Nasceu em 69a.C.
morte é um mistério
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César e Cleópatra - 1945 - Legendado
Vivien Leigh e Claude Rains saltam da tela em cores vivas Technicolor nesta brilhante e inspirada adaptação de Gabriel Pascal da peça de George Bernard Shaw, onde beleza e poder, amor e política, se colidem. Na época, o filme britânico mais caro até então produzido (com direito a areia do Egito importada). César e Cleópatra, parte aventura egípcia e parte thriller político, é um épico pródigo e espetacular, com performances de destaque de suas duas estrelas. Em 48 a.C., quando Roma invade o Egito, César encontra a jovem princesa Cleópatra escondida na Esfinge. O general romano toma posse de Alexandria, a capital egípcia, e tenta resolver a disputa pelo trono entre Cleópatra e seu irmão mais novo, Ptolomeu XIII. Em meio as intrigas às vezes assassinas da corte, César, impressionado por sua atitude e inteligência e seduzido por seu charme, desenvolve uma relação especial com Cleópatra, ensinando-lhe a como usar seu poder e a tornando rainha.
https://www.youtube.com/watch?v=25YFt6yV-Pg
***Cleópatra, a Faraona do Egito?
Cleópatra,
a Faraona do Egito
Questão: Quem
foi Cleópatra?
Resposta:
Cleópatra foi a faraona do Egito.
A história contada tal como ela é
Faraona? O substantivo faraó não tem feminino e é muito comum usar a palavra rainha
para designar Cleópatra ou Hatshepsut, duas governantes do antigo Egito. No
entanto rainha não é feminino
de faraó e será pela inexistência de
feminino para a palavra 'faraó' em língua portuguesa que estas governantes são
denominadas 'rainhas do
Egipto'.
Uma das mulheres mais famosas que já
existiram, Cleópatra VII governou o Egito durante 22 anos. A famosa rainha
nasceu na cidade de Alexandria, em 69 a.C., embora fosse egípcia por
nascimento, pertencia a uma dinastia da Macedónia que se estabelecera no Egito
em 305 a.C.
A dinastia dos Ptolomeus chegou ao poder quando o Egito caiu nas mãos de Alexandre, o Grande, após a
sua morte em 323 a.C., esta região passou para as mãos de Ptolomeu, um dos seus
generais de confiança, que começou a utilizar o
título de rei. Pouco se sabe sobre os primeiros anos da vida de Cleópatra. A rainha
é uma das figuras mais conhecidas da história, mas não temos uma ideia concreta
da sua aparência. Apenas o retrato em moedas cunhadas durante a sua vida, que
deve ter sido aprovado por ela, pode ser aceite como autêntico.
O pai de Cleópatra,
Ptolomeu XII, era conhecido como “o tocador de flauta”. Dedicava grande parte
do seu tempo a tocar este instrumento, descurando as responsabilidades do
governo. Quando Ptolomeu XII
morreu, em 51 a.C., Cleópatra, de 18 anos, e o seu irmão, Ptolomeu XIII, de 12, sucederam-lhe
conjuntamente com a condição de contrair matrimónio. Casamentos entre irmãos
eram uma tradição na dinastia dos Ptolomeus. Além disso, ao casar-se com o seu
irmão, Cleópatra cumpria uma determinação do testamento do seu pai. Os partidários
de Ptolomeu XIII incitaram a uma revolta em Alexandria, facto que obrigou
Cleópatra a abandonar o trono e fugir para a Síria e aí reunir um exército. Com
a chegada a Alexandria, de Júlio
César, em 48 a.C., o poder foi-lhe devolvido. Os dois ter-se-ão conhecido no famoso episódio
do tapete, relatado pelas fontes antigas. Conta Plutarco que Cleópatra marcou
um encontro com Júlio César, quando este chegou ao Egito, com o objetivo de lhe
dar um presente, que consistia num tapete. Ao ser desenrolado o tapete, Júlio
César viu que a rainha estava no seu interior. Tornou-se, assim, sua amante, o
que ajudou a estabelecer o seu poder no Egito. Em 47 a.C. Ptolomeu XIII morreu em
combate e Júlio César proclamou Cleópatra rainha do Egito e ela casou-se
então com o seu irmão mais novo Ptolomeu XIV, de aproximadamente 11
anos.
Da união entre Júlio César e Cleópatra
nasceu um filho, o futuro Ptolomeu XV.
Em 46 a.C., a convite de César, Cleópatra instala-se em Roma, com o filho, fixando residência nos jardins do Janículo, mesmo próximo da então esposa de César, Calpúrnia Pisão.
Em 46 a.C., a convite de César, Cleópatra instala-se em Roma, com o filho, fixando residência nos jardins do Janículo, mesmo próximo da então esposa de César, Calpúrnia Pisão.
A
rainha retornou à terra natal após o assassinato de César. Em 44 a.C.,terá envenenado o seu irmão, Ptolomeu XIV e foi
nomeada regente, dessa forma, novamente, Cleópatra governa o Egito em nome de
uma segunda figura (o seu filho Ptolomeu XV). Como Júlio César já havia sido
assassinado, Cleópatra busca o apoio de Marco António, que era governante da
parte oriental do Império romano. A rainha egípcia torna-se amante do
governante romano com quem tem três filhos. A relação entre eles era vista como
uma ameaça a Roma, pois Marco António cedia aos apelos da amante prejudicando
as conquistas romanas, devolveu-lhe os territórios de Cirene e outros,
que até àquele momento estavam sob o domínio do Império
Romano. Inconformado com a ação, o Senado Romano declarou guerra à rainha
do Egito.
Dessa forma, Octávio Augusto declara guerra ao casal. Em 31
a.C. Marco António concentrou um exército na costa oeste da península
balcânica, de onde partiram os seus navios de guerra. Assim teve início a
batalha naval de Áccio, durante a qual se verificaram muitas deserções nas
forças de Marco António. Esses desertores passaram para o lado de Octávio (cuja
frota era comandada por Marco Agripa), pois não concordavam com o que consideravam uma
interferência excessiva da rainha egípcia nas decisões do seu líder. Este
acabou por abandonar o seu exército e fugiu de navio para Alexandria.
Acreditando nos boatos que ouviu à chegada a Alexandria, que Cleópatra já
estava morta, Marco António cometeu suicídio, apunhalando-se com a sua espada.
Quando Octávio chegou a Alexandria, capturou Cleópatra e informou-a da sua intenção de a levar para Roma
como parte do seu cortejo triunfal. A rainha não podia admitir tamanha
humilhação e encerrou-se no palácio.
A morte de Cleópatra permanece um mistério até
hoje. Diz-se que um criado lhe levou uma cesta de flores, entre as quais estava
escondida uma áspide, serpente muito venenosa que é abundante no deserto.
Cleópatra ter-se-á deitado na cama, a cobra mordeu-a e o veneno pôs fim à sua
vida. Depois da sua morte, o filho que teve com Júlio César, Ptolomeu XV, foi
assassinado. Os outros três filhos, de Marco António, foram levados para Roma,
e Octávia, que fora mulher deste, educou-os.
Fontes: D. Sebastião Desapareceu em Alcácer do Sal, de Isabel Moreira Brito, Manuscrito Editora
Wiipédia (imagem)
Fontes: D. Sebastião Desapareceu em Alcácer do Sal, de Isabel Moreira Brito, Manuscrito Editora
Wiipédia (imagem)

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