07/02/2013

6.289.(7fev2013.7.7') R5.2013...Pública..em pleno Carnav'Alcobaça...11fev2013.14h30'


Faltou Hermínio Rodrigues por motivos pessoais
Vários representantes da Comunicação Social Local estiveram presentes.
Reunião secretariada pelo Dr. Carlos Freire, Chefe da Divisão Jurídica e pela TSuperior Helena André
*
Presidente abriu os trabalhos dando a palavra ao único munícipe:
P1. Luís d' Avó.
Informou que está a correr muito bem a constituição dos Corpos Gerentes da Associação para a Zona Industrial das Quintas. Já tem 16 na Comissão.
Aguarda que a câmara lhe responda para que o Arq. Hélder Delgado posso trabalhar como assessor técnico.
Está muito preocupado com a poluição do Rio Seco, nomeadamente na zona da Estação Elevatória na Charneca do Rio Seco.
Contou histórias do abastecimento de água na zona. Nascentes da Fonte da Senhora, da granja (do tempo dos frades) , da vila...
*
Paulo Inácio não quer acreditar que os técnicos lhe mintam. Nenhuma Estação Elevatória está sem funcionar.
Quer ir aos Açores ver o aproveitamento do bio gás para produzir eletricidade..
Intervim sobre estes assuntos:
Conheço bem a zona. A estação está rodeada de construções de paredes ilegais...Há anos havia muito mais suiniculturas do que agora existem...É visível vários focos de poluição...O que devia ser uma zona agradável é uma vergonha paisagística...
Quanto à viagem ao Açores...O Presidente Sapinho foi ao Brasil ver...O vereador Hermínio foi à Holanda...
Eu fui ao outro lado da serra dos candeeiros, às minhas custas e vi como se faz...
*
Eduardo Romero, administrador dos SM, veio apresentar cumprimentos de despedida. diz que vai acontecer a fatura eletrónica a partir de 14fev.
Ele vai sair a 18fev2013 para regressar ao banco onde trabalhava.
Presidente Paulo Inácio elogiou o seu trabalho.
*
Paulo Inácio informou:
1. Houve conferência de serviços sobre a ALEBenedita...Quando vier a acta resumo da reunião informa e traz a próxima reunião. As grandes questões estão resolvidas:Parque Natural e da REN. DGGeologia levantou...Estradas de Portugal ainda vão reunir de novo...Património tb...
2.
*
Vereador Acácio Barbosa interveio:
1. Falta médico em Évora. (Tb intervim)
Presidente espera esta semana ter o caso resolvido pela ARS
2. Tubos plásticos com ratos no centro histórico de Alcobaça.
Acrescentei. A obra foi inaugurada em 2005 mas ficou incpmpleta. Além da R. Zagalo e da R. D. P edro V (Raimundo e Maia) ficou por acabar td o processo de retirar fios elétricos...
Presidente vai ver o que se passa.
3. Contra o não haver tolerância de ponto no Carnaval em Alcobaça.
Presidente Paulo Inácio diz que é por princípio, por respeito pela função púiblica...
Tb estou contra...Muitos têm feriado nos seus Contratos Colectivos de Trabalho..
4. A agenda da reunião de hj só tem 2 pontos...
*
Intervim sobre vários assuntos:
1. Na carta dos advogados do consórcio MRG. 
Reclamam 2, 4 M€, no processo de extinção da Empresa Municipal... Expressa que a câmara tem que se pronunciar até 14fev...Na OT de hoje nada consta...Estão errados? O Sr. Presidente tem outra informação?
Presidente responde que está a reunir informação jurídica.
Que vai ter de haver reunião extraordinária.
Será melhor consenusalizar já.
Ficou:14 fev 2013.14h.
2.Sérgio Carolino.6.252.
http://uniralcobaca.blogspot.pt/2013/01/625222jan20131726-sergio-carolino.html
É de louvar o músico alcobacense. Na festa da SPAutores é nomeado no grupo da Música Erudita.
3.Falta médico Évora. 6.292.
Paulo Inácio responde que está a tratar e espera que esta semana esteja resolvido.
4.Pêsames à família do escultor Joaquim Correia. 6.291.
http://uniralcobaca.blogspot.pt/2013/02/62918fev201399-escultor-joaquim-correia.html
Obra dele da Vendedeira da Praça da República ficou incompleta...
Voto de condolências.
5.Voto de condolências à família do Bruno Fonseca...6.284.
http://uniralcobaca.blogspot.pt/2013/02/62845fev20131455-prof-bruno-fonseca-nao.html
6.Sede da Junta de Freguesia...Alcobaça...6.278.
http://uniralcobaca.blogspot.pt/2013/02/62784fev20131420-1-festival-de-anuncios.html
7. GNR.
Grande promessa eleitoral de 2009. Estava td prontíssimo. Nada.
Neste mandato o Presidente Paulo Inácio referiu que tinha que haver restauro de edifícios...Só assim se conseguia financiamento...Ruínas da Quinta da Costa Veiga...
Também referi a ex- Escola do 1º ciclo...O Sr. Vereador Rogério Raimundo até não gostou...
Vereador Acácio Barbosa confirma
8.Nascente da ribeira de Vale Furado...6.200.
http://uniralcobaca.blogspot.pt/2013/01/62004jan201388-vale-furadonascente-de.html
Movimento de terras...Questionei o Vereador Hermínio Rodrigues. Ele disse-me que era uma plantação de eucaliptos. Passou para o Vereador José Vinagre. Afinal em que ponto está?
Vereador José Vinagre diz que é de Pinheiros e que passou a responsabilidade para a ARH.
9.Louvor a Telmo Antunes. 6.262.
http://uniralcobaca.blogspot.pt/2013/01/626225jan20131212-saudar-o-jovem-telmo.html
Alfeizerão. Gazeta das Caldas.
10. Saudação ao Rancho dos Moleanos pela bela festa da matança do porco. 6.261.
http://uniralcobaca.blogspot.pt/2013/01/626125jan201388-rancho-dos-moleanos2-e.html
Escola de Música. Muito trabalho voluntário.
11. 14º anivº da escola de música do CCCela
Tompete está em destaque, com qualidade, naquela coletividade.


1
REUNIÃO ORDINÁRIA
- DIA 11 DE FEVEREIRO DE 2013 –
ORDEM DO DIA
1.
------ACTA DA REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA NO DIA VINTE DE
DEZEMBRO DE DOIS MIL E DOZE – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO-Aprovada.
2.
------ACTA DA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA REALIZADA NO DIA VINTE E
OITO DE DEZEMBRO DE DOIS MIL E DOZE – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO -Aprovada.
3.
------ACTA DA REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA NO DIA NOVE DE
JANEIRO DE DOIS MIL E TREZE – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO-Aprovada.Abstive-me porque esteve a Vanda Marques
(DIÁRIO DA REPÚBLICA) 4.
------ LEI NÚMERO NOVE BARRA DOIS MIL E TREZE, DE VINTE E OITO DE
JANEIRO – INFORMAÇÃO------------------------------------------------------------------------
------ Aprova o regime sancionatório do sector energético, transpondo, em complemento
com a alteração aos Estatutos da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, as
Directivas n.ºs 2009/72/CE e 2009/73/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 13 de
Julho de 2009, que estabelecem regras comuns para o mercado interno da electricidade e do
gás natural e revogam, as Diretivas n.ºs 2003/54/CE e 2003/55/CE, do Parlamento
Europeu e do Conselho, de 26 de Junho de 2003.----------------------------------------------------
(DIÁRIO DA REPÚBLICA) 5.
------ LEI NÚMERO ONZE BARRA DOIS MIL E TREZE, DE VINTE E OITO DE
JANEIRO – INFORMAÇÃO------------------------------------------------------------------------
------ Estabelece um regime temporário de pagamento dos subsídios de Natal e de férias
para vigorar durante o ano de 2013. ------------------------------------------------------------------
(DIÁRIO DA REPÚBLICA) 6.
------ LEI NÚMERO ONZE TRAÇO A BARRA DOIS MIL E TREZE, DE VINTE E
OITO DE JANEIRO – INFORMAÇÃO-----------------------------------------------------------
------ Reorganização administrativa do território das freguesias.---------------------------------
(DIÁRIO DA REPÚBLICA) 7.
------DECRETO-LEI NÚMERO CATORZE BARRA DOIS MIL E TREZE, DE
VINTE E OITO DE JANEIRO – INFORMAÇÃO----------------------------------------------
------No uso da autorização legislativa concedida pela Lei n.º 64-B/2011, de 30 de
Dezembro, procede à sistematização e harmonização da legislação referente ao Número de
Identificação Fiscal e revoga o Decreto-Lei n.º 463/79, de 30 de Novembro.--------------------
(DIÁRIO DA REPÚBLICA) 8.
------DECRETO-LEI NÚMERO QUINZE BARRA DOIS MIL E TREZE, DE VINTE
E OITO DE JANEIRO – INFORMAÇÃO--------------------------------------------------------
------ Procede à terceira alteração ao Decreto-Lei n.º 66/2010, de 11 de Junho, no sentido de
alargar o período de aplicação das tarifas transitórias para fornecimentos de gás natural aos
clientes finais com consumos anuais superiores a 10000 m3. -------------------------------------
(DIÁRIO DA REPÚBLICA) 9.
------ PORTARIA NÚMERO CINQUENTA BARRA DOIS MIL E TREZE, DE
CINCO DE FEVEREIRO – INFORMAÇÃO --
------Define os parâmetros para o reconhecimento da natureza profissional das competições
desportivas e os consequentes pressupostos de participação nas mesmas. -
(DIÁRIO DA REPÚBLICA) 10.
------ RESOLUÇÃO DO CONSELHO DE MINISTROS NÚMERO SETE BARRA
DOIS MIL E TREZE, DE VINTE E NOVE DE JANEIRO – INFORMAÇÃO -----------
------ Aprova o «Programa Valorizar», que visa o estímulo à actividade económica
produtiva de base regional e local para promover um desenvolvimento regional que
favoreça o crescimento económico sustentável, a competitividade e o emprego e o
investimento empresarial, numa lógica de coesão territorial.-
(OBRAS PARTICULARES) 11.
------DESPACHOS DO VEREADOR DO PELOURO DE GESTÃO URBANÍSTICA
– INFORMAÇÃO-
(QUEIXAS, PARTICIPAÇÕES E TRANSGRESSÕES) 12.
------ FERNANDO MOREIRA ROSA DE OLIVEIRA – PEDIDO DE
INDEMNIZAÇÃO – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO-Aprovada...
Intervim: Falta Joaquim!. É curioso que ele tenha alertado o PCâmara e tenha caído no buraco que le conhecia...Voto contra o indeferimento.
Não houve actualização da deliberação de 1998. 
Continua a não a haver divulgação clara aos munícipes como devem proceder. 
Agora os munícipes têm de pagar 11€ por cada folha de auto na PSP!!!.
(TURISMO E CULTURA) 13.
------ASSOCIAÇÃO DE ACÓRDEÃO DE ALCOBAÇA – PEDIDO DE APOIO –
APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO -4 mil euros de 2012...Ainda 2012...Que grande atraso!!!??? Só agora viram que por causa da Lei dos Compromissos. Aprovada.
(TESOURARIA) 14.
------ RESUMO DIÁRIO DA TESOURARIA – INFORMAÇÃO-Perguntei se o PAEL resolveu...
Presidente Paulo Inácio diz que falta vir 30% e não está fácil a tesouraria...
========
Extra 1
EE Catarina Faustino reclamou que o seu filho Rui tinha que ser apoiado de transportes públicos de São Martº para Caldas (Escola Rafael Bordalo Pinheiro)...Até a Profª de Português lhe batia.
Sugeri, em anterior reunião, que fosse ouvida a versão da Profª e da direção do Agrupamento.
Diretora do Agrupamento, Profª Luísa Sardo, desmente a EE em todo o teor do seu requerimento.
Aprovado o indeferimento da pretensão da EE.
Delegado (dos alunos) e Diretora de Turma contraditam a EE.
E2
Protocolo com Rotary para terem a EB1 da Bemposta como sede.
E3
Serviço de transporte de estátuas para o Armazém das Artes
E4
Autorização para compra de estadia em Maputo e 2 bilhetes para transporte da Diretora do Centro de Formação Licínia Silva e do Vereador Jorge Agostinho...Biblioteca Município de Namaacha.

06/02/2013

6.288.(6fev2013.15.47') Revista Oeste Cim (digitalizada) via eleito João Paulo Raimundo (CDU)


http://wwp.amo.oestedigital.pt/_uploads/OesteRevista_9_2012.swf

Continuamos a leste de muita coisa no Oeste...

6.287.(6fev2013.11.1') ULRICHos que paguem a crise!!!

PCP.Honório Novo disse-lho na cara, ontem 5fev
**
Via Jorge A

CONTRA OS ABUSOS DO PODER VENHAM DONDE VIEREM
Holocausto com todos à portuguesa.
http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bf012c592/14576732_BrN6n.jpeg
 Imagem retirada do DN-Madeira de 3 de fevereiro de 2013


      A pensão de reforma, tal como o salário dos trabalhadores, não pode ser de forma nenhuma equiparado aos propalados e demagógicos “direitos adquiridos” de que agora falam certas pessoas ligadas ao poder, na intenção de deitar poeira para os olhos dos portugueses. Não é. É o resultado de um contrato entre a entidade empregadora e o assalariado. A este, foi retirada uma parte da sua remuneração para que, uma vez chegada a idade da reforma, pudesse manter uma vida digna e dentro do estrato social a que pertence.
      De uma forma resumida, podemos dizer que, para tal, o Estado chamou a si a responsabilidade de gerir os dinheiros envolvidos, de forma a garantir por um lado os contributos dos utentes e por outro, o pagamento das pensões contratadas. De tal medida, decorre que o Estado passou a ter a obrigação de honrar os compromissos que assumiu, pagando integralmente o que é devido.
      Contudo, como todos sabemos, o quadro em que foram criados os mecanismos do sistema de pensões foi profundamente alterado. A pirâmide etária foi invertida e hoje há menos contribuintes do que pensionistas ou seja, o sistema montado deixou de funcionar devidamente. Situação que há muito foi identificada mas que os sucessivos governos, quiçá na ânsia de se manterem no poder, e na mais abjecta das irresponsabilidades, ignoraram olimpicamente. Na prática, nada foi feito para lá de uns tantos truques de engenharia financeira, só para “inglês ver”.
      Claro que, mais tarde ou mais cedo, a castanha teria de rebentar, o que veio a acontecer no governo do “engenheiro” Pinto de Sousa. E agora não há dinheiro para nada, a não ser para a classe política e para uns quantos cidadãos que continuam inexplicavelmente a viver à tripa forra e à custa da desgraça alheia.
      Entretanto, as camadas mais jovens da população produtiva, com o exemplo deste triste cenário, já percebeu que o Estado não é pessoa de bem e que muito pouco ou mesmo nada nada irão receber quando deixarem de trabalhar. Muito naturalmente, não querem pagar os erros da governação e recusam-se a contribuír de boa vontade para o sistema. Conscientes de que no futuro os espera a miséria, não se importam com a desgraça dos mais velhos.
      Perante esta situação, os governantes, em vez de reconhecerem o falhanço, dizerem que não há dinheiro, moralizarem o Estado, pedirem desculpas e tentarem minimizar a todo o custo os efeitos dos seus erros, parece que enveredaram por um caminho tortuoso, que faz lembrar os velhos tempos de Adolfo Hitler. Este, lembro, para roubar os teres e haveres dos judeus, tratou de os diabolizar, culpando-os de todos os males. E decretou, pura e simplesmente, o seu extermínio da forma mais cruel, sistemática e cínica. Não esquecendo contudo a apropriação de todos os seus bens....
      Talvez eu esteja a exagerar um pouco, mas os sintomas são inquietantes: há dias o próprio Primeiro Ministro, no seu costumeiro discurso desastrado, afirmou despudoradamente que os pensionistas estão a receber dinheiro que não pagaram. Depois, tomando parte na orquestração, um deputado da maioria classificou-os de “peste grisalha”. Doença que, como se sabe, tem de ser combatida sem tréguas, com tenacidade e determinação ou seja, matar o mal pela raiz. E, dessa forma, o ambiente entre a geração dos que trabalham e a geração dos reformados está visivelmente a azedar, o que muito facilitará a aplicação dos garrotes nas vítimas.
      E como se tudo isto não bastasse, para ajudar a festa, um banqueiro tem ainda a distinta lata de sugerir, ainda que disfarçadamente, o caminho a seguir: vegetarmos (nós, os reformados) na rua e na indigência.

      Para finalizar esta nota que já vai longa, apraz-me dizer que tenho a certeza de que a geração dos actuais reformados, como gente de bem, aceita, mais uma vez, os sacrifícios que têm pela frente. Porque percebe que não há outro caminho para reparar os erros do passado e continua, apesar de tudo, preocupada com o futuro dos seus filhos. O que os pensionistas nunca aceitarão é a que lei não seja igual para todos e, muito menos, aceitarão a ignóbil utilização desses expedientes propagandísticos para os fragilizarem ainda mais.
      Os reformados são patriotas. Porém, é bom não esquecer que, embora sejam velhos, não são parvos.

http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bd111c2e9/14576748_tTuq6.jpeg
Imagem retirada da NET


ADITAMENTO:

Nem de propósito, acabei de receber por correio electrónico (são 19H39) a seguinte informação:
http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bf7126bab/14577229_CBEsz.jpeg
Nota: talvez seja boa ideia esclarecer que a senhora D. Isabel Diana é casada com o senhor Fernando Ulrich.
E esta hein?

05/02/2013

6.286.(5fev2013.15.36') Rede Social em cada freguesia...Centro de Atendimento a Jovens...Contrato de Desenvolvimento Local

***
27ouTUbro2016
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=c1a1c244-b3bc-4c77-adf8-fce6cb5f9377
Com cinco Misericórdias no concelho
    Jornadas Sociais destacam rede de apoio social de Alcobaça como caso único no País
     
                         Jornadas Sociais decorrem no Auditório
                            da Biblioteca Municipal de Alcobaça
      Alcobaça é caso único a nível nacional no que concerne à sua rede de apoio social, sendo o concelho com mais Misericórdias em Portugal (5) e o segundo do distrito de Leiria, a par de Pombal, com mais instituições sociais (27), empregando mais de 1000 colaboradores e beneficiando cerca de 4000 utentes.

       “O concelho destaca-se no plano nacional em diversas áreas, em particular, na área social que está em constante inovação e que, como tal, necessita de permanente reflexão conjunta e partilhada entre os seus profissionais. A Câmara Municipal tem sido e será sempre um parceiro presente e disponível para colaborar com as instituições sociais concelhias”, afirmou Paulo Inácio na sessão de abertura das Jornadas Sociais que decorrem até esta quinta-feira, 27 de Outubro, no Auditório da Biblioteca Municipal de Alcobaça.

       As Jornadas Sociais são uma iniciativa do Município de Alcobaça em parceria com as Instituições Particulares de Solidariedade Social de apoio ao idoso do concelho e visam a reflexão sobre os novos desafios e trilhos a tomar por parte dos atores sociais.

       Paulo Inácio anunciou ainda que “está previsto para o Orçamento Municipal de 2017 a implementação de novos e inovadores apoios sociais” por parte da autarquia, nomeadamente o reforço dos mecanismos financeiros para o arrendamento social, uma medida que não só minimiza o estigma da habitação social como também apoia em, simultâneo, os beneficiários e os arrendatários, estimulando o mercado de arrendamento e o estabelecimento de protocolos com IPSS dotadas de cantinas sociais que terão a tarefa de identificar utentes dessas mesmas cantinas que possam ser empregados pelas IPSS com o apoio financeiro da Câmara Municipal. “Trata-se de uma medida de reinserção social e de fomento da empregabilidade”, reforçou o edil.

       Igualmente presente na sessão da abertura, a diretora do Centro Distrital de Leira do Instituto da Segurança Social, Maria do Céu Mendes, destacou o “papel importante da Câmara Municipal de Alcobaça no apoio incondicional que tem dado às IPSS”.

       Joaquim Guardado, presidente do Secretariado Regional de Leiria da União das Misericórdias Portuguesas, chamou a atenção para as “recentes estimativas que apontam para que, em 2020, 50% dos utentes das instituições sociais sofram de demência. É um cenário que traz novos desafios que precisam de ser refletidos e ponderados em iniciativas como esta.”

       Associada às Jornadas Sociais, está patente na Biblioteca Municipal, até 31 de outubro, a exposição “Transforma-te” uma reflexão sobre a violência nas relações que envolveu a comunidade local.

       Mais informações no site municipal.

       Fonte: GRPP|CMA
    27-10-2016
    ***
    CDU tem saudado a iniciativa de haver rede social implantada em cada freguesia.
    Desde 2016, por proposta da CDU, cada freguesia.cada IPSS, pode ter mais instrumentos de acção.
    rendas apoiadas
    empregar algumas pessoas carenciadas em vez de se dar refeições
    ***
    25mar2015
    Mobilização da comunidade...
    Alcobaça pode ser uma ILHA de inclusão e de solidariedade efectiva.
    Acabei de falar com 2 mulheres que precisam de trabalho...
    Percorreram todas as instituições...
    Estão com 170€ de rendimento e têm de pagar 150€ de renda...
    Foram à Alcobaça Amiga
    À Misericórdia
    Ao Centro de Emprego
    Sugeri os caminhos que me disseram para elas obterem respostas concretas...
    Vamos ver, de novo, com estas 2 mulheres o que as instituições respondem...
    ***
    Bem sei que a política...
    *
    Na reunião de câmara dizem-nos (a mim e à Vanda) que não é preciso implementar a proposta da CDU de dar prioridade às pessoas, de apoiar as Instituições de forma a poder-se encontrar emprego, casa para quem precisa, nomeadamente para quem não pode trabalhar...
    Que a rede social até funciona muito bem nas freguesias...
    Que há refeições para quem precisa...
    Que há roupas e bens alimentares nas lojas sociais...
    ***
    Vou encontrando pessoas que precisam de casa...
    Que estão desesperadas sem trabalho...
    Na reunião de câmara não vejo resposta concreta às necessidades...
    Mas nos entretantos vejo muito blá-blá e pouca solução concreta...
    *
    Apreciei a disponibilidade duma empresária, que muito considero:
    "Não posso viver em paz sabendo que posso ajudar e nada fiz. Não me permite dormir tranquilamente e ser gente de verdade, sabendo que a mim nada me falta e estes 2 seres humanos iguais a mim, nada têm. proponho ajudar com trabalho, arranjo sítio para ficarem até encontrar uma casinha próxima da minha empresa. Não lhes faltará comida, nem sítio digno para ficar nem trabalho e ordenado, enquanto eu tiver".
    "Se cada empresa tomar uma acção destas, não existirão mais casos destes em Portugal"...
    Eu tb acho que temos potencialidades e forças em Alcobaça para termos respostas para todos os que precisam de ajuda...
    ***
    Urge mobilizar a comunidade e resolver na proximidade tal como me é dito, na rede social, em cada freguesia...
    Mas encontro tanta gente sem emprego, sem trabalho, sem vencimento e assim: não  há vida digna!
    ***
    5feVEReiro2013
    via tintafresca.net
    Alcobaça
    Centro de Atendimento a Jovens e Rede Social avançam em Alcobaça










    O Centro de Atendimento a Jovens (Município de Alcobaça), através do serviço CAJ – Fora de Portas, irá realizar, nas Escolas Secundárias D.ª Inês de Castro e D. Pedro I, nos próximos dias 01, 04, 14, 15, 18, 20, 22, 26 e 27 de Fevereiro, um conjunto de 13 sessões temáticas de prevenção de comportamentos de risco subordinadas às temáticas das adições, sexualidade e distúrbios alimentares abrangendo cerca de 250 alunos/as e um grupo de encarregados de educação.
    ***
    14fev2011
     Intervim na Reunião de câmara pública d' hoje
     apelando a que todos os que estão envolvidos na Rede Social
    não permitam que alguém, em Alcobaça,  tenha o final de vida mais miserável que conheci, como foram os 4 casos recentes de idosos em diferentes pontos do país.
    Como é possível termos uma sociedade sem família, sem vizinhos, sem IPSS, sem Associações, sem Juntas de Freguesia, sem Estado (Seg. Social, Finanças, Administração Interna...) que permite que uma pessoa morra e só seja encontrada, em sua casa, após dias, meses e até anos???!!!
    ***
    14mar2010
    Tenho de perceber o que é este projecto...
    Projecto inovador quer potenciar desenvolvimento social da região


    Os concelhos de Alcobaça e Nazaré estão mais próximos após a assinatura do Contrato Local de Desenvolvimento Social entre os dois municípios, que teve lugar na passada sexta-feira. A gestão do projecto "Mais Participação, Mais Cidadania, Mais Desenvolvimento" vai ser assegurada, até 16 de Abril de 2012, pelo Centro Social de Valado dos Frades.

    O programa visa "promover a inclusão social dos cidadãos, de forma multissectorial e integrada", através de acções a executar em parceria, por forma a "combater a pobreza existente e a exclusão social de territórios deprimidos".

    Os eixos de intervenção prioritários e obrigatórios são os seguintes: emprego, formação e qualificação; intervenção familiar e parental; capacitação da comunidade e das instituições; informação e acessibilidade.

    Vânia Ribeiro, coordenadora do projecto, explicou que o plano de acção agora apresentado resultou dos diagnósticos sociais efectuados nos dois concelhos, destacando o facto de se ter adoptado "uma nova metodologia de intervenção social baseada no território", dispondo para tal de uma equipa multi-disciplinar de sete elementos.

    Para aquela responsável, as metas passam por possibilitar o acesso a mais de 3 mil pessoas a "instrumentos com vista à obtenção de perfis adequados para as necessidades do mercado de trabalho" e "mobilizar mais de 5 mil indivíduos para o exercício dos seus direitos e deveres". Ao mesmo tempo, pretende-se promover "uma maior responsabilidade social e dinamismo no sector económico" da região que, nos últimos anos, tem sido fortemente abalado pela crise. O apoio às famílias, e não apenas aquelas que são vítimas do desemprego, estão no rol das prioridades.

    Lídia Semião, directora da unidade de desenvolvimento social do Centro Distrital de Leiria da Segurança Social, destacou a necessidade de "se estabelecerem parcerias" e revelou que estão em curso mais três projectos no distrito: em Caldas da Rainha, Pedrogão Grande-Castanheira de Pêra e Marinha Grande.

    A escolha do Centro Social de Valado dos Frades para assegurar a gestão do projecto explica-se, segundo a vice-presidente da Câmara da Nazaré, Mafalda Tavares, pelos aspectos relacionados com a "territorialidade", dado que aquela vila faz a fronteira entre os dois concelhos, além de a instituição já trabalhar com "algumas destas questões sociais".

    Para a irmã Fernanda Pereira, presidente da Direcção do Centro Social de Valado dos Frades, este projecto "é uma construção e será o que as pessoas quiserem, com a contribuição de todos", sendo fundamental "encontrar respostas mais ajustadas às necessidades".
    ***
    11jun2009
    sugestão da Maria Mateus,
    Rede Social online de Animação e Educação SocioCultural
    para entusiastas, estudantes e profissionais da área

    6.285.(5fev2013.15.31') Associação Alcobacense de Farmingville

    ***
    Antes da reunião de 3.3.2017
    esta associação entregou 1.500€ a cada corporação de bombeiros...
    Critiquei não ter sido convidado para esta cerimónia
    ***
    5fev2013
    Na urbanização "Nova Alcobaça" foi colocada a placa, no dia 2fev2013...
    Vanda Marques esteve presente em representação da CDU.
    via tintafresca.net
    Munícipe está há 12 anos numa cadeira de rodas
      Associação Alcobacense de Farmingville entrega cadeira de rodas a senhora da Benedita


      Entrega de cadeira de rodas a Maria Manuela Bento
         A Associação Regional Alcobacense de Farmingville e a Câmara Municipal de Alcobaça entregaram no dia 2 de fevereiro, na Junta de Freguesia da Benedita, uma cadeira de rodas a uma freguesa da Benedita, de 67 anos e que há 12 anos necessita de uma cadeira de rodas. A Associação Regional Alcobacense de Farmingville sedeada nos Estados Unidos da América, todos os anos efetua uma festa onde angaria fundos, que depois usa para ajudar as pessoas que mais necessitam no concelho de Alcobaça.

         Estiveram presentes na Junta de Freguesia da Benedita, Paulo Inácio, presidente da Câmara Municipal de Alcobaça; José Mendonço, presidente da Associação Regional Alcobacense de Farmingville; Maria José Filipe, presidente da Junta de Freguesia da Benedita, e Maria Manuela Bento, a quem foi atribuída a cadeira de rodas, entre outros.

         Na ocasião, Paulo Inácio agradeceu a atribuição da cadeira de rodas, e salientou que a Associação Regional Alcobacense de Farmingville já contribui com várias ofertas para residentes em quase todas as freguesias do concelho. O autarca agradeceu o apoio da Associação aos alcobacenses e lembrou que esta oferece todos os anos algo aos nossos cidadãos sem pedir nada em retorno.

         Por sue turno, Maria José Filipe agradeceu à Associação Regional Alcobacense de Farmingville a atribuição da cadeira de rodas a Maria Manuela Bento, uma vez que esta irá fazer toda a diferença na sua vida. A autarca da Benedita lembrou ainda que esta foi a segunda fez que a Associação contemplou um beneditense.

         Por seu turno, José Mendonço lembrou que as verbas são adquiridas através de uma festa que realizam anualmente na coletividade, que depois são destinadas a apoiar os cidadãos “da nossa terra”, porque segundo aquele responsável “nada é melhor do que chegar cá e encontrar as pessoas conhecidas e ser bem recebido”. O presidente da Associação Regional Alcobacense de Farmingville agradeceu ainda a todos os emigrantes que têm trabalhado em conjunto com a Associação.

         A finalizar, Maria Manuela Bento admitiu que necessitava muito desta ajuda, uma vez que a sua antiga cadeira já estava muito velha. A beneditense de 67 anos, residente na localidade da Azambujeira, agradeceu a todos a oferta e afirmou estar muito feliz. Recorde-se que Maria Manuela Bento está há 12 anos numa cadeira de rodas, devido à queda numas escadas.

         Mónica Alexandre
      05-02-2013
      ***
      A reunião de câmara 28.2011 (26set)
      aprovou pagamento das viagens PJunta d'Alfeizerão e PResidente ao EUA de 6/9 Out 2011
      Extra 7
      Mais uma festa angariadora de fundos para quem precisa em Alfeizerão!
      ***
      na reunião de 26out2010
       Em Farmingville houve problemas com 1 emigrante, filho da Sr.ª (radicada no Vimeiro) que iria ser ajudada, a tentar suicidar-se...A festa fez-se mas a emoção imperou...
      ***
      11out2010
      A reunião Pública d' hoje
      aprovou o pagamento das viagens dos Presidentes da Câmara e da Junta do Vimeiro a Farmingville
      Extra 2
      16º convívio de 13 a 17 Out originará lucros para gesto solidário.
      O apoio virá para 1 pessoa carenciada do Vimeiro...
      Boa viagem e boa festa-convívio!!!

      6.284.(5fev2013.14.55') Prof. Bruno Fonseca não resistiu à doença...Sentidos pêsames à família e ao Clube de Ténis...

      O funeral do Bruno vai ser em Moimenta da Beira. 
      O corpo do Bruno passa hoje (5fev) pelo Clube de Ténis em Alcobaça...nunca antes das 17h30'.



      O Clube de Ténis de Alcobaça agradece a todos os que estiveram presentes no nosso adeus ao Bruno Fonseca e a todos os que não puderam estar mas que gostariam de ter estado neste triste momento.

      Uma vez que não tenho Facebook, permitam me que agradeça pelo Face do clube e que faça aqui a minha homenagem a este colega, amigo que por tudo o que passámos, as vitórias e derrotas que tivemos, os amigos que fizemos, os "inimigos" que arranjámos, os alunos que formámos, os homens e mulheres que educámos e que nunca serás esquecido por todos os dias que entrarei em qualquer dos courts do nosso clube. Tinha uma vontade sim, de continuar a ver te lá, de falarmos dos nossos projectos de crescermos e da vontade de trabalharmos em prol de um sonho mas que se ainda se realizar ficará contente por ve-lo acontecer.
      É muito muito mas muito injusto o que aconteceu com o Bruno, acima de tudo sinto me revoltado e não existe explicação para ser ele a desaparecer da nossa vida, também sei que nunca o esquecerei e também com muito contentamento meu que nem aqueles miudos e miudas que com ele cresceram e que com ele partilharam momentos tristes e felizes.
      A minha vida naquele clube nunca será a mesma, bem sei que por vezes não o demonstro, nem acho que tenho que o demostrar, mas a angustia que me vai na alma e o pesar no meu coração só eu sei o quanto me pesa e para sempre ficará... pois dez anos é muito tempo e vai me custar muito olhar para os campos e não ouvir a voz do Bruno, não ve-lo a correr a saltar quando ganhava o seu ponto a quem quer que fosse a ficar fulo quando perdia mas sempre pronto para ganhar o outro, no seu alarme vocal quando uma rapariga gira passava, o quanto ele gostava de estar ali é indescritivel.
      Para terminar, o quanto ele gostava da Luci, dos filhos dos pais e da irmã e tenho pena que no dia em que ele soube da doença que me tenha dito que não ia ver crescer os filhos e que isso era um desgosto enorme para ele e que nunca deveria ter lhe acontecido.
      Só me resta dizer que foi um prazer enorme conhece lo e que para sempre ficará na minha memória como um dos bons desta vida. Um adeus para sempre Bruno Fonseca.

      Tiaga Carvalho


      Foto: E Alcobaça está novamente de luto.O professor de ténis Bruno Fonseca e amigo de todos deixou-nos hoje.Onde quer que esteja Bruno descance em paz.Deus chama sempre mais cedo aqueles a quem ama.Os meus sentidos pêsames a toda a família <3

      04/02/2013

      6.281.(4fev2013.15h00') Aprovado e publicado em DR Plano de Pormenor de São Martinho do Porto ( e Alfeizerão)

      CDU votou contra
      http://dre.pt/pdf2sdip/2013/01/020000000/0449304499.pdf

      6.279.(4fev2013.14.27') Mosteiro de Alcobaça em 7º, mas com menos visitantes

      via diário leiria e cister.fm

      MOSTEIRO DE ALCOBAÇA EM SÉTIMO LUGAR DOS MONUMENTOS MAIS VISITADOS

      Mosteiro da Batalha recebeu, em 2012, mais de 271 mil pessoas, o que coloca este monumento em terceiro lugar nos mais visitados. Mosteiro de Alcobaça também está nos primeiros 10 lugares. Recebeu, no ano passado, mais de 180 mil visitantes. 
      O Mosteiro dos Jerónimos e a Torre de Belém são os únicos monumentos que fazem ‘sombra’ ao Mosteiro da Batalha, em terceiro lugar no conjunto de espaços culturais da Direcção-Geral do Património Cultural mais visitados em 2012. 
      De acordo com os dados estatísticos daquela entidade, os monumentos, museus e palácios nacionais receberam cerca de 3,1 milhões de visitantes em 2012, o que representa uma quebra de dois por cento em relação a 2011, ano em que foram registadas mais de 3,2 milhões de entradas. 
      Os espaços culturais mais visitados encontram-se em Lisboa. No ano passado, o Mosteiro dos Jerónimos recebeu 694.156 visitantes, seguido da Torre de Belém, com 520.061. Em terceiro lugar, surge o Mosteiro da Batalha, com 271.912 entradas e, em sétimo lugar, o Mosteiro de Alcobaça, com o registo de 180.550 visitantes. Os dados de 2012 apontam ainda para uma variação negativa nos visitantes aos monumentos e palácios na ordem de 3,1 por cento e 5,8 por cento respectivamente, enquanto que os museus registaram uma variação positiva ligeira de cerca de 1,5 por cento no número de visitantes.
      Fonte:Diário de Leiria

      6.278.(4fev2013.14.20') +1 festival de anúncios: Sede de Junta e Assembleia de Freguesia de Alcobaça

      Há muitos anos que denunciamos as vergonhas do PSD sobre este assunto...
      *
      No mandato em que a Junta foi tripartida PSD.PS.CDU chegou a acordo com a câmara arq. Gil Moreira fez projeto para junto dos Bombeiros Voluntários.
      *
      Promessas e mais promessas...
      Novo mandato e tudo volta à estaca zero.
      *
      PSD/Sapinho, no último mandato, queria que a Junta fosse na casa dos ex - magistrados e que agora é ocupada pelo Inst. de Reinserção Social...
      *
      A última versão que chegou à câmara foi neste mandato PSD/Paulo Inácio. A sede seria onde funciona a "ex-casa do povo"/Segurança Social...
      A Segurança Social chegaram a fazer 1 protocolo...Passaria para o espaço por cima do Parque de Negócios (ex-cooperativa agrícola).
      entretanto
      via cister.fm

      CDS/PP QUER SEDE DA JUNTA NA ESCOLA PRIMÁRIA DE ALCOBAÇA


      O CDS/PP está farto de promessas quanto ao novo local para a Sede de Freguesia de Alcobaça, por parte dos sucessivos executivos camarários do PSD. Não podemos cruzar os braços ou adiar uma decisão tão simples. Esta aqui apresentada é já conhecida do Sr. Presidente da Camara Municipal de Alcobaça. É preciso pôr um ponto final, num problema que se arrasta há mais de 9 anos. 
      Primeiramente prometeram a Casa dos magistrados, mais recentemente, as instalações da Casa do Povo de Alcobaça, justificando que estes serviços passariam para um dos pavilhões do “Parque de Negócios”, o que não veio a acontecer. 
      Existe uma pequena verba da DGAL, Direção-Geral das Autarquias Locais, que nos foi concedida para esse fim. Esta está contemplada em orçamento na Junta de Freguesia de Alcobaça, mas com aplicação designada, exclusivamente, nas novas instalações da Sede de Freguesia. 
      A DGAL está a pedir-nos esclarecimento quanto à sua aplicabilidade/uso. No caso de não vir a ser usada é patente que a teremos de devolver, apesar dos nossos esforços para adiar esta decisão.
      Para mim, tal cenário é um absurdo; pois temos uma sede de Junta de Freguesia que é uma vergonha, numas velhas e antigas instalações onde nem as reuniões da Assembleia de Freguesia se podem realizar com a mínima dignidade. Não há condições de comodidade e existe falta de espaço. 
      Nas instalações actuais, é impensável a instalação de eventuais gabinetes e/ou valências, que possam vir a prestar à comunidade serviços que concorram para minorar, melhorarem ou até resolver carências sentidas na Freguesia. 
      Razões mais que suficientes para que entendamos ser necessário, esta é a nossa prioridade, exigir parte do edifício da Escola Primária de Alcobaça, agora fechado, repito, agora fechado e a degradar-se, para a FUTURA Sede da Junta de Freguesia de Alcobaça. 
      Além do mais, utilizar essa pequena verba, orçamentada para esse fim, daria inicialmente para as modificações e adaptações necessárias para instalar a Nova SEDE. Estas instalações mais condignas permitiam há Junta de Freguesia de Alcobaça, prestar mais e melhores serviços à população. 
      Esta é mais uma prioridade que o CDS/PP quer ver resolvida com a urgência que se impõe. Não aceitamos a devolução da dita quantia à DGAL, por mais pequena que seja. Também não aceitamos mais o adiamento constante, por parte deste executivo camarário, na resolução dum problema que afinal incomoda todos os alcobacenses, sendo uma ofensa à Cidade de Alcobaça.
      Este é o nosso compromisso. 
      Luís Querido
      Tesoureiro da Junta de Freguesia de Alcobaça
      Eleito pelo CDS/PP
      ***
      A CDU defendeu que este espaço do ex-jardim e ex-1ºCEB de Alcobaça fosse a Casa Associativa do concelho...
      Paulo Inácio disse em reunião de câmara que tem reservado este espaço para Universidade/Ensino Superior!!!
      Não serve para ensino primário, mas serve para superior???

      03/02/2013

      6.277.(3fev2013.12.7') PCP na linha certa

      Dar força à luta pela demissão do governo do PSD/CDS e a devolução da palavra ao povo

      Intervenção de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP, Faro, Comício «Por uma Alternativa Patriótica e de Esquerda. Um futuro digno para o Povo e o País»

      Dar força à luta pela demissão do governo do PSD/CDS e a devolução da palavra ao povo


      Este ano e meio de Governo do PSD/CDS e de aplicação do programa de medidas do Pacto de Agressão, traduz-se já numa tragédia para o país com o retrocesso que promoveu em todos os domínios da vida nacional.
      O ano de 2012 que há pouco findou, foi particularmente dramático para a vida de milhões de portugueses. Desemprego como nunca tivemos e sempre a crescer a um ritmo avassalador. Recessão económica profunda, com destruição brutal da capacidade produtiva do país. Venda do património e empresas do país ao estrangeiro, agravando ainda mais a sua dependência. Ataque sem precedentes aos direitos laborais dos trabalhadores portugueses, afectando, nomeadamente, os direitos ao trabalho, ao salário, a um horário, com o aumento desmesurado da exploração. Empobrecimento generalizado, com o recuo de quase dez anos do poder de compra dos trabalhadores e das outras camadas populares, agravamento das desigualdades sociais e regionais e alastramento da pobreza extrema.
      Disseram que este 2012 que acabou, seria o ano de todas as dificuldades e quase juraram que não haveria outro ano assim, mas quem conhece as medidas do Orçamento de Estado para o presente ano e o que têm em preparação para o futuro, sabe que, mais uma vez, as promessas de dias melhores se vão transformar em novos e mais dramáticos sacrifícios para o povo e na agudização dos graves problemas do país.
      O país saiu de 2012 sufocado e com a corda na garganta cada vez mais apertada e este governo decidiu apertá-la ainda mais em 2013 com o seu injusto e ilegítimo Orçamento de rapina das camadas populares.
      Os trabalhadores e o povo que vivem do seu trabalho, passaram a sentir já este mês os efeitos do novo assalto com o aumento desmedido dos impostos. Um inadmissível confisco dos rendimentos do trabalho, com a redução de escalões do IRS, alteração das taxas e, em cima, uma nova sobretaxa de 3,5% que agravará ainda mais a exploração, o empobrecimento, o saque aos rendimentos dos que menos têm. Um assalto que se tenta disfarçar com o pagamento dos subsídios de férias e Natal por duodécimos.
      Um Orçamento que vai ainda mais longe no aprofundamento das medidas no ataque às reformas com mais cortes nas pensões e no 13º. mês. Mas também com o novo roubo nos salários e no subsídio de Natal dos trabalhadores, a redução dos apoios sociais no desemprego, doença e velhice. Já não têm conta as alterações visando a diminuição e fragilização do subsídio de desemprego, num período em que cada vez mais portugueses são empurrados para o desemprego por esta política de desastre nacional.
      Mas igualmente os cortes nos serviços públicos, com repercussões cada mais graves no funcionamento desses serviços, nomeadamente na área da saúde e da educação, pondo em causa os direitos das populações.
      Um novo atentado contra os interesses do povo e do país, imposto à margem da Constituição da República e ao qual Cavaco Silva deu cobertura com a sua promulgação.
      Um conjunto de medidas de agravamento das condições de vida dos trabalhadores e das populações que, a par dos cortes no investimento, irão repercutir-se não apenas na continuada degradação da situação social, mas também e, gravemente, na situação económica do país, prosseguindo o ruinoso caminho de recessão económica e de destruição que tem vindo a ser seguido e aprofundado com a política do Pacto de Agressão e deste Governo de Passos e Portas.
      Um ruinoso caminho que as recentes previsões do Banco de Portugal, confirma, deitando por terra as manipuladas previsões do Orçamento de Estado do governo e que mostram que no corrente ano a espiral recessiva da nossa economia se vai aprofundar.
      Basta dizer que o Banco de Portugal estima para já uma queda do PIB, do Investimento e do Consumo Privado que são praticamente o dobro das quedas previstas pelo Governo.
      A acrescentar a tudo isto, o Banco de Portugal estima para 2013 uma nova queda de 1,9% no emprego. Ou seja, depois de terem sido destruídos 141 mil postos de trabalho em 2011, 187 mil em 2012, o Banco de Portugal estima agora uma destruição de quase 100 mil postos de trabalho em 2013. A confirmar-se esta previsão o país terá perdido, como resultado da assinatura do Pacto de Agressão e das políticas recessivas que têm vindo a ser prosseguidas, mais de 400 mil postos de trabalho em 2 anos e meio.
      Tendo por base as actuais previsões do Banco de Portugal para 2013 os impactos recessivos do Pacto de Agressão assinado em 17 de Maio de 2011 pelo PS, PSD e CDS reflectir-se-ão no final do ano numa queda acumulada do PIB de cerca de 7,2%, numa queda do investimento de 41%, do Consumo Privado de 14%, do Consumo Público de 11%, da Procura Interna de 17,5% e o desemprego, em sentido lato, a aproximar-se do milhão e meio e o número de portugueses abaixo do limiar de pobreza, com a redução dos apoios sociais, a atingir bem mais do que dois milhões de pessoas.
      Estes números são bem reveladores da dimensão do desastre para onde empurram o país e da necessidade e urgência de travar esta política.
      Entretanto, enquanto o povo é sistematicamente massacrado e o país continua a caminhar para a ruína, o grande capital continua a engordar com um governo e uma política ao serviço da acumulação de lucros da banca e dos grupos económicos, ao mesmo tempo que são um sorvedouro de recursos públicos.
      O mais recente caso é do banco Banif – um novo BPN – com o Estado a garantir a sua recapitalização com dinheiros públicos. Mais 1.100 milhões de euros, disponibilizados aos accionistas deste banco, que incluiu um empréstimo de 400 milhões e a compra de acções. Uma nacionalização temporária, que mais não é que uma operação de transferência dos prejuízos para o Estado e isso veremos lá para 2016/2017 quando acabar a operação financeira. Milhões que o povo adianta e paga, e que se juntam às operações financeiras do BCP e BPI. Três bancos que à sua conta levam de financiamento do Estado mais de 6,5 mil milhões de euros. Milhões que se somam à fraude do BPN que já vai em 3,5 mil milhões e que tudo indica vai custar entre 5 e 7 mil milhões de euros. Só de juros de um empréstimo para pagar este buraco, o povo português vai desembolsar 200 milhões de euros até 2020.
      A banca transformou-se num poço sem fundo, feito também de negociatas, especulação financeira, branqueamento de capitais e fuga ao fisco, daqueles que têm arrecado milhões de dividendos e que são ainda premiados pelo governo com uma amnistia fiscal a taxas de saldo de 7,5%.
      Um mundo onde tem reinado a impunidade e a engenharia financeira para reduzir ao mínimo denominado comum os impostos devidos!
      Nestas operações de transferência de milhões para o grande capital, acrescentem-se, por exemplo ainda, três mil milhões de euros disponibilizados em benefícios fiscais ao offshore da Madeira, mais mil milhões entregues aos grandes grupos por via das Parcerias Público-Privadas, para se concluir que o défice das contas públicas não seria o que é, nem o drama que apregoam, se os senhores do dinheiro não fossem os grandes beneficiários de uma política e de um governo que está ao seu serviço.
      Um governo que vive da mentira, do recurso sistemático à publicidade enganosa, da manipulação e da criação de ilusões.
      Vive da mentira e da manipulação, não só porque fez e faz tudo ao contrário do que anunciou e prometeu antes de ser governo, como justifica todas as suas medidas com pretextos falsos e falsos dilemas, e na base de informação propositadamente abastardada. Mentira e manipulação, como se viu com as declarações de Passos Coelho sobre as pensões de reforma, lançando na opinião pública a ideia de que actual geração de pensionistas está a receber reformas para lá do merecido, isto é, que recebem mais que o que descontaram, para justificar o ataque que preparam às pensões dos actuais reformados.
      O envenenamento da opinião pública, preparando o clima para virar trabalhadores do activo contra os mais velhos e os do sector privado contra os do sector público é uma monstruosa operação de divisão dos portugueses para levar a água ao moinho do empobrecimento e da redução dos direitos legítimos dos trabalhadores. Um ajuste de contas com tudo o que é fruto do trabalho passado e presente.
      Uma campanha despudorada que visa iludir que as pensões de reforma são um direito de todos aqueles que ao longo de uma vida de trabalho cumpriram com as regras legais vigentes.
      Para o actual governo, não basta a demagogia em torno do aumento das pensões mínimas – uns míseros cêntimos de actualização de apenas algumas pensões – e as medidas de congelamento das reformas pelo terceiro ano consecutivo, bem como os cortes de todos os que têm mais de 600 euros de pensão, querem ir mais longe, muito mais longe. Querem ir para um corte definitivo e substancial no valor das pensões dos actuais reformados.
      Anunciam-se como protagonistas na construção de uma sociedade com mais justiça social, mas o que se propõem é fazer regressar o país a um passado de miséria!
      É preciso pôr um travão nos seus objectivos, com a luta dos reformados e dos trabalhadores antes que seja tarde e este governo tudo destrua!
      Mentira que se mistura com impensáveis doses de manipulação grosseira criadora de falsas ilusões e que está bem patente nessa operação de marketing a que assistimos nestes últimos tempos à volta um suposto regresso aos mercados com a venda de 2,5 mil milhões de dívida pública.
      Operação que os banqueiros se apressaram a aplaudir, particularmente o grande patrão do BES, o banco que ganhou mais uns milhões com esta operação. O BES e os outros bancos que integraram o grupo responsável pela operação e que em comissões terão arrecadado 12,5 milhões de euros.
      O governo diz que esta operação é o resultado da credibilidade externa da política do governo e que esta operação com os juros mais baixos marca a viragem na recuperação do país, graças ao sucesso da sua política.
      É uma completa mistificação. O que aconteceu com Portugal, aconteceu com todos os outros países, incluindo os intervencionados pela Troika. Tudo é consequência da iniciativa do BCE e da sua anunciada decisão de compra ilimitada de títulos da dívida pública. Qual política do governo! Até a Grécia que dizem que não cumpre, viu os juros caírem para mais de metade no mercado secundário da dívida.
      O governo com esta operação quer fazer crer que os sacrifícios estão a compensar, mas particularmente criar a ilusão de que o país está a ultrapassar a crise e, com essa falsa ilusão, tentar obter um novo alento para prosseguir a monstruosa ofensiva destruidora do Pacto de Agressão e da sua política. O empolamento de um suposto sucesso tem esse objectivo, acima de qualquer outro. Uma derradeira tentativa de soprar vida a um governo sem legitimidade, longe do querer e do sentir do país.
      Uma operação que é feita com uma economia de rastos e que de rastos vai continuar, porque esta operação não altera em nada a situação, nem garante no futuro qualquer forma de financiamento sustentado. Uma operação que não tem qualquer impacto na austeridade que está a ser imposta aos trabalhadores e ao povo. Apenas se substitui dívida velha que tinha taxas de juro baixas, por dívida nova com taxas mais altas e, diga-se muito acima das obtidas pela Irlanda. Isto significa que não se reduz a factura dos juros, nem se altera o perfil da dívida. Perfil que não melhorou, antes piorou.
      Dívida que cresceu 25 mil milhões desde que este governo iniciou o seu mandato. Por isso, a exigência da sua renegociação dos prazos, montantes e juros, como sempre o PCP defendeu e não essa limitada proposta de renegociação que agora o governo quer fazer e que tanto diabolizou, continua a ser uma questão central, a par da alteração das políticas e de renúncia do Pacto de Agressão, para assegurar o relançamento do desenvolvimento do país.
      O embuste do apregoado sucesso no exterior, tem no país a continuação do crescimento do drama do desemprego e da recessão que continuam sem fim à vista.
      Para os que querem fazer acreditar que o país vai resolver os seus problemas com esta política e este governo, bastaria pôr os olhos no relatório do FMI, nesse dito programa dito refundação do Estado, combinado entre governo e a troika estrangeira para dar continuidade ao Pacto de Agressão.
      Um programa brutal e cortes de 4 mil milhões de euros nas funções sociais do Estado, um novo e brutal ataque aos rendimentos dos trabalhadores, destruição de direitos sociais essenciais à vida do povo, um colossal saque aos recursos e à riqueza nacional.
      Programa que, a concretizar-se, se traduzirá num ataque mais brutal aos trabalhadores da Administração Pública. Cortes nos salários e dezenas de milhar de despedimentos. Novo ataque à educação, aos seus profissionais e aos alunos, com novos aumentos de propinas. Ataque ao SNS e ao direito à saúde com novos aumentos de taxas moderadoras, redução do leque de cuidados de saúde, cortes nos medicamentos. Novas reduções no valor das pensões, no subsídio de desemprego, nas prestações sociais. Um autêntico programa de terrorismo social!
      Um programa que, a ser concretizado, fará do ano 2014 mais um ano de recessão profunda e ainda mais severo para os trabalhadores e para o povo. É uma falácia vir Passos Coelho dizer que 2014 será, finalmente, o ano de viragem do país e que o governo trabalha já no pós-troika com o país a recuperar - é outra fraude. Tinha prometido a viragem para finais de 2012, enganou-se ou melhor, sabia que estava a enganar os portugueses, repetiu a cena, dizendo que era em 2013, agora já não é, será em 2014, quando apresenta uma nova e brutal machadada na vida dos portugueses com a sua dita refundação do Estado.
      Não, camaradas, o país não vai a lado nenhum com esta política e com o aprofundamento das medidas de austeridade que mais não são que a eternização do Pacto de Agressão e da sua política.
      Diz Fernando Ulrich do BPI, no preciso momento em que vem apresentar os lucros do banco a que preside de mais de 400 milhões de euros, 292 milhões dos quais foram lucros com a venda de títulos da dívida pública na sua esmagadora maioria portuguesa, que os portugueses aguentam tudo o que está imposto e mais, porque diz, tal senhor, se a Grécia aguentou uma quebra de 25% do PIB e os “sem abrigo” aguentaram, Portugal e os portugueses também podem aguentar!
      Pode tudo ir ao fundo, menos eles.
      É assim que os donos do país pensam. É assim que pensa o governo que os serve. Tanto faz que o país e a vida dos portugueses se afunde, desde que eles continuem a amealhar milhões! Falam de barriga cheia!
      Eles, os senhores do grande capital e da banca, esta que depois de salva e recapitalizada pelo Estado retira lucros fabulosos utilizando os títulos do Estado como garantia dos empréstimos que obtém a taxas baixíssimas do BCE, arredando os milhões que são extorquidos aos trabalhadores e ao povo.
      É preciso acabar com esta política. É preciso acabar com este governo antes que ele acabe com o país!
      Quase dois anos depois do Pacto de Agressão já mostraram que este é um caminho que só serve o grande capital e os interesses de potências estrangeiras.
      É por tudo isto que a nossa luta não pode parar, contra esta política e este governo, contra o Pacto de Agressão, contra as medidas de brutal austeridade de afundamento da vida dos portugueses.
      Uma luta que vai continuar e que tem já no próximo dia 16 mais uma grande jornada!
      É para travar o passo a esta política que o PCP está por todo o país dinamizando uma campanha visando dar mais força e afirmar a necessidade e a possibilidade de, com a luta de todos, pôr fim a este caminho de desastre nacional e pela concretização de uma política alternativa, patriótica e de esquerda.
      Uma política patriótica e de esquerda que coloca como tarefa prioritária o combate à profunda crise económica e social que atravessa o País com a:
      - Rejeição do Pacto de Agressão, com a imediata renegociação da dívida de acordo com os interesses nacionais.
      - Promoção e desenvolvimento da produção e riqueza nacionais com criação de emprego, a valorização do trabalho e dos trabalhadores e dos seus direitos, e a garantia de uma justa distribuição da riqueza criada.
      - Alteração radical das políticas financeiras e fiscal, rompendo com o escandaloso favorecimento do grande capital económico e financeiro.
      - Administração e serviços públicos ao serviço do país capazes de garantir os direitos à saúde, à educação, à protecção social dos portugueses.
      - A recuperação pelo Estado do comando democrático da economia, pondo fim às privatizações, assegurando a nacionalização da banca e a recuperação do controlo público das empresas e sectores estratégicos.
      - Assegurar a libertação do país das imposições supranacionais, contrárias ao interesse do desenvolvimento do país.
      Uma campanha dirigida a todos os portugueses, às centenas de milhar de patriotas e democratas, às centenas de milhar de trabalhadores, de organizações sociais e de massas, a todos os que sofrem e sentem as consequências desta política e que sabem que é tempo de lhe pôr termo, para que reforcem a luta e com a sua acção contribuam para ampliar a consciência no país de que é possível um outro caminho, um outro rumo para a vida nacional.
      É a todos esses portugueses que o PCP se dirige, afirmando que está na mão do nosso povo, na sua luta, na sua vontade democrática, na sua identificação com os valores de Abril, construir uma outra alternativa política e uma política alternativa patriótica e de esquerda na convergência e unidade das forças, sectores e personalidades democráticas e de todos os patriotas que estão genuinamente empenhados em romper com a política de direita.
      Uma campanha que claramente afirma que o país não está condenado ao caminho do empobrecimento geral e que alguns querem apresentar como o único e inevitável. Que essa possibilidade é tão mais alcançável e realizável quanto maior for a luta dos trabalhadores e do povo e quanto mais força e influência política, social e eleitoral tiver o PCP. Que é possível «Resgatar o país da dependência, recuperar para o país o que é do país, devolver aos trabalhadores ao povo os seus direitos, salários e rendimentos» e garantir um governo para concretizar tais objectivos.
      Por isso, apelamos aos trabalhadores e ao povo para que se juntem ao PCP, dêem mais força à luta em defesa dos seus direitos, tornem mais próxima a possibilidade de construção dessa alternativa, dando força à luta pela demissão do governo do PSD/CDS com a devolução da palavra ao povo, em eleições antecipadas.
      Demissão e eleições antecipadas que são, neste quadro, a saída legítima e necessária para interromper o caminho de desastre do país que está em curso.
      A urgência da ruptura e de uma mudança na vida nacional constitui um imperativo nacional, uma condição para assegurar um Portugal de justiça social e progresso, um país soberano e independente.
      Nós temos confiança que, com a luta, este combate chegará ao fim com a vitória do nosso povo! Confiança de que nada está perdido para todo o sempre!