30/09/2018

8.236.(30seTEMbro2018.9.9') Manuel Beja

Manuel Afonso Lourenço Beja
Nasceu a
e morreu a 30seTEMbro2018
Um grande camarada d' Alcobaça
emigrante na Suíça
onde teve uma luta permanente pelos direitos dos emigrantes portugueses
foi Conselheiro das Comunidades Portuguesas na Suíça...
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Investiu, nos últimos anos,  no restauro de casa em ruína junto ao Alcoa, em Chaqueda...
*
No último ano tem atacado, com sucesso, um cancro...
Nos últimos dias teve pneumonia, mas que estava a curar...
Ontem, quem esteve com ele, Rui Bento, recomendou que ele não ficasse em casa, que tinha acabo de ser pintada interiormente...
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Também deu ao Rui Bento a sua bicicleta antiga, para o passeio promovido pela
Associação Azenhas

 https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10215492836985515&set=pcb.10215492840425601&type=3&theater
de que Manuel Beja era o Presidente da Assembleia Geral
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Queria falar comigo neste almoço convívio!!!
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30seTEMbro2018
14.14.14" postei no face
esta postagem do unir
e  "1 vivaaaaaa a um grande camarada / amigo...Faleceu, de súbito, o camarada Manuel Beja, durante dezenas de anos, conselheiro dos portugueses emigrantes na Suíça...Vivia à beira Alcoa, em Chiqueda...Em breve escreverei, aqui, onde será o velório e o funeral... Sentidos pêsames para toda a família"
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 Bravíssimooooo para Associação Azenhas...Chiqueda/Aljubarrota d’ Alcobaça que vos abRRaaaaaça....Almoço após passeio bicicletas antigas... com a bicicleta do camarada Manuel Beja, infelizmente, sem a presença dele, faleceu de madrugada
  Na foto está Rui Bento com a bicicleta do Manuel Beja..Rui esteve com Manuel Beja...Manuel Beja entregou-lhe a sua bicicleta antiga...Antes de ir para o Hospital, disse-lhe que queria falar comigo...Já não falamos!!!...
fotos by mim
 A imagem pode conter: Rui Bento, bicicleta e ar livre
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 https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10215492836945514&set=pcb.10215492840425601&type=3&theater
soRRisooo giroo da jornalista do Alcoa: Catarina
 https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10215492837145519&set=pcb.10215492840425601&type=3&theater
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10215492837945539&set=pcb.10215492840425601&type=3&theater
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23maio2014 houve homenagem a José Afonso...Café Paris

Manuel Beja, Henrique Bértolo e Basílio Martins, com outros,
tiveram a iniciativa de evocar Zeca Afonso, em Alcobaça
no Café Paris...
 https://uniralcobaca.blogspot.com/2014/05/811724maio2014131313-ontem-houve.html
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1ouTUbro2018
Região de Cister
 
O alcobacense Manuel Beja faleceu, na madrugada deste domingo, com 73 anos. 
Natural de Chiqueda, o antigo conselheiro das comunidades portuguesas na Suíça lutava contra um cancro. Nos últimos anos, Manuel Beja era presidente da Assembleia Geral da Associação Azenhas de Chiqueda.
A vida do alcobacense ficou marcada pela defesa dos direitos dos emigrantes, quer como sindicalista, quer como conselheiro das comunidades portuguesas na Suíça durante três décadas. Essa sua dedicação valeu-lhe a comenda da Ordem de Mérito, atribuída em 2007 pelo Presidente da República.
Foto: Jornal de Leiria
 https://www.regiaodecister.pt/noticias/faleceu-manuel-beja
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Via postagem do sobrinho Luís Lourenço Beja:

 Manuel Beja - Emissora Nacional - Emissora das Beiras - Caramulo - Anos 70
Foto tirada pelo meu pai "Quim Alfaiate" eu lembro-me de visitar os estúdios da rádio com o meu tio na realização.
 https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10205389436092866&set=a.1119652049006&type=3&theater
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26ouTUbro2016

Quem é Manuel Beja!

O Ex.mo Sr. Manuel Beja, é o Conselheiro das Comunidades portuguesas na Suíça...

Presidente da Comissão dos Fluxos Migratórios do Conselho Comunidades Portuguesas (CCP).

De seu nome: Manuel Afonso Lourenço Beja





A Revista Repórter X um elo de ligação com este blogue, obrigado a todos  por fazerem parte do leque de amigos, estou sempre convosco: http://revistareporterx.blogspot.ch/
Para além da Suíça e Liechtenstein, estamos também na Póvoa de Lanhoso, Câmara Municipal, Casa da Botica e Espaço Jovem
Representantes e Marketing, Patrícia Antunes e Cyber Café
Colaboração Agência Nunes Viagens

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quinta-feira, 17 de março de 2011


Trabalhadores consulares vão entrar em greve na suíça

Sabe-se que a situação salarial dos trabalhadores consulares, professores e outros funcionários do Estado português em actividade na Suíça, se agrava há vários meses, sem que o Governo Sócrates / PS “mexa uma palha” para a sua solução. A indiferença e o reconhecido desdém dos actuais governantes perante a precária situação financeira dos seus funcionários, provocada pela diferenciação cambial e os actuais cortes orçamentais, merecem, por parte da comunidade portuguesa residente na Suíça a total condenação. O Governo português não está a honrar com os seus compromissos, garantindo, como é sua obrigação, os meios de sustentabilidade necessários aos funcionários em actividade no exterior. Senão, vejamos, considerando as perdas cambiais e os cortes salariais, em média, os salários dos funcionários consulares rondam um pouco mais de três mil francos suíços, menos que o salário mínimo garantido a um trabalhador da indústria hoteleira. Deste montante, mais de 60 por cento, são destinados a pagamento das rendas dos alojamentos, fora o resto. Com salários deste valor é impossível viver condignamente na Suíça. A ameaça de greve, no decorrer do mês de Março, dos funcionários consulares e diplomáticos da embaixada em Berna, consulados de Genebra, Zurique, os escritórios em Lugano e Sion e a delegação da ONU, é mais do que compreensível; “é a última alternativa que lhes resta”. Para além da prevista greve, as autoridades portugueses tiveram conhecimento, na sequência de um abaixo-assinado que lhes foi entregue, do provável envio de uma carta de denuncia da situação a Micheline Calmy-Rey, Presidente da Confederação Helvética e Ministra dos Negócios Estrangeiros Suíça, “explicando a situação de precariedade em que vivem os funcionários consulares portugueses neste país.” Se tal acontecer, a imagem de Portugal fica ao nível das “repúblicas das bananas”, longe, muito longe, da imagem digna de Portugal parceiro internacional respeitado, um país moderno, na linha da frente da União Europeia. A realidade é amarga! Ao ser mantida por muito mais tempo pode levar as famílias dos funcionários a terem de recorrer à assistência social local. O Governo Sócrates / PS sabe disso e não age. Perante o facto, das duas, uma, ou estamos presente um Governo que está a dormir, ou que pretende alastrar a guerra social contra os trabalhadores e a população portuguesa para fora das suas fronteiras. Também pode ser as duas coisas! Estamos certos que os trabalhadores consulares vão conseguir superar os desânimos, as resignações, os medos, e lutar contra este estado de coisas. E, não esqueçam, serão mais fortes com a solidariedade dos utentes, com a solidariedade comunidade portuguesa. É preciso derrotar esta política que a todos penaliza.
Vamos dar uma volta a isto!


Manuel Beja
Conselheiro das Comunidades Portuguesas / Suíça
manuel.beja@bluewin.ch
 http://conselheirodascomunidadesportnasuica.blogspot.com/
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50anos da A.P.Zurique
15jun2012
Quando a Associação Portuguesa de Zurique (APZ) foi criada, a 14 de junho de 1962, as estatísticas suíças registavam apenas 481 cidadãos de origem portuguesa no país. Meio século depois, os portugueses tornaram-se no terceiro maior grupo de estrangeiros [mais de 200 mil] na Suíça e a associação "democratizou-se" para acompanhar a comunidade.
"Na época, os portugueses eram muito poucos, uma elite, pessoas que tinham residência na Suíça e faziam parte de famílias com grande poder económico em Portugal, funcionários de bancos, seguradoras e grandes empresas", recordou Manuel Beja, conselheiro da comunidade portuguesa, que foi secretário da associação e posteriormente presidente da assembleia geral durante 20 anos.
Foi a chegada dos primeiros contingentes de trabalhadores sazonais portugueses e a revolução de abril de 1974 em Portugal que contribuiu decisivamente para a transformação.
"É evidente que essa transformação trouxe alguns conflitos iniciais entre os que queriam uma associação de fato e gravata e os outros, que na maioria trabalhavam na agricultura, e que tinham muito peso", acrescentou.
Na década de 1980, tornou-se "no rosto da contestação" dos emigrantes ao Estado português por causa do encerramento, em 1979, do consulado de Portugal em Zurique, contestação que só acalmou com o regresso dos serviços consulares em 1987.
A associação, a mais antiga da Suíça, foi ainda responsável pela criação da primeira escola de língua e cultura portuguesa, frequentada semanalmente por 50 crianças, e destacou-se na defesa do sistema oficial do Ensino do Português na Suíça.
Assumiu ainda o ensino básico de alemão para adultos, disponibilizando salas e professores, e desenvolvendo esforços para interessar os emigrantes pela aprendizagem da língua local, responsabilidade posteriormente assumida pelas autoridades suíças.
Inicialmente, as atividades da APZ, que incluíam ainda festas, palestras e folclore, funcionavam nas instalações da Missão Católica Francesa.
Nos anos 1980, conseguiu a sua sede social, que passou a acolher os serviços oficiais de apoio à emigração.
O apoio social, ainda que informal, continua hoje a fazer-se na associação, que fornece refeições gratuitas a algumas pessoas da comunidade em "extrema dificuldade".
A APZ foi distinguida, em 1990, pelo então Presidente da República, Mário Soares, com a Ordem de Mérito pelos serviços prestados à comunidade.
Atualmente, a associação mantém como única atividade cultural um grupo coral alentejano e promove cursos para promover a integração dos cada vez mais emigrantes que vão chegando à Suíça.
Rui Venâncio, presidente da APZ há quatro anos, lembrou que dos 500 sócios que a associação teve sobram hoje 150, lamentando a falta de apoio do Estado português e o desinteresse dos jovens.
"Os tempos não estão fáceis e cada vez há menos pessoas interessadas neste tipo de casas. As pessoas não têm tempo nem interesse. Os jovens que já nasceram cá estão muito integrados na cultura suíça não ligam a isto. São os mais velhotes que vão mantendo isto ainda com vida", disse.
"A associação tem passado por momentos maus, já esteve à beira de fechar e vamos lutando no dia a dia, mas não é fácil", adiantou, acrescentando que seria bom que os dirigentes políticos portugueses se lembrassem da APZ.
Mais otimista, Manuel Beja não deixa contudo de manifestar preocupação pelo futuro da coletividade.
"Vejo a situação com um misto de otimismo e preocupação porque (...) as pessoas pensam fazer uma vida mais citadina, olhando menos para a comunidade (...), mas muitos começam a entender que é necessário manter os contactos com o país de origem e os mais novos começam a aparecer nas coletividades".
Manuel Beja considera o movimento associativo "um pilar muito importante da ligação de Portugal às comunidades e na integração dos países de origem" e lamenta que não seja "mais bem acarinhado" pela comunidade e pelo estado português.

 https://www.dn.pt/portugal/interior/50-anos-a-apoiar-emigrantes-2611184.html
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15maio2009
Conselheiro da comunidade confiante que limitação seja só para novos candidatos

O conselheiro da comunidade portuguesa na Suíça Manuel Beja disse hoje acreditar que a eventual decisão de limitar a atribuição de vistos a cidadãos da União Europeia deverá afectar apenas os novos candidatos a imigrantes no país.

"A decisão pode ir no sentido de suspender temporariamente a atribuição de novos vistos B - que são atribuídos por cinco anos -ou suspender a sua renovação. Não acredito que vá neste último sentido porque essas pessoas têm vidas estáveis, com trabalho e filhos na escola", disse Manuel Beja, acrescentando que a maioria dos portugueses residentes na Suíça são titulares de um visto deste tipo.

A imprensa suíça tem vindo a noticiar que devido ao aumento do desemprego na Suíça, as autoridades poderão limitar os vistos de trabalho a imigrantes provenientes de 17 países da União Europeia (UE).


A medida, prevista numa cláusula de protecção dos acordos bilaterais que a Suíça mantém com a UE, deverá afectar apenas os chamados vistos B, com duração máxima de cinco anos, atingindo sobretudo as duas comunidades que mais têm chegado ao país após a assinatura do acordo bilateral: a alemã e a portuguesa.

Em 2007, viviam na Suíça 193.300 portugueses, tendo entrado no país nesse ano 15.400, cerca de dez por cento do total dos novos imigrantes. A comunidade portuguesa é a que mais está a progredir na Suíça, segundo Manuel Beja, que adianta que esta restrição irá impedir a estabilização dos imigrantes e suas famílias no país.


Apesar de admitir que a decisão suíça, que deverá ser aprovada na quarta-feira, está prevista no acordo bilateral assinado entre a Suíça e a União Europeia, Manuel Beja considera que se está perante uma medida de "proteccionismo do mercado de trabalho suíço".

"A Suíça quer manter uma taxa de desemprego estável e é isso que dá origem a esta medida", frisou Manuel Beja, acrescentando que existe também uma percentagem significativa de portugueses sem trabalho no país.

"Já há algum tempo que se nota uma grande percentagem de desempregados portugueses como consequência da crise económica. Fala-se num número superior a dez mil desempregados", disse, sublinhando que o desemprego está a afectar principalmente os portugueses que estão há mais de 20 anos na Suíça.


A taxa de desemprego na Suíça subiu nos últimos meses de 2,6 para 3,5 por cento, tendo a Secretaria Federal de Economia (SECO) registado 136.700 desempregados até Abril.

Apesar de a maioria dos estrangeiros desempregados no país ser oriunda da região dos Balcãs (Sérvia, Montenegro e Kosovo), as taxas de desemprego também têm vindo aumentar entre os trabalhadores europeus.

Segundo dados da SECO, o número de desempregados portugueses aumentou de 5.621 em 2007 para 8.144 em Abril de 2009 (um aumento de cerca de 45 por cento). No mesmo período, o desemprego na comunidade imigrante alemã aumentou de 2.867 para 5.337.

A suspensão dos vistos poderá vigorar apenas durante dois anos.

Jornal Público, aqui, acedido a 02 de Julho de 2009
 http://observatorioemigracao.pt/np4/647.html
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26seTEMbro2004
"Estou bastante chocado com esta decisão do povo suíço. Trata- se de um resultado ainda pior do que foi há dez anos relativamente ao direito da nacionalidade e dos esforços da terceira geração em obter o passaporte suíço", afirmou.
"Estava perfeitamente convencido que à terceira vez que este referendo ia para discussão, seria aprovado", continuou o responsável, considerando o resultado uma "injustiça enorme".

Os eleitores suíços rejeitaram hoje a facilitação do processo de naturalização de imigrantes de segunda e terceira geração, depois de uma intensa campanha nas vésperas do voto, que diversos partidos e organização denunciaram como racista e xenófoba.
Cinquenta e dois por cento dos eleitores suíços rejeitaram uma primeira proposta de legislação que dava cidadania automática a estrangeiros de terceira geração nascidos na Suíça, isto é filhos de pessoas nascidas no país ou netos de imigrantes residentes na Suíça há muito. Uma segunda proposta, que pretendia facilitar o acesso à cidadania para a segunda geração, foi rejeitada por uma maioria ainda maior: 57 por cento.
Manuel Beja garante que o 'não' afectará tanto a comunidade portuguesa como qualquer outra comunidade imigrante na Suíça, referindo que milhares de jovens já nascidos no país continuam a ter dificuldades de acesso a formação e a empregos. "Todos os que venham a nascer ou já nasceram aqui serão afectados por isso. No futuro imediato, continuam a ter dificuldades no acesso à aprendizagem e ao emprego. Ainda que não os rejeitem darão sempre preferências a quem tem passaporte suíço", sustentou.
Especialmente negativo, na opinião do conselheiro português, é o facto de o 'não' ser apoiado por muitos imigrantes, inclusive portugueses, que entretanto já adquiriram a cidadania suíça.
 https://www.publico.pt/2004/09/26/mundo/noticia/suica-conselheiro-das-comunidades-portuguesas-chocado-com-resultados-do-referendo-1204444
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3aGOSTO2005

Os portugueses na Suíça que pretendam regressar definitivamente a Portugal podem continuar a levantar a partir de 2007 os valores descontados para o fundo da caixa de pensões graças a um acordo entre os dois países.

O acordo bilateral entre a Suíça e a União Europeia impediria os emigrantes que regressassem a Portugal depois de 31 de Maio de 2007 de levantarem os fundos da caixa de pensões (conhecido por segundo pilar), complemento de reforma obrigatório que os estrangeiros podem reclamar quando regressam ao país de origem.
Desde 1985 que todos os trabalhadores na Suíça são obrigados a descontar para o segundo pilar que poderá ser levantado quando se atinge a idade da reforma ou, no caso dos estrangeiros, quando regressam ao país de origem.
Um acordo assinado no mês de Julho entre as autoridades dos dois países garante que os portugueses que regressem a Portugal podem continuar a usufruir desta facilidade mesmo após 31 de Maio de 2007, disse à Agência Lusa o conselheiro das comunidades portuguesas na Suíça Manuel Beja.
De acordo com o conselheiro, os fundos das caixas de pensões só podem ser levantados quando os emigrantes abandonam definitivamente a Suíça, fixam residência em Portugal e não se inscrevam na segurança social portuguesa no prazo de três meses após o seu regresso.
Em comunicado, o Conselho das Comunidades Portuguesas - órgão de consulta do Governo para as questões da emigração - congratula-se com a assinatura do acordo entre as autoridades de Portugal e da Suíça.https://www.rtp.pt/noticias/pais/emigrantes-podem-continuar-a-levantar-fundos-de-reforma_n14655
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30seTEMbro2018
Via Rui Bento
 É com enorme tristeza que comunico o falecimento do Nosso Eterno presidente da Associação Azenhas de Chiqueda...
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25jul2017
Entrevista ao ptcomunidades
 "Penso que há medo. Medo das pessoas, medo de assumir uma posição e medo do poder do capital. Porque na realidade o problema, como é o meu, dado que estou reformado e tenho a residência na Suíça, penso que se poderia conseguir uma solução equilibrada e justa, porque Portugal nunca contribuiu em nada para a minha situação e não é o país que me paga a minha reforma. Porque as cargas fiscais que Portugal aplica a todos os cidadãos portugueses, como é evidente, como a nós que um dia desejamos regressar em definitivo, são taxas exageradas e desproporcionais a quem nunca contribuiu e nada fez pelo nosso bem-estar. Seria aceitável Portugal encontrar uma taxa que fosse ao encontro do que as pessoas pagariam nos países de acolhimento."
 “Sei que muitos portugueses não estão a ter uma vida fácil na Suíça” “Não creio que exista um futuro para o movimento associativo. O que vai existir são grupos de interesses privados”.

 







Manuel Beja
Mesmo afastado do mundo sindical, porque o Manuel Beja está reformado, acompanha bem de perto os problemas da comunidade. O Manuel Beja foi o primeiro sindicalista português e durante muitos anos foi uma voz ativa no seio da comunidade portuguesa. Critico, um acérrimo defensor dos seus ideais e dos valores que acredita que servem para que a sociedade seja melhor e mais solidária. Mesmo afastado do Sindicato e do Conselho das Comunidades, continua atento a tudo que diga respeito à comunidade portuguesa que vive na Suíça.
— Estás afastado das lides sindicais, dado que estás reformado, mas acompanhas ainda os problemas da comunidade portuguesa?
Manuel Beja – Eu vivo os problemas da comunidade portuguesa. Claro que acompanho à distância, mas com uma enorme preocupação. O passado é passado, vivi uma situação que me deixou muito satisfeito aquando do processo da integração da comunidade na Suíça, quando terminou o estatuto sazonal, mas nos dias de hoje as coisas mudaram, infelizmente. Sinto que existe uma maior precaridade nos dias de hoje, e muito pouca disponibilidade de as pessoas colaborarem com o mundo associativo.
–O que é que mais te preocupa?
Manuel Beja – Bem, estou numa situação em que já entrei na terceira fase da vida. Esta terceira fase da vida dá muito para pensar. Um dos assuntos que realmente preocupa é a situação dos pensionistas portugueses. Muitos gostariam de ir para Portugal gozar a sua reforma, muitas sem serem valores elevados, mas muitos não o fazem, porque Portugal é pouco sensível e fecha as portas a todas estas pessoas, que investiram uma vida no país, e que estão sujeitos a uma carga fiscal desproporcionada a quem nunca fez nada, mesmo nada, pelos seus filhos emigrantes. Portugal, para com os emigrantes, procedeu sempre com uma política de hipocrisia e de cinismo. Concedem muitos benefícios aos estrangeiros que desejam radicar-se em Portugal, mas ainda não encontraram uma solução para os emigrantes reformados que desejam radicar-se em Portugal.
–Pensas que existe má vontade política?
Manuel Beja – Penso que há medo. Medo das pessoas, medo de assumir uma posição e medo do poder do capital. Porque na realidade o problema, como é o meu, dado que estou reformado e tenho a residência na Suíça, penso que se poderia conseguir uma solução equilibrada e justa, porque Portugal nunca contribuiu em nada para a minha situação e não é o país que me paga a minha reforma. Porque as cargas fiscais que Portugal aplica a todos os cidadãos portugueses, como é evidente, como a nós que um dia desejamos regressar em definitivo, são taxas exageradas e desproporcionais a quem nunca contribuiu e nada fez pelo nosso bem-estar. Seria aceitável Portugal encontrar uma taxa que fosse ao encontro do que as pessoas pagariam nos países de acolhimento.
–Mas existe um decreto-lei que isenta os portugueses por um período de 10 anos?
Manuel Beja – Conheço essa lei, sei que existe, mas, no entanto, essa lei não é clara e não é totalmente abrangente e precisa. E não é clara que se fique totalmente isento de impostos. Tem de haver uma política clara e um decreto que vá direcionado apenas para os portugueses que viveram e recebam reformas de um outro estado-membro, o que não é o caso. No meu caso, com a minha reforma, eu pagaria uma taxa fiscal de 45% em Portugal. Na Suíça pago 11%. Na minha situação existem milhares de portugueses, não só os que trabalharam na Suíça, como aqueles da França, Alemanha, Luxemburgo e todos os demais.
–Não será que se vive uma certa hipocrisia quando se evoca a política da saudade, do investimento e, quando é para esclarecer e clarificar uma situação, ninguém faz nada?
Manuel Beja – Sabes, o problema é que o Estado não tem interesse em nos ouvir. Este problema já foi levantado há muitos anos, e até à data ninguém nos quis ouvir. Nem querem. Sabes, eles evocam que todos os portugueses têm de estar em pé de igualdade. Acho muito bem. Mas a verdade é que estou fora de Portugal há mais de 40 anos e, se passar a minha morada fiscal para lá, mais de um 1/3 da minha reforma vai para os cofres de Portugal, tirando-me capacidade e alguma dignidade a uma qualidade de vida para qual eu trabalhei num outro Estado, e que Portugal nunca contribuiu. Como tal, seria mais justo encontrar uma taxa que fosse ao encontro do que se paga no país de acolhimento. Eu investi algo em Portugal, mas muitos portugueses investiram todo o seu suor na sua terra. E agora? Proporcionaram riqueza, proporcionaram bem-estar pelos seus investimentos, muitos até substituíram o Estado português ao ajudarem os seus familiares, e agora? Se recebes 3 mil, tens de deixar mil aos cofres do Estado. Com este decreto-lei em vigor não vamos a lado nenhum.
–Nunca a comunidade atingiu os números atuais, somos perto de 280 mil na Suíça. Como vês esta evolução?
Manuel Beja – Apesar da livre circulação de pessoas, a verdade é que sinto a comunidade muito mais insegura do que antes. No estatuto sazonal, sabíamos que era um estatuto discriminatório, tinhas as suas regras, mas sabíamos com o que poderíamos contar, neste momento estamos a viver uma insegurança, porque muitas das pessoas vivem na precariedade dos trabalhos a prazo e na dificuldade em encontrar o alojamento, que muitos por vezes não podem pagar, porque não têm um posto de trabalho estável. Depois, os ditos trabalhos à hora, em que os patrões se servem da disponibilidade destas pessoas, que ficam reféns de as chamaram ou não. Estou a falar do setor das limpezas, como exemplo. Existem outros. Como tal, existe uma precariedade e sei que muitas pessoas vivem com extrema dificuldade, até porque o preço dos alojamentos, o aluguer das casas, estão por preços exorbitantes, depois ainda se tem de somar o seguro médico. Sei que muitos portugueses não estão a ter uma vida fácil na Suíça. Tudo isto é um problema acrescido para uma plena integração das famílias portuguesas na Suíça. Também é verdade que a comunidade não se mobiliza como há uns anos. Por muito que se possa apontar o dedo aos Sindicatos, falo de todos os Sindicatos, as pessoas devem acreditar no trabalho destes, porque se muito foi conseguido nos últimos anos, estou a falar, por exemplo, no setor da hotelaria, da construção, este último com a reforma antecipada, aos 60 anos, uma grande vitória sindical, o setor das limpezas que tem agora um contrato coletivo, fraco, mas existe uma base de trabalho, tudo isso foi conseguido com o movimento Sindical. Se as pessoas que chegam agora à Suíça encontram algumas regras e benefícios, mas claro está que muito ainda se pode fazer, foi graças aos Sindicatos, e muitas delas agora afastam-se, o que é uma pena e uma injustiça pelo trabalho realizado. Claro que sei que há falhas, mas temos de ver o que de bom foi conseguido graças ao trabalho Sindical. E uma base de apoio e de mobilização passa pelos Sindicatos.
–E o movimento Associativo?
Manuel Beja  – Está moribundo e em fase de desaparecer. Esta é a realidade. Muito poucas coletividades respeitam os valores associativos. Futuro? Não creio que exista um futuro para o movimento associativo. O que vai existir são grupos de interesses privados.
Adelino Sá, GAZETA LUSOFONA, https://www.gazetalusofona.ch/edicao-julho-2017/
https://www.pt-comunidades.com/manuel-beja-vive-os-problemas-da-comunidade/
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30seTEMbro2018
 Carlos Pereira:
Acabo de tomar conhecimento da morte do Manuel Beja.
Fomos colegas no Conselho das Comunidades Portuguesas durante 11 anos. Eu eleito em França e ele na Suíça. Fomos colegas durante 5 anos no Conselho Permanente (primeiro quando eu fui Vice-Presidente e depois quando fui Presidente do CCP).
O Manuel Beja sempre nos impressionava: quando falava, havia silêncio na sala. Comunista de gema, era sobretudo homem de palavra, respeitador de compromissos, fiel aos ideais que defendia, refletia duas vezes antes de dar opiniões e sobretudo ouvia a opinião dos outros.
Esteve sempre ao meu lado.
Participamos juntos em muitas lutas… pelo bem coletivo e nunca pelo nosso interesse pessoal.
Curiosamente, nesta fotografia está ao lado de um outro colega nosso, o Figueiredo, eleito nos Estados Unidos, que também já nos deixou.
O Manuel Beja pode ter partido, mas para além de deixar saudade, deixa-me um respeito.

 
 https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2249384705103536&set=a.192999200742107&type=3&theater
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25/09/2018

2.299.(25seTEMbro2018.11.11') Babilónia...

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Babilónia
 
 https://historiadomundo.uol.com.br/babilonia/mapa-babilonia.htm
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 (em babilônio: Bâbili, "porta de Deus" persa antigo, abirush), antigo reino da Mesopotâmia, conhecido originalmente como Sumer e depois como Sumer e Acad, entre os rios Tigre e Eufrates, ao sul da atual Bagdá, Iraque.

A civilização babilônica, que existiu do século XVIII ao VI a.C., era, como a suméria que a precedeu, de caráter urbano, embora baseada mais na agricultura do que na indústria. O país era constituído por 12 cidades, cercadas de povoados e aldeias. No alto da estrutura política estava o rei, monarca absoluto que exercia o poder legislativo, judicial e executivo. Abaixo dele havia um grupo de governadores e administradores selecionados. Os prefeitos e conselhos de anciãos da cidade eram encarregados da administração local.

Os babilônios modificaram e transformaram sua herança suméria para adequá-la a sua própria cultura e maneira de ser e influenciaram os países vizinhos, especialmente o reino da Assíria, que adotou praticamente por completo a cultura babilônica.

As escavações arqueológicas realizadas permitiram que fossem encontradas importantes obras de literatura. Uma das mais valiosas é a magnífica coleção de leis (século XVIII a.C.) denominada Código de Hamurabi, que, junto com outros documentos e cartas pertencentes a diferentes períodos, proporcionam um amplo quadro da estrutura social e da organização econômica do império da Babilônia.

Mais de 1200 anos se passaram desde o glorioso reinado de Hamurabi até a conquista da Babilônia pelos persas. Durante esse longo período, a estrutura social e a organização econômica, a arte e a arquitetura, a ciência e a literatura, o sistema judicial e as crenças religiosas babilônicas, sofreram considerável mudança. Baseados na cultura do Sumer, os feitos culturais da Babilônia deixaram uma profunda impressão no mundo antigo e particularmente nos hebreus e gregos. A influência babilônica é evidente nas obras de poetas gregos como Homero e Hesíodo, na geometria do matemático grego Euclides, na astronomia, astrologia, heráldica e na Bíblia.

 Uma das primeiras cidades construídas no mundo, é mencionada em documentos escritos há mais de 5000 anos a.C.
Foi edificada numa parte do mundo onde nasceram as mais velhas civilizações, nas margens do rio Eufrates, no Iraque, no Vale da Mesopotâmia.

Cresceu em importância há 4.000 anos, quando um grande rei, Hamurabi, governou-a. Conquistou ele todas as cidades e tribos ao redor e dirigiu sabiamente o seu reino. Suas leis, escritas em caracteres cuneiformes, em blocos de barro, foram descobertas por arqueólogos. Outros desses blocos demonstraram que a Babilônia devia ter sido, então, uma cidade com muitas casas confortáveis e templos magnificentes.

Os sacerdotes desses templos administravam todas as finanças de toda a Babilônia.

Depois da morte de Hamurábi, a Babilônia foi conquistada sucessivamente por muitas tribos; seu segundo período de grandeza não foi atingido senão no ano de 600 a.C. Pouco antes disso, os assírios (que dominaram com crueldade grande parte da região) foram derrotados por uma tribo de caldeus, cujo chefe se tornou rei da Babilônia. seu filho, Nabucodonosor, conquistou gradualmente outras tribos e determinou, então, transformar Babilônia na mais bela cidade do seu tempo. Construiu enormes muralhas e torres para protegê-la contra os inimigos. Edificou templos e palácios que foram enfeitados com lindos mosaicos coloridos e transparentes.

 https://historiadomundo.uol.com.br/babilonia/civilizacao-babilonica.htm
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 (em babilônio: Bâb-ilim ou Babil, ‘porta de Deus’), uma das cidades mais importantes da Antigüidade, cuja localização é assinalada, atualmente, por uma região de ruínas a leste do rio Eufrates, a 90 km ao sul de Bagdá, no Iraque. Babilônia foi a capital do Império Babilônico durante os milênios II e I a.C. Na Antigüidade, a cidade se beneficiava de sua posição na importante rota comercial terrestre que ligava o golfo Pérsico com o Mediterrâneo.
 Esta gravura, pintada à mão pelo artista holandês Maerten van Heemskerck, no século XVI, representa os jardins suspensos da Babilônia, uma das "sete maravilhas do mundo" antigo, criadas pelo rei Nabucodonosor II por volta de 600 a.C.
 
 De mais fama foram os jardins suspensos, que ele construiu para satisfazer sua esposa. A vegetação desse jardim crescia em terraços construídos uns acima dos outros, sendo que podiam ser vistos de qualquer ponto da cidade.
 https://historiadomundo.uol.com.br/babilonia/babilonia-cidade.htm
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 No século VI a.C., houve a deportação forçada de hebreus para a cidade da Babilônia*
 No século VI a.C., houve a deportação forçada de hebreus para a cidade da Babilônia*
O Cativeiro da Babilônia, ou Exílio na Babilônia, ocorrido no século VI a.C., é um dos mais importantes da história da civilização hebraica. Esse fato ocorreu na época em que a cidade da Babilônia (situada no atual Iraque) passou a instituir-se como um poderoso império na região do Oriente Médio sob a pessoa do rei Nabucodonosor II. Além das fontes arqueológicas, as fontes dos livros históricos e proféticos da Bíblia, como os livros de Daniel, Ezequiel, Jeremias, Neemias e Esdras, são de importância salutar para a compreensão dos acontecimentos que marcaram esse momento.

A região da Palestina, considerada, na tradição hebraica (e judaica), como a “Terra Prometida”, na qual foi erguido o Reino de Israel e suas províncias, como Samaria e Judeia, passou a ser alvo da expansão de impérios que se formaram na Mesopotâmia. Dois impérios principais, o dos assírios e o dos babilônios, fustigaram os hebreus, assim como outros povos na época em que estiveram no poder. Quando estiveram sob o domínio babilônico, os hebreus sofreram uma deportação forçada de sua terra natal para os domínios da cidade da Babilônia e lá se tornaram escravos. Um desses escravos foi o profeta Daniel, cujo livro contém detalhes imprescindíveis para a compreensão desse evento.

A primeira grande deportação ocorreu no ano de 598 a.C. Nessa fase houve o saque do templo de Jerusalém, mas não sua destruição. A destruição do templo ocorreu com a segunda leva de deportações, efetuada em 587 a.C. Ambas foram executadas a mando do então imperador Nabucodonosor II, responsável também por destruir e subjugar o Império Assírio, que o precedeu. Os hebreus permaneceram no cativeiro até o ano de 538 a.C., quando Ciro, o Grande, o habilidoso imperador persa, conseguiu controlar toda a região médio-oriental. Ciro partilhava do ideal de uma política de respeito às culturas dos povos que conquistava e permitiu aos hebreus que retornassem à sua terra de origem e aos seus costumes religiosos.

Foi a partir dessa concessão de Ciro que os hebreus puderam reorganizar-se e, inclusive, reconstruir o templo de Jerusalém, como pode ser consultado em livros bíblicos, como o de Esdras. Veja o que disse o historiador Simon Schama no trecho abaixo:
Décadas tinham transcorrido desde que o rei Ciro, em conformidade com a política persa de fazer voltar os deportados e restaurar os cultos locais (esperando obter, com esse favor, a lealdade dos subjugados), autorizou por decretos, ''no primeiro ano'' (2º Crônicas, 36,22) de seu reinado, o retorno dos israelitas a Yahud, como conta o Livro de Esdras. O jovem príncipe Zorobabel, que alegava provir da antiga linhagem real davídica, fora escolhido para liderar, junto com o sumo sacerdote Yeshua, a volta de alguns milhares de israelitas para Jerusalém.” [1]
 https://historiadomundo.uol.com.br/hebreus/cativeiro-babilonia.htm
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Neobabil%C3%B4nico
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25 de Setembro de 605 a.C. : Nabucodonosor II é coroado rei da Babilónia


No dia 25 de Setembro de 605 a.C., após a morte do seu pai, Nabopolassar, Nabucodonosor é coroado rei do Império Neo-babilónico. Pouco antes da sua coroação, ele havia vencido os egípcios em Kharkemish,  expulsando-os do Médio Oriente. Nabucodonosor reinaria durante 43 anos, até 562.
  
As tropas da Mesopotâmia invadiram a Judeia em 597, comandadas pelo seu monarca, que ordenou a  destruição  do Templo de Jerusalém e, quando os seus habitantes se revoltaram contra os babilónios em 587, fez deportar todos os judeus para a Babilónia. Este exílio, chamado "cativeiro da Babilónia", marca o começo da primeira diáspora. O monoteísmo seria reforçado e Javé apareceria então como a única divindade do universo. 
O nome de Nabucodonosor é mundialmente conhecido, a pessoa do rei, muito pouco. Somente alguns versículos da Bíblia e a ópera de Verdi, Nabuco, preservam a sua memória. No entanto, este monarca desempenhou um papel de primeira grandeza no antigo Médio Oriente .
Quando nasceu em 632 a.C., a situação política da região estava em total convulsão. O seu pai, há cinco anos no trono, tentava expulsar do país os assírios, que saqueavam as colheitas. Aliou-se aos medas que desencadearam um violento contra-ataque tomando as principais cidades assírias em 612. Mesmo quando os seus aliados de circunstância se retiraram, os babilónios continuaram a luta, empurrando os assírios para oeste.  
Muito jovem, Nabucodonosor assumiu o comando do exército. Venceu os egípcios e durante cerca de 60 anos a Babilónia governou  a região compreendida entre o Tigre-Eufrates e o Mediterrâneo.


Assumindo o título oficial de “Rei da Babilónia” era, como todos os predecessores, um monarca absoluto, todavia resolveu governar conforme os usos e costumes do povo. 
  
As populações da região aceitaram o poder de Nabuco. Chefes locais substituíram os governantes assírios e ele aceitou tal estado de coisas, desde que a entrega regular e anual dos impostos fosse mantida. 
  
Dois Estados da região representavam uma real ameaça: o porto de Tiro, actual Líbano, e o reino da Judeia. O primeiro controlava a rota marítima; a capital do segundo, Jerusalém, a rota terrestre. O conflito com Tiro foi mais rude. A sua determinação de independência inquietava Nabucodonosor. Queria anexá-lo à força, mas Tiro era uma ilha e os babilónios não possuíam marinha. Após 13 anos de bloqueio terrestre, de 585 a 572, os babilónios renunciaram ao seu projecto e firmaram um acordo de paz. 
  
Nesse meio tempo, Nabucodonosor trabalhou activamente na reconstrução da Babilónia. A tarefa era gigantesca, o centro do país estava destruído depois da guerra contra os assírios, a salinização da terra sacrificava as colheitas e faltava mão-de-obra. As estruturas políticas, sociais e administrativas, porém, mantiveram-se intactas. O rei dedicou-se aos restauros arquitectónicos.


Mandou reconstruir os templos das principais divindades por todo o país e iniciou a tarefa de embelezamento da capital, Babilónia. As suas defesas foram remodeladas, cercou-se de uma muralha externa de 17 quilómetros e uma interna de 8 quilómetros – o Muro de Medas. Transformou a cidade num centro cultural, comercial e financeiro do mundo antigo.
A maior realização do seu reinado, além das muralhas, da Torre de Babel com mais de 100 m de altura —na verdade um zigurate em forma piramidal— e um canal  que ligava os rios Tigre e Eufrates, foram os Jardins Suspensos. A obra é considerada uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo. Eram compostos por seis terraços construídos como andares,. Os andares tinham cerca de 120 m², apoiados por colunas que chegavam a medir até 100 metros. Cada superfície era adornada com jardins botânicos que continham inúmeras árvores frutíferas, esculturas dos deuses cultuados pelos acádios e cascatas, situadas numa planície rectangular.
A fim de preservar a beleza dos Jardins Suspensos, escravos mantinham o sistema de roldanas e baldes para encher as cascatas e piscinas. Por mais que se imagine a estonteante beleza dos Jardins Suspensos, muito pouco se sabe de como eram mantidos, e qual foi sua finalidade ou o motivo da sua destruição. Em nenhum documento se encontra registo da existência desta obra. O que se sabe está registado em anotações de historiadores da Grécia Antiga, mas as informações são muito vagas. 
Após sua morte, sem contar com um sucessor com a mesma força, os babilónios caem diante dos exércitos persas de Ciro II, que liberta os judeus.
Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)

Representação dos jardins suspensos da Babilónia, como imaginados por Martin Heemskerck. Na pintura, a Torre de Babel aparece ao fundo.

 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/09/25-de-setembro-de-605-ac-nabucodonosor.html
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5.407.(25seTEMbro2018.10.10') Oceano Pacífico...

Oceano Pacífico
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Golfo do Alaska...Não se misturam as águas do Atlântico
com as do Pacífico
densidade das águas
temperatura
 https://www.youtube.com/watch?v=jcwXdI4aaSI
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lixeira plástica
 https://www.youtube.com/watch?v=ig39btuTpfU
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 https://www.youtube.com/watch?v=XwvYzmk-NjY
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25 de Setembro de 1513 : O explorador espanhol Vasco Núñez de Balboa "descobre" o Oceano Pacífico

Vasco Núñez de Balboa foi um explorador e fidalgo espanhol. Nasceu em Jerez de los Caballeros, em Badajoz em  1475 e faleceu em Acla, no Panamá, a  21 de Janeiro de 1519. Orientado por Rodrigo de Bastidas numa das suas viagens às Américas tornou-se célebre por ser considerado o descobridor do Pacífico.
Balboa pertencia a uma família nobre empobrecida, e quando  tinha 26 anos alistou-se na expedição de Rodrigo de Bastidas para a América, cruzando a costa da Colómbia moderna.
Em 1511, Nuñez de Balboa obteve o cargo de governador no Novo Mundo. Movido pelo propósito de descobrir o mar de que falavam os indígenas, aventurou-se continente adentro, num périplo de mais de 30 dias que culminou numa das maiores façanhas da história das conquistas espanholas na América, o descobrimento do Mar do Sul, nome que deram ao actual Oceano Pacífico. Foi a 25 de Setembro de 1513 que Vasco Núñez de Balboa "descobriu" o Oceano Pacífico. Reza a lenda que terá subido a um monte indicado pelos índios apenas na companhia do seu cão Leoncito, tornando-se no primeiro europeu a avistar o maior Oceano da Terra. Depois de tomar posse do mar em nome da Espanha, Balboa e os seus homens retornaram a Darien em Janeiro de 1514.
wikipedia (Imagens)
File:Balboa.jpg
Ficheiro:Balboa südsee.jpg
Balboa reivindicando a posse do Mar do Sul
Ficheiro:Balboa Voyage 1513.PNG
Viagem  de Balboa em 1513
 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/09/25-de-setembro-de-1513-o-explorador.html
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3.298.(25seTEMbro2018.9.9') Strauss...Johann Strauss (PAI e filho) ou Johann Baptist Strauss... Johann Strauss II...

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 Eduard Strauss 
nasceu a 15mar1835
e morreu a 18dez1916...
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 https://en.wikipedia.org/wiki/Eduard_Strauss
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 Eduard Strauss casou com Maria Klenkhart em 8 de janeiro, de 1863, tiveram dois filhos, Johann Strauss III e Josef Eduard Strauss. [1] O filho mais velho, Johann Strauss III, foi o seguidor do trabalho da família pelo século XX.
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postei durante vários anos:
https://www.youtube.com/watch?v=Mei8DbtZC_Q&list=RDMei8DbtZC_Q#t=3
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15 de Fevereiro de 1867: Primeira execução pública da valsa "Danúbio Azul", de Johann Strauss

A obra-prima de Johann Strauss (filho) estreou a 15 de Fevereiro, num baile de Carnaval no salão de uma piscina pública. O Compositor não esteve na apresentação. Muitos consideram a famosa valsa o hino nacional da Áustria.

A priori, a escolha das composições a serem executadas como bis após um concerto cabe ao maestro da orquestra. Porém, no tradicional Concerto de Ano Novo da Filarmónica de Viena, o regente não tem escapatória. Após o encerramento da parte oficial do programa, o público sabe de antemão o que vai ouvir. Aos aplausos incessantes e pedidos de bis, seguem-se os primeiros violinos num acorde de lá maior, em tremolo, agudo e pianíssimo. E quando as trompas começam a soar, a plateia aplaude de novo, entusiasticamente. Todos os anos, repetem-se duas obras clássicas, uma delas é a valsa Danúbio Azul, de Johann Strauss filho. A segunda, a Marcha Radetzky, de Johann Strauss pai.

Danúbio Azul é uma peça para orquestra, que acabou mais identificada com a Áustria do que o próprio hino nacional do país. Originalmente, a obra tem o nome An der schönen blauen Donau (No Belo Danúbio Azul), mas, em alemão, ela é habitualmente chamada Donauwalzere, em português, Danúbio Azul.

A valsa estreou num baile de Carnaval, a 15 de Fevereiro de 1867, no salão da piscina pública Dianabad de Viena. Por acaso, a obra não foi regida pelo seu compositor, Johann Strauss, na sua primeira execução pública. Na mesma noite, o vienense tinha uma apresentação marcada na corte imperial. Um compromisso que não poderia ser trocado por um baile de Carnaval.

A honra de apresentar Danúbio Azul num palco pela primeira vez coube a Rudolf Weinwurm, da Associação Masculina de Canto Coral de Viena. Afinal, fora a associação que havia encomendado a valsa de concerto e tivera de esperar o fim da guerra entre a Prússia e Áustria, provocada pelo então primeiro-ministro prussiano, Otto von Bismarck. Patriota, Strauss alegava falta de condições de compor algo alegre durante o conflito. Somente quando a paz foi assinada em 3 de Outubro de 1866, o vienense dedicou-se ao trabalho.

Assim, Danúbio Azul ficou pronta com mais de seis meses de atraso. Com a Áustria ocupada pelos prussianos, foi o próprio Bismarck quem definiu a data de apresentação da nova composição de Strauss, que possivelmente se sentiu desconfortável ao saber que sua estreia foi executada pela banda do regimento alemão de infantaria 42, Jorge V, rei de Hannover, que estava estacionada em Viena.

Naquela noite, a música de Strauss foi acompanhada de um texto cantado, de autoria de Josef Weyl, um dos membros do coral. Tida como medíocre, a letra acabou por ser mais tarde abandonada, de modo a que a valsa se consagrou pela sua composição musical.

Há quem confunda a autoria de Danúbio Azul, devido ao facto de pai e filho terem o mesmo nome e ambos terem sido compositores de valsas. Mas, embora Johann Strauss pai tenha composto muitos clássicos, como a Marcha Radetzky, foi o seu filho que se consagrou como o rei da valsa.

E, apesar da popularidade de Danúbio Azul, muitos músicos apontam outras composições como as melhores de Strauss: Rosas do Sul (Rosen aus dem Süden), Vozes da Primavera (Frühlingsstimmen) e Vida de Artista (Künstlerleben), entre outras.

Isto não quer dizer, porém, que Danúbio Azul não tenha admiradores entre os mestres da música erudita. Richard Wagner, por exemplo, não escondia seu encanto pelo primor da introdução da valsa, e Johannes Brahms teria anotado certa vez num guardanapo um comentário sobre a obra-prima de Strauss: "Infelizmente não é minha."
Fontes: DW
wikipedia(imagens)
File:Donauwalzer.jpg


 File:Johann Strauss 1898.jpg
Johann Strauss (filho)
 https://www.youtube.com/watch?v=4FcTYF0OBSg&feature=youtu.be&fbclid=IwAR07yml6co6IUIaEGXrYq5AYP7FaGQwdo8J_kkGrE0dhalGkGRN6eV97agQ
https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/02/15-de-fevereiro-de-1867-primeira.html?fbclid=IwAR2HNDmX-rhbcYbLyw0kEPZ9cZDKy3drszyb7e78fTpHWyGr9M9yOB7Mvwc
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Johann Strauss II
nasceu a 25ouTUbro1825... Neubau...Áustria
 e morreu a 3jun1899...Viena
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 Johann Strauss II
  era conhecido por suas valsas (danças) e operetas (óperas de luz com canções e danças).
...primeiro filho de Johann Strauss Sr. Seu pai, um famoso próprio músico... proibiu que ele fizesse uma carreira musical.
Mas Johann Strauss Jr. se preocupava mais com suas aulas de violino, que o seu trabalho escolar.
Em 1844 realizou seu primeiro concerto no Dommayer em Hietzing, um subúrbio de Viena. Ele foi bem sucedido e logo passou a ser o concorrente mais perigoso para seu pai.
Quando seu pai morreu em 1849, Strauss Jr. já havia se estabelecido como a valsa vienense Rei.
Ele conquistou grandes multidões de fãs com suas turnês pela Europa e América e desencadeou no mundo uma grande histeria.
Operetas de Offenbach Jaque inspirou Johann Strauss Jr. à deriva em direção ao trabalho de palco para categorizar seu trabalho como óperas cômicas.
Sua primeira opereta “Die Fledermaus” teve a sua estreia em 1871, e em 1874 ele lançou “Der Zigeunerbaron”.
Ele foi casado três vezes, ele escreveu 17 operetas e uma quantidade incontável de valsas e seu “Schöne Blaue Donau” é uma espécie de hino não oficial da Áustria.

Operetas e valsas
Três operetas são consistentemente popular e disponível para um desempenho atual.
O melhor delas, Die Fledermaus (1874; The Bat), é provavelmente uma das maiores operetas já escritas e uma obra-prima de seu tipo.
A bela valsa Du und Du é composta de trechos deste trabalho.
Suas duas outras operetas mais bem sucedidas eram Uma Noite em Veneza (1883), de que derivou a música para a Lagoa Waltz, e The Gypsy Baron (1885), do qual decorre o Tesouro Waltz.
Strauss continuou a compor música de dança, incluindo as famosas rosas valsas do Sul (1880) e Vozes da Primavera (1883). Este último trabalho, mais frequentemente ouvida hoje como uma composição puramente instrumental, foi originalmente concebido com um solo de soprano como só valsa vocal independente do compositor.
Strauss escreveu mais de 150 valsas, polcas cem, setenta quadrilhas (danças quadrados), mazurcas (danças folclóricas da Polônia), marchas e galops (danças francesas).
A sua música combina invenção melódica considerável, uma enorme energia e brilho com suavidade e polonês, e às vezes até mesmo uma sensualidade incrivelmente refinado.
Ele refinou a valsa e levantou seu início nas cervejarias e restaurantes comum a um lugar permanente na aristocrática (tendo a ver com os da classe alta) salões de baile.

Johann Strauss II – Valsa

 

Johann Strauss II – Valsa


Johann Strauss II
Johann Strauss II
Enquanto for lembrado, o nome de Johann Strauss Jr. estará sempre ligado ao do pai, Johann Strauss, e ao dos irmãos, Eduard e Josef.
Apesar de ser claramente o maior deles, Strauss Jr. é mais o símbolo de uma entidade ainda maior: a família Strauss.
O patrono da dinastia dos “reis da valsa”, Johann Baptist Strauss, nasceu em Viena no dia 14 de março de 1804, filho de um taverneiro, Franz Strauss. Iniciou desde cedo carreira de violinista, tocando na orquestra de dança de Joseph Lanner. Depois de firmar sua reputação, fundou em 1825 sua própria orquestra. Em algum tempo, já era o mais célebre compositor e intérprete de dança em Viena. Em 1846, tornou-se diretor dos bailes da corte vienense. Johann Strauss morreu em 25 de setembro de 1849.
Johann Strauss foi o principal criador da valsa vienense.
Baseada principalmente na dança camponesa austríaca Ländler, a valsa ganhou características bastante peculiares nas mãos de Strauss: elegância, mas robustez e muita vivacidade. Embora sendo uma dança graciosa e aristocrática, a valsa de Johann Strauss não deixava de mostrar suas origens populares.
Strauss compôs centenas de polcas, marchas, quadrilhas, galopes e, claro, valsas. Sua peça mais conhecida é a Marcha Radetzsky, composta em 1848. Porém, é inegável que sua maior obra seja mesmo o filho Johann Strauss Jr.
Johann Strauss Jr. nasceu em 25 de outubro de 1825, em Viena. Embora seu pai não quisesse que o filho seguisse carreira musical, os impulsos de Johann Jr. o fizeram contrariar a vontade do pai. Estudou música com Joseph Dreschler, e quando o pai abandonou a casa da família para viver com uma chapeleira, em 1842, sentiu-se estimulado a competir com ele no mundo da valsa vienense.
Em 1844, quando tinha apenas 19 anos, Johann Jr. fundou uma orquestra de danças, que estreou no outubro do mesmo ano. O repertório era formado por valsas e outras danças de vários autores, inclusive algumas peças de seu pai e outras de sua própria autoria. Foi um enorme sucesso. Tanto que, para atingir aos pedidos do entusiasmadíssimo público, uma das composições de Johann Jr. teve de ser repetida 19 vezes.
A carreira de Strauss Jr. foi impulsionada desde então por um sucesso tão vertiginoso quanto o ritmo rodopiante das valsas que compunha. Ele e sua orquestra viajavam em grandes e animadas excursões por toda a Europa, e em 1872 Strauss Jr. se apresentou nos Estados Unidos. Seus concertos atraíam tanto o público como compositores consagrados como Liszt, Wagner e Brahms, que gostava tanto de suas obras que chegou a lamentar o fato do Danúbio Azul não ser de sua autoria.
Mesmo com essa agenda cheia, Johann Strauss Jr. ainda encontrava tempo para compor uma interminável lista de obras – mais de 200 valsas, 32 mazurcas, 140 polcas e 80 quadrilhas, num total de 479 obras publicadas, mais dezenas de peças manuscritas e outras realizadas em parceria com seus irmãos. Suas danças são, de longe, as mais bem realizadas de sua época.
Johann Strauss Jr. elevou a valsa a níveis máximos de qualidade e sofisticação musical: grandes introduções, quase sinfônicas, codas elaboradas, detalhismo na orquestração, elementos nunca vistos antes – nem mesmo em Strauss pai – na escrita de valsas.
Ao mesmo tempo, Strauss Jr. levava uma vida privada bastante agitada. Como que seguindo o caminho do pai, casou-se três vezes, mantinha inúmeras aventuras sexuais e ficava constantemente doente tanto por “excessos amorosos” como por seu ritmo intenso de trabalho. Os registros dão conta de um grande colapso nervoso e diversos tratamentos de icterícia, gota, intoxicação por nicotina, nevralgia, desfalecimentos…
Na década de 1870, a vida – e, principalmente, a obra – de Strauss adentrou em um novo rumo. Ele, induzido pelos diretores do Theater an der Wien, casa de espetáculos viensense, e inspirado pelo estrondoso sucesso que a excursão de Offenbach pela cidade fez, começou a escrever operetas.
As duas primeiras foram Indigo, de 1871, e O carnaval de Roma, em 1873, mas não encontraram grande sucesso. A obra-prima definitiva viria apenas em 1874, com O Morcego, com libreto de Carl Haffner e Richard Genée, a partir de O réveillon, de Meilhac e Halévy, ambos libretistas de Offenbach. Foi um sucesso que se mantém até hoje. O Morcego transcendeu sua existência de opereta cômica e hoje pertence ao repertório tradicional das grandes casas de ópera em todo o mundo.
A partir de O Morcego, Strauss Jr. passou a ser tanto o compositor e regente dos animados bailes vienenses, como o autor de inúmeras operetas de sucesso nos teatros da cidade: Uma noite em Veneza, de 1883, O barão cigano, de 1885, Sangue vienense, de 1899, entre outras obras.
O Strauss Jr. da opereta é, no entanto, o mesmo da valsa. Stéphane Goldet faz uma observação bastante interessante: “não apenas a opereta inspirou algumas de suas valsas de maior sucesso, como também formou um corpo tão coeso com a valsa que se pode adiantar a seguinte hipótese: a opereta vienense é definitivamente uma espécie de gigantesca encenação de idéia de valsa”.
Johann Strauss Jr. morreu, em Viena, no dia 3 de junho de 1899, poucos meses antes dos 50 anos da morte do pai.
A maior contribuição de Strauss Jr. – e, por extensão, da família Strauss – à música não se enquadra na concepção atual de “música erudita”, no sentido de um Bach, de um Beethoven.
De fato, a música dos Strauss sempre foi, por definição, uma música popular, mesmo quando dançada nos salões do imperador:ritmos contagiantes, memoráveis melodias, alegria inebriante. Nessas valsas, não há muito o que pensar, o que refletir. O que interessa é dançar, aproveitar o momento, sentir a vertigem dos rodopios e a alegria de viver à vienense.
E, para coroar esse espírito imensamente popular, as peças mais famosas dos Strauss – Marcha Radetzky, Valsa do Imperador, Vozes da Primavera, Tritsch Tratsch Polka, Relâmpagos e Trovões, Vida de Artista, Pizzicato Polka, Bombons Vienenses, Contos dos Bosques de Viena, o indefectível Danúbio Azul, entre outras obras – se não se encontram até hoje “na boca do povo”, certamente são instaneamente reconhecidas.
Se não faz parte da galeria dos “grandes” compositores, Johann Strauss Jr. faz, sem dúvida nenhuma, parte da galeria dos músicos mais amados pelo público de todos os tempos. E não há prêmio mais importante para um artista do que esse.

Johann Strauss II – Músico


Johann Strauss II
Johann Strauss II
Johann Strauss II é considerado o músico mais famoso de toda a família Strauss.
Ele nasceu em Viena, em 25 de outubro de 1825.
Empregou-se como bancário para satisfazer o pai, embora estudasse violino sem seu conhecimento.
Desde os dezesseis anos, Schiani (o apelido familiar do compositor) compôs música dançável e cada vez mais popular.
Sua produção chegava a uma média de duas valsas por mês. Na forma, elas tinham certa semelhança com as criadas por seu pai, com uma introdução lenta e as melodias de grande inspiração, mas com os detalhes harmônicos e orquestrais mais ricos e sutis.
Aos dezenove anos aprontou uma surpresa para o pai: ao regressar de uma turnê, Johann Strauss I encontrou as ruas de Viena repleta de cartazes: ‘Johann Strauss II apresenta sua orquestra e suas valsas’. Ficou mais estarrecido ainda quando, ao mandar emissários para o concerto, recebeu notícias avassaladoras.
Em 15 de outubro de 1844, a orquestra de seu filho foi obrigada a voltar ao palco dezenove vezes para repetir a sua valsa Epigrama. Durante algum tempo, as orquestras de pai e filho foram concorrentes, mas com a morte do patriarca dos Strauss, em 1849, elas se juntaram. Quando chegou ao principal salão de Viena, Johann II recebeu de um dos músicos o violino que pertencera a seu pai e, com ele, conduziu as orquestras finalmente unidas.
Na platéia, um cartaz previa o futuro do jovem: ‘Viva o rei da valsa’.
O novo regente dividiu a orquestra em quatro grupos e, a cada noite, regia um após o outro. Aos vinte e nove anos, a fadiga o levou a delegar a seu irmão Josef parte dessa tarefa. Com isso, o jovem e próspero músico pôde dedicar-se à composição, além de viajar pela Europa e Estados Unidos, onde realizou uma apresentação histórica, ao reger uma orquestra de quase 1.000 músicos na comemoração dos 100 anos da independência americana, em 1876, na cidade de Boston.
Elegante, esguio, com brilhantes olhos negros e escura cabeleira ondulada, Johann II compôs sua obra mais popular, O Danúbio azul, depois de se casar com Jetty Treffz, seis anos mais velha do que ele. O Danúbio azul se transformaria, praticamente, no hino de Viena e serviu como tema musical do filme de Stanley Kubrick ‘Uma odisséia no espaço’ (1968). Seguiram-se composições também antológicas, como Vozes da Primavera, Sangue vienense, Vida de artista, Contos dos bosques de Viena, Vinho, mulheres e música, Valsa do imperador, Rosas do sul. O compositor foi casado, ainda, com Lily Dittrich e Adela Deutsch.
A criação da opereta O morcego (1874), considerada a sua obra-prima, teve uma influência decisiva de seu amigo Offenbach, o mais importante compositor de óperas cômicas da Europa na época e que esteve em Viena por volta de 1870. Depois de O morcego, em que exaltava a alegria de viver em Viena, Johann II compôs mais 13 operetas, deliciosas crônicas de costume. Entre seus amigos famosos estava também o compositor Brahms.
Consagrado em vida, ele recebeu do imperador Francisco José o maior de todos os elogios para quem, na juventude, teve idéias republicanas: ‘Tu também és imperador’.
Ao morrer, aos setenta e três anos em 3 de junho de 1899, Johann Strauss II, deixou um patrimônio musical de 479 obras, entre valsas, polcas, operetas e, para sempre, nos corações apaixonados, o sublime encanto que uma valsa de Strauss provoca quando se entrega ao prazer absoluto de sua música divina. Pode-se dizer que Johann Strauss II, além de seus dotes extraordinários de músico, foi símbolo de uma época que glorificava, com suas músicas, uma alegria de viver jamais superada.
Strauss II é considerado o rei da valsa.
Suas mais conhecidas obras neste gênero são: Contos dos bosques de Viena (1868), O Danúbio azul (1867), Rosas do sul (1880), Sangue vienense (1871), Valsa do imperador, Vida de artista (1867), Vinho, mulheres e música, Vozes da primavera. O morcego (1874) é a sua principal opereta, seguido de O barão cigano (1885).

Johann Strauss II – Biografia


Johann Strauss II Johann Strauss II
Foi uma das figuras mais destacadas no meio musical vienense, da segunda metade do séc. XIX.
Seu pai, Johann Strauss I – o fundador da Dinastia Strauss – já tinha ensinado os vienenses a dançar, ao ritmo das suas músicas e levou a valsa, aos melhores salões de baile da Europa.
Johann Strauss II segue as suas pisadas, embora sem o seu consentimento.
Às escondidas do pai e tendo a mãe como aliada, aprende a tocar violino e depressa ganha fama como excelente violinista, maestro e compositor.
Aos 16 anos já compunha música dançável (uma média de 2 valsas por mês) e em 1844, com apenas 19 anos de idade, Johann Strauss II anuncia oficialmente o início da sua carreira, formando a sua própria orquestra.
Começa a rivalizar com o sucesso do pai, conseguindo até suplantá-lo, com as suas melodias delicadas e sofisticadas.
Com a morte de Johann Strauss I e com a união das duas orquestras (de pai e filho), a carreira de Johann Strauss II começa a consolidar-se.
Em 1855 dirige os concertos de verão em S. Petersburgo.
Em 1863 rege os bailes da corte austríaca, do Imperador Franz Joseph I.
Em 1867 compõe Danúbio Azul.
Durante as décadas de 70/80, escreve a maior parte da suas operetas, entre elas, Indigo un die vierzig Rauber, para a qual tinha composto Danúbio Azul.
O Morcego estreia em 1874 e é inicialmente recebida com alguma frieza.
Atualmente as melodias desta opereta são consideradas como das mais brilhantes e inspiradas da carreira de Johann Strauss II e pertencem ao repertório tradicional das grandes casas de ópera de todo o mundo.
Entre 1883 e 1888 compõe as operetas Uma noite em Veneza, O Barão Cigano e Sangue Vienense.
Em 1899 morre em Viena, vítima de pneumonia.
Johann Strauss II deixou um património de 479 obras, entre as quais valsas, polcas, operetas.
A sua obra foi decisiva para a história do género da valsa, que atinge graças ao contributo dos Strauss, um estatuto inédito no campo da chamada música erudita.
É considerado o mais importante compositor de valsas da história da música e o grande compositor austríaco da era romântica.

Johann Strauss II – Compositor


Johann Strauss II
Johann Strauss II
Johann Strauss II nasceu a 25 de Outubro de 1825 em Viena filho do também famoso compositor Johann Strauss I.
Curiosamente o seu pai preferia que o filho seguisse a carreira de banqueiro e não a de músico. Foi assim às escondidas do pai que estudou música até ao fim da adolescência. Quando o pai saíu de casa foi-lhe então possível assumir abertamente a sua paixão.
Os primeiros anos da sua vida enquanto músico não foram fáceis sobretudo porque devido às suas ideias revolucionárias muitos dos possíveis contratos eram praticamente impossíveis de obter. Ainda por cima as relações com o seu pai eram no minimo tensas, perturbadas por uma intensa rivalidade.
As suas valsas mais conhecidas foram compostas a partir de 1867 começando precisamente com o Danúbio Azul (1867), Bosques de Viena (1868), Sangue Vienense (1873), Rosas do Sul (1880) e a Valsa do Imperador (1888).
Para além das valsas Johann Strauss também escreveu algumas operetas entre as quais a mais famosa será “O Morcego” ou o “Barão Cantor”.
Johann Strauss II faleceu em Viena a 3 de Viena de 1899.
Fonte: www.aboutvienna.org/br.geocities.com/www.classicos.hpg.ig.com.br/www.notablebiographies.com
https://www.portalsaofrancisco.com.br/biografias/johann-strauss-ii
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 https://en.wikipedia.org/wiki/Johann_Strauss_II
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The Best
 https://www.youtube.com/watch?v=MZi5AIjw7wo
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 Johann Strauss (PAI) ou Johann Baptist Strauss
Nasceu a 14mar1804...Viena
e morreu a 25seTEMbro1849...Viena
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25 de Setembro de 1849: Morre o compositor austríaco Johann Strauss (pai)

Johann Strauss ou Johann Baptist Strauss foi um compositor austríaco. Nasceu em Viena no dia 14 de Março de 1804, foi o primeiro grande compositor da família Strauss. Após uma formação autodidacta, tornou-se violinista na orquestra de Michael Pamer, conhecido compositor de música ligeira. Mais tarde, regeu a orquestra de Joseph Lanner.


Casou com Maria Anna Streim, em 1825, na igreja paroquial de Liechtenthal, em Viena. O seu casamento foi instável com as suas ausências prolongadas, levando a um afastamento gradual entre o casal e, mais tarde, Emilie Trampusch tornou-se sua amante  e teve com ela seis filhos.


Apresentou pela primeira vez ao público vienense uma valsa da sua autoria, Täuberlwalzer (1826), baptizada, segundo a moda da época, com o nome do local onde se realizou a estreia. Fundou o seu próprio grupo (1830) e passou a ser visto como o maior músico austríaco da época e ganhou prestígio internacional a partir do momento em que passou a realizar (1833) frequentes apresentações pela Europa. Nomeado director dos bailes imperiais (1833), escreveu 18 marchas, entre as quais a célebre Marcha Radetzky, mais de 150 valsas e inúmeras polcas, quadrilhas e outras peças de dança, todas notáveis pelo brilho melódico e rítmico.


Strauss morreu em Viena no dia 25 de Setembro de 1849 de "escarlatina" que contraiu a partir de um de seus filhos ilegítimos. Foi enterrado no cemitério ao lado do seu amigo Döblinger Josef Lanner. Em 1904, os seus restos mortais foram transferidos para o túmulo no Cemitério Central de Viena.
wikipedia (imagens)

Ficheiro:Johann Strauss I (2).jpg
File:Johann Strauss I (1).jpg
Johann Strauss em 1837

 https://www.youtube.com/watch?time_continue=1&v=FHFf7NIwOHQ
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https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/09/25-de-setembro-de-1849-morre-o.html
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14 de Março de 1804: Nasce Johann Strauss (pai), autor da Marcha Radetzky

Johann Strauss ou Johann Baptist Strauss foi um compositor austríaco. Nasceu em Viena no dia 14 de Março de 1804, foi o primeiro grande compositor da família Strauss. Após uma formação autodidacta, tornou-se violinista na orquestra de Michael Pamer, conhecido compositor de música ligeira. Mais tarde, regeu a orquestra de Joseph Lanner.


Casou com Maria Anna Streim, em 1825, na igreja paroquial de Liechtenthal, em Viena. O seu casamento foi instável com as suas ausências prolongadas, levando a um afastamento gradual entre o casal e, mais tarde, Emilie Trampusch tornou-se sua amante  e teve com ela seis filhos.


Apresentou pela primeira vez ao público vienense uma valsa da sua autoria, Täuberlwalzer (1826), baptizada, segundo a moda da época, com o nome do local onde se realizou a estreia. Fundou o seu próprio grupo (1830) e passou a ser visto como o maior músico austríaco da época e ganhou prestígio internacional a partir do momento em que passou a realizar (1833) frequentes apresentações pela Europa. Nomeado director dos bailes imperiais (1833), escreveu 18 marchas, entre as quais a célebre Marcha Radetzky, mais de 150 valsas e inúmeras polcas, quadrilhas e outras peças de dança, todas notáveis pelo brilho melódico e rítmico.


Strauss morreu em Viena no dia 25 de Setembro de 1849 de "escarlatina" que contraiu a partir de um de seus filhos ilegítimos. Foi enterrado no cemitério ao lado do seu amigo Döblinger Josef Lanner. Em 1904, os seus restos mortais foram transferidos para o túmulo no Cemitério Central de Viena.
wikipedia (imagens)


File:Johann Strauss I (1).jpg

 Ficheiro:Johann Strauss I (2).jpg
Johann Strauss em 1837
 https://www.youtube.com/watch?v=2ORHVroiWHk
https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/03/14-de-marco-de-1804-nasce-johann.html?spref=fb&fbclid=IwAR0yAHRPP06lfykoMCMnYsr5Elc0eKN2sBV6TUMRqDYs0QJ3xKgZ4om4aHU
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