e morreu a 24jan1965
***
Foi eleito, em 2002, pela BBC o maior britânico de todos os tempos...
***
Dirigiu a sangrenta política de dominação colonialista britânica na África do Sul
***
1953 ganhou o Prémio Nobel de Literatura
***
“ A democracia é a pior forma de governo imaginável, à excepção de todas as outras que foram experimentadas.
***
9ouTUbro1944
STALIN, CHURCHILL E O MUNDO REPARTIDO EM IALTA (UMA FANTASIA HISTÓRICA)
Em 9 de Outubro de 1944 Churchill chegou a Moscovo para se encontrar com Stalin. Por causa das eleições presidenciais dos EUA, a conferência tripartida com Roosevelt foi temporariamente adiada e Churchill mostrava muita pressa.
A delegação soviética estava “com a pulga atrás da orelha”. A insistência de Churchill em viajar para Moscovo desconcertava-os. Que pretendiam os britânicos? Porque queriam reunir com eles sem a presença de Roosevelt?
Da primeira conversa entre ambos conhecemos a versão falsa de Churchill que aparece nas suas Memórias. É o famoso repartir percentual de influência nos Balcãs, onde os britânicos ficavam com 90% da Grécia e concediam 75% da Bulgária e 90% da Roménia aos soviéticos, enquanto a Jugoslávia e a Hungria era repartida em partes iguais.
Como era evidente, os países interessados não opinavam nada, os grandes repartem o mundo à custa dos pequenos, os soviéticos são iguais aos imperialistas britânicos, os soviéticos também repartiram a Polónia com os nazis em 1939 (Pacto Molotov-Ribbentrop), depois repartiram o mundo em Ialta com a cumplicidade de Roosevelt… Não há cretino que não tenha repetido estras tretas umas mil vezes. Não há que recorrer a um motor de busca para se convencer disso. É incrível que alguém possa dar algum significado ao facto de que dois países repartam entre si em percentagens quantitativas algo tão subtil como a “influência” sobre um país soberano. Mas tratando-se de Stalin ou da URSS qualquer coisa é possível (sobretudo se vem de um farsante como Churchill).
Quando se realiza a reunião de Moscovo, o Exército Vermelho já levava um mês na Roménia e Bulgária, pelo que Churchill não podia ceder nem negociar nada. Havia ficado completamente fora de jogo, assim como os Estados Unidos.
É verdade que os britânicos pateavam por causa disso e queixavam-se que a URSS havia agido unilateralmente durante a ocupação militar de ambos os países. Mas foi exactamente isso que eles fizeram em Itália, onde chegaram no Verão de 1943. Na Itália ocupada, Estados Unidos e Grã-Bretanha faziam e desfaziam sem contar com a URSS para nada e deixando no poder a maior parte dos quadros do regime fascista de Mussolini.
Além de mentir, nas suas memórias Churchill concede à reunião de Moscovo uma importância que ele não teve, em absoluto, porque Moscovo não estava disposta a falar de nada com ele sem a presença dos Estados Unidos. Para eles tratava-se de uma mera preparação da reunião de Ialta, onde Roosevelt estaria presente. Ao não estar presente, a URSS negou-se a adoptar qualquer acordo com Churchill, e muito menos uma repartição do mundo.
Quase tudo o que Churchill diz nas suas memórias sobre aquela reunião é falso. Mesmo a agenda foi muito diferente da que ele descrevia. A primeira questão que ele tratou com Stalin foi a das futuras fronteiras polacas e, quanto aos Balcãs, não chegaram a um acordo.
No dia seguinte as conversações não melhoraram, apesar das tentativas de Anthony Eden, também presente, em regatear com Molotov. Nem sequer concordaram nas preferências. Para um (Eden) interessava-lhe falar dos Balcãs; para o outro (Molotov) da Polónia. Ou seja: os britânicos queriam chantagear Stalin com a Polónia para chegar a um acordo sobre os Balcãs.
Mas Churchill deixou Moscovo com os bolsos vazios. Absolutamente vazios; não houve acordo, não houve partilha… Nada de nada.
Agora, o falso relato de Churchill sobre a sua entrevista com Stalin tem várias sequelas históricas. Uma delas é o Tratado de Ialta, que não seria mais do que a formalização da distribuição por escrito, de acordo com os golpistas. É uma calúnia idêntica à anterior: em Ialta ninguém repartiu nada porque não havia nada para repartir.
A outra sequela é o fracasso da revolução na Grécia, um dos tópicos favoritos do trotskismo desde há 70 anos. A explicação é que Stalin devia e podia ajudar a revolução na Grécia em 1945 e não o fez distribuindo o bolo que ele havia anteriormente realizado com Churchill. Mais especificamente, Stalin é acusado da sua passividade diante do massacre cometido contra os antifascistas e comunistas gregos em Dezembro de 1944 em Atenas.
Explicar aquele acontecimento é complexo, como é complexo tudo o que respeita aos Balcãs. Em meados de Setembro, o Exército Vermelho estava na Bulgária, na fronteira com a Grécia. As tropas alemãs corriam o risco de ficar cercadas. Só podiam fugir através da Jugoslávia. Então, segundo outras memórias, as do nazi Albert Speer, o general Alfred Jödl pactuou com os britânicos. Os alemães mantinham o porto de Salónica contra o Exército Vermelho para dar tempo aos britânicos de desembarcarem no sul da Grécia e ocupar a península. Os britânicos comprometiam-se a não atacar os alemães para que pudessem retirar-se ordenadamente. Os nazis só deviam preocupar-se com o Exército Vermelho e a guerrilha.
Graças ao acordo, os britânicos puderam desembarcar sem oposição, aliviar os ocupantes nazis e esmagar a guerrilha. Para sermos mais exactos, a matança de Atenas foi cometida por tropas britânicas transportadas em barcos norte-americanos desde Itália, onde os aliados deixaram de combater os nazis para atacar os antifascistas gregos.
A estratégia militar do Exército Vermelho era muito diferente da britânica. Consistia em esmagar os nazis. Por isso, da Bulgária não se dirigiu para a Grécia mas sim para a Jugoslávia, onde uniu as suas forças à guerrilha antifascista.
Desde o século XIX a Grécia era um ponto estratégico de grande importância para o Império Britânico. Durante toda a guerra Churchill havia insistido em desembarcar no Mediterrâneo e, mais concretamente, nos Balcãs.
Ao fracassar os seus planos, desde Maio de 1944 que vinha a realizar enormes esforços diplomáticos para que lhe deixassem as mãos livres na Grécia, o que deu uma troca de correspondência entre os três dirigentes (Churchill, Roosevelt e Stalin) durante mais de dois meses, onde não se depreende nenhum tipo de acordo.
É possível que Churchill interpretasse o silêncio dos outros (Roosevelt e Stalin) como uma aceitação tácita dos planos que perseguia desde Setembro de 1943. Mas, tanto na Grécia como em Itália, a guerra impôs o facto consumado: nos territórios ocupados mandava o primeiro a chegar.
Sobre a Grécia Churchill não alcançou nenhum acordo com Stalin. Ao contrário, pactuou com o III Reich. Ele pensava mais no pós-guerra que na própria guerra. O verdadeiro inimigo não era o III Reich mas os comunistas gregos. Para implementar a sua política, Londres voltava ao ponto de partida: havia que romper a aliança e procurar uma paz em separado com os alemães, sem a presença da URSS.
O relato de Churchill serviu, também, para eximir de responsabilidade o único responsável do massacre dos antifascistas em Atenas em Dezembro de 1944: o próprio Churchill, com a cumplicidade de Roosevelt.
Fonte: Resistencia Popular
https://www.facebook.com/960198530674380/photos/a.960209104006656.1073741828.960198530674380/2025360430824846/?type=3&theater
***
22dez2019..in avante
«Durante
a década de 1920, como deputado ou ministro das Colónias, Winston
Churchill defendeu a supremacia branca sobre os povos atrasados e o
esmagamento pela força de todos quantos rejeitassem ou combatessem o
domínio britânico.»
por Gustavo Carneiro
por Gustavo Carneiro
O capitalismo
1. O capitalismo veio ao mundo «a escorrer sangue e imundície por todos os poros», afirmou Karl Marx n’ O Capital, obra magna na qual desvenda a origem, natureza e funcionamento do sistema económico ainda hoje dominante. Longe do carácter idílico com que o tentavam – e tentam – pintar,
o capitalismo afirmou-se através da expropriação violenta de camponeses
e pequenos artífices, do prolongamento até ao limite da jornada de
trabalho, do desumano trabalho feminino e infantil, da pilhagem de
escravização das populações das colónias. Antes, em 1845, já Engels
publicara A Situação da Classe Operária Inglesa, revelando um quadro de miséria, doença e promiscuidade generalizadas. Os homens libertados da servidão tinham então toda a liberdade para se vender aos industriais.
2.
Entre 1914 e 1918 milhões de pessoas, na maioria operários e
camponeses, morreram nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial para
servir os interesses coloniais dos «seus» capitalistas. Com o fim do
conflito terminou também a solidariedade nacional,
antes apregoada pela burguesia: na generalidade dos países, os
poderosos movimentos populares que reclamavam direitos e dignidade foram
afogados em sangue, na ponta das baionetas e sob as botas cardadas do
fascismo.
3.
A crise de 1929 afectou todo o mundo capitalista: milhões de
desempregados famintos vagueiam pelas ruas dos Estados Unidos e da
Europa ao mesmo tempo que os excedentes produtivos eram destruídos para equilibrar os mercados. No epicentro da crise alastravam as hoovervilles, autênticas cidades de barracas, tendas e habitações precárias onde sobreviviam muitos dos que perderam a sua própria habitação.
4.
No vasto Império Britânico, o trabalho escravo, os massacres de
populações e os campos de concentração eram realidades diárias. Durante a
década de 1920, como deputado ou ministro das Colónias, Winston
Churchill defendeu a supremacia branca sobre os povos atrasados
e o esmagamento pela força de todos quantos rejeitassem ou combatessem o
domínio britânico. As revoltas curdas, por exemplo, foram reprimidas
com recurso a gás venenoso.
5.
Actualmente, os 26 maiores multimilionários possuem tanta riqueza como a
metade mais pobre da população mundial, correspondente a 3,8 mil
milhões de seres humanos. Um por cento da fortuna estimada do dono da
Amazon, Jeff Bezos, que encabeça a lista dos mais ricos, representa todo
o orçamento etíope para a Saúde.
Estes são cinco de muitos exemplos que revelam a natureza do capitalismo, que importa ter presentes quando, na violenta luta que travamos no plano ideológico, nos procuram convencer da sua intrínseca bondade e justiça e o querem apresentar como estádio último do desenvolvimento social. Via militante
http://www.omilitante.pcp.pt/pt/320/Internacional/728/
Mesmo Winston Churchill, que se viria a tornar símbolo da democracia burguesa inglesa durante a II Guerra Mundial, estava longe de ser um anti-fascista. O seu biógrafo inglês Clive Ponting escreve: «Churchill era um grande admirador de Mussolini, que chegara ao poder em Itália em 1922. Saudava quer o anti-comunismo de Mussolini, quer a sua forma autoritária de organizar e disciplinar os italianos. Visitou a Itália em 1927 […] e em Roma encontrou-se com Mussolini, de quem proferiu rasgados elogios numa conferência de imprensa […]. “Se eu fosse italiano, estou seguro que teria estado de todo o coração ao vosso lado, desde o início até ao fim, na vossa luta triunfante contra os apetites e paixões animalescas do Leninismo”. Durante os dez anos seguintes, Churchill continuou a elogiar Mussolini» (15). Churchill nutria iguais simpatias por Franco e o seu golpe fascista contra a democracia espanhola e a Frente Popular que ganhara as eleições de 1936. Diz de novo Ponting: «todas as suas simpatias estavam com Franco e o lado nacionalista. […] Todos os seus artigos deste período tornam claro qual o lado que apoiava. […] Descreveu o governo legítimo e a parte republicana como “um proletariado pobre e atrasado que exige o derrube da Igreja, do Estado e da propriedade e a instalação dum regime Comunista”. Contra eles erguiam-se “forças patrióticas, religiosas e burguesas, sob o comando do exército [...] em marcha para re-estabelecer a ordem através da instauração duma ditadura militar”» (sic!). «No Outono de 1936 Churchill recusou-se a apertar a mão ao Embaixador da República em Londres, embora se encontrasse regularmente com o representante de Franco […]. Em Julho de 1937, discursando perante a Câmara dos Comuns, apelou ao reconhecimento de Franco enquanto governo legítimo». Se Churchill veio a chefiar a resistência inglesa à Alemanha nazi, não foi por reservas ao papel que Hitler desempenhava no seu país (16), mas pelo receio de que uma Alemanha triunfante fosse uma ameaça para o domínio do Império Britânico.(...)
***
5feVER2018...
TRAILER DO FILME QUE VI RECENTEMENTE...SÓ SE LIMITA AOS DIAS ANTES E DEPOIS DE SER NOMEADO 1.º MINISTRO
1939/1940...DESCONHECIA A OPERAÇÃO dinamo...QUE ATRAVÉS DE BARCOS CIVIS CONSEGUIRAM TRAZER 300 MIL MILITARES DA NORMANDIA, SACRIFICANDO 4 MIL...
Winston Churchill na sua hora mais negra, entre uma paz negociada com uma Alemanha nazi ou uma declaração de guerra pouco preparada em prol dos ideais de liberdade e independência da nação.
A poucos dias de se tornar Primeiro-Ministro da Grã-Bretanha, Winston Churchill tem de tomar uma decisão crítica: explorar um tratado de paz negociado com a Alemanha Nazi ou manter-se firme e lutar pelos ideais de liberdade e independência da nação. Quando as imparáveis forças Nazis atravessam a Europa Ocidental e a ameaça de invasão está iminente, com um povo impreparado, um Rei céPtico e o próprio partido a conspirar contra ele, Churchill tem que suportar a sua hora mais negra, unir uma nação e tentar mudar o curso da história.
*
Na sua #HoraMaisNegra, uma nação segue as decisões de um homem. Gary Oldman é Winston Churchill. A Hora Mais Negra estreia nos cinemas em janeiro de 2018.
https://www.youtube.com/watch?v=NgpKy0SpY8c
**
"Às vésperas da Operação Overlord, quando tropas aliadas desembarcaram na Normandia para enfrentar os nazistas, o primeiro-ministro britânico Winston Churchill batalha para que a ação militar seja adiada."
https://www.youtube.com/watch?v=PW9SDEri948
*
Via Gisela Mendonça
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10213712082789882&set=a.2912669309367.132818.1639690204&type=3&theater
***
05 de Março de 1946: Winston Churchill utiliza pela primeira vez a expressão "Cortina de Ferro"
Cortina de Ferro foi a política de isolamento lançada pela União Soviética depois da Segunda Guerra Mundial, durante a chamada Guerra Fria e que envolveu uma censura rígida e grandes restrições na deslocação de pessoas. A Cortina de Ferro funcionou como uma deliberada e decisiva barreira à comunicação e à troca livre de ideias entre a URSS e os seus estados-satélites e o resto do Mundo. Esta já fora utilizada anteriormente. A expressão "cortina de ferro" tornou-se popular depois de Winston Churchill a ter usado num discurso em Fulton, Missouri, no dia 5 de Março de 1946. Descrevendo a Europa do pós-guerra, afirmou: "De Stettin, no Báltico a Trieste, no Adriático, caiu uma cortina de ferro sobre o continente".
Esta cortina de isolamento e separação mundial só foi descerrada entre 1989 e 1991 quando caíram os governos comunistas da Europa de Leste e da URSS. Um termo análogo, "cortina de bambu", é também utilizado para referir a barreira ideológica e militar entre a China comunista e outros países.
Cortina de Ferro. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
Esta cortina de isolamento e separação mundial só foi descerrada entre 1989 e 1991 quando caíram os governos comunistas da Europa de Leste e da URSS. Um termo análogo, "cortina de bambu", é também utilizado para referir a barreira ideológica e militar entre a China comunista e outros países.
Cortina de Ferro. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
wikipedia
(Imagem)
Winston Churchill https://www.youtube.com/watch?v=P8_wQ-5uxV4
https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/03/05-de-marco-de-1946-winston-churchill.html?fbclid=IwAR3r4np6EHtjj22SFO5gh_VMkQ8Pplz4AXuhRLMToD_wrUT0Yoq4rQEkcPc
***
30 de Novembro de 1874:Nasce o político britânico Winston Churchill, líder Conservador, duas vezes primeiro-ministro, Prémio Nobel de Literatura em 1953.
Sir Winston Leonard Spencer Churchill nasceu a
30 de Novembro de 1874, oriundo de uma família da aristocracia britânica, a
família do Duque de Marlborough. O seu pai, Lord Randolph Churchill, foi um
carismático político, tendo servido como Ministro da Fazenda. Antes de alcançar
o cargo de Primeiro Ministro, Churchill esteve em cargos proeminentes na
política do Reino Unido por quatro décadas. Foi eleito como deputado conservador
em 1900, mas juntou-se aos liberais, obtendo o cargo de ministro do Comércio em
1908 e de ministro do Interior em 1910. Prosseguiu uma carreira política,
aliando-se depois aos conservadores ao recear a emergência do Comunismo russo. É
eleito deputado em 1924, sendo dos poucos a preconizar uma política firme contra
a Alemanha hitleriana. De 1940 a 1945 torna-se o primeiro-ministro de um governo
de união nacional. Revela-se então um verdadeiro estratega, um grande chefe de
Estado e um símbolo da oposição britânica face ao nazismo. Promoveu a assinatura
do Tratado do Atlântico Norte (NATO) e foi o primeiro a insurgir-se contra a
"cortina de ferro" que entretanto se abatera sobre o Leste europeu. Apesar do
imenso prestígio alcançado, é derrotado pelos trabalhistas nas eleições de 1945.
Regressa ao poder em 1951, mas retira-se quatro anos depois por razões de saúde.
Veio a falecer em Londres a 24 de Janeiro de 1965. Para além de um grande
estadista, foi também escritor, pintor e memorialista e a sua obra, nomeadamente
as Memórias de Guerra (1948-1954) valeu-lhe o Prémio Nobel da Literatura
em 1953.
Fontes:
Winston Churchill. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012.
Lukacs, John. Churchill: visionário,
estadista, historiador, 2002Winston Churchill. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012.
Wikipedia (Imagem)
Winston Churchill (esquerda) na Conferência de Ialta com Franklin Roosevelt e Estaline (direita)
https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/11/30-de-novembro-de-1874nasce-o-politico.html?fbclid=IwAR133Jrg15kOQHsrupU6A-xdCueRUyh9aRmNWvxcBk7Bq7RdEOcwz9OrnLE
***
24 de Janeiro de 1965: Morre Winston Churchill, estadista britânico, por duas vezes primeiro-ministro, Nobel da Literatura
Winston
Churchill, um dos três grandes líderes da Segunda Guerra Mundial,
faleceu no dia 24 de Janeiro de 1965. Brilhante orador, personalidade
exuberante, é considerado pelo povo britânico como uma das suas maiores
figuras históricas.
Churchill
nasceu em Woodstock em 30 de Novembro de 1874. Era filho de Randolph
Churchill e da norte-americana Jennie Jerome. Após ter acabado o curso
na Academia Militar de Sandhurst e ter servido como oficial subalterno,
de 1895 a 1899, no regimento dos Hussardos, foi correspondente de guerra
em Cuba, na Índia e na África do Sul. Durante a guerra dos Boers,
quando foi prisioneiro, protagonizou uma fuga que o tornou mundialmente
conhecido. As peripécias foram relatadas no seu livro ‘De Londres a
Ladysmith’. Churchill entrou para a política como Conservador, tendo
sido eleito deputado em 1900, mas em 1904 rompeu com o Partido devido à
política social dos conservadores.
Aderiu
ao Partido Liberal e em 1906 foi convidado para o governo, ocupando
primeiro o cargo de Sub-Secretário de Estado para as Colónias, mais
tarde, em 1908, a pasta de Presidente da Junta de Comércio. Após as
eleições de 1910 foi transferido para o Ministério do Interior, e
finalmente nomeado, em Outubro de 1911, Primeiro Lorde do Almirantado,
onde impôs uma política de reforço e modernização da Marinha de Guerra
britânica.
Pediu
a demissão em plena Primeira Guerra Mundial, devido ao fracasso da
expedição britânica aos Dardanelos, na Turquia, de que tinha sido o
principal promotor. Alistou-se no exército, e comandou um batalhão do
regimento «Royal Scots Fusiliers» na frente ocidental. Regressou ao
Parlamento em 1916, voltando a funções governamentais no último ano de
guerra, como ministro das Munições.
Após
o fim da Primeira Guerra Mundial, Churchill foi-se tornando cada vez
mais conservador, continuando a participar activamente na política,
ocupando vários postos ministeriais.
Depois
da ascensão de Hitler ao poder na Alemanha em 1933, Churchill tornou-se
um ardoroso defensor do rearmamento inglês. Foi também um crítico tenaz
da política de ‘apaziguamento’ com o nazismo do primeiro ministro
Neville Chamberlain.
Com
a eclosão da Segunda Guerra Mundial, Churchill foi designado como
Primeiro Lorde do Almirantado e em 4 de Abril de 1940 tornou-se o chefe
do Comité de Coordenação Militar. Mais tarde, nesse mesmo mês, a
Wehrmacht invade e ocupa a Noruega. A perda da Noruega foi um
considerável revés para Chamberlain e sua política em relação à Alemanha
nazi.
Diante
da situação, em 8 de Maio o Partido Trabalhista propõe um voto de
censura ao governo que foi aprovado por estreita margem. Com a queda do
governo, o rei George VI designa em 10 de Maio Churchill como primeiro
ministro. Nesse mesmo dia o exército alemão inicia a sua ofensiva
ocidental e invade a Holanda, Bélgica e Luxemburgo. Dois dias mais tarde
os seus blindados entram na França.
Churchill
forma um governo de coligação e coloca líderes do partido adversário
como Clement Attlee, Ernest Bevin, Herbert Morrison, Stafford Cripps e
Hugh Dalton em posições chaves. Traz também um velho opositor de
Chamberlain, Anthony Eden, como seu Secretário de Guerra.
Churchill
desenvolve uma forte relação pessoal com o presidente norte-americano
Franklin D. Roosevelt o que leva à aprovação do Acordo de Empréstimo e
Arrendamento de Março de 1941, que permite à Grã Bretanha receber
equipamentos militares de Washington a crédito.
https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/01/24-de-janeiro-de-1965-morre-winston.html?fbclid=IwAR2u7htMBymMJDVkR9X0f40FPFdsD5JOm7A4ItFxgzN4-hRPgqyw_8fbI08
***
“Não há mal nenhum em mudar de opinião. Contanto que seja para melhor.”
Frases - http://kdfrases.com
“O pessimista vê dificuldade em cada oportunidade; o otimista vê oportunidade em cada dificuldade.”
“A verdade é inconvertível, a malícia pode atacá-la, a ignorância pode zombar dela, mas no fim; lá está ela.”
“O sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder entusiasmo.”
“Todas as grandes coisas são simples. E muitas podem ser expressas numa só palavra: liberdade; justiça; honra; dever; piedade; esperança.”
“Um bajulador é aquele que alimenta um crocodilo e que espera comê-lo no final.”