01/10/2013

7.056.(1out2013.1.11') Pelletsfirst...Não podemos continuar a permitir que não se encontrem soluções para esta empresa do Casal da Areia

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15mar2018
Fotos de João Cruz:
"Bom dia, a saga continua hoje como habitualmente"
"No Casal da Areia não chove só água.. Aqui somos diferentes, chovem derivados de madeira. Pequenos aglomerados de "ambientador aroma de Pinheiro"
Foto de João Cruz.
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Foto de João Cruz.
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14MAR2018......A gisELLE está a estragar e a perturbar... no Casal da Areia, em x do vapor/serradura, chove pedaços de madeira: poluição da fábrica Pellets...em Alcobaça que vos abRRaça...Já pressionei a câmara para agirem
e a GNR
Foto de Rogério Manuel Madeira Raimundo.
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Fotos de Daniel Susano Mateus:
Foto de Daniel Susano Mateus.
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Foto de Daniel Susano Mateus.
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Foto de Hermano Almeida Lopes.
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14mar2018
Paulo Silva
morador próximo da fábrica:
"E o que fez a Câmara? Esta empresa não pode laborar à noite e agora é um caos, chamo a gnr diversas e vezes e nada fazem a não ser tomar conta do auto ocorrência. Toda a ajuda é bem vinda para resolver este assunto definitivamente."
"Apenas uns vídeos do que tenho passado nos últimos 5 anos...para não falar dos danos, pessoais e materiais causados à minha casa e há minha família."
"Um problema velho que a Autarquia tem resolver para o bem dos habitantes e das empresas, eu e a minha família temos passado o inferno com esta empresa."
" ninguém quer que qualquer empresa feche! Mas alguém deverá ser responsabilizado pelo prejuízo causado que não tão pouco assim."
" eu próprio expus o assunto à TVI e nem resposta tive.."
Foto de Paulo Silva.
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19.14'

Moradores queixam-se de poluição no Casal da Areia

As fortes chuvas dos últimos dias agravaram um problema que atormenta cerca de uma dezena de famílias residentes no Casal da Areia, na União de Freguesias de Coz, Alpedriz e Montes. Há cerca de cinco anos que os moradores se vêm a braços com os danos estruturais e ambientais causados pela atividade de uma fábrica.
Os moradores acusam a atividade da fábrica de “sujar” as propriedades, devido ao fumo e às poeiras, e até de “causar danos” nas habitações devido à “vibração”. Um dos moradores mais afetados ouvido pelo REGIÃO DE CISTER lamenta o “transtorno” que a instalação da unidade fabril lhe causou nos últimos anos. Paulo Silva vai mais longe e afirma que a “fatura” da “guerra” com a empresa já ascende aos 50 mil euros. 
Entretanto, um conjunto de moradores avançou para tribunal para tentar resolver o impasse. Segundo Paulo Silva, a fábrica teria ficado impossibilitada de laborar durante as 24 horas do dia. No entanto, o morador denuncia que nem sempre esta ordem judicial é cumprida. 
Álvaro Santo considera que apesar de “infeliz”, é “normal que as chuvas intensifiquem a queda de serradura e pó que está no ar”. O presidente da União de Freguesias de Coz, Alpedriz e Montes lamenta que a fábrica não tenha construído “uma boa vedação e plantado árvores no perímetro do lote para conter os fumos, poeiras e o ruído”. 
Paulo Silva considera que o “maior culpado” da situação é a Câmara de Alcobaça por “permitir a instalação da fábrica no sitio onde está localizada”. Paulo Inácio, presidente da Câmara de Alcobaça, não quis comentar a situação, considerando que o assunto está a ser tratado junto das autoridades.

O REGIÃO DE CISTER tentou contactar a empresa para prestar esclarecimentos sobre o assunto mas não à data obteve qualquer resposta.

http://regiaodecister.pt/noticias/moradores-queixam-se-de-poluicao-no-casal-da-areia

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18noVEMbro2013
via cister.fm

PRAZO DA DIREÇÃO GERAL DO AMBIENTE À PALLETS DO CASAL DA AREIA NO FIM




Está a chegar ao fim o prazo dado pela Direção Regional de Economia à Pallets First, empresa instalada na zona industrial do Casal da Areia (Cós), para contornar os problemas ambientais que tem estado a causar na sua área de funcionamento.

A empresa foi notificada a fazer obras para reduzir os impactes ambientais negativos na zona industrial e na população residente no Casal da Areia.

Numa visita recente à empresa, o diretor regional ficou com a garantia de que algumas das intervenções haviam sido realizadas e uma inspeção ficou de ir ao local no fim do prazo dado.

A empresa está a trabalhar há pouco tempo na zona industrial mas tem sido fortemente criticada pela população e empresários ali instalados por causa da poluição que prova com a sua atividade.

As queixas chegaram à Direção Regional de Economia, que já foi ao local, a meio do prazo, para verificar se as exigências de obras estavam a ser concretizadas.
.Cister Fm
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2013
na reunião de câmara de 14 out
Presidente informou-me, particularmente, que iriam fazer uma visita surpresa, sem anunciarem...
seria na 4ªfª...
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Pelos vistos a imprensa estava a par...
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via tintafresca.net

No seguimento das queixas de poluição ambiental da população do Casal da Areia
    Diretor regional de Economia faz visita surpresa à empresa PelletsFirst
                 

    Ricardo Emílio, diretor regional de Economia 
    O diretor regional de Economia de Lisboa e Vale do Tejo, Ricardo Emílio, visitou no dia 16 de outubro, na Zona Industrial do Casal da Areia, a empresa PelletsFirst, no seguimento de várias queixas quer de munícipes, quer de empresas, de que a empresa estaria a laborar de forma incorreta, produzindo poluição material e sonora. No local, pôde comprovar-se serradura e pó no ar, além de ruído muito intenso. Além do governante, estiveram presentes Paulo Inácio, presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, e Álvaro Santo, presidente da União das Juntas de Freguesia de Cós, Montes e Alpedriz

       Ricardo Emílio admitiu que “há já alguns meses que estamos a receber reclamações relativamente à laboração desta indústria. É uma empresa que no seu processo de laboração está a criar um conjunto de intrusões nesta zona, com outros empresários e com a população em geral. Fomos contatados pelo presidente da Câmara em agosto e, nessa altura, fizemos uma vistoria onde detetámos algumas irregularidades e notificámos a empresa para que procedesse à regularização dessas irregularidades.”
      
        “Hoje, e instados pelo presidente de Câmara e presidente de Junta, viemos perceber o que a empresa está a fazer relativamente a esta situação. Nós demos um prazo legal de 45 dias, a empresa está mais ou menos no meio desse prazo (que se iniciou em setembro e termina a meados de novembro)”, referiu o diretor regional de Economia de Lisboa e Vale do Tejo.

       Ricardo Emílio admite que “fruto da laboração há uma poeira muito intensa, há um conjunto de equipamentos que em nossa perspetiva deviam estar cobertos e não estão cobertos, o que cria um ambiente um pouco pesado na zona. Depois também há ruído muito intenso.”

             

    PelletsFirst no Casal da Areia
       O diretor regional de Economia de Lisboa e Vale do Tejo explicou que a sua visita visa inteirar-se do que está a ser feito para resolver o problema. “Estão a começar alguns trabalhos, já nos explicaram que soluções pretendem optar. Alguns exemplos são a vedação da fábrica com uma linha arbórea, de forma a que o vento não faça a passagem de poeiras de um lado para o outro, a cobertura de um conjunto de equipamentos, a implementação de maquinaria de limpeza e vão tentar tratar as águas antes de as lançar para a rede pluvial pública. Fiquei satisfeito porque vejo algum andamento.”

       Ricardo Emílio realçou que “o importante também é a empresa saber que o Ministério da Economia e a Câmara Municipal de Alcobaça estão atentos e a trabalhar em colaboração. Vamos continuar a monitorizar esta situação, se houver problemas, temos que agir. Mas o nosso papel aqui é de equilíbrio de direitos e deveres. Além de a empresa contribuir para o desenvolvimento económico, por um lado, por outro, temos que zelar pelo bem-estar e pela qualidade de vida da população.”

       O governante recordou que “o prazo termina em meados de novembro, nessa altura faremos uma visita. Sabemos que não estará tudo concluído porque há soluções que demoram algum tempo a estar implementadas, mas esperamos que a maioria esteja.”

       Questionado se haverá algum tipo de penalização para a empresa se as medidas não estiverem todas concretizadas ou não estiverem para ser concretizadas, Ricardo Emílio adiantou que “a legislação prevê a suspensão da laboração até o problema estar resolvido.”

    Paulo Inácio: “Esta empresa trouxe riqueza para o concelho”


       
     
    Paulo Inácio e Ricardo Emílio
       Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça lembrou que “estamos, desde o início, atentos a esta situação. Também queremos o equilíbrio da situação. Esta empresa trouxe riqueza para o concelho e até a confirmação em absoluto de uma balança comercial positiva no concelho de Alcobaça. Mas o meu primado é o da qualidade de vida dos munícipes e também das outras empresas que estão na zona industrial.”

       Relativamente à falta de matéria-prima que afetou a empresa recentemente, Paulo Inácio admitiu que “houve um problema sazonal em termos de fornecimento de matéria-prima”, mas que “neste momento esse problema já não é tão grave, e a empresa pode continuar a laborar, mas laborar em condições técnicas minimamente aceitáveis pela população e pelas empresas.”

       Recorde-se que a empresa PelletsFirst, que se instalou na zona industrial da localidade no final de outubro de 2012, dedica-se à produção e comercialização de pellets de madeira e resíduos diversos, bem como a comercialização de biomassa, sendo toda a sua produção destinada exclusivamente à exportação, tendo como principais clientes os países do Norte da Europa.

       Os pellets de madeira para aquecimento são um tipo de lenha, geralmente produzidos a partir de serragem ou serradura de madeira refinada e seca, que depois é comprimida. Os pellets de madeira para aquecimento são granulados cilíndricos com 6 a 8 milímetros de diâmetro, com 10 a 40 mm de comprimento.

       Mónica Alexandre
    16-10-2013
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    via facebook..