21/08/2013

6.950.(21agosto2013.12.21') Polvoeira sem nadador salvador no dia 20....Há que fiscalizar o que se contrata!!! Quem devia pagar eram os concessionários???!!!

"Sr. Vereador
Respeitosamente venho por este meio informar da seguinte situação, ontem dia 20 de Agosto chegou ao meu conhecimento que a Praia da Polvoeira se encontrava sem a presença do Nadador Salvador!
Como é possivel acontecer esta situação?
(...) existe um Protocolo entre a Câmara de Alcobaça e a Associação de Praias do Litoral Norte do Concelho de Alcobaça em que estes recebem uma verba de cerca de 10.080,00€ para poderem garantir a segurança aos banhistas das seguintes Praias: Légua, Vale Furado, Polvoeira, Água de Madeiros, Pedra do Ouro) como é possivel a Câmara pactuar com esta situação...
 Quando até para poupar dinheiro à Câmara quem deveria pagar a segurança da Praia da Légua, Polvoeira e Pedra do Ouro por obrigação Legal são os Concessionários existentes 
...além disso ontem como foi feriado Municipal as Praias tiveram bastante afluência inclusiva a Polvoeira. 
Mais uma vez Peço desculpa pelo incomodo e desabafo mas o que me leva a esta situação é estar preocupado com a segurança das pessoas e porque o municipio tá a pagar e no terreno não se cumpre com o protocolo.

Os meus melhores cumprimentos,"

20/08/2013

6.949.(20agosto2013.10.01') Mata do Vimeiro. Floresta...Temática do Comunicado de Imprensa da CDU.19.08.2013...

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PCP e a floresta
Os trágicos acontecimentos corridos no incêndio iniciado em Pedrogão reavivaram a questão da Floresta, do seu ordenamento e da sua protecção e valorização. O debate político que na sua sequência acompanhou o processo de aprovação da chamada «Reforma Florestal», feito em condições de tempo e aprofundamento distante do que a gravidade e seriedade do problema exigia, tende a iludir uma questão essencial: a de que sem prejuízo do aperfeiçoamento legislativo (para o que o PCP contribuiu) subsiste o problema dos meios, do financiamento e dos recursos humanos que por razões orçamentais tem sido negados por sucessivos governos à Floresta.
O presente dossier cumpre dois objectivos objectivos: divulgar e fundamentar a intervenção do PCP neste processo mais recente, desfazer equívocos, deturpações e falsificações; relembrar o longo e coerente percurso de intervenção do PCP sobre esta matéria.
http://www.pcp.pt/pcp-floresta
***
Comunicado de Imprensa. 19. agosto.2013   
Senhores (as) jornalistas
Agradecemos a melhor divulgação

     DECLARAÇÃO POLÍTICA: 
     Mata do Vimeiro. Floresta. Mais uma questão para debate na campanha eleitoral.


A Mata Nacional do Vimeiro é uma relíquia da natureza que tem estado ao desleixo pela inoperância do Estado. Os 276 hectares têm de ter vida e desenvolvimento para o Vimeiro e Cela e para todo o concelho de Alcobaça.
A CDU quer retomar o projecto que o PSD deixou cair e que chegou a ser presente em reunião de câmara em junho2011 (incluía um protocolo com a Autoridade Florestal Nacional). Os espaços: Viveiro, Casa da Guarda/da Mata, Parque de merendas do Gaio, Depósito de água, Estufa e a Pena Gouvinha têm de ser tratados.

 A História dos Coutos de Cister passa por lá. Também a figura de Joaquim Vieira Natividade merece que se retome a investigação, nomeadamente pela capacidade de resistência e resiliências dos carvalhos e sobreiros aos incêndios florestais o que pode configurar uma opção de reflorestação.

A CDU quer preservação e animação. Quer economia, postos de trabalho, sustentabilidade nas receitas e despesas, espaços de turismo e lazer. Aposta na aproximação das pessoas com a biodiversidade, com o convívio entre pessoas e a bela natureza. A CDU defende que os carvalhos, seculares, os sobreiros e outras espécies, protegidas, devem ser potenciadas.
A CDU quer promover parcerias com entidades, públicas e privadas, que permitam este e outros projectos que devem unir todos os alcobacenses. Atribui especial destaque as organizações de defesa do ambiente, sabedoras da importância da floresta autóctone nos ecossistemas (biodiversidade, ciclo de água, fertilidade dos solos, dióxido de carbono e oxigénio…)

Quer a ligação à cidade de Alcobaça pela valorização do beira Baça, que nasce no Vimeiro e cujas ribeiras devem ser cuidadas.

Este é um pequeno exemplo do que devemos fazer em relação à nossa Floresta. O que o Ministério da Agricultura aprovou em liberalizar as plantações do eucalipto é um atentado à erosão do solo e às nossas potencialidades hídricas, sem esquecer o bem que é a Paisagem. A CDU pode fazer a diferença!


Pel’ A Comissão Coordenadora da CDU,

Vanda Furtado Marques,

candidata a Presidente da Câmara

914 956 066

João Paulo Raimundo,

candidato a Presidente da Assembleia Municipal

917 217 06

***

via cister.fm

MATA DO VIMEIRO. FLORESTA. MAIS UMA QUESTÃO PARA DEBATE NA CAMPANHA ELEITORAL.



A Mata Nacional do Vimeiro é uma relíquia da natureza que tem estado ao desleixo pela inoperância do Estado. Os 276 hectares têm de ter vida e desenvolvimento para o Vimeiro e Cela e para todo o concelho de Alcobaça.
A CDU quer retomar o projecto que o PSD deixou cair e que chegou a ser presente em reunião de câmara em junho2011 (incluía um protocolo com a Autoridade Florestal Nacional). Os espaços:Viveiro, Casa da Guarda/da Mata, Parque de merendas do Gaio, Depósito de água, Estufa e a Pena Gouvinha têm de ser tratados.
A História dos Coutos de Cister passa por lá. Também a figura de Joaquim Vieira Natividade merece que se retome a investigação, nomeadamente pela capacidade de resistência e resiliências dos carvalhos e sobreiros aos incêndios florestais o que pode configurar uma opção de reflorestação.
A CDU quer preservação e animação. Quer economia, postos de trabalho, sustentabilidade nas receitas e despesas, espaços de turismo e lazer. Aposta na aproximação das pessoas com a biodiversidade, com o convívio entre pessoas e a bela natureza. A CDU defende que os carvalhos, seculares, os sobreiros e outras espécies, protegidas, devem ser potenciadas.
A CDU quer promover parcerias com entidades, públicas e privadas, que permitam este e outros projectos que devem unir todos os alcobacenses. Atribui especial destaque as organizações de defesa do ambiente, sabedoras da importância da floresta autóctone nos ecossistemas (biodiversidade, ciclo de água, fertilidade dos solos, dióxido de carbono e oxigénio…)
Quer a ligação à cidade de Alcobaça pela valorização do beira Baça, que nasce no Vimeiro e cujas ribeiras devem ser cuidadas.
Este é um pequeno exemplo do que devemos fazer em relação à nossa Floresta. O que o Ministério da Agricultura aprovou em liberalizar as plantações do eucalipto é um atentado à erosão do solo e às nossas potencialidades hídricas, sem esquecer o bem que é a Paisagem. A CDU pode fazer a diferença!


Pel’ A Comissão Coordenadora da CDU,
Vanda Furtado Marques,
candidata a Presidente da Câmara
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.Cister Fm
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23 agosto2013.19.12'
Prof. Jorge Paiva:
"Não se pode continuar apenas com explorações agroflorestais e agrícolas monoespecíficas. Não só porque são explorações que provocam baixas drásticas na Biodiversidade, como também são formações de elevada homogeneidade genética. Tal homogeneidade conduz a um empobrecimento dos genes disponíveis e não permite o melhoramento e selecção das espécies que ficam, assim, com menor aptidão para a sobrevivência. Isso implica maiores riscos de catástrofes, como incêndios mais devastadores e maior facilidade de propagação de epidemias..."
http://www.esfafe.pt/citec/images/stories/sembiod/sintese_jpaiva.pdf
***
31maio2012
A mata do Vimeiro...O projeto está parado???
Lembrando:
via blogue do JERO António Maduro

M166- A MATA DO VIMEIRO




A Mata do Vimeiro
Mais uma das candidaturas de Alcobaça às 7 Maravilhas Naturais de Portugal
O maior espaço de mata de folhosas dos Coutos de Alcobaça no século XVIII localizava-se em torno do lugar do Gaio (Vimeiro), com uma circunferência calculada que ultrapassava a légua e meia.
Estas matas estavam adstritas à Granja/Quinta do Vimeiro. Como nos elucida o Corregedor de Alcobaça, no seu relatório sobre as matas do Mosteiro, estas confinam umas com as outras, dividindo-se “naturalmente pela sua configuração em talhões”. Temos então quatro matas que se abraçam. A mata do Gaio, a da Roda, a da Ribeira e a das Mestras ou Mestas. A sua área total compreende 366,71 hectares, ocupando destes a mata do Gaio 109,45 hectares, a da Roda 103,40, a do Canto e da Ribeira 57,49 e a das Mestras 96,37.
O relatório do corregedor dá-nos preciosas indicações sobre a natureza e qualidade deste coberto florestal. Diz-nos que as matas são “quasi todas de madeira de carvalho e tem muito pouco sobro”. A excepção vai para a mata das Mestras (Santa Catarina), em que o carvalho português surge consociado com o sobreiro em proporção equivalente.
Com a saída da Ordem cisterciense em 1833 a integridade das matas deixa de ser garantida tornando-se um alvo fácil dos barões do liberalismo. A gestão capitalista do solo ao procurar o lucro imediato rompe com o antigo ordenamento senhorial.
As matas sofrem duras intervenções com os cortes para o arsenal da marinha, a actividade dolosa dos carvoeiros, a extracção da casca para a indústria de curtumes, a procura de lenhas pelos povos, as clareiras abertas na mata que os camponeses aproveitam para amanho, uma política predatória que começa a inviabilizar a recuperação natural da mata.
Nas décadas de 40 e 50 do século XIX esta floresta conhece uma das maiores sangrias deixando à mata do Gaio apenas 366 carvalhos. Esta hecatombe ecológica dita a mudança do regime de exploração. Do alto fuste passa-se ao sistema de talhadio. A monocultura, outrora sustentável, ameaça, agora, exaurir o solo. As revoluções (cortes) de 20 em 20 anos esgotam os nutrientes, a esmoita e as raspas da camada superficial também contribuem para a atrofia do carvalhal, o oídio dá uma ajuda a este cenário de decrepitude, as toiças morrem e as feridas na mata avolumam-se irremediavelmente. As suas madeiras vão ainda sentir os graves derrotes decorrentes da conjuntura económica da primeira guerra mundial (que de igual forma vai castigar o olival monástico das faldas da Serra dos Candeeiros), a concorrência de novas espécies como o pinheiro-bravo, o pinheiro manso, o castanheiro, o eucalipto e, por último, a pressão da pomicultura.
O que resta das antigas matas do Vimeiro tem de ser preservado, usufruído e animado. Estes espaços têm de ser cuidados não só para serem rentáveis economicamente, mas para se disponibilizarem como zonas de recreio numa aproximação salutar entre o homem e a natureza. O património florestal é também um património da humanidade e a pequenez do homem é evidente face à majestade de um carvalho secular.
António Maduro
***
26ab2011
Vou colocar aqui, em breve depois de leitura atenta, os traços especiais deste projecto elaborado por Gabriela Massena Carreira e Nelson Plácido e promovido pela CMA
***
4ab2011
5ab2011
via tinta fresca.net
Mata Nacional do Vimeiro vai ter um Centro de Interpretação Florestal
    

Armando 
Torres, Paulo Inácio e Daniel Subtil
O projecto do Centro de Interpretação Florestal da Mata do Vimeiro, que terá como objectivo a preservação e valorização daquele espaço onde haverá lugar à investigação, ao lazer ou ainda à educação florestal e ambiental, entre outras, foi apresentado no dia 2 de Abril. Após esta apresentação o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Paulo Inácio e o presidente da Autoridade Florestal Nacional, Armando Torres assinaram um protocolo para a criação do Centro e visitaram a Mata Nacional do Vimeiro.

   A apresentação do Centro de Interpretação Florestal da Mata do Vimeiro realizou-se na Associação “Triângulo Verde”, na localidade de Pedras, freguesia do Vimeiro. Estiveram presentes, além de Paulo Inácio e Armando Torres, o director regional florestal, Rui Pombo, o presidente da Junta de Freguesia do Vimeiro, Daniel Subtil, o presidente da Assembleia Municipal de Alcobaça, Luís Castelhano, além de alguns proprietários de terrenos, entre outros. O projecto foi apresentado pelos engenheiros Nélson Plácido e Gabriela Carreira.

   Segundo Paulo Inácio, a autarquia alcobacense e a população do Vimeiro está “consciente do tesouro que temos e que é necessário preservar.” O autarca revelou que este projecto “lançou o desafio de reflectir a Mata do Vimeiro” uma vez que “o ambiente é uma peça fundamental para a nossa qualidade de vida mas também de criação de riqueza e de desenvolvimento do nosso concelho.”

    

Mata Nacional do Vimeiro
 Paulo Inácio referiu que este projecto mereceu da parte da população do Vimeiro e dos proprietários “bastante interesse e vontade de participar”, bem como dos parceiros institucionais, que se mostraram entusiasmados com o projecto. O autarca defendeu que apesar da tutela da Mata Nacional do Vimeiro ser da Autoridade Florestal Nacional, “nós estamos empenhados em devolver a mata à população do Vimeiro, ao concelho de Alcobaça e ao País.”

   Por sua vez, Armando Torres referiu que a Mata Nacional do Vimeiro “tem capacidade de gerar receita” e que as entidades interessadas têm “todos os ingredientes para fazer neste local algo de interessante: têm a preservação ambiental e a cultura histórica da mata”. O presidente da Autoridade Florestal Nacional referiu ainda que o sector florestal é um sector “de que os portugueses se podem orgulhar”, uma vez que “o nosso grande objectivo é exportar os produtos florestais sem ter de importar” já que “aqui somos quase auto-suficientes”, salientou.

   Armando Torres referiu ainda que os 270 hectares da Mata Nacional do Vimeiro têm capacidade de trabalhar em várias frentes, sendo uma delas a educação, visto que “estes espaços são laboratórios de ciência viva que permitem ensinar as crianças a brincar, ao mesmo tempo que estimulam os seus sentidos.”

   Por sua vez, Daniel Subtil referiu que “a população está interessada em que algo seja feito e que possamos tirar algum proveito” da Mata nomeadamente através de espaços de lazer. Segundo o presidente da Junta do Vimeiro, “a Mata tem falta de pessoas e a partir de agora temos oportunidade de lhe dar o valor que ela merece.”

   Centro de Interpretação Florestal da Mata do Vimeiro   

Gabriela Carreira e Nélson Plácido
A pedido da Câmara Municipal de Alcobaça, os engenheiros Nélson Plácido e Gabriela Carreira desenvolveram um estudo cujos objectivos passam por implementar um Centro de Interpretação Florestal da Mata do Vimeiro, desenvolver projectos de investigação, promover acções de sensibilização e diversificar a oferta cultural e de natureza da Mata do Vimeiro.

   Segundo Nélson Plácido, o Centro de Interpretação Florestal da Mata do Vimeiro terá como valências a educação florestal e ambiental, a produção de plantas autóctones e plantas aromáticas, a investigação, o lazer e será também uma incubadora de empresas agrícolas.

   O engenheiro florestal explicou que a ideia é “desenvolver um projecto que permita uma protecção e valorização da Mata do Vimeiro” pois “os proprietários mostraram-se sempre muito interessados com a ideia e com vontade de participar” o que levou a que “este fosse um projecto aberto onde recolhemos sempre a opinião das pessoas.”

   Nélson Plácido explicou que uma das ideias a implementar será a ligação do Mosteiro de Alcobaça à Mata Nacional do Vimeiro através de dois corredores: um corredor verde que se iniciará no Mosteiro de Alcobaça passará pelo Vale das Antas e terminará no Vimeiro e outro corredor denominado corredor da Maçã, que se iniciaria em Alcobaça passaria pelo Acipreste e terminaria no Vimeiro, e cujo autor da ideia foi o responsável da Associação de Produtores da Maçã de Alcobaça, Jorge Soares.

   Outra das ideias apresentadas será a criação de percursos temáticos, como por exemplo o da água, onde espaços como a Pena da Gouvinha seriam recuperados e reabilitados. A implementação de estufas no local com destino à educação didáctica das crianças também faz parte do projecto, bem como a recuperação do lagar do Vale das Antas ou mesmo da antiga “casa do guarda”, situada na localidade do Gaio, tendo esta última recuperação como objectivo ser “uma nova entrada na Mata”, explicou o engenheiro.

   Segundo Nélson Plácido, os 270 hectares da Mata do Vimeiro, que remontam à época dos Monges em Alcobaça, “podem e devem ser estudados e requalificados”, já existindo escolas superiores interessadas em desenvolver aqui projectos de investigação, como por exemplo o Instituto Politécnico de Castelo Branco, tendo os elementos responsáveis pela investigação já visitado a Mata do Vimeiro.

   Fazem parte deste projecto a Câmara Municipal de Alcobaça, a Junta de Freguesia do Vimeiro, a Autoridade Nacional Florestal, os bombeiros Voluntários de Alcobaça, os escuteiros, a associação de caçadores do concelho, a Santa Casa da Misericórdia do Vimeiro, os proprietários, entre outros.

   Após a apresentação do projecto, realizou-se uma visita à Mata Nacional do Vimeiro, onde foi possível observar na zona da Mata da Roda, os viveiros onde antigamente os trabalhadores da Mata cultivavam novas espécies e guardavam as suas ferramentas, bem como observar a diversidade de plantas existentes e os trabalhos de limpeza que têm vindo a ser efectuados.
04-04-2011
(7Abril.12h14') região de cister publicou assim:

Mata Nacional do Vimeiro é um laboratório vivo




Até ao momento, e fora raras excepções, a Mata Nacional do Vimeiro não passava de uma simples floresta. Apesar da sua potencialidade e riqueza natural, não lhe era dado o devido valor.

O cenário parece ter mudado com a criação do Centro de Interpretação Florestal da Mata do Vimeiro, que une a Câmara de Alcobaça e a Autoridade Florestal Nacional (AFN) e que tem como objectivos valorizar, preservar e potenciar a Mata. O protocolo de colaboração foi assinado, na manhã de sábado, na associação Triângulo Verde, na freguesia do Vimeiro.
"Isto [a Mata] é um mimo", disse Armando Torres, presidente da AFN, acrescentando que "é uma mata variada que tem capacidade de gerar receita".
Além do aspecto económico, Armando Torres salientou as potencialidades educativas da floresta: "É um espaço para os miúdos aprenderem, ao mesmo tempo que estimulam os sentidos. Trata-se de um laboratório de ciência viva".
Paulo Inácio, presidente da Câmara, defendeu que o "ambiente é uma peça fundamental para a criação de riqueza e emprego" e, consequentemente, para o "desenvolvimento do concelho".
Consciente da riqueza dos 270 hectares da Mata Nacional, o presidente da Junta, Daniel Subtil, referiu que "fazer alguma coisa pela floresta já é bom, nomeadamente a nível de lazer".
O estudo para a Mata foi desenvolvido pelos engenheiros Grabriela Carreira e Nélson Plácido e visa pôr em funcionamento o Centro de Interpretação Florestal da Mata do Vimeiro. O projecto tem como objectivos desenvolver projectos de investigação, promover acções de sensibilização e diversificar a oferta cultural e de natureza. Para tal, terá como valências a educação florestal e ambiental; a produção de plantas autóctones e aromáticas; investigação; lazer; incubadora de empresas agrícolas. Segundo Nélson Plácido, "todas as empresas contactadas mostraram-se interessadas em colaborar e muitas ficaram empolgadas com a ideia de ter uma relação directa".Serão ainda criados dois corredores verdes que vão ligar a Mata ao Mosteiro. A criação de percursos temáticos, como o da ‘Água’, acabará por reabilitar locais, por exemplo, a Pena da Gouvinha. A ideia passa também por recuperar a estufa, o lagar do Vale das Antas, a casa do guarda.

Luci Pais
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22/01/2010


Sobra a Mata do Vimeiro...Prof. António Maduro escreveu no blogue




Há 12 anos que temos pressionado a maioria PSD...

Este texto do grande alcobacense é uma bela arma...
Acho que falta a ligação que tenho feito ao insigne Joaquim Vieira Natividade...

quarta-feira, 20 de Janeiro de 2010

M166- A MATA DO VIMEIRO

A Mata do Vimeiro
Mais uma das candidaturas de Alcobaça às 7 Maravilhas Naturais de Portugal
O maior espaço de mata de folhosas dos Coutos de Alcobaça no século XVIII localizava-se em torno do lugar do Gaio (Vimeiro), com uma circunferência calculada que ultrapassava a légua e meia.
Estas matas estavam adstritas à Granja/Quinta do Vimeiro. Como nos elucida o Corregedor de Alcobaça, no seu relatório sobre as matas do Mosteiro, estas confinam umas com as outras, dividindo-se “naturalmente pela sua configuração em talhões”. Temos então quatro matas que se abraçam. A mata do Gaio, a da Roda, a da Ribeira e a das Mestras ou Mestas. A sua área total compreende 366,71 hectares, ocupando destes a mata do Gaio 109,45 hectares, a da Roda 103,40, a do Canto e da Ribeira 57,49 e a das Mestras 96,37.
O relatório do corregedor dá-nos preciosas indicações sobre a natureza e qualidade deste coberto florestal. Diz-nos que as matas são “quasi todas de madeira de carvalho e tem muito pouco sobro”. A excepção vai para a mata das Mestras (Santa Catarina), em que o carvalho português surge consociado com o sobreiro em proporção equivalente.
Com a saída da Ordem cisterciense em 1833 a integridade das matas deixa de ser garantida tornando-se um alvo fácil dos barões do liberalismo. A gestão capitalista do solo ao procurar o lucro imediato rompe com o antigo ordenamento senhorial.
As matas sofrem duras intervenções com os cortes para o arsenal da marinha, a actividade dolosa dos carvoeiros, a extracção da casca para a indústria de curtumes, a procura de lenhas pelos povos, as clareiras abertas na mata que os camponeses aproveitam para amanho, uma política predatória que começa a inviabilizar a recuperação natural da mata.
Nas décadas de 40 e 50 do século XIX esta floresta conhece uma das maiores sangrias deixando à mata do Gaio apenas 366 carvalhos. Esta hecatombe ecológica dita a mudança do regime de exploração. Do alto fuste passa-se ao sistema de talhadio. A monocultura, outrora sustentável, ameaça, agora, exaurir o solo. As revoluções (cortes) de 20 em 20 anos esgotam os nutrientes, a esmoita e as raspas da camada superficial também contribuem para a atrofia do carvalhal, o oídio dá uma ajuda a este cenário de decrepitude, as toiças morrem e as feridas na mata avolumam-se irremediavelmente. As suas madeiras vão ainda sentir os graves derrotes decorrentes da conjuntura económica da primeira guerra mundial (que de igual forma vai castigar o olival monástico das faldas da Serra dos Candeeiros), a concorrência de novas espécies como o pinheiro-bravo, o pinheiro manso, o castanheiro, o eucalipto e, por último, a pressão da pomicultura.
O que resta das antigas matas do Vimeiro tem de ser preservado, usufruído e animado. Estes espaços têm de ser cuidados não só para serem rentáveis economicamente, mas para se disponibilizarem como zonas de recreio numa aproximação salutar entre o homem e a natureza. O património florestal é também um património da humanidade e a pequenez do homem é evidente face à majestade de um carvalho secular.
António Maduro
***

06/03/2009


Mata do Vimeiro e MNacional da Floresta

--------- REUNIÃO COM A AUTORIDADE FLORESTAL NACIONAL (AFN) –
MATA NACIONAL DO VIMEIRO – INFORMAÇÃO – Reuniram no dia 19 fev…Vereador Vinagre, José Alho pela AFN, Eng.ª Gabriela Carreira pelo G. Técnico Florestal.
Vão fazer plano de gestão (Eng.º Jorge Gonçalves +…)
MBem. A CDU já tinha defendido que deve ser a Câmara Municipal de Alcobaça a assumir a gestão da Mata Nacional do Vimeiro, em parceria com os técnicos florestais, com a Junta de Freguesia do Vimeiro e não acha mal que as JFCela e de Alfeizerão tb porque tb são confinantes com aquele bem florestal.
Há que aproveitar esta oportunidade para colocar o património ao serviço e "fruição das pessoas". É que, além da beleza, a Mata possui outros atractivos como os estudos científicos realizados do alcobacense Joaquim Vieira Natividade.

A nova legislação abre a possibilidade aos privados de passarem a administrar as florestas do Estado.
+1 sugestão para desenvolverem se acharem bem:
- O município vizinho tem bem encaminhado o processo de criação do Museu Nacional da Floresta, no Engenho. Comboio americano. Rodados de madeira. Estação de caminho de ferro de SMPorto.
O nosso município devia aproveitar esta vizinhança e a nossa força de floresta para entrar na parceria…
***
19mar2009
sugeri ao pelouro do ambiente e ao Vereador José Vinagre que alguém da câmara fosse à MGrande no dia 21.3.2009:
N O T A À C O M U N I C A Ç Ã O S O C I A L
Marinha Grande, 16 de Março de 2009
Exmos. Srs.,
A Câmara Municipal de Marinha Grande informa:
Sensibilização para a protecção do Pinhal do Rei
Comemorações do Dia Mundial da Floresta
A Câmara Municipal da Marinha Grande promove o "Colóquio sobre Floresta"
e o lançamento das segundas edições de "Fauna e Flora do Ribeiro de São
Pedro de Moel", a terem lugar no Auditório do Museu do Vidro, na Marinha
Grande, no dia 21 de Março de 2009 (sábado), pelas 14h30, no âmbito do Dia
Mundial da Floresta.
A iniciativa é organizada pela Câmara Municipal, em colaboração com a
Autoridade Florestal Nacional e a Vertigem . Associação para Promoção do
Património. A entrada é livre.
O colóquio e o lançamento das edições de Fauna e Flora inserem-se no
âmbito do vasto programa de actividades que é desenvolvido de 16 a 27 de
Março, para assinalar o Dia Mundial da Floresta.
O programa a ter lugar no dia 21 de Março é o seguinte:
Programa
14h30 Abertura
15h A Mata Nacional de Leiria Unidade de Gestão Florestal do Centro
Litoral/AFN (a confirmar)
15h15 Dinâmica dunar do Pinhal do Rei José André
15h30 Répteis e anfíbios do Pinhal do Rei Raquel Ribeiro e Sara Rocha
15h45 Flora vascular do Pinhal do Rei Paulo Alves e José Macedo
16h O projecto do Museu Nacional da Floresta Equipa do MNF
16h15 Visita guiada pelos convidados presentes (ao Ribeiro de São Pedro de
Moel)
A participação é gratuita.
Sem mais assunto, colocamo-nos à disposição para qualquer esclarecimento.
Com os melhores cumprimentos,
Ana Cláudia Filipe
Assessoria de Imprensa
***
6mar2009
--------- REUNIÃO COM A AUTORIDADE FLORESTAL NACIONAL (AFN) –
MATA NACIONAL DO VIMEIRO – INFORMAÇÃO – Reuniram no dia 19 fev…Vereador Vinagre, José Alho pela AFN, Eng.ª Gabriela Carreira pelo G. Técnico Florestal.
Vão fazer plano de gestão (Eng.º Jorge Gonçalves +…)
MBem. A CDU já tinha defendido que deve ser a Câmara Municipal de Alcobaça a assumir a gestão da Mata Nacional do Vimeiro, em parceria com os técnicos florestais, com a Junta de Freguesia do Vimeiro e não acha mal que as JFCela e de Alfeizerão tb porque tb são confinantes com aquele bem florestal.
Há que aproveitar esta oportunidade para colocar o património ao serviço e "fruição das pessoas". É que, além da beleza, a Mata possui outros atractivos como os estudos científicos realizados do alcobacense Joaquim Vieira Natividade.

A nova legislação abre a possibilidade aos privados de passarem a administrar as florestas do Estado.
+1 sugestão para desenvolverem se acharem bem:
- O município vizinho tem bem encaminhado o processo de criação do Museu Nacional da Floresta, no Engenho. Comboio americano. Rodados de madeira. Estação de caminho de ferro de SMPorto.
O nosso município devia aproveitar esta vizinhança e a nossa força de floresta para entrar na parceria…

19/08/2013

6.948.(19agosto2013.23.26') Luís Crisóstomo é o candidato a Presidente da Junta da Benedita...Aqui está o seu apelo ao voto na CDU.Benedita

Declaração de candidatura à Junta de Freguesia de Benedita – Luís Crisóstomo

Quando a CDU me dirigiu o convite para encabeçar a lista à Junta de Freguesia de Benedita, senti-me extremamente honrado, pela confiança que foi depositada nas minhas capacidades e por ter a hipótese de fazer a diferença na minha terra natal. Por muito que percorramos as estradas do país e do mundo, existe sempre um carinho, uma preocupação e um orgulho maior por aquele sítio mágico onde nascemos e crescemos.
A Benedita é a freguesia mais populosa do município de Alcobaça, o braço motriz e o portão Sul deste Concelho, e como tal merece uma imagem renovada à altura da sua importância!
Para isso merecemos de uma Vila requalificada no seu coração, viva e atractiva pelos seus espaços centrais e estradas reparadas. Merecemos uma solução para os vários edifícios devolutos na Benedita e seus lugares. Merecemos espaços verdes atractivos e bem cuidados, onde se possa fomentar a prática desportiva ou o simples passeio em família. Merecemos premiar a iniciativa própria, recuperar a longa tradição agro-pecuária da freguesia, fomentando a criação de riqueza da nossa freguesia. Merecemos manter a nossa alma e o nosso património histórico, merecemos mesmo recuperar o património perdido mas não esquecido, como o próprio brasão da freguesia nos relembra! Merecemos receber a compensação devida da energia produzida pelas eólicas instaladas em terreno nosso, cujas receitas deveriam ser utilizadas em projectos de valorização da nossa terra! Da mesma forma, merecemos o nosso quinhão da Quinta da Serra, esse negócio danoso que os contribuintes continuam a pagar; se os terrenos estão comprados, então que se avance em algo útil aos Beneditenses!
A vantagem de se percorrer muitos locais é conhecer muitas realidades. A minha idade oculta as experiências que já vivi, tudo o que já vi. A juventude é frenética de ideias, e está sedenta de mostrá-las e de coloca-las em prática! Apesar de toas as ideias, o meu maior desejo é que a minha voz nestas autárquicas possa ser a voz de todos os Beneditenses! Juntos podemos devolver a grande dimensão da Benedita, com novas ideias e com uma nova geração!

Dia 29 de Setembro, vota Luís Crisóstomo para a Assembleia da Freguesia da Benedita, vota CDU!

6.947.(19agosto2013.18.46') Elevador do Posto de Turismo de São Martinho do Porto precisava de estar encerrado td o domingo para manutenção?? Computadores lentos...Câmara de Vigilância arrancada...

Queixas de munícipes:
1. (...) o elevador de S. Martinho esteve encerrado ao público, ontem, para manutenção (domingo, dia 18-08)
2. Os computadores que estão no Posto de Turismo são lentos de mais. Aborrecem as pessoas...

3. A câmara de vigilância do 3º piso do elevador foi arrancada ou retirada há já algum tempo, estando os fios elétricos visíveis na parede. Este 3º piso é onde os jovens se encontram para fazer disparates (uns próprios da idade, outros nem por isso...), tendo já necessitado que o segurança lá fosse várias vezes e que, agora, não pode ser visionado pelo mesmo...

6.946.(19agosto2013.15.7') Natércia Inácia é candidata a Presidente da Junta de Évora...O pequeno texto de incentivo ao voto na CDU...

Natércia Inácio: 
Apresento a minha candidatura às eleições autárquicas de 29 de setembro a Presidente da Junta de freguesia de Évora de Alcobaça porque não quero Emigrar de novo.
Se é para lutar que o possa fazer no meu país e na terra onde vivo.
Pela CDU porque foi onde encontrei confiança, força, autonomia e esperança.
A mudança é necessária não tenhamos medo de mudar quando uma roupa é velha investimos em roupa nova, quando um carro não nos oferece segurança trocamo-lo por um mais seguro assim urge mudar de política para uma alternativa segura e de confiança.
Évora tem pessoas de valor, com criatividade, trabalhadoras, empreendedoras. A equipa da CDU aposta nas pessoas no envolvimento da população, no debate de ideias, estudo de soluções e necessidades, apoios e em trazer gente a Évora para reconhecer o património local.
Há em Évora Artistas: Grandes Músicos, Teatro, três Ranchos Folclóricos (Moleanos, Rosas/Casal Pinheiro/Fragosas e Acipreste). Vamos mostrar a nossa criatividade e trazer gente a Évora.
A Vanda Furtado Marques e eu somos mães e somos filhas. Preocupa-nos a realidade que se vive hoje em dia onde há famílias nas quais há ausência ou pouca manifestação de afetos, famílias em crise, casais separados em tensão de conflitos, onde não se assegura nem uma juventude nem uma velhice feliz!
O nosso país diz que aos 66 somos idosos, mas a esperança de vida é de mais 20 ou 30 anos. Tem de haver um aproveitamento da sabedoria destas pessoas temos de as ouvir!
A partilha da sabedoria sénior, a motivação dos jovens é essencial.
A união das empresas locais, empreendimento, autonomia, confiança e luta para que não tenhamos de procurar fora o que temos cá dentro é o objetivo da equipa da CDU.
Tenhamos coragem para mudar lutando ou a transformação dar-se-á pela precaridade, pobreza, comodismo e falta de empenho!
O voto é a nossa melhor arma não deixe de votar com consciência!
Agradeço a v/ atenção
Abraço fraterno
Natércia Inácio

18/08/2013

6.945.(18agosto2013.22.51') 7out...Dia Nacional dos Castelos...Ciência Viva promoveu a visita aos Castelos de Alcobaça e Alfeizerão...A Vanda Furtado Marques foi aos 2 eventos...


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Urge ir à conquista dos nossos castELOS!!!
Há muito que a CDU vai propondo, chamando a atenção...
Os turistas sobem e, naturalmente,  vêm desiludidos...
Escultor José Aurélio fez proposta...
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7out-Dia Nacional dos Castelos...
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http://castelodealcobaca.blogspot.com/
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foto de AM.Catarino

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http://www.cienciaviva.pt/veraocv/2013/
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Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos
www.amigosdoscastelos.org.pt
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Site do município não tem nada!!!
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a 4out2014
a Junta de Freguesia de Alcobaça.Vestiaria
fez um evento +
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http://castelodealcobaca.blogspot.com/
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O projecto do escultor José Aurélio
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O projecto do arq. Gil Moreira
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Visitei com Cipriano Simão
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Dia nacional dos Castelos 7 out... desde 1983!
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presidente da Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos, Francisco Sousa Lobo (inscrições: 218 885 381)
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 Oficina de Danças Medievais
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recriação histórica no Castelo
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Vanda Furtado Marques:
"No âmbito da Ciência Viva. 
A visita foi orientada pela Associação dos Castelos. 
Fui este fim de semana visitar o castelo de Alcobaça e Alfeizerão.
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 No castelo de Alcobaça constatamos que se notava um certo abandono, mato alto, falta de sinalética e falta de um painel explicativo.Viajamos pelo castelo, sentindo a sua História e reavivámos as memórias do passado. Terminámos a visita com vontade de cuidar desta pérola do nosso património ...
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Em Alfeizerão , o castelo está inserido numa propriedade privada, mas com a gentileza do dono pudemos fazer uma viagem no tempo, onde Lendas, passagens secretas e visitas de reis avivaram a nossa curiosidade.
No final ... todos ficámos com vontade de tornar estes castelos visitáveis...
Uma iniciativa a saudar!"



















capa do livro da Vanda Furtado Marques
que na HORA DO CONTO
no dia 17 agosto...
Vanda Furtado Marques contou...
Seguido de hora do conto, decorreu este Sábado dia 17 de Agosto na Tenda da Feira do Livro. — Apresentação do livro: "Sonho de um Castelo" (3 fotos) da Casa da Cultura de São Martinho do Porto









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2.Alfeizerão...18 agosto 2013
Distribuíram folheto...
Castelo Alfeizerão
Séc. XII
Imóvel em vias de Classificação
propriedade particular
Hj pôde ser visitada com autorização do proprietário
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sobre uma colina com 45 m de altitude...dista 3km da enseada de SMartº do Porto...
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muralhas de aparelho isódomo, em calcáreo e reforçadas inicialmente por 8 cubelos semicirculares. Na praça de armas, descentrada e no lado este do recinto erguia-se a torre de menagem, de planta quadrada.
O dispositivo de cortina de planta regular com cubelos semmicirculares constituiu uma inovação importante na arquitectura militar do perído românico. De acordo com algumas fontes no castelo existiu um paço, onde se albergaram por várias vezes os reis, a caminho de Alcobaça.
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É possível que se tenha localizado a cidade lusitana de Araducta, assumindo Alfeizerão em época romana a forma de vicus portuário...
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A mais antiga referência documental: 1287...Carta de doação....
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Em 1332 Alfeizerão recebe carta de foral, dada pelo abade de Alcobaça, D.João Martins...
Confirmada em 1422
e em 1514 já pelo rei D.Manuel I
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Até ao assoreamento do seu porto o castelo defendia a costa entre o promontório da Nazaré (Forte de São Miguel) e a península de Peniche (Fortaleza de Peniche), recolhendo nos finais do séc. XVI mais de 80 navios de alto bordo. O terramoto de 1755 destruiu parte do Castelo e desde essa altura perdeu importância a sua localização. O castelo e seus domínios estiveram na posse da Abadia de Alcobaça até à extinção das Ordens Religiosas em 1834, passando nessa altura para a Fazenda Nacional. Desde então o terreno do castelo está na posse de particulares.
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7SET2011
PSD continua sem 1 ideia para os Castelos d' Alcobaça e d' Alfeizerão..
Quase 14 anos sem ideias do que fazer para o Castelo...
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Os turistas vão até lá e o melhor que obtém ali são fotos...
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Como está a investigação arqueológica???
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O escultor José Aurélio apresentou 1 proposta...
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O castelo de Alfeizerão idem aspas
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A propriedade...
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Castelo de Alfeizerão
na wikipédia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Alfeizer%C3%A3o
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28ag2009
Presidente informou das complicações que teve de negociar com os proprietários confinantes à Estrada nacional. Um dos proprietários quer vender a propriedade que inclui o castelo de Alfeizerão, mas acha que não deve comprometer a câmara com esse encargo.
DEFENDI QUE DEVIA SER EXPROPRIADA ESTA PROPRIEDADE
TAL O INTERESSE DA MESMA
Tb revelou que não queria a solução que colocaram em Famalicão.

Vereador José Vinagre diz que ele e o Vereador Hermínio Rodrigues pediram à Presidente da Junta para envolver a população para sensibilizarem proprietários...

Vereador Daniel Adrião diz que a obra já "rebentou" no prazo de execução e nos limites. Não pode haver derrapagem, pelo aconselha que deixem cair a obra da ciclovia e permitam os acabamentos previstos sem ciclovia.
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sobre o Castelo de Alfeizerão

http://alfeizerense.blogspot.pt/2014/10/o-castelo-visto-por-william-beckford.html
Não existem muitas imagens do castelo de Alfeizerão, sendo a do sargento-mor José Monteiro de Carvalho, de 1755, a mais divulgada e a que toda a gente utiliza, embora nela não se reconheça o aspecto do castelo que gostaríamos de poder identificar. Trata-se de um desejo de cariz muito técnico, feita pelo oficial engenheiro, que retrata a parte nascente do castelo, a mais irregular e, devido já ao estado de ruína que apresentava, afigura-se-nos como uma amontoado de paredes sobrepostas, sem entradas nem acessos reconheciveis.
Outra imagem do castelo existe, do mesmo século, desenhada pelo lord inglês William Beckford que aqui passou na sua viagem aos mosteiros de Santa Maria de Alcobaça e de Santa Maria da Vitória.
Também esta não corresponderá exactamente ao que os alicerces ainda existentes nos sugerem, mas é-nos muito mais agradável ao olhar.
Retrata eventualmente o lado sul do castelo e, de uma forma romantica, esboça-o estreito, alto e elegante. No texto que acompanha o desenho, o autor não poupa elogios à fortificação àrabe que tanto gostou de ver e desenhar e que chamou de castelo de Alfagirão.
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Via Joaquim Marques https://www.facebook.com/joaquim.marques.108?fref=ts#
Castelo de Alfeizerão Classificado como Sítio Arqueologico

Portaria n.º 280/2014
É classificado como sítio de interesse público o Sítio Arqueológico do Castelo de Alfeizerão, com acesso pela EN 242, ao km 1, Alfeizerão, freguesia de Alfeizerão, concelho de Alcobaça, distrito de Leiria, conforme planta constante do anexo à presente portaria, da qual faz parte integrante.
10 de abril de 2014. — O Secretário de Estado da Cultura, Jorge
Barreto Xavier.
Foto: Castelo de Alfeizerão Classificado como Sítio Arqueologico

Portaria n.º 280/2014
É classificado como sítio de interesse público o Sítio Arqueológico do Castelo de Alfeizerão, com acesso pela EN 242, ao km 1, Alfeizerão, freguesia de Alfeizerão, concelho de Alcobaça, distrito de Leiria, conforme planta constante do anexo à presente portaria, da qual faz parte integrante.
10 de abril de 2014. — O Secretário de Estado da Cultura, Jorge
Barreto Xavier.
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27nov2012
 SIP sítio de interesse público...ZEP do Castelo de Alfeizerão
Está em curso o processo de classificação...
Consultar site do município e DG património Cultural
Restrições na construção...Obrigatório escavações arqueológicas quando é mexido no subsolo
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Via Pedro Penteado (facebook)
Anúncio nº 13711/2012
Diário da República - II Série C - 20121119

Resumo: Projeto de decisão relativo à classificação como Sítio de Interesse Público (SIP) do Sítio Arqueológico do Castelo de Alfeizerão, na freguesia de Alfeizerão, concelho de Alcobaça, distrito de Leiria, e à fixação da respetiva zona especial de proteção (ZEP).
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Maria Grilo no facebook postou a 14set2013:
ALFEIZERÃO - SOBRE O CASTELO - Encontrei este extracto escrito em 2012 por uma viajante, Paula de seu nome, eis a apreciação do estado do nosso e de vários Castelos que conheceu em ruínas, em tom de desabafo ou crítica uma vez que foi informada que muitos deles, actualmente, pertenciam a privados - "Eu nem sabia que se podiam comprar Castelos". Eu responderia:- Nem eu!
"Para chegar ao que resta da fortaleza de Alfeizerão, no concelho de Alcobaça, a astrofísica teve de abrir caminho à catanada, os delgados bastões de caminhada a fingirem de catana. Do monumento reconstruído por Afonso Henriques em meados do século XII para defender esta zona do litoral só chegou até nós um pedaço de muralha, agora escondido na mata."
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