18/04/2009

É preciso perturbar, acordar, mudar o abstencionista militante

Acho que um dos caminhos que temos de percorrer na CDU é explicar, mais e melhor, para que cada um(a) possa compreender que há políticas boas e que há quem as interprete correctamente.

Temos de saber convencer os (as) melhores a integrarem as nossas listas e as nossas práticas políticas.

Temos de pressionar os abstencionistas militantes. Têm de serem eles, também, a mudarem de prática. Têm de ser eles a mudarem o comportamento de apenas criticar. Acho que devemos pressioná-los a responsabilizarem-se, a passarem a ser cidadãos de corpo inteiro e a agirem. Não podemos continuar com 50% de abstenção e grande parte dessa metade do eleitorado vir depois dizer que "os políticos são todos iguais"!

A democracia tem o VOTO COMO ARMA DO POVO.
Em 2009, cada cidadã(o) que se tem abstido de votar, deve ser acordado para utilizar essa arma e experimentar uma outra força política a governar na Europa, em Portugal e em Alcobaça!!!

Nós na CDU SOMOS A DIFERENÇA
e queremos Trabalhar com Todos(as)
para UNIR TODO O CONCELHO DE ALCOBAÇA
à volta dum Plano Estratégico onde Todos(as) nos possamos rever
e em que as pessoas estejam, efectivamente, na 1ª prioridade.

tinha acabado de escrever este texto quando o Ricardo Miguel me envia este texto do camarada Eduardo Luciano (49 anos, advogado de profissão e membro da Assembleia Municipal de Évora desde 2005...).

“Em ano de eleições as escolhas e os compromissos assumem uma importância ainda maior. É nesta altura que ninguém se deve eximir das suas responsabilidades, dando o imprescindível passo em frente, dando o rosto e a voz por aquilo em que acredita. Percebo que nestes tempos difíceis seja precisa alguma coragem para o fazer. As teias de dependência do poder, as pressões, o medo que é instilado de forma cada vez menos disfarçada, tolhem por vezes as vontades de quem quer ser cidadão.
Mas acredito que há uma reserva de dignidade em cada um dos que acreditam na mudança, que os fará desafiar os medos e unirem-se em torno de um projecto transformador que rompa com o marasmo que observamos no dia a dia. Juntemos as disponibilidades e construamos uma gestão municipal participada. Uma gestão com e para os cidadãos. Para os que querem transformar e romper com o imobilismo.”