20dez2017
O POSTAL DOS CORREIOS ENVIADO PELO PS
QUARTA-FEIRA, 20 DE DEZEMBRO DE 2017
Fala-se hoje em extravios de documentação e atrasos nas entregas com a mesma frequência que há 50 ou 60 anosNeste preciso momento, Portugal não corre o risco de perder um serviço público essencial como a distribuição postal dos CTT. E não corre o risco de o perder porque já perdeu, evidentemente. Desde que se procedeu à sua criminosa privatização, cujos efeitos foram de imediato previstos pelo PCP – uma vez mais, com toda a razão –, que os Correios têm prestado um serviço cada vez pior, degradando-se de mês para mês, de ano para ano. São múltiplas as queixas – basta frequentar habitualmente os balcões ou perguntar a funcionários – de serviços mais caros e menos fiáveis, num cenário geral de qualidade e eficácia que representa uma regressão no tempo em décadas. Fala-se hoje em extravios de documentação e atrasos nas entregas com a mesma frequência que há 50 ou 60 anos.
Alega-se que "os resultados estão sob pressão desde meados de 2016" e que se torna "indispensável um plano de transformação operacional abrangente". Um eufemismo dos administradores para no fundo dizerem que não estão satisfeitos com o que se gera de lucro e que querem encher ainda mais os bolsos à custa de um serviço “roubado” ao Estado e aos portugueses em geral.
Com este anunciado despedimento de 800 trabalhadores, com o previsto encerramento de balcões e postos e com a venda de património, os doutos gestores de topo preparam-se para acabar de vez com o que foi em tempos um dos mais lucrativos e importantes serviços públicos do Estado português. Como é evidente, não se despedem 800 trabalhadores sem degradar (aidna mais) o serviço prestado. Não há como evitar incómodos e insuficiências com o encerramento de mais uns quantos balcões e postos de atendimento. Este Natal, o postal chega tarde – se chegar – , será triste e terá o selo de um partido e de um governo que é o único responsável por esta lamentável e grave situação: o PS!
https://manifesto74.blogspot.pt/2017/12/o-postal-dos-correios-enviado-pelo-ps.html#more
***via região de cister 18.7.2013
| Juntas asseguram serviços dos CTT em Alfeizerão e São Martinho | |||||||||||||||||||
Os serviços dos CTT de São Martinho do Porto e de Alfeizerão vão manter-se em funcionamento nos mesmos locais, passando a ser geridos pelas Juntas de Freguesia.
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\\\"Conseguimos manter os serviços e no mesmo local\\\", afirmou Natividade Marques, presidente da Junta de Freguesia de Alfeizerão. O contrato entre a Junta e os CTT foi celebrado pelo período de 6 meses, permitindo assim \\\"o mesmo serviço à população no local mais adequado\\\", admitindo que esteve em cima da mesa a transferência dos serviços para a sede da Junta.
O mesmo se passou na vila de São Martinho do Porto que desde o início do mês garantiu a prestação dos serviços de correio no mesmo local. \\\"Os serviços são os mesmos, excepto os títulos de tesouro e o serviço de transferência de dinheiro para o estrangeiro, que deixámos de ter\\\", explicou Joaquim Clérigo, presidente da Junta de São Martinho do Porto. Satisfeito com a solução encontrada, o autarca adiantou ainda que são os funcionários da junta que estão a assegurar o funcionamento dos CTT .
Em Valado dos Frades, os serviços de correios passaram recentemente a ser geridos por privados, depois de a Assembleia de Freguesia ter recusado a proposta dos CTT de integrar esses serviços na Junta.
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5jun2013
COMUNICADO DO PCP.Nazaré
A Comissão Concelhia da Nazaré do PCP repudia a decisão do governo PSD/CDS de encerrar a estação dos CTT em Valado dos Frades.
Solidarizamo-nos com a luta que a população valadense tem travado contra o encerramento da estação dos CTT e na exigência da sua manutenção no sector público.
A troika ocupante tem neste governo de traição nacional um fiel executante do pacto de agressão que a troika interna, PS/ PSD e CDS assinaram. Pacto de agressão onde, entre muitas outras medidas que são malfeitorias para o país e o povo, está inserida a privatização dos CTT.
Pacto de agressão que tem sido causador da destruição das vidas de milhões de portugueses.
A Comissão Concelhia da Nazaré do PCP apela à população valadense para que continue mobilizada na exigência da reabertura da estação e a consequente reposição de todos os serviços que prestava. Igualmente se apela à luta pela demissão deste governo, pelo fim destas políticas, e pela exigência de eleições antecipadas para que o povo seja auscultado nas urnas e decida do seu futuro. Só com uma política Patriótica e de Esquerda que rompa com estas políticas de direita que PS, PSD e CDS têm imposto ao país e aos portugueses, se poderá voltar a pôr o país nos caminhos de Abril. Nunca como agora foi tão claro que a solução dos problemas locais não está desligada da resolução dos problemas nacionais. Uma grande votação na CDU será um factor importante para criar condições no plano nacional para a formação de um governo Patriótico e de Esquerda capaz de levar a efeito as políticas que o país e o nosso povo urgentemente necessitam. Junho 2013, A Comissão Concelhia da Nazaré do PCP
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Na cidade de Alcobaça só há, agora, o posto dos CTT na Praça 25 de abril, em frente ao Mosteiro...
Alertei Presidente da Câmara...
Ver postagens 6.435...6.336...
Reunião de câmara de 11março 2013:
(...) Presidente da Câmara deu informações:
1- CTT vai passar a ter um único balcão em Alcobaça, na Praça 25 de abril....Prevê 500 atendimentos diários...Vai combater, desta maneira, a desertificação do centro histórico
Presidente concorda com a medida e em vez de 5 vai propor 7 lugares
Vereador Acácio Barbosa duvida da legalidade da medida
Presidente enerva-se e afirma: quando trouxer o assunto, votam contra ou a favor.
Vereador Acácio Barbosa contesta e defende que o estacionamento deve ser tratado para todos.
A CDU vai refletir. De imediato eu estou contra a medida. Porquê os CTT a terem 15' de borla e não as outras empresas e comerciantes tds...Eu percebo que a empresa ganhe por ter um único balcão...Mas... do ponto de vista dos utentes acho que não serve a maioria das empresas que têm volumes grandes...Acho que devia ser ponderado com a ACSIA e com o sindicato dos trabalhadores dos CTT.
...
Ele estava numa de revitalizar o centro histórico...
Bem alertei: não é assim que se revitaliza e dinamiza o centro histórico...
As pessoas/empresas querem entregar o correio e as encomendas, com rapidez e a menor perda de tempo...Não querem ir para o Centro histórico!!!
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Agora há abaixo-assinado de empresários que querem, de volta, o posto de atendimento na Rua da Liberdade...
via região de cister de 3.5.2013
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Concelhia do PCP toma posição
E A PRIVATIZAÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO POSTAL!
Partido Comunista Português
Alcobaça
Está em curso uma nova ofensiva visando os correios enquanto empresa do sector público e enquanto serviço fundamental às populações, à economia nacional, ao desenvolvimento regional e à coesão territorial.
O objectivo do governo é privatizar os CTT – ainda no 1º semestre deste ano – um serviço com 500 anos de existência, uma empresa que dá lucro e que presta um serviço inestimável às populações de todo o país.
No concelho de Alcobaça conhece-se a intenção do governo de encerrar o posto de S. Martinho, tal como já encerrou o posto de atendimento público da rua da Liberdade em Alcobaça, e desmantelar postos de trabalho.
Com o encerramento de estações, o governo propõe a transferência de parte do serviço para juntas de freguesia, papelarias e estabelecimentos similares, sem ter em conta se tais serviços reúnem as condições mínimas para a prestação de um serviço público de qualidade.
A Comissão Concelhia de Alcobaça do Partido Comunista Português, apela às populações a lutarem contra o encerramento de estações de correios e reafirma o seu compromisso pela defesa do serviço público postal e pela manutenção dos CTT como empresa pública.
Alcobaça, Maio de 2013
A Comissão Concelhia de Alcobaça do
Partido Comunista Português
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via região de cister de 2maio2013
Em São Martinho do Porto há de novo ameaças de que irá fechar o posto dos CTT...
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A nível nacional...
VIA DN.
EM CAUSA ESTÁ O ENCERRAMENTOPCP pede debate de urgência sobre 200 estações de CTT
O grupo parlamentar do PCP vai pedir um debate potestativo de urgência, em plenário da Assembleia da República, sobre anunciado processo de privatização dos CTT e alegado encerramento de 200 estações de correios.
"Vamos promover na Assembleia um debate de urgência, em plenário, que queremos que seja realizado nos próximos dias", afirmou o deputado comunista Bruno Dias, à margem das jornadas parlamentares do partido, que decorrem entre segunda-feira e hoje em Viana do Castelo.
O parlamentar do PCP disse que há "nota de intenções da administração [dos CTT] relativamente a centenas de estações de correios, de cerca de 200" e que "vão desde zonas em que as populações têm pouca mobilidade ou em que os transportes não funcionam de forma adequada ou as pessoas estão mais isoladas até centros urbanos com freguesias com dezenas de milhares de habitantes".
"Quando é anunciada a privatização e transformação dos Correios num negócio para dar lucros de milhões, sacrificando as populações, o serviço público e os postos de trabalho, é nesse fio da navalha que a questão de coloca. Por isso, as populações têm todas as razões e mais algumas para lutar e para exigir que os Correios não encerrem", concluiu.
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via cister.fm
O PCP REJEITA O ENCERRAMENTO DE ESTAÇÕES DE CORREIOS E A PRIVATIZAÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO POSTAL!
Está em curso uma nova ofensiva visando os correios enquanto empresa do sector público e enquanto serviço fundamental às populações, à economia nacional, ao desenvolvimento regional e à coesão territorial.
O objectivo do governo é privatizar os CTT – ainda no 1º semestre deste ano – um serviço com 500 anos de existência, uma empresa que dá lucro e que presta um serviço inestimável às populações de todo o país.
No concelho de Alcobaça conhece-se a intenção do governo de encerrar o posto de S. Martinho, tal como já encerrou o posto de atendimento público da rua da Liberdade em Alcobaça, e desmantelar postos de trabalho.
Com o encerramento de estações, o governo propõe a transferência de parte do serviço para juntas de freguesia, papelarias e estabelecimentos similares, sem ter em conta se tais serviços reúnem as condições mínimas para a prestação de um serviço público de qualidade.
A Comissão Concelhia de Alcobaça do Partido Comunista Português, apela às populações a lutarem contra o encerramento de estações de correios e reafirma o seu compromisso pela defesa do serviço público postal e pela manutenção dos CTT como empresa pública.
A Comissão Concelhia de Alcobaça do
Partido Comunista Português
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deputado Bruno Dias na ARepública Intervenção de Bruno Dias na Assembleia de República "Combater a privatização dos CTT - Derrotar este governo e esta política"
Quarta 8 de Maio de 2013
ARTIGOS RELACIONADOSCombater a privatização dos CTT - Derrotar este governo e esta políticaQuarta 8 de Maio de 2013
Senhora Presidente,
Senhoras e Senhores Deputados, Senhor Secretário de Estado,
A primeira coisa que queremos afirmar neste debate é que os Correios não são nem podem ser um lucrativo negócio de alguns. Os Correios são do Povo! São de nós todos, têm de estar ao serviço de nós todos, e são um serviço público fundamental às populações, à economia nacional, ao desenvolvimento regional e à coesão territorial.
Os CTT pretendem encerrar centenas de estações de correios e passar parte do serviço para papelarias e estabelecimentos similares, ficando o resto do serviço só possível noutras estações de correios, quase sempre a vários quilómetros de distância.
As estruturas representativas dos trabalhadores dos correios alertaram já para o problema da confidencialidade do serviço que deixará de ser assegurada, tratando-se de informação sobre pensões de reforma, o que pagam ou recebem os cidadãos, a quem enviam cartas e de quem recebem.
Verifica-se uma opção de encerramento de estações dos correios em todo o tipo de localidades, desde as freguesias mais isoladas e deprimidas até centros urbanos densamente povoados. Desde o ano de 2000 mais de um milhar de estações e postos de correios foram encerrados, agora coloca-se a perspetiva de mais 200: a continuar esta política serão depois muitas mais.
Estamos perante uma operação também de desmantelamento de postos de trabalho cujos contornos e total dimensão estão ainda por revelar. Só no último ano a empresa terá ficado com 669 trabalhadores a menos. Agora a situação tenderá a tornar-se muito mais grave, caso se concretizem as medidas em causa.
Desde já, as opções do Governo e da Administração dos CTT (ao que tudo indica, com o aval da ANACOM) apontam para um aumento das tarifas do serviço postal, em vigor desde esta semana, que vem agravar mais este quadro preocupante para as populações e empresas.
A Administração veio a público anunciar uma “atualização” do tarifário, afirmando estar em causa um aumento médio anual de 2,9%.Mas esse nível “médio”, que só por si seria injusto e inaceitável, traduz-se afinal numa realidade bem mais gravosa. Por exemplo, o preço do selo do Correio Azul, até 20 gramas no formato normalizado, passa de 47 para 50 cêntimos, ou seja, um aumento de 6,38 por cento. O selo do Correio Normal, até 20 gramas normalizado, aumenta de 32 para 36 cêntimos, ou seja, 12,5 por cento!
Avança entretanto a diferenciação de preços praticados, em função das regiões servidas: começando para já no segmento do correio normal em quantidade (particularmente relevante para as atividades económicas), é promovida uma estratégia de discriminação tarifária, com preços mais baixos para correio com origem em Lisboa, Porto ou Coimbra e com destino em Lisboa ou Porto. Esta é uma opção com particular e preocupante significado para a coesão territorial do País no que concerne ao aprofundamento das assimetrias regionais e que contraria o que foi prática desde sempre, ou seja a periquação tarifária (tarifas iguais para todo o território nacional).
O Governo quer privatizar os CTT, um serviço com 500 anos de existência, uma empresa que dá lucro e que presta um serviço inestimável às populações de todo o país. Tudo isto está a ser feito em benefício de quem vier “comprar” a empresa CTT, e contra as necessidades das populações e do país.
Bem podem dizer as “almas piedosas” que apoiam a privatização… mas que estão contra os encerramentos no terreno. Mas é preciso não esquecer que esses encerramentos são consequência direta da política e da estratégia de privatização e liberalização do serviço público postal – que têm sido apoiadas e defendidas e levadas a cabo pelos seus partidos, aqui mesmo na Assembleia da República, em sucessivas legislaturas, com sucessivos governos!
Há um mês atrás, quando já estavam em força nos bastidores as movimentações de bancos e escritórios de advogados para “assessorar” a privatização, com os interesses privados em jogo neste negócio dos CTT, o PCP denunciou este processo e propôs que fossem chamados à comissão parlamentar o Governo, a ANACOM, a Administração dos CTT e as organizações representativas dos trabalhadores da empresa.
A maioria parlamentar do PSD e do CDS tentaram impor a “lei da rolha” e inviabilizaram essa audição chumbando a proposta. Mas aqui chegados, o que se evidencia é que não tiveram sorte nenhuma nos seus intentos. Por um lado, porque o PCP não desiste de dar voz nesta Assembleia à denúncia e ao combate indispensáveis a esta política de destruição do serviço público postal. E por outro lado, não menos importante, é que aquilo que alguns tentam calar na Assembleia não conseguem calar nas ruas deste país!
Nas ruas e nas praças, nos serviços e locais de trabalho, lá junto às estações que este Governo e esta Administração pretendem encerrar e retirar às populações, lá estão os utentes, os trabalhadores dos correios, tantas vezes os eleitos autárquicos em luta pela defesa daqueles serviços tão importantes para a vida das pessoas. Assim foi em Alcoentre, no centro histórico do Porto, Vale de Santarém, na Amora, no Barreiro, na Moita, ontem mesmo em Cacilhas, assim foi com as populações de Safara, de Alvalade Sado, Cercal e Ermidas que se deslocaram a Lisboa e fizeram ouvir a sua voz contra esta política.
Bem sabemos que as “ordens superiores” na empresa foram, em alguns destes casos, de encerrar as portas – se possível pela calada, sem que se dê uma palavra aos utentes (assim foi anteontem mesmo em Freixianda, Vila Nova de Ourém).
Até pudemos testemunhar em alguns casos que, numa atitude de verdadeiro insulto às populações, se encerrou a Estação dos CTT no próprio dia da concentração, afixando na porta um anúncio alegando «motivos de segurança» - como se os utentes, os trabalhadores ou os autarcas que ali estavam fossem alguns criminosos.
Queremos aqui dizer ao Governo que criminosa é esta política e esta estratégia! Criminoso é deixar as populações ao abandono, a uma distância cada vez maior do serviço de correios, e ainda ter a hipocrisia de dizer que ninguém fica excluído do acesso ao serviço postal. Criminoso é destruir emprego, degradar serviços públicos e sacrificar as populações e os trabalhadores aos interesses privados dos grupos económicos.
Por isso saudamos a luta, sim. Saudamos a luta que no terreno se desenvolve por esse país fora. Saudamos as organizações dos trabalhadores dos Correios e a sua firmeza numa luta de tantos anos, em defesa em defesa do trabalho com direitos, mas desde logo em defesa do interesse nacional, do serviço público postal, da coesão do território e da própria soberania do país. Saudamos as autarquias e os autarcas que não abdicam de lutar contra estes encerramentos. Saudamos as populações que rejeitam esta injustiça e este assalto às suas vidas.
Saudamos a coragem, a determinação, a dignidade que todos os dias se afirma e reafirma em cada luta, e daqui dizemos com a convicção e a experiência do que a vida nos ensina: este não é um assunto encerrado! Outros tentaram impor a lógica dos factos consumados e das inevitabilidades – e não conseguiram. Também agora, com a unidade e a luta de quem não desiste de defender um futuro melhor, será possível resistir e avançar!
Disse.
*** via região de cister de 9.5.2013
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via tintafresca.net
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NO DIA 23MAIO
via Susana Marques:
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=645778658770394&set=o.175490072507200&type=1&theater
A reestruturação dos CTT a nível nacional é hoje uma realidade, uma noticia de fechos de estações de correios por todo o País é inevitável. Neste momento, após a contestação da população em 2006, a quando da noticia do primeiro anuncio de encerramento, em 2013, passa a ser, infelizmente, uma realidade já assumida.
A Junta de Freguesia de São Martinho do Porto já foi contacta pela empresa quanto ao encerramento deste serviço em São Martinho do Porto.
Apesar da contestação dos autarcas da região, a Junta de Freguesia colocou uma 2ª proposta à empresa para que os serviços se mantenham no mesmo local mas assegurados pela Freguesia, estando a aguardar a resposta da empresa.
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12mar2013
Ontem 11.3.2013 em reunião de câmara
Presidente da Câmara anunciou:
- CTT vai passar a ter um único balcão em Alcobaça, na Praça 25 de abril....
Presidente concorda com a medida e em vez de 5 vai propor 7 lugares
neste estacionamento em frente ao Mosteiro e aos Correios
(foto do José Graça)
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(foto do JERO no dia da concentração dos amigos das VESPAS:3.7.2010)
Vereador Acácio Barbosa duvida da legalidade da medida.
Presidente enerva-se e afirma: quando trouxer o assunto, votam contra ou a favor.
Vereador Acácio Barbosa contesta e defende que o estacionamento deve ser tratado para todos.
A CDU vai refletir. De imediato, eu estou contra a medida.
Porquê os CTT a terem 15' de borla e não as outras empresas e comerciantes tds...
Eu percebo que a empresa ganhe por ter um único balcão...
Mas... Do ponto de vista dos utentes acho que não serve a maioria das empresas que têm volumes grandes...
O balcão da Rua da Liberdade era útil para os moradores e empresas daquela zona e apesar de tudo (não haver grande qualidade para o estacionamento) tem acesso sem barreiras de escadas.
Acho que devia ser ponderado com a ACSIA e com o sindicato dos trabalhadores dos CTT.
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PARA O DEBATE NECESSÁRIO
- Moradores.Comerciantes.Bancários.Técnicos do Mosteiro...
- Não esquecer o acordo que houve entre a Comissão de Luta dos comerciantes e dos moradores e Byrne/Câmara
no que diz respeita a estacionamento...
- Não esquecer que Byrne/Falcão Campos sempre disseram que um bom projeto sempre dialoga com quem usufrui dele...Está na hora de os ouvir de novo!
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já agora não esquecer a
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