais e universais às populações, e alargando o acesso ao subsídio de desemprego;
n) Combater a precariedade laboral, seja pela forma de contratos a prazo, trabalho temporário, falsos recibos verdes ou outra forma, garantindo que a um posto de trabalho permanente corresponde um vínculo permanente;
o) Devolver o acesso às prestações sociais àqueles que delas devem beneficiar, revertendo o sucessivo corte e retirada de direitos que tem sido aplicado e garantindo o direito individual a estes apoios;
p) Concretizar uma outra política fiscal, que aumente a tributação sobre os principais detentores da riqueza e sobre os enormes lucros obtidos pelas grandes empresas e grupos económicos, bem como sobre as elevadas remunerações dos seus gestores, em vez do agravamento dos impostos sobre os trabalhadores, os pensionistas e os reformados; que alargue a base tributária, combata a economia paralela, a fraude e a evasão fiscal, que tribute de imediato todas as mais-valias, que reduza benefícios fiscais em sede de IRC e elimine totalmente os que são usados pela banca e pelo sector financeiro, (incluindo as respectivas dependências ou agências no off-shore da Madeira), que crie taxas suplementares sobre os lucros acima de 50 milhões de euros dos grupos económicos e financeiros, que crie uma tributação especial sobre riqueza, bens de luxo e patrimónios elevados, nomeadamente mobiliários, que crie um novo imposto sobre transacções bolsistas e transferências financeiras para off-shores.
q) Garantir preços e custos de bens e serviços essenciais na banca, seguros, energia, telecomunicações e transportes (portagens e bilhetes ou títulos, incluindo passes sociais), que assegurem a competitividade da generalidade das micro, pequenas e médias empresas, designadamente do sector exportador, e da capacidade aquisitiva das famílias.
r) Reforçar as condições para a promoção da poupança interna como elemento de redução da dependência externa, facilitando as condições de acesso aos instrumentos da dívida pública para faixas mais largas da população, designadamente ao nível da subscrição mínima, bem como melhorando as condições de atractividade para os aforradores nacionais;
s) Adoptar as medidas de poupança em áreas da despesa pública que não beneficiam o interesse colectivo, impondo designadamente o limite da remuneração do Presidente da República a todas as remunerações no sector público, incluindo o sector empresarial do Estado, eliminando estruturas desnecessárias, designadamente as criadas para enfraquecer serviços e sectores públicos e para preparar privatizações, e travando a crescente transferência de recursos públicos para o sector privado;
t) Adoptar uma iniciativa política do Estado Português junto da União Europeia que imponha a consideração solidária dos problemas que igualmente afectam outros Estados-membros, que vise uma estratégia para o crescimento económico e o emprego conforme com os objectivos comunitários de convergência e coesão económica e social;
u) Promover a suspensão do Pacto de Estabilidade e Crescimento e a sua revisão, dando lugar a um novo documento em que os processos de consolidação das finanças públicas dos Estados-membros sejam instrumentais de políticas de desenvolvimento económico e social, tenham em atenção a conjuntura económica e os estádios de desenvolvimento e as necessidades específicas de cada.
v) Definir e propor um novo calendário comunitário para o Programa de Estabilidade e Crescimento ajustado às necessidades específicas de cada país, tendo em conta que percursos e situações diferenciadas devem determinar programações diversas, objectivos diferentes e tempos de duração próprios, seguindo e reforçando, neste aspecto, o que já hoje está aliás adoptado ou se anuncia para alguns Estados-membros, relativamente aos respectivos programas de estabilidade.
x) Adoptar medidas comunitárias extraordinárias e específicas para as trocas comerciais externas, que permitam a países como Portugal, com problemas graves de endividamento externo e com riqueza produzida inferior à média comunitária, penalizar transitoriamente as importações e apoiar de forma acrescida as respectivas exportações.
Assembleia da República, 22 de Março de 2011
A. Rejeitar o Programa de Estabilidade e Crescimento, revisto para o período até 2013, que o Governo apresentou à Assembleia da República;
B. Recomendar ao Governo a adopção de uma política patriótica e de esquerda de acordo com os seguintes princípios e orientações políticas e orçamentais:
a) Promover uma justa redistribuição da riqueza nacional produzida, designadamente através do aumento dos salários e das pensões e reformas, revertendo os cortes já efectuados e rejeitando novas restrições, contribuindo assim para o aumento do poder de compra, para o combate à pobreza e para a dinamização da procura interna, factor essencial do crescimento económico;
b) Concretizar de imediato o aumento do salário mínimo nacional para 500€, apontando um objectivo de crescimento para, pelo menos, 600€ em 2013;
c) Garantir o aumento das pensões e reformas, designadamente um aumento mínimo para as mais baixas de pelo menos 25€;
d) Defender e reforçar a produção nacional, o apoio ao investimento em fileiras estratégicas para o desenvolvimento económico e para o combate à nossa dependência externa, seja no plano agro-alimentar, seja na vertente industrial ou energética;
e) Promover políticas activas de crédito e fiscais que sustentem a actividade das micro e pequenas empresas;
f) Dinamizar o investimento público, nomeadamente de pequena e média dimensão e de proximidade, os investimentos reprodutivos, de suporte à competitividade e em I&D, e o desenvolvimento da despesa social, nomeadamente na educação, saúde e protecção social;
g) Reforçar o financiamento de autarquias e regiões, de forma a permitir um maior apoio às populações e tendo em conta a importância acrescida da actividade do Poder Local e das Regiões Autónomas para o desenvolvimento local e regional e em particular para a criação de emprego e para as micro e pequenas empresas;
h) Acelerar a aplicação dos fundos comunitários, recuperando os enormes atrasos na execução do QREN, PRODER e PROMAR, procedendo a uma profunda revisão regulamentar dos diversos programas (simplificação, celeridade na apreciação, na contratação e nos pagamentos) e garantindo que estes recursos públicos disponíveis possam ser mais e melhor utilizados pelos sectores produtivos e nomeadamente pelas micro e pequenas empresas;
i) Propor a alteração urgente das regras das comparticipações nacionais para projectos financiados com fundos comunitários, garantindo uma redução significativa destas contrapartidas, (do Estado e dos agentes económicos), pelo menos durante o tempo de execução dos programas de consolidação orçamental, permitindo assim condições para uma efectiva absorção de fundos comunitários e para uma plena execução do QREN;
j) Defender um forte sector empresarial do Estado, dinâmico e eficiente, pondo fim ao processo de privatizações anunciado ou em curso, às chamadas parcerias público-privadas, travando e revertendo concessões ao sector privado e reafirmando o interesse nacional do controlo público em sectores estratégicos, designadamente o sector financeiro;
l) Defender e reforçar os serviços públicos, garantindo o seu financiamento adequado e o reforço dos recursos humanos disponíveis rejeitando a progressiva diminuição do número de trabalhadores, travando e revertendo o processo de sucessivos encerramentos, designadamente na saúde e na educação.
m) Combater eficazmente o desemprego e assegurar um efectivo apoio aos desempregados, defendendo o emprego público e a prestação de serviços públicos gerais e universais às populações, e alargando o acesso ao subsídio de desemprego;
n) Combater a precariedade laboral, seja pela forma de contratos a prazo, trabalho temporário, falsos recibos verdes ou outra forma, garantindo que a um posto de trabalho permanente corresponde um vínculo permanente;
o) Devolver o acesso às prestações sociais àqueles que delas devem beneficiar, revertendo o sucessivo corte e retirada de direitos que tem sido aplicado e garantindo o direito individual a estes apoios;
p) Concretizar uma outra política fiscal, que aumente a tributação sobre os principais detentores da riqueza e sobre os enormes lucros obtidos pelas grandes empresas e grupos económicos, bem como sobre as elevadas remunerações dos seus gestores, em vez do agravamento dos impostos sobre os trabalhadores, os pensionistas e os reformados; que alargue a base tributária, combata a economia paralela, a fraude e a evasão fiscal, que tribute de imediato todas as mais-valias, que reduza benefícios fiscais em sede de IRC e elimine totalmente os que são usados pela banca e pelo sector financeiro, (incluindo as respectivas dependências ou agências no off-shore da Madeira), que crie taxas suplementares sobre os lucros acima de 50 milhões de euros dos grupos económicos e financeiros, que crie uma tributação especial sobre riqueza, bens de luxo e patrimónios elevados, nomeadamente mobiliários, que crie um novo imposto sobre transacções bolsistas e transferências financeiras para off-shores.
q) Garantir preços e custos de bens e serviços essenciais na banca, seguros, energia, telecomunicações e transportes (portagens e bilhetes ou títulos, incluindo passes sociais), que assegurem a competitividade da generalidade das micro, pequenas e médias empresas, designadamente do sector exportador, e da capacidade aquisitiva das famílias.
r) Reforçar as condições para a promoção da poupança interna como elemento de redução da dependência externa, facilitando as condições de acesso aos instrumentos da dívida pública para faixas mais largas da população, designadamente ao nível da subscrição mínima, bem como melhorando as condições de atractividade para os aforradores nacionais;
s) Adoptar as medidas de poupança em áreas da despesa pública que não beneficiam o interesse colectivo, impondo designadamente o limite da remuneração do Presidente da República a todas as remunerações no sector público, incluindo o sector empresarial do Estado, eliminando estruturas desnecessárias, designadamente as criadas para enfraquecer serviços e sectores públicos e para preparar privatizações, e travando a crescente transferência de recursos públicos para o sector privado;
t) Adoptar uma iniciativa política do Estado Português junto da União Europeia que imponha a consideração solidária dos problemas que igualmente afectam outros Estados-membros, que vise uma estratégia para o crescimento económico e o emprego conforme com os objectivos comunitários de convergência e coesão económica e social;
u) Promover a suspensão do Pacto de Estabilidade e Crescimento e a sua revisão, dando lugar a um novo documento em que os processos de consolidação das finanças públicas dos Estados-membros sejam instrumentais de políticas de desenvolvimento económico e social, tenham em atenção a conjuntura económica e os estádios de desenvolvimento e as necessidades específicas de cada.
v) Definir e propor um novo calendário comunitário para o Programa de Estabilidade e Crescimento ajustado às necessidades específicas de cada país, tendo em conta que percursos e situações diferenciadas devem determinar programações diversas, objectivos diferentes e tempos de duração próprios, seguindo e reforçando, neste aspecto, o que já hoje está aliás adoptado ou se anuncia para alguns Estados-membros, relativamente aos respectivos programas de estabilidade.
x) Adoptar medidas comunitárias extraordinárias e específicas para as trocas comerciais externas, que permitam a países como Portugal, com problemas graves de endividamento externo e com riqueza produzida inferior à média comunitária, penalizar transitoriamente as importações e apoiar de forma acrescida as respectivas exportações.
Assembleia da República, 22 de Março de 2011
O Grupo Parlamentar do PCP
4.360.(22Março8h8') Dia Mundial da Água
verifiquem os vossos recibos de água.saneamento.lixo...
comparem Fev2010 com Fev 2011 e vejam qual foi a percentagem de aumento para igual consumo...
agradeço que me façam chegar via rogeriommr@gmail.com
Águas do Oeste esclarecem o Região de Leiria sobre os preços de venda de água ao município de Alcobaça:

...........
Águas de Portugal lucraram tanto???
"Os lucros da ‘holding’ AdP - Águas de Portugal aumentaram 73 por cento no ano passado, para 79,8 milhões de euros, o melhor resultado desde a sua constituição"
http://www.ionline.pt/conteudo/111949-lucros-da-aguas-portugal-aumentam-73-em-2010-798-milhoes
......
PEGADA HíDRICA
140 litros de água para poder beber 1 bica?
http://www.ionline.pt/conteudo/112045-dia-mundial-da-agua-pegada-hidrica-aumentou-no-planeta
comparem Fev2010 com Fev 2011 e vejam qual foi a percentagem de aumento para igual consumo...
agradeço que me façam chegar via rogeriommr@gmail.com
Águas do Oeste esclarecem o Região de Leiria sobre os preços de venda de água ao município de Alcobaça:
"...
A tarifa actualmente praticada pela Águas do Oeste para o Abastecimento de Água, junto do seu Cliente Município de Alcobaça/ Serviços Municipalizados de Alcobaça (SMA) é ainda a referente ao ano de 2010, sendo por isso o valor pago pelos SMA à Águas do Oeste €0,6494/ m3 e não €0,68/m3 como refere a notícia.
Tal como referido em 2011 a Águas do Oeste ainda está a praticar a tarifa de 2010, estando neste momento a aguardar orientações da ERSAR (entidade reguladora) para a aplicação da nova tarifa, referente a 2011(que para o caso do cliente SMA será de €0,6667/m3).
Note-se que os valores acima referidos referem-se aos praticados junto do Cliente Município de Alcobaça, cujo contrato estabelecido não é igual em todos os municípios, dado o abastecimento a esse município ser parcial. Para os Municípios em que o abastecimento de água é da exclusiva responsabilidade da Águas do Oeste, a tarifa actualmente praticada é de €0,5782/m3 (para 2011 será de €0,5993/m3)."
...
Sara Duarte
Área de Comunicação e Educação Ambiental
ETAR da Charneca - Arelho | 2510-193 Óbidos
Tel.: 262 955 600 | Fax: 262 955 601 | Tlm.: 935 287 007
...........
Águas de Portugal lucraram tanto???
"Os lucros da ‘holding’ AdP - Águas de Portugal aumentaram 73 por cento no ano passado, para 79,8 milhões de euros, o melhor resultado desde a sua constituição"
http://www.ionline.pt/conteudo/111949-lucros-da-aguas-portugal-aumentam-73-em-2010-798-milhoes
......
PEGADA HíDRICA
140 litros de água para poder beber 1 bica?
http://www.ionline.pt/conteudo/112045-dia-mundial-da-agua-pegada-hidrica-aumentou-no-planeta
21/03/2011
4.358.(21Mar20119h9') Dia Mundial da Poesia, da Floresta, da Árvore e de PROTESTO CONTRA OS PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS!
na esdica foi plantada árvore com o director e com o Miguel Almeida a cavar sem problemas e com grande competência!
:::::::::::::::::
bem dizíamos que a privatização da GALP promovida pelo PS.PSD.PP não serviria o povo nem os pequenos.médios.empresários...
Contra o aumento dos preços dos combustíveis: Proteste! Está a ser roubado
Segunda 21 de Março de 2011
O PCP promove uma acção nacional de protesto contra o aumento dos preços dos combustíveis, num momento em que os portugueses são confrontados com uma insuportável escalada dos seus preços, acompanhada também pela subida dos preços da energia eléctrica – que se insere no brutal agravamento do custo de vida que a política do PS tem promovido nos últimos meses e que tanto tem penalizado as condições de vida da população e a economia nacional.
Esta acção contempla iniciativas em diversos pontos do País, nomeadamente em mais de 100 postos de abastecimento de combustíveis...
No âmbito desta acção, o PCP editou um folheto «Aumento dos preços dos combustíveis – Proteste! Está a ser roubado», onde chama a atenção para a relação entre os aumentos de preços dos combustíveis e os escandalosos lucros das empresas distribuidoras de combustível, que beneficiam da política de direita que PS, PSD e CDS, com o apoio do Presidente da República, têm vindo a impor ao país.
Nesta iniciativa, para além de sublinhar que na origem destes aumentos estão, designadamente, a privatização de empresas como a GALP e a liberalização de preços no sector, o PCP propõe também um conjunto de medidas que visam a alteração imediata desta situação, das quais destacamos a afixação pelo Estado de um preço máximo dos combustíveis e o estabelecimento de um preço específico para os sectores dos transportes e produtivos, a par da luta pelo objectivo da recuperação pelo Estado do controlo da GALP.
Apelando à indignação e protesto das populações e automobilistas com quem irá contactar, o PCP reafirma a necessidade de intensificar a luta por uma outra política, patriótica e de esquerda, que concretize a melhoria das condições de vida do povo português e o progresso.
4.357.(21Mar8h8') Caminhada em Cós...Domingo 27 Março.9h45' junto à sede da Junta de freguesia.
CAMINHADA. PASSEIO PEDESTRE
Coz e N.Sra. da Luz COZ - ALCOBAÇA
DOMINGO, 27/MAR/2011
Organização da CASA DA CULTURA JOSÉ BENTO DA SILVA
Rua Professor Eliseu, 2 2460-676 S. MARTINHO DO PORTO
Tel. 262980885 Fax 262980886 Tlm 967019582
PERCURSO: A PARTIR DO LARGO DA JUNTA DE FREGUESIA DE COZ, PELOS PINHAIS E EUCALIPTAIS EM DIRECÇÃO AO CASAL DO RESONEIRO E AO SANTUÁRIO DE N. SRA. DA LUZ. DEPOIS EM DIRECÇÃO À CASTANHEIRA E À IGREJA DE STA. MARTA. VOLTA-SE DEPOIS PELO CAMINHO RURAL ATÉ À FONTE SANTA E, PELA COROA E PELA MATA DA AMAZÓNIA, ATÉ À CAPELA DE SANTA RITA, DE ONDE SE DESCE ATÉ À IGREJA DO CONVENTO.
PARTICIPAÇÃO ABERTA A TODOS
.RECOMENDA-SE O USO DE CALÇADO APROPRIADO PARA O CAMPO E INDUMENTÁRIA
ADEQUADA ÀS CONDIÇÕES CLIMATÉRICAS.
CONCENTRAÇÃO E PARTIDA: 9h – Casa da Cultura – S. Martinho do Porto
9h45' – Largo da Junta de Freguesia de Coz
DURAÇÃO APROXIMADA: 2h30'... GRAU DE DIFICULDADE: Médio..DISTÂNCIA APROXIMADA: 10 km
Coz e N.Sra. da Luz COZ - ALCOBAÇA
DOMINGO, 27/MAR/2011
Organização da CASA DA CULTURA JOSÉ BENTO DA SILVA
Rua Professor Eliseu, 2 2460-676 S. MARTINHO DO PORTO
Tel. 262980885 Fax 262980886 Tlm 967019582
PERCURSO: A PARTIR DO LARGO DA JUNTA DE FREGUESIA DE COZ, PELOS PINHAIS E EUCALIPTAIS EM DIRECÇÃO AO CASAL DO RESONEIRO E AO SANTUÁRIO DE N. SRA. DA LUZ. DEPOIS EM DIRECÇÃO À CASTANHEIRA E À IGREJA DE STA. MARTA. VOLTA-SE DEPOIS PELO CAMINHO RURAL ATÉ À FONTE SANTA E, PELA COROA E PELA MATA DA AMAZÓNIA, ATÉ À CAPELA DE SANTA RITA, DE ONDE SE DESCE ATÉ À IGREJA DO CONVENTO.
PARTICIPAÇÃO ABERTA A TODOS
.RECOMENDA-SE O USO DE CALÇADO APROPRIADO PARA O CAMPO E INDUMENTÁRIA
ADEQUADA ÀS CONDIÇÕES CLIMATÉRICAS.
CONCENTRAÇÃO E PARTIDA: 9h – Casa da Cultura – S. Martinho do Porto
9h45' – Largo da Junta de Freguesia de Coz
DURAÇÃO APROXIMADA: 2h30'... GRAU DE DIFICULDADE: Médio..DISTÂNCIA APROXIMADA: 10 km
HAVERÁ ALMOÇO PARA OS INTERESSADOS QUE SE INSCREVAM NO
LOCAL, ANTES DA PARTIDA. (9€)
4.356.(21Mar7h37') Dia Mundial da marioneta...1ª emissão da S.A. MARIONETAS TV
http://www.youtube.com/watch?v=VWFCyeNHNNs
A companhia S.A.Marionetas -Teatro & Bonecos, apresenta o novo canal de TV a "S.A.MARIONETAS TV". O único canal de TV do mundo totalmente produzido por marionetas. As emissões terão inicio no dia 21 de Março de 2011 e vai ser um canal onde as marionetas serão os principais interlocutores. Esteja atento, os estúdios da S.A.MARIONETAS TV estão sempre a trabalhar para o surpreender com os programas e notícias mais inacreditáveis do mundo das marionetas e não só.
Se não quer perder nenhuma emissão sugerimos que se inscreva na newsletter da S.A.Marionetas e receberá no sua caixa de correio em primeira mão as emissões da S.A.MARIONETAS TV.
A companhia S.A.Marionetas -Teatro & Bonecos, apresenta o novo canal de TV a "S.A.MARIONETAS TV". O único canal de TV do mundo totalmente produzido por marionetas. As emissões terão inicio no dia 21 de Março de 2011 e vai ser um canal onde as marionetas serão os principais interlocutores. Esteja atento, os estúdios da S.A.MARIONETAS TV estão sempre a trabalhar para o surpreender com os programas e notícias mais inacreditáveis do mundo das marionetas e não só.
Se não quer perder nenhuma emissão sugerimos que se inscreva na newsletter da S.A.Marionetas e receberá no sua caixa de correio em primeira mão as emissões da S.A.MARIONETAS TV.
20/03/2011
4.355.(20Mar10h10') a pRIMAvera começa com uma grande manif, com lua gigante e com a bela canção dos The gift
http://www.cgtp.pt/
http://videos.sapo.pt/213cpAU4ZNVTMd4Lf5NW
Registo que o o jornal "o público" não tinha uma notícia, uma linha de que havia manif da CGTP.
A caminho de Lisboa ouvi, em directo, o discurso total do Paulo Portas, na TSF.
Porque é que a TSF não deu em directo o discurso do Carvalho da Silva?
http://www.youtube.com/watch?v=4Y5sjbS-FjY&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=4GD-FyrpB5M
http://www.youtube.com/watch?v=s7MqFg_luzM
http://videos.sapo.pt/213cpAU4ZNVTMd4Lf5NW
Registo que o o jornal "o público" não tinha uma notícia, uma linha de que havia manif da CGTP.
A caminho de Lisboa ouvi, em directo, o discurso total do Paulo Portas, na TSF.
Porque é que a TSF não deu em directo o discurso do Carvalho da Silva?
http://www.youtube.com/watch?v=4Y5sjbS-FjY&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=4GD-FyrpB5M
http://www.youtube.com/watch?v=s7MqFg_luzM
19/03/2011
4.354.(19Mar11h11') A caminho da Manif...
afinal, dizem-me que não é dele!!! Peço desculpa ao autor(a) (e a Mia Couto) e por ter induzido em erro quem leu como sendo de Mia Couto.
Já agora fica 1 blogue
ehttp://assobiorebelde.blogspot.com/2011/03/geracao-rasca-nossa-culpa.html
o texto assumido por Paulo Moreira da Silva que dá para 1 bom debate:
Geração à Rasca - A Nossa Culpasexta-feira, 18 de Março de 2011, 8:58:05
Paulo Moreira da Silva
Um dia, isto tinha de acontecer.
Existe uma geração à rasca?
Existe mais do que uma! Certamente!
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.
Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.
Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.
Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A vaquinha emagreceu, feneceu, secou.
Foi então que os pais ficaram à rasca.
Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.
São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.
São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!
A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.
Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.
Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.
E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!
Novos e velhos, todos estamos à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.
Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam. Haverá mais triste prova do nosso falhanço?
Pode ser que tudo isto não passe de alarmismo, de um exagero meu, de uma generalização injusta.
Pode ser que nada/ninguém seja assim.
4.353.(19Mar10h10') Ordem de trabalhos da reunião de câmara ext. 23.3. 9h30'
Atempadamente!!!
1.
------ACTA DA REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA NO DIA CATORZE DE MARÇO DE DOIS MIL E ONZE – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO-
(AUTARQUIAS) 2.
------ FREGUESIA DE PATAIAS – PEDIDO DE APOIO - APRECIAÇÃO E
VOTAÇÃO -
(AUTARQUIAS) 3.
------ FREGUESIA DE SÃO VICENTE DE ALJUBARROTA – PEDIDO DE APOIO - APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO -
(GESTÃO URBANÍSTICA) 4.
------ PLANO DE PORMENOR DO CAMARÇÃO, EM PATAIAS – ABERTURA DO PERIODO DE DISCUSSÃO PÚBLICA – REVOGAÇÃO DE DELIBERAÇÃO –APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO -
(PESSOAL) 5.
------ RECRUTAMENTO EXCEPCIONAL DE POSTOS DE TRABALHO PREVISTOS E NÃO OCUPADOS NO MAPA DE PESSOAL APROVADO – PROPOSTA – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO -
(SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS) 6.
CÂMARA MUNICIPAL DE ALCOBAÇA Divisão Jurídica
------ALTERAÇÃO DO POSICIONAMENTO DAS TUBAGENS DE ÁGUA INSTALADAS NO TERRENO CONTÍGUO AO RESERVATÓRIO DE ÉVORA DE ALCOBAÇA – DECLARAÇÃO - APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO -
1.
------ACTA DA REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA NO DIA CATORZE DE MARÇO DE DOIS MIL E ONZE – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO-
(AUTARQUIAS) 2.
------ FREGUESIA DE PATAIAS – PEDIDO DE APOIO - APRECIAÇÃO E
VOTAÇÃO -
(AUTARQUIAS) 3.
------ FREGUESIA DE SÃO VICENTE DE ALJUBARROTA – PEDIDO DE APOIO - APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO -
(GESTÃO URBANÍSTICA) 4.
------ PLANO DE PORMENOR DO CAMARÇÃO, EM PATAIAS – ABERTURA DO PERIODO DE DISCUSSÃO PÚBLICA – REVOGAÇÃO DE DELIBERAÇÃO –APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO -
(PESSOAL) 5.
------ RECRUTAMENTO EXCEPCIONAL DE POSTOS DE TRABALHO PREVISTOS E NÃO OCUPADOS NO MAPA DE PESSOAL APROVADO – PROPOSTA – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO -
(SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS) 6.
CÂMARA MUNICIPAL DE ALCOBAÇA Divisão Jurídica
------ALTERAÇÃO DO POSICIONAMENTO DAS TUBAGENS DE ÁGUA INSTALADAS NO TERRENO CONTÍGUO AO RESERVATÓRIO DE ÉVORA DE ALCOBAÇA – DECLARAÇÃO - APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO -
18/03/2011
4.351.(18Março12h21') Almada coopera com Armazém das Artes. 27 Março 16h
3D / 2D – DIMENSÃO TROCADA esculturas de José Aurélio, em Almada fotografadas por JOSÉ L. GUIMARÃES ![]() Integrada nas celebrações do 4º aniversário do Armazém das Artes esta exposição, vinda de Almada, relaciona-se com a Arte Pública existente nesse Município. José L. Guimarães, é um fotógrafo com um notável percurso profissional que, em Almada, tem vindo a fotografar muitas das peças de escultura que podemos encontrar um pouco por toda a Cidade e o Concelho. Tendo sido convidado a participar nesta representação do Município de Almada, José L. Guimarães apresenta uma série de fotografias das obras que o Escultor José Aurélio tem vindo a executar em Almada desde 1985. Pode ser assim apreciado na Sala Mário Botas esse conjunto de fotografias tiradas a doze esculturas implantadas em vários locais do Concelho, com particular incidência em pormenores que, pela sua qualidade plástica, se tornam autónomas no tratamento artístico que o autor lhe imprime. “Estas fotografias desconstroem o objecto, tornando-o quase irreconhecível, uma vez que isolam partes do todo, retiram o objecto do seu contexto de origem subtraindo-lhe, quase sempre, o fundo, privando-o, deliberadamente, quer de referências visuais associadas, quer ainda dos seus valores lumínicos e cromáticos. Neste sentido, há um sublinhar dos valores formais do objecto, reduzindo-o quase que apenas à essencialidade do seu contorno, da sua linha limite, como silhuetas recortadas. Permanece, deste modo, a essencialidade da forma. Daí decorre a impossibilidade de identificar os pontos de vista a partir dos quais o fotógrafo interpela as esculturas, já que essa pureza formal não é reconhecível, pelo menos imediatamente, mesmo em presença do próprio objecto fotografado.” Ana Isabel Ribeiro |
Saiba mais em www.armazemdasartes.pt |
4.350.(18Março9h9') 14º Jazz BIR - Valado é 1 belo programão!!!
14º Festival de Jazz de Valado dos Frades
De 8 a 16 de Abril de 2011
Mais uma edição do mais antigo e carismático festival da região centro. Este ano com 6 concertos, volta a ser realizado na sala que o viu nascer e sede da associação que o organiza, a Biblioteca de Instrução e Recreio. A linha programática mantém-se sempre com o objectivo de divulgar os novos valores do jazz nacional e apresentar novos projectos de músicos reconhecidos.
O primeiro concerto traz a excelência de três grandes músicos. Será mais uma noite para a história. O segundo, tendo em conta os quatro nomes que se apresentam terá também o nível que o nosso público espera deste Festival.
O concerto de domingo à tarde, com entrada livre, é a melhor oportunidade para iniciar os mais jovens na audição do jazz. Para este aconselhamos a que os pais tragam crianças, a hora é a ideal para eles, às 16.30. Foi este ano convidada a escola de Jazz do Porto e um combo local da Academia Municipal das Artes da Nazaré. Músicos muito jovens que na semana anterior ao Festival representarão as suas escolas na Festa do Jazz do Teatro São Luiz.
Sendo pioneiro na região, este festival tem a obrigação de revelar ao público os novos valores (como já revelou tantos que hoje são grandes), correndo o risco de, pelo facto de não serem conhecidos, não atraírem muito público. Mas temos de manter a nossa função educativa e não fazer como outros que, recorrendo quase sempre a nomes estrangeiros, conseguem atrair os meios de comunicação social de expansão nacional e a crítica especializada, que pouco têm ligado a este festival, acho que precisamente por falta de nomes internacionais.
De 8 a 16 de Abril de 2011
Mais uma edição do mais antigo e carismático festival da região centro. Este ano com 6 concertos, volta a ser realizado na sala que o viu nascer e sede da associação que o organiza, a Biblioteca de Instrução e Recreio. A linha programática mantém-se sempre com o objectivo de divulgar os novos valores do jazz nacional e apresentar novos projectos de músicos reconhecidos.
O primeiro concerto traz a excelência de três grandes músicos. Será mais uma noite para a história. O segundo, tendo em conta os quatro nomes que se apresentam terá também o nível que o nosso público espera deste Festival.
O concerto de domingo à tarde, com entrada livre, é a melhor oportunidade para iniciar os mais jovens na audição do jazz. Para este aconselhamos a que os pais tragam crianças, a hora é a ideal para eles, às 16.30. Foi este ano convidada a escola de Jazz do Porto e um combo local da Academia Municipal das Artes da Nazaré. Músicos muito jovens que na semana anterior ao Festival representarão as suas escolas na Festa do Jazz do Teatro São Luiz.
Sendo pioneiro na região, este festival tem a obrigação de revelar ao público os novos valores (como já revelou tantos que hoje são grandes), correndo o risco de, pelo facto de não serem conhecidos, não atraírem muito público. Mas temos de manter a nossa função educativa e não fazer como outros que, recorrendo quase sempre a nomes estrangeiros, conseguem atrair os meios de comunicação social de expansão nacional e a crítica especializada, que pouco têm ligado a este festival, acho que precisamente por falta de nomes internacionais.
Isto a propósito dos concertos de dia 14 e 15. Mesmo não conhecendo os intervenientes esperamos que o nosso público saiba que “se está no Valado é porque é bom…”.
O encerramento ficará a cargo de um grande nome que dispensa qualquer comentário, a nossa Maria João, com um novo projecto.
Este festival é organizado por uma comissão de voluntários, apoiado pela Direcção Geral das Artes e pelo Município da Nazaré. Excepto dia 10, todos os concertos têm início marcado para as 22 horas, os Bilhetes variam entre 5 e 10 euros.
Mais informações em www.jazzvalado.net e no Facebook
O encerramento ficará a cargo de um grande nome que dispensa qualquer comentário, a nossa Maria João, com um novo projecto.
Este festival é organizado por uma comissão de voluntários, apoiado pela Direcção Geral das Artes e pelo Município da Nazaré. Excepto dia 10, todos os concertos têm início marcado para as 22 horas, os Bilhetes variam entre 5 e 10 euros.
Mais informações em www.jazzvalado.net e no Facebook
Agradecemos a melhor divulgação.
O Director Artístico
Adelino Mota
O Director Artístico
Adelino Mota
Programação
Sexta, 8 de Abril
Sábado, 9 de Abril Melo/Santos Quartet
Domingo, 10 de Abril Combo da Academia Municipal das Artes da Nazaré
16:30 h - Entrada Livre Combo da Escola de Jazz do Porto
Quinta, 14 de Abril Miguel Amado Group - "This is Home"
Sexta, 15 de Abril
Sábado, 16 de Abril
Detalhes da Programação
Sexta, 8 de Abril
"Motion" - Bernardo Sassetti Trio
Bernardo Sassetti – piano
Carlos Barretto – contrabaixo
Alexandre Frazão – bateria
Um dos mais duradouros agrupamentos do jazz português, o trio formado pelo pianista Bernardo Sassetti, o contrabaixista Carlos Barretto e o baterista Alexandre Frazão está de regresso com um novo disco de originais, intitulado "Motion".
Com uma cumplicidade construída ao longo de quase 13 anos, Bernardo Sassetti, Carlos Barretto e Alexandre Frazão interpretam, em "Motion", histórias com três instrumentos diferentes que se complementam de forma subtil, atingindo "a representação máxima da ficção, da introdução do espaço e do momento, do diálogo simultâneo, da provocação artística e da procura conjunta de novos caminhos".
Tal como em "Ascent", de 2006, obra em que Bernardo Sassetti materializa uma relação profunda entre música e imagem (da fotografia e do cinema), também neste "Motion" se revela a fase criativa do compositor e pianista "em que a música acompanha uma narrativa fragmentada, tal como uma montagem contemporânea do cinema". O inspirador desta contaminação da música pela imagem, segundo Bernardo Sassetti, foi o falecido cineasta português José Álvaro Morais, cujo filme "Quaresma", de 2003, contou com música original do autor de "Ascent".
Os temas que compõem "Motion" são "música que nasce do nada, ideias que decorrem do pensamento e da imagética do inconsciente", em busca das múltiplas verdades da música. Componente indispensável do trio, o improviso é encarado como um meio de aproveitar o erro e "conseguir transformá-lo em música, dar-lhe um sentido, construir sobre ele".
//////////////////////////////
Sábado, 9 de Abril
Melo/Santos Quartet
Felipe Melo - piano
Bruno Santos - guitarra
Bernardo Moreira - contrabaixo
Bruno Pedroso - Bateria
Criámos este grupo com o intuito de convidar e servir de secção rítmica a diversas lendas do jazz internacional que se deslocavam ao nosso país. Nos últimos anos, tocámos com músicos como Donald Harrison, Peter Bernstein, Jesse Davis, Paulinho Braga, Sheila Jordan, Herb Geller e Martin Taylor.
Regressar ao festival é sempre um prazer, porque até à data, foi sempre o público que mais calorosamente nos recebeu - o lado familiar do festival e o ambiente de clube que proporciona fazem com que seja um palco muito especial para qualquer músico de jazz.
Filipe Melo e Bruno Santos
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Domingo, 10 de Abril - 16.30 Entrada Livre
Combo da Academia Municipal das Artes da Nazaré
Rita Viola - Sax Alto e Voz
Paulo Santos - Trompete
Gil Silva - Trombone
Jorge Mota - Piano
Tiago Silva - Baixo
David Estrelinha - Bateria
Combo da Escola de Jazz do Porto
Tânia Castro – voz
Luis Castro - voz, bombardino
João Caseiro – guitarra
Ricardo Moreira – piano
Daniel Gomes – contrabaixo
Daniel Tércio – bateria
Mais uma vez se realizará um concerto com combos de escolas. Este tem sido um dos importantes momentos do Festival, uma vez que se realiza durante a tarde e com entrada livre. A sua promoção é feita com insistência nas escolas básicas do concelho onde são motivadas as crianças a pedir aos seus pais que os acompanhem ao concerto.
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Quinta, 14 de Abril
Miguel Amado Group - "This is Home"
Miguel Amado - baixo / contrabaixo
João Moreira - trompete
André Fernandes - guitarra
Ruben Alves - piano / fender rhodes
Vicky - bateria
"This is Home" é o nome do novo trabalho discográfico de Miguel Amado. Trata-se de uma gravação composta por temas originais da autoria do próprio, numa estética de jazz contemporâneo, onde conta com o contributo de vários músicos de primeiro plano do jazz português.
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Sexta, 15 de Abril
Susana Santos Silva Quinteto
Susana Santos Silva – trompete e flugel
Zé Pedro Coelho – saxofone tenor
André Fernandes – guitarra
Demian Cabaud – contrabaixo
Marcos Cavaleiro - Bateria
Susana Santos Silva Quinteto
Lançado este ano pela TOAP, Devil´s Dress é o primeiro disco do quinteto liderado pela trompetista Susana Santos Silva. Este projecto, que dá forma às suas composições originais, reúne músicos que a inspiram na busca de novos desafios e novas concepções artísticas. Fruto de um percurso musical diverso que deambula entre o erudito, o jazz, a música improvisada e experimental, as suas composições reclamam uma partilha incondicional e uma interacção vibrante e enriquecedora entre os músicos em palco. A viagem é de descoberta e entrega ao desconhecido enquanto experimentação.
Numa constante evolução sonora e emocional, a música acontece sem preconceitos e brilhantemente re-composta por Zé Pedro Coelho no saxofone tenor, André Fernandes na guitarra, Demian Cabaud no contrabaixo e Marcos Cavaleiro na bateria.
//////////////////////////////
Sábado, 16 de Abril
Maria João & As Aventuras das Abelhas
Maria João – Voz
João Farinha – Fender Rhodes + electrónica
André Nascimento – programações
Sinto sempre muita dificuldade em explicar a música usando as palavras, alinhadas umas a seguir às outras em fila indiana, cheias de significado e coerência.
Há sempre um qualquer acontecimento que começa uma ideia, ou alguém. Neste caso tudo começou com este músico, o João Farinha, que eu encontrei uma vez, cheio de ideias, usando outros sons de outros instrumentos musicais, outras ideias de coisas que queria fazer e que eu também queria mas não sabia bem como.
E depois a música e no meio de toda a música, compositores como o Mingus o Mário e o Tom, e também todos os outros, todas as aventuras que eles despertam e ainda as minhas aventuras em colmeias alheias e as minhas letras para as canções e as canções do João.
Mas explicar tudo isto... usando as tais palavras alinhadinhas e bem comportadas... explicar as emoções, os ritmos , o bater do coração, a aventura desta música ... isso eu não sei definitivamente como fazer!
Maria João
4.348.(18Março8h8') Festejar a árvore e a floresta
***
20 e 21mar2018
https://www.facebook.com/municipioalcobaca/photos/gm.173681686760884/1661055617310326/?type=3&theater
***
20mar2018...em LEIria...PCP...floresta...mundo rural...+1x PCP na linha certa...a defender os pequenos agricultores, os tais, que na sua maioria...""os pequenos e médios agricultores e proprietários florestais são as principais vítimas e não os responsáveis das tragédias que atingiram o País em 2017!"
"Comecemos pela importante questão da prevenção. Ninguém como o PCP chamou tanto a atenção para a necessidade da prevenção, de que a limpeza das florestas é elemento essencial.
Mas não aceitamos que se tape o sol com a peneira. O que hoje está no terreno é uma gigantesca operação de desresponsabilização e propaganda que o PCP não pode deixar de denunciar. Sublinhamos, operação de desresponsabilização e propaganda."
"Há que falar verdade. Não há resposta para a floresta, sem recursos humanos, sem meios financeiros e sem tempo. Não há milagres! Continuamos a desafiar o Governo PS: invista na Floresta o que gastou a salvar um só dos bancos privados. E nem precisamos de recorrer ao que se vai gastar no BES!"
Intervenção de Jerónimo de Sousa http://www.pcp.pt/node/299307
Dossier: O PCP e a Floresta http://www.pcp.pt/pcp-floresta
https://www.facebook.com/pcp.pt/photos/a.1933687580283897.1073741828.1548718718780787/2010676779251643/?type=3&theater
***
https://www.facebook.com/arteide.org/photos/a.127030467318454.16132.126207740734060/722040741150754/?type=3&theater
***
2017
Entre hoje e amanhã, na Praça João de Deus Ramos, a Câmara Municipal está realizar a campanha “Qual é o seu Papel?”, que promove a troca de papel velho por plantas.
Amanhã, 21 de março, Dia da Árvore, da Floresta e da Agricultura, a campanha será alargada a todas as Juntas de Freguesia do concelho de Alcobaça.
Confira a correspondência entre o peso do papel entregue e número de plantas a receber:
+2kg = 2 plantas
+5kg = 4 plantas*
+10kg = 8 plantas*
*no máximo 2 plantas ornamentais
“Qual é o seu Papel?” é uma organização da Câmara Municipal de Alcobaça com a colaboração das Juntas de Freguesia do Concelho e o apoio da Valorsul.
Para mais informações sobre as comemorações do Dia da Árvore, da Floresta e da Agricultura clique aqui -
https://www.facebook.com/municipioalcobaca/posts/1303281363087755
***
19, 20 e 21mar2015.Alcobaça.
Dias Mundiais da ÁRVORE.FLORESTA.AGRICULTURA
https://www.facebook.com/municipioalcobaca/photos/a.180120852070484.45234.136327826449787/799344583481438/?type=1&theater
Via
https://www.facebook.com/municipioalcobaca?fref=photo
NOVO LOCAL: PRAÇA JOÃO DE DEUS RAMOS
HORÁRIO:10H - 16:30H
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20 e 21mar2018

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20mar2018...em LEIria...PCP...floresta...mundo rural...+1x PCP na linha certa...a defender os pequenos agricultores, os tais, que na sua maioria...""os pequenos e médios agricultores e proprietários florestais são as principais vítimas e não os responsáveis das tragédias que atingiram o País em 2017!"
"Comecemos pela importante questão da prevenção. Ninguém como o PCP chamou tanto a atenção para a necessidade da prevenção, de que a limpeza das florestas é elemento essencial.
Mas não aceitamos que se tape o sol com a peneira. O que hoje está no terreno é uma gigantesca operação de desresponsabilização e propaganda que o PCP não pode deixar de denunciar. Sublinhamos, operação de desresponsabilização e propaganda."
"Há que falar verdade. Não há resposta para a floresta, sem recursos humanos, sem meios financeiros e sem tempo. Não há milagres! Continuamos a desafiar o Governo PS: invista na Floresta o que gastou a salvar um só dos bancos privados. E nem precisamos de recorrer ao que se vai gastar no BES!"
Intervenção de Jerónimo de Sousa http://www.pcp.pt/node/299307
Dossier: O PCP e a Floresta http://www.pcp.pt/pcp-floresta
Dossier: O PCP e a Floresta http://www.pcp.pt/pcp-floresta

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Amanhã, 21 de março, Dia da Árvore, da Floresta e da Agricultura, a campanha será alargada a todas as Juntas de Freguesia do concelho de Alcobaça.
Confira a correspondência entre o peso do papel entregue e número de plantas a receber:
+2kg = 2 plantas
+5kg = 4 plantas*
+10kg = 8 plantas*
*no máximo 2 plantas ornamentais
+2kg = 2 plantas
+5kg = 4 plantas*
+10kg = 8 plantas*
*no máximo 2 plantas ornamentais
“Qual é o seu Papel?” é uma organização da Câmara Municipal de Alcobaça com a colaboração das Juntas de Freguesia do Concelho e o apoio da Valorsul.
Para mais informações sobre as comemorações do Dia da Árvore, da Floresta e da Agricultura clique aqui -
***
2011
7Fev.
A reunião ext. câmara d' hoje aprovou 845€ para compra de vasos de plantas para a jornada de reciclagem de papel
***
via site do município
O Município de Alcobaça comemora, nos próximos dias 21 e 22 de Março, o Dia Mundial da Árvore e da Floresta, dinamizando diversas actividades no Concelho. O projecto, iniciado em 2005, tem como objectivo a sensibilização dos munícipes para as vantagens da reciclagem de papel, alertando para a redução do abate de árvores através da campanha “cada tonelada de papel reciclado evita o abate de 15 árvores”.
A iniciativa é da responsabilidade da Unidade de Ambiente e Espaços Verdes da Câmara Municipal de Alcobaça, e conta com o apoio das Juntas de Freguesia. Pretende-se assim lançar o convite à comunidade local para entregar papel para reciclagem em troca de vasos com plantas . A troca será feita na proporção expressa na tabela apresentada abaixo.
Por 2Kg de papel entregue recebe 1 vaso com planta
Por 5Kg de papel entregue recebe 3 vasos com planta
Por mais de 10Kg entregue recebe 5 vasos com planta
A troca decorrerá nas Juntas de Freguesia do Concelho ao longo do dia 21 de Março, com excepção da Junta de Freguesia de São Martinho do Porto que fará a entrega a 18 de Março. Em Alcobaça, a troca acontece junto à Biblioteca Municipal (no passeio pedonal) apresentando um conjunto de actividades, com destaque para:
* Ponto de informação sobre recolha de monos;
* Ponto de troca de papel por plantas (mínimo 2kg de papel);
* Projecto casas-ninho: construção e venda de ninhos que reverte para o projecto escolar rede turma e sensibilização.
A iniciativa é da responsabilidade da Unidade de Ambiente e Espaços Verdes da Câmara Municipal de Alcobaça, e conta com o apoio das Juntas de Freguesia. Pretende-se assim lançar o convite à comunidade local para entregar papel para reciclagem em troca de vasos com plantas . A troca será feita na proporção expressa na tabela apresentada abaixo.
Por 2Kg de papel entregue recebe 1 vaso com planta
Por 5Kg de papel entregue recebe 3 vasos com planta
Por mais de 10Kg entregue recebe 5 vasos com planta
A troca decorrerá nas Juntas de Freguesia do Concelho ao longo do dia 21 de Março, com excepção da Junta de Freguesia de São Martinho do Porto que fará a entrega a 18 de Março. Em Alcobaça, a troca acontece junto à Biblioteca Municipal (no passeio pedonal) apresentando um conjunto de actividades, com destaque para:
* Ponto de informação sobre recolha de monos;
* Ponto de troca de papel por plantas (mínimo 2kg de papel);
* Projecto casas-ninho: construção e venda de ninhos que reverte para o projecto escolar rede turma e sensibilização.
***
2010

http://www.cm-alcobaca.pt/page.php?ID=11178
17/03/2011
4.345.(17Março.9h9') Tarcísio Trindade Ex-Presidente de Câmara e Ex-Presidente da Assembleia Municipal faleceu no dia 15.3.2011
subscrevi o voto de pesar da Câmara Municipal...
Factos que recordo do falecido:
1. Quando iniciámos o movimento de jovens do CCCela, eu e o José Cândido Isabel da Silva, reunimos com o Presidente da Câmara Tarcísio Trindade. O gabinete dele era o espaço que agora é do Secretariado do actual Presidente
Apoiou-nos logística e financeiramente. Saudou a nossa escolha da peça do "Médico à força" de Molière e incentivou-nos a continuar.
Nesse dia, enquanto esperávamos, no espaço agora salão nobre, preparavam-se panos de apoio a Marcelo Caetano, que regressava no dia seguinte a Portugal. Em Londres tinha havido manif de apoio aos movimentos para a libertação das colónias.
2. Quando fui eleito pela 1ª vez autarca, membro da Assembleia Municipal em 1980.
O presidente da Assembleia Municipal eleito foi Tarcísio Trindade, eleito pela Aliança Democrática (PSD+CDS+PPM).
Nós, na APU, numa das primeiras sessões apresentámos uma moção para tornar o nosso concelho zona isenta de transportes e equipamentos com energia nuclear. O debate foi quente.
Um dos membros da AM, pela AD, até chegou a questionar: "Bomba Nuclear? Porque estão com medo? Não é a bomba que escolhe quem mata?"
Tarcísio enerva-se e demite-se de Presidente e da Assembleia.
3. No velório dele tivemos direito a oferta do seu livro de poesia. Desconhecia essa vertente. Ler poemas e factos da juventude dele foi a forma que encontrei para respeitar a morte do ex-autarca, independentemente do adversário político.
Neste pequeno livro saliento:
Ele previa 10 mil habitantes para a vila de Alcobaça em 1960.
1 poesia:
......................
(17.312h12')via região de cister
...................
cister.fm postou assim no dia
e no dia 15.3.2011:
Factos que recordo do falecido:
1. Quando iniciámos o movimento de jovens do CCCela, eu e o José Cândido Isabel da Silva, reunimos com o Presidente da Câmara Tarcísio Trindade. O gabinete dele era o espaço que agora é do Secretariado do actual Presidente
Apoiou-nos logística e financeiramente. Saudou a nossa escolha da peça do "Médico à força" de Molière e incentivou-nos a continuar.
Nesse dia, enquanto esperávamos, no espaço agora salão nobre, preparavam-se panos de apoio a Marcelo Caetano, que regressava no dia seguinte a Portugal. Em Londres tinha havido manif de apoio aos movimentos para a libertação das colónias.
2. Quando fui eleito pela 1ª vez autarca, membro da Assembleia Municipal em 1980.
O presidente da Assembleia Municipal eleito foi Tarcísio Trindade, eleito pela Aliança Democrática (PSD+CDS+PPM).
Nós, na APU, numa das primeiras sessões apresentámos uma moção para tornar o nosso concelho zona isenta de transportes e equipamentos com energia nuclear. O debate foi quente.
Um dos membros da AM, pela AD, até chegou a questionar: "Bomba Nuclear? Porque estão com medo? Não é a bomba que escolhe quem mata?"
Tarcísio enerva-se e demite-se de Presidente e da Assembleia.
3. No velório dele tivemos direito a oferta do seu livro de poesia. Desconhecia essa vertente. Ler poemas e factos da juventude dele foi a forma que encontrei para respeitar a morte do ex-autarca, independentemente do adversário político.
Neste pequeno livro saliento:
Ele previa 10 mil habitantes para a vila de Alcobaça em 1960.
1 poesia:
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(17.312h12')via região de cister
| Faleceu o último presidente da Câmara de Alcobaça antes do 25 de Abril | |
Tarcísio Vazão de Campos e Trindade não era um homem de sorriso fácil, mas era, sem dúvida, um homem de causas e de coração humilde. O último presidente da Câmara de Alcobaça antes do 25 de Abril (1969-1974) faleceu na passada terça-feira, com 80 anos. | |
O período enquanto presidente da Câmara definiu-o em entrevista ao REGIÃO DE CISTER, em Julho de 2004, como: "muito difícil. Pedi a demissão do cargo imediatamente após a revolução, mas foi uma pena ter saído, porque foram cinco anos de actividade profícua para o concelho". Disse ainda que a equipa que geria a Câmara fez "um trabalho notável, sobretudo nos sectores da educação, nas estradas e na electricidade". Enquanto autarca, e logo no início do seu mandato, decidiu começar o seu trabalho pela educação, até porque, como admitiu, "sem educação não era possível fazer nada. Era necessário fazer algo pela juventude do concelho". Tarcísio Trindade foi também responsável pela construção do pavilhão gimnodesportivo da cidade, sendo o segundo ou terceiro do País a ser concretizado. É pelas suas mãos que é renovada a Feira de São Bernardo, projectando-a como uma das melhores do distrito de Leiria. Além disso, reabre a Biblioteca Municipal e introduz, na agenda cultural da Câmara de Alcobaça, Feiras do livro. O sentido social, educacional e cultural manteve-o ao longo da sua vida. Abraçou, mais tarde (em 1996), a provedoria da Santa Casa da Misericórdia de Alcobaça e não descansou enquanto não a viu construída. Nela sonhou - ambição que ainda hoje é prioritária nos corpos directivos - acrescentar moradias geminadas, em regime de usufruto dos titulares. Depois do 25 de Abril de 1974, Tarcísio Trindade parte para Lisboa e leva consigo a actividade de livreiro e antiquário que desenvolvia em Alcobaça. Em terras de Cister, mantém-se ligado à política, sendo eleito como presidente da Assembleia Municipal, pelo PSD, nas primeiras eleições autárquicas livres. Tarcísio Trindade dizia com frequência aos "colegas" da Misericórdia que a "providência" ponha "a mão por debaixo das instituições [misericórdias]". "É preciso ter fé..." |
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cister.fm postou assim no dia
Centenas de pessoas disseram o último “adeus” a Tarcísio Trindade
Centenas de pessoas estiveram presentes no funeral de Tarcísio Trindade, que foi esta quarta-feira a enterrar no cemitério de Alcobaça.
O último presidente da Câmara no regime de Salazar, que se encontrava em funções quando se deu a transição para a democracia no país, com o 25 de Abril, faleceu na segunda-feira aos 80 anos.
Rui Coelho, também ex-presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, uma das muitas figuras presentes na despedida, recordou Tarcísio Trindade como um “presidente que se preocupou em trazer o ensino secundário e a feira do livro” para o concelho, além disso, reabre a Biblioteca Municipal.
Obras como o Pavilhão Gimnodesportivo, o alcatroamento das estradas e a electrificação dos principais núcleos residenciais, foram obras também da sua responsabilidade.
Rui Coelho referiu, ainda, que “Tarcísio Trindade, mesmo tendo governando durante o regime ditatorial, mostrava já uma grande abertura na forma como conduzia os negócios da Câmara” Municipal de Alcobaça.
“ Uma atitude que lhe mereceu um grande respeito, que durou até aos dias de hoje”, frisou.
Por seu lado, Joaquim Matias, antigo presidente da Junta de Freguesia de Alcobaça e adversário político, recordou Tarcísio Trindade como um presidente que muito contribuiu para o desenvolvimento global do concelho, garantindo que entre os dois "houve sempre um respeito mútuo".
Para além da política e dos livros, Tarcísio Trindade foi um cidadão interventivo na vida social e associativa do concelho, marcando com a sua presença as direcções da Santa Casa da Misericórdia de Alcobaça, Ginásio Clube de Alcobaça e Bombeiros Voluntários de Alcobaça.
e no dia 15.3.2011:
Faleceu Tarcisio Trindade ex-Presidente de Câmara de AlcobaçaFaleceu Tarcisio Vazão de Campos e Trindade, ex-Presidente de Câmara, que desempenhou funções de 07/02/1969 a 18/07/1974. O corpo estará em Câmara Ardente a partir das 16h00 horas do dia de hoje, na Igreja da Misericórdia em Alcobaça. O Funeral realiza-se amanhã pelas 16.30 horas Nota de Pesar da CMA A Câmara Municipal de Alcobaça expressa o seu profundo pesar pelo falecimento de Tarcisio Vazão de Campos e Trindade. A Autarquia quer ainda salientar toda a dedicação que colocou ao serviço da causa pública e do desenvolvimento do Concelho. Manifestamos toda a solidariedade para com a família, neste momento de grande tristeza. |
16/03/2011
4.343.(16 Março7h17') Na reunião de câmara pública de 14.3.2011Presidente da Câmara informou
Presidente da Câmara, Dr. Paulo Inácio, abriu os trabalhos saudando os presentes informando que a Vereadora Mónica Baptista estava em Lisboa na Assembleia da República e que o Vereador Hermínio Rodrigues estaria só para tratar dos pontos dos pelouros dele e dos do Centro Cènico da Cela (para haver quorum, visto que o Vereador Rogério Raimundo está impedido).
Informou o seguinte:
1. Carnaval de alcobaça foi um sucesso.
2. No dia 21.3.haverá no Cine-teatro uma reunião nacional dos autarcas sociais democratas com a presença do Dr. Passos Coelho.
(Só estas informações???)
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18Março.12h55') tinta fresca informou assim:
Informou o seguinte:
1. Carnaval de alcobaça foi um sucesso.
2. No dia 21.3.haverá no Cine-teatro uma reunião nacional dos autarcas sociais democratas com a presença do Dr. Passos Coelho.
(Só estas informações???)
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18Março.12h55') tinta fresca informou assim:
| Devido à elevada procura de terrenos |
| Zona Industrial do Casal da Areia próxima do esgotamento |
![]() Paulo Inácio e Hermínio Rodrigues Call Center em Alcobaça O socialista José Acácio Barbosa questionou Paulo Inácio sobre rumores que a empresa que estaria interessada em instalar um Call Center em Alcobaça, deixou de estar interessada devido à morosidade do processo. Paulo Inácio esclareceu que apesar dos sinais das dificuldades financeiras que o País atravessa “não há nenhuma informação nesse sentido, bem pelo contrário, a informação que tenho é a manutenção desse interesse”. Paulo Inácio referiu ainda que em relação ao Call Center e ao Parque de Negócios de Alcobaça, existe apenas um pequeno impasse relativo a um pormenor processual, pelo que se continua a aguardar o visto do Tribunal de Contas. O autarca de Alcobaça adiantou ainda que em breve a autarquia vai anunciar um protocolo com a Segurança Social para que esta possa vir a integrar o Parque de Negócios. Aposta cultural do município O vereador Rogério Raimundo questionou Paulo Inácio sobre a política cultural do município e o programa das Comemorações dos 650 anos da Transladação de D. Inês de Castro, que decorrerão de Abril de 2011 a Abril de 2012 e ainda sobre o facto de a peça de teatro “Pedro e Inês”, do Teatro O Bando, não integrar essa programação. Paulo Inácio referiu que a autarquia optou por “uma política cultural de nós para nós, para que os agentes culturais do concelho se pudessem mostrar”, sendo que “procuramos fazer uma política cultural de interacção geracional” para que “todos possam conviver dentro do concelho mas sempre com grande qualidade”, pelo que o objectivo desta política é que “o concelho circule com naturalidade e que conviva com naturalidade” e que “Alcobaça tenha orgulho das freguesias e as freguesias tenham orgulho da cidade” No que se refere ao programa das Comemorações dos 650 anos da Transladação de D. Inês de Castro, Paulo Inácio reconheceu que a autarquia optou por não adquirir a peça de teatro “Pedro e Inês”, mas que a cidade irá “acolher uma iniciativa que nos vai engrandecer”, ou seja um desfile de moda nas escadarias do Mosteiro pelos Story Taillers, no mês de Junho em data a anunciar. Venda de Lotes de terreno na Zona Industrial de Casal da Areia O Executivo camarário aprovou, por unanimidade, a venda de um lote de terreno à empresa Faianças J. Barreiro, LDA, na zona industrial do casal da Areia, pelo valor de 110 mil euros, sendo o pagamento efectuado em 40% da sua totalidade no acto de celebração da escritura e o restante em 36 meses sem juros. O Executivo aprovou também, por unanimidade, a venda de vários lotes de terreno, num total de 24 mil metros quadrados à empresa Pelletsland, Unipessoal, LDA, pelo valor de mais de 528 mil euros. Esta empresa, dedicada à produção e comercialização de Pellets de Madeira e Resíduos Diversos, bem como a comercialização de Biomassa, irá instalar-se no concelho de Alcobaça, sendo toda a sua produção destinada exclusivamente à exportação. Segundo Paulo Inácio, esta empresa irá criar cerca de 40 a 50 postos directos de trabalho e cerca do triplo de indirectos e “se formos rápidos em termos processuais é intenção da empresa começar a obra este ano e iniciar imediatamente a sua produção”, pelo que será possível que em Dezembro de 2011 a empresa se encontre em funcionamento. Paulo Inácio afirmou que esta é “uma grande aposta de criação de empregos”. O autarca lembrou que esta foi a maior venda de lotes de terreno na Zona Industrial do Casal da Areia, e que a este ritmo, “entretanto, o Casal da Areia está esgotado e depois teremos outro problema”, no que se refere a espaço para instalação de empresas no concelho. Autarquia atribui subsídios a clubes desportivos e juntas de freguesia A Câmara Municipal aprovou, por unanimidade, a atribuição de um subsídio no valor de 15 mil euros ao Hóquei Clube de Turquel, para a instalação de uma nova iluminação no pavilhão do clube, bem como 5 mil euros à União Desportiva de Turquel para melhoramentos nas suas instalações e arranjo ao nível de iluminação. O Executivo atribuiu ainda um subsídio no valor de 5 mil euros ao Ginásio Clube de Alcobaça, para arranjo de várias viaturas do clube, bem como 5 mil euros ao Grupo Desportivo Pataiense para manutenção do relvado. Também as actividades de Desporto Sénior foram aprovadas pelo município, num valor de mais de 9 mil euros, que o Executivo justifica com a importância da actividade física nos idosos e a elevada adesão que esta iniciativa tem tido nos últimos anos. Relativamente a apoios atribuídos a Juntas de Freguesia, o Executivo aprovou um subsídio de 25 mil euros para a Junta de Freguesia de Alpedriz, que entre outros arranjos, se encontra a consolidar as margens do rio e a construir um espaço de lazer, na localidade da Ribeira do Pereiro. Também Prazeres de Aljubarrota irá receber um subsídio de 36 mil euros para alcatroamento de vários arruamentos, e a Martingança receberá 25 mil euros para obras de alargamento do cemitério. Governador do Distrito 1960 dos Rotários visita o Executivo ![]() Visita dos rotários à Câmara Municipal de Alcobaça Joaquim Esperança, que foi acompanhado pelo presidente do Rotary Clube de Alcobaça, Vítor Sousa, mostrou-se muito satisfeito com esta informação e enalteceu o bom relacionamento do clube com a autarquia, o que levou a que o Distrito Rotário 1960, do qual Alcobaça faz parte, escolhesse a cidade para a realização de uma conferência distrital, a realizar nos dias 6, 7 e 8 de Maio. |
| 17-03-201 |
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