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Via alcoa
http://www.oalcoa.com/casa-do-melgaco-e-a-mais-recente-oferta-turistica-da-regiao/
A Casa do Melgaço, em Alfeizerão, abriu portas no passado dia 2 de agosto. Melgaço era o avô de Sara Félix, arquiteta de 37 anos de idade que, juntamente com o seu marido, Rui Rebelo, de 38 anos, também arquiteto, decidiram remodelar a casa do avô para criar uma oferta de turismo rural. “Felizmente não nos tem faltado trabalho, mas de hoje para amanhã nunca se sabe”, explica Sara Félix. Em 2011, o casal concorreu a um Proder – Programa de Desenvolvimento Rural, que viu aprovado em agosto de 2012. Com dois T2 e dois T1′s, Sara e Rui apostaram no que entendem que as pessoas procuram quando vêm para um espaço deste tipo: “ter uma casinha independente sem ter que cumprir horários”.
(Saiba mais na edição em papel de 18 de setembro de 2014)
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Via Gazeta das Caldas
Casal Pardo ganha turismo rural com a Casa do Melgaço
Esta nova unidade nasce pelas mãos de Sara Félix e Rui Rebelo, dois jovens arquitectos que decidiram dar nova vida às casas que ela herdou dos avós maternos. Uma aventura que começou a ser projectada em 2011 e que abre as portas três anos depois e após um investimento superior a 360 mil euros depois, 60% dos quais financiados pelo Programa de Desenvolvimento Rural.
Duas casas T1 (até quatro pessoas), outras duas T2 (até seis pessoas), com kitchenette equipada, uma piscina para adultos e outra para crianças, parque infantil, lavandaria, forno comum e churrasqueiras, são as comodidades disponíveis na Casa do Melgaço, que ocupa uma área de 2500 metros quadrados.
Ar condicionado, uma salamandra e Internet em todas as casas, uma das quais preparada para receber pessoas com mobilidade condicionada, e bicicletas são outros “pormenores” que concorrem para tornar mais agradável a estadia dos hóspedes, que todos os dias contam com pão fresco deixado à porta, leite, manteiga e compotas para o pequeno-almoço.
Nesta Casa do Campo, com estadias a partir de 60 euros (T1) e 120 euros (T2) por noite, a modernidade anda de mãos dadas com a tradição. “A história da casa está toda ligada à história do meu avô”, explica Sara Félix ao nosso jornal.
A opção dos proprietários recaiu sobre “cores neutras e decoração simples, pois quem vem para cá é mesmo para limpar a cabeça”, diz a empresária. Mas em cada casa há apontamentos que remetem para a história daquele local, a começar pelo nome da Casa de Campo – o do avô de Sara – e no nome dado a cada uma das casas que compõem o empreendimento.
Na “Casa dos Avós” as mesas de cabeceira são as do quarto dos avós de Sara, que foram recuperadas e agora se destacam no quarto. A “Casa da Taberna” recorda a mercearia que o avô tinha. Na “Casa da Vinha” encontram-se uns barris antigos. A “Casa do Pomar” tem caixas de fruta integradas na decoração da casa de banho.
Ainda com pouco tempo de divulgação, a Casa do Melgaço tem usufruído da “muita procura que esta zona está a ter”, dizem os sócios. Por enquanto ainda só ali estiveram hóspedes portugueses, mas os proprietários já foram contactados por turistas franceses, à procura de um local longe das confusões das zonas balneares. A curto prazo, a Casa de Campo estará disponível para reservas em sites do sector, como o Booking ou o Mediaferias. “Não queremos trabalhar só em Agosto e nos meses de Verão, e estes parceiros são uma mais-valia”, sublinha a proprietária.
Para já, a Casa do Melgaço tem apenas dois trabalhadores a tempo inteiro, os próprios donos do espaço que transferiram o seu escritório de arquitectura das Caldas da Rainha para uma zona do empreendimento, recuperando a antiga adega e os tonéis do vinho. “O nosso intuito é criar mais postos de trabalho, assim que as reservas o justifiquem, até porque não queremos deixar a arquitectura”, explica Sara Félix.
Joana Fialho
jfialho@gazetacaldas.com
jfialho@gazetacaldas.com