07/02/2010

9.450.(7fev2010.18.44') Estratégia...2013...O documento da SaeR está na net!!! 6 anos se passaram ao ritmo caracol!!!

http://www.saer.pt/up/UPLOAD-bin2_imagem_0301097001242642795-289.pdf


Avaliação Estratégica das
Condições de Desenvolvimento do
Concelho de Alcobaça
Março 2004

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as frases do alcobacense Luís Rosa que continua sem a câmara promover nenhum lançamento de livro...


«Achais, frei Elias Cravo, que desta vez o
Mosteiro terá o seu fim definitivo?»
«Ficarão as pedras e as paredes. Essas só o tempo
lhes traçará o destino.»
O meu Mosteiro nasceu com os alvores do reino,
quando, por esse mundo de Deus, cistercienses e
templários pensavam renovar o universo. Uns
organizando a terra. Outros indo ao encontro das origens
da crença, procurando o que havia de comum nos credos.
Isso foi um sonho de antes que alguns fizessem da
religião um montão de regras.
Luís Rosa, O Claustro do Silêncio, Lisboa, 2002, pág. 10
- Há muitos que lêem nos livros, Etelvina. Outros,
menos, sabem ler nas pessoas. Mais difícil é ler no tempo
o sentido do tempo.
Luís Rosa, ob. cit., pág. 214

...................

pág.85:
A destruição da Biblioteca terá sido, de entre as expressões da revolta popular, a que
aparece, na perspectiva do presente, como menos desculpável. Teria sido uma atitude de
rejeição da cultura, uma forma de violência contra a inteligência que tinha conseguido
produzir projectos configurantes para uma vasta zona, um acto de destruição que fazia
desaparecer o que seria necessário para o futuro. Talvez tivesse sido tudo isso, mas
SaeR – Março 2004 - 85
também terá havido uma razão instrumental mais importante do que a atitude em
relação aos objectos da cultura. Na Biblioteca do Mosteiro estavam também os registos
administrativos, o deve e o haver da contabilidade, mas também as informações sobre
cada um dos habitantes dos coutos – famílias cujo passado certamente teriam os traços
do que levou muitos a acolherem-se às terras de Alcobaça, procurando refúgio da
justiça real. Como também estariam os registos de propriedade das terras que tinham
sido atribuídas pelos monges aos que a trabalhavam. A destruição da Biblioteca não terá
sido apenas a manifestação da rejeição de objectos da cultura e do conhecimento,
também terá sido a tentativa de fazer desaparecer o que se queria esquecer do passado.
Neste sentido, há uma diferença entre os saques do passado, designadamente os que
foram praticados durante as invasões francesas, e o saque e as destruições praticados
pela população local contra o Mosteiro de que viviam. Nos primeiros casos, houve um
ataque ao poder, eram operações com uma finalidade estratégica accionadas por quem
pretendia ocupar o poder ou, se não o conseguisse, diminuir esse poder destruindo os
seus instrumentos ou os seus símbolos. No segundo caso, há uma dissolução do poder,
estrutura-se o vazio onde antes havia um centro de decisão. O que foi depois distribuído
tinha, certamente, valor patrimonial, para o Estado que o vendeu e para os particulares
que o adquiriram e puderam formalizar justamente porque compraram ao Estado, o
intermediário que legalizou a operação. Mas já não podia ser um centro de decisão
depois da fragmentação do património de Alcobaça.
Perdida a unidade estruturada, desaparecida a capacidade para adaptar os equipamentos
e as funções à evolução dos tempos e das coisas – a perspectiva dos monges era de
longo prazo e de continuidade, pelo que os trabalhos de manutenção e de adaptação
eram vistos como investimentos nessa continuidade, uma atitude muito diferente da que
terão os proprietários individuais que precisam de resultados a curto prazo para
justificarem o investimento feito na aquisição –, o que fica é uma multiplicidade de
actividades de pequena dimensão, nenhuma delas com dimensão para poder ser uma
base de projectos configurantes.
SaeR – Março 2004 - 86
Há uma estrutura resultante deste processo de esvaziamento do Mosteiro e ela subsiste
no tempo, mas num equilíbrio instável situado num baixo nível de modernização e de
complexidade das suas articulações, sempre próximo dos valores da inviabilização. É
uma estrutura vulnerável a variações conjunturais dos mercados e é incapaz de
assegurar a sua reprodução, o que só aconteceria se houvesse um grau de inovação local
que permitisse acompanhar a evolução competitiva. Não há um modelo de
desenvolvimento, apenas há actividades de subsistência ou iniciativas isoladas que
exploram uma qualquer oportunidade local, sem garantia de continuidade entre gerações
e sem uma concepção ou uma vontade de articulação entre diversos sectores de
actividade económica.
Alcobaça tem, assim, um vazio no seu centro. A distribuição do património do Mosteiro
não originou novos centros de decisão. Não foi encontrada função para o Mosteiro, mas
reconheceu-se a existência do vazio, procurando-se responder-lhe com a sua ocupação
para actividades desconexas que, pela sua natureza, não poderiam revitalizar este espaço
construído: instalações militares, hospital, hospício têm de comum o facto de estarem
tuteladas pelo Estado como proprietário do edifício – que, como se compreende, não
encontraria comprador. Quando se consegue libertar o Mosteiro destas funções
“oportunistas”, não se resolve o vazio, pois a passagem do Mosteiro para o estatuto de
monumento – mesmo que integrado no património mundial – mais não é do que o
reconhecimento de que é uma construção vazia.
Enquanto este vazio não for preenchido, é nele que se encontra a maior ameaça a
Alcobaça e o maior obstáculo à identificação e à exploração das suas oportunidades.

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a minha declaração política depois da apresentação pública do trabalho:
http://www.vivalcobaca.org/modules.php?name=News&file=article&sid=639

d129 SaeR -16 recomendações para acção - Comentários a quente
Domingo, 06.Junho.2004

4 Junho 2004 - Mosteiro Santa Maria de Alcobaça – Prof. Ernâni Lopes - Mandatário do PSD/PP “Força Portugal”
apresenta AEDC – Alcobaça - em plena campanha eleitoral para as europeias –
Confesso que, quando vi as setas verdes, à PPD, pensei que iria assistir a mais propaganda eleitoral. Efectivamente não aconteceu. O Presidente Sapinho, cuidadoso, nem sequer incluiu no curriculum do Prof. o ser mandatário. Só no final do debate é que Ernâni Lopes não resistiu e confessou concordar com o seu amigo Deus Pinheiro. A intervenção do Prof. foi uma boa lição de como se planeia e como funcionou a empresa Saer. Pelo meio ficou clara a política ideológica, naturalmente, que o sustenta. No espaço das perguntas e respostas, quando a maioria do público, já tinha ido embora, invoquei o argumento da SaeR ter aprendido muito com este trabalho para invocar uma das razões que me levou ao voto contra. Esse saber devia ficar no GEMA (Gabinete Estratégico do Município de Alcobaça). De facto aprende-se muito, e bem, quando se trabalha com método e objectivos políticos claros!!!
Convenção:
Tudo o que está escrito inclinado é da SaeR
Tudo o que está normal ou em maiúsculas são os meus comentários a quente antes e depois da sessão de apresentação...
A – Há 333 semanas que estamos eleitos para o executivo municipal. Há 4 anos e 880 dias que batalho por discutir a estratégia integrada para a cidade, para a Vila, para o pelouro, para todo o território. Tento que nestas 333 reuniões de câmara haja debates com tempo, com princípio, meio e fim. Batalho pelo cumprimento dos meus direitos de agendamento sem sucesso. Hoje vamos discutir a Juventude, numa reunião com muitos pontos na agenda. Na próxima reunião requeri discutir o “IDEAL – INOVAR O DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO DE ALCOBAÇA”. Avançámos com um conjunto de ideias e projectos. Com o livro da SaeR e com o “Capítulo” da “lição” do Prof. Ernâni Lopes, temos motivação acrescentada. Na reunião de 21.6. requeri agendamento das questões da Água e do Saneamento. Vamos a ver se há mudanças de prática política...
O que entendo que falta principalmente, porque é central, é o virar de agulha na prática política em relação ao tecido económico Alcobacense. Esta nova receita tem de ser justificada para exponenciar as capacidades das marcas económicas do nosso concelho. Faltam Zonas de Acolhimento Empresarial qualificadas. Faltam eventos, Feiras de Actividade Económica, que destaquem os nossos produtos. Falta o PEDAL (Plano Estratégico de Desenvolvimento de Alcobaça). Falta o GEMA (Gabinete Estratégico do Município de Alcobaça) ou a DDEI (Divisão do Desenvolvimento Económico Integrado)... Faltam, no terreno do concreto, as parcerias estratégicas com as associações empresariais e com os empresários... Falta diálogo permanente com quem produz riqueza no nosso concelho!!!
B - Começo por recordar que fui o único vereador na Câmara que estive contra o processo da contratação: “Mais uma vez a gestão “laranja” não apostou nos quadros da Câmara e nos jovens licenciados Alcobacenses... Temos grandes especialistas com capacidade e desejosos de mostrar que sabem, querem e podem fazer pela sua terra... Quantos jovens não agarrariam esta empreitada como um desafio aliciante? Por outro lado, porque não exploram o protocolo com o Gabinete da Universidade de Coimbra e respondem ao grande objectivo de criar investigação de forma a irmos construindo o “campus” para conquistarmos o almejado ensino superior para Alcobaça”. Agora, não é hora para chorar sobre o leite derramado pelo que é ocasião para questionar a falta de debate dos próprios documentos já distribuídos, com promessas de discussão e cujo silêncio impressiona! Urge, apesar de tudo, rentabilizar este investimento. O livro é, de facto, uma boa peça para lermos com muita atenção.
C - Recebi o livro no dia 3, no começo da reunião de câmara. Não tive tempo para ler todo “o produto”. Daí que só tenha como base o que li dos documentos esboço, do que ouvi na sala, fria, do Capítulo e, naturalmente, após ter lido com atenção as 60 conclusões e recomendações. E passo, rapidamente, à substância da minha intervenção que assenta, apenas, nas
16 recomendações para a acção
1- Assegurar o debate público desta “Avaliação Estratégica das Condições de
Desenvolvimento do Concelho de Alcobaça” (AEDC - Alcobaça) que deverá dar origem ao Plano de Desenvolvimento Estratégico de Alcobaça (PDE – Alcobaça) EMBORA O PROF. ERNÂNI LOPES NÃO TENHA PERCEBIDO A MINHA QUESTÃO, É FACTO QUE CONSTA NO LIVRO. VAMOS TER DEBATE PÚBLICO! MUITO BEM! NAQUELE ESPAÇO MAGNÍFICO NÃO DEU. ALI CONVIDA MAIS AO SILÊNCIO E AO RECATO. PALAVRAS LEVA-AS O VENTO, PARA QUEM NÃ ESTÁ ATENTO AO QUE LHE DIZEM. EM 1997, NÓS, NA CDU SUGERIMOS A SIGLA “PRÓ-ALCOBAÇA” PARA DESIGNAR O PLANO DE DESENVOLVIMENTO ESTRATÉGICO. DEPOIS EVOLUÍMOS PARA “PEDAL”. PRECISAMOS DE UNIR E CONSTRUIR. PRECISAMOS DE PEDALAR COM BOAS PRÁTICAS PARA QUE ACONTEÇA UNIÃO DOS ALCOBACENSES. E ESSA PRÁTICA É ESSENCIAL. 2 DOCUMENTOS NOV E FEV ERAM PARA DISCUSSÃO – NA CÂMARA QUESTIONEI QUANDO... “VAMOS VER” DIZIA O SR.PRESIDENTE DA CÂMARA... O PROF. ERNÂNI LOPES E O DR. SAPINHO GARANTIRAM QUE NÃO DISCUTIRAM EM MAIS LADO NENHUM, A NÃO SER NAQUELA SESSÃO E NO TRABALHO DE CAMPO. A EXPERIÊNCIA DE OUTROS DOCUMENTOS PAGOS PELA AUTARQUIA NÃO SE PODEM REPETIR. OS TRABALHOS DOS TÉCNICOS DA CÂMARA, DA QUATERNAIRE, DAS OBRAS EM CURSO, ETC, DEVEM SER TRATADOS E PRECISAMOS DE EFECTIVA DISCUSSÃO PÚBLICA DELES. A POLÍTICA TEM QUE SER PARTICIPATIVA. MAS TEMOS QUE SABER CRIAR CONDIÇÕES PARA QUE ELA ACONTEÇA. RECONHEÇO QUE NÃO É TAREFA FÁCIL, MAS É INDISPENSÁVEL.
2- Lançar e concretizar a estratégia assente no conceito de 3 arcos (espiritual –
cultural; industrial; ambiental) com predominância do arco espiritual – ambiental PREDOMINANTE? ENTÃO DEIXAMOS CAIR O TERRITÓRIO ENORME QUE TEMOS EM RESERVA AGRÍCOLA? Há dias, a Escola Profissional de Agricultura abriu as suas portas e divulgou o que faz. Devemos dar mais atenção à nossa especificidade de concelho agrícola. Temos a AVAPI que exporta para todo o país o seu saber, com bons técnicos, com muita formação. Temos a FRUBAÇA que colocou os seus produtos em grandes superfícies. A “Maçã de Alcobaça” também deu sinais positivos que convém ampliar. Mas outros produtos agrícolas devem ter o seu destaque (casa Nova de Alcobaça, pêssego maracotão...) e é estranho que todos os concelhos vizinhos tenham a sua festa municipal à volta de um produto agrícola e o nosso concelho não tenha um evento agrícola com dimensão significativa. Temos o Museu Nacional dos Vinhos e não temos uma estratégia com nenhum viticultor. Temos a “Ginja de Alcobaça” onde demos algumas ajudas mas há todo um caminho a percorrer. Tínhamos a Estação de Investigação Vieira Natividade (com a Variante Municipal a invadir os campos experimentais) e passámos a ter a COTHN... APESAR DA HERANÇA DE JOAQUIM VIEIRA NATIVIDADE SER POSTA EM CAUSA NESTE TRABALHO DA SaeR ENTENDO QUE HÁ QUE APOSTAR NOS QUE INVESTIGAM E ESTÃO NO TERRENO AGRÍCOLA DE ALCOBAÇA. TERRA DE AGRICULTURA SEMPRE.
PERCEBI, NA NOITE DO DIA 4, QUE TUDO O QUE RECOMENDA A SaeR É PARA ACRESCENTAR AO QUE EXISTE NO NOSSO CONCELHO. UM EXEMPLO, DESTA FRENTE ESPECÍFICA DA AGRICULTURA, É NA APOSTA NO DAR VIDA AO “DESERTO” DO MOSTEIRO: FAZER UM CENTRO DE INVESTIGAÇÃO NELE E TRAZER TÉCNICOS PARA INVESTIGAR, POR EXEMPLO, FLORESTA PARA ÁFRICA
3- Criar uma task – force específica junto do Presidente da Câmara Municipal,
que assegure, continuada e persistentemente, a implementação do PDE, materializando o papel organizador, difusor e dinamizador da CMA (o qual é viabilizado, como ponto de partida, pelo potencial financeiro existente – caso contrário, seria impensável) HÁ MUITO QUE DEFENDO O GEMA. À PARTIDA, NÃO ACEITO QUE SEJA UMA ESTRUTURA PARTIDARIZADA SECTÁRIA QUE MARGINALIZE COMPETÊNCIAS/PROJECTOS /PESSOAS
4- Lançar a criação de: 4.1. uma Sociedade Municipal de Desenvolvimento
(assente em maioria de capitais da Autarquia e actuando como agente dinamizador da concretização da estratégia de modernização do concelho); O GEMA DEVIA COLHER AS EXPERIÊNCIAS DIVERSIFICADAS DE EMPRESAS DESTE TIPO JÁ EXISTENTES NOUTROS MUNICÍPIOS 4.2. uma Fundação para o Mosteiro ((agregando uma adequada parceria de capitais públicos (Estado e Autarquia) e privados (nacionais e estrangeiros)) QUERO LEMBRAR 98/99 QUANDO O DEPUTADO LINO CARVALHO. (INFELIZMENTE ÀS PORTAS DA MORTE) VEIO A ALCOBAÇA POR CAUSA DAS ESTÓRIAS DA DESPOLUIÇÃO DE S. MART ((QUE CONTINUAM- QUANTOS DIAS A EST.ELEVATÓRIA ESTEVE A MANDAR, DIRECTAMENTE PARA A BAÍA, OS ESGOTOS DOMÉSTICOS???)) E EXPLICOU AO PORMENOR COMO O GP DO PSD DEIXOU CAIR PROPOSTA DO SEU EX-DEPUTADO SAPINHO SOBRE A FUNDAÇÃO. DE QUALQUER MODO QUE FIQUE CLARO: A CDU NÃO ACEITA DESRESPONSABILIZAÇÃO DO ESTADO SOBRE A SUA PROPRIEDADE. SE ESTA FUNDAÇÃO FOR PARA O ACORDAR E O ENVOLVER – TUDO BEM! O LIVRO DEMONSTRA A IMENSIDÃO DE VERBAS QUE SÃO NECESSÁRIAS E O RITMO ACTUAL SER MÍNIMO. QUE FUNDAMENTAÇÃO TEM A AFIRMAÇÃO DO LEADER DA SaeR DE PROCURAR UM MECENAS, MUITO RICO, QUE QUEIRA FICAR NA HISTÓRIA (ESTILO GULBENKIAN?)
5- Promover a criação de um cluster cultural da Lusofonia (Cister e Cristo;
Alcobaça e Tomar) com base no desenvolvimento do potencial contido no Mosteiro QUANDO VEIO CÁ O REITOR, (1999?) SUGERI A PROPOSTA DO MOSTEIRO SER SEDE DA ASSOCIAÇÃO DAS UNIVERSIDADES DOS PAÍSES LUSÓFONOS.
6- Desenvolver a rede de acessibilidades no interior do concelho, em torno do
duplo eixo rodoviário (a8, N/S, IC9, novo troço E-O) e do prolongamento da via dupla ferroviária electrificada da Linha do Oeste até Alcobaça PATAIAS? PORTANTO LEIRIA? PERGUNTEI MAS ERNÂNI LOPES NÃO RESPONDEU... ALCOBAÇA SOFREU TAMBÉM NESTE CAMPO DO FERROVIÁRIO COM SUCESSIVAS PROMESSAS NÃO CUMPRIDAS QUER DO PS QUER DO PSD. ALCOBAÇA TEM QUE DEIXAR DE PENSAR SÓ NO PEQUENINO E NO QUE É IMEDIATO. BASTA OLHAR PARA OS PLANOS E ORÇAMENTOS DA MAIORIA PSD/SAPINHO. HÁ DIAS, alguns de nós participaram numa acção do Movimento Pró Aeroporto da Ota. Alcobaça está em branco nesta matéria. Tal como no assunto estratégico dos combóios de alta velocidade ou do que queremos para a Linha do Oeste. Estamos atrasados mas podemos ir caminhando. Trazer a Alcobaça quem saiba sobre estas matérias(Dr. Manuel Porto, Engº Viegas...), envolver as forças vivas do concelho é um caminho correcto para podermos tomar posições políticas com força.
7- Elaborar narrativas de atracção (sobre o Mosteiro e o conjunto do concelho e
sobre a relação Cister – Cristo) que estruturem as actividades e a projecção do concelho para o exterior, explorando a proximidade a Lisboa, a inserção em redes europeias (e globais) e a capacidade acrescida de atracção de capitais, empresas, tecnologias e talentos FIZERAM ÓPTIMA ESCOLHA DE PARÁGRAFOS DO “CLAUSTRO DO SILÊNCIO” DE LUÍS ROSA. CURIOSAMENTE APRESENTEI EM 2002 UMA PROPOSTA DE COLÓQUIO PARA DIVULGAR ESTE PRÉMIO DA CÂMARA DE GOUVEIA. VAZIOS GRAVES. NA MADRUGADA DE 5.6. SUGERI AO PRESIDENTE SAPINHO PARA QUE APROVEITASSE A DEIXA DAS 3H DE CONVERSA QUE ERNÂNI LOPES PROMETEU TENDO COMO MOTE O EXCERTO COLOCADO NA PÁG.5 DO LIVRO DA SaeR.
8- Proceder ao desenvolvimento de empreendimentos turísticos de alta
qualidade (e só desses) nas zonas adequadas do concelho nomeadamente nas “Praias do Norte” TENHO A IDEIA QUE O MUNICÍPIO, EM CONJUNTO COM OS PARCEIROS IPSS/MISERICÓRDIAS DO CONCELHO, PODIA PROMOVER A RESPOSTA AO TURISMO DA 3ªIDADE E CRIANDO RESPOSTAS PERMANENTES E INOVADORAS PARA ESTA PROBLEMÁTICA QUE JÁ VIVEMOS: CADA VEZ SOMOS MAIS IDOSOS...
9- Prosseguir uma política (necessária) de urbanismo compatível com as
exigências do PED, nas várias freguesias A REVISÃO DO PDM SERVIU DE PROPAGANDA EM 2001 MAS TEM ESTADO NUM RITMO DE CARACOL. UM PDM “NOVA GERAÇÃO” QUANDO CHEGA AO POVO DE ALCOBAÇA?
10- Instalar actividade de ensino superior com carácter inovador, que se situem
para além do padrão universitário tradicional (hoje dominante). MAIS UM BOM TEMA PARA DESENVOLVER NUM DOS SEMINÁRIOS RECOMENDADOS PELO LIVRO DA SaeR...
11- Atrair actividades baseadas em novas tecnologias – e, em particular, nas
TIC’s, produção de conteúdos e design de produto PALAVRAS BONITAS. MAS QUE MEDIDAS, CONCRETAS, PARA ESTA E OUTRAS RECOMENDAÇÕES PARA A ACÇÃO?
12- Transformar o ponto fraco da poluição das pecuárias, nomeadamente
suiniculturas, num ponto forte de Investigação Desenvolvimento sobre despoluição e tratamento de águas – em articulação com o complexo de actividades da empresa Águas do Oeste. APESAR DA CDU TER CONDENADO A ESTRATÉGIA DA MAIORIA PSD/SAPINHO + PS. AO ENTREGAREM O “OURO AO BANDIDO”, AGORA, NÃO HÁ OUTRO CAMINHO QUE NÃO SEJA RENTABILIZAR O INVESTIDO NAQUELA EMPRESA..
13- O Município de Alcobaça compreendeu, antes de outros, alguns “sinais dos
tempos” – no sentido em que se encontra, tal como o conjunto de Portugal ( e, de facto a Europa) perante transformações fundamentais na economia mundial que implicam escolhas decisivas para o futuro. Essas escolhas determinarão, necessariamente, o progressivo lançamento de uma “2ª geração “ (cf. #7, supra É 7 DAS 60 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES) de planos municipais de acção (ultrapassando os aspectos físicos de urbanismo e arquitectura e focados sobre os aspectos estratégicos de desenvolvimento) e que poderão vir a ser designados como PDE’s (cf. #45, 1ª RECOMENDAÇÃO PARA ACÇÃO) NÃO PERCEBI ESTE ELOGIO... POR TER ENCOMENDADO ESTE TRABALHO?
14- As 2 principais mutações geopolíticas do séc. XX (uma e outra geradas pela
revolução das telecomunicações, desencadeando níveis extremos de mobilidade de informação) foram (são) a desmaterialização do espaço e a compactação do tempo; uma e outra criam um novo contexto geopolítico (que possibilita, em termos práticos e úteis, a articulação de pontos em sistema de rede) que é particularmente favorável na abertura de novas perspectivas de afirmação de “pontos secundários” (p.e., Alcobaça) que têm (nesse novo contexto) a possibilidade de, pelo esforço, pela inteligência e pela criatividade/inovação , se afirmarem como “pontos primários” de novas redes de âmbito europeu/global É A CHAMADA CHAPA 5 DO PROF.: PORTUGAL VIRADO PARA O TURISMO E PARA AS TIC’s
15- As orientações estratégicas para o Concelho de Alcobaça são compatíveis
com as questões fundamentais de estratégia de desenvolvimento do conjunto da economia portuguesa, tais como têm sido estudadas e apresentadas em vários trabalhos da SaeR EVIDENTEMENTE QUE A FILOSOFIA POLÍTICA DA EMPRESA SaeR TEM A VER COM QUEM LIDERA A EMPRESA. MAIS UMA VEZ É A SUA CHAPA 5, MAS TAMBÉM, DAS POLÍTICAS NEOLIBERAIS QUE NOS TÊM DESGOVERNADO.
16- O PDE – Alcobaça que deverá resultar da aceitação do presente estudo
implica um esforço significativo por parte da CMA (e do conjunto dos actores económicos, sociais, políticos e sociais do concelho) nos planos técnico – económico, organizacional e financeiro – é o esforço que o desenvolvimento exige! E que só poderá ser realizado congregando as vontades e as capacidades que o concelho saiba atrair. MAIS QUE ESTUDOS ACEITES OU NÃO ACEITES O QUE É ABSOLUTAMENTE NECESSÁRIO É MUDANÇAS DE PRÁTICA POLÍTICA. DE FACTO É PRECISO SABER UNIR VONTADES E SABER SER TERRA ATRACTIVA DE COMPETÊNCIAS
Para terminar, nas questões que levantei ao Prof. Ernâni Lopes, (mais uma pergunta em que não obtive resposta):
No quadro da página 451 aparece um autêntico “tiro no pé” no cliente Câmara:
...abrangendo uma área de intervenção dos 30.000m2 de áreas exteriores, foi posto a concurso recentemente com o preço base de 7 milhões de €, e está em vias de adjudicação por cerca de 5,3 milhões de € acrescidos de IVA, valor considerado excepcionalmente elevado (cerca de 175€ por m2, o que significa um desvio da ordem dos 50€ face aos valores padrão para intervenções de alta qualidade, e que não parece estar justificado por dificuldades adicionais, tais como o desvio de infra-estruturas. O Prof. assumiu, há pouco, que “não escreveria nada do que o cliente mandasse” e que “se fôssemos organizadamente mentirosos não publicávamos estes quadros”. Também é público o diferendo que há entre um movimento de moradores e a câmara, exactamente, sobre esta obra da envolvente do Mosteiro. A SaeR está em desacordo com esta obra da envolvente do Mosteiro?
Rogério Raimundo
Vereador da C.M. Alcobaça
DECLARAÇÃO n.º 129
A entregar na reunião de câmara no dia 7 de Junho de 2004

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a minha Fev2004...declaração política contra o contrato:
http://www.vivalcobaca.org/modules.php?name=News&file=article&sid=482
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Razões do Voto contra o Contrato
com Dr. Ernâni Lopes, sócio gerente da “SaeR” – Sociedade de Avaliação de Empresas em Risco!
Passo a explicitar as razões do meu voto contra...
1. É bom clarificar, desde já, que não estou contra os estudos
estratégicos, bem pelo contrário: desde Janeiro de 1998 que os defendo. Numa 1ª fase designei como Pró- Alcobaça... Mais tarde apostei no PEDAL – Plano Estratégico de Desenvolvimento de Alcobaça... Em simultâneo com os 2 estudos da Quaternaire apresentei (quantas vezes?) a necessidade do debate em reunião de Câmara e na Assembleia Municipal, ao mesmo tempo que defendi a criação do GEMA - Gabinete Estratégico do Município de Alcobaça. Quando, em Outubro de 2000, votámos a revisão do PDM voltei a intervir nessa linha da urgente necessidade de, antes de rever, termos o PEDAL e o GEMA... É muito tempo sem resposta a questões centrais... Passados 61 meses de mandato, continua a não haver coerência de calendários e de articulação dos estudos que se desenvolvem e desenvolveram... Depois, a maioria PSD liderada pelo Dr. Gonçalves Sapinho, não conhece a estratégia de voo dos gansos...Pelo contrário, fecha-se, é sectária (como se revela em várias práticas), não sabe trabalhar abertamente, não sabe envolver e não sabe planear. Já devia ter aprendido a lição que o planeamento tem que ser com todos!!!...
2. É de facto lamentável que a maioria PSD/Gonçalves Sapinho me obrigue a votar contra este contrato que vai ser assinado amanhã (anunciado na rádio de hoje...) independentemente do meu voto, com um homem prestigiado, que gosta (e reside muitos dias...) da nossa pérola de S. Martinho do Porto... Não alinho em factos consumados!!! Se lessem o que escrevo saberiam que eu não aceitaria mais convites especiais... Eu sou pró – concursos públicos transparentes... E para esse concurso era preciso muito trabalho político para sabermos fazer a encomenda política... (Também sei como se organizam concursos à medida de cada um e nesse caso seria pior do que esta situação de convite assumido!!!...) Como repetidamente tenho defendido, eu aposto nos concursos transparentes em vez das panelinhas do escolher o amigo ou o recomendado ou o intocável prestigiado português ou americano, por estar na moda ou por ser “finérrimo”.
3. Ainda por cima houve, neste caso, um parecer do Dr. Barbosa de Melo
(Foi de borla??? Quanto custou???)... Então não temos consultores jurídicos na casa que poderiam, em conjunto com o prestigiado causídico, Dr. António Montalvo, nosso avençado, elaborar o justificativo excepcional?...
4. Custa-me imenso que esta verba (como em tantos outros exemplos da gestão PSD/Gonçalves Sapinho...) não seja utilizada estrategicamente para criar riqueza no concelho... Mais uma vez a gestão “laranja” não aposta nos quadros da Câmara e nos jovens licenciados Alcobacenses... Temos grandes especialistas com capacidade e desejosos de mostrar que sabem, querem e podem fazer pela sua terra... Quantos jovens não agarrariam esta empreitada como um desafio aliciante? Por outro lado, porque não exploram o protocolo com o Gabinete da Universidade de Coimbra e respondem ao grande objectivo de criar investigação de forma a irmos construindo o “campus” para conquistarmos o almejado ensino superior para Alcobaça?...
5. Nós, na CDU, entendemos o Plano Estratégico de Desenvolvimento do Concelho de Alcobaça como um projecto continuado, envolvendo todas as forças políticas e todas as forças vivas que se interessam pela nossa terra... Porque é preciso continuar a PEDALAR depois do Plano aprovado... A estratégia é essencial... A equipa devia continuar a avaliar e a intervir... Era o que designámos por “GEMA” – gabinete estratégico do município de Alcobaça, um organismo muito vivo englobando toda a estrutura de topo da câmara, política e técnica... O mundo está em constante mudança e os estudos não resistem por muito tempo ao passar dos anos... Daí a necessidade do GEMA...
6. Sobre o documento entregue no dia 17.2.2003... Reconheço a qualidade da proposta, muito bem estruturada, reveladora duma experimentada equipa. Algo de importante, naturalmente, será produzido e cá estaremos para apreciar... Até reconheço, por outro lado, que se trata, comparativamente com os estudos, já pagos, para Alcobaça (Quaternaire) e para a Zona de Acolhimento Empresarial da Benedita (pela empresa Roland Berger, do recém destacado Daniel Bessa), duma proposta baratinha... Apenas 297.500 €...
7. Finalmente, Dr. Gonçalves Sapinho, apesar da empresa com quem vai assinar um contrato amanhã se designar: “Sociedade de Avaliação de Empresas em Risco”!!!! É bom que se diga,
Sr. Presidente da Câmara,
Alcobaça não é uma empresa em risco!!!
É uma grande empresa, com futuro, logo que os políticos assumam o seu papel de:
- Catalisadores de vontades e do traçar das orientações que levem
ao rentabilizar das potencialidades já profusamente conhecidas e que activem as muitas outras que estão adormecidas;
- Potenciar a principal riqueza que temos: os Alcobacenses
honestos, com carácter e competentes, nomeadamente, os que trabalham com empenho, os que empregam com qualidade e os talentos com massa cinzenta de primeira...
Rogério Raimundo
Vereador da C.M. Alcobaça
DECLARAÇÃO n.º 50
Entregue na reunião de câmara no dia 24 de Fevereiro de 2003

2011. Ruptura de água demora 12h a resolver e depois fica assim


2010 postagens...PROTOeste e Revisão do PDM

Amanhã na reunião de câmara vou tentar esclarecer porque é que o meu agendamento prioritário não foi cumprido e vêm 2 pontos para tratar, à pressa...

2009.(7fev2010.14.33') A estratégica pedra... deve merecer uma análise especial...








Amanhã
8fev2010
na reunião vai haver pontos sobre as pedreiras...O potencial pedra deve merecer uma análise especial...


2009
Vou solicitar presença dos Técnicos da Divisão do Ambiente.
....................
O que dizia a Saer em 2004,pág 183:

Extracção e transformação de rochas ornamentaisO sector nacional das rochas ornamentais (todas as pedras susceptíveis de adquirir
brilho ou outro acabamento especial que permite a sua utilização à vista em edifícios ou
arranjos urbanísticos, escultura, etc.), trabalha especialmente mármores, granitos,
ardósias e respectivas rochas afins. Tem cerca de 1.600 empresas e emprega cerca de
20.000 pessoas. A maior parte destas unidades produtivas são pequenas oficinas de
canteiro que apenas fazem corte e acabamento de chapa serrada. O núcleo empresarial
de extracção e transformação propriamente ditas é de cerca de 500 unidades a nível
nacional.
O sector nacional tem um valor bruto de produção de cerca de 650 milhões de euros,
sendo quase 60% para exportação.
Alcobaça tem peso neste sector, a nível extractivo, num segmento específico das pedras
calcárias sedimentares (da família dos “mármores”) que abundam na serra dos
Candeeiros e se divulgaram nas últimas décadas sob as designações comerciais de
“moleanos”, “semi-rijos”, “vidraços”, “moca-creme” e outras. Existem no Concelho de
Alcobaça 28 pedreiras em exploração, sendo a maior parte delas unidades de extracção

SaeR - Março 2004 - 187
deste tipo de rochas ornamentais, que o concelho partilha com os de Porto de Mós (zona
de maior concentração), Santarém (Alcanede) e Alcanena.
O ficheiro de empresas do MSST, referente a 2000, refere 61 empresas neste ramo de
actividade. A maior parte localiza-se na zona das pedreiras ou perto delas com maior
incidência nas freguesias de Aljubarrota (Prazeres e S. Vicente), Turquel e Benedita.
A matéria prima predominante no Concelho de Alcobaça é constituída por um tipo de
pedra geologicamente caracterizada por calcário sedimentar, muito mais abundante e
mais fácil de trabalhar do que os calcários cristalinos (os verdadeiros mármores) do
triângulo Borba – Estremoz - Vila Viçosa. Por serem também mais baratos, o seu
crescimento na estrutura interna da produção e da exportação tem sido muito acentuado.
Por tudo isto, as pedras de uso ornamental que já se tornaram conhecidas interna e
internacionalmente pelas marcas regionais já referidas, têm boas perspectivas de
evolução nos próximos anos, assim o permita o seu principal sector utilizador, a
construção civil e obras públicas.

2008.A cister.fm tem a entrevista de 4.10.2009 aos 6 candidatos à câmara...4 meses e 4 dias depois...o ritmo caracol continua







2008






arquivo



programas






2007.Temos de ver o que já foi posto no Claustro do Rachadouro.Hoje na Rádio Cister ouvi o ex-director do Mosteiro sobre o que eu levantei...







2007ª postagem...


(fotos tiradas por mim, de telemóvel, dos parques "provisórios" da Cova da onça e de junto ao Rio Alcoa em 15.7.2009)
Amanhã vou sugerir que façamos uma visita ao Claustro do Rachador...Ver para crer...
...
O que disse Rui Rasquilho:

Compreendo que o Presidente da Câmara não pode assumir a luta contra porque tem outros dossiês importantes a negociar com o Governo...

Havia interessado em fazer das partes não medievais um Hotel de charme, mas o IGESPAR não abriu concurso.

Eu se fosse Director do Mosteiro estaria aqui a falar com a carta de demissão já apresentada!
Vão fazer o Museu dos Coches na Cordoaria e no ex-Instituto Português da Arqueologia e por isso é que se diz que veio do Museu dos Coches...
Vieram 100 palettes...mais arcas de pedras

Claustro do Rachadouro, de racha, de abertura...Foi construído no final do séc. XVIII e princípio do séc. XIX

Historiou a ocupação sucessiva do Claustro do Rachadouro...
Boers que perderam na África do Sul vieram para a Biblioteca em...
..............
a história da ocupação é bom recordar:
http://209.85.229.132/search?q=cache:jTj2eh5oUXcJ:ml.ci.uc.pt/mhonarchive/museum/docnk1ZnlN26i.doc+ocupa%C3%A7%C3%A3o+do+Claustro+do+Rachadoiro+Mosteiro+de+Santa+Maria+de+Alcoba%C3%A7a+ao+longo+dos+anos&cd=1&hl=pt-PT&ct=clnk&gl=pt&lr=lang_pt
o Mosteiro de Alcobaça sob a tutela jurídica do Estado, o que determinou a afectação dos espaços desocupados para instalação de diversos organismos de tutela estatal, tal como aconteceu com muito outros mosteiros em todo o país.
Em 1836 iniciou-se a ocupação militar do edifício, com a afectação de parte das instalações ao Regimento de Artilharia 10. Em 1837, o Ministério da Fazenda e a Junta do Crédito Público, através, respectivamente, das Portarias de 04 de Agosto e de 29 de Agosto, afectam à “Câmara Municipal do concelho de Alcobaça (uma) parte do edifício e suas pertenças do extinto mosteiro de S. Bernardo daquela vila, de que se lhe deu posse em 10 de Fevereiro de 1838, para nela se estabelecerem o Tribunal Judicial, paços do Concelho, Aulas de Ensino primário e secundário, Administração do Concelho e Cadeia Pública.”
A instituição militar tutelou os espaços que lhe foram afectados até 1928, altura em que o Decreto nº 15:146, de 9 de Março, estabeleceu um novo protocolo de cedência para instalação definitiva do Asilo de Mendicidade de Lisboa no Mosteiro de Alcobaça. Em 1973, o Decreto-lei nº 1/73, de 3 de Janeiro, criou o Lar Residencial de Alcobaça, extinguindo o Asilo de Mendicidade. A nova instituição permaneceu instalada no Mosteiro de Alcobaça até 2002, data da sua transferência definitiva para o novo edifício de Évora de Alcobaça. Em Abril do mesmo ano, um Acordo assinado entre o Ministério da Cultura e o Ministério do Trabalho e da Solidariedade celebrava a futura afectação definitiva dos espaços ao Mosteiro de Alcobaça/IPPAR (Instituto Português do Património Arquitectónico), integrando-os definitivamente no Programa de Reabilitação dos Conjuntos Monásticos.
As entidades identificadas nos parágrafos supra ocuparam a totalidade do conjunto monástico até 1928, data em que a Administração Central iniciou um amplo programa de obras de conservação e reabilitação do património identitário nacional, programa que, no Mosteiro de Alcobaça, levaria a uma intervenção profunda visando a restituição do núcleo medieval à traça original. A sua boa execução pressupõe espaços libertos, o que determina o arranque de um programa paralelo de resgate dos direitos de propriedade a favor do Estado. Este seria finalmente concluído no final da década de 1990, com a aquisição pelo IPPAR dos prédios rústicos que permitiram fechar a Cerca nos limites actuais, definidos, a nascente, pelo Rio Alcoa, e a sul, pela Levada e pelos muros de delimitação de propriedade.
Aquando do lançamento do programa de resgate, na década de 1930, os Claustros do Cardeal e do Rachadoiro ficam excluídos, sendo progressivamente ocupados pelo Asilo de Mendicidade de Lisboa, em resultado, precisamente, da obrigatoriedade de desocupação do Dormitório medieval no quadro do Programa de conservação e restauro a cargo da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN). Subsequentemente, os dois claustros vão ser objecto de um segundo programa de transformação, para adaptação dos espaços às novas realidades funcionais. O primeiro, que fora da responsabilidade da instituição militar, visara fundamentalmente a adaptação dos pisos térreos às especificidades das armas instaladas: artilharia e cavalaria.
Desta história de ocupações e transformações, o que importa verdadeiramente ressalvar é que, mesmo com as obras de adaptação para adequação às missões das novas entidades que nele se foram sucedendo, o mosteiro que chegou até nós é um edifício que, arquitectonicamente, não perdeu a “memória” da sua existência como espaço conventual, antes a conserva, no que ela tem de fundamentalmente identificador.
...quartel...Lar Residencial...

2005.Estudantes também estiveram luta no dia 4 e só agora me apercebi...

2005
Fiquei a saber graças ao http://www.pcp.pt/

Milhares de estudantes do ensino básico e secundário manifestaram-se, quinta-feira, por todo o País, contra os exames nacionais e cortes no financiamento das escolas, a privatização do ensino, o Estatuto do Aluno e o Regime de Faltas. Os alunos reivindicaram, de igual forma, a aplicação da Educação Sexual e mais democracia nas escolas, muito atacada nos últimos anos, com a proibição de reuniões gerais, impedimento de formação de associações de estudantes e de manifestações estudantis.Galeria de Fotografias
Em Lisboa, oriundos de dez escolas do concelho, mais de 400 alunos concentraram-se no Saldanha, dirigindo-se depois para o Ministério da Educação. «Educação Sexual faz falta ao pessoal», «estudantes unidos jamais serão vencidos», «exames são um muro, assim não há futuro» e «chega de mais do mesmo», foram algumas das palavras de ordem entoadas de viva-voz, dirigidas ao Governo PS.
Organizado pela Delegação Nacional de Associações de Estudantes dos Ensinos Básico e Secundário, realizaram-se ainda protestos, entre muitos outros distritos, em Setúbal, Évora, Coimbra, Viseu, Aveiro e Porto. Também os alunos da Madeira e dos Açores lutaram pelos seus direitos e exigiram uma escola pública, gratuita e de qualidade para todos.

Saúdo a Luta dos trabalhadores da Função Pública

2004
Mais uma grande manifestação de indignação e revolta contra este governo PS!!!
respiguei de

Mais de 50 mil trabalhadores da Administração Pública manifestaram-se em Lisboa para dar resposta à política de direita que o Governo prossegue. O congelamento de salários, a redução das pensões, a perda de poder de compra são graves injustiças com as quais os trabalhadores estão a ser confrontados

A luta dos enfermeiros foi bem visível tb em Alcobaça

2003
Saúdo daqui a combatividade dos enfermeiros...Que extraordinária manifestação no dia 4...



Enfermeiros fizeram História
Sexta, 29 Janeiro 2010
Cerca de vinte mil enfermeiros cumpriram uma jornada de luta comdimensões sem precedentes, onde repudiaram, nas ruas de Lisboa, ahumilhação da discriminação salarial que o Ministério da Saúde lhespretende perpétuar, atribuíndo-lhes remunerações mais baixas do que aspraticadas aos restantes licenciados na Administração Pública.Galeria de fotografias
Salvo os profissionais de enfermagem que foram destacados para ocumprimento de servíços mínimos, muito poucos enfermeiros se ausentaramde um dos mais marcantes momentos da história sindical destestrabalhadores, conscientes da importância do sucesso desta luta para oseu futuro.
Como foi salientado por representantes do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, a dimensão e a força do protesto só tem comparação com a realizada em 1976, quando a profissão foi reconhecida com competências próprias.
No último de três dias de greve, que registou uma adesão acima dos 90 por cento, os enfermeiros, provenientes de todas as regiões, salvo as autónomas, e que no dia anterior tinham desenvolvido acções e concentrações de protesto, em mais de vinte cidades, cercaram simbólicamente o Ministério da Saúde, diante do qual aprovaram uma resolução, posteriormente entregue também no Ministério das Finanças.
Aprovada e aclamada, a resolução termina legitimando os quatro sindicatos promotores desta acção, a adoptarem o endurecimento das formas de luta na classe, caso o Governo mantenha a intransigência de manter a injustiça da discirminação salarial, que é ainda mais sentida pelos enfermeiros que iniciam a profissão, muitos com contratos precários e menos direitos.
Pela primeira vez na história desta classe profissional, os enfermeiros foram capazes de encher de protestos a Avenida da Liberdade, durante a indignada caminhada, da Avenida João Crisóstomo até ao Terreiro do Paço, e quando a cabeça da manifestação chegou ao Ministério das Finanças, ainda o fim da mesma ia na Rotunda do Marquês de Pombal.
Diante do Centro de Trabalho Vitória, uma delegação do PCP com os deputados, Bernardino Soares e Paula Santos, e o membro do Secretariado do Partido, Jorge Pires, entre outros camaradas do sector da Saúde do Partido, reforçaram a solidariedade com a justa luta dos enfermeiros, também por carreiras dignas e contra a precariedade. Tanto quando a resolução foi aprovada, como na intervenção final, após ter sido entregue no Ministério das Finanças, os trabalhadores foram informados de que o Grupo Parlamentar do PCP tinha anunciado a sua solidariedade e apoio à luta dos enfermeiros.
Gritando, «A enfermagem unida jamais será vencida!», conscientes da necessidade de manter essa unidade na luta até obterem os seus objectivos, os enfermeiros terminaram a acção garantindo, vigorosamente, que a continuarão até que o Governo faça eco das justas reivindicações que os levaram a personificar o maior repúdio sofrido pelo executivo minoritário de José Sócrates e pela sua política de direita, na actual legislatura, até agora.

2002 postagens e Ilha do Pico visto pelo JERO...Triângulo mágico...

2002ª postagem...

Recomendo sempre a visita ao blogue dele

Postou sobre Turquel com apoio do Acácio e da Áurea...

Mas aqui relevo também aquele triangular do Manuel Alegre com a Ilha do Pico...

A mim faz-me lembrar outra imagem, que por ser demasiado pessoal, não a escrevo aqui...

Criatividade no Carnaval 2010 de Alcobaça

Carcarolas 2010 (Alcopazio)
http://www.youtube.com/watch?v=AHGfZ69_yEE&feature=related
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Engenheiros do Samba 2010
João Tiago, João Pedrosa, Rita Pedrosa e João Vitorino
http://www.youtube.com/watch?v=fAHEM5xeuXM
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Marias 2010
http://www.youtube.com/watch?v=DLVDh5AaFDE&feature=player_embedded

Vanda Marques continua a contar histórias...Bárrio, Vestiaria, Moçambique e Luxemburgo...Em breve Batalha e o D.João II



Alcobaça já perdeu 100 dias sem ter a "nossa" Vereadora das Crianças!!!
Continua a ganhar com a criatividade e este entusiasmo da escritora...
A Padeira de Aljubarrota andou pela cumeada do Bárrio e da Vestiaria...
Pedro e Inês deu um grande salto e anda por Moçambique...
Em breve o D.João II vai surgir na Batalha...
Força Vanda!!!
aquel'abRRaço

05/02/2010

Feira do Ambiente em Frankfurt...Notícia da Jornalista alcobacense Joana Fialho

http://www.gazetacaldas.com/Desenvol.asp?NID=29173
Empresas da região marcam presença na Feira do Ambiente em Frankfurt
Curel VCI – Fábrica das Cutelarias, Lda (Santa Catarina), Ivo Cutelarias, Lda (Santa Catarina), Jorge & Ramalho, Lda (Benedita), Ceriart – Cerâmica Artística, SA (Alcobaça) e I.G.M. Faianças, Lda. São estas as empresas da região que vão estar presentes na Feira Ambiente, que se vai realizar entre os dias 12 e 16 de Fevereiro em Frankfurt.
As empresas integram um grupo de 16 que vão apresentar os seus produtos em stands individuais num espaço comum com 674,5 metros quadrados que tem como slogan “Choose Portugal”. Organizada pela Nerlei – Associação Empresarial da Região de Leiria, esta participação pretende que as empresas não percam a sua individualidade, mas se afirmem sob o ponto comum que é serem portuguesas.
As duas empresas caldenses que integram a participação na Feira Ambiente já o tinham feito no ano passado, numa iniciativa da qual fazem um balanço positivo. Os seus responsáveis concordam que, embora a participação não se reflicta directamente num aumento de vendas, os contactos que se fazem não são menos importantes em tempos de crise. Dizem ainda que esta é uma das melhores feiras do sector.
Este certame chama a Frankfurt dezenas de milhar de visitantes por ano. Na edição do ano passado foram 136.263 os visitantes, cerca de metade dos quais eram de fora da Alemanha, que visitaram os mais de 4.400 expositores (69% dos quais estrangeiros).
A participação das empresas numa feira desta dimensão através da Nerlei insere-se numa candidatura ao Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de Pequenas e Médias Empresas do Quadro de Referência Estratégico Nacional, aprovada no passado mês de Setembro. Desta forma, e à semelhança do que aconteceu já em 2008 e 2009, a Nerlei investe na internacionalização das empresas integradas no projecto.
Para 2010, além da participação na Feira Ambiente, o projecto “Choose Portugal” prevê a realização de quatro missões empresariais ao estrangeiro. Angola, nomeadamente a província de Benguela, Arábia Saudita, Moçambique e Marrocos são os destinos escolhidos. O orçamento é de 530 mil euros e as acções deverão envolver cerca de 42 empresas. Às micro, pequenas e médias empresas cabe um incentivo equivalente a 45% das despesas elegíveis que suportarem com a participação em cada uma das acções, um valor que desce para os 40% para as empresas de maior dimensão.
Joana Fialho

Gazeta das Caldas e o PCP e a Linha do Oeste

http://www.gazetacaldas.com/Desenvol.asp?NID=29177
PCP diz que o Orçamento de Estado para 2010 não contempla “nem um cêntimo” para a modernização da linha do Oeste
A exigência e urgência da requalificação da linha do Oeste foi o tema de uma sessão organizada pelo PCP na passada sexta-feira, no qual estiveram presentes destacados dirigentes locais do PSD, CDS e BE. O debate foi estimulante e a convergência de ideias quase total, mas o público presente no auditório da Câmara limitou-se meia centena de pessoas, a maioria ligada ao partido que organizou o evento.
“Apesar das promessas do governo, a proposta do Orçamento de Estado não tem nem um cêntimo para a linha do Oeste”. Bruno Dias, deputado do PCP na Assembleia da República, lembrou que a modernização desta infra-estrutura tem sido uma promessa sucessivamente adiada pelos partidos do bloco central (PS e PSD), mas que esperava que desta vez o governo assumisse os seus compromissos para com a região quando assinou as compensações pela deslocalização do aeroporto da Ota para Alcochete.
Afinal, não é isso que se está a verificar, continuando o governo a privilegiar os investimentos em auto-estradas, tal como tem vindo a acontecer desde há uma década.
O deputado disse as populações têm direito à mobilidade e a ter transportes públicos e que estes fazem parte da política de ordenamento do território do país, coisa que não tem acontecido porque as decisões do governo nesta área têm vindo a privilegiar a segmentação e o favorecimento dos privados em detrimento do bem comum.
Bruno Dias diz que “a rede de transportes tem de ser gerida como um todo” e criticou as decisões que têm levado à segmentação da CP, dividindo esta empresa pública – “que deveria estar ao serviço das populações” – em unidades de negócios com o objectivo de serem privatizadas. A consequência disso, avisou, é que as tarifas serão mais caras, as pessoas ficarão mais mal servidas, o investimento cairá porque o objectivo será o lucro imediato e o país e as pessoas ficará a perder, excepto os grupos privados que ficarem com o negócio.

Contra as privatizações e as concessões

Francisco Asseiceiro, do Organismo de Transportes de Lisboa do PCP, disse que a modernização da linha do Oeste tem impacto não só na região como em todo o país, uma vez que a rede ferroviária é arbórea, constituída por um tronco comum que é a linha do Norte a partir do qual irradiam as outras linhas férreas. Por isso, os comboios deveriam ser directos a Lisboa para entroncar na rede para sul. Já para norte, a alta velocidade a passar por Leiria constitui uma oportunidade única para a linha do Oeste que poderá assim ficar ligada a toda a rede nacional.
Este engenheiro, especialista em caminhos-de-ferro, disse ainda que a modernização da linha do Oeste tem sido preterida porque a agenda de investimentos dos governos têm estado associadas à privatização de sectores-chave, nos quais os direitos dos trabalhadores ficam fragilizados. “Tudo o que não esteja associado ao sector privado fica para trás”, disse.
A defesa do investimento público e da CP como empresa pública nacional e a recusa de quaisquer concessões a privados foi, aliás, uma tónica em todo o debate.
José Raposo, dirigente regional do PCP, lembrou logo no início que a modernização da linha do Oeste foi uma promessa do governo no âmbito das compensações pela Ota e exigiu a electrificação desta infra-estrutura, bem como a reconfiguração dos horários, novo material circulante e “preços mais justos e acessíveis para tornar o comboio mais atractivo”.
Durante o debate, o arquitecto caldense Jaime Neto (que foi candidato independente pelo PS nas listas para a autarquia caldense) chamou a atenção para a importância das estações enquanto nós dos sistema de transportes, dizendo que não basta modernizar a linha, sendo necessário agir também nesses pontos da rede para aumentar a mobilidade das pessoas.

Um tema para unir e não para dividir

Sinal de maturidade da democracia portuguesa, estiveram num debate do Partido Comunista, dirigentes do PSD, CDS/PP e BE. Deste último, Fernando Rocha (deputado municipal nas Caldas) referiu que o estado actual da linha do Oeste é um “escândalo” e Manuel Isaac lamentou que estivessem tão poucas pessoas presentes no debate, prova de que “a sociedade civil não se mexe” para defender esta causa.
O deputado centrista disse ainda que estava de acordo com tudo o que fora dito pelos comunistas, excepto no que se referia à recusa dos privados operarem nos sistemas de transportes.
Também a deputada social democrata na Assembleia da República, Maria da Conceição Pereira, usou da palavra, agradecendo o convite do PCP para estar presente, mas mostrou estar a milhas do tema, confundindo - num discurso muito pouco escorreito - a CP com a Refer. Sublinhou, no entanto, que a modernização da linha do Oeste era um tema que deveria “unir-nos a todos e não dividir-nos” e que não se devia “atirar pedras”, respondendo assim às acusações dos comunistas contra o PSD e o PS pelas promessas não cumpridas.
Bruno Dias disse estar de acordo, mas referiu que os governos são constituídos por pessoas e que foram delas as decisões emanadas que levaram à actual situação da linha do Oeste. E contou que o seu partido propôs em sede de Orçamento do Estado uma verba para a reabilitação daquela infra-estrutura e que alguns dos que agora assinaram uma petição para defender a linha, votaram contra essa proposta.


Especialista diz que Caldas pode ficar na rede de alta velocidade

Fransciso Asseiceiro, engenheiro com experiência em empresas da Refer e agora a trabalhar num grupo privado ligado à ferrovia, contou a curiosa aproximação do projecto português de alta velocidade às teses defendidas pelo PCP de considerar o caminho-de-ferro com um todo:
“Primeiro achava-se que o TGV deviam ser uma coisa desligada do resto da rede, sem qualquer interferência com a rede convencional. Depois pensou-se, e bem, que as estações deveriam ser comuns para permitir a intermodalidade entre os dois tipos de comboios e por fim descobriram que com a tecnologia espanhola dos intercambiadores [aparelhos que permitem adaptar os rodados das composições aos dois tipos de bitola], o TGV pode circular também em todas as linhas, tirando partido das velocidades ganhas nos corredores de alta velocidade”.
É graças a isso que será possível, por exemplo, um comboio de alta velocidade vir do Porto para Lisboa passando por Leiria e vindo depois pela linha do Oeste. O mesmo pode acontecer em sentido contrario: uma composição de alta velocidade sair de Lisboa, parar nas Caldas e em Leiria e seguir para o Porto. Ou seja: o TGV nas Caldas é possível.
Carlos Cipriano

7.461.(5fev2010.11.55') Os fornos de Cal...Texto de António Maduro...


respiguei dos blogues dp sapinho gelásio e do jero


Os fornos da cal de Pataias
Do suplemento do Região de Cister nº858, dedicado a PataiasProjecto da Câmara de Alcobaça e da Junta de FreguesiaFornos da cal de Pataias vão integrar roteiro turístico
A actividade que foi, durante muitos anos, o ganha-pão dos habitantes de Pataias vai integrar um roteiro que permitirá aos visitantes conhecer a tradição industrial da vila.
Junta e Câmara de Alcobaça já estão em negociações com os proprietários dos antigos fornos da cal, no sentido de adquirirem um deles para ser restaurado.
O projecto começou a ser pensado o ano passado. A vila será dotada de um roteiro turístico, integrando praias, aldeias, a lagoa e também um percurso pelos antigos fornos da cal, revelou Dário Moleiro, secretário da Junta de Freguesia.“Os fornos estão todos nas mãos de particulares e estamos, neste momento, a tentar negociar com alguns, no sentido de conseguir adquirir um deles para ser restaurado”, explica o autarca, frisando que haverá “uns três ou quatro ainda em estado de conservação razoável”.
A inclusão destas estruturas no roteiro permitirá aos visitantes conhecer aquela que foi, em tempos, a actividade nobre da freguesia. A riqueza geológica (maciços calcários) e a abundância de madeira dos pinhais da região, favoreceu o aparecimento destes fornos. A actividade teve, até, influência no desvio da rota da linha do Oeste (Pataias-Gare) que garantia o escoamento da produção para quase todo o país.O fabrico da cal não conheceu grandes alterações ao longo dos séculos. Esses fornos artesanais, cuja laboração se manteve até praticamente ao final do século passado, em pouco alteraram as suas características de funcionamento e dimensão, desde o período romano.Supõe-se que a generalidade dos fornos tenha surgido em meados do século XIX. Esta actividade chegou a ter uma importância considerável para a economia local. Em 1980, ainda havia 25 fornos operacionais, fazendo em média sete cozeduras por ano.O seu declínio foi notório a partir da década de 90, com a extinção da grande maioria. Sabe-se que o último forno em actividade, na região, deixou de laborar a 30 de Junho de 1995. Dário Moleiro conta que o que resta da actividade está disperso pela freguesia. Mas mostra-se convicto de que, “mesmo que não se chegue a acordo com os proprietários para aquisição e restauro de um dos fornos, será sempre possível integrá-los num roteiro”.E isto porque, sustenta, a maior parte deles está localizado junto a caminhos públicos, o que permitirá elaborar programas de visitas sem interferir com os interesses dos proprietários. “Mas estamos convencidos de que haverá interesse dos privados em fazer parte deste projecto”, afirma.O roteiro integrará também as praias da região, entre Água de Madeiros e a Falca - que serão todas requalificadas -, pretendendo incluir ainda algumas das aldeias de Pataias. “Há algumas, como Mélvoa e Pisões, com características de tal modo agradáveis que gostaríamos de poder desenvolver ali projectos de turismo rural”, conta o secretário da Junta de Freguesia, admitindo que tais projectos estarão, sempre, dependentes da vontade dos privados. “Mas a beleza dessas zonas, por si só, justifica a sua inclusão num roteiro que permita aos turistas usufruir delas”, justifica, frisando que, neste momento, ainda estão a ser identificadas as aldeias a incluir nesse roteiro.A concretização deste projecto não tem prazos definidos. A Junta gostaria de poder vê-lo em andamento até final do actual mandato, esclarece ainda o responsável.
...................
a foto é Do blogue "Jero" http://jeroalcoa.blogspot.com/
O Conjunto de Fornos de Cal de Pataias
A indústria artesanal da cal nos antigos Coutos de Alcobaça concentrava-se na beirada da Serra dos Candeeiros. É neste espaço que, no século XVIII, encontramos a maioria das referências aos fornos do Mosteiro.Por meados do século XIX, a falta de matos utilizados como combustível na cozedura da pedra, levou ao encerramento dos fornos de cal parda ou magra da charneca serrana, propiciando a transferência desta actividade para Pataias.A colonização do espaço, incentivado pela plantação de vastas áreas de olival nas faldas desta Serra, ao longo do século XVIII, conduziu a arroteias extensivas da mata primitiva. Também a vaga de tomadias populares verificadas nas terras da encosta, durante o século XIX e a primeira metade do século XX, estacando tanchoeiras entre as penas e fragas, contribuíram para a supressão do coberto vegetal de carvalhos, carrascos e medronheiros... De facto, a acção combinada da pastorícia e do corte de matos para a arte agrícola e combustível condenaram a sobrevivência deste ofício neste espaço geográfico.Segundo os registos de contribuição industrial de 1881, Pataias era o único centro de produção de cal do Concelho, com treze fornos em funcionamento. Esta localidade possui veios de pedra de excelente qualidade, matos em abundância nas terras de pinhal, factores que não só justificam a instalação da indústria, como explicam o seu desenvolvimento ao longo das primeiras três décadas do século XX. A passagem do caminho-de-ferro em Pataias, no ano de 1888, e a posterior construção do apeadeiro contribuíram para a expansão desta actividade. Era este transporte que assegurava o abastecimento de cal à Siderurgia Nacional, indispensável na produção do aço.Em 1933 estão arrolados 33 fornos em actividade. O número de fornos em laboração veio gradualmente diminuir. Em 1942 encontramos 25 fornos, oito anos volvidos apenas 17 mantêm este ofício tradicional. Já no ano de 1982 só 5 fornos ainda trabalham, chegando o seu ocaso no ano de 1995, quando o senhor António Grilo coze a última fornada. As famílias que ao longo de mais de um século tomaram nas suas mãos este ofício sazonal foram forçadas, paulatinamente, a largar este mester.Muitas são as explicações para o abandono desta arte milenar. Em primeiro lugar, o carácter artesanal deste ofício que pouco ou nada se modernizou. Por outro lado, a falta de mão-de-obra motivada pela instalação das indústrias cimenteiras, vidreiras e cerâmicas na região, que permitiram um pleno emprego e estimularam a deslocação de activos da agricultura para a indústria. A dureza das condições de trabalho (18 horas seguidas a alimentar o forno com 6 magras horas de descanso num canto do barracão) não constituía aliciante para os mais novos. As exigências de jornas mais elevadas vieram a tornar-se verdadeiramente incompatíveis com a capacidade produtiva e a rentabilidade das fornadas. Por outro lado, as empresas que adquiriam grandes proporções de cal, passaram a instalar fornos eléctricos destinados à sua produção.Com o encerramento dos fornos, a regular limpeza dos pinhais deixou de ser feita, pelo que o culminar desta actividade teve um impacto negativo nas culturas florestais e sua exploração pela mais fácil propagação de fogos.A tecnologia de produção da cal não terá conhecido grandes modificações do período romano aos nossos dias.Estes fornos de estrutura barriloíde arvoravam as suas paredes com tijolos ligados por um barro areento. O seu topo aberto apresenta-se ligeiramente estrangulado em relação à base afundada no terreno. A altura destes fornos situa-se entre os 4,5 m e os 6m, a largura da base entre os 3,70 m e os 4,60 m e o topo entre 3,15m e 4,10 m. Para resistir à pressão da cozedura os fornos apresentam-se parcialmente aterrados. Com esta mesma finalidade a parede é travada por cima do portal com três troncos de pinheiro.A laboração destes fornos é de tipo descontínuo ou intermitente, necessitando de um abastecimento regular de mato à caldeira até finalizar a cozedura, ao contrário do que sucede nos fornos de laboração contínua ou permanente em que as camadas de lenha ou carvão alternam com as camadas de pedra. Como combustível utilizava-se preferencialmente o mato, daí denominarem estes fornos de fornos “de cal a mato”. Para uma fornada eram necessários entre 80 a 100 carradas de mato. Com a adaptação aos carros de bois de eixos de ferro e rodados de camioneta, por volta dos anos 50, reduziram-se os fretes a 50 ou 60 carradas. Os carros podiam agora vir mais carregados sem o risco de se atolarem nas areias do pinhal. Com a substituição da tracção animal pela tracção mecânica, apenas 10 fretes de camioneta eram suficientes.A partir da década de 40 recorre-se, igualmente, ao “motano” (molhos de braça de pinho). Graças ao “motano” os fornos começaram a laborar durante o Inverno. Cada fornada consumia entre 150 a 200 talhas de “motano”, equivalendo 1 talha a 60 molhos. A temperatura em que se processava a cozedura da pedra é denominada de rubro cerejo, situando-se entre os 800º e os 1000º.O “empedre” do forno consumia aproximadamente 150 carradas de pedra, extraída pelos cabouqueiros. Os fornos, por uma questão de economia, localizam-se nas imediações das áreas de extracção. Cada fornada levava em média três semanas. Uma para enfornar (levantar o “empedre”), outra para cozer a pedra e outra para a retirar.Principiava-se pelo “empedre”, assentando as “armadeiras” sobre o peal que rodeava a caldeira. Quando o “empedre” atingia a altura do portal as pedras começavam a ser descarregadas pela abertura superior. Sobre as “armadeiras” (pedras que chegavam a atingir 1 m de comprimento) destinadas a estruturar a abóbada, depositavam-se as “carregadouras” (pedra miúda). O “capelo”, final do “empedre”, excedia em cerca de 1,50 m o topo do forno.No final da cozedura, o “capelo” do “empedre” baixava cerca de meio-metro em relação ao topo do forno. Como nos refere o mestre Joaquim Ribeiro bastava olhar para a pedra para saber se ela estava convenientemente cozida. Era então chegada a altura de desenfornar a pedra, tarefa árdua dada a temperatura que o forno mantinha. Em média cada fornada rendia entre 50 a 55 toneladas de cal. Sabemos que antes da utilização do “motano” como combustível e do recurso ao transporte mecanizado das paveias de mato e da pedra das caboucas, os fornos não coziam mais do que três a quatro fornadas por ano, passando, posteriormente, a poder realizar mais de dez fornadas.A cal era comercializada à boca do forno. Caso os compradores tardassem a pedra consumia-se, pois não existia nenhum espaço destinado ao armazenamento. Só a partir da década de 50 é que se edificam armazéns para guardar a cal, acondicionando-se esta em tulhas de tijolo, com uma capacidade de cerca três toneladas. Inicialmente em galeras, nos seirões e cangalhas dos burros e, mais tarde, nas camionetas escoava-se a cal em pedra e em pó.Nas feiras e nos mercados a vendedeira da cal marcava sempre presença. No tempo da Páscoa o costume de caiar a habitação e alguns cómodos (adega, casa das tulhas e pias, cisterna...) antes da visita do pároco, levava a um aumento da procura e logo à subida do preço deste produto. Este uso não tinha apenas um objectivo estético, cabendo à cal assegurar a impermeabilização dos imóveis, assim como os resguardar dos calores estivais. Ao matar a cal na pia acrescentava-se um fio de azeite, o que impedia não só que a cal sujasse os fatos domingueiros, como ajudava a conservar melhor as paredes.A cal gorda de Pataias era procurada para o fabrico de argamassas, estuques, cal de caiar e para uma ampla utilização nas terras de cultura.
António Valério Maduro

Rua Zagalo e o términus da obra inaugurada em Agosto de 2005?

Ficará a obra eternamente adiada???
Na praça...Junto ao Turismo as pedras soltas...
algumas cortam pneus de bicicletas...

Carnaval da Maiorga tem site






5ª edição consecutiva,

com mais animação, folia e muita alegria para todos os que neste evento participam e para os que nos visitam.

6 dias, com mais surpresas, uma organização reforçada, e conta este ano com a participação de novas associações.

Na sexta-feira, dia 12 de Fevereiro, tem lugar o Corso Infantil, que conta com a participação da Escola da Maiorga, a Escola da Bemposta e o Centro de Bem estar e Social da Maiorga. Assim sendo, contamos com a presença de cerca de 230 crianças, e os respectivos funcionários e professores.

A Sociedade Filarmónica Maiorguense, realiza este ano os Bailes de Carnaval nas noites de Sábado e na Segunda-feira,13 e 15 de Fevereiro,repectivamente.


A festa de Foliões, esta reservada para os dias 14 e 16 de Fevereiro, pelas 15h com a realização dos CORSOS. Os Filões saem às ruas da Maiorga, e prometem encher estas cheias de alegria e cor. Nesta edição a organização conta ja com 7 grupos e três carros alegóricos com temas diversos, deixando desde já o convite a todos para se inscreverem nos grupos, formarem novos grupos, ou virem desfilar connosco nas ruas.Para assistir aos corsos, não tem de pagar bilhete so tem de estar presente.BOM CARNAVAL A TODOS!!!!

Tarifa Única de água no Oeste....

respiguei de
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=3124af26-75e0-4e02-a677-79a1ace87046&edition=112

Águas de Portugal quer criar sociedade mista entre a empresa e as autarquias


Tarifa única de água no Oeste dependente de Torres Vedras, Alcobaça e Óbidos
O presidente da Águas de Portugal, Pedro Serra, apresentou, dia 19 de Janeiro, na OesteCim, a proposta de criação de uma sociedade entre a empresa e as autarquias com vista à implementação de uma tarifa de água e saneamento única para todos os concelhos. A solução já tinha começado a ser estudada no âmbito da Comunidade Intermunicipal do Oeste, mas os municípios optaram por fazer depender a decisão de aderir ou não do resultado de “uma negociação que irá ter lugar em torno das condições financeiras desse contrato” , disse Pedro Serra aos jornalistas, no final da reunião.
O modelo de sociedade está ainda a ser estudado mas o responsável pela empresa adianta que, “se o projecto vier a ser concretizado, haverá um conjunto de investimentos para aumentar a qualidade e fiabilidade do serviço e para estender rede, sobretudo de saneamento, onde há necessidade de melhoramentos.”

“O efeito de escala que permitirá descer as tarifas de água e saneamento ao consumidor” é uma das principais vantagens apontadas pelo presidente da OesteCim, Carlos Lourenço, ao projecto.
Mas apesar de ser uma ambição, a tarifa única “poderá não ser imediata e ter um prazo de implantação “de um a cinco anos”, acrescenta Carlos Lourenço.O preço da tarifa irá depender do número de municípios a aderir à futura sociedade, que tinha entre os principais críticos Carlos Miguel, presidente da Câmara de Torres Vedras. Alcobaça é outro dos municípios que ainda não manifestou intenção de aderir e, Óbidos, só na última reunião entregou dados para completar um estudo que está a ser efectuado pela empresa.
A Águas de Portugal deverá nos próximos dois meses apresentar valores de tarifas para a constituição da sociedade a nove ou doze municípios, dependendo da adesão ou não de Óbidos, Alcobaça e Torres Vedras, sendo que, no caso destes dois últimos concelhos, a adesão terá um peso decisivo na descida das tarifas ao consumidor.
Alenquer, com um sistema de abastecimento concessionado, ficará de fora da sociedade, mas, Rio Maior poderá ser integrado no sistema e permitir que a sociedade venha a concretizar-se com doze municípios.
Dina Aleixo
02-02-2010
...............
gazetacaldas.com também registou:

Oeste poderá ter tarifa única para a água e saneamento
Pedro Serra, presidente das Águas de Portugal, esteve reunido com os autarcas do Oeste, na sede da OesteCIM, no passado dia 29 de Janeiro, para discutir a possibilidade de criação de uma sociedade para a prestação de serviços de fornecimento água e saneamento aos consumidores finais.
“Se a parceria vier a ser constituída praticar-se-á uma tarifa única na região”, informou o responsável, o que se poderá vir a concretizar no prazo de um a cinco anos nos municípios aderentes.
Actualmente cada município trabalha por si e o novo modelo prevê a junção dos municípios, criando um efeito escala e permitindo, em última instância, a diminuição da tarifa ao munícipe.
A proposta ainda vai ser discutida, mas Pedro Serra assegura que se o “projecto vier a ser concretizado haverá um conjunto de investimentos que terão que ser feitos para aumentar a qualidade e fiabilidade do serviço, e estender a sua rede”. O serviço de saneamento é o que precisa de um maior investimento e, segundo o responsável, é necessário estudar como é que esses investimentos serão recuperados, assim como se haverá apoios do QREN para a sua concretização.
Pedro Serra ressalvou ainda que terá que haver uma diferenciação entre as autarquias, pois algumas já têm um investimento feito em água e saneamento. “Não seria justo não reconhecer essas diferenças e, muitas autarquias, que inclusive se endividaram, terão que receber uma retribuição que lhes permita honrar o serviço da divida que assumiram”, explicou.
O preço da tarifa irá depender do número de municípios a aderir à futura sociedade. Uma das vozes mais criticas era presidente de Torres Vedras, Carlos Miguel, mas o presidente da OesteCIM referiu que nesta reunião o autarca “ficou também muito receptivo e vai entrar em negociações”, assim como Alcobaça. Também Óbidos já enviou os dados que tinham sido pedidos pelas Águas de Portugal.
A empresa das águas deverá nos próximos dois meses apresentar valores de tarifas para a constituição da sociedade a nove ou 12 municípios, dependendo da adesão ou não de Óbidos, Alcobaça e Torres Vedras. Alenquer, com um sistema de abastecimento concessionado, ficará de fora da sociedade, mas, Rio Maior já mostrou interesse em integrar o sistema e permitir que a sociedade inclua doze municípios.
Fátima Ferreira

5.175.(5fev2010.10.10') Presidente da Câmara Paulo Inácio foi entrevistado recentemente pela cister.fm

No sábado 31.1.2010... Ver arquivo em www.cister.fm
Ouvi hoje:
1.Dívida: 26M€ na câmara e 7 M€ nos SM...Preocupo-me mais com os compromissos para o futuro...O empréstimo de 2M€ é para animar a economia local...Estamos na média de 11o dias...Devíamos pagar na hora...Acordos de pagamento legais, com prestações mensais...Reduzindo juros e renegociando dívidas com os grandes fornecedores...
2.Funcionários: 455 funcionários...373 CMA+82 SM...Temos pouca gente na rua...Vamos criar a Divisão de Recursos Humanos...Urgentíssima...Não estamos mal em custos de pessoal...
3. Nova Metodologia: muitos protocolos sem critérios objectivos, com renovação automática...Temos de fazer avaliação...Monitorização de objectivos...
4. Água em alta...Temos de consumir a preço superior à que vendemos aos munícipes...Esta obrigação contratual é inaceitável... A água de Lisboa é mais barata...Não podemos ser cidadãos de 2ª...
5. Combate diário ao desperdício...Não somos ilha...Realismo...Ambição...Estamos a trabalhar com entusiasmo...Melhorar procedimentos...A eficiência energética é contraditória...Não tivemos ganhos em alguns empreendimentos...
6. CTAlcobaça é de referência...Cortámos 1/3 dos custos...A programação está boa...O Cistermúsica vai continuar...
7. Vamos olhar pelo Desporto...
8. José Diogo no Gabinete de Apoio à Presidência para as pequenas obras...Faz relatório ao Presidente...
9. Tenda de Carnaval...Convidámos associações sem os custos dos carnavais anteriores...Tivemos cuidado com os preços...A Política cultural de nós para nós terá iniciativas noutras freguesias, mas a Praça do Mosteiro é a praça de todo o concelho...
10. Estacionamento em frente ao Mosteiro.Nas próximas 2 semanas vamos colocar parquímetros em frente ao Mosteiro tirando-os da Av. João de Deus...
11. Mercado Municipal é uma obra urgentíssima... Estamos a reflectir...Oportunidade para "Open Space" Loja do Munícipe em vez do restaurante...Novos Paços do concelho por cima do mercado...Vamos ver a reformulação do projecto com a CCDR...
12. A opção política dos Centros Escolares feitos pela Cister SA, entidade privada,pública...
Custos mensais elevadíssimos...Assusta-me no sentido que é o maior investimento de sempre...Vamos ter ganhos importantes na educação...
avultadíssimos tb os outros Centros Escolares via QREN...
13. Parque de Negócios...Havia 1 compromisso para o Call Center com aluguer de 1 Pavilhão de 1 privado...Convenci o privado a mudar o contrato...O dinheiro que estava para ser investido no privado vai ser no espaço municipal...
14. Museu do Vinho...Na Lourinhã e em Torres Vedras tb há este problema com o Instituto da Vinha e do Vinho... Queriam 300 mil, 500 mil para concessões e 750 mil para venda ao munícipe...Disse ao 1º ministro...Se me entregarem por valores simbólicos...Havendo sensatez do governo em assumir as suas responsabilidades...
15. Sondagem de SMPorto ir para as Caldas...São pessoas que fazem afirmações mas que não representam a população...Estou seguro que o povo de SMPorto gosta de ser alcobacense...
16. Hospital Oeste Norte estratégico...Não há dia nenhum que não pense neste dossier...Estamos empenhadíssimos...Tenho esperança, mas sou cauteloso, determinado e combativo...
17. Foi adiado o TGV Lisboa.Porto e é uma boa notícia do "Expresso"... Se requalificarmos a Linha do Oeste para ter passageiros...
18. Fusão do Oeste com Leiria...Alcobaça ganhava centralidade...
19.Já temos novidades de empresas que vão investir no nosso concelho.
20. Parque Verde com parque radical...
21. Mosteiro...
22. Vamos ter reunião para requalificação do Alcoa, da Nascente à foz...Já falei com o meu colega da Nazaré...
23. Vêm da CCDR para o golfe...
24. Oh Natividade (lá estou eu com Alfeizerão), Piedade...
25. Qual a marca quer deixar?? Investimentos correctos, marca de criação de riqueza...Os políticos andam aqui para dar mais felicidade às pessoas...Emprego...Investimento para a qualidade de vida...


O que a Rádio Relevou:
Instalação do futuro Hospital nas Caldas da Rainha «deixará Alcobaça com um sério problema».
A Câmara Municipal de Alcobaça já tem um Plano B para o caso do Ministério da Saúde rejeitar a Quinta do Vale da Cela para a instalação do futuro Hospital Oeste-Norte.
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O presidente da autarquia, Paulo Inácio, numa entrevista de inicio de mandato à frente da Câmara na Rádio Cister, afirmou-se «optimista em relação à escolha de Alfeizerão para aquelas instalações», mas adianta ter elaborado uma alternativa com vista à rentabilização do esforço financeiro da autarquia, de 3,5 milhões de euros.
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Paulo Inácio admite que «Alcobaça ficará com um sério problema para resolver devido aos 3,5 milhões de euros envolvidos na compra do terreno em Alfeizerão, caso a opção não recaia sobre a Quinta do Vale da Cela».
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Entretanto, e sobre o ressurgimento de um Movimento Cívico que defende a passagem de São Martinho do Porto para Caldas da Rainha, Paulo Inácio afirma que «não se deve dar importância a quem não a tem», garantindo que nas vistas regulares à vila tem «constatado que a esmagadora maioria da população está de alma e coração com Alcobaça».
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Quanto ao projecto da Regeneração Urbana da zona da Gafa, em Alcobaça, que transitou do anterior executivo, Paulo Inácio defende, agora, «a instalação dos serviços técnicos da autarquia por cima do edifício do Mercado Municipal».
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Segundo o presidente do executivo camarário, «esta poderá ser uma das respostas à reflexão que Alcobaça ainda está a fazer sobre o projecto», remetendo para daqui a dois meses mais novidades sobre esta matéria.
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Ao contrário do inicialmente previsto, a requalificação do Mercado Municipal poderá não contemplar a instalação de um restaurante, no piso superior a construir, mas antes a dos serviços técnicos da autarquia bem como a Loja do Munícipe.
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Já sobre a Requalificação do centro histórico, e mais concretamente o estacionamento que voltou a ser autorizado à volta do Mosteiro, o autarca revelou que a Câmara deverá colocar, dentro de duas semanas, parquímetros na bolsa de estacionamento em frente à Ala Sul do Mosteiro de Santa Maria.
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«Esta medida servirá para ordenar o espaço destinado ao parqueamento no Rossio», acrescentou, algo que não tem acontecido desde que a autarquia abriu a Ala Sul aos automóveis.
..
Em alternativa, e para não reduzir a oferta de estacionamento na zona envolvente ao Mosteiro, a Câmara irá «retirar os parquímetros da Rua João de Deus», mantendo-se o estacionamento pago nas Ruas Frei António Brandão, Engenheiro Duarte Pacheco e parte da Miguel Bombarda.
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Das políticas assumidas pela anterior liderança, e que a nova equipa camarária terá de respeitar, é o preço do abastecimento de água em alta a Alcobaça que mais inquieta o autarca, que já anunciou a intenção de pressionar o Governo a rever o acordo, pois «município não poderá comprar água a um preço superior ao que cobra aos seus consumidores», acrescentou.
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«Inaceitável» é como Paulo Inácio classifica o preço que Alcobaça irá pagar pelo serviço, «provavelmente dentro de meses», à Empresa Águas do Oeste.
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Das medidas que anunciou como prioritárias na sua governação, como a maior proximidade dos serviços aos munícipes, o presidente da Câmara fala, para já, na necessidade de colocar mais funcionários, tanto da autarquia como dos Serviços Municipalizados, na rua.
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A autarquia emprega 455 pessoas e o presidente do executivo diz que há áreas onde a sua utilidade é maior fora dos gabinetes. Sobre o número de funcionários do Município, Paulo Inácio afirmou que existem áreas onde eles estão em falta e outras que têm pessoas a mais, sendo a sua boa distribuição a maior preocupação.
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Sobre o futuro de alguns projectos que poderão mudar a dinâmica económica no concelho, como o golfe, Paulo Inácio revelou que o executivo de Alcobaça conseguiu convencer a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional a enviar uma equipa de trabalho por causa dos campos previstos. A visita de trabalho está prevista para o próximo dia 23 de Fevereiro.
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O objectivo é «desemperrar o processo burocrático» pois, adiantou o autarca, está em causa a «criação de postos de trabalho para os jovens de Alcobaça» no norte do concelho e em S. Martinho do Porto.
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Já quanto ao futuro da Região, a que pertence o concelho de Alcobaça, Paulo Inácio admite ser um defensor da «fusão de Leiria e Oeste» no âmbito do processo de regionalização, agora em discussão, por entender que «a união colocará Alcobaça numa posição de maior centralidade».
.
O autarca alerta, contudo, que a fusão das duas regiões está dependente do traçado do TGV de Lisboa ao Porto, de que é contestatário.

ordem de trabalhos da reunião de câmara do dia 8 Fev 2010..14.30

REUNIÃO ORDINÁRIA
PÚBLICA
1.
------ ACTA DA REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA NO DIA VINTE E CINCO
DE JANEIRO DE DOIS MIL E DEZ -
(AMBIENTE) 2.
------ MATERPLANA – MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO E TERRAPLANAGENS,
UNIPESSOAL, LIMITADA – PEDIDO DE REGULARIZAÇÃO DE PEDREIRA –
PROPOSTA-
(AMBIENTE) 3.
------ DIRECÇÃO GERAL DE ENERGIA E GEOLOGIA DO MINISTÉRIO DE
ECONOMIA, DA INOVAÇÃO E DO DESENVOLVIMENTO – PROSPECÇÃO E
PESQUISA DE DEPÓSITOS MINERAIS PELA EMPRESA MOTAMINERAL,
SOCIEDADE ANÓNIMA – PEDIDO DE PARECER – PROPOSTA -
(AMBIENTE) 4.
------ DIRECÇÃO GERAL DE ENERGIA E GEOLOGIA DO MINISTÉRIO DE
ECONOMIA, DA INOVAÇÃO E DO DESENVOLVIMENTO – PROSPECÇÃO E
PESQUISA DE DEPÓSITOS MINERAIS PELA EMPRESA ADELINO DUARTE
DA MOTA, SOCIEDADE ANÓNIMA – PEDIDO DE PARECER – PROPOSTA -
(DESPORTO) 5.
------ EVENTOS DESPORTIVOS APOIADOS – INFORMAÇÃO -
(DESPORTO) 6.
------ GINÁSIO CLUBE DE ALCOBAÇA – MINUTA DE ACORDO DE
COLABORAÇÃO – PROPOSTA -

(DESPORTO) 7.
------ HÓQUEI CLUBE DE TURQUEL – PEDIDO DE APOIO – PROPOSTA -
(EDUCAÇÃO, CULTURA E RECREIO) 8.
------ CONCURSO DE MUSICA DE ALCOBAÇA – ANO DE DOIS MIL E DEZ –
PROJECTO DE REGULAMENTO – PROPOSTA -
(EDUCAÇÃO, CULTURA E RECREIO) 9.
------ PRÉMIOS DE CARNAVAL FOLIA & ALGAZARRA 2010 – PROPOSTA -
(EDUCAÇÃO, CULTURA E RECREIO) 10.
------DIANA DE SOUSA POLICARPO – PEDIDO DE COMPARTICIPAÇÃO EM
TRANSPORTE ESCOLAR – PROPOSTA -
(GESTÃO URBANISTICA) 11.
------ PLANO DIRECTOR MUNICIPAL DE ALCOBAÇA – ALTERAÇÃO POR
ADAPTAÇÃO DECORRENTE DA ENTRADA EM VIGOR DE PLANO
REGIONAL DE ORDENAMENTO DE TERRITÓRIO – PROPOSTA -
(GESTÃO URBANISTICA) 12.
------ PLANO DIRECTOR MUNICIPAL DE ALCOBAÇA – ALTERAÇÃO
DECORRENTE DA EVOLUÇÃO DAS CONDIÇÕES ECONÓMICAS E
AMBIENTAIS – PROPOSTA -
(LEGISLAÇÃO) 13.
------ AVISO NÚMERO MIL SEISCENTOS E NOVENTA BARRA DOIS MIL E
DEZ, DE VINTE E SEIS DE JANEIRO – INFORMAÇÃO ---------------------------------
------ Motamineral – Minerais Industriais, S.A. – requereu a atribuição de direitos de
prospecção e pesquisa de depósitos minerais de quartzo e caulino-
(LEGISLAÇÃO) 14.
------ AVISO NÚMERO DOIS MIL TREZENTOS E CINQUENTA E QUATRO
BARRA DOIS MIL E DEZ, DE DOIS DE FEVEREIRO – INFORMAÇÃO -
------ Revisão do Plano de Pormenor da Quinta das Freiras. -
(LEGISLAÇÃO) 15.
------ ANÚNCIO DE PROCEDIMENTO NÚMERO TREZENTOS E TRINTA
BARRA DOIS MIL E DEZ, DE DOIS DE FEVEREIRO – INFORMAÇÃO -------------
------ Concurso Público de Manutenção do relvado do estádio municipal de Alcobaça. -(LICENÇAS E TAXAS) 16.
------ MARIA DA GRAÇA PIORRO COELHO PEÇAS – PEDIDO DE
PAGAMENTO DE TAXAS EM PRESTAÇÕES – PROPOSTA -
(LICENÇAS E TAXAS) 17.
------ MARIA DE LOURDES MARTINHO FONSECA DO CARMO VICENTE –
PEDIDO DE PAGAMENTO DE TAXAS EM PRESTAÇÕES – PROPOSTA -
(LICENÇAS E TAXAS) 18.
------ ROTARY CLUB DE ALCOBAÇA – PEDIDO DE ISENÇÃO DE
PAGAMENTO DE TAXA – PROPOSTA -
(LICENÇAS E TAXAS) 19.
------ HÓQUEI CLUBE DE TURQUEL – PEDIDO DE ISENÇÃO DE
PAGAMENTO DE TAXA – PROPOSTA -
(LICENÇAS E TAXAS) 20.
------ UNIÃO RECREATIVO DE CARVALHAL DE TURQUEL – PEDIDO DE
LICENÇA ESPECIAL DE RUÍDO – PROPOSTA -
(LICENÇAS E TAXAS) 21.
------ CARMOS – COMÉRCIO INDUSTRIA HOTELEIRA, LIMITADA –
ESTABELECIMENTO DE BEBIDAS ‘OS CARMOS’ – PEDIDO DE
ALARGAMENTO DE HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO – PROPOSTA-
(LICENÇAS E TAXAS) 22.
------ A. F. & C. FERREIRA – ESTABELECIMENTO DE BEBIDAS ‘APOLO’ –
PEDIDO DE ALARGAMENTO DE HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO –
PROPOSTA-
(LICENÇAS E TAXAS) 23.
------ MARCELINO GONÇALVES RIBEIRO – ESTABELECIMENTO DE BEBIDAS
‘PASTELARIA LINIBOLO’ – PEDIDO DE ALARGAMENTO DE HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO – PROPOSTA -
(LICENÇAS E TAXAS) 24.
------ PASTELARIA MELNATA, LIMITADA – ESTABELECIMENTO DE
BEBIDAS ‘PASTELARIA MELNATA’ – PEDIDO DE ALARGAMENTO DE
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO – PROPOSTA -
(LICENÇAS E TAXAS) 25.
------ PAULO, CARLOS & MARQUES, HOTELARIA, LIMITADA –
ESTABELECIMENTO DE BEBIDAS ‘CAFÉ DEGRAU’ – PEDIDO DE
ALARGAMENTO DE HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO – PROPOSTA -
(LICENÇAS E TAXAS) 26.
------ AMILCAR FUNCHEIRA ALVES – ESTABELECIMENTO DE BEBIDAS ‘O
AMILCAR – CASA DE PASTO’ – PEDIDO DE ALARGAMENTO DE HORÁRIO
DE FUNCIONAMENTO – PROPOSTA -
(LICENÇAS E TAXAS) 27.
------ RICHARD SOUSA MOREIRA – ESTABELECIMENTO DE BEBIDAS ‘BECO
CLUB & LOUNGE’ – PEDIDO DE ALARGAMENTO DE HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO – PROPOSTA -
(LICENÇAS E TAXAS) 28.
------ MARIA SUSANA AGOSTINHO – ESTABELECIMENTO DE BEBIDAS
‘CAFÉ TROPICAL’ – PEDIDO DE ALARGAMENTO DE HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO – PROPOSTA -
(LICENÇAS E TAXAS) 29.
------ AFONSO & GONÇALVES, LIMITADA – ESTABELECIMENTO DE
BEBIDAS ‘CAFÉ PORTUGAL’ – PEDIDO DE ALARGAMENTO DE HORÁRIO
DE FUNCIONAMENTO – PROPOSTA -
(LICENÇAS E TAXAS) 30.
------ CARLOS CARDEIRA BAGAGEM – ESTABELECIMENTO DE BEBIDAS
‘NOSTALGIA’ – PEDIDO DE ALARGAMENTO DE HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO – PROPOSTA -
(LICENÇAS E TAXAS) 31.
------ RUI DAVID FERNANDES MORAIS – ESTABELECIMENTO DE BEBIDAS
‘PARLATÓRIO’ – PEDIDO DE ALARGAMENTO DE HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO – PROPOSTA -
(OBRAS PARTICULARES) 32.
------ DESPACHOS DO VEREADOR DO PELOURO DE GESTÃO URBANÍSTICA
– INFORMAÇÃO -
(OBRAS DE OUTRAS ENTIDADES) 33.
------ ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE
PATAIAS – PEDIDO DE VERBA – PROPOSTA -
(QUEIXAS, PARTICIPAÇÕES E TRANSGRESSÕES) 34.
------ ANDREIA DE JESUS MENDONÇA MAGALHÃES – PEDIDO DE
INDEMNIZAÇÃO – PROPOSTA -
(QUEIXAS, PARTICIPAÇÕES E TRANSGRESSÕES) 35.
------ MANUEL NOGUEIRA RICARTE – PEDIDO DE INDEMNIZAÇÃO –
PROPOSTA-
(TOPONÍMICA) 36.
------ FREGUESIA DE ALFEIZERÃO – PROPOSTA-
(TESOURARIA) 37.
------ RESUMO DIÁRIO DA TESOURARIA – INFORMAÇÃO -

Estacionamento em frente ao Mosteiro...

este assunto tem de ser tratado em breve...
ponderar bem com os comerciantes se efectivamente esta experiência resultou de algum modo na sua vida...
Venderam mais significativamente????Vale mesmo a pena???É mesmo uma solução para a crise que vivem há anos?
Presidente Paulo Inácio disse que iria mandar tirar os parquímetros da Av.João de Deus para colocar ali em frente à ala sul do Mosteiro... Está correcto???
Agradeço opiniões...
in cister.fm
2010-02-01 18:20:00
"O regresso do estacionamento ao Rossio não está cumprir o objectivo".
José Acácio Barbosa, vereador do PS na Câmara Municipal de Alcobaça, considera que o «estacionamento em frente ao Mosteiro de Santa Maria está a gerar caos».
.
Segundo o vereador «além do estacionamento se traduzir numa total desordem, não está a ser cumprido o seu principal objectivo, que é o de servir de incentivo e apoio às compras na zona história».
.
O regresso do estacionamento à praça 25 de Abril, muito pedido por alguns comerciantes do centro histórico, foi decidido pelo actual executivo camarário que alegou a necessidade de ajudar o comércio aí instalado num momento de dificuldades económicas para a maioria.
.
No entanto, apesar estacionamento naquela zona só estar autorizado por cerca de hora e meia, há carros que estão a ocupar lugares de manhã à noite.
.
O socialista José Acácio sugere a instalação de parquímetros naquela zona para ordenar o estacionamento e fazer cumprir o objectivo do executivo camarário, que é o de tornar aqueles espaços como um ponto de apoio ao comércio e serviços instalados no centro histórico de Alcobaça.
.
A circulação de carros e o estacionamento foram eliminados com as obras de requalificação da área envolvente ao Mosteiro, depois de vários anos de reivindicações, nesse sentido, de entidades ligadas à gestão e conservação de Monumentos classificados pela UNESCO e de próprios governantes que, quando passavam em missões oficiais por Alcobaça, não escondiam a preocupação pelo mal que o trânsito provocava ao património da humanidade.
.
O projecto da requalificação do centro histórico, da autoria do arquitecto Gonçalo Byrne, chegou, no início, a prever a construção de um parque de estacionamento subterrâneo, como equipamento de apoio ao comércio, serviços e moradores, mas a forte contestação e o elevado financiamento exigido para a sua execução levaram a que fosse abandonado.

04/02/2010

Jornal das Caldas noticiou: PENICHE comanda os Centros de Saúde...

Categoria: Política
Conselho de agrupamentos de Saúde do Oeste Norte presidido por Peniche
Fevereiro 3rd, 2010 ·
O Município de Peniche vai presidir ao conselho de agrupamentos de Centros de Saúde sob proposta da deputada da Assembleia da República, Maria da Conceição, que também é vereadora da Câmara das Caldas.
António José Correia ficou agradado com a proposta e já delegou à sua vereadora da acção social essa missão de dirigir os destinos dos serviços básicos de saúde do Oeste Norte.
O autarca de Peniche já recebeu o aval dos colegas de Bombarral, Caldas, Óbidos e Alcobaça para a concretização desse objectivo, faltando apenas a palavra do Município da Nazaré, que não esteve presente na reunião onde este assunto foi debatido.
“Para o conselho da comunidade, ficou acordado que a vereadora da área social e enfermeira Clara Abrantes, passará a ser a presidente dos Centros de Saúde”, revelou.
Para já o conselho irá promover uma reunião com Bombarral, Óbidos, Peniche, Caldas, Alcobaça e Nazaré, para saber quais as prioridades em abrir ou fechar Centros de Saúde.
“Iremos desenvolver o Plano para a Saúde, promovendo a participação entre os seis Municípios, que será apresentado em Março”, anunciou António José Correia.
“Uma das competências deste conselho é acompanhar o desenvolvimento e dar resposta em abrir ou fechar novas extensões. A constituição das Unidade de Saúde familiar terá de partir dos próprios profissionais de saúde”, anotou.
Carlos Barroso
http://www.jornaldascaldas.com/index.php/page/7/

Dia do Professor das organizações da UGT...2.Fev...NSrª das Candeias...

A nova vereadora da Educação, Mónica Baptista, enviou um simpático cartão aos professores e educadores, no dia do Professor (da UGT), com o seguinte texto dela:
"A nobre missão de um professor assenta na sua capacidade de preparar os jovens de hoje, para serem os Homens e Mulheres de amanhã."

No verso do cartão está uma mão com uma esfera-terra, graficamente muito bem, e uma frase de Henry B. Adams:
"Um professor afecta a eternidade;
é impossível dizer até onde vai a sua influência."

Onde está a jornada de convívio dos professores?
Quando é a entrega das medalhas do município aos profs aposentados?
Acabaram com a noite do professor ou só não fazem este ano?
Forum orientador de profissões?

Sempre defendi que a recepção aos professores fosse perto do Dia Mundial do Professor definido pela UNESCO em 5 Outubro... Também podia ser no dia municipal da Educação...
Quando começa a haver sinais claros de que a Educação é mesmo 1 vector estratégico em Alcobaça???

01/02/2010

Vou voltar a pressionar o PCâmara..Claustro do Rachadouro, todo o r/c passa a armazém do Ministério da Cultura


Além do que postei em 27 de Jan de 2010

Mosteiro d'alcobaça com os restos do Museu dos Coches...
Ontem passei na R. D. Pedro V e vi 2 camiões enormes a descarregarem restos do Museu dos Coches...O que vi parecia-me restos de exposições...7 camiões que ainda virão????Mas que é isto???É para isto que serve o Mosteiro Património da Humanidade???E ninguém se revolta???Vou de imediato pressionar o Presidente da Câmara...........................

Hoje voltei a pressionar o Presidente Paulo Inácio e vou pressionar o PCP...
De fonte anónima:
"Trata-se de espólio valioso do Instituto de Arqueologia ...
...Houve obras para receber...
Tudo foi tratado ao alto nível...
O colóquio de Julho foi uma fraude...
Não se pode comprometer o futuro do Mosteiro...

Com despacho do 1º ministro e da ministra da Cultura, vêm 100 contentores para a Abadia de Alcobaça...
vem tudo o que estava em armazém, em Alhandra, pago a 20 mil euros mês...
Acho que virão postais e livros sobre Amália, que naturalmente serão destruídos pela humidade..."

Como podemos aceitar que depois destes anos aos ratos, o Mosteiro de Alcobaça fique com + esta penalização?Temos que nos unir e tomar posição contra este atentado ao Património da Humanidade, a ser verdade a informação recolhida, concretizado pelo 1º ministro e pelo Ministério da Cultura.
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"JERO"postou assim:
segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010

M174-PASSÁMOS DE QUARTEL A ASILO E AGORA SOMOS ARRECADAÇÃO

Passámos de Quartel a Asilo e agora somos Arrecadação?
Respiguei do blog de Rogério Raimundo
http://www.uniralcobaca.blogspot.com/
1 de Fev de 2010
Claustro do Rachadouro, todo o r/c passa a armazém do Ministério da Cultura
Além do que postei em 27 de Jan de 2010Mosteiro d'alcobaça com os restos do Museu dos Coches...Ontem passei na R. D. Pedro V e vi 2 camiões enormes a descarregarem restos do Museu dos Coches...O que vi parecia-me restos de exposições...7 camiões que ainda virão????Mas que é isto???É para isto que serve o Mosteiro Património da Humanidade???E ninguém se revolta???Vou de imediato pressionar o Presidente da Câmara...........................Hoje, 1 de Fev., voltei a pressionar o Presidente Paulo Inácio e vou pressionar o PCP...De fonte anónima:"Trata-se de espólio valioso do Instituto de Arqueologia ......Houve obras para receber...Tudo foi tratado ao alto nível...O colóquio de Julho foi uma fraude...Não se pode comprometer o futuro do Mosteiro... Com despacho do 1º ministro e da ministra da Cultura, vêm 100 contentores para a Abadia de Alcobaça...vem tudo o que estava em armazém, em Alhandra, pago a 20 mil euros mês...Acho que virão postais e livros sobre Amália, que naturalmente serão destruídos pela humidade..."Como podemos aceitar que depois destes anos aos ratos, o Mosteiro de Alcobaça fique com + esta penalização?Temos que nos unir e tomar posição contra este atentado ao Património da Humanidade, a ser verdade a informação recolhida, concretizado pelo 1º ministro e pelo Ministério da Cultura.
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Esta lamentável história compromete para as "calendas" a recuperação dessa parte do nosso Mosteiro.
O que mais nos irá acontecer!?
Passámos de Quartel a Asilo e agora somos Arrecadação?
A população de Alcobaça tem de saber o que se está a passar e fazer alguma coisa.
Temos que ir para a frente do Mosteiro manifestar a nossa indignação.
O que mais nos irá acontecer!?
JERO
http://jeroalcoa.blogspot.com/2010/02/m174-passamos-de-quartel-asilo-e-agora.html#comments
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Tinta Fresca:

Alcobaça


IGESPAR garante que depósito de material arqueológico no Mosteiro é temporário
O material depositado nos últimos dias no Claustro do Rachadouro do Mosteiro de Alcobaça é proveniente dos Serviços de Arqueologia do Ministério da Cultura e não do Museu dos Coches, apurou o Tinta Fresca junto do IGESPAR. Maria Resende adiantou que se trata de um depósito temporário até que estejam terminadas as obras de adaptação na Fábrica Nacional de Cordoaria, para onde transitarão os Serviços de Arqueologia do Ministério da Cultura e o Museu Nacional de Arqueologia, que deixará de estar sedeado no Mosteiro dos Jerónimos. Contudo, as explicações do IGESPAR não satisfazem o vereador Rogério Raimundo, que continua a contestar esta operação de depósito de materiais alheios ao monumento Património Mundial da UNESCO. A mudança deve-se ao facto dos Serviços de Arqueologia (ex-Instituto Português de Arqueologia) estarem localizados nos terrenos onde irá ser erigido o novo edifício do Museu dos Coches. A assessora de imprensa do IGESPAR desvalorizou a polémica, considerando-a mesmo “uma não notícia”, considerando ser normal que o Ministério da Cultura utilize espaços que não estão adstritos à fruição do público. Contudo, recusou a ideia de que o Mosteiro de Alcobaça estará a ser utilizado como “armazém”, adiantando que o próprio Palácio da Ajuda, sede do Ministério da Cultura, recebeu uma parte deste espólio. Maria Resente discorda também que esta ocupação com materiais alheios ao Mosteiro contrarie o espírito do workshop realizado em Julho sobre as futuras ocupações do monumento Património da Humanidade, revelando que ela própria esteve presente e que uma ocupação temporária não compromete futuras ocupações deste claustro com outros propósitos. Quem não ficou convencido com estas explicações foi o vereador Rogério Raimundo, que denunciou o caso, depois de ele próprio ter testemunhado o descarregamento de um camião com material para o Claustro do Rachadouro. Estas instalações encontram-se devolutas desde Fevereiro de 2002, quando o antigo Lar Residencial de Alcobaça encerrou, transitando a tutela do Ministério do Trabalho e Segurança Social para o Ministério da Cultura. “Sabemos como são as ocupações temporárias”, comentou o autarca da CDU adiantou ao Tinta Fresca, manifestando assim receio que o material se eternize no Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça. Questionada sobre a data provável de regresso dos materiais agora depositados, a assessora de imprensa do IGESPAR recusou adiantar uma data concreta, mas garantiu não haver risco de degradação do material agora depositado no Claustro do Rachadouro, um local sujeito a elevada humidade e grandes variações térmicas. Contudo, Rogério Raimundo garantiu ao Tinta Fresca que o espólio, consituído por 100 contentores, contém, entre outros materiais perecíveis, livros e postais sobre Amália, informação que lhe foi transmitida pelos próprios funcionários encarregados do transporte. Rogério Raimundo adiantou que, logo que se apercebeu da movimentação de camiões junto ao monumento tentou entrar em contacto com a directora do Mosteiro, mas foi informado de que esta se encontrava de baixa, tendo também comunicado o facto ao presidente da Câmara Municipal de Alcobaça. O Tinta Fresca tentou também contactar o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça durante a tarde de terça-feira, mas o telemóvel do autarca esteve sempre desligado. Mário Lopes
02-02-2010
http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1443406230115093379&postID=1375580562923361778
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in cister.fm
2010-02-03 16:36:00
Governo está a transformar Claustro do Rachadouro num depósito.
O Governo está a transformar o Claustro do Rachadouro, no Mosteiro de Alcobaça, num depósito de “restos do Museu dos Coches”.
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A afirmação é de Rogério Raimundo, vereador da CDU, e surge depois de ter constatado que camiões com restos de exposições estão a despejar toneladas de materiais no Mosteiro, desde o passado dia 27 de Janeiro.
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O vereador da CDU mostra-se indignado com a situação e recorda que «durante as negociações com o IGESPAR sobre a ocupação dos espaços devolutos do monumento cisterciense, nunca se abordou a possibilidade de virem a servir de armazém, mas antes de soluções mais nobres».
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A instalação de restos do Museu dos Coches num Monumento da UNESCO decorre, alegadamente, do facto de o Ministério da Cultura não estar disposto a continuar a pagar uma renda mensal de 20 mil euros por um pavilhão em Alhandra, que utilizava para colocar restos de colecções.
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O vereador da CDU já questionou o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça sobre o assunto, mas Paulo Inácio alegou «desconhecimento da matéria».
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Segundo uma «fonte anónima», que contactou Rogério Raimundo, o que está a ser depositado no Mosteiro de Alcobaça «é um espólio valioso do Instituto de Arqueologia», tendo o assunto sido «tratado ao mais alto nível».
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Ainda segundo Rogério Raimundo, «serão, no total, cerca de 100 camiões de material que irão para o Mosteiro de Alcobaça».
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A rádio Cister contactou a direcção do Mosteiro de Alcobaça por causa deste assunto, que remeteu todas e quaisquer informações para o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico.
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A foto é do jovem fotógrafo Miguel Prudente (que relevei em postagem anterior).

Comunicado d' "Os amigos de SMPorto" sobre ATL, refeições 1º ciclo...

Apreciar melhor com a Direcção do Agrupamento, Assoc.Pais, Fund. Clérigo, JFreguesia e com a Câmara...
Exmos. Srs.

Mais uma vez, os Amigos de São Martinho do Porto trazem a “lume” novas informações da terra que tanto estimam: São Martinho do Porto.

Desde Setembro de 2009, ou seja, desde o início do ano lectivo, que pais e alunos da Escola Básica do 1.º Ciclo de São Martinho do Porto deparam-se com um grande problema, as actividades extra-curriculares.

Com esta nova medida, implementada pelo Governo, as escolas que antes funcionavam só a meio tempo e os alunos no restante tempo frequentavam os ATL’s, actualmente funcionam a tempo inteiro, com as aulas habituais e as actividades extra-curriculares.

Neste sentido, os alunos da Escola Básica do 1.º Ciclo de São Martinho do Porto deixaram de frequentar o ATL na Fundação Manuel Francisco Clérigo, onde almoçavam todos os dias e faziam os trabalhos de casa, e passaram a estar todo o dia na escola.

A Escola Básica do 1.º Ciclo de São Martinho do Porto não tem condições físicas para acolher cerca de 140 alunos. As salas de aulas são insuficientes, não dispõe de um gimnodesportivo em condições e ainda mais grave, não dispõe de um refeitório digno para acolher os seus alunos.

Sendo a Câmara Municipal de Alcobaça o órgão responsável pelo fornecimento das refeições na referida escola, é público que os responsáveis recorreram, antes do início do ano lectivo, à Fundação Manuel Francisco Clérigo para que esta Instituição acolhesse os alunos nos almoços a troco de pagamento.
O Sr. Presidente e a Directora Técnica da Instituição não aceitaram esta solução alegando não terem condições para o fazer. Facto que é mentira pois os alunos, em anos anteriores, quando frequentavam o ATL, já faziam lá as refeições.

A solução encontrada pela Câmara não foi a ideal, nem a mais adequada, mas pelo menos não deixaram pais e alunos sem alternativa.

Os alunos como não têm refeitório na escola, têm que almoçar numa sala adaptada, nos apartamentos turísticos, ou seja, fora da escola. Os alunos vão almoçar em 2 grupos de cerca de 70 alunos cada, conduzidos só por 2 funcionárias, atravessando a pé (“quer chova, quer faça sol”), duas ruas abertas ao trânsito automóvel. Este trajecto é bastante perigoso, pois só 2 funcionárias não conseguem controlar todos os alunos. Já aconteceu alguns alunos não chegarem ao destino e voltarem para a escola, sozinhos, correndo o risco de serem atropelados por um automóvel ou até mesmo fugirem… As crianças são obrigadas a fazer todos os dias o percurso a pé, em dias de chuva ou tempestade, adoecendo algumas delas por falta de resguardo.

Acresce ainda o facto de ser uma empresa de fornecimento de comida de Lisboa, a fornecer as refeições, que só entrega a comida duas vezes por semana, para todos os alunos, ficando a mesma depositada nos frigoríficos para diversos dias.

As refeições são péssimas, as crianças na sua maioria não comem aquele tipo de comida, ficando assim mal alimentadas, o que tem levado consecutivamente, os encarregados de educação a desistir do seu pagamento. Note-se que até a Directora Técnica da Fundação Manuel Francisco Clérigo (Dr.ª Teresa Costa) já retirou o seu filho, que frequenta a Escola do 1.º Ciclo, deste tipo de refeições.

A população não compreende como é que uma Instituição tão bem equipada como a Fundação Manuel Francisco Clérigo não pode receber a troco de pagamento os alunos da Escola do 1.º Ciclo, tal como a uma das instituições vizinhas, o Centro Social e Paroquial de Alfeizerão, que como todos sabem não têm metade das condições da Fundação.

Os alunos comendo na Fundação já se deslocariam de autocarro, tal como em Alfeizerão, e não correriam os riscos que correm actualmente.

A população está indignada como é que passados já quase três anos ainda não resolveram o problema da Administração ilegal da Fundação Manuel Francisco Clérigo, tendo já o Conselho Fiscal se demitido assim como faleceu à cerca de um mês o Sr. Marques da Silva, Tesoureiro desta Instituição, não se avistando até à data qualquer solução.

Esta situação é deveras estranha, não se compreende como é que três órgãos do Estado (Governo Civil, Câmara Municipal e Junta de Freguesia) ainda não resolveram este problema… Não haverá ninguém competente na Vila de São Martinho do Porto à altura para organizar uma nova Administração?

O Sr. Presidente ainda a exercer funções, ilegalmente, no início do ano lectivo não distribuiu aos encarregados de educação a circular habitual com o horário de funcionamento e o período de encerramento da Instituição, mas fê-lo agora, mais precisamente a 25-01-2010 (conforme se pode verificar em anexo), voltando a encerrar a mesma durante o polémico mês de Agosto…

É óbvio que com esta atitude os pais vão deparar-se novamente, mais um ano, com um sério problema: Onde deixar os seus filhos?
Não se compreende como é que numa zona turística, como é o caso da Vila de São Martinho, se encerra a única Instituição que acolhe alunos em idade pré-escolar e até ao 1.º Ciclo. É precisamente durante o Verão, e sobretudo no mês de Agosto, que a população trabalha para garantir o seu sustento durante o resto do ano…

Esta decisão actual do Sr. Presidente da Fundação é no mínimo uma provocação, o que se leva a crer que este senhor esteve a aguardar as eleições para agora poder “manobrar” as suas estratégias…

Os amigos de São Martinho sabem que a população não ficará indiferente a estes actos e que brevemente haverá novas notícias…

Cumprimentos,

Os Amigos de São Martinho do Porto