03/07/2011

4.709.(3Jul14h2') Há 1 ano Museu do Vinho, campo relvado sintético...Agora com a nova Ministra da Agricultura, do novo governo PSD.CDS, vai ser em breve e Alcobaça volta a ter Museu do Vinho!!!

Há 1 ano tivemos a visita do Ministro da Agricultura do PSócrates...Nada de nada...
Agora não há desculpas...PSD na câmara e no governo...
RECORDAR É VIVER...via tintafresca.net:
António Serrano visitou Alcobaça
Ministro pede simplex para resolver impasse do Museu Nacional do Vinho
Mais de três anos depois do anterior ministro da Agricultura ter visitado o Museu Nacional do Vinho, o novo titular da pasta deslocou-se a estas instalações do Instituto da Vinha e do Vinho, em Alcobaça, no dia 20 de Julho, sem deixar uma solução concreta para o imbróglio político e jurídico que se arrasta há mais de 4 anos. António Serrano concorda que o museu, fechado há três anos, deve ser revitalizado e colocado ao serviço da população e dos turistas, mas a sua boa vontade esbarra com a lei que impede a cedência gratuita de Património do Estado a outras entidades, apesar da cedência estar contemplada no Plano de Acção para o Oeste, resultantes das compensações pela deslocalização do Aeroporto da Ota.
O presidente da Câmara de Alcobaça foi o primeiro orador na sessão que decorreu no Museu Nacional do Vinho, começando por recordar que a entrega do Museu à Câmara Municipal de Alcobaça foi um dos pontos do Plano de Acção para o Oeste e que “os interesses do Estado são os interesses da população.” Paulo Inácio pediu ajuda ao ministro da Agricultura para ultrapassar as questões legais e revelou que, logo no dia seguinte, teria uma reunião com o ministro das Obras Públicas, que detém a pasta do dossiê compensações da Ota.
O autarca adiantou ainda que a Câmara de Alcobaça está apostada numa requalificação singular das margens do rio Alcoa, da nascente até à foz, e na criação de um parque urbano na cidade, no qual ficarão integrados o Museus do Vinho e a Estação Nacional de Fruticultura Vieira Natividade. Paulo Inácio defendeu que a Estação precisa de novos rumos, esperando que possa ter funções didácticas no âmbito das Ciências da Natureza, área intensamente estudada pelo seu patrono, o Prof. Joaquim Vieira Natividade.
Outro dos assuntos abordados foi o estado de abandono a que se encontra votada a Mata do Vimeiro, apesar do seu bom estado de conservação, defendendo que este “espaço mágico” deve ser também pioneiro nas áreas do lazer e do turismo.

O último tema abordado foi o sistema de regadio da Cela, criado há 70 anos e abrangendo 954 hectares, mas actualmente a necessitar de obras de requalificação e modernização. Paulo Inácio recordou que o regadio serve actualmente 453 cooperantes das freguesias da Cela, Bárrio e Famalicão, os quais pedem a substituição do actual sistema de rega por gravidade por um sistema de pressão que possa levar mais facilmente a água onde é necessária. Além disso, o sistema, já septuagenário, origina perdas de eficiência da ordem dos 70%, situação que é necessário inverter.
O edil recordou ainda que a Fundação Humberto Delgado está instalada nesta freguesia e que é intenção da autarquia juntar a actividade agrícola e as suas tradições com o lazer e o turismo. O autarca espera poder candidatar o projecto ao PRODER, necessitando também do apoio do Ministério da Agricultura para este fim, razão pela qual convidou o ministro a deslocar-se a Alcobaça.

De seguida, o arquitecto Fernando Matias fez uma breve alocução com uma perspectiva técnica sobre os projectos que em causa. A finalizar, o ministro começou por desfazer quaisquer expectativas que pudessem existir nas cerca de três dezenas de pessoas presentes, adiantando que não veio prometer nada, mas apenas conhecer in loco o Museu e os projectos para o concelho que estão dentro do âmbito do Ministério da Agricultura.
António Serrano começou por reconhecer que, tanto no caso do Museu Nacional do Vinho como da Estação Nacional de Fruticultura Vieira Natividade, o problema reside na transferência gratuita da propriedade, proibida por uma lei criada no anterior governo, dirigido por José Sócrates. O ministro da Agricultura admitiu que a Lei do Património do Estado é um obstáculo à resolução de vários dossiês que tem pendentes no seu Ministério e que “é preciso um simplex para resolver este problema.”

De qualquer modo, António Serrano convidou os autarcas de Alcobaça a sentar-se à mesa com o secretário de Estado do Tesouro e Finanças, uma vez que é ele que detém a chave do problema, que poderá passar por uma alteração à lei. O ministro reconheceu que o impasse não serve a ninguém e que o próprio Património do Estado se tem vindo a degradar com o passar dos anos e que Alcobaça tem o direito à transferência do Museu para a sua posse, reconhecido no Plano de Acção para o Oeste.

Relativamente à Estação Nacional de Fruticultura Vieira Natividade, o ministro reconheceu que o seu quadro de pessoal é manifestamente insuficiente para as tarefas que a instituição pode desempenhar, mas também não se comprometeu com qualquer medida da parte do Ministério da Agricultura. A única nota de colaboração assumida por António Serrano prende-se com a Mata do Vimeiro, que o ministro prometeu analisar com a autarquia.

A finalizar, o ministro da Agricultura reconheceu a importância do regadio na agricultura moderna, mas alertou que o regadio é caro (2500 euros por hectare) e que não existem verbas para todos os projectos. Assim, sugeriu à Câmara de Alcobaça que apresente um bom projecto, já que cada um deles será avaliado pela qualidade e mérito próprios e só os melhores poderão ser subsidiados.
Além do ministro e do Presidente da Câmara, estiveram presentes Paulo Batista, deputado do PSD, os vereadores Mónica Baptista, José Vinagre e José Acácio Barbosa, Maria Rosa Tobias, presidente do Instituto Nacional dos Recursos Biológicos, Rui Pombo, director regional das Florestas, Luís Castelhano, presidente da Assembleia Municipal, José António Canha, director regional de Agricultura de LIsboa e Vale do Tejo e deputadomunicipal, presidentes de Junta: Freguesia da Maiorga, Vimeiro, Bárrio, S. Vicente de Aljubarrota, Prazeres de Aljubarrota, membros da Assembleia Municipal de Alcobaça, presidente e vice-presidente da Associação de Beneficiários da Cela, Rui Maia de Sousa, coordenador do CAF, João Raposeira, presidente EPADRC, Jorge Soares, presidente da Associação de Produtores da Maçã de Alcobaça, Manuel Castelhano, presidente da Cooperativa Agrícola de Alcobaça, Pedro Calado, presidente da Associação de Produtores Florestais, Sérgio Pereira, da Cooperfrutas e Sérgio Oliveira e Bruno Gomes, Associação Nacional dos Municípios do Vinho
Mário Lopes
22-07-2010

4.707.(3Jul11h42') Voluntariado. Juventude. Circuito de Manutenção

Via Suzana Marques:
Um Grupo de Alunos do 12º ano, da EB 2,3/S S. Martinho do Porto, na disciplina de Área de Projecto, criou e montou um pequeno circuito de manutenção na área do Parque de Merendas de S. Martinho do Porto.


Em breve será possível todos nós utilizarmos os equipamentos criados.

Muitos Parabéns ao Grupo que teve a iniciativa de oferecer o seu trabalho e projecto à Comunidade onde estão inseridos.

4.705.(3Jul11h17') na volta ao concelho de 20.8.2010 as rotundas da Fervença e de Alfeizerão estariam prontas daqui a dias...

será que essas 2 obrazinhas, pequenininhas, vão demorar apenas 365 dias???

4.704.(3Jul11h11') Confluência...Newsletter...Informação Municipal...

***
5fev2016
Boletim Municipal d' ALCOBAÇA que vos abRRaça...CONFLUÊNCIA...está disponível VIA NET...é dee saudar a possibilidade, como vereador da oposição, poder escrever lá: "Dia Municipal da Educação deve ser bem comemorado
(1.ªaula…11jan1269)
“Alcobaça abraça a Educação”
A CDU propõe comemorar este dia, de novo, envolvendo toda a comunidade educativa, sobre este importante vector estratégico para o concelho, nomeadamente:
- Ligar 6 (dia dos reis), 7 (rainha morta),11 (d.m.educação) e 18 (morte D. Pedro I) de janeiro de cada ano. Reis. Pedro e Inês. Grupos de teatro e escolas de música. Lúdico. Conferências. Investigação histórica;
- Revisão da Carta Educativa (promessa de rever no ano lectivo passado não foi cumprida); Planear com todos os Centros Escolares de Alfeizerão, Cela, Pataias e Turquel;
- Acções concretas que combatam a perda de alunos, para os concelhos vizinhos;
- Concretização das promessas PSD de ensino superior;
- Activação das Alcobacíadas no desporto escolar;
- Tratamento igual de todos os alunos do 1º ciclo; Todos têm de ter boas bibliotecas, computadores, salas de expressão; Criar uma (bibli+ludo)teca itinerante que abasteça todas as freguesias de livros e jogos;
- Natureza, História (não esquecer a fundação de Portugal) e Património local no currículo dos diferentes níveis de ensino;
- Apoio a projectos inovadores com belos prémios, também, aos melhores alunos;
- Apoios a quem mais precisa (alunos e famílias);
- Fixação dos jovens através de cursos profissionais que respondam às necessidades das nossas empresas e instituições…
Queremos acções concretas inseridas neste lema: “Alcobaça abraça a Educação!”
Rogério Raimundo
Vereador da CDU"
*
Via site do município
Confluência nº9 fevereiro 2016
Leia a última edição do "Confluência" na página de internet do município (clique aqui). Recorde o melhor de 2015 e informe-se das últimas novidades.  A edição em papel estará brevemente na caixa de correio dos municipes.
http://issuu.com/alcobaca_publicacoes/docs/conflu__ncia_9_fevereiro_2016/1
***
2015
14maio2015...10h31'
recebi a Newsletter DO MUNICÍPIO

de 13 a 17 maio 2015
é de saudar esta forma básica da comunicação com os cidadãos que se inscrevem interessados...
depois de tantos anos 
ACHO QUE QUEM QUER RECEBER 
POR MAIL 
INFORMAÇÕES DEVE INSCREVER-SE 
NO SITE DO MUNICÍPIO 

OU JUNTO DO
"Gabinete de Comunicação e Relações Publicas [Alcobaça]"

*
logo_B&M.jpg
Books & Movies 2015
O Município de Alcobaça vai, pelo segundo ano consecutivo,  promover, divulgar e premiar a arte literária e a arte-vídeo. De 1 a 10 de junho, traz aos cafés e espaços da cidade dezenas de escritores, ilustradores, cineastas e artistas profissionais, que, num clima de diálogo, de tolerância e de abertura, vão partilhar as suas experiências com os leitores e amantes do cinema. Isabel Stilwell, Mário Cláudio, João Tordo, Milene Matos, David Machado, Marc Parchow são alguns dos nomes fortes do festival, que, para além das conversas literárias e projeção cinematográfica, incluiu  exposições, teatro, música, Rock Fest do Museu do Vinho, Mercado do Livro, workshops de produção de livros e de ilustração, atividades lúdicas e uma grandiosa produção de teatro de rua - A Viagem do Elefante, baseada na bra de José Saramago.
Durante o dia, as atividades são destinadas essencialmente às escolas, dada a presença de autores de literatura infanto-juvenil, teatro baseado em obras dos programas escolares e visitas guiadas às exposições de BD e POP ART, Mário Viegas e Lixo Marinho.
O festival inclui também a  Gala Books and Movies 2015 (cuja apresentação vai estar a cargo da atriz Diana Marquês Guerra, que representa o papel de Mariana na novela televisiva Jardins Proibidos) na qual será prestada homenagem a Mário Zambujal e entregue o Prémio Internacional Books & Movies.

Inês Silva
Vereadora da Câmara Municipal de Alcobaça
 ***
nove mil e seiscentos
(16fev2015.8.8') 
INFORMAÇÃO MUNICIPAL
***
 6jan2015
Recebi uma surpresa em casa: o "Confluência"...
*
A Vereadora Vanda Furtado Marques disse-me que nunca tinha sido falado em reunião de câmara que iria sair...
*
Deixou de ser revista e passou a Boletim Municipal...

*
Em formato jornal, com muita informação, com qualidade gráfica...
*
Sem espaço para os vereadores da oposição.
*
Tendo em conta a experiência que a CDU tem nas campanhas
seria esta a solução d' informação mais barata, quer na impressão quer no infomail dos CTT...
*
Recordando a Revista CONFLUÊNCIA nº1
 anunciava-se a periodicidade de 4 por ano que não foi concretizado.
Passou a haver apenas uma anual, perto da Feira de São de Bernardo.
***
ex-postagem quatro mil setecentos e quarenta e sete
(12Jul2011 9h38')
Intervim na reunião de câmara de 11.7  criticando a promessa de confluir tudo no Confluências e ter uma cadência regular e há 1 ano que nada de nada de informação
Presidente respondeu que não teve trabalhadores e que vai sair agora em Agosto.
Mesmo sem pessoal, mesmo sem dinheiro em 2013 vão sair várias revistas confluência!!!
***
 Informação...Tanto tempo para mentirem no Confluências...
3jul2011
Há 1 ano saiu o 1º Confluências...
Pensaram, amadureceram, pensaram e assim se fez...Substituiam 2 edições por 1 só...
Sairia com cadência regular...englobava as actividades, os eventos e festas...Confliria lá tudo...
sol de pouca dura...nunca + saiu nenhum...
***
16ag2010
ex-postagem três mil duzentos e dezassete
confluência dos rios e o espelho de água.
O Presidente da Câmara apresentou no














"confluência" (boletim municipal) 1 mapa com intervenções no rio Alcoa.
Em reunião de câmara quando o questionei pela obra prevista para o rio projectada pelo Arq. Byrne, para a zona do mercado semanal, com espelho de água, ele deu a entender que ficará para outro mandato futuro...














E no entanto, aqui na confluência dos rios, devíamos ter 1 belo espelho de água, barcos para os turistas e para desporto...
 em vez do fiozinho sujo do Baça e, ainda em pleno Agosto, um bom caudal do Alcoa.
***
11ag2010
ex-postagem três mil cento e setenta e cinco
O Sr. Presidente da Câmara, Paulo Inácio, gosta de me fazer surpresas...
Hoje recebi em minha casa a Revista Municipal, da Câmara Municipal de Alcobaça, de que faço parte...

Vejamos a n.º1 de Paulo Inácio.
1.-Fomos eleitos no dia 9 de Outubro 2009, passaram-se exactamente 10 meses. O Sr. PC não teve 1 minuto para me informar, para informar a Câmara, do que tinha intenção nas questões tão importantes da comunicação aos munícipes.
Acabou com a revista informativa e criou a sua "confluência"... Não ouviu opinião de ninguém, portanto não quer confluência connosco... Somos nós todos que pagamos, mas só ele e com certeza os seus confluem para este projecto.


2. Graficamente e fotograficamente está bem. Bimensal Agosto e Set 2010, mas tem uns restinhos do mês de Julho. A "letrinha" das deliberações é que tem de ter caracteres que as pessoas como eu possam ler...

3. Até me faz lembrar 1 pouco o unir do meu blogue ou aquando da sede de campanha da CDU em que relevámos o concluir. unir dos 2 rios...Confluência é 1 palavra bem escolhida e que utilizo com frequência neste blogue...

4.-Mas a surpresa podia ser boa mas tem as más práticas que Sapinho já praticava. recordando as críticas que a CDU fazia:
- nos assuntos que a oposição tem discordância devia ter espaço para se poder pronunciar resumidamente;
A Constituição da República expressa os princípios do pluralismo democrático. As Revistas e os Boletins Municipais também estão abrangidos pela lei fundamental. Por outro lado já há directivas esclarecedoras, desta matéria, da Alta Autoridade para a Comunicação Social.

- Sei coisas pela Revista como qualquer cidadão. Está mal.
-Como Revista de Todo o Município continua a não incluir espaços para destacar o trabalho dos autarcas da Assembleia Municipal, das freguesias e os autarcas da Câmara que não sejam, apenas, da maioria PSD.
- É de prever espaço para as Instituições e colectividades.
- É preciso apostar, para dar bom exemplo, no papel reciclado a 100% e respectiva indicação na ficha técnica.
- Falta citar a legislação que obriga a publicitação da concessão de subsídios (artº 64º da Lei 5-A/2002).
DECLARAÇÃO n.º 145 Entregue na reunião de câmara no dia 3 de Janeiro de 2004

5. - 1 das características negativas destas revistas, na maioria dos concelhos, é promover o Presidencialismo. Uma das marcas é o nº de fotografias do presidente: nesta só 2 confluiram 14 fotos do "eu é que sou o PCâmara",  em 40 páginas.

6. - Pág. 3 retirava 1 das fotos com o PCâmara e colocava os 3 alcobacenses condecorados, "que elevaram o concelho"...

7. - Requalifiquem-me porra!!!  Há 12 anos que o PSD promete requalificar o miradouro do Cruzeiro em S.Martinho do Porto...
A frase do PCâmara, na contracapa, nem merece comentários...

8. Sugestões e alertas.
pág.4 Os vereadores da oposição têm de ter mail cm-alcobaca.pt
pág.13.metros quadrados...letra minúscula m
pág.26, esqueceram completamente os voluntários das colectividades e da NUCCA.
pág.36. esqueceram do 26º Festival de folclore do CCCela, a 7.8, que por acaso, teve muito público.
...............
na cister.fm noticiaram assim:
PS “surpreendido com o conteúdo” do novo Boletim Municipal de Alcobaça

Segundo o vereador Acácio Barbosa, a publicação, agora designada por “confluência”, apenas fala das iniciativas do presidente da Câmara, deixando quase tudo o resto de parte.
O socialista questionou, em Reunião de Câmara, quais os custos desta publicação mensal, mas não obteve resposta por parte da maioria PSD, cujo presidente, Paulo Inácio, assinou agora pela primeira vez o seu editorial.
José Acácio Barbosa mostrou também algumas reservas sobre o cumprimento ou não das regras que se aplicam às “publicações periódicas autárquicas”, tendo para o efeito lembrado algumas das directivas emanadas pelo Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social.
As dúvidas do vereador do PS prendem-se com o cumprimento da “participação pública, em particular dos munícipes”, por parte da publicação municipal, para além dos eleitos pelo concelho, instituições e associações de Alcobaça.
Posição idêntica tem o vereador da CDU. Rogério Raimundo refere que houve apenas uma melhoria e que tudo o resto está na mesma. O autarca refere-se à publicitação do “Gabinete do Empreendedorismo”, um serviço lançado pela actual maioria PSD.
Outra das criticas da oposição passam pelo facto de só terem tomado conhecimento da publicação, surgida pela primeira vez há oito anos, quando esta lhes chegou à caixa do correio e não pelas mãos do executivo que integram.

***
2010
Presidente Paulo Inácio
mudou para CONFLUÊNCIA

4.703.(3Jul2011.10h3') História de Alfeizerão

***
Via Cipriano Simão:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2597536053322&set=a.1058255092260.2009837.1102354099&type=3&theater
A história palpavel em Alfeizerão 
FRESTA MANUELINA DO RELEGO
Belíssimo exemplo do estilo manuelino numa simples fresta do celeiro na antiga granja cisterciense em Alfeizerão. Subsiste numa parede do edifício parcialmente demolido e que constituía o celeiro contíguo à habitação do frade lagareiro, responsável local pela granja do mosteiro, que incluía ainda um lagar de vinho e estábulos.
Datável do século XV ou XVI, trata-se do edifício civil mais antigo na localidade e determina a importância da terra como produtora de bens para o mosteiro.
O termo relego definia o período de proteção para a comercialização dos vinhos do mosteiro, mas acabou por definir, popularmente, o próprio local de armazenamento dos bens do mosteiro, como os celeiros.

***

respiguei do blogue:
http://independentesterraviva.blogspot.com/
*************
no gazeta das caldas...jornalista Joana Fialho publicou:
ALFEIZERÃO COMEMORA 20 ANOS DA REELEVAÇÃO A VILA

A 16 de Agosto de 1991 era publicada em Diário da República a “reelevação da povoação de Alfeizerão à categoria de vila”. Uma decisão tomada numa altura em que Mário Soares era Presidente da República e Cavaco Silva o primeiro-ministro e que vem repor um estatuto que o lugar tinha adquirido em 1514, através de foral outorgado por D. Manuel I, que além de vila o tornou sede de concelho.
O concelho foi extinto 332 anos depois e a vila integrada no concelho de S. Martinho. Contudo, também este viria a ser extinto e tanto Alfeizerão como S. Martinho, passaram para o concelho de Alcobaça. Mais tarde, a vila passou para o concelho das Caldas da Rainha, acabando por voltar a Alcobaça.
Duas décadas depois da reelevação a vila, a data vai ser assinalada com um conjunto de iniciativas que se prolongam até 16 de Agosto. Os festejos tiveram início no passado dia 20 de Junho, na Assembleia de Freguesia. Esta noite, 1 de Julho, tem início o ciclo de tertúlias “Histórias da nossa terra”, que se repete nos dias 8, 15 e 22 de Julho. O encontro está marcado para as 22h00 no Centro Cultural na Junta de Freguesia.
A 22 de Julho as comemorações prosseguem com a peça de teatro “Histórias de Encantar”, que será apresentada na Casa do Povo de Alfeizerão pelo Grupo de Teatro de São Martinho. O espectáculo tem início às 22h00.
O dia 24 de Julho é um dia forte no programa de festejos com muito desporto e as tradições. Pelas 09h00 tem início o Passeio BTT, com a distância de 25 km (dificuldade média, com um abastecimento) ou 50 km (dificuldade média-alta, com dois abastecimentos). As inscrições, limitadas a 200 participantes, decorrem até dia 17 de Julho e custam 15 euros com almoço, 10 euros sem almoço e 7 euros para acompanhantes. Cada participante terá direito a lembranças, seguro, abastecimento, lavagem de bicicletas e banhos. Todas as informações através do número 965173176 ou do e-mail casaca_barat a@hotmail.com.
Para as 09h30 está marcado um Passeio Equestre. As inscrições custam 15 euros, com almoço incluído, e devem ser feitas para o número de tel.964156504.
Às 10h00 arranca o Passeio Pedestre com História, que se prolonga durante seis quilómetros, tendo um grau baixo de dificuldade. O passeio tem participação gratuita, custando sete euros para quem quiser almoçar. As inscrições devem ser feitas para os mesmos contactos do Passeio BTT.
À tarde recuperam-se algumas das mais antigas tradições da vila, com a recriação de um mercado antigo. Jogos tradicionais, música, representação e cinema são alguns dos ingredientes que garantem a animação de uma iniciativa com início marcado para as 15h00.
É no dia 16 de Agosto, data em que a elevação a vila foi publicada em Diário da República, que as comemorações chegam ao fim. Para este dia está marcada uma sessão solene, com evocar da vila e içar da bandeira.
As comemorações estão a cargo de uma comissão criada especificamente para a efeméride e contam com o apoio da Junta de Freguesia de Alfeizerão, autarquia alcobacense e Bombeiros Voluntários de São Martinho.

Joana Fialho
jfialho@gazetacaldas.com

4.702.(3Jul9h55') Há 114 anos Cella, Junceira (estrada real nº 63)

http://ataijadecima.blogspot.com/2011/06/classificacao-como-estrada-municipal-do.html
Graças ao blogue do José Quitério...
Em tão pouco tempo as voltas que damos...
as estradas municipais, reais...
CeLLa...
Acordos ortográficos...
Estrada real tem estado completamente abandonada estes anos todos, com a autarquia celense gerida pelo PSD

4.701.(3Jul9h45') O VINHO DO MOSTEIRO DE ALCOBAÇA +1 texto imperdível do Prof António Valério Maduro

M - 362 OS MELHORES VINHOS DO MOSTEIRO




O Vinho do Mosteiro de Alcobaça



Deve-se à Ordem Cisterciense o desenvolvimento da cultura mediterrânica da vinha e o aperfeiçoamento dos métodos de fabrico do vinho. O vinho dá o sustento ao corpo, mas os excessos podem enlouquecer os homens, tirar-lhes a razão e a regra, para evitar este perigo, ao longo da Idade Média, os vinhos eram quebrados com água. Mas este princípio moral que adulterava a essência do vinho foi-se tornando caduco e o vinho passou a ser apreciado com a natureza do seu espírito.

Falamos agora de Alcobaça, das maneiras de produzir e conservar os vinhos em terras cistercienses.



Os 23 lagares de vinho que o Mosteiro de Alcobaça explorava no século XVIII eram todos de pedra e a espremedura fazia-se sob o sistema de prensa de vara. As 18 adegas eram edificadas sem rumo certo, o que não beneficiava a conservação dos vinhos. Conhecemos a capacidade de armazenamento da adega da Quinta da Gafa, a maior propriedade de vinha do Mosteiro. Entre os 12 tonéis da sua adega e lagar compreendia 36 pipas.

O fabrico e a conservação dos vinhos do Mosteiro eram feitos integralmente em vasilhame de madeira. Nos inventários das suas adegas e lagares não encontrámos nenhuma referência a talhas e potes de receber vinhos. As vasilhas do Mosteiro eram de madeira de choupo, embora também se utilizassem recipientes de castanho. O uso do choupo nas vasilhas vinárias terá comprometido a conservação dos vinhos, mas esta madeira (à semelhança do pinho que se populariza por meados do século XIX) só deve ter sido utilizada para arrecadar vinhos débeis destinados, em grande medida, aos serviçais.

O apresto das vasilhas vinárias era crucial para o sucesso dos vinhos arrecadados. Como nos elucida Frei Manuel de Figueiredo, estes recipientes eram limpos e devidamente emechados.

O fabrico do vinho, na Comarca de Alcobaça, seguia, predominantemente, o método de bica aberta. A exclusividade desta técnica de vinificação não se pode dissociar do regime de monopólio imposto pelo Mosteiro. De facto, a restrição do serviço do lagar pelo espaço de 24 horas inviabilizava a feitura de vinhos de curtimenta, tendo o camponês de se sujeitar a lotar o branco com tintas para lhe conferir um pouco de cor.

As uvas tintas e brancas fermentavam à parte. Concluída a fermentação dos tonéis do branco e dada a primeira trasfega eram adicionadas as tintas de curtimenta para colorir os vinhos monásticos.



O historiador Jean-Louis Flandrin elucida-nos que os vinhos brancos e claretes estavam para o pão alvo como os retintos para o pão de segunda. A cor agia como indicador de posição social, sendo os vinhos retintos e adstringentes impróprios para as Ordens sociais elevadas. A própria cerimónia da Eucaristia pedia um vinho mais claro que o sangue do Senhor para não tornar ainda mais dramático o acto religioso.

Na comarca de Ourém, a vinificação seguia, de igual forma, o sistema de bica aberta. Por cada 20 almudes de branco, deitavam-se 5 almudes de tinta. Esta relação permite calcular a relação de castas brancas e tintas, o que não seria arbitrário extrapolar para a realidade alcobacense.

Quando os vinhos se toldavam, não obstante a acção da trasfega, o que era caso raro nos vinhos de bica aberta, aplicava-se uma colagem. Nas pipas e cascos vertiam sangue de boi e claras de ovos. De seguida, batiam os vinhos rolando os tonéis e aguardava-se o processo de decantação que os agentes de clarificação propiciavam. O sangue de boi (também se utilizava o de carneiro) tinha de ser fresco e as claras, numa média estimada de 24 por pipa, eram batidas previamente. Aglutinada a borra no fundo realizava-se uma nova trasfega.

Para temperar, fortalecer e aromatizar o vinho juntavam-lhes folhelho torrado, cascas de laranja e camoesas (que podiam ser assadas com açucar), casta de pequenas maçãs de aroma e gosto intenso, que conferiam a este licor um sabor frutado.



Os cistercienses também adicionavam arrobe aos seus vinhos. O arrobe, produto já utilizado pelos gregos, cartagineses e romanos, era obtido a partir do mosto de uva fresco que era fervido em lume brando até evaporar cerca de metade a dois terços do líquido. Para além de adubar os vinhos, tinha a função de os conservar, daí constituir uma prática obrigatória arrobar os vinhos que tinham de ser embarcados. Por tonel (equivalente a duas pipas ou superior) acrescentava-se meio almude de arrobe no período em que decorria a fermentação tumultuosa. O arrobe subsistiu nas artes vinárias até a aguardente ocupar o seu espaço. Segundo Frei Manuel de Figueiredo, em toda a Comarca não se chegava sequer a produzir uma pipa de aguardente. De facto, os vinhos só deixam de ser arrobados quando a indústria da destilação fornece aguardentes em quantidade para acudir aos vinhos, o que só se verifica durante a primeira metade do século XIX.

Os vinhos recebiam ainda uma determinada quantidade de sal para impedir a colonização por bactérias.

Os melhores vinhos do Mosteiro eram produzidos nas encostas de Aljubarrota, na Gafa... O palhete cisterciense era um vinho graduado, frutado e aromático que cativava os convivas do Mosteiro.
A história da vinha e do vinho da região de Alcobaça merece ser contada e vivida. O Museu do Vinho, o único Museu que Alcobaça possui, está hoje encerrado. Aguardamos com expectativa que este belo núcleo museológico possa ser reactivado e musealizado para cumprir a missão não só de restituir a memória e dar cimento à identidade regional, como potenciar o turismo cultural, filão que continua a ser minimizado numa época de tantas necessidades.
António Valério Maduro
respiguei com a devida vénia do blogue:
http://jeroalcoa.blogspot.com/

onde poderão ver as imagens acopladas ao artigo

02/07/2011

4.700.(2Jul21h55') PCP traça caminhos

Conferência de Imprensa, Jerónimo de Sousa, Secretário-geral do PCP , Lisboa
Reunião do Comité Central do PCP....Sábado 2 de Julho de 2011

A submissão do país ao programa de intervenção externa estabelecido pelo PS, PSD e CDS com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional constitui o elemento central e dominante do actual quadro político que é, igualmente, definido pelos resultados e a relação de forças institucional que decorrem das últimas eleições legislativas.
A submissão a esse programa profundamente antipatriótico está presente nas decisões e mais recentes desenvolvimentos da actual maioria PSD/CDS, que conta com a solícita cumplicidade e manifestações de empenho por parte do PS e de uma crescente assumpção pelo Presidente da República de um papel activo no apoio à sua concretização.
Uma submissão presente no acordo político «maioria para a mudança» subscrito pelos partidos da nova maioria; na escolha de uma composição do governo e na apresentação do seu Programa que, reproduzido nas suas linhas gerais, se assume como uma verdadeira declaração de guerra aos trabalhadores e ao povo.
No prosseguimento do acordo com a troika, o programa de governo: ataca os direitos dos trabalhadores com a perspectiva de alterações à legislação laboral em várias e importantes domínios, designadamente em matéria de facilitação dos despedimentos, horários de trabalho, remuneração de trabalho suplementar; avança com um conjunto de privatizações de empresas e serviços públicos; em simultâneo aprofunda a restrição de direitos sociais; projecta um novo ataque à administração pública e aos seus trabalhadores; prevê a restrição do direito à saúde, a desagregação da escola pública e o plafonamento da segurança social; aumenta os impostos sobre o trabalho, a habitação e o consumo, entre outras matérias.

A antecipação de um conjunto de medidas, dão expressão ainda mais nítida à natureza e objectivos do Programa do Governo enquanto instrumento ao serviço da acumulação de lucros pelo grande capital e de exploração e sacrifícios sobre os trabalhadores e do povo. A antecipação do calendário de privatizações e em particular o anúncio do roubo no subsidio de Natal que PSD e CDS pretendem impor a quem vive do seu salário ou pensão de reforma e decidida à revelia de tudo o que afirmaram em campanha eleitoral, dão expressão a uma política dirigida para acentuar injustiças e manter intocáveis os benefícios e apoios ao bancos e grupos económicos.

Sublinha-se que o programa que agora o Governo, em colaboração com o PS, se prepara para concretizar não constitui uma solução para os problemas nacionais, mas antes um factor que conduziria ao seu dramático agravamento. Um programa que os trabalhadores e o povo têm não só o direito mas o dever de o contestar, de lhe resistir e de o derrotar.
A presente situação do país, nomeadamente no plano económico, com o crescente agravamento dos défices estruturais, com o prosseguimento da destruição do tecido produtivo, num quadro da prolongada estagnação e recessão económicas, mas também no plano social com o crescente agravamento das desigualdades, o alastramento da pobreza e do desemprego e a fragilização extrema da protecção social que o presente programa de agressão vem acentuar, torna mais urgente e indispensável uma ruptura com o actual rumo da vida nacional e a concretização de uma política patriótica e de esquerda capaz de dar resposta aos problemas do país, vencer as dificuldades e assegurar o seu desenvolvimento.
Rejeitar o programa ilegítimo de submissão externa, renegociar a dívida pública, defender a produção nacional e uma justa distribuição da riqueza, constitui a resposta patriótica e de esquerda de que o país precisa, em torno da qual se devem mobilizar e unir os trabalhadores e o povo.
Um processo de renegociação – nos seus prazos, juros e montantes – compatível com uma estratégia de estabilização financeira sustentável, com o crescimento económico, o equilíbrio das contas públicas e o emprego.
Um processo que permita potenciar uma política de promoção da produção nacional que: valorize a agricultura e as pescas, e promova um programa de industrialização do país; valorize o mercado interno com a indispensável elevação dos salários, pensões de reforma e rendimentos da população; reforce o investimento público orientado para o crescimento económico, defenda e reforce o sector empresarial do Estado nos sectores básicos e estratégicos; apoie as MPME designadamente por via do controlo dos custos dos principais factores de produção e do financiamento público.
O agravamento da crise do capitalismo nos países da Tríade confirma que se agudizam contradições e rivalidades de consequências imprevisíveis, como as que se verificam em torno do sistema monetário e do aprovisionamento de matérias primas, num quadro de violento retrocesso social.

Na União Europeia esta situação é particularmente grave. Os avanços em torno da “governação económica” que o Conselho Europeu de 23 e 24 de Junho adoptou, configura um novo salto na violação das soberanias nacionais que causarão mais desemprego, mais ataques aos direitos dos trabalhadores, redução do investimento público, mais privatizações, aspectos que em conjunto arrastarão o aprofundamento das chamadas “crises da dívida soberana”.

O Comité Central alerta para o propósito do Governo PSD/CDS-PP querer aprovar nos próximos meses um grave conjunto de medidas. Reafirmando que cada uma das medidas do extenso programa de agressão está dependente da aprovação e concretização, salienta-se que é da maior importância assegurar desde já uma forte intervenção no plano da acção política e da luta de massas.

A luta de massas, direito fundamental que a Constituição da República consagra, constitui na actual situação, simultaneamente a resposta determinante ao assalto e à agressão a que os trabalhadores, o povo e o País estão a ser sujeitos e o elemento essencial de construção de um Portugal mais desenvolvido e mais justo.

Na luta dos trabalhadores destacam-se como objectivos o aumento dos salários, a defesa dos horários de trabalho e a exigência da sua redução, o combate à precariedade, à alteração para pior da legislação laboral, à redução do subsídio de desemprego e ao ataque à segurança social.

A luta dos trabalhadores envolve também objectivos comuns a outros sectores e à generalidade do povo português como a luta contra as privatizações, a extinção de empresas e serviços públicos, a defesa do Serviço Nacional de Saúde e da escola pública, a garantia de um sistema de transportes públicos e o combate ao aumento dos preços. As diferentes classes e camadas sociais que estão a ser fortemente atingidas pela política ao serviço do capital monopolista nacional e internacional têm na acção e na luta o único caminho para a defesa dos seus interesses.

O Comité Central saúda a luta dos trabalhadores nos vários sectores, nomeadamente os trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo ao mesmo tempo que apela à intensificação da luta de massas, sublinha, desde já a importância da semana de luta promovida pela CGTP-IN entre 11 e 15 de Julho, com acções em todo o país.

A situação criada com a política de direita e de abdicação nacional exige a necessidade de promover aos vários níveis a intervenção e iniciativa do Partido, no plano nacional, na acção dos comunistas nos movimentos e organizações de massas, na iniciativa nas instituições, na intervenção directa das organizações partidárias e destaca:
- a entrega do projecto de resolução com a proposta pioneira para a renegociação da dívida, bem como as iniciativas para a conversão dos falsos recibos verdes em contratos de trabalho e para a viabilização e defesa do carácter público dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo;
- a realização de uma jornada de acção política durante o mês de Julho “Sobre a renegociação da dívida pública, a produção nacional, os direitos dos trabalhadores e a legislação laboral” com a concretização de acções públicas, de um comício em Lisboa dia 8 de Julho, uma venda especial do “Avante!” a 14 de Julho e acções em todo o País até 24 de Julho;
- a realização nas várias regiões, bem como em outros sectores, de reuniões abertas à participação daqueles que integram o espaço de apoio à CDU e de outros cidadãos sem filiação partidária para troca de opiniões sobre a situação do País;
- a preparação e realização com êxito da Festa do Avante!.

O Comité Central coloca em evidência as particulares exigências e importância que a preparação e realização das eleições para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira do próximo mês de Outubro.
No quadro de agravamento da situação política, económica e social sublinha-se a importância da tomada de medidas nas organizações do Partido para a concretização da acção de reforço da organização partidária “Avante! Por um PCP mais forte!”, lançada pelo XVIII Congresso e que neste quadro assume uma maior exigência e prioridade tendo presente a imperiosa necessidade do alargamento e desenvolvimento da luta de massas.

4.699.(2Jul15h35') Linha do Oeste: desta x é que é!!! O PSD já agarrou a questão!!! O "nosso" deputado Valter Ribeiro tb vai desenvolver!!!

requerimento já está...No Orçamento 2012 vamos ver como votam as propostas dos nossos deputados da CDU!!!
********
Via tintafresca.net.
Deputados do PSD querem conhecer estudos

do Governo Sócrates sobre a Linha do Oeste
Na primeira da reunião do novo Parlamento e face a notícias recentes que dão conta de um estudo realizado pelo anterior Governo do PS, que foi entregue troika e no qual se preconiza o fim da linha ferroviária do Oeste, os deputados do PSD eleitos por Leiria apresentaram um requerimento ao novo Governo solicitando informações detalhadas sobre o documento. Recorde-se que notícias recentes dão conta que o anterior Governo de José Sócrates entregou à troika um estudo que propõe fecho de 800 km de linha férrea e na prática deixa a rede ferroviária circunscrita basicamente ao eixo Braga-Faro, Beira Alta e Beira Baixa. Deste modo, as restantes linhas seriam amputadas ou desapareceriam mesmo e capitais de distrito como Beja e Leiria ficariam sem comboios se este plano fosse aplicado.
No requerimento dirigido ao novo ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, os parlamentares referem que o estudo foi realizado à revelia da Refer, por uma equipa conjunta do Ministério das Finanças e do Ministério das Obras Públicas e Transportes, e no qual se concretiza o fim das linhas que até agora estavam encerradas e outras à espera de obras de modernização, num total de 794 quilómetros de vias-férreas, com particular incidência no Norte e no Alentejo, mas desta vez incluindo algumas linhas do litoral, como a própria Linha do Oeste, que seria encerrada entre Louriçal e Torres Vedras (127 quilómetros).
Note-se que o documento foi apresentado à troika como uma medida eficaz de redução da despesa pública, uma vez que tem um forte impacto simultâneo nas contas da Refer e da CP, embora a administração da Refer não subscreva esta visão sobre a ferrovia portuguesa e que tem em cima da mesa um documento de trabalho - ainda não terminado - com uma proposta de cortes mais modesta.
Na proposta da Refer a linha do Oeste continua a constituir uma aposta estratégica, na linha do preconizado pelos deputados do PSD nas últimas eleições de 5 de Junho.
Neste particular, os deputados referem que a Linha do Oeste serve de alternativa à Linha do Norte e recordam que havia a promessa da sua modernização, dado tratar-se de uma linha que atravessa uma das regiões do País com maior densidade populacional, forte potencial económico e turístico, unindo um corredor que contém Torres Vedras, Caldas da Rainha, Marinha Grande, Leiria, Figueira da Foz e Coimbra. “Um corredor que tinha tanto potencial em termos de mobilidade que justificou a construção de duas auto-estradas (A8 e A17)”, rematam os parlamentares.
Deste modo, os deputados eleitos por Leiria solicitam ao novo Governo toda a informação disponível sobre o documento entregue à troika, bem como querem ter acesso ao estudo realizado pela Refer sobre a avaliação feita à rede ferroviária nacional, em particular conhecer com maior detalhe os fundamentos que justificam a plena manutenção e modernização da linha do Oeste.
01-07-2011

4.698.(2Jul14h55') Centro Escolar de Alcobaça: atraso! Alojamento das famílias ciganas da Cova d'onça

Em reunião de câmara PSD garantiu-me que a 1.7.2011 o Agrupamento Frei Estêvão entrava no Centro Escolar para arrancar com o ano lectivo...
As obras dos acessos, o mobiliário e o equipamento estão atrasados!!!
*************
Sobre a etnia cigana garantiram-me que havia uma reunião extraordinária para tratar do assunto até final de Junho! Nada de nada
************
No diário de Leiria e na cister.fm:
Paulo Inácio não confirma transferência da comunidade cigana para a Fervença

Publicado a 1 de Julho de 2011
O jornal “Diário de Leiria” escreve esta quinta-feira que a “comunidade cigana que vive em barracas na Cova da Onça, Alcobaça, deverá ser instalada em terrenos do canil municipal, infra-estrutura que nunca funcionou.
A mudança para os terrenos junto à Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) na Fervença, freguesia da Maiorga, adianta o matutino, poderá ocorrer dentro de algumas semanas.
Trata-se de uma informação que Paulo Inácio não confirma, referindo apenas que até ser anunciada uma solução definitiva, nenhum comentário irá fazer sobre o assunto.
O presidente do executivo de Alcobaça disse ainda que a decisão será tomada com “serenidade” e que não vale a pena vir para a praça pública dar opiniões todos os dias porque isso só irá prejudicar a imagem do município.

4.697.(2Jul10h26') Assembleia de Freguesia de Cela de 27.6.2011 - síntese feita pelo eleito da CDU: João Paulo Raimundo.

resumo da referida Assembleia de Freguesia.


Ordem de Trabalhos:

1.Período antes da ordem do dia.

2.Apreciação da actividade da Junta de Freguesia.

3.Apresentação/votação da 1ª revisão Orçamental e Grandes Opções do Plano para o ano económico de 2011.

4.Período depois da Ordem do Dia (intervenção do público).



Na minha intervenção solicitei ponto de situação da estrada da Cela Velha.Já não se conseguem cruzar dois carros naquele local que já está há meses interdito.

Da estrada para o Casal da Carreira, cada vez pior.

Da estrada junto ao parque de merendas/depósito de água.

Centro Escolar da Cela, já não é construído?

Perguntei também se a Câmara Municipal de Alcobaça (CMA) já recebeu os 150.000€ referente à EC1 da Cela Velha?

O turismo é um vector fundamental para o desenvolvimento do País e em concreto da nossa Freguesia. Como está o aproveitamento em conjunto do Museu das Máquinas Falantes, talvez na antiga Estação da CP, em ligação à gastronomia e etnografia do Rancho Papoilas do Campo e ao General Humberto Delgado?



Os outros elementos da Assembleia perguntaram se a Escola da Junqueira vai ser para a Orquestra ou para a Associação de Caçadores.

Perguntaram também se o projecto para o terreno do Casal dos Ramos está pronto.



O Presidente da Junta respondeu que teve uma reunião com a Refer para a Estação da Cela Velha ser dispensada à CMA.

Teve uma reunião com o Rancho da Cela Velha e com a Leader Oeste. Têm 6 meses para fazer levantamento de bens etnográficos para efectuarem uma candidatura.Junta e Assembleia aprovaram entrada da Junta como sócia da Leader Oeste.

As outras reparações de estradas serão feitas com urgência assim que a CMA dê abertura.

A reparação da estrada da Cela Velha já está adjudicada e entra em obra em Julho.

O Centro Escolar da Cela é para fazer no mesmo pacote de Alfeizerão e Turquel.(Eu pessoalmente não acredito).

A CMA ainda não recebeu nada da EB1 da Cela Velha, que a Junta saiba.

A escola da Junqueira vai ser destinada à Orquestra e aulas de ginástica em horas alternadas.

Sobre o terreno do Casal dos Ramos informou que o projecto vai ser apresentado até 20.08.11.

O estaleiro das Carrascas fica pronto também até 20.08.11.

O público pediu para arranjarem o interior da capela do cemitério e para cortarem as silvas na estrada das engenharias.

Disseram também que o que se está a fazer na estrada do Casal da Carreira é brincar com a Junta e com a população da Cela. A limpeza de valetas para levar massa quente é um disparate porque se chover fica tudo em buracos.


João Paulo Raimundo

4.696.(2Jul10h10') Fernando Pessoa

Viajar! Perder países!
Ser outro constantemente,
Por a alma não ter raízes
De viver de ver somente!


Não pertencer nem a mim!
Ir em frente, ir a seguir
A ausência de ter um fim,
E da ânsia de o conseguir!


Viajar assim é viagem.
Mas faço-o sem ter de meu
Mais que o sonho da passagem.
O resto é só terra e céu.

01/07/2011

4.695.(1Jul10h10') Austeridade...Crise mundial...Porque é que o Passos.Portas fazem estas medidas liberais e neo-liberais....Intervenção de Jerónimo de Sousa

austeridade é política para pagar triliões da banca mundial

http://www.youtube.com/watch?v=E1Kzp5EVUWg&feature=share

**********
crise espanhola...apartamentos...crédito fácil ao consumo...
http://www.youtube.com/watch?v=N7P2ExRF3GQ&feature=player_embedded
************

Intervenção de Jerónimo de Sousa na Assembleia de República

Programa do governo - PCP afirma necessidade de luta contra cada uma das medidas

Quinta 30 de Junho de 2011

Programa do governo - PSD/CDS estreiam-se com roubo no subsidio de Natal
Senhora Presidente,Senhor Primeiro-ministro,Senhores membros do Governo,Senhoras e senhores Deputados,
Estamos hoje a debater o Programa de um novo Governo, no início de uma nova legislatura. Mas se o Governo é novo, se a Legislatura é outra, a verdade é que a política que se apresenta é como vinho velho azedo em casco novo!
É a velha política de direita com 35 anos que em sucessivos governos se posicionou ao serviço dos grandes grupos económicos.
É a velha e estafada política de uma submissão às orientações de uma União Europeia ao serviço das suas principais potências e dos seus grupos económicos, que asfixia as economias periféricas, promove a concentração do poder e se afasta cada vez mais da promessa da coesão económica e social.
A política deste Governo e deste programa é estruturalmente a mesma que arrastou o país para a situação em que está e por isso não pode resolver os problemas nacionais.
É intensa a campanha que procura dar como inevitáveis e consumadas as decisões políticas que este programa de governo e o seu antecedente imposto pela troika.
Mas a verdade é que este programa não está legitimado pelo facto de os três partidos da troika serem maioritários nesta assembleia; estes são os mesmos partidos que recusaram assumir as medidas que estão nesse programa no debate eleitoral para esconder as suas verdadeiras intenções dos portugueses.
Aliás, ao votarem contra o PEC IV que foi a matriz do Memorando da troika, PSD e CDS confundiram e enganaram muitos portugueses quanto ao grau de identificação com as malfeitorias que ali eram propostas.
Este programa não é legítimo, não está, nem sairá em qualquer circunstância legitimado deste debate.
É hoje já claro que a ser aplicado o programa aqui apresentado e acordo com a troika, apoiado por PSD, CDS e PS o resultado será um afundamento ainda maior do país.
É por isso um programa que terá o nosso combate mas também a apresentação de alternativas.
É por isso que propomos a imediata renegociação da dívida como alternativa a um empréstimo com condições inaceitáveis e incumpríveis, que provocará recessão, desemprego e maior dependência externa e que não poderá ser cumprido mesmo em relação à dívida.
Este programa mata a nossa economia.
Sem renegociação da dívida não haverá desenvolvimento, não haverá crescimento económico, não haverá criação de emprego.
É preciso diminuir os encargos imediatos da dívida para investir no aumento da produção nacional e adiante ter melhores condições para pagar o que devemos.
Renegociar a dívida não é dizer que não a queremos pagar; é dizer que nestas condições - em boa parte ilegitimamente resultantes da especulação financeira - nestas condições chegaremos a um ponto em que não será possível pagar.

A saída para a crise e o atraso do país não está na recessão, mas sim no aumento da produção nacional, apoiando a actividade produtiva e rejeitando a política de restrição do investimento público e de cedências aos grupos económicos, contra os interesses da nossa economia, das pequenas empresas e dos trabalhadores e da população em geral.
É verdade que é preciso também reduzir o custo de factores de produção.
Mas é preciso fazer incidir essa redução nos custos dos factores de produção ligados às grandes empresas e grupos económicos - energia, telecomunicações, crédito, seguros - com lucros fabulosos à custa da economia nacional.
E não através da redução da taxa social única que não tem qualquer efeito real na competitividade, beneficiando em particular grandes empresas e grupos económicos e prejudicando gravemente a segurança social.

E este Governo, que se diz tão preocupado com a economia do país, não teve ainda uma palavra para a situação dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, designadamente determinando a imediata suspensão do processo de despedimento e de destruição daquela empresa estratégica no plano regional e no plano nacional.
Este programa, que é da troika, do PS, do PSD e do CDS e agora deste governo, tem como um dos alvos principais os direitos dos trabalhadores.
O que ninguém explica é o que tem a ver com a redução da dívida pública a diminuição efectiva dos salários, a destruição dos direitos ou a instituição da precariedade como regra do mercado de trabalho.
As alterações propostas para a legislação laboral não pagam um cêntimo de dívida; são apenas uma nova e brutal ofensiva visando o aumento da exploração. O governo e os partidos da troika querem despedimentos mais fáceis e baratos; pretendem pôr todos os trabalhadores em situação de precariedade para os tratarem como material descartável e comprimirem as suas remunerações; querem condicionar a acção e organização sindical, designadamente através do ataque à contratação colectiva; querem a desregulação total dos horários de trabalho e o não pagamento de horas extraordinárias.

Não é com mais precariedade e com salários mais baixos que se desenvolve o país.
É com emprego com direitos, com a valorização dos salários, com a estabilidade dos vínculos que se garante que se constrói um desenvolvimento económico que rejeite o estafado modelo de baixos salários.

E este Governo, que tanto fala de apoiar as famílias, há-de explicar aos portugueses como é que ajuda as famílias e a natalidade deixar de pagar horas extraordinárias; como se beneficiam as famílias se um trabalhador for facilmente despedido perdendo a fonte do seu sustento; como se convence um jovem casal a ter filhos, se ambos recebem o salário mínimo ou menos ou se estão sujeitos ao trabalho temporário ou a um falso recibo verde, podendo ser despedidos a qualquer momento, se vão sofrer um novo rombo no crédito e no pagamento dos impostos com a habitação.
O que este programa quer é de facto aumentar a exploração sobre os trabalhadores, sujeitá-los à arbitrariedade.



Ainda no plano económico há uma questão decisiva: a de saber quem controla e ao serviço de quem estão as alavancas fundamentais da nossa economia.
Os portugueses já conhecem o resultado das privatizações e da liberalização de sectores económicos.
Sabem o que custa à generalidade da população e às nossas empresas a electricidade, o gás, os combustíveis.
É por isso que é indispensável a manutenção e recuperação de alavancas fundamentais da economia e do serviço às populações e a rejeição de uma política de privatizações que entrega a riqueza nacional e controle da nossa economia a grupos económicos nacionais e cada vez mais estrangeiros.
A ideia da privatização de áreas fundamentais da Caixa Geral de Depósitos, aliás já avançadas pelo Governo PS é bem o exemplo do absurdo desta política.
Privatizar o sector segurador da Caixa que em conjunto com a área da saúde contribui em 36% para os resultados do grupo ou alienar, como é proposto, as participações da Caixa em empresas estratégicas como a PT, a EDP, a GALP ou a REN, que renderam em 2010 quase 200 milhões de euros, é um desastre económico e financeiro.
E o que dizer da privatização dos Correios, empresa estratégica e já na mira de uma grande multinacional deste sector, que o Governo anterior e o actual tratam de facilitar com uma razia de encerramentos de postos e estações de correios, degradando o serviço público e garantindo o lucro ao eventual futuro dono privado.
Com este programa do Governo, da troika, do PSD, do CDS e do PS, a lista de privatizações chega a quase tudo.
A palavra de ordem é vender, entregar ao desbarato empresas, muitas lucrativas, que em muitos casos constituem verdadeiros monopólios naturais, ou que prestam serviços públicos essenciais, a grupos económicos privados, provavelmente grandes grupos económicos europeus, alemães, franceses e outros, os mesmos que mandaram cá a troika para impor este programa que lhes garante valiosos activos a baixo preço.
Pela via de privatizações ou pela via de diminuição de direitos o programa de desastre que nos apresentam quer negar direitos sociais e garantir uma maior fatia de sectores sociais para o negócio privado.
É a entrega de hospitais e centros de saúde em ainda maior número ao sector privado, mesmo depois dos resultados desastrosos da gestão do hospital Amadora-Sintra pelo Grupo Mello, agora em repetição por exemplo no Hospital de Braga; é o aumento do pagamento dos custos da saúde pelas populações o que significará que muitos não terão, como já hoje não têm tratamentos.

É o prosseguimento da destruição da escola pública e a sua cada vez maior estratificação social e elitização não só no ensino superior mas a níveis cada vez mais baixos da escolaridade. E tudo embrulhado na retórica neo-liberal da “liberdade de escolha”, que, à medida que se destroem os serviços públicos, é apenas liberdade dos serviços privados por aqueles que os puderem pagar.

É a perspectiva de entregar uma parcela fundamental da segurança social e dos descontos dos trabalhadores ao sector financeiro, transformando-os em matéria de negócio e lucro, em vez de serem direitos adquiridos.

Mas querem mais do que isso. Querem transformar direitos próprios de cada português – à saúde, à educação, ao apoio social – por uma política de caridade pública e privada de estigmatização da pobreza e dos mais desfavorecidos e uma certa recuperação do instituto da “sopa do sidónio”.
A pobreza combate-se evitando que as pessoas caiam nela.
Valorizando os salários, designadamente o Salário Mínimo Nacional, dignificando as pensões e reformas, apoiando os desempregados e criando emprego, combatendo a precaridade dos vínculos que recaem sobre as novas gerações.
São estas coisas concretas de vida, concreta das pessoas , das políticas concretas que nos separam.
Fica bem ter pena dos pobres! O mal está nas políticas que empobrecem as pessoas como se expressa neste Programa!
A nossa Constituição garante direitos e não a esmola de caridade.
Entretanto, e no momento em que se anunciam aumentos de impostos, aliás em parte não descritos no programa apresentado, comprova-se que, tal como o anterior, este governo mantém a salvo os privilegiados do costume – os grandes grupos económicos e o sector financeiro em particular - e impõe sacrifícios aos mesmos de sempre.

É por isso que propomos que o Governo, em vez de aumentar o IRS, o IVA e os impostos sobre a habitação, que penalizam os trabalhadores, os reformados e a população em geral, vá buscar esse dinheiro onde ele efectivamente existe.
Que imponha uma taxa efectiva de 25% à banca; que tribute de forma agravada os bens de luxo; quer aplique uma taxa, mesmo que percentualmente baixa às transacções bolsistas; que tribute as transferências para paraísos fiscais que continuam impunemente a lesar o orçamento de Estado; que imponha um taxa mais elevada às empresas com mais de 50 milhões de euros de lucros.
E tal como o programa acordado por PS, PSD e CDS com a União Europeia e o FMI é ilegítimo e tem de ser rejeitado, também este programa e as suas medidas não serão legitimados neste debate.
Cada uma das medidas terá de ser submetida ao escrutínio político e popular.
Terá em muitos casos de ser sujeita a votação ou apreciação na Assembleia da República.
O debate deste programa de governo nada tem por isso de definitivo em relação ao seu conteúdo; não aprova nenhuma das suas medidas.
É apenas o início de um percurso político em que pela nossa parte tudo faremos para que as suas intenções sejam derrotadas na maior amplitude possível, tal como o foram governos e coligações anteriores.
Cá estaremos para travar todas as batalhas contra cada uma das medidas negativas, sempre demonstrando que há alternativas e que um outro rumo para o nosso país, não só é possível como é indispensável.

30/06/2011

4.694.(30Jun22h50') Rosa Parks....Racismo é burrice!!! Gabriel o Pensador! Vamos à luta!!!

***
ROSA PARKS
NASCEU A 4feVER1913...Tuskegee..Alabama...EUA
e morreu a 25ouTUbro2005
 https://pt.wikipedia.org/wiki/Rosa_Parks
*
 Rosa Parks foto
 "Você nunca deve ter medo do que está fazendo, quando está certo." 
"Eu gostaria de ser conhecida como uma pessoa que está preocupada com a liberdade, igualdade, justiça e prosperidade para todas as pessoas." 
"Cada pessoa deve viver sua vida como modelo para os outros."
"Eu aprendi ao longo dos anos que, quando a mente é forte, isso diminui o medo; saber o que deve ser feito acaba com o medo."
"Eu não estava cansada fisicamente. Eu não era velha, tinha 42 anos. O único cansaço que eu tinha, era que estava cansada de ceder. Estava cansada do meu trabalho de costureira e cansada da dor no coração."
"Eu gostaria de ser lembrada como uma pessoa que queria ser livre ... então outras pessoas também seriam livres."
"O racismo ainda está connosco. Mas cabe a nós preparar os nossos filhos para o que eles têm que cumprir e, esperançosamente, vamos superar. "
"Acredito que estamos aqui no planeta Terra para viver, crescer e fazer o que pudermos para tornar este mundo um lugar melhor para todas as pessoas gozarem da liberdade."
„You must never be fearful about what you are doing when it is right.“

Referência: https://citacoes.in/autores/rosa-parks/
„You must never be fearful about what you are doing when it is right.“

Referência: https://citacoes.in/autores/rosa-parks/
 https://citacoes.in/autores/rosa-parks/
*
 Rosa Louise Parks 
Lutadora dos direitos civis nos Estados Unidos. Filha de um carpinteiro e um professor, Rosa Louise McCauley (é seu nome de solteira) foi educado na Escola Industrial de Montgomery para Meninas Escola Industria... escola Alabama State Teachers College.Após completar seus estudos, casou-se com Raymond Rosa Parks.
O casal vive num período em que a segregação ou a separação de pessoas com base na origem racial ou religioso, ainda predomina na maioria dos estados do Sul. Determinada a combater a segregação, Rosa Parks tornou-se conselheira, em 1949, de uma associação para promover o bem-estar dos negros: a Associação Nacional para o Avanço das Pessoas de Cor (NAACP).
Em 1dez1955 veio o incidente que fará famoso do mundo. Tão trivial acto teve conseqüências tão importantes, neste caso, o terreno da luta pela igualdade de direitos Norteamrica.Rosa Parks, uma costureira negra humilde, se recusou a ceder seu assento no ônibus a um viajante branco.O motorista chamou a polícia e a mulher foi presa e obrigada a pagar uma multa de quatorze dólares.O facto revelou, uma vez mais, as condições de segregação a que estavam sujeitas as pessoas de cor. Eram proibidas de entrar em piscinas, escolas, restaurantes e em grande número de serviços públicos exclusivos dos brancos.
O incidente teve o efeito inicial da criação do Montgomery Improvement Association, cuja finalidade era defender os direitos civis dos negros. Martin Luther King era seu presidente. A associação organizou um boicote aos ônibus de Montgomery, que tinha um grande séquito e foi um sucesso retumbante: a causa dos Afro-americanos em Montgomery ficou conhecido em todo o mundo.Como resultado, o governo dos EUA foi forçado a abolir a segregação nos transportes públicos.
Em 1957, Rosa e seu marido, estabeleceram-se em Detroit, Michigan, onde ela continuou a sua actividade em defesa dos direitos civis.Em 1965, Rosa Parks começou a trabalhar para o congressista John Conyers.Após a morte de seu marido em 1977, fundou a Rosa e Raymond Parks Institute for Self-Development Institute, dedicado ao desenvolvimento pessoal.Atualmente, o centro patrocina o Acesso anual para a Liberdade (Journey to Freedom), que organiza excursões para autobs adolescentes, a fim de conscienlizá-los da história recente da luta pelos direitos civis nos Estados Unidos
Em 1989, Rosa Parks participou da inauguração do Memorial dos Direitos Civis Memorial em Montgomery, Alabama.Em 1999 recebeu do presidente Bill Clinton a Medalha de Ouro do Congresso.Ainda hoje a figura de Rosa Parks é considerada uma das mais importantes na luta pelos direitos civis
 http://pt.infobiografias.com/biografia/28368/Rosa-Parks.html
*
"Já tinha sido muito maltratada
decidi não me levantar."
 Trecho de documentário sobre Rosa Parks que, em plena vigência das leis de segregação racial nos estados do Sul dos Estados Unidos, se recusou a levantar-se de seu lugar no ônibus para deixar um passageiro branco se sentar. Com este gesto, ela catalisou uma insatisfação generalizada ajudou a dar início à mobilização da população negra que resultou na Lei de Direitos Civis, promulgada em 1964.
 https://www.youtube.com/watch?v=wACF9A4yYjc
*
o poder de uma pessoa
 https://www.youtube.com/watch?v=FztNc3yCehU
*
25ouTUbro2005...morreu Rosa Parks...lutadora dos direitos civis dos negros dos EUA...
*
1dez2015...
Neste dia Rosa Parks foi presa por não ceder o seu lugar no autocarro a um homem branco, como ordenava a lei de então. Este acontecimento marcou o início da luta pelos direitos civis dos negros nos Estados Unidos, liderada por Martin Luther King.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=780375398738641&set=a.108839462558908.15619.100002985630891&type=3&theater
***
21 março
Dia Internacional para a eliminação da discriminação racial
A efeméride foi criada pela ONU em 1969 nesta precisa data devido ao massacre ocorrido em Joanesburgo a 21 de março de 1960: o Massacre de Sharpeville.
Neste dia 20.000 pessoas protestavam pacificamente contra a Lei do Passe, que obrigava a população negra a ser portadora de um cartão com identificação dos locais onde era permitida a sua circulação. A polícia do regime de apartheid disparou na multidão desarmada, causando 69 mortos e 186 feridos.
*
No dia 21 de Março é assinalado o Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial, marcado pela Organização das Nações Unidas (ONU).
Para o ano de 2013, o tema escolhido pela ONU para assinalar a luta contra a discriminação racial foi o Racismo e o Desporto, com o fim de encorajar a divulgação de mensagens anti-racistas nos eventos desportivos por todo o mundo.
Em Portugal esta ação já foi colocada em prática ao longo do ano de 2012, por iniciativa do Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI), através da Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial (CICDR), com a realização de um flash mob e exibição de uma faixa com os dizeres “Futebol contra o racismo: junta-te a nós!”, na partida final da Taça de Portugal (http://www.cicdr.pt/content/view/123/22/).
Em 2012, a Rede de Gabinetes de Apoio à Vítima e a Rede UAVIDRE (Unidade de Apoio à Vítima Imigrante e de Discriminação Racial ou Étnica) da APAV registaram um total de 80 processos relacionados com a prática de discriminação racial enquanto crime e enquanto contraordenação.
Na APAV, as pessoas vítimas deste tipo de conduta encontram apoio jurídico (que pode consistir, por exemplo, no auxílio para a redação de uma queixa) e apoio psicológico prestado por profissionais especializados.
A APAV trabalha para que todas as pessoas, independentemente da sua origem racial, nacionalidade ou etnia sejam tratadas de forma igualitária e espera que neste dia todos façam uma reflexão em prol da igualdade de direitos e de tratamento das minorias em Portugal.

https://apav.pt/apav_v3/index.php/pt/465-21-marco-dia-internacional-para-a-eliminacao-da-discriminacao-racial
***
Urge recolher  informação
sobre Maomé/ islamismo
cristãos/judeus segregacionados
estrela amarela já vem do Iraque
***
Gabriel o PENSADOR
http://www.youtube.com/watch?v=MDaB8muAANc&feature=share
Salve, meus irmãos africanos e lusitanos, do outro lado do oceano


"O Atlântico é pequeno pra nos separar, porque o sangue é mais forte que a água do mar"

Racismo, preconceito e discriminação em geral;

É uma burrice coletiva sem explicação

Afina...l, que justificativa você me dá para um povo que precisa de união

Mas demonstra claramente

Infelizmente

Preconceitos mil

De naturezas diferentes

Mostrando que essa gente

Essa gente do Brasil é muito burra

E não enxerga um palmo à sua frente

Porque se fosse inteligente esse povo já teria agido de forma mais consciente

Eliminando da mente todo o preconceito

E não agindo com a burrice estampada no peito

A "elite" que devia dar um bom exemplo

É a primeira a demonstrar esse tipo de sentimento

Num complexo de superioridade infantil

Ou justificando um sistema de relação servil

E o povão vai como um bundão na onda do racismo e da discriminação

Não tem a união e não vê a solução da questão

Que por incrível que pareça está em nossas mãos

Só precisamos de uma reformulação geral

Uma espécie de lavagem cerebral



Racismo é burrice



Não seja um imbecil

Não seja um ignorante

Não se importe com a origem ou a cor do seu semelhante

O quê que importa se ele é nordestino e você não?

O quê que importa se ele é preto e você é branco

Aliás, branco no Brasil é difícil, porque no Brasil somos todos mestiços

Se você discorda, então olhe para trás

Olhe a nossa história

Os nossos ancestrais

O Brasil colonial não era igual a Portugal

A raiz do meu país era multirracial

Tinha índio, branco, amarelo, preto

Nascemos da mistura, então por que o preconceito?

Barrigas cresceram

O tempo passou

Nasceram os brasileiros, cada um com a sua cor

Uns com a pele clara, outros mais escura

Mas todos viemos da mesma mistura

Então presta atenção nessa sua babaquice

Pois como eu já disse racismo é burrice

Dê a ignorância um ponto final:

Faça uma lavagem cerebral



Racismo é burrice



Negro e nordestino constróem seu chão

Trabalhador da construção civil conhecido como peão

No Brasil, o mesmo negro que constrói o seu apartamento ou o que lava o chão de uma delegacia

É revistado e humilhado por um guarda nojento

Que ainda recebe o salário e o pão de cada dia graças ao negro, ao nordestino e a todos nós

Pagamos homens que pensam que ser humilhado não dói

O preconceito é uma coisa sem sentido

Tire a burrice do peito e me dê ouvidos

Me responda se você discriminaria

O Juiz Lalau ou o PC Farias

Não, você não faria isso não

Você aprendeu que preto é ladrão

Muitos negros roubam, mas muitos são roubados

E cuidado com esse branco aí parado do seu lado

Porque se ele passa fome

Sabe como é:

Ele rouba e mata um homem

Seja você ou seja o Pelé

Você e o Pelé morreriam igual

Então que morra o preconceito e viva a união racial

Quero ver essa música você aprender e fazer

A lavagem cerebral



Racismo é burrice



O racismo é burrice mas o mais burro não é o racista

É o que pensa que o racismo não existe

O pior cego é o que não quer ver

E o racismo está dentro de você

Porque o racista na verdade é um tremendo babaca

Que assimila os preconceitos porque tem cabeça fraca

E desde sempre não pára pra pensar

Nos conceitos que a sociedade insiste em lhe ensinar

E de pai pra filho o racismo passa

Em forma de piadas que teriam bem mais graça

Se não fossem o retrato da nossa ignorância

Transmitindo a discriminação desde a infância

E o que as crianças aprendem brincando

É nada mais nada menos do que a estupidez se propagando

Nenhum tipo de racismo - eu digo nenhum tipo de racismo - se justifica

Ninguém explica

Precisamos da lavagem cerebral pra acabar com esse lixo que é uma herança cultural

Todo mundo que é racista não sabe a razão

Então eu digo meu irmão

Seja do povão ou da "elite"

Não participe

Pois como eu já disse racismo é burrice

Como eu já disse racismo é burrice



Racismo é burrice



E se você é mais um burro, não me leve a mal

É hora de fazer uma lavagem cerebral

Mas isso é compromisso seu

Eu nem vou me meter

Quem vai lavar a sua mente não sou eu

É você.
http://www.youtube.com/watch?v=4mSS84BqXJ8&feature=share

4.692.(30Jun16h15') Associações de pais das EB1 da Bemposta e da Boavista estão em luta

cister.fm:
Abaixo-assinado contra encerramento da Escola Básica da Bemposta

Publicado a 29 de Junho de 2011
A Associação de Pais da Escola Básica nº 1 da Bemposta entregou na Câmara Municipal de Alcobaça um abaixo-assinado “contra a decisão de encerrar” aquele estabelecimento de ensino. O documento reuniu mais de mil assinaturas.
Paulo Inácio, presidente do executivo camarário, reagiu ao abaixo-assinado dizendo que “a Associação de Pais já estava ao corrente do encerramento da EB1 da Bemposta desde que foi aprovada a Carta Escolar, por unanimidade”.
O autarca assegura que todas “as associações de pais já visitaram o Centro Escolar de Alcobaça e gostaram do que viram”, lembrando ainda que o investimento só avançou porque todos concordaram com a sua contrução.
A escola primária da Bemposta, que encerrou para sempre as suas portas ao ensino, tem sido alvo de vários melhoramentos, quer por parte da autarquia, quer através da própria associação de pais.
Apesar disso, os alunos da Bemposta vão passar a frequentar, a partir de Setembro, o novo Centro Escolar de Alcobaça, tal como as crianças de várias outras escolas que agora encerram portas, por força da carta escolar.
********
comentário à notícia da cister.fm, de Joel:
Acordou tarde de mais para o problema, a comissão de pais da EB 1 da Bemposta.

Para além de arquitectos, engenheiros, sociólogos, onde estava a comunidade educativa (professores, pais e representantes das assembleias de freguesia), quando foi elaborado o documento Carta Educativa, para se pronunciarem, sobre as medidas, que entendiam serem mais úteis, para os seus educandos e ou fregueses?
Uma certeza se pode ter, os representantes das assembleias de freguesia, pais e professores, não estiveram presentes nos gabinete destes senhores, por isso, não opinaram, nem se manifestaram.
Todas as medidas tomadas, quer possam ser consideradas boas ou más, foram tomadas à revelia dos principais interessados, que são os pais dos alunos.
Os países do norte da Europa, que sistematicamente alguns (ir)responsáveis deste burgo da treta, nos atiram à cara (Noruega, Suécia Finlândia), optaram por centros escolares de pequena dimensão, para que os alunos, possam ter ensino mais personalizado.
Será, que, estes são países com níveis de educação medíocres ou insuficientes, para que o seu processo educativo, não possa ser replicado em Portugal, nas localidades de (Bemposta, Covões e outras), do Concelho de Alcobaça)?
Porque se criam numa freguesia, dois (2) centros escolares, afastados entre si, cerca de 1 000 metros (1 Km), e depois de deixam lugares afastados da sede da mesma freguesia 7 000 metros (7 Km), e com uma população escolar, suficiente para o funcionamento de um pequeno centro escolar, que daria resposta educativa a cinco (5) lugares, da freguesia a que me reporto.
Espanta-me contudo a afirmação do Sr Dr. Paulo Inácio “a Associação de Pais já estava ao corrente do encerramento da EB1 da Bemposta desde que foi aprovada a Carta Escolar, por unanimidade”, como é que os pais poderiam ter conhecimento da existência de uma carta escolar, se a mesma foi escondida, sonegada, mantida em sigilo absoluto das assembleias de freguesia, órgão, que reunido deveria decidir o sentido de voto do seu presidente, em assembleia municipal.
Como o Sr. Dr. Paulo Inácio, que na época era presidente da assembleia municipal, muito bem sabe ou deveria saber, a unanimidade só aconteceu , por não ter havido anteriormente, discussão do documento Carta Educativa em assembleia de freguesia.
Assim, o documento é votado favoravelmente pelos presidentes de junta, sem que os membros eleitos para as suas assembleias de freguesia, tivesse o mínimo conhecimento do assunto.
Aliás, o mesmo se passou com a votação das alterações para compatibilizar o PDM com o PROT, o Dr. Paulo Inácio, sabe muito bem, que o assunto não foi discutido em sede de Assembleia de Freguesia, no entanto não teve pejo nenhum, em pressionar de forma escandalosa os Srs. Presidentes de Freguesia para votarem favoravelmente o documento.
Infelizmente é assim que os políticos da nossa praça em Alcobaça funcionam, e com esta negação de democraticidade nas freguesias, a revisão do PDM, ficou em banho maria.
Muito provavelmente, a Bemposta e a Boavista juntas poderiam justificar um pequeno centro escolar, cujo custo financeiro, até para o fim a que se destinava, era irrelevante, contudo como justificar posteriormente, a obra megalómana para não dizer do regime “Sapinho”. Centro Escolar de Alcobaça.
Este Centro Escolar foi construído para +/- 400 crianças, estava bem de ver, que dada a sua dimensão, só seria viável o investimento se fossem absorver as crianças da periferia da Cidade de Alcobaça, secado assim de crianças os lugares vizinhos.
Caros pais da Bemposta, já lá dizia o filósofo grego - PLATÃO “Não há nada de errado com aqueles que não gostam de política, simplesmente serão governados por aqueles gostam”, assim é fundamental que passem a assistir quer às Assembleias de Freguesia quer às da Câmara, para não voltarem a ter surpresas desagradáveis.