11/08/2018

6.440-(11aGOSTO2018.13.13') Conhecer a Ásia Central...Cazaquistão...Lago Issy Kul...

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12aGOSTO2018
Azerbaijão, Cazaquistão, Irão, Rússia e Turquemenistão...5 países do Mar Cáspio
 Os cinco países banhados pelo Mar Cáspio chegaram a acordo sobre o estatuto jurídico do maior corpo de água fechado e interior do mundo, assegurando o princípio de decisão colectiva.
 Dois marinheiros andam em frente às torres de petróleo no Mar Cáspio, perto de Baku, Azerbaijão. 7 de Outubro de 2005
 
Dois marinheiros andam em frente às torres de petróleo no Mar Cáspio, perto de Baku, Azerbaijão. 7 de Outubro de 2005Créditos
Os líderes do Azerbaijão, Cazaquistão, Irão, Rússia e Turquemenistão assinaram hoje, na cidade costeira cazaque de Aktau, o acordo que culmina 22 anos de negociações sobre o estatuto jurídico do Mar Cáspio.
Apesar de não ter ficado definida a delimitação de fronteiras marítimas, o acordo consagra que as questões legais devem ser implementadas com o «consenso dos cinco estados litorais», disse o presidente iraniano, Hassan Rouhani, citado pela PressTV.
O presidente russo, Vladimir Putin, destacou a cooperação em áreas como o comércio, o transporte marítimo e as pescas, mas também a nível militar entre os «Cinco do Cáspio».
Segundo a RT, uma das provisões do acordo proíbe o acesso ao Mar Cáspio por parte de forças militares de terceiros. A medida foi destacada como sendo de «grande importância» para a segurança colectiva da região por ambos os líderes políticos.
Em aberto terá ficado a exploração de hidrocarbonetos no Cáspio, onde se estima a presença de extensas reservas de petróleo e de gás natural.

Pretensões hegemónicas dos EUA ameaçadas

O acordo surge num momento em que os EUA tentam endurecer o bloqueio económico ao Irão, com a retirada do Plano de Acção Conjunto Global (JCPOA, na sigla em inglês), que foi subscrito em 2015 pelo Irão e pelo Grupo 5+1 (os cinco membros com assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas – EUA, Reino Unido, França, Rússia e China – e a Alemanha).
Simultaneamente, a tensão entre os EUA e os seus aliados com a Rússia tem estado em crescendo, com a sucessão de casos: do alegado envenenamento do agente britânico Sergey Skripal a uma hipotética intervenção russa nas eleições norte-americanas de 2016.
O acordo pode ainda criar condições mais favoráveis para a concretização do ambicioso projecto da China – também alvo da «fúria» norte-americana, desta feita através da imposição de tarifas alfandegátias – de construção de uma nova «Rota da Seda», com o investimento em infra-estruturas na região atravessada pelo Mar Cáspio.
https://www.abrilabril.pt/internacional/acordo-historico-multilateral-encerra-decadas-de-negociacoes-sobre-o-mar-caspio
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aGOSTO2018

Ásia Central: uma nave que paira a meio milímetro do presente   

Uma marca transversal a todos os países da Ásia Central é o usufruto em massa do espaço público logo que a temperatura o permite, particularmente após o jantar. Os parques, as praças (sobretudo aquelas onde há fontes) são tomadas pelos risos das crianças, os acordes das guitarras, o chiar dos travões das bicicletas dos adolescentes e o burburinho das conversas dos mais velhos. Por convenção, pelas 23 horas todos regressam a casa. As fontes páram de funcionar e a música de ecoar. Sente-se que vem um novo dia a caminho.


A circulação pelos mercados é um desafio permanente à capacidade sensorial dos visitantes. As cores garridas, os odores intensos, os frutos que somos chamados a provar, a suave textura dos têxteis, a melodia da negociação permanente do preço de cada produto, em cada banca - tudo converge para a criação de uma experiência única e dificilmente igualável em qualquer outro espaço nestas terras.  
A circulação pelos mercados é um desafio permanente à capacidade sensorial dos visitantes. As cores garridas, os odores intensos, os frutos que somos chamados a provar, a suave textura dos têxteis, a melodia da negociação permanente do preço de cada produto, em cada banca - tudo converge para a criação de uma experiência única e dificilmente igualável em qualquer outro espaço nestas terras.
A presença da polícia é uma constante nas grandes cidades uzebeques, criando a sensação de um permanente monitorização de cada passo dado por cada pessoa.
Neste estado (quasi) policial, em que malas e sacos são revistados a cada entrada de metro ou edifício público, o número de efectivos das autoridades é imenso e composto por uma massa profundamente heterogénea.
A jovem aqui retratada chama-se Fátima, fala inglês perfeito e diz-se ateia e sem interesse pela religião - além de muito simpática, é a prova viva dessa heterogeneidade.   
A presença da polícia é uma constante nas grandes cidades uzebeques, criando a sensação de um permanente monitorização de cada passo dado por cada pessoa. Neste estado (quasi) policial, em que malas e sacos são revistados a cada entrada de metro ou edifício público, o número de efectivos das autoridades é imenso e composto por uma massa profundamente heterogénea. A jovem aqui retratada chama-se Fátima, fala inglês perfeito e diz-se ateia e sem interesse pela religião - além de muito simpática, é a prova viva dessa heterogeneidade. 
Local de férias por excelência de quirguizes, cazaques e russos, o lago Issy Kul é um dos maiores e mais bonitos do mundo. Das suas margens vêem-se os picos com neve e as encostas verdes das montanhas ao seu redor.
Na foto retratam-se duas irmãs que se banham no lago perante o completo desinteresse de quem, em bikini ou calções de banho, com o som estridente do mais recente single de Rihanna em fundo, faz exactamente o mesmo para fugir às elevadas temperaturas do início da tarde.
Apesar do investimento no crescimento da religião nas últimas décadas, é manifesto que as sociedades quirguize e cazaque encaram a religião muito mais como um fenómeno cultural do que como um guia de conduta, sendo a tolerância e respeito mútuo a marca mais expressiva.  
Local de férias por excelência de quirguizes, cazaques e russos, o lago Issy Kul é um dos maiores e mais bonitos do mundo. Das suas margens vêem-se os picos com neve e as encostas verdes das montanhas ao seu redor. Na foto retratam-se duas irmãs que se banham no lago perante o completo desinteresse de quem, em bikini ou calções de banho, com o som estridente do mais recente single de Rihanna em fundo, faz exactamente o mesmo para fugir às elevadas temperaturas do início da tarde. Apesar do investimento no crescimento da religião nas últimas décadas, é manifesto que as sociedades quirguize e cazaque encaram a religião muito mais como um fenómeno cultural do que como um guia de conduta, sendo a tolerância e respeito mútuo a marca mais expressiva.
A construção da narrativa que sustenta cada um dos estados que decorrem das antigas repúblicas soviéticas assenta numa combinação cheia de contradições entre um nacionalismo oco (será que algum nacionalismo pode ser denso?), a apologia do anti-sovietismo (e por extensão, a glorificação da corrupção e da mentira) e o investimento numa espécie de nostalgia confessional, que passa pela promoção islamismo, sobretudo junto das camadas mais desfavorecidas da juventude.
Paradoxalmente, nestes mesmos estados eleva-se o “terrorismo islâmico
A construção da narrativa que sustenta cada um dos estados que decorrem das antigas repúblicas soviéticas assenta numa combinação cheia de contradições entre um nacionalismo oco (será que algum nacionalismo pode ser denso?), a apologia do anti-sovietismo (e por extensão, a glorificação da corrupção e da mentira) e o investimento numa espécie de nostalgia confessional, que passa pela promoção islamismo, sobretudo junto das camadas mais desfavorecidas da juventude. Paradoxalmente, nestes mesmos estados eleva-se o “terrorismo islâmico" como inimigo público número um, enquanto se investem rios dinheiros públicos na construção de novas e faustosas mesquitas.
Varredor de areia de Almaty (Cazaquistão).
Trabalho aparentemente inglório mas essencial num país marcado pelas constantes tempestades de areia. A necessidade de protecção dos pulmões e dos olhos obriga os trabalhadores - a quem não são fornecidas condições de trabalho adequadas - a encontrar soluções “criativas
Varredor de areia de Almaty (Cazaquistão). Trabalho aparentemente inglório mas essencial num país marcado pelas constantes tempestades de areia. A necessidade de protecção dos pulmões e dos olhos obriga os trabalhadores - a quem não são fornecidas condições de trabalho adequadas - a encontrar soluções “criativas" e tão eficazes quanto possível. A máscara de Marat - o homem aqui retratado - não é mais do que uma camisola antiga do seu filho enrolada de forma muito especial para proteger o mais possível das areias e poeiras constantes e do intenso sol a que está exposto em grande parte do seu tempo de trabalho.
A hospitalidade e a simpatia são uma marca impressiva dos povos da Ásia central.
Os sorrisos rasgados e a disponibilidade desinteressada para ajudar são muito maiores do que qualquer barreira linguística, cultural ou geracional. Particularmente entre os mais novos, muitos deles com noções avançadas de inglês, a simpatia associa-se frequentemente a uma vontade quase sôfrega de contacto e conhecimento sobre outros países.
Para tal não será indiferente a presença (e promoção) de múltiplas referências proveniente dos EUA - do cinema às multinacionais de fastfood, das aplicações no telemóvel às marcas comerciais mais conhecidas - em manifesto contraste com uma retórica de estado da promoção da cultura própria de cada país.
A hospitalidade e a simpatia são uma marca impressiva dos povos da Ásia central. Os sorrisos rasgados e a disponibilidade desinteressada para ajudar são muito maiores do que qualquer barreira linguística, cultural ou geracional. Particularmente entre os mais novos, muitos deles com noções avançadas de inglês, a simpatia associa-se frequentemente a uma vontade quase sôfrega de contacto e conhecimento sobre outros países. Para tal não será indiferente a presença (e promoção) de múltiplas referências proveniente dos EUA - do cinema às multinacionais de fastfood, das aplicações no telemóvel às marcas comerciais mais conhecidas - em manifesto contraste com uma retórica de estado da promoção da cultura própria de cada país.
A promoção da cultura enquanto fenómeno de massas resistiu parcialmente ao fim da União Soviética.
Particularmente no Cazaquistão, não é difícil encontrar jovens, como a aqui retratada, que têm uma grande dimensão cultural no seu percurso formativo.
Aisha, de 18 anos, é originária de uma aldeia da periferia de Almaty e estuda ballet clássico em Astana. Diz que é um grande sacrifício para os pais, mas que acredita que na vida nos devemos guiar pelo que o coração nos diz, mesmo quando o estômago reclama.
Há algumas décadas atrás provavelmente o estômago não se queixaria tantas vezes... mas o sorriso seria o mesmo!
A promoção da cultura enquanto fenómeno de massas resistiu parcialmente ao fim da União Soviética. Particularmente no Cazaquistão, não é difícil encontrar jovens, como a aqui retratada, que têm uma grande dimensão cultural no seu percurso formativo. Aisha, de 18 anos, é originária de uma aldeia da periferia de Almaty e estuda ballet clássico em Astana. Diz que é um grande sacrifício para os pais, mas que acredita que na vida nos devemos guiar pelo que o coração nos diz, mesmo quando o estômago reclama. Há algumas décadas atrás provavelmente o estômago não se queixaria tantas vezes... mas o sorriso seria o mesmo!
Tal como em todas as sociedades, também no Quirguistão há diferenças geracionais no plano moral, estético e até comportamental.
A emergência de um código de referências e valores tantas vezes contrários aos do socialismo contribui para o agravamento visível e não tão visível dessas diferenças, decorrente da imposição da competição acéfala, do individualismo exacerbado e da criação de expectativas da superação das desigualdades sociais através de esquemas e manobras.
Entre os mais novos há uma noção generalizada de que a emigração para outros países pode ser a única forma de fuga às dificuldades actuais.
Tal como em todas as sociedades, também no Quirguistão há diferenças geracionais no plano moral, estético e até comportamental. A emergência de um código de referências e valores tantas vezes contrários aos do socialismo contribui para o agravamento visível e não tão visível dessas diferenças, decorrente da imposição da competição acéfala, do individualismo exacerbado e da criação de expectativas da superação das desigualdades sociais através de esquemas e manobras. Entre os mais novos há uma noção generalizada de que a emigração para outros países pode ser a única forma de fuga às dificuldades actuais.
Astana, capital do Cazaquistão, materializa a lógica discursiva dos dirigentes do país: criada de raíz há duas décadas no meio do deserto, onde se enterraram biliões de dólares a construir arranha-céus e monumentos de gosto muito questionável, é uma cidade onde se faz gáudio de não haver passado e que se vende como uma marca (até o clube local viu o nome alterado de Lokomotiv para Astana) para exibir a pretensão de ascensão ao estatuto de potência energética internacional do país.
Em contraste com as largas avenidas e os mármores, cristais e dourados que estão por toda a parte, as estradas à sua volta são quase intransitáveis de tantos buracos que têm e as
Astana, capital do Cazaquistão, materializa a lógica discursiva dos dirigentes do país: criada de raíz há duas décadas no meio do deserto, onde se enterraram biliões de dólares a construir arranha-céus e monumentos de gosto muito questionável, é uma cidade onde se faz gáudio de não haver passado e que se vende como uma marca (até o clube local viu o nome alterado de Lokomotiv para Astana) para exibir a pretensão de ascensão ao estatuto de potência energética internacional do país. Em contraste com as largas avenidas e os mármores, cristais e dourados que estão por toda a parte, as estradas à sua volta são quase intransitáveis de tantos buracos que têm e as "estações de serviço" são muitas vezes edifícios sem qualquer vestígio de manutenção ou higiene.CréditosTiago Vieira
O ritmo frenético das grandes cidades na Ásia Central contrasta com uma abordagem culturalmente muito diferente daquela a que nos habituámos.
A relativização do tempo é um valor generalizado, e embora isso tenha também a ver com o tráfego imenso e com a inexistência de horários dos transportes públicos, há uma cultura de interajuda e solidariedade permanentes a que se junta o prazer no usufruto do espaço público e a generalização da leitura enquanto passatempo.
O ritmo frenético das grandes cidades na Ásia Central contrasta com uma abordagem culturalmente muito diferente daquela a que nos habituámos. A relativização do tempo é um valor generalizado, e embora isso tenha também a ver com o tráfego imenso e com a inexistência de horários dos transportes públicos, há uma cultura de interajuda e solidariedade permanentes a que se junta o prazer no usufruto do espaço público e a generalização da leitura enquanto passatempo. 
CréditosTiago Vieira
https://www.abrilabril.pt/fotografias/asia-central-uma-nave-que-paira-meio-milimetro-do-presente

2.799.(11aGOSTO2018.12h) Pedro Nunes

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Nasceu a
e morreu a 11aGOSTO1578
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 Pedro Nunes...(o do nónio)... usou o nome latinizado de Petrus Nonius, foi um matemático português e um dos maiores vultos científicos do seu tempo. Contribuiu decisivamente para o desenvolvimento da navegação, essencial para os Descobrimentos portugueses, tendo se dedicado aos problemas matemáticos da cartografia. Foi ainda o inventor de vários aparelhos de medida, incluindo o nónio (nonius, o seu sobrenome em latim).
Obteve a graduação em Medicina em 1525 na Universidade de Coimbra.
Em 1544 foi-lhe confiada a cátedra de matemática da Universidade de Coimbra, a maior distinção que se podia conferir, no país, à época, a um matemático.
Além de se dedicar ao ensino, foi nomeado "Cosmógrafo Real" em 1529 e "Cosmógrafo-mor" em 1547, cargo que exerceu até ao seu falecimento.

Video realizado por alunos da Secção de Jornalismo da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Coordenação: Clara Almeida Santos
https://www.youtube.com/watch?v=ZQJ3wBVnb54
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1 de Agosto de 1578: Morre o matemático Pedro Nunes, nome do Humanismo português e da investigação europeia, autor do "Tratado das Esferas" e do sistema de medição das fracções angulares, na origem do sextante.

Cosmógrafo e matemático português, nasceu em 1502, em Alcácer do Sal, e morreu a 11 de Agosto de 1578, em Coimbra.  A infância de Pedro Nunes é pouco conhecida. Estudou na Universidade de Salamanca talvez de 1521 a 1522, e na Universidade de Lisboa onde obteve a graduação em medicina . No século XVI a Medicina recorria à Astrologia, vindo assim a dominar as disciplinas de Astronomia e Matemática. Posteriormente prosseguiu os seus estudos de Medicina, mas também leccionou várias disciplinas na Universidade de Lisboa, incluindo MoralFilosofiaLógica e Metafísica. Quando, em 1537, a universidade retornou para Coimbra, ele transferiu-se para a refundada Universidade de Coimbra para leccionar Matemática, cargo que manteve até 1562. À época, esta era uma disciplina nova naquela instituição, tendo sido criada com o intuito de fornecer as instruções técnicas necessárias para a navegação, que se tornara um tópico vital no país, à época. A Matemática tornou-se uma disciplina independente em 1544.
Além de se dedicar ao ensino, foi nomeado Cosmógrafo Real em 1529 e tornou-se o primeiro Cosmógrafo-mor do Reino em 1547, cargo que exerceu até seu falecimento.
Em 1531, João III de Portugal encarregou-o da educação dos seus irmãos mais novos, Luís e Henrique. Anos depois, foi também responsável pela educação do neto do rei (e futuro rei), Sebastião.
É possível que durante a sua estadia em Coimbra, Christopher Clavius tenha assistido às aulas de Pedro Nunes, sendo assim influenciado pelo seu trabalho.
A mais original das suas obras intitula-se De Crepusculis (1542), onde descreve a sua invenção conhecida como nónio. Este invento é uma pequena régua que desliza ao longo de outra e permite avaliar fracções da menor divisão desta última. O nónio circular é uma pequena peça circular que desliza ao longo da circunferência de um círculo graduado e cuja construção e uso são análogos ao do nónio retilíneo. Inventou também as linhas de rumo, mais tarde designadas loxodromias. A obra científica de Pedro Nunes coloca-o entre os maiores matemáticos do seu século.
Fontes: Pedro Nunes. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. 
wikipedia (Imagens)

Resultado de imagem para pedro nunes

Ficheiro:Pedro Nunes.png
De erratis Orontii Finaei, 1546
Ficheiro:Nonio originale.jpg

Nónio original de Pedro Nunes
 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/08/11-de-agosto-de-1578-morre-o-matematico.html
 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/08/11-de-agosto-de-1578-morre-o-matematico.html?spref=fb&fbclid=IwAR230MMLhdguKp_fjc-JhjcvMddHwzIe0Kd9MPHAUJcInfxjjCsd4MUbPGI
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6.132.(11aGOSTO2018.11.55') Logosofia e o seu criador: Carlos Pecotche;

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11aGOSTO1901
Carlos Bernardo González Pecotche - "Raumsol" - criador da Logosofia
O criador da Logosofia:
Pensador e humanista, Carlos Bernardo González Pecotche nasceu em Buenos Aires, Argentina, em 11 de agosto de 1901. Com apenas 29 anos, reagindo contra a rotina dos conhecimentos e sistemas usados para a educação e a formação do ser humano, deu nascimento à Logosofia, ciência de profundo significado humanístico.
Autor de uma vasta bibliografia, pronunciou também inúmeras conferências, muitas das quais ainda inéditas. Demonstra sua excepcional técnica pedagógica com o seu original método, que ensina a desvendar os grandes enigmas da vida humana e universal. O legado de sua obra abre o caminho para o cultivo de uma nova cultura e o advento de uma nova civilização que ele denominou "civilização do espírito".
https://www.youtube.com/watch?v=pTKelzT_ksI
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11aGOSTO1930
é fundada a Fundação Logosófica em Córdoba - Argentina
https://www.youtube.com/user/FundacaoLogosofica
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Acesse para saber mais sobre Logosofia:http://www.logosofia.org.br

Destaques do Vídeo
0:12 - Perguntas gerais sobre a vida, o homem, destino
0:45 - Alguns formas de explicar o que é Logosofia?
1:03 - Objetivos da Ciência Logosófica
1:39 - Quando foi criada a Logosofia?
1:48 - Carlos Bernardo González Pecotche, criador da Logosofia
3:46 - Colégio Logosófico e Pedagogia Logosófica
4:02 - Crianças e Adolescentes aprendem a conhecer o seus recursos internos
4:54 - Benefícios alcançados com o estudo da Logosofia

Logosofia é uma ciência nova, que revela conhecimentos de natureza transcendente e concede ao espírito humano a prerrogativa de reinar na vida do ser que anima. Conduz o homem ao conhecimento de si mesmo, de Deus, do Universo e de suas leis eternas.

Apresenta uma concepção original do homem, em sua organização psíquica e mental, e da vida humana em suas mais amplas possibilidades e proporções.

A Logosofia tem a missão de levar o homem, mediante processos sucessivos de superação, a conquistar o domínio consciente de suas possibilidades humanas.

Os Grandes Objetivos da Logosofia são:

- A Evolução Consciente do Homem;
- O conhecimento de si mesmo;
- A integração do espírito;
- O Conhecimento das leis universais;
- O Conhecimento do mundo mental;
- A edificação de uma nova vida e de um destino melhor;
- O desenvolvimento e o domínio profundo das funções de estudar, de aprender, de ensinar, de pensar e de realizar.
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08/08/2018

5.507.(8.8.2018.9.9') Bartolomeu Lourenço de Gusmão

Nasceu  em 1685...(em Santos ou na Capitania de S.Vicente.Brasil)
e morreu a 18noVEMbro1824 (Toledo)
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 Padre, inventor da Passarola.

Bartolomeu Lourenço de Gusmão (1685-1724), por antonomásia o Voador - como precursor da navegação aérea, nasceu em 1685, no Brasil (Santos), filho dum modesto cirurgião-mor de presídio, Francisco Lourenço, e de sua mulher, Maria Álvares.
Irmão mais velho do Dr. Alexandre de Gusmão, a quem o futuro reservaria uma carreira brilhante na diplomacia e política de D. João V, fez com ele seus estudos no Seminário Jesuítico da Baía, em que ambos foram discípulos dilectos do reitor, padre Alexandre de Gusmão, cujo nobre apelido ele consentiu que adoptassem desde a adolescência, na falta de mais condigno nome de família.
Por sua precoce inteligência e aplicação a estudos eclesiásticos, fez Bartolomeu de Gusmão no seminário o noviciado para padre jesuíta, de que em breve desistia, mas mantendo a disposição de se ordenar padre secular. Em 1701, o provincial da Companhia manda-o, com 16 anos, ao Reino, a completar os estudos, e muito impressionaram logo favoravelmente em Lisboa os seus conhecimentos profundos de casuística eclesiástica, bem como o vivo engenho em matérias de Matemática e Física Experimental. Quatro anos mais tarde voltava ao Brasil, e lá comprovava a extraordinária vocação para inventos mecânicos, com uma sua bomba hidráulica de elevação de água, cuja instalação ele próprio dirigiu, para fornecimento da do rio Paraguaçu ao seu antigo seminário da Baía, erguido no alto duma colina.
Voltava em 1708 definitivamente a Lisboa, porque, no seu destino de homem, o talento de inventor mecânico atrofiava-lhe o saber eclesiástico, pois trazia então em mente outros mais altos e audaciosos projectos, entre eles o de um aparelho, ou máquina voadora, baseado no velho princípio de Arquimedes acerca dos efeitos de impulsão dos fluidos sobre os corpos neles mergulhados.
Apresentado então na corte e recebido com o maior agrado pelo monarca, requeria-lhe e obtinha em 1709 o privilégio de exclusivo sobre o seu rudimentar aeróstato, depois apelidado, irónica e pitorescamente pelo vulgo, de Passarola. Em resumo, consistia o aparelho num grande balão esférico, de tela consistente, cheio de ar aquecido por estopa a arder na abertura da base, devendo erguer-se livremente na atmosfera, mais densa que o ar quente do balão, e, ao sabor do vento, deslocar-se, voar.
Realizou-se em Agosto a primeira experiência desde o alto do Castelo de S. Jorge, perante o rei e toda a corte. A experiência, como era de prever, foi infeliz, dada a improvisada técnica simplista. Pouco depois de efectivamente se ter erguido nos ares, o aparelho incendiou-se; confirmara-se, porém, na prática, a validez da teoria de base do princípio de Arquimedes para a navegação aérea, e é de crer que se tivessem repetido novas experiências, de que não houve notícia, embora houvesse ficado na tradição que uma nova Passarola, também lançada do Castelo, teria por fim descido intacta no Terreiro do Paço.
A glória dessa primazia viria a ser contestada nos fins do século, em França, por outro aeróstato do matemático e engenheiro francês Monge, aparelho do mesmo tipo, fundado na mesma teoria, e que, menos rudimentar, fora experimentado com mais êxito pelos irmãos Montgolfier, em 1794. Posteriormente, porém, tornou-se indiscutível em conferências várias, e mesmo num recente congresso internacional de aeronáutica, que ao inventor português se ficara devendo, como seu antecessor, a glória dessa conquista do espírito humano, a abrir na História Universal um novo capítulo de progresso de extraordinárias e imprevisíveis consequências científicas e tecnológicas, políticas e sociais.
Como de regra, as infelizes tentativas do autor da «Passarela» concitaram logo as invejas e vaias dos seus detractores, reforçados pelas suspeitas da Inquisição de que Bartolomeu, o Voador, teria tido pacto com o Diabo, sem que, todavia, essa torpeza fizesse decair Bartolomeu de Gusmão no conceito e apreço do Magnânimo, em cuja corte, aliás, seu irmão Alexandre gozava já de sólido prestígio como político e diplomata.
É, aliás, obscuro e confuso o curriculum vitae de Bartolomeu de Gusmão a partir da sua proeza aerostática. Sabe-se que, um tanto deprimido moralmente, os fracassos, decepções e embates da opinião pública o reconduziram às funções eclesiásticas, conquanto em seu espírito possivelmente não esmorecesse a imaginação inventiva para fins práticos.
Em 1710, obtinha privilégio do exclusivo de uma nova bomba hidráulica para esgotar água entrada nos porões das naus; mas, em 1713, talvez receoso do Santo Ofício, abandonou sem grandes recursos materiais o País, vagabundeando quatro anos por Holanda, França e talvez Inglaterra, mantendo-se a custo em ocupações modestas, mesmo a de ervanário em Paris, até se encontrar na Embaixada portuguesa com seu irmão Alexandre, então secretário da missão diplomática do conde da Ribeira. Com ele regressou a Portugal, e então, a expensas dele, se decidiu a completar seus estudos da Baía na Universidade de Coimbra, que em 1720 o doutorava com brilho em Cânones. No ano seguinte ordenava-se padre secular, notabilizando-se, elevado a cónego, como eloquente orador sacro. Por fim, elevou-o D. João V, em 1722, a fidalgo capelão-mor da Capela Real, e já nessa categoria foi como enviado extraordinário a Roma, incumbido de tratar com a Cúria pontifícia da obtenção dos ambicionados privilégios do monarca em benefício da Sé de Lisboa e seu alto Clero.
Nada, porém, tendo obtido o padre Bartolomeu de Gusmão em todo um ano de falhadas negociações, foi seu irmão Alexandre, em 1723, substitui-lo em Roma na difícil missão. No seu regresso ao Reino, porém, designou-o D. João V sócio efectivo da Academia Real de História, entre os 50 candidatos escolhidos, o que lhe valeu terem-lhe sido impressos, até 1721, os seus sermões e outras obras, em três volumes.
Em remate de tão desorbitada existência, pelo excesso de faculdades e inquietação de espírito, uma última desventura lhe estava tristemente reservada. Com efeito, no renovado convívio da corte, viu-se por fim envolvido com um irmão do rei, infante D. Francisco, numa tortuosa intriga, suspeita de escândalo, que o forçou em 1724 a de novo se expatriar escusamente por Espanha, em companhia de outro irmão seu, frei João Álvares, carmelita descalço. Adoecendo gravemente à chegada a Toledo, teve de recolher ao hospital, onde, apesar dos seus ainda robustos 39 anos, veio a morrer esgotado por tão intensa e desordenada vida de actividades e das mais díspares ocupações, efémeros êxitos, lutas, decepções, misérias e grandezas, em permanente insatisfação de espírito, que dia a dia lhe ia minando o rico potencial de vitalidade.
Obscuramente ficava sepultado numa campa rasa de Toledo o imortal precursor da navegação aérea, hoje insuperável glória da Humanidade.
 
Bartolomeu de Gusmão
 http://conventosaramago.blogspot.com/2011/03/bartolomeu-lourenco-de-gusmao.html
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Caracterização do Padre Bartolomeu Lourenço de Gusmão

O padre Bartolomeu Lourenço de Gusmão representa as novas ideias que causavam estranheza na inculta sociedade portuguesa.
Estrangeirado, Bartolomeu de Gusmão tornou-se um alvo apetecido da chacota da corte e da Inquisição, apesar da protecção real.
Homem curioso e grande orador sacro (a sua fama aproxima-o do padre António Vieira).
Bartolomeu de Gusmão evidenciou, ao longo da obra, uma profunda crise de fé, a que as leituras diversificadas e a postura "antidogmática" não serão alheios, numa busca incessante do saber.
A sua personagem risível - era conhecido por "Voador" - torna-o elemento catalisador do voo do passarola, conjuntamente com Baltasar e Blimunda.
A tríade corporiza o sonho e o empenho tornados realidade, a par da desgraça, também ela, partilhada (loucura e morte, em Toledo, de Bartolomeu de Gusmão, morte de Baltasar Sete-Sóis no auto-de-fé e solidão de Blimunda).
 http://conventosaramago.blogspot.com/2011/04/caracterizacao-do-padre-bartolomeu.html
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08 de Agosto de 1709: Bartolomeu de Gusmão apresenta a D. João V uma demonstração com um balão de ar quente

Bartolomeu Lourenço de Gusmão, cognominado “O Padre Voador” nasceu na capitania de São Vicente, no Brasil. Sacerdote secular, cientista e inventor tornou-se famoso por ter inventado o primeiro aeróstato operacional, a que chamou  “passarola” – mais conhecido na sua versão moderna, como balão de ar quente.

Cursou as primeiras letras no Colégio São Miguel em São Vicente. Prosseguiu os estudos na Capitania da Baía de Todos os Santos. Ingressou no Seminário de Belém, em Cachoeira, onde teve início a profícua carreira de inventor. Em1699, concluído a formação, Bartolomeu mudou-se para Salvador e ingressou na Companhia de Jesus, de onde saiu antes de ser ordenado, em 1701.

Viaja para Portugal, hospedando-se em Lisboa na casa do Marquês de Fontes, que se impressionara com os dotes intelectuais do jovem de 16 anos.

Em 1702, Bartolomeu retorna ao Brasil e dá início ao processo de ordenação sacerdotal. 

Em 1708, o já padre Bartolomeu embarca para Portugal, matriculando-se na Faculdade de Cânones da Universidade de Coimbra. Abandona a faculdade a meio e  instala-se em Lisboa. Na capital pede patente para um “instrumento para se andar pelo ar” – que se revelaria mais tarde como sendo o aeróstato ou balão – concedida em 19 de Abril de 1709. O invento, divulgado por meia Europa em estampas fantasiosas, causou celeuma. Era retratado como uma barca com formato de pássaro, ficando conhecido como “passarola”. As primeiras ilustrações da Passarola tinham sido elaboradas por um filho do Marquês de Fontes, Joaquim Francisco, com a conivência de Bartolomeu. Aluno de matemática do padre,  era a única pessoa que tinha livre acesso ao recinto em que o engenho voador era guardado.

O monarca manifestou interesse nas  demonstrações de Bartolomeu de Gusmão. Em Agosto de 1709, o sacerdote fez perante a corte portuguesa cinco experiências com balões de pequenas dimensões construídos por ele: na primeira, realizada no dia 3 na Casa do Forte (Palácio Real), o protótipo utilizado incendiou-se antes de subir; na segunda, feita no dia 5 noutra dependência do palácio, o aeróstato elevou-se a 4 metros, quando começou a arder ainda no ar; na terceira, feita no dia 6 novamente na Casa do Forte, o balão, contendo no interior uma vela acesa, logrou fazer um voo curto, mas incendiou-se ao chegar ao chão; na quarta, feita no dia 7 no Terreiro do Paço, o balão elevou-se a grande altura, pousando lentamente minutos depois; no  dia 8 na Sala das Audiências, no interior do Palácio Real, o balão subiu até o tecto do aposento, descendo posteriormente com suavidade.


Em 3 de Outubro de 1709, na ponte da Casa da Índia, o padre fez nova demonstração do invento. O aparelho utilizado era maior que os anteriores, mas ainda incapaz de transportar um homem. A experiência teve êxito absoluto: o balão subiu bastante alto, flutuou por um tempo não medido e pousou sem problemas.

Cinco testemunhas registaram estas experiências: o cardeal italiano Michelangelo Conti, eleito papa em 1721 sob o nome de Inocêncio XIII, os escritores Francisco Leitão e José Soares, membros da Academia Real de História Portuguesa, o diplomata José Brochado e o cronista Salvador Ferreira.

Estas experiências, embora com a assistência de personalidades da época, não foram suficientes para popularizar o invento. Os pequenos balões exibidos, além de não terem sido encarados como inovação importante ou útil, por serem desprovidos de qualquer tipo de controlo - eram levados pelo vento. Foram considerados perigosos, pois podiam provocar incêndios. Estes factores não permitiram a construção de um modelo grande, tripulável.



Entre 1713 e 1716, viajou pela Europa. Registou na Holanda o invento de uma “máquina para drenagem da água alagadora das embarcações de alto mar”.  Viveu em Paris, trabalhou como ervanário para sustentar-se.



O padre Bartolomeu de Gusmão voltou a Portugal, quando foi vítima de insidiosa campanha de difamação. Acusado pela Inquisição de simpatizar com cristãos-novos, viu-se forçado a fugir para a Espanha, no final de Setembro de 1724.



Segundo o testemunho que, mais tarde, João Álvares, um irmão mais novo, daria à Inquisição espanhola, Bartolomeu teria feito a conversão ao judaísmo, em 1722, depois de atravessar uma crise religiosa. O relato de João Álvares ao Santo Ofício, ainda que deva ser visto com cautela, mostra aspectos místicos, messiânicos e megalómanos do "padre voador".



Em Toledo, Bartolomeu adoece gravemente, recolhendo-se ao Hospital da Misericórdia, onde veio a falecer em 18 de Novembro de 1724. Antes de morrer, confessou-se e recebeu a comunhão, conforme o rito católico, e assim foi sepultado na Igreja de São Romão, em Toledo. Foram feitas, ao longo de décadas, várias tentativas para localizar a sua sepultura , o que só ocorreu em 1856. Parte dos restos mortais foi transportada para o Brasil e  encontra-se, desde 2004, na Catedral Metropolitana de São Paulo.



Bartolomeu de Gusmão figura como uma das personagens centrais de Memorial do Convento, romance de José Saramago.

Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)
Bartolomeu Lourenço de Gusmão, por Benedito Calixto, em quadro de 1902


Ilustração fantasiosa da Passarola de 1709


Bartolomeu de Gusmão apresenta os seus protótipos à corte de D. João V
https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/08/08-de-agosto-de-1709-bartolomeu-de.html
 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/08/08-de-agosto-de-1709-bartolomeu-de.html?spref=fb&fbclid=IwAR0BBHlZsoyYSSNYMCBnyaTfsJjH8_lgiE3BkJosQRLErnluQQvv8vBZhjY
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18 de Novembro de 1724 : Data provável da morte de Bartolomeu de Gusmão, o "Padre voador"

 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/11/18-de-novembro-de-1724-data-provavel-da_18.html?fbclid=IwAR1gEFeRVrsJ8ZSQF0TPI3896gLt_wRX48-yhRtU8T86g8ryM5iSMNTpVcs
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