19/10/2013

7.097.(19out2013.11.33') Timóteo de Matos

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nasceu a 31ag1949 em Turquel
e morreu a 2jun2016 no CCCela
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campanha eleitoral autárquicas 1997
foi o tesoureiro 
pela 1.ª x elegemos vereador pela CDU
a sede...Vai ser museu das Máquinas Falantes
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1140225892659148&set=a.1140225769325827.1073741981.100000152439363&type=3&theater
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VIA REGIÃO DE CISTER
timoteo.jpg
http://regiaodecister.pt/pt/noticias/faleceu-timoteo-de-matos
"Em 2012, foi-lhe diagnosticada esclorese lateral amiotrófica, uma "doença grave e incapacitante". Apesar disso, o presidente honorário do Alcobaça Clube de Ciclismo é relembrado como alguém que nunca perdeu a "boa disposição" e que sempre trabalhou em prol do ciclismo e de Alcobaça. Natural da freguesia de Turquel, o antigo professor e solicitador tinha 66 anos.
O corpo estará em câmara ardente a partir das 11 horas desta sexta-feira na casa mortuária de Alcobaça e o funeral tem lugar este sábado pelas 10 horas. Por vontade do próprio, as celebrações religiosas serão substituídas por uma "ação evocativa" que o Alcobaça Clube de Ciclismo está a preparar, seguindo-se o funeral para o crematório Oriental-Figueira da Foz."
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1428993500451586&set=a.878775938806681.1073741825.100000228488498&type=3&theater
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31AG2015
está em luta contra uma doença que o vai diminuindo...
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campanha eleitoral da CDU.1997
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Joaquim Marques e o Alcobaça Clube Ciclismo:


Parabéns Timóteo Matos

Timóteo de Matos, Presidente Honorário do Alcobaça Clube de Ciclismo, assinala hoje mais um aniversário. Enfrenta uma doença terrível e incurável (Esclerose Lateral Amiotrófica) que o vai debilitando e à qual vai resistindo de uma forma completamente invulgar e heroica, revelando o Homem notável que é. Por tudo aquilo que fez por este Clube, mais do que os parabéns temos que lhe agradecer tudo o que foi e tudo o que fez pelo Alcobaça Clube de Ciclismo. Obrigado Timóteo.

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 escritor...lança livro "Nada a temer, excepto as palavras"...com TROCAS DE LIVROS  para a Biblioteca TIMÓTEO DE MATOS, na sede da Câmara dos Solicitadores.Porto..2 nov.16h..Auditório do Parque dos Monges
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ontem 30ag2014
Timóteo escreveu que queria ser um grande pianista!!!:
Queridíssimos amigos e amigas:

Hoje, tenho estado (e estou) a ouvir algumas das sonatas para piano de Schubert. Este romântico compositor alemão é, justamente, um dos meus compositores preferidos. Das suas composições, gosto sobretudo dos "lieder" e das obras para piano.

A versão que tenho das suas sonatas completas é a da "Deutsche Grammophon, por Wilhelm Kempf, um pianista "enorme" (até no físico!). Esta é uma das gravações de referência das 18 sonatas que nos deixou Schubert.

Deixo-vos o link para o 1º andamento, allegro moderato, da Sonata em lá maior, D 664 (opus 120), de Franz Schubert, com Willelm Kempf:


A propósito, devo dizer-vos que um grande pianista era aquilo que eu mais gostaria de ter sido na vida. Faltou-me quase tudo o essencial: mãos bastantes e bom ouvido musical. O melhor que fiz, até hoje, foi tocar o "Bailinho da Madeira", só com um dedo, o polegar da mão direita. Comigo, seja num piano, seja em qualquer outro instrumento musical, trabalha sempre uma só mão, enquanto a outra assiste. Ter-me-á, então, faltado também o "inconseguimento" de cumprir uma das maiores virtudes e essencial princípio pregado por Jesus Cristo: ("...Não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita;", Mateus 6:3).


Por hoje é tudo. Abraços e beijos. Muitos!

Timóteo, o desafinado
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Vereadora da CDU (Vanda Furtado Marques) esteve lá e comentou:"Ontem o parlatório do Parque do Monges encheu -se para ver a apresentação do livro do Timóteo de Matos. Foi uma apresentação onde os afetos se extrapolaram para o público. Os valores humanistas de Timóteo e a sua humildade foram contagiantes e as suas palavras vindas de um enorme coração deixaram-me com uma lágrima no canto do olho.
Adorei quando Timóteo disse: "escrevo para exercitar alma" pois senti uma grande afinidade.
Ainda bem que há Homens como o Timóteo que nos toca na alma e que mostra a sua grandiosidade de uma forma tão sublime e humilde
Obrigada..."
"Leitores amigos:

O assunto que, em epígrafe, escrevi é, nada mais, nada menos, do que o título de um livro que o CRN da Câmara dos Solicitadores resolveu publicar, recentemente, e cujos textos são de minha autoria.

Se, por acaso, estão interessados no livro, leiam, com atenção, o que segue:

- A apresentação do livro - e também do "gajo autor" - será feita no próximo dia 2 de Novembro, no auditório Rui Rasquilho, no Parque dos Monges, em Chiqueda, Alcobaça, pelas 16h00 e competirá ao Dr. Rui Rasquilho, que foi embaixador, também adido cultural de Portugal no Brasil, director do Mosteiro de Alcobaça e que, além disso é escritor, poeta e historiador.

- A apresentação do autor, para quem tenha a sorte de ainda o não conhecer, caberá ao presidente do CRN da Câmara dos Solicitadores, Fernando Rodrigues e a Marco Chagas, comentador desportivo - aliás, o melhor - da nossa televisão.

- O livro não tem preço. Não, não é um caso de imodéstia da minha parte. O livro não tem preço porque não será vendido. Será, trocado. Eu explico:

Quem pretender adquirir o livro, poderá fazê-lo no dia da apresentação, mediante troca por outro livro qualquer, que possua em casa, e do qual admita desfazer-se.

A quem não o queira fazer ou não tenha em casa um livro disponível, peço que não vá a correr comprar outro para o efeito. Contacte-me e haveremos de chegar a um entendimento.

Condições da troca:
- O livro que entregarem destinar-se-á à Biblioteca Timóteo de Matos, inaugurada pelo CRN em 5 de Outubro, na Sede da Câmara dos Solicitadores, no Porto;

- Poderão, obviamente, entregar mais do que um livro (se a vossa generosidade e o valor que atribuem a uma biblioteca com o nome deste vosso amigo o justificar). Podem, por exemplo entregar a 1ª edição das obras completas do Aquilino Ribeiro, a Enciclopédia Portuguesa e Brasileira ou a primeira edição de "Eurico o Presbítero" com dedicatória do Alexandre Herculano.
Ou então um simples e modesto livrinho.

- Se possível, tragam livros em estado de consevação aceitável;

- Não terão de trazer livros jurídicos (até será preferível não o fazerem para não corrermos o risco de ficar na biblioteca com 200 ou 250 Códigos Civis desactualizados), salvo se algum tiverem que possa ser de reconhecido interesse;

- Qualquer tema é bom: romance, novela, conto, poesia, história, filosofia, etc., etc.

ATENÇÃO:
A edição original foi de 500 exemplares, dos quais restam ainda cerca de 250. Esta campanha é válida para o dia da apresentação e até se esgotarem os exemplares disponíveis. Por isso, se pretenderem reservar o vosso exemplar, deverão contactar-me previamente, dizendo qual o livro (espero bem que digam quais os livros) que pretendem oferecer em troca, e eu farei a respectiva reserva e dedicatória.

Podem usar este mail (de preferência) ou o telemóvel número 913 879 261.

Como ficou dito, se não tiverem nenhum livro disponível contactem-me e eu resolverei, certamente, a questão, a contento de todos.

A Câmara dos Solicitadores está a ser generosa. Respondam com mais generosidade e a "Biblioteca Timóteo de Matos" ficará ainda melhor e muito mais valorizada. Se assim o entenderem podem personalizar a vossa oferta com uma breve dedicatória à biblioteca no próprio livro que entregarem, o que, mais ainda, a valorizará.

Caso tenham amigos que eventualmente possam estar interessados, poderão, obviamente, reenviar-lhe esta mensagem. Na próxima semana enviar.vos-ei o convite mais formal. Se dúvidas tiverem, não hesitem em contactar-me.

Bem hajam pela vossa generosidade.

Timóteo, o autor do livro"
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28jan2014
(aqui: O (ENTRISTECIDO) OBSERVADOR) aviva que:"... dos 3 604 000 000 de pessoas que têm menos do que os 85 mais ricos. Será que ninguém vai fazer nada por eles?  "
foto do tinta fresca
aquando da homenagem da CMA
"Boas amigas e excelentes amigos:

Noticiários na televisão, só para quem tenha doses enormes de paciência. Mas a verdade é que, sem a mobilidade que já tive, para estar inteirado do que se passa no mundo, tenho de vê-los, diariamente, com atenção.

Foi o que fiz hoje, sintonizando a RTP1. E, a dado momento, escondida entre muitos minutos de Ronaldos, Cavacos e Coelhos, ouvi, curta, rápida e quase sem som, esta notícia:

85 pessoas detêm mais riqueza do que a metade mais pobre dos habitantes da terra!

85 pessoas! Só 85 pessoas! Reparem que não detêm mais riqueza do que a metade mais pobre do concelho de Alcobaça (85 com mais do que 25 000, já seria desastroso). Nem do distrito de Leiria, nem apenas de Portugal (85 com mais do que 5 000 000, seria uma vergonha para todos nós). Não: estamos a falar de 85 pessoas que detêm mais riqueza do que 3 604 000 000 de desgraçados neste nosso pobre e triste mundo!

E qual a razão porque não são presos esses 85 ladrões? Pura e simplesmente porque não são ladrões. São pessoas de bem. São criadores de riqueza. É bom que percebamos, de uma vez por todas, que vivemos no mundo em democracia e assim é que está bem.

E o que é isso de democracia? É fácil: democracia é um sistema inventado pelos europeus, que tem como defensor e garante os Estados Unidos da América e que serve para lixar os restantes povos do mundo.

Então e a globalização, o capitalismo? Meus amigos tudo isso é científico. Mesmo a economia e os mercados? Nada de mais justo do que os mercados; é com eles que o mundo pode avançar. Não há nada a fazer. O sistema é assim que funciona e a prova de que funciona bem é que lá estão as 85 pessoas a criar riqueza.

Ah! E já me ia esquecendo (esquecemo-nos todos nós) dos 3 604 000 000 de pessoas que têm menos do que os 85 mais ricos. Será que ninguém vai fazer nada por eles? Deus? Os Governos de todo o mundo? 

Bom. Deus escreve direito por linhas tortas e os seus desígnios são impenetráveis. Porque raio de razão há-de ir mudar agora, se já assim funciona desde o princípio do mundo (com pequenas excepções quando se tratou do deu povo eleito)? Criou o mundo e vela por ele e mais nada. Ah! E dá um anjo da guarda a cada um dos 3 604 000 000.

Quanto aos Governos de todo o mundo, nesses podemos confiar plenamente:
Para dar mais força a esses 3 604 000 000 de pessoas, irão continuar a trabalhar esforçadamente todos os dias para que o seu número aumente, de forma a que se não sintam tão sós!


Dois anexos para ajudar o raciocínio.



Timóteo, o (entristecido) observador "
ANEXO 1
para entender a crise financeira internacional
http://www.youtube.com/watch?v=LfD3_qnfx7k
Anexo 2
Como a economia mundial produz bens baratos
http://www.youtube.com/watch?v=WhDXi0FBReM
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Timóteo de Matos recorda Zeca Afonso em Alcobaça
"Boas amigas e excelentes amigos:

Uma das memórias que retenho de quando era rapazito, no fim da primária, é de um dia ter conhecido o Zeca Afonso. Ia eu com o meu irmão mais velho pela Rua d. Pedro V quando, da Pensão Frei Bernardo, saiu um tipo que vendo o meu irmão, atravessou a rua e veio cumprimentá-lo. Calçava sapatilhas, usava óculos e era professor de Francês na Escola Técnica de Alcobaça.

Dava-se o caso de ser professor do meu irmão e, por isso, o ter atravessado a estrada. Não recordo o que disseram. Recordo sim que me deu uma pancadita nas costas e, depois, seguiu caminho. O meu irmão explicou-me entao que era o Dr. José Afonso e que era um professor porreiro.

Em Alcobaça, voltei a vê-lo, ainda mais vezes, mas recordo especialmente três delas: na primeira, no largo da Sra da Conceição e, na segunda, no topo da ala sul do Mosteiro, à noite, depois das aulas, ou talvez num feriado, cantou, como só ele sabia fazê-lo, para um grupo de estudantes dos cursos nocturnos,onde o meu irmão me levara, muitas das baladas de Coimbra,
das quais o "menino de ouro" era a minha preferida.
Contagiava a malta que, por vezes, cantava com ele mas, mais frequentemente, ficava fascinada a ouvi-lo. Duma dessas vezes, calhou-me mais uma pancada nas costas e um despentear dos cabelos revoltos e, da outra, um rebuçado que me terá cativado definitivamente.

Na outra vez, foi no novo estádio de Alcobaça, num torneio concelhio de futebol, onde competiam equipas das freguesias, de empresas e também da Escola. O Zeca jogava muito bem futebol mas não tirava os óculos porque tinha já dificuldades de visão. Jogava ao ataque, no lugar de interior (esquerdo, evidentemente). Só vi um jogo desse torneio e não me recordo nem do adversário nem do resultado.

O director da Escola achou por bem não reconduzi-lo como professor porque dava maus exemplos aos alunos: andava de sapatilhas, não usava gravata... e outros gravíssimos crimes semelhantes. Encontrei-o, mais tarde, em várias circunstâncias e lugares e não vale a pena acrescentar mais: O Zeca Afonso não necessita de apresentações.

Por ironia do destino faleceu com a mesma doença de que eu padeço, a Esclerose Lateral Amiotrófica. Infelizmente, cantar sempre foi o meu fraco e, portanto, terei de me queixar como Bocage, no célebre soneto, que abaixo transcrevo, em que cotejava a sua vida com a de Camões:


Camões, grande Camões, quão semelhante 
Acho teu fado ao meu, quando os cotejo!
Igual causa nos fez, perdendo o Tejo, 
Arrostar co'o sacrílego gigante; 

Como tu, junto ao Ganges sussurrante, 
Da penúria cruel no horror me vejo; 
Como tu, gostos vãos, que em vão desejo, 
Também carpindo estou, saudoso amante. 

Ludíbrio, como tu, da Sorte dura
Meu fim demando ao Céu, pela certeza
De que só terei paz na sepultura. 

Modelo meu tu és, mas... oh, tristeza!...
Se te imito nos transes da Ventura, 
Não te imito nos dons da Natureza.

Bocage, in 'Rimas'
  


Há dias, uma amiga, a MFS, enviou-me este link, que quero, agora, compartilhar convosco, porque é bom recordar o Zeca Afonso.


 Em 2011 a produtora Nanook em parceria com a RTP produziram:

MAIOR QUE O PENSAMENTO
Série documental em três episódios sobre José Afonso
com assinatura de Joaquim Vieira.
Claro que foi parar à RTP2, vá lá!

Maior que o pensamento (1 de 3)

Nos anos 50 nasceu um VULCÃO que levou tudo a reboque!


Maior que o pensamento (2 de 3)
55 minutos

Quem não se 
emocionar, trate-se!

Timóteo, o emotivo"
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18mAIo2014
Ontem houve uma bela homenagem ao Timóteo...
Rua Timóteo de Matos - Solicitador e Presidente honorário do Alcobaça clube de ciclismo
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Que melhor reportagem do que a do próprio?

Em 18-05-2014 21:02, Timóteo Matos escreveu:
Olá amigos!

Deu-se o caso de ter sido dado o meu nome a uma rua, na Lagoa do Cão, freguesia de Aljubarrota, concelho de Alcobaça, donde se pode inferir que as nossas ruas estão... pelas ruas da amargura.

- Então, - estou eu a ouvir perguntar os meus amigos - estão as ruas a sobrar em Portugal em tal quantidade que já se lhes dá o nome do primeiro que aparece?

- Pois, estão totalmente equivocados, se tal pensam, como, de seguida, vos irei demonstrar. Vamos então à história:

Depois de adquiridos os dois hectares e meio do terreno onde construí a barraca de madeira onde vivo actualmente, decidi oferecer o terreno necessário para o alargamento de um caminho pedonal lá existente. Ofereci, pois, uma faixa de terreno, mais ou menos com quatro metros de largura, numa extensão de 500m, com a condição de a manterem cuidada colocando "touvenant" e, sobretudo, nunca a alcatroando enquanto eu vivo fosse. Para além das mencionadas duas vantagens, havia, para mim, outra de maior importância ainda, a de passar a cortar eu próprio , todos os anos, menos 2 000m2 de mato, o total do terreno oferecido.

Ora, acontece que dois ou três amigos meus, muito patuscos e gozões, se lembraram de convencer a Junta de Freguesia de Aljubarrota e a Câmara de Alcobaça de que, sendo a rua minha, lhe deveria ser posto o meu nome. Requerimentos, e inércia juntos, levaram a uma aprovação rápida e lá foi encomendada a placa (despesa que, a dividir por dez milhões de portugueses, deve ser considerada irrelevante) e colocado um novo "tapete de touvenant", que bem necessitada dele estava a rua (quais seriam os desgraçados que deixaram de ver a sua rua reparada?), com cilindro a alisar o chão até deixá-lo mais liso que uma folha de papel.

Porque quase ninguém conhecia o "gajo", foi necessário acrescentar, ao nome, "Solicitador e Presidente Honorário do Alcobaça Clube de Ciclismo", como aliás, se demonstrará em fotografia anexa. É evidente que, na inauguração, foi o homenageado apresentado como pessoa conhecidíssima e cheia de méritos.

Normalmente, o interessado é sempre o último a saber. Também assim, neste caso, porque tentaram fazer-me uma surpresa. Acontece que, na véspera, fui a Alcobaça mudar o penso da PEG (ver crónica nº 1) e surpreendi dois marmanjos, ao cimo da rua, com materiais duvidosos. Perguntei-lhes o que faziam ali ao que me responderam que estavam a colocar uma placa com o nome da rua. Tendo-lhes mostrado interesse em saber que nome era esse, foi-me respondido "José Timóteo de Matos". Aí retorqui-lhes que eu era o D. Afonso Henriques, ao que eles me mostrou a placa e, para espanto meu, lá estava, escarrapachadinho, o meu nome.

Como, na vida, temos de estar preparados para tudo, não desmaiei e, no sábado à tarde, lá compareci à inauguração, que era mesmo ali, quase à minha porta. Depois, foi ouvir muitos e laudatórios discursos e responder-lhes como soube e pude. Um beberete fechou a função.

Um agradecimento a todos os amigos que estiveram presentes e outro a todos os que não o estiveram, porque não puderam, ou não tiveram conhecimento. Outro, ainda, muito especial, ao Alcobaça Clube de Ciclismo, na pessoa do seu presidente, Joaquim Marques, aos Veteranos do Ginásio, que entrego ao presidente Rui Alexandre e ao presidente da delegação de Alcobaça da Câmara dos Solicitadores, o meu colega Albano Oliveira.

Com todos estes amigos, tenho de estar muito feliz. Não duvidem de que o estou.

Anexo algumas fotografias.  

Por hoje é tudo. Aquele abraço e beijos repenicados.

Timóteo, o vaidoso
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fotos respigadas da página do face do Alcobaça Clube de Ciclismo

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e via JERO

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15jan2014
O DIA EM QUE ACABOU A CRISE...Uma opinião que subscrevo na íntegra, bem como o comentário do Timóteo de Matos
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Comentário de Timóteo de Matos:
Boas amigas e excelentes amigos:
Hoje peço-vos, apenas, que percam uns (poucos) minutos para lerem o que diz Concha Caballero. Não diz mais do que aquilo que a maioria de nós pensa. Mas di-lo. E di-lo bem.

Claro que tudo isso nos vai ser apresentado pelos "malfeitores deste Governo, e do anterior a este, e do anterior ao do anterior, e do anterior ao anterior ao do anterior, e por aí além...".

Os portugueses são uns tipos engraçadíssimos que acreditam que em Portugal há apenas dois partidos. Será que só há esses dois?

Deixo-vos com Concha Caballero e deixo-vos bem.

Timóteo, o insatisfeito
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi95CQB8OEw5b6xEKtDaojiW6o6Di2P7KubX5PnDsf10S4uJvBKKzDKzqv4YB4Fa2izB7aJZxYgdKK71_1-5j2FL4XXVUe11x896L1NL_nNRJiYoZO89_Uj9J-0H73feyuKs2O-jxkqG4U/s1600/concha+caballero.jpg
(Concha Caballero ***)

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Título:- O Dia em que acabou a crise.

Subtítulo:- Quando terminar a recessão teremos perdido 30 anos de direitos e salários.

Um dia no ano 2014 vamos acordar e vão anunciar-nos que a crise terminou. Correrão rios de tinta escrita com as nossas dores, celebrarão o fim do pesadelo, vão fazer-nos crer que o perigo passou embora nos advirtam que continua a haver sintomas de debilidade e que é necessário ser muito prudente para evitar recaídas. Conseguirão que respiremos aliviados, que celebremos o acontecimento, que dispamos a atitude critica contra os poderes e prometerão que, pouco a pouco, a tranquilidade voltará à nossas vidas.

Um dia no ano 2014, a crise terminará oficialmente e ficaremos com cara de tolos agradecidos, darão por boas as politicas de ajuste e voltarão a dar corda ao carrocel da economia. Obviamente a crise ecológica, a crise da distribuição desigual, a crise da impossibilidade de crescimento infinito permanecerá intacta mas essa ameaça nunca foi publicada nem difundida e os que de verdade dominam o mundo terão posto um ponto final a esta crise fraudulenta (metade realidade, metade ficção), cuja origem é difícil de decifrar mas cujos objetivos foram claros e contundentes
- Fazer-nos retroceder 30 anos em direitos e em salários

Um dia no ano 2014, quando os salários tiverem descido a níveis terceiro-mundistas; quando o trabalho for tão barato que deixe de ser o fator determinante do produto; quando tiverem feito ajoelhar todas as profissões para que os seus saberes caibam numa folha de pagamento miserável; quando tiverem amestrado a juventude na arte de trabalhar quase de graça; quando dispuserem de uma reserva de uns milhões de pessoas desempregadas dispostas a ser polivalentes, descartáveis e maleáveis para fugir ao inferno do desesperoentão a crise terá terminado.

Um dia do ano 2014, quando os alunos chegarem às aulas e se tenha conseguido expulsar do sistema educativo 30% dos estudantes sem deixar rastro visível da façanha; quando a saúde se compre e não se ofereça; quando o estado da nossa saúde se pareça com o da nossa conta bancária; quando nos cobrarem por cada serviço, por cada direito, por cada benefício; quando as pensões forem tardias e raquíticas; quando nos convençam que necessitamos de seguros privados para garantir as nossas vidasentão terá acabado a crise.

Um dia do ano 2014, quando tiverem conseguido nivelar por baixo todos e toda a estrutura social (exceto a cúpula posta cuidadosamente a salvo em cada sector), pisemos os charcos da escassez ou sintamos o respirar do medo nas nossas costas; quando nos tivermos cansado de nos confrontarmos uns aos outros e se tenham destruído todas as pontes de solidariedade. Então anunciarão que a crise terminou.

Nunca em tão pouco tempo se conseguiu tanto. Somente cinco anos bastaram para reduzir a cinzas direitos que demoraram séculos a ser conquistados e a estenderem-se.Uma devastação tão brutal da paisagem social só se tinha conseguido na Europa através da guerra.
Ainda que, pensando bem, também neste caso foi o inimigo que ditou as regras, a duração dos combates, a estratégia a seguir e as condições do armistício.

Por isso, não só me preocupa quando sairemos da crise,mas como sairemos dela. O seu grande triunfo será não só fazer-nos mais pobres e desiguais, mas também mais cobardes e resignados já que sem estes últimos ingredientes o terreno que tão facilmente ganharam entraria novamente em disputa.

Neste momento puseram o relógio da história a andar para trás e ganharam 30 anos para os seus interesses. Agora faltam os últimos retoques ao novo marco social: Um pouco mais de privatizações por aqui, um pouco menos de gasto público por ali e“voila”: A sua obra estará concluída.

Quando o calendário marque um qualquer dia do ano 2014, mas as nossas vidas tiverem retrocedido até finais dos anos setenta, decretarão o fim da crise e escutaremos na rádio as condições da nossa rendição.

(***) -Concha Caballero é licenciada em Filologia Espanhola e professora de literatura num instituto público.
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 5jan2014
Timóteo de Matos anda a produzir belos textos e belas iniciativas...
Partilha com os amigos...
Escreveu no dia da morte de Eusébio, em 5jan2014:
"Boas amigas e excelentes amigos:

Não posso, no dia de hoje, deixar de dizer aqui algumas palavras sobre o Eusébio, no dia do seu falecimento.

Para o melhor jogador de futebol do mundo (que, para mim, para o próprio Eusébio e para todos aqueles, poucos, que alguma coisa percebem de futebol foi o Alfredo Di Stéfano)) Eusébio será sempre o melhor jogador de todos os tempos. É no, mínimo, bonito ouvir o Di Stéfano dizer isto (que sempre disse). Para além desta declaração do argentino (como Maradona, o segundo melhor de sempre, imediatamente antes de Eusébio), muitas houve circunstanciais e destituídas de interesse, excepção feita a uma ou outra de algum colega seu.

Lá vieram os políticos apontá-lo como exemplo a todos nós e etc., e etc. e vamos lá cambada, joguem todos como o Eusébio. E a Federação, que agora lamenta, porque queria fazer-lhe uma homenagem no próximo ano, mas que a queria fazer enquanto ele estivesse vivo! Para não vomitar, paro por aqui sobre declarações institucionais.

Para mim o Eusébio era a alegria de jogar, era a felicidade de fazer o golo, o fim último do jogo. Era a comemoração, um salto, o braço direito bem levantado, eram os golos fabulosos, o pontapé forte e muito colocado. Era aquele cumprimento com palmas que fazia ao guarda-redes que acabava de defender os seu remate.

Eusébio, para mim, era também o Costa Pereira (o senhor Costa Pereira, como se lhe referia), e o Germano e o Cruz e o José Augusto e o Santana e o Águas e o Torres e o Coluna e o Cavém (que dele não gostava muito) e o Simões e o Damas e o Carvalho e o Hilário e o Fernando Mendes e o Osvaldo Silva e o Mascarenhas e o Figueiredo e o Lourenço e o Américo e o Hernâni e o Custódio Pinto e o Zé Pereira e o Vicente e o Matateu e o Yaúca e o Félix Mourinho e o Conceição e o Carriço e o Octávio e o Vítor Baptista e o Zé Maria e o Jacinto João e o Maló e o Rui Rodrigues e o Vítor e o Mário Campos e o Artur Jorge e a Cuf e o Lusitano e o Salgueiros e o Oriental e o Atlético e o Olhanense e o Barreirense e o Braga e o Boavista, também o Peixoto Alves e o Américo Silva e o Francisco Valada e o Leonel Miranda e o Emiliano Dionísio e Joaquim Agostinho e o Vítor Rocha e o Mário Silva e o Joaquim Leão e o José Pacheco e o Sérgio Páscoa e o Vítor Tenazinha e o Alberto Carvalho e o Jorge Corvo, porque o ciclismo, como o futebol estavam no coração do próprio Eusébio e do povo, que nos clubes e nos seus atletas se revia. Ninguém é apenas ele próprio e Eusébio era, também ele, um pouco do povo.

Para mim, Eusébio era tudo isto, e ainda o é, e nunca, desculpem, as parvoíces que institucionalmente têm vindo a ser propaladas, agora que ele morreu.

Eusébio, felizmente, não era humilde; era, sim um homem simples, o que não é a mesma coisa. E era orgulhoso, o que nunca lhe ficou mal, sendo que era também um cavalheiro. Adorava o seu Benfica mas gostava muito, também, do Real Madrid e do Manchester United.

Que descanse em paz, sem que andem os abutres a ver se dele conseguem alguma coisa em proveito próprio.

Timóteo, o crítico
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13out2013
Timóteo de Matos...Sugere um programa de governação para a INCLUSÃO...Ele na revista SOLLICITARE...Ele homenageado a 5out...O livro dele:NADA A TEMER EXCEPTO AS PALAVRAS
Estive a tentar pôr em dia a correspondência por mail...
Detive-me na do Timóteo...
Ele está um espanto de comunicAÇÃO e partILHA!!!
EXEMPLIFICO:
bela entrevista de Timóteo de Matos...a partir da p.66

http://issuu.com/camara_dos_solicitadores/docs/sollicitare13

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Um video que ele m'enviou e que é uma proposta de governAÇÃO para a INCLUSÃO
http://www.youtube.com/watch?v=S09zpRXm1U8&feature=share

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Fiéis amigos:


Para quem queira ver, junto algumas imagens da homenagem que me fez a Câmara dos Solicitadores (CRN) no passado dia 5.

A festa decorreu num pavilhão montado para o magusto. Comensais eram mais que as mães e atirou-se tudo à comida como leões a gazela. Como a biblioteca era no terceiro piso, não fui lá acima. O prédio é antigo e não tem elevador. Fica uma imagem do aspecto do convívio, uma da biblioteca e outra com o meu filho Carlos, junto à toga que lhe ofereci e que, por sua vez, ele ofereceu para que permaneça na biblioteca.

Deixo ainda a fotografia da capa do livro, bem como uma imagem do agradecimento em que, a meu lado, está a ilustradora, Mónica Marques e atrás, a minha mulher, Celeste Pereira.

E mais duas fotografias: a primeira em que me apronto para iniciar a sessão de autógrafos e a segunda em que recebo prendas do CRN e dos seus elementos.

Não fiquem a pensar que no dia 2 de Novembro, em Alcobaça, também haverá almoço para toda a gente.

Timóteo, o sortudo
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Excelentes amigas e amigos:

O nosso Governo não quis que o dia 5 de Outubro continuasse a ser feriado (será que são monárquicos?), mas o calendário bem que os tramou. Este ano é ao sábado e, para o próximo, será ao domingo. Depois? Depois, ou o Governo já caiu, ou já ninguém tem trabalho neste país e, portanto é indiferente ser ou não feriado.

Mas é de outro assunto que vos quero falar. Estive hoje muito ocupado: um passeio em Lisboa a servir de guia a viajantes profissionais, um grande almoço de convívio com antigos colegas do seminário de Leiria e, finalmente, um magusto no Porto, na sede da Câmara dos Solicitadores dessa cidade nortenha.

Deu-se o caso de, no Porto, me ter sido prestada uma dupla homenagem: a atribuição do meu nome à biblioteca da referida sede e a apresentação de um livro intitulado "Nada a temer excepto as palavras", de que sou autor e cuja publicação fico a dever ao Conselho Regional do Norte da Câmara dos Solicitadores.

Deixo-vos, para os que tenham interesse em lê-las, a reprodução das palavras de agradecimento que pronunciei, no momento.

Presente em tantos locais ao mesmo tempo, confesso-me um pouco cansado. Tendo, no entanto, sido um tão grande dia para mim, resolvi ser generoso. Vou deixar o Sporting ganhar ao Vitória. Na segunda volta verei o que deverá ser feito.

Amanhã cá estarei de novo.
Timóteo, o ubíquo

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o agradecimento do Timóteo:

Exmo Senhor Presidente Regional do Norte

Colegas solicitadores

Minhas senhoras

Meus senhores

Em dado momento da minha vida, adoeci. Foi então que - obrigado, que não

por gosto - despi a minha profissão de solicitador. Envolvi-a, de seguida, na

minha velha toga que entreguei ao Carlos, meu filho, solicitador também.

Depois, vesti esta cadeira. Que tem rodas para melhor me poder desmultiplicar

em busca dos meus dias. A toga, com a minha aprovação, doou-a o Carlos ao

Conselho Regional do Norte, para que permaneça na nossa biblioteca; a

cadeira, mantenho-a eu, como companheira fiel nalgumas tristezas e em

inúmeras alegrias. Alegrias, como a de hoje, em que, simultaneamente, vejo

ser dado o meu nome a uma biblioteca e publicado o meu primeiro livro.

Dizem os chineses que só morre quem é esquecido. A terem razão, deverei

agarrar-me com unhas e dentes à vida porque estou em crer que o livro será
esquecido em poucos meses e o meu nome, se bem que esteja visível à
entrada da biblioteca, será transitório e apagar-se-á com o tempo. O que não
me impede de me sentir muito feliz. Orgulhoso, também. “Maior que Santarém”,
para usar uma expressão muito popular na minha terra.
Acontece que o meu nome não tem sido dos mais usados quando se baptizam
bibliotecas. Em boa verdade, tenho até de confessar que a minha própria
biblioteca é a biblioteca do José Timóteo de Matos e não a “Biblioteca Timóteo
de Matos”. Porém, e por essa mesma razão, a decisão do Conselho Regional
do Norte da Câmara dos Solicitadores de dar a esta o meu nome, quando para
tanto me não fizera recomendar, alegrou-me como um raio de sol num dia de
chuva.
“Abre os braços e aceita o que a vida te der” disse um dia a escritora Fernanda
de Castro. E foi isso mesmo que eu fiz, embora muito incerto da justiça da
homenagem que me ia ser feita. Justificava-a o meu amigo Fernando
Rodrigues, presidente do CRN, com toda a minha colaboração escrita. Mas,
seria suficiente ter escrito umas dúzias de linhas – mesmo admitindo que
fossem boas – para ser dado o nosso nome a uma biblioteca? Acabei por
tranquilizar a minha consciência, dizendo, a mim próprio, que, se não era um
escritor por aí além, era, isso sim, sem qualquer dúvida, um grande leitor. E foi
assim que admiti que poderia fazer sentido ser o meu nome colocado em tal
local de livros e de leitura. Como é fácil apaziguarmos a consciência quando as
coisas nos convêm!
E, no entanto, não deixa de ser verdade que leitura e escrita, andando ligadas,
não deixam de transmitir sensações totalmente diferentes a quem nelas se
envolve.
Escrevendo, acontece-nos experimentar palavras e fazê-las voar. É como
quando, pequenitos ainda, pegávamos numa caninha e soprávamos bolinhas
coloridas de sabão. Ficávamos a vê-las no ar, mais duradouras umas, menos
outras, todas efémeras. Mas que alegria, que deslumbramento!
Todavia, ler atentamente, lendo com gosto autêntico, ler em voz alta, em
surdina, só com os olhos, mexendo os lábios, ler rápida ou muito lentamente,
saboreando as palavras, é como se cada um de nós desse vida, de novo, ao
outro, ao autor que escreveu aquilo que tanto nos atrai. E essa sensação de
puro gozo não é menos agradável e, quase sempre, por mais fácil, supre o
prazer sumo da criação literária.
Ao contrário de quase toda a gente, aprendi a ler na primeira classe da
instrução primária. O mesmo me aconteceu quanto à escrita. Quase todos os
outros já sabiam ler ou então nunca o vieram a saber. Porém, ao dar o meu
nome à Biblioteca, o CRN procede como se eu tivesse escrito e lido logo no
berço e fosse possuidor das qualidades necessárias para tanto. E, de igual
modo, procede o CRN, ao fazer a publicação deste meu pobre livro, cujo título,
“Nada a temer excepto as palavras”, me é particularmente caro e cuja
apresentação foi, prévia e brilhantemente, feita pelo colega Fernando
Rodrigues.
Agradeço, pois, ao Conselho Regional do Norte e, muito especialmente, ao seu
presidente e meu particular amigo, Fernando Rodrigues, esta dupla
homenagem que hoje me é feita, esperando, da Biblioteca, que cumpra os
seus fins e, do livro, que possa vir, num ou noutro momento, a agradar a algum
esporádico leitor.
Agradeço, também, a todos os presentes, meus amigos, que se quiseram
associar a este acto;
à Mónica Marques, as excelentes ilustrações que com suma arte fez para o
livro;
à Maria João Ricardo, minha substituta no CRN, que durante os últimos quinze
dias mais não fez do que zelar pela boa execução, na Gráfica, de todos os
pormenores;
e, finalmente, ao António Cardoso, o primeiro defensor desta publicação e que,
para ela, tão lisonjeiro posfácio escreveu.
Os erros que venham a ser detectados são todos de minha responsabilidade.
Não tenham, contudo, dúvidas de que tudo o que estiver bem, é devido
àqueles que acabo de citar.
Se me for permitido, acrescentarei, citando o poeta João Batista Coelho que “O
Mundo não é mais que um pelotão, e a Vida um permanente pedalar”.
Encontro-me, presentemente, a correr as etapas da minha última “Volta”. E, tal
como Joaquim Agostinho tem uma placa com o seu nome numa das curvas do
Alpe d’Huez, assim, por boa vontade de todos vós, o meu nome fica, também,
assinalado com placa e livro nas curvas do percurso da minha vida.
Termino, se mo permitem, dizendo-vos que, hoje e sempre, partilharei esta
dupla homenagem com a minha mulher, a Celeste, companheira de muitos
anos, com o Tiago, o Carlos e o Abílio, meus filhos, porque deles, e para eles,
é ela, também.
Muito obrigado pela vossa atenção.

--
José Timóteo de Matos
--
Rua António Vieira Natividade, 10, 1º direito
Alcobaça
2460-915 ALCOBAÇA
***
23junho 2013.

Ontem a homenAGEm a Timóteo de Matos foi extraordinária no seu todo...
Mas o discurso do Timóteo foi dum humor fino...a envolver todos, especialmente os atletas...
*

Alcobaça Clube Ciclismo 
Citação da intervenção do Timóteo 
"- CAROLINA CARVALHO – A Carolina foi a primeira atleta das classes femininas do clube.
- PEDRO HENRIQUES – O Pedro foi o primeiro atleta, natural e residente em Alcobaça a obter um título de campeão nacional para o clube.
- RAFAEL REIS – O Rafael foi o primeiro atleta júnior do Clube a ganhar uma medalha de ouro e outra de prata nos Jogos Olímpicos da Juventude, para além de ter ganho no clube 3 títulos de campeão nacional, uma taça de Portugal e Uma Volta a Portugal em Bicicleta. Voltou de novo a ser campeão nacional, ontem e veio, logo que o soube, festejar junto de mim.
Representa aqui muitos outros atletas do nosso Clube, também vencedores.
- CARLOS SANTOS – Foi o primeiro atleta do clube a ganhar medalhas em paraciclismo. É o Carlos Campeão, um brilhante atleta que, só este ano já ganhou 3 medalhas de campeão nacional e a taça de Portugal. E a época ainda não acabou.
Representa aqui, também, todos os outros colegas, atletas de BTT.
- JOÃO HORTELÃO – Foi o primeiro treinador do clube a… azucrinar-me a cabeça e vice-versa, sendo que, simultaneamente, continuo a considerá-lo um grande amigo. Foi responsável pela formação de muitos atletas, para além do Rafael.
Esteve 4 anos no clube e simboliza aqui todos os outros treinadores do clube, como Vítor Gamito ou Carlos Reis, o actual, aqui presente.
- ROSA DOMINGUES – Foi a primeira mulher dirigente deste clube. É actualmente a vice-presidente da assembleia geral do clube.
- LEVI PATRÍCIO – Foi o primeiro director do clube a ter de fazer tudo, desde dirigente a treinador, passando por mecânico e condutor, roupeiro e responsável da sede.
Simboliza as muitas pessoas que neste clube têm trabalhado para o seu engrandecimento e toda a actual direcção aqui presente.
- JOAQUIM MARQUES – Foi o primeiro presidente do Clube… depois de mim. Foi ele quem teve a ideia de me fazer esta homenagem o que lhe cria grandes responsabilidades.

Tmóteo de Matos, Presidente Honorario do Alobaça Clube de Ciclismo foi homenageado no passado
 sábado num jantar que teve lugar na sede do Clube com a presença de 140 pessoas. Ciclistas 
actuais e antigos e muitos amigos quiseram neste dia expressar a admiração e a estima que sentem 
por um homem que se destacou ao longo da vida. Agora que uma doença incurável o afectou 
continua a mostrar que é uma pessoa INVULGAR pela forma como encara a doença. Obrigado 
Timóteo. Obrigado pelo dirigente que foste no noss Clube. Obrigado pelo testemunho de vida que 
nos dás.
Depois percebi que temos os NACIONAIS DE CICLISMO EM PATAIAS graças a ti e à Junta de Freguesia de Pataias...
http://www.uvp-fpc.pt/index_noticia_ver.php?id_noticia_new=3226&pag=1

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27mar2013
Da reunião de câmara 9.2013...
15. Ontem houve AGeral do Alcobaça Clube de Ciclismo e quero aqui relevar a força do alcobacense Timóteo de Matos...Foi aprovado a atribuição do título de Sócio Presidente Honorário...Foi uma AG especial...
Não posso ignorar os títulos deste Clube e da Marca Ciclismo que Fernando Vieiria e Timóteo de Matos conseguiram trazer para o nosso concelho.
Relevei e relevo os 2 ventos extraordinários:
50 anos de ciclismo

...do ano da interrupção do porto / Lisboa em Alcobaça...Foi o dirimir dum problema e como com este evento se sarou uma ferida e se fez paz!!!

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Boletim dos Solicitadores
http://solicitador.net/uploads/cms_page_media/2012/4/4/Boletim%20Abril%20N43.pdf
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3mar2012
JANTAR DE HOMENAGEM AO SOLICITADOR TIMÓTEO DE MATOS

O nosso colega e amigo Timóteo de Matos reformou-se no passado mês de Janeiro, achou por bem este grupo de amigos levar a efeito um jantar de homenagem/convívio com o ilustre aposentado, que nas últimas décadas dedicou tanto do seu tempo à profissão e ao trabalho cívico.
O jantar homenagem decorrerá no dia 3 de Março pelas 19h30m no Hotel Santa Maria em Alcobaça.
(valor da inscrição para o jantar Buffet é de 20,00 €/pessoa)
Se quiser fazer parte deste momento, deve fazer a sua inscrição até ao dia 20 de Fevereiro para os contactos abaixo indicados.
Telefone: 262 508 086 Fax: 262 588 313
Para qualquer esclarecimento
917811208 – 4108@solicitador.net (Albano de Oliveira)
919482147 – 3022@solicitador.net (Sara Bispo)
969014383 - 2992@solicitador.net (Graça Carreira)