25/01/2013

6.260.(25jan2013.7.7') As coletividades têm voluntários...A CDU defende que sejam os técnicos da câmara a ir às coletividades....

relembrando agosto 2012:
http://uniralcobaca.blogspot.pt/2012/08/594330agosto2012754-camara-cria.html
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Gabinete sim...Mas o essencial é feito no envolvimento dos dirigentes associativos que têm um ritmo forte no tempo livre: à noite e fim de semana...
Há muitos meses que foi aprovado...
Temos que fazer a avaliação...
Bem alertei na altura da votação...
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via Relações Públicas do Município e tintafresca.net

Escola Adães Bermudes
    Câmara Municipal de Alcobaça cria Gabinete
    de Apoio ao Associativismo
        A Câmara Municipal de Alcobaça, com o objectivo de fortalecer a intervenção social, cultural, recreativa e desportiva do associativismo concelhio, criou o Gabinete de Apoio ao Associativismo do Município de Alcobaça (GAAMA). Este gabinete tem como missão proporcionar o contato entre a Autarquia, as estruturas associativas do concelho e a população, de modo a apoiar, dinamizar e enquadrar as suas atividades.

       Dispõe de uma visão global sobre o movimento associativo, desenvolvendo diversas formas de relacionamento e mecanismos de gestão dos apoios, de modo a corresponder de forma justa às necessidades das Associações do concelho.

       Pretende favorecer, e incentivar, um maior envolvimento das populações na vivência comunitária, promovendo o diálogo e o intercâmbio institucional entre a autarquia e os órgãos sociais das associações e coletividades do concelho, no sentido de estimular e valorizar "o empenho e a dedicação dos dirigentes associativos".

       Assenta na definição de ações conjuntas do movimento associativo, na organização de fóruns e encontros de associativismo, no apoio à legalização de novas coletividades ou na divulgação do próprio movimento associativo.

    Local do gabinete: Escola Adães Bermudes
    Rua Afonso Albuquerque, n.º 24, 2460-020 Alcobaça
    Modo de Funcionamento: atendimento realizado através de marcação prévia, por telefone ou por email.
    Telefone: 262 580 899
    Email: associativismo@cm-alcobaca.pt
    Atendimento presencial: terças e quintas-feiras, 10h00 às 12h30

       Fonte: Gabinete de Comunicação e Relações Públicas da Câmara Municipal de Alcobaça
    25-01-2013

    24/01/2013

    6.259.(24jan2013.12.12') Teatro O NARIZ...2fev21,30'CCBenedita...


    Caros amigos,
Sábado 2 de Fevereiro acolhemos no Centro Cultural Gonçalves Sapinho a peça de teatro "Panza de la Mancha", do grupo de teatro O Nariz.
Apareçam!
    Caros amigos,
    Sábado 2 de Fevereiro acolhemos no Centro Cultural Gonçalves Sapinho a peça de teatro "Panza de la Mancha", do grupo de teatro O Nariz.
    Apareçam!

    6.258.(24jan2013.7.7') Deputado Bruno Dias está na zona...Relevámos alguns estragos do temporal...12 medidas imediatas para os portugueses

    RELEVÁMOS:
    Escola Frei Antº Brandão Benedita (fechada até 28.1.2013) por causa do telhado.
    Telhado do Pav.Gimnodesportivo que serve a mesma escola e o Ext.Coop Benedita.
    Parque de Campismo S. Martº do porto
    Telhado do Concha Azul.São Martinho do Porto.
    Falhas de respostas da EDP, principalmente no norte do concelho
    Estufas dos agricultores.Façam chegar via rogeriommr@gmail.com
    mais estragos que mereça serem relevados...
    ***
    no facebook postei:
    http://www.pcp.pt/12-medidas-imediatas-e-indispens%C3%A1veis-para-vida-dos-portugueses

    Projecto de Resolução N.º 577/XII-2ª

    12 medidas imediatas e indispensáveis para a vida dos portugueses

    A degradação das condições de vida dos portugueses é uma constante da política seguida nos últimos anos, traduzindo-se num profundo agravamento das desigualdades sociais e no alastrar da pobreza, da miséria e mesmo da fome. Hoje muitas famílias não são capazes de ter acesso a bens e serviços essenciais à sua vida.
    O enorme aumento do desemprego, atingindo já cerca de um milhão e trezentos mil trabalhadores (sendo que menos de um quarto têm acesso ao subsídio de desemprego); a generalização da precariedade, com o que daí decorre de instabilidade e compressão de direitos; a significativa baixa dos salários, por via da sua não atualização face ao aumento do custo de vida, da pressão do desemprego e da ausência de proteção social nessa situação, da precariedade e do acentuar da exploração; diminuem dramaticamente o rendimento disponível dos trabalhadores portugueses. Em paralelo a acentuada penalização das reformas e pensões - em contínua desvalorização desde as mais baixas e mínimas até às que estão sujeitas a cortes de subsídios, contribuições adicionais e outros ataques – agrava também de forma chocante as condições de vida de reformados e pensionistas.
    O brutal aumento da carga fiscal para quem trabalha ou trabalhou, designadamente no IRS, mas também no IVA e no IMI, entre outros impostos, retira ainda mais uma significativa fatia de salários, pensões e reformas cujo valor real está em queda sistemática.
    Ao mesmo tempo que tudo isto acontece, não cessa de aumentar o custo de bens e serviços essenciais à vida dos portugueses, constituindo um verdadeiro obstáculo a que a eles tenham acesso largas faixas da população. Para falar apenas de alguns dos aumentos mais recentemente verificados, registe-se o das taxas moderadoras (0,9%), o das portagens (2,03%), o do gás natural (2,5%), o da eletricidade (2,8%), o das telecomunicações (3%) ou o dos transportes (até 20,7%).
    Estes aumentos agravam vários outros nos últimos meses e anos em muitos casos bastante significativos, como acontece com os transportes ou as taxas moderadoras. Por outro lado perspetivam-se novos aumentos durante o ano, como já está anunciado para a eletricidade. Junta-se ainda o aumento anual das rendas, em paralelo com os aumentos significativos que decorrerão da aplicação da nova lei do arrendamento, tendo como alternativa o despejo.
    Note-se ainda que a generalidade destes aumentos contrariam a justa redistribuição da riqueza, correspondem à destruição de serviços públicos essenciais e de favorecimento dos lucros das grandes empresas (em 2012 a EDP, a REN, a Galp e a PT tiveram lucros superiores a 1240 milhões de euros).
    O PCP propõe assim 12 medidas, de entre muitas outras que seriam justas e são necessárias, no sentido de garantir um alívio mínimo na vida de milhões de portugueses, de portugueses, de reformados e das suas famílias.
    São medidas que não dispensam, antes reforçam, a exigência da rutura com a atual política e com o pacto de agressão ao povo e ao país que constitui o memorando da troica, e a aplicação de uma política patriótica e de esquerda ao serviço do desenvolvimento da justiça e da melhoria das condições de vida da população portuguesa. Não dispensam igualmente uma intervenção mais profunda nas diversas áreas onde se inserem. As propostas que agora apresentamos para o imediato não deixam de apontar para objetivos mais amplos, como a revogação por completo das taxas moderadoras, a eliminação de propinas no ensino superior público, uma outra política de transportes ou melhorias mais significativas nos salários e reformas, incluindo no salário mínimo nacional.
    Estas medidas imediatas são inteiramente viáveis. São-no no que toca à despesa pública uma vez que o seu volume é incomparavelmente inferior ao que o Governo entrega de bandeja ao setor financeiro e aos grupos económicos. E são-no também no que toca ao setor privado onde uma redução dos escandalosos lucros acumulados à custa da vida das pessoas e da economia nacional é uma medida da mais elementar decência.
    Para além do mais, estas 12 medidas imediatas terão um efeito positivo na economia, permitindo uma maior disponibilidade de poder de compra, essencial para o fomento da procura interna e aliviando igualmente os custos da atividade económica, em particular das pequenas empresas.
    Assim, nos termos regimentais e constitucionais, a Assembleia da República recomenda ao Governo que tome de imediato as seguintes medidas:
    1 – Aumento dos salários – incluindo aumento do salário mínimo nacional no imediato para 515 euros, reposição efetiva dos cortes salariais e dos subsídios de férias e de Natal na administração pública.
    2 – Aumento das pensões, através de uma atualização extraordinária, com particular incidência nas pensões mais baixas, aumento este que não pode ser inferior a 25 euros.
    3 – Alargamento do acesso ao subsídio de desemprego, aumento da sua duração e dos seus montantes.
    4 – Reposição do abono de família retirado às crianças pelas alterações efetuadas pelo anterior e pelo atual Governo, repondo a totalidade dos escalões para efeitos de atribuição do abono de família e a majoração em 25% nos 1º e 2º escalões, avançando no sentido de garantir a sua universalidade;
    5 – Congelamento do preço dos transportes e anulação dos aumentos verificados em 2012 e 2013.
    6 – Retoma do processo de preços regulados, visando a diminuição do preço dos combustíveis para valores compatíveis com as necessidades das famílias e da economia.
    7 – Estabelecimento de um preço máximo para 2013 num conjunto de bens essenciais básicos alimentares e de higiene, designadamente anulando os aumentos de IVA que sobre eles tenham incidido.
    8 – Congelamento dos preços e anulação dos aumentos processados em 2013 de serviços essenciais, incluindo designadamente a eletricidade, o gás e as telecomunicações básicas.
    9 – Congelamento dos aumentos das portagens e anulação dos aumentos já verificados em 2013 e eliminação das portagens nas ex-SCUT.
    10 – Anulação do aumento anual das rendas e revogação da nova lei do arrendamento.
    11 – Anulação dos aumentos das taxas moderadoras nos últimos dois anos.
    12 – Reforço dos meios de ação social direta e indireta, para garantir a frequência e o sucesso escolares aos estudantes do ensino superior.
    Assembleia da República, em 17 de janeiro de 2013
    http://www.youtube.com/watch?v=NkOTESvhQH4&feature=share
    Bruno Dias (deputado PCP) está na nossa zona a avaliar estragos temporal...entretanto: "É preciso que os portugueses voltem aos mercados, para comprar comida para ter em casa, comprar roupa e material escolar para os filhos. Para isso servia esta proposta apresentada esta tarde na AR.
    O que importa não esquecer é que não estamos condenados a esta política. A vida não tem de ser assim. Isto há de mudar, com a luta."
    foto do deputado Bruno Dias hj. nas estufas de Salir do Porto - morangos

    Em Salir do Porto, Caldas da Rainha (já próximo de Alcobaça), a destruição das estruturas de produção agrícola é impressionante. Dez hectares de estufas ficaram neste estado.




















    ***

    neste mês de janeiro 2013...esteve no Agrupamento de São Martinho do Porto
    em Parlamento dos Jovens

    23/01/2013

    6.257.(23jan2013.17.17') Alcoa entrevista Manuela Pombo...PJunta de Alcobaça

    Via: http://www.oalcoa.com/alcobaca-tem-de-levar-um-abanao-muito-grande/

    “Alcobaça tem de levar um abanão muito grande”

    manuela pombo_entrevista_regiao (2)
    Nome: Manuela Pombo
    Data de nascimento: 12 de julho de 1941
    Naturalidade: Alcobaça
    Atividade Profissional: Funcionária no Registo Civil de Alcobaça durante 46 anos
    Quando se candidatou: 2002
    Porque se candidatou: “Quando me reformei o presidente da Câmara (Gonçalves Sapinho) convidou-me para o cargo. Como eu estava livre, já tinha feito parte da assembleia de freguesia e já colaborava com muitas coletividades, decidi aceitar”.
    Quais são os principais problemas que Alcobaça enfrenta?
    O maior problema que todo o país enfrenta é o desemprego. Sem postos de trabalho não há desenvolvimento económico, não há pessoas na rua, o comércio começa a fechar e as fábricas a mesma coisa. E em Alcobaça passa-se isso mesmo. De há uns anos para cá as pessoas tiverem de voltar às origens – ficaram sem trabalho, deixaram de poder pagar os seus apartamentos e isso foi resultando numa desertificação da cidade. Por outro lado, o mosteiro apesar do seu valor inquestionável, limita muita coisa. O desenvolvimento tem sido feito à volta do mosteiro, mais agora com o alargamento da Zona de Proteção Especial do Mosteiro que aumenta de 200 mil metros quadrados para passar para um milhão. Qualquer coisa que se queira fazer tem de estar sujeito a autorização de órgãos superiores. Cada vez mais são os senhores de fora que mandam em Alcobaça.
    O que se pode fazer para inverter a situação?
    Alcobaça tem de levar um abanão muito grande para sair deste marasmo. Não depende só do poder político, mas também das mentalidades das pessoas. Há uns anos atrás se tem havido uma evolução maior na cidade, não quer dizer que as coisas estivessem melhores, mas penso que a situação era diferente. Entretanto, em Alcobaça só fica o mosteiro.
    Quais são as obras feitas ou por fazer que considera mais relevantes para a freguesia?
    Desde sempre que pretendemos fazer um passeio na rua da Levadinha, que é um perigo iminente. Também queremos arranjar na Quinta do Almeida e na Quinta da Conceição a zona de lazer. Propusemos fazer um muro de proteção ao castelo, porque aquelas terras estão constantemente a cair, e um passeio na rua do Castelo. E há mais coisas que já se podiam ter feito mas estamos sempre dependentes de terceiros. Contudo, já fizemos a praceta na Quinta da Roda, arranjámos o caminho pedonal da Aliceira, por trás da rua da Fonte Nova, fizemos as escadas entre a levadinha e a VCI e recuperámos a Igreja do Cemitério. Fazemos toda a limpeza dos arredores da cidade, é o serviço maior que fazemos mas não se vê. Temos ainda a manutenção da casa mortuária. Aquilo que fazemos mais, mais, mais é precisamente aquilo que não se vê. A Junta de Alcobaça não está tão à vontade para trabalhar e agir como estão as freguesias rurais, porque estamos dentro da cidade.
    E a Praça D. Afonso Henriques e do mosteiro (25 de Abril)?
    Isso é uma coisa que estou farta de batalhar. A Praça D. Afonso Henriques está uma vergonha, parece que as obras nunca foram acabadas. O fontanário não tem água a correr há meses. Não é só requalificar qualquer coisa, é preciso depois a manutenção, que não tem havido. Esta praça precisava de um arranjo muito grande. Alcobaça precisava de mais, mais, mais, mais…
    Qual é a situação financeira da junta de freguesia?
    A junta não tem problemas financeiros. Não há dívidas, até pelo contrário. Há verbas que quero ver se gasto antes de ir embora.
    O que considera ser pilar de crescimento desta freguesia?
    Alcobaça estando muito ligada ao turismo, também não tem muito para oferecer além do mosteiro. Temos alguns hotéis mas não temos restaurantes que possam acolher grupos grandes. Temos duas igrejas muito bonitas mas os turistas não vão lá nem há guias que os levem lá. Mas a maior parte das pessoas que vêm a Alcobaça visitam o mosteiro e vão embora. Alcobaça é muito pequenina, tem quatro quilómetros quadrados. Agora temos um concelho muito rico, que devemos aproveitar. Há alguns anos atrás, devia ter-se pensado num alargamento da freguesia de Alcobaça porque o Parque Verde, por exemplo, está na freguesia de Évora. Antes o limite era definido pela levadinha, agora é o rio. Ou seja, em vez do alargamento houve o contrário.
    A proposta da união da freguesia de Alcobaça com a freguesia da Vestiaria faz sentido?
    Fazer sentido faz. É a freguesia que está mais junta e Alcobaça tem a possibilidade de ficar maior. O país precisava de uma reorganização administrativa mas nunca houve coragem para mexer nestas coisas. As pessoas das freguesias rurais são muito agarradas ao que é seu, trabalharam muito para a melhoria das suas freguesias e é muito difícil agora aceitar e muito mais da maneira como está a ser feito. Eu não sei como vai funcionar, o que vão fazer às sedes, aos funcionários… O que me foi dito é que a sede fica em Alcobaça, mas não é nada oficial. Mas depois há outro problema: é que a Junta de Alcobaça é isto. Somos a única freguesia do concelho que não tem uma sede em condições. Já tivemos não sei quantas propostas mas depois fica tudo “em águas de bacalhau”.
    Ser autarca é gratificante?
    Sim, claro. Não me arrependo de nada. Só tenho pena de não poder ter feito mais do que aquilo que se fez. E gostava também que as pessoas colaborassem um bocadinho mais no que diz respeito a questões de cidadania.
    Vai-se recandidatar?
    Não. Já chega. Já são três mandatos e o último mandato deixou-me um bocadinho dececionada.

    6.255.(23jan2013.16.56') Passa a 23 NUTS???...Sem ouvirem os municípios??? ensandeceram???

    http://expresso.sapo.pt/reorganizacao-reduz-mapa-para-23-nuts-iii-e-respetivas-entidades-intermunicipais=f781539

    Reorganização reduz mapa para 23 NUTS III e respetivas entidades intermunicipais

    Lusa


    Covilhã, 23 jan (Lusa) - O secretário de Estado da Administração Local e Reforma Administrativa, Paulo Júlio, anunciou hoje que a reorganização do território vai dar origem a 23 sub-regiões de nomenclatura NUTS III, no lugar das atuais 28.
    O número ficou definido depois de uma reunião com autarcas, que decorreu na terça-feira, e que serviu para acordar o mapa para o Centro Interior, referiu hoje Paulo Júlio, na sessão de abertura de uma conferência sobre áreas urbanas na Universidade da Beira Interior, na Covilhã.
    Com a reforma em curso, no panorama nacional, a cada uma das sub-regiões vão ainda corresponder 23 entidades intermunicipais (21 comunidades e duas áreas metropolitanas) em vez das atuais 25.

    6.254.(23jan2013.14.41') Montes inaugura Casa funerária no próximo domingo 27.jan.15h


    Estivemos lá...
    Falta pintar por fora.
    O poço público não pode ser ignorado...
    via região de cister 31jan2013

    Edição
    Casa Mortuária dos Montes inaugurada

    A casa mortuária dos Montes foi inaugurada no passado domingo, numa cerimónia presidida pelo padre Virgílio Rócio e por Paulo Inácio, presidente da Câmara Municipal de Alcobaça. A população, que já anseava pela concretizaçãp da obra há vários anos, compareceu em massa ao acto inaugural.


    Apesar de ainda faltar proceder a alguns acabamentos, nomeadamente a pintura do exterior, o edifício já se encontra com condições para acolher os velórios daquela freguesia.
    "Há muito tempo que se impunha fazer esta obra porque é necessário haver alguma dignidade na partida dos nossos familiares e amigos", afirmou o presidente do município no breve discurso antes do descerrar da lápide da efemérie.
    Óscar Santos, presidente da Junta de Freguesia dos Montes, recordou "os anos que a população esperou pela conclusão desta obra" que, apesar de não estar totalmente pronta, "já pode servir com dignidade".
    De futuro, o espaço deverá ser munido de ar condicionado, entre outros trabalhos que visarão melhorar a casa mortuária da freguesia.

    22/01/2013

    6.252.(22jan2013.17.26') Sérgio Carolino nomeado para prémios SPA "Música erudita"


    é de saudar o tubista Sérgio Carolino...d'alcobaça que vos abRRaça
    acabei de saber que fui nomeado para o Prémio SPA 2012 na categoria de música erudita ! Ok! A ver como termina esta nova "aventura"! ... PAX

    21/01/2013

    6.248.(21jan2013.14.30') Temporal prolongado...Grandes prejuízos no concelho...

    Nestes dias é que vimos os Bombeiros, Proteção Civil, trabalhadores da Câmara, Juntas, EDP, GNR/PSP, Estradas num rodopio...
    A tds 1 bravíssimooooooooooooooo obrigado!!!!
    **
    Na Cela, como por todo o lado, o vento derrubou árvores, fios de eletricidadee e telefónico, telhados mais frágeis, sinais de trânsito...
    Sábado 19 janeiro fica para a história como o dia em que o vento alagou mais árvores!
    via facebook Ana Bela Vareda

    Depois de varias tentativas junto de quem é competente, o que eu já previa aconteceu, uma das árvores de grande porte que circunda a casa cedeu, além do susto não aconteceu mais nada, além de prejuízos materiais. Esta manhã uma dessas árvores caiu destruindo parte parcial da casa...dá que pensar...que leis é que temos? que segurança temos? se pelo menos à dois anos andamos a insistir para verem  este problema...cada vez que chove ou faz vento .













    **

    No CCCela parte duma chaminé caiu e alagou telhas...
    A energia elétrica demorou a retomar: 10h.
    Faltou água devido às bombas não funcionarem...
    Redes telefónicas afectadas...
    1 cabo de eletricidade "cortou" o trânsito pesado entre o cruzamento do Casal da Maceda e o cruzamento da Bica
    ***
    Pataias.Martingança deve ter sido a zona do concelho com mais árvores derrubadas.
    rua de acesso às piscinas municipais..em Pataias:
    Foto: Estrada d'as piscinas
    parque de merendas
    Foto: Parque d'as merendas !
;-(
    (FOTOS DE ADELINO DE PATAIAS - via facebook)



    via facebook.PEDRO FERREIRA
    ***
    via benedita.fm

    Mau tempo: Família fica desalojada em São Martinho do Porto

    Jan 21st, 2013 | By admin | Category: Destaque
    Quedas de árvores e de postes de eletricidade, casas e empresas que ficaram sem telhado, falta de luz e água, uma família desalojada. O mau tempo que se fez sentir este fim de semana provocou vários estragos no concelho de Alcobaça.
    Uma família ficou desalojada em São Martinho do Porto, devido ao mau tempo, sobretudo o vento forte, “mas com a ajuda da segurança social foi de imediato realojada” revelou à Benedita FM Paulo Inácio, Presidente da Câmara de Alcobaça.
    Segundo o autarca as freguesias de Alpedriz e Montes continuam sem electricidade e água, uma situação que deverá ser reposta ainda durante o dia de hoje.
    Paulo Inácio revelou ainda que “não há registo de mortos e feridos no concelho”.
    A avaliação dos estragos será feita ainda esta segunda feira.
    Mau tempo dá tréguas, mas por pouco tempo.
    A semana começa com frio e tempo cinzento. A chuva e o vento vão estar mais calmos, mas é por pouco tempo.
    “Hoje ainda será um dia com uma situação de céu muito nublado e aguaceiros em geral fracos, nada de muito preocupante. A partir do final do dia, sim, um agravamento, em especial nas regiões do litoral a norte do Cabo Mondego”, refere o meteorologista Ricardo Tavares, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera.
    Esta segunda-feira, o distrito de Leiria está sob aviso amarelo, o segundo mais grave numa escala de quatro, e a tendência é para a situação se agravar.
    SF
    ***
    via tintafresca.net
    Alerta de novo de temporal emitido para terça-feira
      Proteção Civil regista 1550 ocorrências
      nos distritos de Leiria e Santarém
             

      Efeitos do temporal na Marinha Grande 
      (Foto CMMG)
         Um morto, alguns feridos ligeiros, árvores caídas, deslizamento de terras, muros tombados, telhados de habitações arrancados, estradas cortadas, estufas destruídas, estruturas de publicidade destruídas, postes de eletricidade e de telefone partidos e tombados, são o resultado da tempestade que afetou os distritos de Leiria e Santarém, nos últimos dias e que deixou milhares de pessoas sem eletricidade e sem abastecimento de água. De salientar que a Autoridade Nacional para a Proteção Civil já emitiu um novo alerta vermelho para a região, onde prevê ocorrência de fortes aguaceiros, grande agitação marítima, vento forte e possibilidade de queda de neve nesta terça-feira.

         Sérgio Gomes, comandante distrital de Leiria da Proteção Civil adiantou que os concelhos mais afetados neste distrito são Leiria, Caldas da Rainha, Alcobaça, Marinha Grande, Pombal, Porto de Mós, Óbidos e Peniche

         Os dados provisórios apontam para 800 ocorrências, sobretudo, quedas de árvores, de postes de eletricidade, desabamentos de terra, inundações, limpeza de vias, problemas com habitações e muros de habitações.

         De registar também a destruição de estufas, sobretudo, em Caldas da Rainha e Peniche.

         Quatro bombeiros tiveram ferimentos ligeiros, dois em Vieira de Leiria e dois em Caldas da Rainha. Não há mortos a lamentar.

         Os problemas neste momento, final do dia de segunda-feira, passam pela restituição de eletricidade e abastecimento de água. Em alguns concelhos, nomeadamente Leiria, os Bombeiros estão a levar água às populações.

         Em Porto de Mós e Alcobaça, algumas zonas continuam sem eletricidade, mas a EDP conta restabelecer a maioria das ligações até ao final do dia

         Por sua vez, Rui Natário, 2º Comandante Operacional Distrital de Santarém, de forma genérica, o mau tempo, sobretudo, vento, atingiu de forma genérica todo o distrito de Santarém. Os concelhos mais afetados são os situados na zona centro e norte do distrito, nomeadamente Ourém, Mação e Coruche.

         Os valores provisórios apontam para 750 ocorrências, com mais de 2900 operacionais envolvidos. Sobretudo quedas de árvores, de postes de eletricidade, desabamentos de terra, inundações, limpeza de vias. A registar dois desalojados no concelho de Tomar, que viram a sua habitação ser atingida pelos fortes ventos.

         A lamentar o registo de um morto em Abrantes. Um idoso foi atingido por um portão, que lhe causou um traumatismo craniano muito grave, tendo acabado por falecer. Um bombeiro foi também ferido em Torres Novas.

         Na Batalha, registaram-se prejuízos avultados com o arranque de cerca de 50% do telhado do pavilhão multiusos, além de queda de árvores, falta de eletricidade e de água. Não há feridos a lamentar, havendo, sobretudo, danos materiais no concelho.

         No concelho de Alcobaça, a EN8-5 esteve cortada durante o dia 19 de janeiro entre Alcobaça e Fervença, havendo ainda a registar muitas árvores caídas, falta de eletricidade e água e duas famílias desalojadas em resultado da intempérie que se verificou nos últimos dias.

         CDOS alerta para ocorrência de aguaceiros, vento forte, queda de neve e agitação marítima

         De acordo com a informação meteorológica disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), prevê-se para segunda e terça-feira (21 e 22 de janeiro), a ocorrência de aguaceiros localmente fortes, que poderão ser de granizo e acompanhados de rajadas de 80-100km/h, queda de neve para cotas que poderão chegar aos 600-1000m com especial incidência nas regiões norte e agitação marítima na costa ocidental a norte do cabo Mondego entre 5 a 7m podendo atingir os 8m na terça-feira.

         Efeitos expectáveis

       Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água ou gelo;
       Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
       Danos em estruturas montadas ou suspensas;
       Queda de árvores;
       Possíveis acidentes na orla costeira;
       Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência.

         Medidas preventivas
         O eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado através dos seguintes procedimentos:
       Desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
       Adoção de uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de gelo e acumulação de neve, aconselhando-se velocidades baixas;
       Fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
       Especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a inundações rápidas;

         Mónica Alexandre
      22-01-2013
      Devido à intempérie
        Casas e rulotes do Parque de Campismo
        de São Martinho do Porto destruídas


        Queda de árvores    
        No concelho de Alcobaça, a EN8-5 esteve cortada durante o dia 19 de janeiro entre Alcobaça e Fervença. Árvores caídas, falta de eletricidade e de água e duas famílias desalojadas foi o resultado da intempérie que se verificou no concelho de Alcobaça nos últimos dias.

           O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça deixou um agradecimento público às entidades envolvidas, que fizeram “um trabalho heróico”: as quatro corporações de bombeiros do concelho, PSP, GNR, pessoal da câmara municipal, presidentes de junta de freguesia e seu pessoal, todos saíram para a rua para minimizar os danos.

           Além da limpeza de vias, o principal problema foi a restituição da eletricidade e da água. Os operacionais no terreno trabalharam várias horas para procederem ao corte, remoção de árvores, e limpeza da via devido à queda de muitas árvores, respondendo a muitas dezenas de chamadas de pedidos de ajuda. Felizmente não há feridos a registar.

           De salientar a existência de duas famílias desalojadas: um casal com um filho em São Martinho do Porto, que pernoitou numa casa colocada à disposição pela Segurança Social, mas que já regressou a casa ao fim do dia de segunda-feira, e um outro casal com um filho, da Burinhosa, que viu a sua casa ficar afetada pela queda de postes da PT e da EDP.

           Prejuízos em infraestruturas públicas

           Os prejuízos em infraestruturas públicas foram avultados: estilhaçamento de vidros no Hospital de Alcobaça e danos no telhado do Mercado da Benedita, no Pavilhão Gimnodesportivo de São Martinho, no telhado do pavilhão do Acipreste e da Concha Azul, na Igreja da Cela e na casa de banho do parque de merendas de Pataias. Vários cemitérios foram igualmente afetados. Em São Martinho do Porto, casas e rulotes do Parque de campismo foram literalmente destruídas.

           Paulo Inácio adiantou ao Tinta Fresca que a prioridade dos trabalhos de recuperação serão os telhados afetados, uma vez que as condições atmosféricas irão piorar novamente.

           Em matéria de fornecimento de bens essenciais, a prioridade foi colocar eletricidade nos locais estratégicos de forma a permitir que a água fosse restituída às populações. Até ao final do dia de segunda-feira deverá ser reposto a 100% o fornecimento de água à população, estando a faltar Montes e Alpedriz. O Centro de Saúde e a escola primária de Alpedriz estiveram fechados por falta de eletricidade.

           Presidente da Câmara reúne com presidentes de Junta de Freguesia 

           O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça reuniu com os presidentes das Juntas de Freguesia no dia 21 Janeiro, onde teve lugar o levantamento da situação que está a voltar à normalidade. Uma das prioridades é voltar a colocar a sinalética rodoviária, sobretudo, nas principais vias. Ainda há algum trabalho de limpeza para fazer.

           As freguesias mais afetadas pela falta de água são Alpedriz, Montes e São Vicente de Aljubarrota. Foram colocados geradores que permitiram a bombagem da água para as casas.

           Mónica Alexandre
        22-01-201
        ***

        via benedita fm

        Benedita: Escola Básica Frei António Brandão fechada até segunda-feira devido a estragos

        Jan 23rd, 2013 | By admin | Category: Destaque
        A Escola Básica Frei António Brandão, em Benedita, vai estar encerrada até dia 28 de janeiro, devido a estragos provocados pelo vento forte registado ao final do dia de ontem, 22 de Janeiro, disse à Benedita FM, Paulo Inácio, presidente da Câmara de Alcobaça e responsável pela Proteção Civil Municipal.
        Esta terça-feira, estiveram no local, membros dos Bombeiros e Proteção Civil que em conjunto com o Agrupamento e a DREL - Direcção Regional de Educação de Lisboa, decidiram manter o estabelecimento de ensino encerrado, por forma a garantir “a segurança do espaço publico” e a proceder “à substituição o telhado” da escola, adiantou o autarca.
        O vento destruiu a cobertura de vários espaços, incluindo salas de aula, que ficaram danificadas devido a pequenas infiltrações.
        SF

        20/01/2013

        6.246.(20jan2013.12.55') Zé Gil bate recorde de peças de ROBERTOS...5!!

        em construção
        Ontem no Cine Teatro João d' Oliva Monteiro, houve história:
         Zé Gil deu uma lição de história sobre a tradição do teatro de Robertos...
        apresentou 5 peças de Robertos...O BARBEIRO DIABÓLICO...A TOURADA...O CASTELO DOS FANTASMAS...E A ROSA E OS 3 NAMORADOS...
        José Gil investigou e apresentou a nova obra: "O Saloio de Alcobaça"...Pegou numa deixa filmada do Domingos Moura...
        Está, claramente, cada vez mais competente no manusear dos Robertos.
        Grande marionetista!
        Sofia Vinagre e Natacha Costa Pereira estiveram nos bastidores...
        SAMarionetas é uma marca de Alcobaça.
        É ECOA...


        18/01/2013

        6.245.(18jan2013.16.23') Mais Mega agrupamentos mas que não ultrapassam o Agrupamento de Cister...Presidente da CAP continua firme em que "Alcobaça tem a ganhar com o mega-agrupamento".

        Presidente da CAP (Comissão Administrativa Provisória) é o Prof Gaspar Vaz.
        *
        Hj a notícia é da PSP ter empregue gás pimenta para jovens em manif contra mega agrupamento imposto em Braga:

        PSP lança gás pimenta durante protesto de estudantes em Braga, três alunos assistidos no hospital

Vídeo em: http://bit.ly/13LVJC0





















        PSP lança gás pimenta durante protesto de estudantes em Braga, três alunos assistidos no hospital

        Vídeo em: http://bit.ly/13LVJC0

        18 de Janeiro de 2013 | Braga | Escola Secundária de Alberto Sampaio
PSP investe e lança gás pimenta sobre alunos que se manifestavam contra a criação de um mega-agrupamento.
Um dos alunos foi hospitalizado. 
Pais dos alunos revoltados com a desproporcionalidade da intervenção da polícia e com a violência empregue sobre "alunos do 7.º ano".
"Atiraram com gás pimenta para cima dos alunos, uns ficaram com os olhos inchados, outros com a boca a arder, houve agressões, não entendemos tanta violência quando a situação poderia ser resolvida com uma conversa", disse Pedro Martins, presidente da Associação de Estudantes.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Seguranca/Interior.aspx?content_id=3000664&page=1
[foto: Nuno Cerqueira/JN]





















        18 de Janeiro de 2013 | Braga | Escola Secundária de Alberto Sampaio
        PSP investe e lança gás pimenta sobre alunos que se manifestavam contra a criação de um mega-agrupamento.
        Um dos alunos foi hospitalizado.
        Pais dos alunos revoltados com a desproporcionalidade da intervenção da polícia e com a violência empregue sobre "alunos do 7.º ano".
        "Atiraram com gás pimenta para cima dos alunos, uns ficaram com os olhos inchados, outros com a boca a arder, houve agressões, não entendemos tanta violência quando a situação poderia ser resolvida com uma conversa", disse Pedro Martins, presidente da Associação de Estudantes.

        http://www.jn.pt/PaginaInicial/Seguranca/Interior.aspx?content_id=3000664&page=1
        [foto: Nuno Cerqueira/JN]

        ***
         Fenprof declara:

        MEC cria 67 mega-agrupamentos a meio do ano letivo!...

        Inopinadamente, o MEC acaba de anunciar a criação de mais 67 mega-agrupamentos. A FENPROF, para além das objeções de fundo que tem relativamente a esta solução organizativa, denuncia as condições em que o processo está a avançar e alerta para as implicações, nomeadamente de âmbito pedagógico, de alterações da rede no decurso do ano letivo – facto insólito que fará inevitavelmente desestabilizar, desorganizar e agravar o já tão afetado clima das escolas.
        A FENPROF contesta fortemente que o MEC esta decisão e chama a atenção para as conclusões dos estudos de avaliação que têm sido realizados, que apontam inúmeros constrangimentos nos mega-agrupamentos já constituídos (cf. Estudo da FENPROF, com base num inquérito exaustivo e em reuniões formais com professores e órgãos de gestão).

        Considera igualmente inaceitável que o MEC tenha ignorado a Recomendação nº 7 do Conselho Nacional de Educação (CNE), divulgada em outubro de 2012, onde também se afirma que: “a criação de agrupamentos de grande dimensão tem vindo a criar problemas novos onde eles não existiam: reforço da centralização burocrática dentro dos agrupamentos; aumento do fosso entre quem decide e os problemas concretos a reclamar decisão, com a criação de novas hierarquias de poderes subdelegados; existências de vários órgãos de gestão que nunca se encontram nem se articulam entre si; sobrevalorização da gestão administrativa face à gestão autónoma das vertentes pedagógicas. Tudo isto fragiliza ainda mais a já frágil autonomia e deixa pela frente o reforço do cenário único e salvador do caos: a recentralização do poder na administração central, agora reforçada na sua capacidade de controlo de tudo e todos, pelas novas tecnologias.
        Para além disso, pelo menos relativamente a alguns dos 67 mega-agrupamentos agora anunciados, a FENPROF considera totalmente ilegítima a sua imposição perante a frontal oposição das respetivas comunidades educativas – expressa pelos órgãos de administração e gestão das escolas e por autarquias – como é o caso de Braga, Guimarães, Alcácer do Sal, Barreiro, Grândola, Santiago do Cacém …
        Hipocrisia

        A FENPROF considera ainda de uma enorme hipocrisia que o actual Governo queira justificar a criação de mega-agrupamentos com vantagens educativas e pedagógicas, quando os partidos que o constituem – o PSD e o CDS/PP – em 11 de agosto de 2010,então na oposição, votaram favoravelmente a Resolução da AR nº 94/2010, que não reconhecia validade a esses argumentos e recomendava ao Governo de José Sócrates a suspensão imediata do processo de constituição de mega-agrupamentos e a reversão das implicações que tinha tido em todos os agrupamentos e escolas afetadas. 
        É neste contexto que a FENPROF considera ridículas as alegações de que os agrupamentos criados no âmbito desta reorganização escolar "têm uma dimensão equilibrada e racional" (12 dos novos agrupamentos têm mais de 3000 alunos, chegando a atingir 4000!) e "têm em conta as características geográficas, a população escolar e os recursos humanos e materiais disponíveis" e desafia o MEC a assumir com clareza o carácter puramente economicista de uma reorganização da rede que acaba com a ideia de escola como desde sempre a concebemos e conhecemos: uma organização educativa concreta, de média dimensão, com órgãos próprios de direcção e gestão, um espaço humanizado onde as pessoas se conhecem e em que a comunidade escolar se reconhece.
        Finalmente a FENPROF reafirma que é necessário discutir seriamente que sistema educativo queremos para o nosso país. Se queremos escolas com projetos e identidades próprias ou “unidades orgânicas” descaracterizadas e pedagogicamente ingeríveis; se a prioridade do nosso país deve ser a aposta na educação e na qualificação dos portugueses ou o embaratecimento do sistema público, ainda que comprometendo o futuro de várias gerações. A importância do que está em causa exige, pelo menos, que se fale verdade.
        Lisboa, 17 de janeiro de 2013
        O Secretariado Nacional da FENPROF


        ***
        via região de cister 10jan2013...e via sapinho gelásio

        Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2013


        Agrupamento de Escolas de Cister

        A notícia na edição 1012 do Região de Cister de 10 de janeiro de 2013
        “Alcobaça tem algo a ganhar com o mega-agrupamento”

        O presidente do Agrupamento de Escolas de Cister mostra-se satisfeito com a forma como decorreram os primeiros meses de aulas do maior agrupamento do País, salientando que, apesar dos riscos existentes, Alcobaça pode tirar benefícios da agregação de estabelecimentos de ensino.

        REGIÃO DE CISTER (RC) > Que balanço se pode fazer dos primeiros meses de existência do Agrupamento de Escolas de Cister?
        GASPAR VAZ (GV) > Podemos dizer que a experiência tem corrido relativamente bem. Há sempre coisas que poderiam ter corrido melhor, mas este é um processo contínuo. As escolas têm a sua fisionomia própria, têm instalações próprias, graus de desenvolvimento diferentes e têm perspetivas diferentes do que deve ser escola. Por isso, este é um processo de negociação permanente, em que uma unidade cede, a outra também cede, ambas se ajustam, o que leva sempre a que existam algumas fricções. Aconteceram problemas perfeitamente marginais, as coisas estão a processar-se normalmente. Neste momento estamos em fase de elaboração do regulamento interno e do projeto educativo, que são dois instrumentos fundamentais em qualquer escola, de modo a dar alguma consistência e identidade a uma unidade que é diversa, por natureza própria.

        RC > Esse é o grande desafio? Criar uma identidade do Agrupamento?
        GV > Sem dúvida que sim. O facto de haver uma escola que é “sede” não anula, não pode anular, as diferenças e especificidades das outras unidades orgânicas. Em termos de regras, de procedimentos, temos muito a aprender uns com os outros, pelo que devemos fazer desta vivência uma parceria natural e contínua.

        RC > Mas não existe uma predominância da Esdica sobre as restantes escolas?
        GV > Tentamos que não tenha. A sede é na Esdica, que é a escola tecnologicamente mais atualizada, que melhores instalações possui, mas que tem muito para aprender com as outras em termos de regras e procedimentos. Há unidades do Agrupamento muito bem orientadas, mas talvez não tenha sido por mero acaso que a Esdica se transformou em escola sede. Esse facto, porém, não fundamenta nenhuma atitude “colonizadora”: todas as escolas estão em pé de igualdade para experienciar e tirar o melhor partido deste desafio.

        RC > Notou-se alguma preocupação da comunidade escolar relativamente à criação deste mega-agrupamento. Entende que esse sentimento começa a esbater-se?
        GV > Creio que sim. Não sou a pessoa mais bem situada para perceber isso, mas penso que as coisas estão a correr acima do que era expectável. É muito cedo para perceber se Alcobaça ganhou com o Agrupamento, mas há oportunidades que não devemos desperdiçar. O facto de termos quatro unidades é uma grandeza, dá-nos escala, que nos permite soluções que antes não estavam disponíveis. Há recursos, nomeadamente laboratórios, instrumentos e outras infraestruturas, que podem ser melhor explorados. É evidente que a gestão de proximidade, que valorizamos, é impossível de concretizar no Agrupamento, por uma questão de impossibilidade prática.

        RC > O sector da educação tem sofrido muitas alterações. A escola está bastante diferente da que encontrou no início da carreira...
        GV > Creio que a educação, a par da saúde e ao contrário da justiça, é um dos sectores em que o País mais evoluiu nos últimos anos. A escola fez um caminho sustentado e, como mostram estudos internacionais muito recentes, melhorámos muito no ensino de Matemática e de Português, nomeadamente. Está tudo muito diferente, muito à custa do sacrifício de algumas prerrogativas de que os professores gozavam. Quando comecei a carreira, o professor dava as suas aulas e não tinha a parte não letiva regulamentada. A progressão era um facto automático e, no fim da carreira, sobretudo, a relação entre o horário de trabalho efetivo e o vencimento era muito favorável. Tudo isso se esfumou, e nem toda a população tem consciência disso.

        RC > É daqueles que defende que o ensino profissional é o futuro do País? Que é dessa forma que se podem qualificar muitos dos jovens que, por razões diversas, não querem ou não podem aceder ao ensino superior?
        GV > Partilho claramente dessa visão. Tínhamos em Portugal uma infraestrutura iletrada e uma superestrutura de doutores e engenheiros, desajustada da realidade... Em determinado momento, acabámos com os cursos técnicos e ficámos sem uma mão de obra intermédia certificada. O ensino profissional tinha uma imagem relacionada com alunos com dificuldades intelectuais ou económicas, o que não corresponde à realidade dos dias de hoje. A existência de um ensino profissional é vital para o desenvolvimento de um país e a licenciatura/ mestrado não tem de ser encarada como uma fatalidade obrigatória.

        ***
        VIA PÚBLICO DE 18JAN2013



        Era impossível acontecer pior à secundária Vergílio Ferreira, dizem pais

        Escola fica integrada no terceiro maior agrupamento do país. Directora e pais dizem que não será possível manter experiência de qualidade da secundária Vergílio Ferreira.
        O novo agrupamento terá perto de quatro mil alunos ENRIC VIVIES-RUBIO




        É possível gerir um agrupamento com quase quatro mil alunos, algumas centenas de professores e composto por dez escolas com realidades diferentes?
        Manuela Esperança, actual presidente da Comissão Administrativa Provisória do Agrupamento de Escolas Vergílio Ferreira, em Lisboa, ficou a saber na quarta-feira pela comunicação social que esta vai ser a sua tarefa nos próximos tempos, na sequência da nova agregação que agora os juntou ao Agrupamento de Escolas de São Vicente e que faz do novo grupo o terceiro maior do país em número de alunos.
        “Não sei se será possível gerir algo com essa dimensão, nunca tive essa experiência. Mas sei que será muito difícil dar alguma coesão a todo este conjunto de escolas”, disse nesta sexta-feira ao PÚBLICO.
        Manuela Esperança era directora da Escola Secundária Vergílio Ferreira, que em Maio passado foi agregada ao Agrupamento de Escolas de Telheiras. Foi eleita para a presidência da Comissão Administrativa Provisória do novo agrupamento, a quem compete preparar a transição e a eleição do Conselho Geral, o órgão máximo das escolas que elege o director. Na quarta-feira foi confrontada com um novo processo de fusão.
        Com a primeira experiência perdeu a “relação de proximidade” que sempre conseguiu manter com os seus professores e alunos, cujo número quase duplicou. “Quando agrupei deixei de conhecer todos os professores e hoje sinto-me incapaz de os ajudar com a mesma prontidão e qualidade” que marcava a sua relação na secundária Vergílio Ferreira, conta, prevendo que com a nova fusão será ainda pior.
        Sabe que irá ter 3953 alunos, mas desconhece ainda quantos docentes ficarão a seu cargo. Com a nova fusão ficarão juntas escolas com “realidades muito diferentes” no que respeita às características socioeconómicas dos alunos. Esta diversidade, em conjunto com a grande dimensão do novo agrupamento, levam-na a duvidar que se venha a conseguir manter os níveis de sucesso a que a secundária Vergílio Ferreira estava habituada. O novo agrupamento é um dos 67 criados esta semana.
        “Não consigo imaginar pior”, desabafa Luís Monteiro, da associação de pais da escola, para quem as fusões decretadas pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC) levam a que esta fique “completamente impossibilitada de se organizar e de pensar no melhor para os nossos educandos”. Trata-se de “um rude golpe e de mais um atropelo à dignidade e expectativas de toda a nossa comunidade educativa”, frisa.
        Liberdade de escolha em causa
        Para António Monteiro, também da associação de pais, não subsistem dúvidas de que o MEC transformou uma escola de qualidade num agrupamento que será “ingovernável”. No ano passado, em carta dirigida ao ministro da Educação, Nuno Crato, a associação de pais da Vergílio Ferreira testemunhou a sua "profunda apreensão” face ao projecto de agregação, advertindo que este processo levará ao “agravamento das tensões sociais dentro dos estabelecimentos de ensino e a um muito sério agravamento das condições de trabalho de professores e alunos”.
        Lembrando que um dos objectivos enunciados pelo MEC para agrupar escolas é o de “garantir a cada aluno um percurso escolar dentro de um mesmo agrupamento”, a associação de pais frisava no documento dirigido a Crato que tal não “se afigura consistente com o princípio da liberdade de escolha” das escolas por parte dos pais, defendido pelo ministro, nem com as “transformações sociais que o país actualmente conhece, em que a mobilidade geográfica das famílias é cada vez mais uma constante exigência”. Trata-se de “um objectivo obsoleto”, acrescentavam.
        O então Conselho Geral da Escola Secundária Vergílio Ferreira também se pronunciou, em Abril passado, contra o processo de agregação, tendo no seu parecer adiantado que, caso este fosse por diante, então que a fusão fosse apenas com um agrupamento e não com dois como proposto. O que agora acabou por acontecer. Para esta segunda fusão, os órgãos do primeiro agrupamento criado no final do ano passado não foram ouvidos. Nem tão pouco Manuela Esperança.
        A responsável espera agora que, antes do próximo ano lectivo, alguém do MEC a ouça e concorde em levar por diante uma reorganização da rede escolar do novo agrupamento, de modo a concentrar as ofertas educativas por escola e garantir, nos critérios de acesso à Vergílio Ferreira, que esta continuará aberta a alunos de fora, condição que nas circunstâncias actuais se encontra ameaçada, diz.