13/11/2018

5.803.(13noVEMbro2018.9.9') Santo Agostinho

Nasceu 13noVEMbro354...Tagasta...Argélia
e morreu no ano de 430...Hipona...
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28 de Agosto de 430: Morre Agostinho de Hipona, Santo Agostinho, Doutor da Igreja

 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/08/28-de-agosto-de-430-morre-agostinho-de.html?spref=fb&fbclid=IwAR1oayogsmRYJszQyHyK0tDSFnhQ6NgyiBrU3jXOwnZdbNMQ62OV_4n46F0
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13 de Novembro de 354: Nasce Agostinho de Hipona, Santo Agostinho, Doutor da Igreja

Aurélio Agostinho nasceu em 354 em Tagasta (Argélia) e terá sido o impulsionador da primeira tentativa sistemática para a harmonização da Filosofia e da Teologia, conciliando elementos de origem platónica e neoplatónica com os preceitos da revelação. Por palavras suas, procurou «crer para entender e entender para crer» com o objetivo de integrar num corpo doutrinal coerente as verdades da fé.


Filho de Patrício, pagão, e Santa Mónica, fervorosamente cristã, viveu uma juventude dissoluta mas sempre atormentada pela busca da verdade e da felicidade. Depois de ter abraçado e renegado várias doutrinas, deixou-se vencer pelo ceticismo e só tardiamente se converteu à religião cristã.

O núcleo do sistema agostiniano reside exatamente na superação do ceticismo e da dúvida que, num percurso que encontrará paralelo em Descartes, o conduz ao primado da certeza imediata da experiência interior: mesmo quando duvida, o homem tem de admitir que vive, recorda, conhece e quer, de onde lhe advém a certeza que existe, e que, ainda que erre em todo o resto, pode ter como seguro que até para errar tem de existir. Além disso, só é possível pôr em causa os dados do mundo exterior quando existe algum padrão superior de Verdade. De facto, na razão, o ser humano encontra certas verdades necessárias e universais - os princípios lógicos e matemáticos, assim como as ideias de Uno, de Bem e de Belo -, cuja origem não pode estar na experiência sensível. O mesmo acontece com a generalidade dos conceitos, cujas especificações não podem ser extraídas da simples sensibilidade, pressupondo Ideias determinadas apenas acessíveis por via intelectual.


Para Agostinho, todas essas Ideias não podem ser originárias senão de Deus e só se tornam acessíveis ao homem por iluminação - através da intervenção doMestre interior, i. é, o próprio Deus - pelo que o conhecimento da Verdade se apresenta como produto de uma graça divina que apenas se pode dar em virtude de uma abertura da vontade para a fé, a partir da qual se deve orientar para o bem e o amor genuíno de Deus. Só depois de alcançado esse estado de contemplação da verdade divina pode, finalmente, o indivíduo assegurar a bem-aventurança, a felicidade e a salvação que constituem o objetivo último da existência humana.


No sistema agostiniano, as Ideias divinas, além de serem consideradas princípio gnosiológico, surgem como princípio ontológico, uma vez que correspondem ao projeto do universo na mente de Deus.

Na geração do mundo, Deus opera em três registos:

- cria, a partir do nada, a matéria, que, no entanto, não existe por si mas em virtude de uma permanente doação de ser por parte de Deus;
- reproduz os arquétipos ideais - havendo a distinguir os entes espirituais, imortais, criados já na sua forma final, dos entes materiais, cujo desenvolvimento explica pelo recurso às razões seminais, elementos formais dinâmicos que constituem na matéria o longínquo reflexo das Ideias divinas;
- cria o tempo - remetendo Deus para uma instância completamente exterior à temporalidade, deixa para o tempo, com início (o Génesis) e fim (o Juízo Final), a marca da contingência e da precaridade.
Santo Agostinho, que ficou conhecido como «Doutor da Graça», morreu em 430 em Hipona, onde havia sido sagrado bispo. As suas investigações, pioneiras na análise da metafísica da experiência interior, influenciaram decisivamente o percurso posterior do pensamento filosófico.
Fontes: Infopédia
wikipedia (imagens)

Detalhe de "Agostinho ensinando em Roma" de Benozzo Gozzoli
Manuscrito da Cidade de Deus, a obra mais famosa de Agostinho.Início do século XV, atualmente na Biblioteca Nacional da Holanda
Conversão de Agostinho.
1756. Por Charles-Antoine Coypel, actualmente no Palácio de Versalhes, em França


https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/11/13-de-novembro-de-354-nasce-agostinho.html?fbclid=IwAR253qynUn5d_5Mx6is7O7KrjfOKTUElnE4yRmwL5H-rFpVN-6KSM4tfFg0
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10/11/2018

7.493.(10noVEMbro2018.9.9') Friedrich Schiller

Nasce a 10noVEMbro1759
e morreu a 9mAIo1805
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In Maria Stuart
"Todos julgam segundo a aparência, ninguém segundo a essência."
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http://www.citador.pt/frases/citacoes/a/friedrich-von-schiller
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9mAIo1805...morre Friedrich Schiller, poeta e dramaturgo alemão...

 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/05/09-de-maio-de-1805-morre-friedrich.html?spref=fb&fbclid=IwAR2HyowMhAjIqtKb9m8loM-xfxiwnAx0xw6deIAz-kiBN2ra5Z2BEydHO_I
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10 de Novembro de 1759: Nasce Friedrich Schiller, poeta e dramaturgo alemão.

Johann Christoph Friedrich von Schiller, poeta e dramaturgo alemão, nasceu em Marbach (Württemberg), em 10 de novembro de 1759, e morreu em Weimar, no dia 9 de maio de 1805.

Contra vontade, faz os seus estudos superiores, cursando Medicina, e chega a ser médico militar. De espírito exaltado, e ainda influenciado pelos escritos do historiador e filósofo francês Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), defende e propaga ideias verdadeiramente anárquicas, o que o obriga a uma vida errante. Por desobediência às leis do país, com saídas não autorizadas para o estrangeiro, é preso e impedido de escrever, motivo por que resolve fugir para Mannheim.A sua ânsia de liberdade revela-se, com exaltação, na sua primeira obra, que ele escreve aos 21 anos, o drama Os Salteadores (1780), que tem uma estreia ruidosa no Teatro Nacional de Mannheim e torna o seu autor conhecido no mundo do teatro.

Ainda do período da sua juventude irrequieta são a sátira Intriga e Amor (1784) e os dramas Conspiração de Fiesko (1783) e Dom Carlos (começo) (1783), em que faz a apologia do republicanismo humanista e que lhe granjeia o título decidadão francês.

Em 1783-84 exerce o lugar de poeta dramático em Mannheim, mas a sua situação financeira entra em declínio, de que é salvo por um amigo que lhe garante a subsistência durante os anos de 1785 a 1787, que ele passa em Leipzig e Dresden.

Em 1787 conclui o drama Dom Carlos e faz a sua mudança para Weimar. Logo em 1788 escreve para a revista Rheinische Thalia o conto O Visionário.

Dedica-se então a trabalhos sobre temas históricos e publica, também em 1788, a História da Queda dos Países Baixos, o que lhe proporciona um lugar de professor na Universidade de Jena, tendo feito a sua entrada naquela universidade com uma conferência subordinada ao título: Que significa e com que finalidade se estuda História Universal?

Em 1790 casa com Charlotte von Lengefeld.

A propósito da publicação da sua História da Guerra dos Trinta Anos (1793) foi-lhe concedida uma bolsa de estudo, na Dinamarca, para o estudo intensivo do filósofo alemão Immanuel Kant (1724-1804), pelo que teve de se ausentar para aquele país.Em 1794, já de novo em Weimar, dá-se a aproximação e estabelece-se a amizade com o escritor Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832) e começam os trabalhos dos dois poetas para revistas de literatura e arte. Schiller publica algumas baladas: O Mergulhador e Os Grous do Íbico.

Em 1799 publica a trilogia dramática Wallenstein, a que se seguem trabalhos de índole filosófica como Cartas Filosóficas de Júlio e Rafael, O Ideal e a Vida, Os Artistas, Canção do Sino e Sobre a Educação Estética do Homem (1793), em que o poeta exprime os seus conceitos de estética e moral.

Através de todas as obras de Schiller está presente a ideia da liberdade, que toma forma nova, ao mesmo tempo que ele próprio passa a ter um espírito novo. Na sua juventude era a luta pela liberdade «física» que o preocupava; na sua idade madura é a liberdade «ideal» que o inspira para a construção das suas grandes obras.

Mas, apesar de a estrutura de Wallenstein e a de Maria Stuart serem obra de mestre, Schiller não está satisfeito: a sua preocupação dominante é agora construir um drama em verso que, em contexto histórico, dê forma ao conflito trágico entre as personagens, no seu encadeamento geral, e a sua determinação de conquistar a liberdade moral, o que só é possível na queda ou na renúncia abnegada.

Em satisfação deste seu desejo, Schiller escreve, nos últimos anos da sua vida, as três obras de maior significado de toda a sua atividade literária: A Donzela de Orleães (1801), com a qual cria a tragédia romântica; A Noiva de Messina (1803), através da qual restabelece o coro do teatro antigo; e Guilherme Tell (1804), com o qual institui o drama popular como festival.

Schiller morreu em 1805 e com ele o expoente máximo da história do teatro alemão.
Fontes: Infopédia
wikipedia (imagens)


Friedrich Schiller, retrato de Ludovike Simanoviz(1794)
Retrato de Friedrich Schiller por Gerhard von Kügelgen
 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/11/10-de-novembro-de-1759-nasce-friedrich.html?fbclid=IwAR1eYiQn5pYgpKOMlQL1_u69H12mDFgbYQ5xxWyPp1X4Se7hgK0Fju2A3CU
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08/11/2018

8.963.(8noVEMbro2018.10.01') Druidismo...Druísmo... Druidas...

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Reencarnação

4
Sumário
Antecedentes Históricos

O sebenita Manethon afirmava que a reencarnação era também
dogma fundamental da religião egípcia. Eis o que revela o Papiro Anana
(1.300 a.C.):
“O homem retorna à vida várias vezes, mas não se
recorda de suas prévias existências, exceto algumas vezes em
um sonho, ou como um pensamento ligado a algum
acontecimento de uma vida precedente. Ele não consegue
precisar a data ou o lugar desse acontecimento, apenas nota
serem-lhe algo familiar. No fim, todas essas vidas ser-lhe-ão
reveladas
.
Há referências históricas que mencionam idade ainda mais remota
(3.000), acerca da palingenesia ente os egípcios. Eis o que se inseria em
antiquíssimo papiro:
“Antes de nascer, a criança já viveu; e a morte não é
o fim. À vida é um evento que passa como o dia solar que
renasce
.
Dir-se-ia que o autor dessa ancestral sentença colheu conhecimentos
a respeito da reencarnação, observando as recordações de vidas passadas
manifestadas por crianças. Este, por sinal, é o método básico que foi
utilizado, na modernidade, por H.N. Banerjee e Ian Stevenson.
O Druísmo-Etnografia
Os druidas não eram um povo politicamente organizado. Integravam
a estrutura social dos celtas, habitantes da Gália que, na antiguidade,
compreendia as regiões entre o Reno, os Alpes, o Mediterrâneo, os Pirineus
e o Atlântico
Os celtas foram os primeiros habitantes da Gália.
Suas migrações se
realizaram, sucessivamente, entre 1.200 e 150 anos antes do Cristo, a partir,
pois, da Idade do Bronze. Os romanos chamaram esse povo de gauleses,
que se confundiu, com o passar
dos anos, com os
autóctones. Eram
excelentes agricultores, inventores
da primeira ceifadeira e do arado de
soco de ferro e de técnicas de fertilização desconhecidas do mundo greco
-
romano.
A história política da Gália pré
-
romana é agitada por uma série de
intermináveis disputas. Essas divisões favoreceram a conquista romana. A
primeira intervenção latina aconteceu em 154 a.C., a pedido de Massália
(Marselha), para expulsar as tribos lígures vizinhas. Mais tarde, após
marchas e contra
-
marchas (58
-
51 a.C.), C
ésar conquista a região,
destacando
-
se a batalha de Vercingetorix. A Gália foi dividida em três
províncias: Aquitânia, Céltica ou Lionesa e Bélgica, dirigidas por três
legados e submetidas a um perfeito residente, em Lyon No século VI,
a Gália reconhecia a dominação dos francos.
6
Os Druidas
A casta sacerdotal celta se dividia em três tipos:
OS DRUIDAS propriamente d
itos, a cúpula da hierarquia. Eram
encarregados da ordem metafísica do Saber. Eram os guardiães das coisas
sagradas, cumprindo as funções de magistrados e mestres.
OS BARDOS, chamados
filia
na Irlanda, eram os poetas. Cantavam
e recitavam, mas não escrevia
m. Acompanhavam os guerreiros em
combate, animando
-
os com seus hinos de guerra. Os bardos irlandeses se
dividiram numa multidão de ramos especializados que iam desde o
CRUITERE
-
executantes de melodias mágicas que faziam chorar, rir,
dormir e, até, morrer
-
e até o DEOGBÁIRE, os encarregados de servir as
bebidas alucinógenas.
Os adivinhos eram os VATES (gauleses)
e os FAITH (irlandeses),
encarregados da ordem física do Saber. Magos e Médicos praticavam curas
com plantas. Às práticas adivinhatórias
eram feitas por mulheres. Previam o futuro, acalmavam as tempestades, domavam os ventos e se
transformavam em animais. Eram as DRUIDESAS,
Os druidas viviam no seio de comunidades onde transmitiam a um
número limitado de iniciados a Doutrina Secreta. César
informa que esses iniciados aprendiam de memória um grande número de versos, em um ciclo
de aprendizado que durava anos.
Todo o ensinamento era transmitido por via oral, embora os druidas conhecessem a escrita
-
utilizavam o alfabeto grego e a escrita ógmica,
parecida com os caracteres germânicos. Esse conhecimento oral era
transmitido de geração a geração, enriquecendo-se com experiências que iam sendo adquiridas.
.
7
A Influência Mágica da Árvore

Os druidas admitiam a magia da árvore. Sobre a madeira do
a
velaneiro e da sorveira realizavam misteriosas operações mágicas. No
texto, árvore da família das taxáceas, gravavam
-
se símbolos ógmicos, A
macieira era considerada a árvore da ciência. Às maçãs simbolizavam, a
imortalidade e a sabedoria. Entretanto,
o car
valho assumia grande
importância entre os druidas. Nessa árvore de madeira de lei, nasciam os
cogumelos sagrados (cogumelos agáricos), que provocavam estados de
alucinação comparáveis àqueles experimentados pelos xamãs da Sibéria.
Os druidas acreditavam na
unidade de Deus e nas vidas sucessivas.
Em Guerra das Gálias, César elucida:
“Uma crença que eles procuram sempre estabelecer é
a de que as almas não perecem e que, depois da morte
,
passam de um corpo para o outro
.
Os druidas ensinavam que há três
ciclos:
1º O de Ceugant que pertence a Deus;
2º O
de Guynfid ou morada da felicidade;
3
o
O de Abred, ou ciclo das viagens, em que se incluem a Terra e
outros planetas.
.
9
A Tradição Atlante
9
Os Romanos
10
O Panteão Romano
12
Palingenesia Entre Os Gregos
13
Zohar
-
O
Ensino Secreto
Dos
Judeus
15
A Era Crístã
17
Conversa
Com
Nicodemos
18
O Julgamento Das Acções Humanas

21
Os Vários Mundos Na Escala Evolutiva
22
As Pesquisas Do Dr, Ian Stevenson
25
Sonhos Recorrentes, Déjà Vu E Marcas De Nascença
29
As Marcas Começam A Sangrar.
.
32
A Nossa Experiência
34
Quanto Tempo Ficamos Mortos?

36
A Regressão Hipnótica
37
A Reencarnação e a Dactiloscopia
42
Os Espíritos e a Vida No Além
44
Sugestão de Leitura
47
 http://bvespirita.com/Reencarnacao%20-%20Uma%20Questao%20de%20Bom%20Senso%20(Carlos%20Bernardo%20Loureiro).pdf
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Via Susana Duarte
O Druidismo é uma das mais antigas tradições espirituais da Europa, que honra a Natureza e a Terra Mãe. Em Portugal, a Ordem dos Bardos, Ovates e Druidas (OBOD), tem a sua casa em Sintra, na Casa do Fauno.
Portugal Culto e Oculto - 3º episódio, quarta-feira às 23:03 na RTP2
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6.481.(8noVEMbro2018.9.9') Raios X...Wilhelm Roentgen...

Wilhelm Roentgen
Nasceu a 1845
e morreu em 1923
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 O Dia Mundial da Radiologia celebra-se a 8 de novembro pois foi neste dia que se descobriram os raios X.
Os raios X foram descobertos em 1895 pelo físico alemão Wilhelm Conrad Roentgen.
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08 de Novembro de 1895: O Físico alemão Wilhelm Roentgen descobre os raios X

Foi no dia 8 de Novembro de 1895 que o físico alemão Wilhelm Conrad Roentgen (1845-1923) se tornou a primeira pessoa a observar os raios X, um significativo avanço científico que beneficiaria enormemente uma variedade de campos de conhecimento, especialmente na medicina, por fazer visível o invisível.



A descoberta de Roentgen ocorreu acidentalmente, no seu laboratório de Wurtzburg, na Alemanha. O cientista examinava se os raios catódicos poderiam propagar-se fora do tubo, o que não era fácil de se ver devido à intensa luminosidade. Roentgen então envolveu o tubo com uma capa de papelão preto enquanto aplicava descargas eléctricas. Acostumado à visão no escuro, o físico percebeu que um cartão de cianureto de bário brilhava levemente durante as descargas. Notou também que os raios catódicos não saíam do tubo, não sendo responsáveis pelo fenómeno.



Roentgen especulou que um novo tipo de raio podia provocar o brilho. Nos dias seguintes, passou a investigar outras propriedades dos novos raios, que designou provisoriamente de "raios X", valendo-se da letra usada na matemática para designar a incógnita. Apesar de virem a ser conhecidos como os "raios de Roentgen", o cientista sempre preferiu modestamente a designação de raios X.



Num dado momento, quando investigava a capacidade de distintos materiais de deter os raios, Roentgen percebeu que o chumbo tinha essa característica. Deparou-se então com a primeira imagem radiográfica.



Os raios X são ondas de energia electromagnética que agem de maneira similar aos raios de luz, porém com comprimentos de onda aproximadamente mil vezes mais curtos do que o da luz.



Roentgen realizou uma série de outras experiências a fim de melhor compreender a sua descoberta. Constatou que os raios X penetravam na carne humana, mas não em substâncias mais densas, como os ossos, e que poderiam ser fotografados.



O artigo original de Roentgen, "Ueber Eine Neue Art von Strahlen” (Sobre uma nova espécie de raios), foi publicado 50 dias depois, em 28 de Dezembro. Graças à sua descoberta, o pesquisador foi premiado com o primeiro Nobel de Física, em 1901, "em reconhecimento pelos extraordinários serviços que prestou para a descoberta dos notáveis raios que levam o seu nome". A exemplo do que faria Pierre Curie anos mais tarde, Roentgen jamais registou qualquer patente relacionada com a sua descoberta.



Mais tarde, a descoberta foi considerada um milagre da medicina. Os raios X logo se tornaram um importante instrumento de diagnóstico, permitindo aos médicos ver o interior do corpo humano pela primeira vez sem a necessidade de cirurgia. Roentgen é considerado hoje o "pai da radiologia de diagnóstico", a especialidade médica que utiliza imagem para o diagnóstico de doenças.

Contudo, os cientistas - que logo perceberam os imensos benefícios dos raios X - demoraram a compreender os efeitos danosos da radiação. Acreditava-se inicialmente que os raios X passassem pela carne humana sem provocar malefícios como a luz. Entretanto, anos depois, pesquisas começaram a relatar casos de queimadura de tecidos da pele após exposição aos raios X. Graças a isso, foram criados diversos procedimentos de segurança, como o uso de aventais de chumbo por radiologistas quando accionam aparelhos de radiografia.

Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)
Wilhelm Conrad Röntgen
Laboratório de  Roentgen na Universidade de Würzburg (1895)
https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/11/08-de-novembro-de-1895-o-fisico-alemao.html?fbclid=IwAR3M_hmGm3JYXaaU-zpCoNq1NI_yRqI7FRQRF5oHTavKgVDiZDo9cZByY8k
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27 de Março de 1845: Nasce o cientista alemão Wilhelm Conrad Röntgen, primeiro Nobel da Física , pela descoberta dos Raios X.

No dia 27 de Março de 1845 nasce na Alemanha o físico que causaria uma revolução nas ciências ao descobrir que a radiação pode atravessar substâncias opacas à luz comum.
O físico alemão Wilhelm Conrad Röntgen estudou na Holanda e na Suíça, licenciando-se em Zurique. Pela descoberta dos raios X, em 1901, foi o primeiro a receber o Prémio Nobel de Física.
Röntgen interessou-se pela Física após haver estudado engenharia mecânica. Em Novembro de 1895, já trabalhando como professor da Universidade de Würzburg, na Alemanha, observou um fenómeno surpreendente ao fazer experiências com um tubo de raios catódicos.
Sabia-se, na época, que certos materiais emitiam luz quando expostos a raios catódicos. O tubo de raios catódicos tinha sido inventado pelo inglês William Crookes (1832-1919) anos antes. Era um tubo de vidro, dentro do qual um condutor metálico aquecido emitia electrões – os raios catódicos – em direcção a outro condutor.
Quando Röntgen ligou o tubo, uma placa de material fluorescente – bário – brilhou. Ele desligou o tubo e o brilho desapareceu. O brilho persistiu quando Röntgen colocou um livro e uma folha de alumínio entre o tubo e a placa. Alguma coisa saía do tubo, atravessava barreiras e atingia a placa de bário.
Röntgen concluiu que o tubo emitia, além dos raios catódicos, algum tipo de radiação desconhecida. Por isso deu-lhe o nome provisório de raios X. Ele preferiu aperfeiçoar as suas experiências antes de divulgá-las. Em menos de dois meses, havia acumulado conclusões suficientes para publicar os resultados a que tinha chegado.
Em Dezembro, fez a radiação atravessar a mão da sua esposa, Bertha, durante 15 minutos. Do outro lado, colocou uma chapa fotográfica. Depois de revelá-la, viam-se nela os contornos dos ossos da mão: era a primeira radiografia da história. A imprensa noticiou o facto com destaque em 5 de Janeiro de 1896.
A descoberta de Röntgen fez enorme sucesso na medicina, porque permitia, pela primeira vez, observar o interior do corpo mantendo-o intacto. Nesta época, ainda não se sabia que estes raios, em excesso, podem prejudicar o organismo. Ao usar os raios X nas suas pesquisas, o físico francês Becquerel, alguns meses mais tarde, descobriu a radioactividade.
Röntgen recusou um título de nobreza que lhe foi oferecido e preferiu não patentear qualquer aparelho ou processo relacionado com os raios X, pois desejava que a humanidade beneficiasse da sua descoberta.
Sem ela, não conheceríamos as estruturas das moléculas, não haveria esperanças de curar o cancro, não teríamos informações importantes sobre o interior de uma série de organismos (inclusive das múmias), nem poderíamos ver as explosões do Sol.
Os raios X são ondas electromagnéticas de comprimento muito curto, cerca de um milhão de vezes menor do que 1 milímetro. As técnicas de detecção de imagem por raios X propiciaram a descoberta da ressonância magnética, da ultra-sonografia e da medicina nuclear. A tomografia computadorizada, uma super evolução do raio X, equivale a cerca de 130 mil radiografias.
Fontes: DW
wikipedia (imagens)
 File:Roentgen2.jpg
Wilhelm Conrad Röntgen

File:Nobel Prize diplom Wilhelm Conrad Röntgen.jpg
Diploma do Prémio Nobel  de Wilhelm Conrad Röntgen
 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/03/27-de-marco-de-1845-nasce-o-cientista.html?spref=fb&fbclid=IwAR0Z727_KgRUVYoT-TFY1vOS0GmCGptYwfiZeWKPkAtjCKHwRu9K3FqOXcc
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06/11/2018

6.250.(6noVEMbro2018.9.9') Petr Ilitch Tchaikovski

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nasceu em 1840...Votkinsk...Rússia
e morreu a 6noVEMbro1893...São Petersburgo
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06 de Novembro de 1893: Morre, em São Petersburgo, o compositor russo Petr Ilitch Tchaikovski

Compositor russo, nasceu em 1840, em Votkinsk, na Rússia, e morreu em 1893, em São Petersburgo. Ficou célebre pela inspiração melódica dos seus trabalhos e pela sua orquestração. É considerado o "pai" do ballet clássico, como o demonstrou com o Lago dos Cisnes, com o Quebra-Nozes e com a Bela Adormecida.
Só com vinte e um anos é que despertou para a arte dos sons, depois de terminar o curso de Direito e de já se encontrar a trabalhar no Ministério da Justiça russo. A partir daí, resolveu dedicar-se inteiramente à música. Em 1862, ingressou no Conservatório de Música de São Petersburgo e, dois anos depois, compôs uma abertura baseada na peça de Aleksandr Ostrovsky, The Storm, que revelou o seu estilo musical. Em 1865, o irmão de Rubinstein ofereceu-lhe o cargo de professor de harmonia no Conservatório de Moscovo. Depois desse momento, começou a dedicar-se à composição. Após um breve contacto com Mili Balakirev e com o "Grupo dos Cinco", viveu um período de intensa criatividade, em que compôs uma boa parte das suas obras mais importantes. Mas esse esforço tão intenso acabou por originar uma grave doença nervosa.
Entre as várias obras que compôs destacam-se Symphony N.º 1 in G Minor (Winter Dreams), Opus 13 (1866); a fantasia Romeo and Juliet (1869); a ópera cómica Vakula the Smith (1874); Symphony N.º 4 in F Minor, Opus 36 (1877); a ópera Eugene Onegin (1877-78), baseada no poema de Aleksandr Pushkin; Piano Sonata in G Major, Opus 37 (1878); o trabalho para orquestra Suite N.º 1 in D Minor, Opus 43 (1878-79); The Maid of Orleans (1878-79); Violin Concerto in D Major, Opus 35 (1878); Serenade For Strings in C Major, Opus 48 (1880); Capriccio Italien, Opus 45 (1880); 1812 Overture, Opus 49 (1880); Manfred Symphony, Opus 58 (1885); a ópera A Rainha de Espadas (1888); o bailado A Bela Adormecida (1890) e Symphony N.º 5 in E Minor, Opus 64 (1888).
Tchaikovski morreu depois de a apresentação da Symphony N.º 6 in B Minor, Opus 74 (1893), que considerou a sua obra-prima, ser um verdadeiro fracasso. Na altura, pensou-se que a sua morte teria sido causada pela cólera, mas, na segunda metade do século XX, segundo várias investigações, concluiu-se que ele se teria suicidado, devido ao fracasso da sua última obra.
Petr Ilitch Tchaikovski. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012.
wikipedia (Imagens)
  

Petr Ilitch Tchaikovski em 1863
File:Tchaikovsky 1906 Evans.PNG

Petr Ilitch Tchaikovski
File:Sleeping beauty cast.jpg

 O elenco original de "A Bela Adormecida"1890
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https://www.youtube.com/watch?time_continue=40&v=tNrojKaQSRE
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https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/11/06-de-novembro-de-1893-morre-em-sao.html?fbclid=IwAR3eOermoLVXA7a6_oM6LwGTLVRJVKpOBynG7X95ey3Xv9Xatig_QmehDnw
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