06/07/2018

8.056.(6jul2018.10.55') José Relvas...Casa dos Patudos...Alpiarça...

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Nasceu a 5mar1858 na Golegã
e morreu a 31ouTUbro1929 em Alpiarça
teve a infelicidade de ver 2 filhos morrerem com a febre tifóide
e o 3º ter-se suicidado
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o EXTRAORDINÁRIO ESPÓLIO em pintura  e... que deixou à Câmara de Alpiarça!!!
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amizades com os grandes José Malhoa, Columbano
arq. Raul Lino fez a casa dos Patudos e criou vários móveis/candelabros...(o mesmo do prédio onde trabalhei os últimos anos: CFAE)
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Leu a proclamação da República
na varanda da Câmara de Lisboa
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Inconstante ou não gostou da actividade política?
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biografia de José Relvas
Filho de Carlos Relvas, cavaleiro tauromáquico, granadeiro e fotógrafo e de Margarida Amália de Azevedo Relvas. José Relvas herdou do pai uma educação de elite e um vasto conjunto de propriedades agrícolas ocupando-se da sua gestão.

Após duas décadas, tornou-se um dos mais abastados agricultores da região, uma voz respeitada na defesa dos interesses da viticultura ribatejana e um critico das políticas agrícolas.
O interesse de José Relvas pelo Republicanismo surgiu, em consequência de uma reacção política, provocada por uma intervenção do governo de João Franco no regime de privilégios do vinho do Porto.
No Ribatejo, Relvas dirigiu comícios de grande dimensão, liderando o descontentamento dos agricultores ribatejanos pelas medidas de protecção ao vinho licoroso do Douro.
Alpiarça foi uma das sedes de protesto e José Relvas deu “voz” a essas mesmas.
Em Abril de 1908, presidiu à 1ª sessão do Congresso do Partido Republicano, realizado em Coimbra, após o regicídio, no qual se deu um confronto estratégico entre os defensores de tomada de poder por via gradualista e adeptos da via revolucionária.
Em 1909,ganhou o Congresso realizado em Setúbal sustentando as ideias dos defensores da via revolucionária. Após a vitória no Congresso de Setúbal, destitui o antigo Directório e recebeu autorização dos congressistas para preparar a revolução.
Relva tem igualmente uma participação importante nas operações de 3 a 5 de Outubro de 1910 pois, assumiu o comando político da revolução a partir do “quartel-general” do jornal “ A Luta”. Coube a José Relvas anunciar a queda da monarquia e a constituição de um Governo Provisório, da varanda dos Paços do Concelho de Lisboa.
Posteriormente, a 11 de Outubro de 1910 é nomeado para o Governo como Ministro das Finanças. Nesta área, a sua acção seria dominada pelo princípio da contenção da despesa pública. Teve uma importante participação na estabilização do mercado financeiro e foi o autor da reforma monetária que fez circular o escudo até à recente adopção do euro.
João Chagas, que teve influência na sua nomeação para o Governo Provisório, solicitou-lhe que ocupasse a legação em Madrid. José Relvas desempenhou pois as funções de embaixador em Madrid, entre Novembro de 1911 e princípios de 1914. Em Madrid, aplicou-se determinadamente a convencer as autoridades governativas e o próprio monarca, Afonso XIII, das vantagens de um bom relacionamento com as autoridades portuguesas e das intenções destas em separar qualquer divergência no plano político-ideológico da necessária convergência na estabilidade peninsular. Porém, José Relvas, tinha como objectivo desincentivar quaisquer tentações de a diplomacia espanhola procurar um quadro de relacionamento externo e contrário daquele em que Portugal se encontrava.
Em Setembro de 1912, Relvas viu concluído com êxito os seus esforços no sentido de celebrar um acordo de expulsão dos portugueses que em Espanha desenvolvessem actividades contra a legalidade constitucional em Portugal.
Em 1914, regressou a Portugal e ocupou o seu lugar de Senador por Viseu, funções que lhe cabiam desde a transformação da Assembleia Constituinte em Congresso. Em 1915, porém, considerando não existirem condições para exercer o seu mandato, afastou-se da política activa, mantendo-se porém junto de um pequeno círculo de reflexão e contacto políticos.
Aquando a queda do Governo Sidonista, foi chamado para organizar o Governo.
Aceitou o desafio, definindo duas metas: participar nas negociações internacionais que se seguiam ao armistício e apaziguar a situação política interna. Optou, assim, por um Governo de coligação, chamando os Sidonista moderados e os socialistas, além dos partidos republicanos.
Esta solução consolidaria a posição internacional do Governo e alargaria a base de apoio republicano na luta contra os monárquicos. Em ambos os casos, a fórmula foi bem sucedida.
O ano de 1919 seria igualmente devastador para Relvas no plano pessoal, com o suicídio de seu filho, Carlos. A partir de então, aplicou a sua energia no desenvolvimento das empresas (produção, transporte e comercialização de produtos agrícolas, designadamente vinhos) e na organização de uma vasta colecção de objectos de arte, porventura das mais significativas do período e certamente das mais valiosas de Portugal.



Bibliografia
Serra B. João. (2006). José Relvas e a Republica, disponível em URL: http://www.cidadeimaginaria.org

http://historia-geografia-portugal.wikispaces.com/Jos%C3%A9+Relvas
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 José Relvas


















Quem foi?José Relvas nasceu a 5 de Março de 1858, na Golegã e faleceu a 31 de Outubro de 1929, na casa dos Patudos, em Alpiarça. A Assembleia da República prestou-lhe homenagem em 2008. Era filho de Carlos Relvas e de D. Margarida Amália de Azevedo Relvas.
Matriculou-se na Universidade de Coimbra na faculdade de Direito, a qual só frequentou até ao segundo ano. Ao abandonar o seu curso anterior foi para o Curso Superior de Letras que concluiu em 1880.
Mais tarde (por volta de 1930), José Relvas juntou-se ao Partido Republicano por causa da crise política provocada pela chamada ao poder, por parte do rei D. Carlos e do ministro João Franco.
A 5 de Outubro de 1910, foi escolhido para proclamar a República, da varanda da Câmara Municipal de Lisboa. Escolheram-no porque era um membro do directório, e um dos dirigentes “mais antigos” do Partido Republicano Português
Foi Ministro das Finanças do governo provisório de 12 de Outubro de 1910 a 1911, sendo ele o responsável pela introdução da reforma monetária que criou o escudo.
Depois exerceu o cargo de Embaixador de Portugal, substituindo o Sr. Dr. Augusto Vasconcelos, em Espanha entre 1911 e 1914. Regressou a Portugal a fim de assumir o seu lugar no Senado que acabou por resignar em 1915.
José Relvas, nos anos seguintes, esteve muito afastado da actividade política dedicando-se aos seus negócios, até ter sido nomeado primeiro-ministro, a 27 de Janeiro de 1919, tendo exercido aquele cargo até 30 de Março do mesmo ano.

As suas obras:Escreveu…
• Conferência sobre questões económicas – feita no Centro Comercial do Porto em 1910, publicada e impressa na tipografia Bayard.
• Memórias políticas (2 volumes), Terra Livre, entre 1977 e 1978.
• Cartas de José Relvas a António Macieira, Câmara Municipal de Alpiarça, em 1981.
• O Direito Feudal – tese que José Relvas apresentou na prova final do curso.
• As Constituintes de 1911 e os seus deputados.

Bibliografia:
• http://1.bp.blogspot.com/_csva7PFVgLg/SH_iSdFu7WI/AAAAAAAABbo/BT1xj7ku9-0/s400/Jose_Relvas4.JPG
• http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_de_Mascarenhas_Relvas
• http://4.bp.blogspot.com/_dMk5Rmt0EyI/S5VKeMw8v9I/AAAAAAAAGY0/pXeIRvcnpBA/s320/JOS%C3%89+RELVAS1.jpg

Trabalho realizado por : Mafalda Gonçalves Nº 17 6ºD

http://cemanosderepublica.blogspot.com/2010/07/jose-relvas-quem-foi-jose-relvas-nasceu.html
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Fundação José Relvas em Alpiarça

 http://fundacaojoserelvas.pt/fundacaojoserelvas/wp-content/uploads/2016/08/Newsletter-1_2016-2.pdf
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Casa dos Patudos em Alpiarça
Museu Municipal
Casa onde viveu José Relvas
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 Documentário dedicado à Casa dos Patudos, em Alpiarça, obra do arquitecto Raul Lino e que pertenceu ao político republicano José Relvas. Aí se encontra o Museu onde se conserva o rico espólio familiar de Relvas, integrando além da sua importante biblioteca pessoal, obras de pintura e escultura de nomes como Malhoa, Columbano e Rafael Bordalo Pinheiro, Josefa de Óbidos, Teixeira Lopes e Soares dos Reis, bem como coleções de azulejaria, faiança, e outras artes decorativas.
 https://arquivos.rtp.pt/conteudos/casa-dos-patudos/
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 Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça
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domingo, 1 de maio de 2016


Peça do mês – Maio

                                                                         
 Narcisos

Óleo sobre Tela

S.d.

Sousa Lopes

72,1 cm x 42,8 cm

CP – MA

Inv. Nº 84.692

O pintor Sousa Lopes Nasceu em Leiria em 1879. Formou-se na Academia de Belas Arte de Lisboa e foi bolseiro em Paris onde estudou com Fernand Cormon. Expôs em 1906, 1907 e 1912 no Salon de Paris. Durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) foi artista oficial do Corpo Expedicionário Português, período que inspirou a sua produção pictórica posterior. Destaca-se seguidamente com a sua pintura de cariz modernista, embora sem integrar o movimento. Sousa Lopes foi Director do Museu Nacional de Arte Contemporânea de 1929 a 1944, sucedendo a Columbano Bordalo Pinheiro.

A pintura Narcisos representa uma mulher com flores de narciso apanhando o seu cabelo. A figura feminina está representada de perfil, encostada ao que poderá ser uma parede, sobre a qual a luz de frente, fazendo parecer que esta se posiciona em frente a uma janela, através da qual a mulher olha.

A luz reflecte-se no seu corpo e roupas, fazendo destacar-se o tecido vermelho que segura com a mão. O tecido envolve o seu corpo, descaindo do seu ombro, revelando as suas costas e parte do seu vestido azul.

A paleta cromática é vibrante e contrastante, especialmente devido aos efeitos de luz e sombra criados pelo artista. A expressão da mulher é pensativa e de contemplação.

http://casadospatudos.blogspot.com/
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a irmã de José Relvas...

O grande amor de Clementina Relvas, irmã de José Relvas


 Um pouco da história de Clementina Relvas (irmã de José Relvas) 



Clementina Relvas
ESTÓRIAS DA HISTÓRIA

Carlos Relvas (na Golegã) e José Relvas ( em Alpiarça), pai e filho, têm uma história familiar que daria um extraordinário filme se Hollyood soubesse deles. Não deu filme mas deu romance: Alves Redol ter-se-á inspirado numa lenda ligada à vida de Carlos Relvas para o enredo amoroso desse belíssimo e esquecido "Barranco de Cegos".
Há dias revi a casa-ateliê de fotografia de C. Relvas, na Golegã e recordei parte dessa história. Edifício lindíssimo de conteúdo relevante para a história da fotografia mundial. O lado escandaloso, porém, nunca é referido, o que está certo para a memória dos mortos que já não podem justificar-se mas deixa a salivar o instinto mórbido do visitante.
«Chamo-me Rita Correia Relvas e o meu Bisavô Chamava-se Alfredo da Costa Relvas casado com Ana Maria Miranda. Tiveram três filhos, Leopoldina Miranda Relvas, António Miranda Relvas e Luís da Costa Relvas. O avô deles Chamava-se António Nunes da Costa, tendo adoptado o apelido Relvas depois de ter trabalhado na casa de Carlos Relvas (Fotógrafo) na Golegã. Baptizou os seus filhos com o apelido "da Costa Relvas". Foi assassinado na Golegã a mando de Carlos Relvas por se ter envolvido com a sua filha Clementina Mascarenhas Relvas, já prometida para casamento com um descendente da família Costa Alemão. Foi encontrado passados muitos anos, aquando da construção do Tribunal da Golegã, emparedado numa propriedade da família Relvas. Foi identificado por um anel de ouro, oferecido por Clementina,com as suas iniciais e com o símbolo de um Joker, umas vez ser essa a função que desempenhava. Esta é a verdadeira origem do apelido Relvas na família Costa Relvas.
Surpreendeu-me a desfaçatez e este inútil desenterrar de esqueletos. Nem Carlos Relvas foi apenas "um fotógrafo" nem se percebe como o pretenso prevaricador teria direito ao apelido da família por ele ofendida e que, a crer nesta bisneta, teria sido assassinado e emparedado na casa do pai de Clementina.
Carlos Relvas e os filhos existiram, sim, e um deles, José Relvas, foi o célebre republicano que viveu na Casa dos Patudos de Alpiarça, que fez parte do Directório que preparou a implantação da República, e que a proclamou à varanda do Município de Lisboa, em 5 de Outubro de 1910.

Carlos Relvas, a mulher Margarida Relvas e os filhos: José, Francisco e Clementina.

Infelizmente é pelo desenterrar de esqueletos, mesmo por vezes dolorosa, que se aprofunda a verdade histórica

Como descendente da família Relvas (Carlos Relvas é meu tetravô), não pude deixar de comentar. Há, de facto, diversos descendentes de Carlos Relvas, embora nenhum já por varonia, pois a única descendência provêm por via feminina de sua filha Margarida. Há uma espécie de lenda sobre os amores da outra filha Clementina, algumas apontando para o facto de um servidor da Casa Relvas ter sido morto a seu mando por se ter relacionado com a infeliz rapariga. Parece que a sua vida não terá sido muito normal, contando-se a história de ser vista a pedir em Lisboa. No entanto, são histórias que nunca ouvi confirmadas. O que parece ter de facto acontecido foi esta menina ter sido repudiada por seu marido. Talvez um dia consiga revelar esta trama, de tantas outras que se teceram sobre esta romântica família, em que vários dos seus membros se destacaram por gloriosas virtudes e feitos, mas também por outras histórias mais ou menos trágicas.



"Mas de Carlos Relvas não há descendentes directos. Os 3 netos filhos do Homem da República morreram todos uns menores, o maior pelo suicídio."
Talvez não seja bem assim. José Relvas teve relações extra conjugais e a minha família mantém um mistério de há 3 gerações... a comprovar-se quem escreve estas linhas é o trineto deste senhor, não só em descendência directa como de uma filha mais velha (nascida a 1881) do que os filhos oficiais...


 Realmente é verdade essa história triste. Felizmente Carlos Relvas é mais conhecido pelo seu legado artístico que por ter sido um assassino, ter deserdado a filha mais velha e tê-la deixado a apodrecer a pedir numa igreja de Lisboa lá para os lados do Chiado. Clementina pagou caro o seu amor pelo Costa. Mentalidades… Quanto aos nomes Relvas, há muitos... Mas de Carlos Relvas não há descendentes directos. Os 3 netos filhos do Homem da República morreram todos uns menores, o maior pelo suicídio. A haver descendentes seriam apenas os seus netos filhos da filha mais nova Margarida Relvas Navarro (pelo casamento com Alberto Navarro, um médico do norte) que herdou todas as propriedades para os lados de Riachos/Torres Novas. José Relvas o republicano, separou-se do pai e saiu da Golegã para Alpiarça devido ao segundo casamento do pai. Carlos Relvas casou pela segunda vez a pouco mais de um ano da morte da sua mulher Dona Margarida Relvas, adorada pelo povo da Golegã. Esse 2º casamento odiado, com uma mulher já também viúva de outros casamentos, obrigou a partilhas em vida e a mais separações... C. Relvas transforma então a Casa-Estúdio em habitação e passa lá a viver com a segunda mulher. Finalmente essa mulher novamente viúva depois da morte de Carlos Relvas, destrói, vende ou faz desaparecer a maior parte do património fotográfico, nomeadamente os nús femininos de Relvas que deveriam ser numerosíssimos. Salva-se finalmente a acção da filha (apenas filha dessa segunda mulher) que herdou a Casa-Estúdio de Relvas e depois de anos de destruição e abandono, fez então uma doação do edifício à Câmara. É assim... 

NR: Recolhas levadas a efeitos pelo JA. 
Fontes: http://aorodardotempo.blogspot.pt/
http://sertaprincesadabeira.blogspot.pt http://jornalalpiarcense.blogspot.com/2014/03/o-grande-amor-de-clementina-relvas-irma.html
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9.154.(6jul2018.10.22') Ricardo Camacho...A Sétima Legião...

Nasceu na Madeira em 1954
e morreu a 4jul2018...cancro no pulmão...Lovaina...Bélgica
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Ricardo Camacho (1954-2018): o discreto 'arquiteto' da modernidade pop portuguesa dos anos 80




Ricardo Camacho foi um dos importantes pilares da modernidade que a música portuguesa começou a desenhar na década de 80, quando, já em ambiente de total liberdade conquistada com o 25 de Abril, uma nova geração começou a sacudir a mentalidade “orgulhosamente só”, a assumir que as canções não estavam obrigadas a serem espaços doutrinários e que a pista de dança podia também ser um espaço de liberdade
O músico começou, na verdade, por ser aspirante a médico quando chegou a Lisboa no arranque dos anos 70, vindo da Ilha da Madeira, onde nasceu em 1954. A primeira fase universitária não resistiu ao apelo da música, interesse que mantinha desde criança, quando iniciou estudos na Academia de Música da Madeira. Começou por trabalhar na rádio, foi realizador no programa 'Rock em Stock',de Luís Filipe Barros, e não demoraria a aproximar-se da Valentim de Carvalho.
“A primeira pessoa da música com que o Ricardo Camacho trabalhou fui eu”, recorda hoje à BLITZ Francisco Vasconcelos, atual diretor da editora de Paço de Arcos. "Ainda estudava e começou a trabalhar comigo na parte de Artista & Repertório Internacional. Ajudava-me a ouvir os discos que recebíamos, as maquetas, para planearmos as edições". Nesta editora trabalhava também, no arranque dos anos 80, Nuno Rodrigues, músico da Banda do Casaco à época a braços com um artista especial chamado António Variações. Camacho foi chamado a deixar o seu toque especial nos teclados no single de estreia de Variações, “Estou Além”, que tinha “Povo Que Lavas no Rio” no Lado B, e que chegaria às lojas em 1982.
Descrito por David Ferreira como “uma peça importantíssima na carreira de António Variações” (nas páginas da biografia do malogrado cantor, assinada por Manuela Gonzaga), Ricardo Camacho já tinha na altura trabalhado com os GNR e com Manuela Moura Guedes (é autor da música e toca no single 'Foram Cardos, Foram Prosas', que contava com letra de Miguel Esteves Cardoso) e sentia-se bastante próximo de uma vanguarda pop nacional: “Se a produção fosse minha tinha ido buscar o Tóli [César Machado] e o Vítor Rua, com quem estava mais habituado a trabalhar no âmbito dos GNR”, recordava Camacho à escritora Manuela Gonzaga, quando foi questionado sobre esse primeiro momento da discografia de Variações. “Entretanto ninguém parecia entender o que o António queria. E eu pedi: deixem-me ficar sozinho com ele, vão tomar um café. Ele queria fazer uma versão do 'Povo Que Lavas no Rio', o que era muito corajoso. Pegar numa coisa da Amália, já é corajoso, mas logo aquela! Eu pergunto-lhe, António, queres que isto soe como? E ele diz aquela frase emblemática: “entre Nova Iorque e a Sé de Braga”.
Um ano depois de Variações se estrear, Ricardo Camacho assegurou a produção de outro primeiro single, este a cargo de uma banda chamada Sétima Legião. 'Glória' era o primeiro sinal de uma novel aventura discográfica que procurava fazer a ponte entre a ainda incipiente pop nacional e as mais aventureiras propostas que iam chegando vindas de Manchester. A Fundação Atlântica, criada por várias pessoas, incluindo Pedro Ayres Magalhães, dos Heróis do Mar, e o jornalista Miguel Esteves Cardoso, contava igualmente com Ricardo Camacho a bordo desde o primeiro momento.
“Queríamos procurar alternativas ao rock português. Havia muita formatação criada pelas editoras. Havia exceções, claro, como os GNR ou o António Variações. Mas sentíamos que havia mais coisas assim e essas não tinham casa. O Miguel Esteves Cardoso tinha voltado de Inglaterra, onde observou o fenómeno das editoras independentes e se entusiasmou com esse modelo. Isso servia-me, porque nunca fui agarrado ao dinheiro. O Pedro também tinha um espírito muito independente e qualquer ideia que lhe permitisse mexer sem supervisão seria sempre atraente para ele”, recordou Ricardo Camacho à revista BLITZ em 2012.
Na Fundação Atlântica, Ricardo Camacho trabalhou em vários projectos, de Anamar e do Clube Naval aos Xutos & Pontapés – a quem produziu o histórico single de 1984 'Remar, Remar' / 'Longa Se Torna a Espera' –, mas o seu cruzamento com a Sétima Legião foi o que lhe rendeu a sua maior “pegada” no universo musical português. “Nós tínhamos tocado dois temas numa festa do segundo aniversário do Rock Rendez Vous e o Ricardo viu-nos e abordou-nos para trabalharmos com eles dizendo ‘isto é o meu sonho, uma banda assim’", contou Pedro Oliveira, vocalista da Sétima Legião, à BLITZ, em 2008.
Arquivo BLITZ Blitz A Sétima Legião nos anos 80. Ricardo Camacho é o terceiro a contar da direita 1
O sonho foi cumprido com "A Um Deus Desconhecido", o primeiro álbum da Sétima Legião, editado em 1984 pela Fundação Atlântica e já com Ricardo Camacho como membro de pleno direito. Sobre esse trabalho, o teclista haveria de se pronunciar mais tarde, em entrevista ao 'Público': “É um disco muito diferente de tudo o que se fazia na altura, que recuperava algumas coisas do passado mas que ao mesmo tempo estava completamente integrado no seu tempo.” Esse foi o início de um percurso muito particular na música portuguesa: os álbuns "Mar d’Outubro" (1987) e "De Um Tempo Ausente" (1989) fecharam a década de 80 em alta, graças aos sucessos radiofónicos de 'Sete Mares' e 'Por Quem Não Esqueci'. Os anos 90 trouxeram mais três lançamentos – "O Fogo" (1992), "Auto de Fé" (trabalho ao vivo de 1994) e "Sexto Sentido" (1999). Nesse período mais tardio da vida da Sétima Legião, a marca de Ricardo Camacho foi aliás ficando mais pronunciada no som geral da banda, aproximando-se de algumas experiências eletrónicas que iam rasgando novos terrenos no plano internacional, com um imaginativo uso do 'sampling'.
Para lá da Sétima Legião, Ricardo Camacho foi realizando trabalho pontual de produção, tendo inscrito o seu nome em fichas técnicas de trabalhos dos Diva ou dos Pop Dell’Arte e até dos Da Weasel – assinou, em 1997, ao lado de Amândio Bastos, uma remistura para o tema “Duia” do álbum "3º Capítulo".
Sobre o trabalho de Ricardo Camacho, pronunciou-se um dia António Sérgio nas páginas da BLITZ. O radialista, com quem Camacho haveria de colaborar, assinando o memorável indicativo de 'A Hora do Lobo' (programa de Sérgio na Comercial e depois na Best Rock entre o final dos anos 90 e o início dos 00),não se poupou nos elogios a 'Glória', o clássico primeiro single da Sétima Legião:“alguém me mostrou o tema num walkman ainda antes da edição e eu recebi-o com um rasgado entusiasmo, tal como acontecera com o primeiro single dos GNR. Foi em pleno e longo corredor da Comercial, e esperei apenas pela cópia para rodá-lo no 'Som da Frente'” recordou então o radialista, que acrescentaria ainda que “apesar de ter sempre dado grande apoio aos rockers nacionais, a Sétima trazia-me algo de fresco, de cosmopolita, o som hoje ‘roufenho’ ligava-nos irremediavelmente ao que de melhor nos chegava das Ilhas Britânicas e aquela capa era sem dúvida muito ‘savilliana’”. Para António Sérgio aquele era, definitivamente, o nosso som da frente, a nossa grande marca de vanguarda pop. E muito graças ao trabalho de Ricardo Camacho.
Ricardo Camacho (1954-2018): o discreto 'arquiteto' da modernidade pop portuguesa dos anos 80 
  © Adriana Freire Ricardo Camacho (1954-2018): o discreto 'arquiteto' da modernidade pop portuguesa dos anos 80 O teclista voltou a pisar os palcos com a Sétima Legião em 2012, celebrando, no Coliseu dos Recreios três décadas de uma história singular. Na ocasião, Mário Rui Vieira escreveu na BLITZque, findo o concerto, “os sorrisos estampados nas caras dos Sétima Legião encontraram espelho nas de todos aqueles que reavivaram memórias com décadas de existência”.
Rita Carmo Blitz No palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa, em 2012. Rodrigo Leão em segundo plano 1
Nas últimas décadas foi, no entanto, a medicina que concentrou boa parte da sua atenção. Depois de concluir o curso, Ricardo Camacho tornou-se um sério investigador de questões de imunologia e virologia, tendo contribuído bastante para estudos em torno da sida. Trabalhou em departamentos de investigação no Hospital Egas Moniz e, na Bélgica, no Rega Institute for Medical Research, em Lovaina. Foi nesse país, onde há anos residia e dava aulas ao nível universitário, que foi hospitalizado com um cancro nos pulmões a que acabou por sucumbir.
Ricardo Camacho ausentou-se agora, definitivamente, aos 64 anos. https://www.msn.com/pt-pt/noticias/other/ricardo-camacho-1954-2018-o-discreto-arquiteto-da-modernidade-pop-portuguesa-dos-anos-80/ar-AAzA3JR
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Compositor, produtor e Teclista da banda SÉTIMA LEGIÃO...
foi médico no Instituto Ricardo Jorge...Actualmente estava no Instituto de Pesquisa Médica Rega - Lovaina...Bélgica
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Sétima Legião foi alforge de grandes músicos, nomeadamente,  Rodrigo Leão.
Albuns GLÓRIA; A UM DEUS DESCONHECIDO, MARD'OUTUBRO, DE UM TEMPO AUSENTE, O FOGO, AUTO DE FÉ, SEXTO SENTIDO.
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NOUTRO LUGAR
 https://www.youtube.com/watch?v=3MXGQPBj03s&list=RD3MXGQPBj03s
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TÃO SÓ 
 https://www.youtube.com/watch?v=vzDPEtLijFs&index=14&list=RD3MXGQPBj03s
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SETE MARES
 https://www.youtube.com/watch?v=NmlDjghuTsw&start_radio=1&list=RDNmlDjghuTsw
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Publicado a 01/11/2010
Sétima Legião é uma banda portuguesa (1982) constituída por Rodrigo Leão (baixo e teclas), Nuno Cruz (bateria), Pedro Oliveira (voz e guitarra), Paulo Marinho (Gaita de Foles), Susana Lopes (Violoncelo), Gabriel Gomes (acordeão), Ricardo Camacho (teclas), Paulo Abelho (percussão, samplers), Francisco Menezes (letras, coros) e outros mais. Canções como "Sete Mares" e "Por Quem não Esqueci" são dois dos temas que ficaram eternizados para sempre no panorama pop-rock português. . O nome surge da Legião Romana enviada à Lusitânia no século I. Para além do nome tão simbolizante, esta banda deixa registado a originalidade e o espírito visionário de grandes cantores e compositores. Sem dúvida os Sétima Legião são considerados muito mais à frente da época em que surgiram (anos 80). Revolucionaram por completo a história da música em Portugal, com um som nunca antes tocado. Inevitavelmente ainda continua a revolucionar os corações da juventude dos anos 90 e 2000 e por aí fora até os dias de hoje... Atualmente os Sétima Legião ainda fazem grandes e inigualáveis concertos, dando aos seus seguidores fidelizados a energia única que só uma banda assim consegue criar com todo o seu fôlego de glória. ___________________ 
Por quem não esqueci Sétima legião (EMI)

 Há uma voz de sempre 
que chama por mim 
para que eu lembre
 que a noite tem fim

 ainda procuro 
por quem não esqueci 
em nome de um sonho 
em nome de ti 

procuro à noite
 um sinal de ti 

eu espero à noite
 por quem não esqueci
 eu peço à noite 
um sinal de ti
 quem eu não esqueci 

 por sinais perdidos 
espero em vão
 por tempos antigos
 por uma canção

 ainda procuro
 por quem não esqueci
 por quem já não volta 
por quem eu perdi
 procuro à noite
 um sinal de ti 
 eu espero à noite 
por quem não esqueci

 eu peço à noite 
um sinal de ti 

quem eu não esqueci
POR QUEM NÃO ME ESQUECI
 https://www.youtube.com/watch?v=BHsKYG-Cs60&list=RDNmlDjghuTsw&index=2
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SEM TER QUEM AMAR
 https://www.youtube.com/watch?v=pohHwSAeqtQ&list=RD3MXGQPBj03s&index=20
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LONGA SE TORNA A ESPERA
 https://www.youtube.com/watch?v=rnfE6pLaRX0&index=36&list=RD3MXGQPBj03s
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RECONQUISTA
 https://www.youtube.com/watch?v=iWl3-8-NKLw&index=27&list=RD3MXGQPBj03s
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1993...Alvalade
 https://www.youtube.com/watch?v=LXbKP1Ha6CM
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30 anos Sétima Legião...Coliseu 2012
https://www.youtube.com/watch?v=n3KjmOUbxCQ
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05/07/2018

6.372.(5jul2018.10.22') Walter Gropius

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Nasceu a 18mAIo1883
e morreu a 5jul1969
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Transcrição de walter gropius, o expressionismo alemão e a bauhaus

walter gropius, o expressionismo alemão e a bauhaus
Bauhaus

A Staatliches-Bauhaus foi uma escola de design, artes plásticas e arquitetura de vanguarda na Alemanha. A Bauhaus foi uma das maiores e mais importantes expressões do que é chamado Modernismo no design e na arquitetura, sendo a primeira escola de design do mundo.

A escola foi fundada por Walter Gropius em 25 de abril de 1919, a partir da reunião da Escola do Grão-Duque para Artes Plásticas . A intenção primária era fazer da Bauhaus uma escola combinada de arquitetura, artesanato, e uma academia de artes, e isso acabou sendo a base de muitos conflitos internos e externos que se passaram ali. A maior parte dos trabalhos feitos pelos alunos nas aulas-oficina foi vendida durante a Segunda Guerra Mundial.
Deutscher Werkbund


A Deutscher Werkbund (em português, "Federação Alemã do Trabalho") foi fundada em 1907, por um grupo de arquitetos, designers e empresários alemães que tinham estado, de alguma maneira, ligados ao Jugendstil, ou "Arte Nova Alemã".

Entre seus principais expoentes encontra-se Peter Behrens, Walter Gropius e Mies Van der Rohe.

O ponto alto do trabalho do Werkbund foi uma exposição de arquitetura realizada em 1927, em Stuttgart, no Weissenhofsiedlung (bairro de Weissenhof, conjunto arquitetônico existente até hoje como museu de arquitetura). Sob a direção de Mies van der Rohe, foram convidados 12 dos mais conhecidos arquitetos da época para realizar, através de projetos de edificações uni ou multifamiliares, novas ideias para a arquitetura e o design.
torre einstein, 1920
Arquitetura futurista


Arquitetura futurista é uma forma de arquitetura do início do século 20 nascida na Itália como parte do futurismo, um movimento artístico fundado pelo poeta Filippo Tommaso Marinetti, que produziu seu primeiro manifesto, o Manifesto Futurista em 1909.

A arquitetura futurista refere-se a dois tipos de arquiteturas muito diferente: é historicamente um estilo e pensamento arquitetônico pertencente ao movimento futurista italiano de 1910, mas de uma forma mais geral, é um projeto arquitetônico do século XIX e do século XX, cuja inspiração lembra elementos da ficção científica ou de naves espaciais, sem formar uma escola ou um pensamento específico.
poltrona "wassily", marcel breuer, 1926
Arquitetura expressionista

O termo "Arquitetura expressionista" inicialmente descrevia as atividades das vanguardas alemã, neerlandesa, austríaca, checa e dinamarquesa desde 1910 até aproximadamente 1924. Subseqüentes redefinições estenderam o termo até 1905 e também ampliaram seu campo de ação para o restante da Europa. Hoje em dia, o conceito ampliou-se de tal modo, que chega a referir-se à arquitetura de qualquer período ou localização que apresente algumas das qualidades do movimento original tais como; distorção, fragmentação ou a comunicação de emoção violenta ou sobrecarga.

O estilo foi caracterizado por uma adoção pré-modernista de novos materiais, inovação formal e volumes extremamente incomuns, algumas vezes inspirados nas formas biomórficas naturais, algumas vezes por uma nova técnica oferecida pela grande produção de tijolos, aço e especialmente vidros.
Desenhos em perspectiva de La Città Nuova de Sant'Elia em 1914.
 https://prezi.com/n0_is4gwjc_i/walter-gropius-o-expressionismo-alemao-e-a-bauhaus/
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 Biografia e vida de Walter Gropius


(Berlim, 1883 - Boston, 1969), arquiteto alemão, fundador e diretor da Bauhaus 1919-1928, uma figura chave no século XX renovação arquitetônica.confi veintitrsaos Tena, quando a primeira ordem de arquitetura: a construção de um conjunto de casas.Aos vinte anos, deu a arquitetura contemporânea de suas obras mais importantes: a criação Fagus.

Walter Gropius
O jovem Walter Gropius, do feijão burguês inteligente Berlny estudou em Munique.Ele trabalhou na primeira dessas cidades, 1907-1910, Peter Behrens, o primeiro arquiteto contratado por uma grande empresa industrial responsável artístico: sta é uma circunstância a ser considerada fundamental para a orientação ideológica lógica de Gropius, que sempre colocou o problema da edificação do nosso tempo em relação ao sistema industrial, com produção em massa.Chegando mesmo ao ponto de considerar o edifício como um produto direto da indústria e fundada em 1943, juntamente com Konrad Waschsmann, uma empresa de construção pré-fabricada.
A fábrica Fagus de arquitetura revolucionária em 1911, deu-lhe uma reputação que ele confirmou em Bolonha em 1914, quando o edifício para o escritório do palácio exposição Werkbund de concepção estrutural arrojada, estética yt técnica.A guerra interrompeu sua empresa construtora, declarou à frente.Mas durante esses anos, era maduro em sua consciência mínima de que tinha um dever muito elevado humanos para o desempenho: a arquitetura de feijão desempenhar um papel no pós-guerra, o problema social criado com todo gravidade, e essa mistura de feijão problema social com a estética.

fábrica Fagus
O serviço desta ideia, que se afasta do movimento expressionista e é dedicada ao ensino.Em 1919, a melhoria de uma iniciativa anterior de Henri Van de Velde , Gropius fundou a escola chamada Bauhaus em Weimar, que trata especificamente vinculados a sua celebridade est.É melhor os artistas aprenderam alemão, russo, holandês, eslavos e os princípios artísticos, teóricos e técnicos, a escola se tornou um centro de vida e de trabalho comum.
Ide Gropius na Bauhaus seu projecto de "teatro total" e escreveu todas as suas obras mais importantes, e Bauhausbauten Internationale Architektur em Dessau.A escola, que passou de feijão Weimar para Dessau, ocuparam o prédio mais bonito projetado por Gropius, mas o tom revolucionário de sua obra foi tão óbvia e tão oposto ao nacionalismo de Hitler, de ordenar a sua ste encerramento em 1933.
Gropius, já em 1928, o feijão teve de deixar os Estados Unidos, mas, novamente, feijão exercer a sua profissão em Berlim, teve que sair novamente, após o fechamento da Bauhaus, e desta vez para.Fiquei 1934-1937 na Inglaterra, onde muitos edifícios ser construída, de todas marcha para os Estados Unidos, onde a arquitectura desempenhe ctedra na Universidade de Harvard.
Em 1954 foi ordenado sacerdote em São Paulo está em primeiro lugar "Grande Prémio de Arquitectura" e em 1956 em Londres, a Medalha de Ouro de Arquitetura.Mas estas honras oficiais não foram suficientes para apagar da face do ideal europeu, desprovido de vaidade, o traço de melancolia produzida pelo exílio.Sua vida foi uma constante, é generosa doação do mesmo.
A última amostra de sua obra arquitetônica foi a construção do campus de Bagdá (1960), a embaixada dos EUA em Atenas (1961), o Pan Am de construção, Grand Central City Building em Nova York (1963) e John Kennedy, em Boston construção (1964), entre outros.Também inclui nenhuma das suas publicações: Reconstruindo Nossa Comunidades (1946), Arquitectura e Design na Era da Ciência (1952) e Espaço Total de Arquitectura (1955)
 http://pt.infobiografias.com/biografia/20563/Walter--Gropius.html
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05 de Julho de 1969: Morre o arquitecto alemão Walter Gropius

Arquitecto alemão nascido a 18 de Maio de 1883, em Berlim. Estudou arquitectura em Munique e Berlim. Antes da Primeira Guerra Mundial fez alguns projectos de edifícios e, a convite de entidades oficiais da cidade de Weimar, abriu a escola Bauhaus em 1919. Através desta escola veiculou as suas ideias sobre design. A teoria mais significativa era a de que qualquer projecto de design deveria ser estudado tendo em vista a funcionalidade do objecto (que tanto poderia ser um edifício como uma peça de roupa), as suas necessidades, e levando em consideração todas as técnicas modernas e todos os materiais de construção. Para obter esse resultado, o primeiro passo seria o de colocar de lado todas as formas pré-estabelecidas e estilos já existentes. Convidou os melhores artistas e arquitectos da época para integrarem o corpo docente da escola. Entre eles encontravam-se Paul Klee, Lyonel Feininger, Wassily Kandinsky, László Moholy-Nagy, Marcel Breuer e Josef Albers. Gropius deixou a escola em 1928. Exilou-se em Inglaterra e depois nos Estados Unidos aquando da ascensão do regime nazi, que dissolvera a Bauhaus em 1933. Tornou-se professor da Universidade de Harvard, introduzindo o espírito Bauhaus no ensino da arquitectura, o que veio a marcar as novas gerações de arquitectos e designers americanos. A par do ensino, envolveu-se em projectos de parceria com Marcel Breuer e formou uma associação de arquitectos em 1946, continuando a trabalhar activamente até 1969, o ano da sua morte.
Walter Gropius. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012.
Wikipedia
Ficheiro:WalterGropius-1919.jpg
Walter Gropius em 1920
Ficheiro:Fagus-Werke-03.jpg

Fábrica Fagus  em Alfeld (Alemanha) -   projectada pelo arquitecto Eduard Werner, com fachadas desenhadas por Walter Gropius e Adolf Meyer


Ficheiro:Bauhaus.JPG
O prédio da Bauhaus em Dessau projectado por Walter Gropius
 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/07/05-de-julho-de-1969-morre-o-arquitecto.html
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2.322.(5jul2018.10h) Jean Cocteau

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Nasceu 5jul1889
e morreu em 11ouTUbro1963
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A Bela e o Monstro
 Sinopse: Um comerciante vive com seu filho Ludovic (Michel Auclair) e com suas três filhas. Duas delas, Felicie (Mila Paréli) e Adelaide (Nane Germon) são muito malvadas e pretensiosas e se aproveitam da irmã Bela (Josette Day), fazendo-a de empregada. Porém, um dia o comerciante, perdido na floresta, encontra um castelo e pega uma rosa do seu jardim para Bela. Mas o dono do castelo, um ser meio humano e meio fera, captura o comerciante e o condena à morte, ou então que uma das filhas dele o substitua na prisão. Bela se sacrifica pelo pai e vai ao castelo, onde descobre que a fera não é tão selvagem e desumana. Direção: Jean Cocteau. Elenco: Jean Marais, Josette Day, Mila Parély, Nane Germon, Michel Auclair.
 https://www.youtube.com/watch?v=45FmKXMdbEY
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"A felicidade de um amigo deleita-nos. Enriquece-nos. Não nos tira nada. Caso a amizade sofra com isso, é porque não existe. "
"Ele não sabia que era impossível. Foi lá e fez. "
"As leis morais são as regras de um jogo no qual todos fazem batota, e isto desde que o mundo é mundo."
 http://www.citador.pt/frases/citacoes/a/jean-cocteau
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Via José Eduardo Oliveira:
 "O estilo é uma maneira muito simples de dizer coisas complicadas".
 https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10210022426751829&set=a.1029365188983.3914.1670949754&type=3&theater
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 05 de Julho de 1889: Nasce o escritor e cineasta francês Jean Cocteau, autor de "A Lâmpada de Aladino" e realizador de "A Bela e o Monstro".


Jean Maurice Eugène Cocteau foi um artista multitalentoso e multifacetado que alcançou êxito em todas as áreas em que actuou. Foi, especialmente, poeta mas também dramaturgo, director de teatro, pintor, actor, escultor e cineasta.



Além dessas actividades, Cocteau  enveredou também pela música e escreveu libretos para obras de Stravinski, Darius Milhaud, Eric Satie, além de cenários para balett e teatro.



Nascido numa família da alta burguesia francesa a 5 de Julho de 1889, era filho de Georges Cocteau, advogado e pintor amador, fez os seus primeiros estudos no Liceu Condorcet em Paris. Aos nove anos de idade ficou órfão de pai, que se suicidou.


Aos quinze anos saiu de casa, e aos 16 anos, começou a publicar poesias, actividade que exercia desde criança e que não abandonaria durante a vida toda.


Durante a Primeira Guerra Mundial serviu na Cruz Vermelha como motorista de ambulância.


Tornou-se amigo de Pablo Picasso, Modigliani e Apollinaire e aproximou-se do grupo surrealista, vindo a ser um expoente activo desse grupo. Mas suas relações de amizade e colaborações incluíam artistas de todas as áreas, como Eric Satie, Jean Anouilh, Jean Marais, Henri Bernstein e Édith Piaf.


Em 1919, publicou o seu primeiro livro, O Potomac, seguidos de Le Grand Écart (1923), Orfeu (1927), Os Filhos Terríveis (1929), A Voz Humana (1930),A Máquina Infernal (1934), Os Pais Terríveis (1938) e Baco (1951), entre romances, peças de teatro e poesia.


Em 1930 escreveu e realizou O Sangue de um Poeta (Le Sang d'un Poete) que revelou um talentoso cineasta, obra que se tornaria representante máxima da corrente poética e surrealista no cinema e que reflete, de forma enigmática e metafórica, sobre o mundo interior de um poeta, seus medos, obsessões, a preocupação com a morte e as dificuldades da criação artística.


A contribuição de Cocteau no cinema, que começou em 1925, inclui ainda Jean Cocteau fait du cinema (1925), La Belle et la Bête, (1946), L'Aigle à Deux Têtes, (1948), Les Parents Terribles, (1948), Les Enfants Terribles, (1950, não creditado), Coriolan (1950), Orphée (1950), La Villa Santo-Sospir, (1952), 8 x 8: A Chess Sonata in 8 Movements (1957) e Le Testament d'Orphée, ou ne me demandez pas pourquoi! (1960).


Em 1955 tornou-se membro da Academia Francesa. Faleceu em 1963, aos 74 anos, de problemas cardíacos.
Fontes:educacao.uol.com
wikipedia (Imagens)
Arquivo: Cocteau 1923.jpg
Jean Cocteau em 1923
Arquivo: Retrato de Jean Cocteau.jpg
Retrato de Jean Cocteau por Federico de Madrazo de Ochoa
File:Modigliani, Amedeo (1884-1920) - Ritratto di Jean Cocteau (1889-1963) - 1916.jpg
Retrato de Jean Cocteau por Amedeo Modigliani
https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/07/05-de-julho-de-1889-nasce-o-escritor-e.html?spref=fb&fbclid=IwAR0xquXxMnnUdaFGZ0SgPElqq5us2cb99QTk93hjD-HZf30_5pko-WUYz8o
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04/07/2018

5.862.(4jul2018.10.10') Lewis Carroll...pseudónimo de Charles Lutwidge Dodgson...Escreveu ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS


 

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nasceu a 27jan1832
e morreu a 4jan1898
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"Deixe-me pensar: eu era a mesma quando me levantei de manhã? Tenho uma ligeira lembrança de que me senti um bocadinho diferente. Mas, se não sou a mesma, a próxima pergunta é: 'Afinal de contas quem sou eu?' Ah, este é o grande enigma."
"Fosse eu moço, meu rapaz,
Podia o miolo afrouxar;
Mas agora já estão moles,
Para que me preocupar?"
"Talvez seja sempre a pimenta que torna as pessoas esquentadas e o vinagre que as torna azedas... e a camomila que as torna amargas... e os caramelos e esses coisas que tornam as crianças suaves. Só queria que as pessoas soubessem disto: não seria tão sovinas com bombons."
"Você está pensando em alguma coisa, minha cara, e isso a faz esquecer de falar."
"Explicações tomam um tempo medonho."
"Se não há sentido neles, isso nos poupa um bocado de trabalho, não é mesmo, pois não precisamos tentar encontrar nenhum."
"Sou muito corajoso em geral só que logo hoje estou com dor de cabeça."
"depois que se diz uma coisa, ela está dita, e você tem de arcar com as consequências."
 https://www.shereland.com/blog/livros/a-gente-le/frases-de-alice-lewis-carroll
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Via Maria Sobral Velez:
  "Alice: Quanto tempo dura o eterno?
Coelho: Às vezes apenas um segundo."

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14 de Janeiro de 1898: Morre Lewis Carroll, pseudónimo de Charles Lutwidge Dodgon, matemático, escritor, autor de "Alice no País das Maravilhas".

Escritor e sacerdote inglês, Lewis Carroll, pseudónimo de Charles Lutwidge Dodgson, nasceu a 27 de Janeiro de 1832, em Daresbury, Inglaterra, conhecido especialmente pela sua obra Alice no País das Maravilhas. O convívio de Lewis Carroll com os seus oito irmãos esteve na origem do seu gosto pela literatura infantil. Começou a escrever com 12 anos, e mais tarde, em Oxford, destacou-se na área e dos estudos clássicos e da Matemática, que leccionou até 1881. Ordenado diácono em Dezembro de 1861, escreveu Alice no País das Maravilhas dedicado à filha do deão de Christ Church, de Oxford, Alice Lidell. Carroll escreveu e ilustrou as aventuras de Alice, publicadas em 1865 e que lentamente se tornaram uma das mais famosas histórias infantis de todos os tempos. Em 1871 publicou a continuação desta história, Do Outro Lado do Espelho (Through the Looking-Glass), igualmente um sucesso junto do público.
As crianças ocuparam também um lugar importante na área da produção fotográfica de Lewis Carroll, que faleceu a 14 de Janeiro de 1898 em Guildford, no condado de Surrey.

 Alice no País das Maravilhas

Livro de aventuras infantil escrito por Lewis Carroll, publicado pela primeira vez em 1865, com o título Alice's Adventures Under Ground.
O autor mantinha uma predilecção especial por crianças, que muitos críticos e psicanalistas têm tentado denegrir, tendo cultivado uma amizade importante com as três filhas do deão da faculdade onde leccionava, em particular com a filha do meio, de nome Alice Liddell.
Durante um piquenique, a 4 de Julho de 1862, Alice Liddell pediu-lhe que contasse uma história. Lewis Carroll começou então a improvisar uma série de peripécias em que uma menina de sete anos, de nome Alice, tal como a sua amiguinha, caindo a uma lura de coelho, chegava a um reino maravilhoso.
Como Lewis Carroll possuía uma deficiência da fala, uma gaguez que o havia impedido de chegar a padre, Alice Liddell perguntou-lhe se não poderia, porventura, escrever essas e mais histórias, para que pudesse compreendê-las sem o impedimento do discurso entrecortado. Carroll concordou e, ao cabo de sete meses terminou a primeira versão do manuscrito. Mostrando-o depois a um casal amigo, que o leu a seus filhos, e que o adoraram, Lewis Carroll decidiu publicar a obra, para a compleição da qual decidiu contratar um ilustrador.
A história de Alice no País das Maravilhas descreve as aventuras de uma menina de sete anos que, adormecendo num campo, sonha que mergulha numa toca de coelho. Caindo através das entranhas da terra, chega a um átrio em que parece demasiadamente grande e, depois de beber uma poção, demasiadamente pequena. Entrando no País das Maravilhas conhece criaturas deveras estranhas, como o Gato Que Ri, o Chapeleiro Louco, os dois gémeos e Suas Majestades Reais, o Rei e a Rainha de Copas.
Saturada de símbolos, a obra tem tido várias interpretações, que a sua riqueza propicia quase qualquer posição e qualquer argumento que a crítica possa apresentar. Continua, no entanto, a ser bem acolhida tanto pelos leitores mais adultos como pelas crianças.Lewis Carroll daria continuidade à obra com um segundo livro, Alice do Outro Lado do Espelho (1871).
Fontes:Lewis Carroll. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. 

Wikipedia (Imagens)
Alice no País das Maravilhas. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.  



Ficheiro:LewisCarrollSelfPhoto.jpg~

Lewis Carroll (1855)


Ficheiro:Alice Liddell.jpg

Alice Liddell, foi a inspiração de Lewis Carroll para criar Alice no País das Maravilhas

 https://www.youtube.com/watch?v=9POCgSRVvf0
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 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/01/14-de-janeiro-de-1898-morre-lewis.html?fbclid=IwAR1HONHOr_FtMfy20rnwDXjUhpcRX5Kx3EwRQiOeo0v0SeVENtn9uwZiDvc
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04 de Julho de 1865: É publicado 'Alice no País das Maravilhas', de Lewis Carrol


Lewis Carroll (27/01/1832 -04/01/1898)


Escritor e sacerdote inglês, Lewis Carroll, pseudónimo de Charles Lutwidge Dodgson, nasceu a 27 de Janeiro de 1832, em Daresbury, Inglaterra, conhecido especialmente pela sua obra Alice no País das Maravilhas. O convívio de Lewis Carroll com os seus oito irmãos esteve na origem do seu gosto pela literatura infantil. Começou a escrever com 12 anos, e mais tarde, em Oxford, destacou-se na área e dos estudos clássicos e da Matemática, que leccionou até 1881. Ordenado diácono em Dezembro de 1861, escreveu Alice no País das Maravilhas dedicado à filha do deão de Christ Church, de Oxford, Alice Lidell. Carroll escreveu e ilustrou as aventuras de Alice, publicadas em 1865 e que lentamente se tornaram uma das mais famosas histórias infantis de todos os tempos. Em 1871 publicou a continuação desta história, Do Outro Lado do Espelho (Through the Looking-Glass), igualmente um sucesso junto do público.

As crianças ocuparam também um lugar importante na área da produção fotográfica de Lewis Carroll, que faleceu a 4 de Janeiro de 1898 em Guildford, no condado de Surrey.



Alice no País das Maravilhas



Livro de aventuras infantil escrito por Lewis Carroll, publicado pela primeira vez em 1865, com o título Alice's Adventures Under Ground.

O autor mantinha uma predilecção especial por crianças, que muitos críticos e psicanalistas têm tentado denegrir, tendo cultivado uma amizade importante com as três filhas do deão da faculdade onde leccionava, em particular com a filha do meio, de nome Alice Liddell.

Durante um piquenique, a 4 de Julho de 1862, Alice Liddell pediu-lhe que contasse uma história. Lewis Carroll começou então a improvisar uma série de peripécias em que uma menina de sete anos, de nome Alice, tal como a sua amiguinha, caindo a uma lura de coelho, chegava a um reino maravilhoso.

Como Lewis Carroll possuía uma deficiência da fala, uma gaguez que o havia impedido de chegar a padre, Alice Liddell perguntou-lhe se não poderia, porventura, escrever essas e mais histórias, para que pudesse compreendê-las sem o impedimento do discurso entrecortado. Carroll concordou e, ao cabo de sete meses terminou a primeira versão do manuscrito. Mostrando-o depois a um casal amigo, que o leu a seus filhos, e que o adoraram, Lewis Carroll decidiu publicar a obra, para a compleição da qual decidiu contratar um ilustrador.

A história de Alice no País das Maravilhas descreve as aventuras de uma menina de sete anos que, adormecendo num campo, sonha que mergulha numa toca de coelho. Caindo através das entranhas da terra, chega a um átrio em que parece demasiadamente grande e, depois de beber uma poção, demasiadamente pequena. Entrando no País das Maravilhas conhece criaturas deveras estranhas, como o Gato Que Ri, o Chapeleiro Louco, os dois gémeos e Suas Majestades Reais, o Rei e a Rainha de Copas.

Saturada de símbolos, a obra tem tido várias interpretações, já que a sua riqueza propicia quase qualquer posição e qualquer argumento que a crítica possa apresentar. Continua, no entanto, a ser bem acolhida tanto pelos leitores mais adultos como pelas crianças.Lewis Carroll daria continuidade à obra com um segundo livro, Alice do Outro Lado do Espelho (1871).
Fontes:Lewis Carroll. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
Wikipedia (Imagens)
Alice no País das Maravilhas. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.  








Ficheiro:LewisCarrollSelfPhoto.jpg
Lewis Carroll (1855)
Ficheiro:Alice Liddell.jpg
Alice Liddell, foi a inspiração de Lewis Carroll para criar Alice no País das Maravilhas
 https://www.youtube.com/watch?v=9POCgSRVvf0
https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/07/04-de-julho-de-1865e-publicado-alice-no_4.html
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03/07/2018

7.887.(3jul2018.10.10') Grandes espectáculos...The Cat's...Miss Saigão...

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The Cat's
21 anos...ininterruptamente...em Londres
e 18 anos na Broadway
 https://www.youtube.com/watch?v=SKBqFrbsDRg&index=4&list=RD5p1O6_G1vF8
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magia da música cantada por...gatos

www.hardmusica.pt/cultura/teatro/27525-cats-a...
"Cats" o musical de Andrew Lloyd Webber estreou em Londres em 1981, consagrando-se na Broadway onde esteve em cartaz durante dezoito anos. O espectáculo tem como base poemas de T.S. Elliot sobre gatos, musicados por Lloyd Weber, destacando-se a melodia "Memory" como a que maior sucesso alcançou. 
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Miss Saigão
10 anos...ininterruptamente...em Londres e na Broadway
 https://www.publico.pt/2005/11/18/culturaipsilon/noticia/musical-miss-saigao-estreia-no-coliseu-dos-recreios-a-17-de-janeiro-1239303

02/07/2018

6.420.(2jul2018.9.9') Nostradamus... Michel de Nostradame...

Nasce a 14dez1503
e morre a 2jul1566
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postei muitas vezes antes desta postagem:
14dez1503...Nostradamus
https://www.youtube.com/watch?v=642S0mjV86k
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 Michel de Nostredame (1503-1566), conhecido como Nostradamus, foi um astrólogo francês, que ficou famoso por suas previsões que foram publicadas, em 1555, no livro “Centúrias”.
 "O céu e a terra se transformam,ficando novos,o homem se torna imortal.o mal e a vulgaridade são definitivamente extintos nele, a própria morte morrerá."
"Aliança feita do céu...
É expedido um aparte
Estiagem... o céu e a terra secam
Prisão, destruição, morte, chegam em má hora."
"Porque o mar se aquecerá tal como o sol,
Os peixes do Mar Negro ficarão meio cozidos.
Quando em Rodes e em Génova falta alimentos."
"À latitude de 48º do final de Câncer,
Haverá uma seca devastadora.
Peixes no mar, rios e lagos boiarão,
Devido ao fogo no céu."
"O fim do lobo, do leão, do touro e do burro...
Não mais cairá sobre eles o doce maná..."
"Pouco depois, um intervalo não muito longo,
Grande tempestade se erguerá, por terra e mar...
Chamas, animais, causando mais tumulto."
"O primeiro do III fará pior do que Nero.
Ele será também valente para derramar o sangue humano.
Ele fará construir fornos.
A prosperidade terá fim e esse novo chefe será a causa de grandes escândalos."
https://www.pensador.com/autor/nostradamus/
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O LIVRO PERDIDO DE NOSTRADAMUS - History Channel - Documentário Completo

 Esse documentário elaborado pelo History Channel traz revelações surpreendentes sobre as previsões de Nostradamus e o futuro da humanidade.

 https://www.youtube.com/watch?v=642S0mjV86k&t=40s
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02 de Julho de 1566: Morre Nostradamus

Médico do século XVI, Michel de Nostradame nasceu em Dezembro de 1503, em Saint Remy, na França, no seio de uma família judia.Graças aos ensinamentos dos seus avôs, quando Michel foi para a escola, em Avignon, aprender filosofia, gramática e retórica, já tinha conhecimentos profundos de literatura clássica, história, medicina, astrologia (que na altura era considerada uma ciência legítima) e medicina natural.

Nostradamus (versão do seu nome em Latim) tornou-se conhecido pelo tratamento que concebeu para combater a Peste Negra, que deflagrou na Europa durante o século XVI. A cura utilizada por Michel de Nostradame consistia na limpeza do corpo e administração de vitamina C aos seus pacientes. Sempre que entrava numa localidade para dar consultas, o médico pedia que fossem retirados das ruas todos os corpos que lá se encontravam abandonados.Em 1537 a peste chegou a Agen, onde Nostradamus vivia com a família. Ocupado com a cura da população, não conseguiu salvar a mulher e os dois filhos. Começou a questionar as suas capacidades enquanto médico e, desapontado, viajou pela Europa sem destino durante seis anos. Foi nessa altura que Nostradamus se apercebeu dos seus poderes proféticos.

Dez anos depois da morte da sua família, Michel de Nostradame mudou-se para Salon, onde voltou a casar. Na sua casa montou um estúdio privado, onde instalou um astrolábio, espelhos "mágicos", um tripé e um recipiente de vidro de forma redonda, que ele desenhou a partir dos modelos usados nos oráculos.

À noite Nostradamus retirava-se para o estúdio, onde fazia experiências com ervas pungentes. Durante alguns anos o médico optou por não divulgar as suas descobertas científicas.

Em 1550 publicou o primeiro almanaque de profecias, Quadras um conjunto de doze quadras com profecias genéricas para cada altura do ano que se aproximava. As críticas favoráveis encorajaram Nostradamus a continuar.

O seu trabalho mais conhecido, As Centúrias, foi iniciado em 1554. A primeira centúria foi publicada em Lyon, em 1555. As restantes publicaram-se nesse mesmo ano, sendo finalizadas em 1558, mas Michel de Nostradame decidiu não as distribuir em grande número. As Centúrias foram impressas por mais de 400 anos.

No seu tempo, bem como atualmente, as quadras proféticas tiveram várias interpretações. As combinações de francês com o provençal, o grego, o latim e o italiano escritas como enigmas, anagramas e epigramas são complexas e exigem que o potencial intérprete tenha conhecimentos de vários campos temáticos.
Algumas quadras de Nostradamus podem encontrar significações em diversas épocas, mas as que lhe deram a fama de ser um dos maiores profetas foram as quadras precisas. À exceção das profecias que se concretizaram no tempo de Nostradamus, é difícil poder dar uma interpretação exata das previsões que o profeta fez e que ainda não se cumpriram.
Apesar de nos últimos anos da sua vida Michel de Nostradame ter sofrido de artrite e de gota, parentes e amigos seus afirmaram que o médico sempre se manteve alerta às profecias.
Um dos factos que admirou grande número de pessoas foi a previsão que Nostradamus fez da sua própria morte.
Nostradamus morreu no dia 2 de julho de 1566. O seu epitáfio é uma exaltação ao seu carácter profético.
Nostradamus. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012.
wikipedia (Imagens)

Centúrias impressas em Turim
 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/07/02-de-julho-de-1566-morre-nostradamus.html?spref=fb&fbclid=IwAR00d2HpZ4XpPQjGuiNiH9Wzicux8mcoW_7BtVn9s25o3UVZgjuttbtWDwA
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nasce a 14dez1503
 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/12/14-de-dezembro-de-1503-nasce.html?fbclid=IwAR3XVX0YOYcVCdNL8Iod3rds2zTZMfZK9l9RY21euSdgXXaM-OxgRqnq4oc
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