04/07/2013

6.770.(4julho2013,18.27') As entrevistas do semanário Região de Cister...

Boa tarde.
O semanário Região de Cister vai iniciar a publicação de entrevistas aos candidatos às Câmaras de Alcobaça e Nazaré na próxima edição de 11 de julho. Junto enviamos a planificação das entrevistas, sendo que a lista foi definida através de sorteio, que foi gravado em vídeo e poderá ser disponibilizado a quem o pretender. Os sorteios têm destas coisas e haverá duas edições em que teremos entrevistas de candidatos dos mesmos partidos. Se existir entendimento entre todos os intervenientes, podemos alterar a grelha.
Tal como nos anteriores atos eleitorais, pretendemos realizar os debates com todos os candidatos, estando já definidas as datas de 29 de Agosto para a Nazaré e 5 de Setembro para Alcobaça. Solicitámos os auditórios das Bibliotecas Municipais dos dois concelhos para os devidos efeitos, aguardamos resposta.
Assim sendo, a grelha de entrevistas, caso não existam reservas de algum dos intervenientes, será a seguinte:

Autárquicas '2013
Ciclo de entrevistas
Edição Data
1038 11-07-2013 MPT/Nazaré
1039 18-07-2013 PS/Alcobaça BE/Nazaré
1040 25-07-2013 NV/Nazaré BE/Alcobaça
1041 01-08-2013 CDU/Alcobaça CDU/Nazaré
1042 08-08-2013 PNR/Alcobaça GCI/Nazaré
1043 15-08-2013 PSD/Nazaré PSD/Alcobaça
1044 22-08-2013 CDS/Alcobaça PS/Nazaré
1045 29-08-2013
1046 05-09-2013 Rescaldo debate Nazaré
1047 12-09-2013 Rescaldo debate Alcobaça
1048 19-09-2013
1049 26-09-2013
Nos próximos dias confirmaremos, por telefone, as datas para a realização das entrevistas, agradecendo a disponibilidade que vierem a demonstrar para o efeito.
Joaquim Paulo

Região de Cister

6.769.(4julho2013.16.4') R21.2013...extra0rdinária e pública...8julho...14.30...no peq.auditório do CTeatro...Ordem de trabalhos e Registo Pessoal

Foi no Cine teatro de Alcobaça!
+1x convocam sem 1º consensualizarem!!!
Fomos assessorados tecnicamente pelo CDJurídica Carlos Freire e TS Helena André
**
Vereadora Mónica Baptista está de férias...
Vereador Acácio Barbosa chegou depois dos 1ºs pontos...
**
O Presidente da Câmara, Dr. Paulo Inácio, abriu os trabalhos atribuindo uma medalha do município ao cidadão Tímóteo de Matos e o consequente louvor. Integrou os feitos do Alcobaça Clube de Ciclismo.
Subscrevi a iniciativa e reconheci o extraordinário esforço de levar Alcobaça a tanta terra, com prestígio, com títulos...Depois dos muitos feitos que a direcção de Timóteo de Matos realizou, não podemos esquecer 2 eventos extraordinários para colocar Alcobaça no mapa do ciclismo: 50 anos de ciclismo e o Porto/Lisboa interrompido em Alcobaça...O sarar da ferida foi completamente realizado...
Timóteo de Matos com o seu habitual sentido de humor:
" O cabaz de adjectivos foi demais para mim  e de menos para o clube"

Presidente da Direcção actual, Joaquim Marques, agradeceu a homenagem:
"O Clube está envaidecido"

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Preisidente da Câmara dá a palavra ao Público...
P1. Luís d' Avó Ribeiro
- Desde março que nada é feito na Estação Elevatória da Charneca do Rio Seco
- barracos a construir junto da EB1 de Turquel
- Parque de Turismo Rural...Sede da ADEPART...
- teve 50 trabalhadores na fábrica de relógios...O Tribunal...
- esperou 11 meses para reunir com PCâmara....Dantes não era assim...Lembrou os tempos de Tarcísio e Engº Costa e Sousa...
***
Presidente da câmara desculpa-se mais uma vez com a ÀGUAS DO OESTE...Vai reunir a 11.7 e vai colocar esse problema...
P2
Maria Fernanda Conceição (desta x o marido tb veio)
Voltou a colocar o assunto...buraco..pó...ruído....Mas percebeu pela resposta anterior que a reunião é dia 11 com a Águas do Oeste...
Marido releva: são muitos moradores mas só uma se manifesta!!!

***

Presidente da Câmara pergunta se algum dos Senhores Vereadores quer intervir...
Pensei que fosse extraordinária, mas assim vou intervir apenas em 2 temas:
1. Saudando o Casal Velho, superiormente dirigido pelo João Camacho...
Realizou a sua gala do ano 2012/2013...O relevar dos feitos da época que foi considerada muito positiva apesar de não haver títulos.
Tantos dirigentes voluntários para poder haver desporto de todas as camadas etárias.Atletas.Treinadores. familiares em fraterno convívio.
2.Lamentando que os apoios à Cultura ainda não tenham sido atribuídos. Os que mais precisam de incentivo são os mais descurados. O pequeno apoio anual para o rancho, para a banda, para o teatro para a escola de música...
Presidente Paulo Inácio garante que em agosto de 2013 não falha...São os Fundos Disponíveis...
**
Presidente informou:
1. Vai fazer uma reunião específica sobre a ÁGUAS DO OESTE...dia 11 julho...15.30...
2. A pousada da juventude de Alfeizerão vai ser privatizada...Vamos ter que analisar esta situação em breve...
1
REUNIÃO ORDINÁRIA
- DIA 8 DE JULHO DE 2013 –
ORDEM DO DIA
1.
------ ACTA DA REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA NO DIA ONZE DE
JUNHO DE DOIS MIL E TREZE – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO -aprovada
2.
------ ACTA DA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA REALIZADA NO DIA
CATORZE DE JUNHO DE DOIS MIL E TREZE – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO - aprovada 
3.
------ ACTA DA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA REALIZADA NO DIA VINTE
DE JUNHO DE DOIS MIL E TREZE – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO -aprovada
(AMBIENTE) 4.
------ MOSTEIRO DE SANTA MARIA DE ALCOBAÇA – PEDIDO DE APOIO -
APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO -Câmara tem de cortar hera no quintal da casa Joaquim Vieira Natividade...Bem sei que é responsabilidade total do Estado....Afinal quando abre ao público a Casa Museu Joaquim Vieira Natividade...Há novidades neste dossier?
Presidente Paulo Inácio diz que ainda estão a fazer o espólio e qu conversou com os responsáveis do Armazém das Artes...Interligar estes 2 edifícios...
(CONTRATAÇÃO PÚBLICA) 5.
------ PROC. N.º 017-UCGC-13 – EXPLORAÇÃO DE ESPAÇOS PARA FINS
PUBLICITÁRIOS - ABERTURA DE PROCEDIMENTO - APRECIAÇÃO E
VOTAÇÃO-Presidente acha que provalmente ganhará JDécaux...
(CONTRATAÇÃO PÚBLICA) 6.
------ PROC. N.º 022-UCGC-13 - ATRIBUIÇÃO DO DIREITO DE EXPLORAÇÃO
COMERCIAL, COMO ESTABELECIMENTO DE RESTAURAÇÃO E DE
BEBIDAS, DE ESPAÇO SITO NO JARDIM DA PRAÇA JOÃO DE DEUS RAMOS,
EM ALCOBAÇA - ABERTURA DE PROCEDIMENTO - APRECIAÇÃO E
VOTAÇÃO-Foi à AM...400 euros de renda...responsabilidade de manterem os WC públicos limpos...
(CONTRATAÇÃO PÚBLICA) 7.
------ PROC. N.º 029-UCGC-13 - TRANSPORTES ESCOLARES 2013-2014 –
CIRCUITOS ESPECIAIS – ABERTURA DE PROCEDIMENTO - APRECIAÇÃO E
VOTAÇÃO --10%... 157.640,88€ (c/ IVA)
(DIÁRIO DA REPÚBLICA) 8.
------ DECRETO NÚMERO DEZANOVE BARRA DOIS MIL E TREZE, DE VINTE
E QUATRO DE JUNHO – INFORMAÇÃO ----
------ Exclui do regime florestal parcial uma parcela de terreno com a área de 11,95
hectares, pertencente a Alva de Pataias, situada na freguesia de Pataias, no
concelho de Alcobaça, para construção de um centro desportivo e do recinto da
Feira de Pataias. ---
(DIÁRIO DA REPÚBLICA) 9.
------ DECRETO NÚMERO VINTE BARRA DOIS MIL E TREZE, DE VINTE E
CINCO DE JUNHO – INFORMAÇÃO ----
------ Fixa a data de 29 de Setembro de 2013 para as eleições gerais para os órgãos
das autarquias locais. -----
(DIÁRIO DA REPÚBLICA) 10.
------ ANÚNCIO NÚMERO DUZENTOS E VINTE E NOVE BARRA DOIS MIL E
TREZE, DE VINTE E QUATRO DE JUNHO – INFORMAÇÃO -------------------------
------ Alteração ao projecto de decisão relativo à fixação da zona especial de
protecção (ZEP) conjunta da Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres, da Janela
Manuelina e do Pelourinho de Aljubarrota, sitos em Aljubarrota, freguesias dos
Prazeres e de São Vicente, concelho de Alcobaça, distrito de Leiria, publicitado no
Diário da República, 2.ª série, n.º 200, de 16 de Outubro de 2012. -----------------------
(DIÁRIO DA REPÚBLICA) 11.
------ DECLARAÇÃO NÚMERO QUATRO BARRA DOIS MIL E TREZE, DE
VINTE E QUATRO DE JUNHO – INFORMAÇÃO -----------------------------------------
------ Torna público quais os países a cujos cidadãos é reconhecida capacidade
eleitoral activa e passiva em Portugal nas eleições dos órgãos das autarquias
locais. ---------------------------------------------------------------------------------------------------
(DIÁRIO DA REPÚBLICA) 12.
------ MAPA NÚMERO QUATRO TRAÇO A BARRA DOIS MIL E TREZE, DE
UM DE JULHO – INFORMAÇÃO --------------------------------------------------------------
------ Número de eleitores inscritos no recenseamento eleitoral. -
(EDUCAÇÃO) 13.
------ DIRECÇÃO-GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES –
PROGRAMA DAS ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR NO
PRIMEIRO CICLO DO ENSINO BÁSICO – ADENDA A CONTRATOPROGRAMA
– APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO -desp. 7/6/2013 ...533.400€...
Perguntei se esta verba está equilibrada com o que a câmara investe nas AEC'S...Ou se há um grande diferencial...
Presidente da Câmara reconhece que os Agrupamentos podiam ficar com esta verba e a Câmara podia dispensar esta competência. Neste ano lectivo acha que a Câmara perde 10 a 20 mil euros...
(EDUCAÇÃO) 14.
------ FREGUESIA DE SÃO MARTINHO DO PORTO – CESSÃO DA POSIÇÃO
DO MUNICÍPIO DE ALCOBAÇA NO PROTOCOLO CELEBRADO COM A
DIREÇÃO-GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES, DE CEDÊNCIA
DA UTILIZAÇÃO DO AUDITÓRIO DA ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE
SÃO MARTINHO DO PORTO – MINUTA DE ACORDO – APRECIAÇÃO E
VOTAÇÃO-Junta de Freguesia de São Martinho passa a gerir o espaço
(LICENÇAS E TAXAS) 15.
------ MARIA MADALENA DE OLIVEIRA ALEXANDRE FILIPE –
ESTABELECIMENTO DE BEBIDAS “GIGANGA CAFÉ” – PROLONGAMENTO
DE HORÁRIO – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO -Pisões..R Estação 13...passa para as 4h
(OBRAS PARTICULARES) 16.
------ DESPACHOS DO VEREADOR DO PELOURO DE GESTÃO URBANÍSTICA
– INFORMAÇÃO -
(OBRAS PARTICULARES) 17.
------ CEIA – CENTRO INTERNACIONAL EQUESTRE DE ALFEIZERÃO,
LIMITADA – VIABILIZAÇÃO DE USOS E ACÇÕES EM ÁREA INTEGRADA
NA RESERVA AGRÍCOLA NACIONAL – PEDIDO DE RECONHECIMENTO DE
INTERESSE PÚBLICO MUNICIPAL – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO-Aprovado o interesse municipal...Zona de RAN...estacionamento...Perguntei se o investimento ronda os 20 milhões de euros e se criou muitos postos de trabalho...Ronda essa verba...47 trabalhadores...Consta-se que vai investir num Hotel  de 50 quartos...
(PATRIMÓNIO) 18.
------ FREGUESIA DE BÁRRIO – CEDÊNCIA DAS INSTALAÇÕES DO
POLIDESPORTIVO DO BÁRRIO – MINUTA DE PROTOCOLO – APRECIAÇÃO
E VOTAÇÃO -junto à EB1...Junta gere o espaço...
(QUEIXAS, PARTICIPAÇÕES E TRANSGRESSÕES) 19.
------ ALDA MARIA DA SILVA MARQUES VICENTE – PEDIDO DE
INDEMNIZAÇÃO – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO -outro acidente na Rua Gaita...Benedita...18.2.2013...146,62€....Voto contra porque não houve actualização nem  divulgação da deliberação dos procedimentos que em caso de acidente por causa do má piso da estrada...
(QUEIXAS, PARTICIPAÇÕES E TRANSGRESSÕES) 20.
------ CARLOS ALBERTO FERREIRA SUSANO – PEDIDO DE INDEMNIZAÇÃO
– APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO ------------------------------------------------------------------
(QUEIXAS, PARTICIPAÇÕES E TRANSGRESSÕES) 21.
------ DANIEL DELFIM LOPES DO VALE – PEDIDO DE INDEMNIZAÇÃO –
APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO -201.50€... R.São Bernardo..Ribafria...6.4.2013..indeferimento..mexeu o veículo antes da GNR lá chegar...Voto contra porque não houve actualização nem  divulgação da deliberação dos procedimentos que em caso de acidente por causa do má piso da estrada..
(TOPONÍMICA) 22.
------ VIA SITA NA FREGUESIA DE CELA – PROPOSTA DE DENOMINAÇÃO
“LARGO NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO” – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO - Santíssima Virgem da Conceição...
(TURISMO E CULTURA) 23.
------ INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA (IPL) – CENTRO DE RECURSOS
PARA A INCLUSÃO DIGITAL (CRID) – MINUTA DE PROTOCOLO DE
COOPERAÇÃO – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO -Necessidades especiais...Há anos que não há CET's...Ainda se paga o aluguer desse 1º andar da R.Alex.Herculano..?
Presidente Paulo Inácio diz que reúne lá a Comissão para a Regeneraçao urbana
(TESOURARIA) 24.
------ RESUMO DIÁRIO DA TESOURARIA – INFORMAÇÃO -Pergunto pela Tesouraria...
Presidente diz que não há nada relevante a informar...A CGD ainda não cobra juros dos 51M€?
O tribunal de contas já respondeu. Vamos ter que fazer uma reunião extraordinária de câmara e aí incluiremos os 2 agendamentos solicitados pelo Sr. Vereador Rogério Raimundo.
***
Extra 1.
Alteração 15....
Reforços e anulações de 418.836€
Estranho que seja retirada 367.338€ em Viação Rural
Houve reforço na RECARGAS DE PAVIMENTOS
*
Extra 2
Educação Ambiental ADEPA...2011/2
12 mil euros passa para 11 mil?
afinal há atrasos...1 ano!!!
Hermínio Rodrigues desculpa-se que a ADEPA não estava inscrita...
Extra 3
Mariana Delgado reclama de escalão...70,81€

Extra 4. Presidente fala que temos de abrir procedimento para relva sintética no estádio municipal
Ainda hj de manhã estive na câmara e nada constava de documentação.
Não podemos tratar dum assunto tão sério assim sem qualquer informação técnica e política...
Presidente Paulo Inácio começa a ficar enervado e não percebe esta alteração de posição...
Volto a intervir.. A maioria sempre defendeu nestes 4 anos que queria relva natural no estádio municipal e queria relvado sintético num terreno do Ministério da Agricultura...Quem muda de posição é o Presidente e o PSD...Agora em vésperas de eleições é que faz atabalhoadamente um procedimento, sem documentação nenhuma...Tenho que reflectir...Eu não estou sózinho. O que temos defendido nestes 4 anos é a solução de relavdo sintético no Campo do Pinal Fanheiro e o apoio de vai-vém...Represento a CDU e só no dia 10 e 11 reunimos...Precisamos de tempo para alterar posições...
Vereador Acácio Barbosa critica o processo. Durante anos interveio sobre a solução do Ginásio, balneários, bancada coberta...
Presidente Paulo Inácio diz que tb gostava de responder positivamente a isso tudo. Também gostava de fazer 8 relvados sintéticos como o vereador da CDU defendia ser possível...
Tínhamos a solução...
Vereador José Vinagre informa que este ano teríamos que gastar muito dinheiro numa nova relva natural. As terras estão podres...Com a chuva e mais utilização a relva estragou-se completamente e tínhamos que a substituir e é uma operação cara.
Façam informação política e técnica...Dêem-me tempo para reunir na CDU...
Expliquem como resolvem os problemas dos praticantes de Atletismo.
Vereador Jorge Agostinho diz que concorda com a versão de relva sintética no municipal...Poupa-se água...
Acho que tb gasta muita água...
Paulo Inácio aceitou a minha proposta de apresentar documentos e adiar a discussão para a reunião de 15. de julho.
**
Extra 5
Estaleiro de obras no telhado norte do Mosteiro
Ocupa a Praça D. Afonso Henriques...
Informação...
**
Extra 6
CEERIA 10 mil euros de apoio
***
Extra 7. 
Alcobaça Clube de Ciclismo
17.550€ até 31 dez 2013..em prestações mensais...
Extra 8
Colectividade dos GDC dos Candeeiros recebe apoio de 2.250€ pelo Festival que organizou este fds...

EXTRA 9
Presidente Paulo Inácio anuncia:
38.500 euros de apoio para a Junta de Freguesia de Cós
Para quê?
Caminhos Vicinais...
Solicito essa documentação...
Bem sei que a Junta de Cós e todas as outras bem precisam de apoios financeiros.
Continuo sem perceber critérios...Não vejo equidade...Nem em dez2012, nem em janeiro, nem outra reunião apareceram apoios a outras Juntas e esta já não é a 1ª vez que recebe apoio...
Neste caso é um recorde: escreveu a 4 de julho de 2013...dia da convocatória desta reunião...e já é contemplada!!!
Eficácia suprema!!!
Os Presidentes da Junta que enviaram pedidos em 2010, 2011 e 2012, será melhor serem avisados para escreverem agora!!!
Extra 10
XXII Torneio de voleibol de praia.Paredes Vitória.23.24 e 25 agosto
mil euros de apoio.
***
Presidente encerrou os trabalhos...

6.768.(4julho2013.15.6') 1ª entrevista da nossa Presidente da Câmara, Vanda Furtado Marques, ao TINTAFRESCA.NET

http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=c49c8ce3-02c7-49cb-9030-8616d3180c47&edition=152

Entrevista com a candidata do PCP-PEV à Câmara Municipal de Alcobaça
    Vanda Furtado Marques: “A CDU apresenta
    uma candidatura aberta a todos”
      

    Vanda Furtado Marques  
    Vanda Furtado Marques é a primeira candidata da Coligação Democrática Unitária (CDU) à Câmara Municipal de Alcobaça. Professora de História no Externato Cooperativo da Benedita e escritora de sucesso de livros para jovens baseados na História de Portugal, é natural de Alcobaça, tem 45 anos e três filhos. Faz voluntariado na Associação Sorriso Amigo, na Benedita e leciona ainda na Universidade Sénior de Alcobaça. Na entrevista concedida ao Tinta Fresca revela a sua perspetiva das políticas autárquicas e analisa as outras candidaturas.


    Tinta Fresca – Qual a opinião da CDU sobre as contas do município e o que pretendem fazer para reduzir a dívida?
    Vanda Marques
     – Nós sabemos que a Câmara municipal está com uma dívida muito avultada. A gestão financeira poderia ter seguido outro caminho, se houvesse planeamento e estratégia. Turquel e Alfeizerão tinham fundos comunitários e não foram aplicados. Houve uma série de fatores que vieram endividar a câmara. O abastecimento de água é pago (à Águas do Oeste) a valores altíssimos quando grande parte dessa água não é sequer consumida. Todas estas questões deviam ter sido discutidas, abertas à comunidade. Precisamos de uma equipa onde haja uma abertura, onde as pessoas possam dizer o que pensam. Por isso é importante ouvir a oposição, é na junção de todas as opiniões que se faz luz.

    Esta maioria (PSD) é muito fechada, não permite que as pessoas falem. Há muita gente que tem boas ideias e que quer dar sugestões e não pode. A Câmara tem que permitir ouvir os outros sem estar à partida com resistências. O que nós, como vereadores, sentimos nas reuniões de Câmara, é que nem ouvem a oposição. As coisas estão feitas, estão decididas, não se escuta.

    Quando falamos em dívidas de muitos milhões de euros, e não digo que Paulo Inácio não tenha feito um esforço em reduzir a dívida, esse esforço não pode ser em circuito fechado, em que só eles são os donos da razão. Têm de ouvir os outros. Nós na CDU valorizamos o papel da oposição. Eu não quero fazer aquela política de andar a toda a hora a criticar, quero uma política construtiva, mas é preciso saber ouvir e planear. Há falta de transparência na Câmara. A ideia de secretismo faz as pessoas ficarem com dúvidas. Vamos ouvir mais, planear mais e renegociar o que for possível para reduzir a dívida.

    Tinta Fresca – Quais os projetos que a CDU tem para o concelho em termos de zonas industriais, sendo certo que a Zona Industrial do Casal da Areia está praticamente esgotada?
    Vanda Marques
     – A CDU sempre apostou numa zona industrial na zona de Turquel, que, em termos de localização, seria mais adequada para o concelho. Trata-se de um terreno que está no PDM entre Turquel e Benedita. A CDU defendeu que avançasse primeiro, porque o PDM permitia avançar logo em 1998, mas o PSD preferiu gastar 5 milhões na aquisição do terreno na Benedita, beneficiando os proprietários da Quinta da Serra. Agora precisamos de 20 milhões ou mais para se fazer algo, é outra aposta megalómana. A Zona Industrial do Casal da Areia está quase cheia, mas também tem um problema: está muito desleixada, nomeadamente, há falta de placas, tem muito mato à volta e alguns edifícios estão pouco cuidados.

    Também estive recentemente em Pataias e ouvimos alguns munícipes de Martingança preocupados com a sua zona industrial, que está pouco cuidada, com maus acessos. É uma zona de indústria de ponta, altamente sofisticada, mas falta também cuidar da sua envolvência. É uma zona que deve ser muito valorizada, que é muito forte a nível industrial e que está a ser posta de lado.

    A população queixa-se também da falta de meios sempre que é necessário fazer uma pequena obra. As máquinas têm de vir da sede do concelho e demora-se muito tempo. Se houvesse uma descentralização de meios, que a CDU defende, as coisas podiam funcionar melhor. Se calhar, é necessário pensar na descentralização de recursos para as freguesias mais distantes.

    Também notei que as pessoas do norte do concelho se sentem discriminadas relativamente à Benedita, acham que ali é a grande aposta do município, e que são completamente esquecidos. A Câmara Municipal de Alcobaça não quer saber de Pataias e Martingança e as populações sentem-se abandonadas e deixadas à sua mercê.

    Tinta Fresca – Quais as propostas da CDU para a área da Cultura?
    Vanda Marques
     – A CDU pretende valorizar Alcobaça, tornando-a uma terra permanente de cultura, de teatro, música, de artesãos, de escritores. As marcas de Alcobaça, como a maçã, a abadia e o castelo, têm de voltar a ser valorizadas. Também a criação de roteiros culturais é cada vez mais é importante. Nós não podemos explorar só um turismo de passagem, temos que apostar num turismo que fique, que permaneça alguns dias no concelho e para isso temos que criar alternativas e, para isso, é importante começar a construir uma rede de interesses que os leve a querer ficar em Alcobaça. Devemos não só apostar no Mosteiro, mas em todas as outras marcas que Alcobaça tem. Podemos levar o turista a ver uma vinha, um pomar, ir à serra. Temos que apostar mais na nossa terra e criar uma rede entre empresários, Câmara, e outros, por forma a que as pessoas realmente possam fazer esses percursos.

    Nós temos o Mosteiro, mas já não chega. Cada vez mais, o turismo jovem vem procurar a parte das sensações e das vivências e, para isso, é necessário criar um turismo que permaneça e uma rede de oportunidades que os faça vir ao concelho de Alcobaça.

    Tinta Fresca – O que acha a CDU da Feira de S. Bernardo? O que pretende alterar?
    Vanda Marques
     – O modelo da Feira de S. Bernardo é um modelo que nós, na CDU, achamos que já está ultrapassado. É necessário criar uma nova forma, uma nova maneira de viver esta feira. A própria ligação entre os empresários e as associações que estão representadas podia ser feita de forma mais real, com maior interligação com o visitante, uma mostra mais verdadeira de Alcobaça. É evidente que as crianças gostam do carrossel e dos outros divertimentos, achamos que essa parte deve ser mantida, mas com mais dignidade, com uma imagem nova.

    Depois na parte de exposição das empresas devia haver um maior planeamento entre a autarquia e os empresários e as entidades interessadas, por forma a dar mais vida aos stands e maior interatividade. Este modelo atual já é muito antigo e não funciona, tem que haver outra vivência. Devíamos pensar a Feira de S. Bernardo de uma forma mais interativa e com mais criatividade. Acho que podíamos ir buscar os criativos do concelho, ouvir os jovens, para trazer ideias novas, porque têm um grande potencial.

    Podemos viver o S. Bernardo de uma maneira mais arrojada, mais criativa. Pretendemos no fundo dar uma nova imagem ao evento e envolver as pessoas. Também deveria haver, fora do recinto do evento, algo que explicasse ao público de fora o que é o S. Bernardo.

    Tinta Fresca – Quais os projetos que a CDU tem para o Parque Escolar do concelho?
    Vanda Marques
     – Sem dúvida que os Centros Escolares trouxeram algumas melhorias, apesar de a CDU achar que os mega centro escolares não são o ideal para as crianças. Poderemos ter melhores condições, acesso a biblioteca, instalações com melhor qualidade, mas estes mega centros perdem muito em termos de laços afetivos. As crianças estão mais stressadas, criam-se menos laços entre as crianças e os professores. Temos que pensar realmente se queremos melhores condições ou mais afeto e tranquilidade das crianças. Eu vou mais para a tranquilidade e o afeto. É evidente que as escolas não podem estar a cair, mas realmente podíamos ter apostado nos centros escolares médios, como Bárrio e Aljubarrota, e não nos mega centros escolares.

    Por outro lado, incomoda-me que haja escolas requalificadas que, de um ano para o outro, foram encerradas. É isso que a CDU sente que tem acontecido nos últimos mandatos: falta de planeamento e de estratégia. Há uma falta de coordenação que vai implicar gastos e mais despesas para a autarquia.

    Outra coisa que não correu bem foi a promessa de construção dos Centros Escolares de Turquel e Alfeizerão. As escolas atuais estão muito degradadas e, se os centros escolares não avançaram, precisam de obras porque estão muito mal.

    As escolas de Pataias também necessitam de obras. Foi dado o passo maior que a perna e não é isso que traz as nossas crianças mais felizes. Sei que têm acesso a biblioteca, mas nesta fase é muito mais importante a proximidade. Aparentemente, ficamos deslumbrados, as crianças também, mas depois no dia-a-dia são muito felizes de outra forma.

    Tinta Fresca – Como está o concelho a nível de saúde?
    Vanda Marques
     – A CDU defende uma saúde para todos, em que todos possam ter acesso sem ter de pagar ou recorrer ao setor privado. Alcobaça tem tido um grande problema: o seu hospital está cada vez com menos condições, apesar de agora parecer que as coisas se poderão resolver, com a sua integração no Centro Hospitalar Leiria-Pombal.

    A CDU continua a defender que o Hospital de Alcobaça deve ter serviço de urgência, mas com dignidade. Houve uma altura em que nem um simples colírio para os olhos tinham, as pessoas chegavam e eram imediatamente enviadas para outros hospitais. Um hospital sem condições leva as pessoas a não confiarem nele.

    Quando as pessoas chegam a uma determinada idade precisam de sentir que há um hospital perto, e o encerramento do Hospital de Alcobaça seria muito grave, principalmente para as pessoas mais idosas. Temos de lutar para que se mantenha e com um bom serviço de urgência.

    Em relação aos centros de saúde, temos Turquel e Martingança com falta de médicos, e a Unidade de Saúde Familiar da Benedita que também precisa de obras. O essencial é dar a possibilidade a todas as pessoas acesso aos serviços de saúde de forma igual. Temos uma população cada vez mais idosa e temos de lutar pelo seu acesso aos cuidados de saúde.

    Tinta Fresca – Acredita num novo hospital em Alcobaça?
    Vanda Marques
     – A CDU pensa que se fazem muitos “anúncios” de coisas que depois não podem ser concretizadas. Mais vale ponderar e prometer aquilo que podemos. Nós não vamos prometer algo que sabemos que não vamos conseguir concretizar. Por isso é que nós na CDU falamos muito de planeamento, de estratégia, de pensar e de não prometer algo que não vai ser concretizado. Esta Câmara tem feito promessas, nos últimos tempos, e depois não vimos nada. Os alcobacenses sentem-se magoados e atraiçoados porque prometem mundos e fundos e as coisas não acontecem. As pessoas estão desiludidas, deixam de acreditar e a Câmara pode fazer o que bem entender porque as pessoas já nem querem saber. Chegámos a um ponto em que as pessoas se desligaram da política porque não são ouvidas. Se nós não as envolvemos, se não damos feedback às pessoas, deixam de participar. Isso é o que está acontecer em Alcobaça.

    Tinta Fresca – Qual a sua opinião em relação às obras de regeneração urbana que decorrem junto aos Paços do Concelho?
    Vanda Marques
     – A CDU e a própria população ainda não percebem o porquê daquela obra numa época de crise, numa zona que ainda não estava a precisar de grandes intervenções. Mais uma vez foi o aproveitar de alguns fundos à última hora. Se houvesse mais planeamento e estratégia, poderia ter-se feito obra noutros locais que estão a precisar muito mais.

    A maioria justifica-se com a questão do saneamento dos pluviais, mas as pessoas continuam a não conseguir compreender esta intervenção. Acho que há outras obras muito mais emergentes, por exemplo, o mercado municipal. É ali que param os turistas e que se deparam com um espaço velho e feio. Deveria ser um espaço com muito mais dignidade, porque é quase a porta de receção de Alcobaça. O mercado com os produtos regionais poderia ser um polo de atração fantástico. Teria de ser tudo repensado, mas com criatividade, não é preciso gastar grandes quantidades de dinheiro.

    O mercado com a fruta de Alcobaça, com os vinhos, com artesanato, mesmo aproveitando os artistas do concelho, para trabalharem ao vivo no espaço, daria logo outra cara. Não podemos só olhar para o Mosteiro. O Mosteiro é uma aposta quase ganha, temos agora de ir buscar outras atrações.

    Animação de rua também é essencial. Há tantos artistas em Alcobaça, ligados ao teatro e outras artes que poderiam criar uma animação na cidade. Não é necessário que seja diária, mas podia criar-se aqui um novo dinamismo porque senão qualquer dia Alcobaça é uma terra fantasma. Temos que cativar muito os jovens, porque a força está neles e têm ideias fantásticas.

       

    Vanda Marques: o nosso lema é "abrir, unir e construir"
    Tinta Fresca – Quais os projetos que a CDU tem em termos de obras para o concelho?
    Vanda Marques
     – A CDU não tem propostas de grandes obras, porque estamos numa conjuntura económica desfavorável, mas a principal obra seria a requalificação do mercado. Priorizamos também o centro histórico da cidade, com a requalificação das zonas mais antigas, nomeadamente, a Rua D. Pedro V. Apostaríamos num maior diálogo com os senhorios e proprietários, para estudar a forma de intervencionar aquele espaço, nem que seja chamando os artistas locais.

    Com a dívida deixada pelo PSD, temos de ser muito criteriosos. Temos que construir novas receitas para fazermos parcerias para criar emprego que estarão na nossa prioridade para o próximo mandato. Temos de baixar a taxa de desemprego no nosso concelho. Temos várias obras em todas as frentes que avançarão logo que conseguirmos financiamento europeu ou nacional. Mas vamos multiplicar as obras pequenas, via parcerias com as freguesias, coletividades, instituições que irão apresentar as suas candidaturas e todas serão contempladas com os mesmos critérios de apoio.
    A CDU apela muito às soluções criativas, porque estamos numa época em que não há muito dinheiro.

    Queremos também valorizar a zona histórica de Aljubarrota. Além da Feira medieval, Aljubarrota tem um potencial enorme, nomeadamente, com as crianças, devido à história da padeira. Cós é outro local que também tem um potencial enorme.
    Não vamos prometer obras de vulto, vamos tentar é realmente requalificar aquilo que há, não fazer obras de raiz.

    Tinta Fresca – Relativamente à sua candidatura, quais são as suas apostas fortes?
    Vanda Marques
     – A minha candidatura é uma candidatura de convicções, de ideais, de honestidade, de trabalho, de envolver a população. É uma candidatura que pretende valorizar o nosso concelho, fazer com que as pessoas voltem a sentir Alcobaça, se sintam ouvidas e integradas. Desde crianças a pessoas com dificuldades ou com problemas de mobilidade que muitas vezes são esquecidas. Estamos numa altura em que as pessoas estão desinteressadas, adormecidas e a deixar-se levar por este marasmo. Sentem-se desconfortáveis com o que está a acontecer a nível nacional, mas também não conseguem sair da zona de conforto.

    Eu, enquanto candidata, quero trazer as pessoas à Câmara Municipal, descentralizar. O nosso lema é “abrir, unir e construir”. Abrir a nossa Câmara às pessoas para que possam falar dos seus problemas. Unir todo o concelho à nossa volta. Que as pessoas se sintam unidas e não “desprezadas”. Queremos construir uma política sólida, consistente e deixar de lado as politiquices: “prometer, prometer e depois não fazer” ou “dar o passo maior do que a perna”.

    A nossa candidatura quer fazer tudo com cautela, estratégia, trabalho de equipa. Nós estamos aqui para servir a população, não o contrário. As pessoas sentem-se submissas aos políticos, mas os políticos estão aqui para servir a população. A CDU apresenta uma candidatura aberta a todos.

    Tinta Fresca – Como considera os outros candidatos e as suas candidaturas?
    Vanda Marques
     – Começando pelo atual presidente e recandidato pelo PSD, Paulo Inácio, já deu provas do que fez. É uma pessoa/candidatura que promete muito e que depois não cumpre. Apresenta falta de transparência e de planeamento. O secretismo é algo que, na conjuntura nacional, não resulta, é preciso outra forma de fazer política. Acho que a candidatura do PSD não vai trazer nada de novo. Se não encontrou soluções em quatro anos, não é agora que irá encontrar. A população está um pouco cansada desta forma de ver a política. Tem de haver uma lufada de ar fresco e acho que esta não é uma candidatura que traga nada de positivo.

    Relativamente ao candidato do PS, José Canha, considero que o processo de escolha do candidato demonstra a pouca credibilidade que esta candidatura poderá trazer. Um partido onde as pessoas não se entendem, onde existe mesquinhez e falta de transparência e, na Câmara vai repetir-se. Não acho que seja consistente. Não conheço o candidato, acho uma pessoa válida como todas as outras, mas o partido onde está inserido também é responsável pela má conjuntura nacional. Nem a conjuntura nacional, nem a situação que se desenrolou à volta de processo de escolha do candidato, dão grande credibilidade à candidatura do PS.

    Quanto ao candidato Carlos Bonifácio, nós na CDU somos muitas vezes “gozados” por sermos de ideias fixas e persistentes. Mas eu acho que é melhor ter ideias fixas e ser fiel às suas convicções e ideais, do que ser como este candidato independente, que esteve sempre do lado do PSD, que pactuou com muitas políticas erradas e que de repente “vira o bico ao prego” e cria uma candidatura nova, associando-se ao CDS, que também contribuiu para a atual situação do País. Além disso, foi buscar pessoas que, para mim, também não são de confiança, porque mudaram de um partido para outro. Uma pessoa que não demonstra honestidade e frontalidade não garante uma candidatura consistente, que possa ser o melhor para Alcobaça.

    Relativamente a João Pedro Amaral, o PNR é um partido radical, que defende ideais com os quais a CDU não concorda. É uma candidatura que não tem consistência e credibilidade para estar à frente de Alcobaça.

    Finalmente, a candidatura do Bloco de Esquerda, de Adelino Granja. Houve uma tentativa de junção com a CDU, que acabou por não resultar e o Adelino Granja decidiu avançar. Penso que é um partido sem grande estrutura, até tem alguma criatividade na forma como expõe os assuntos, mas depois falta a estrutura e a consistência para estar à frente de uma Câmara Municipal.

        Mónica Alexandre
    04-07-2013

    6.766.(4julho2013.8.32') Andaimes deviam ter qualidade estética...Até podiam ser obras de arte...Assim não!

    A obra foi inaugurada em 20.8.2005,,,Inacabada...Nomeadamente nesta Rua Zagalo...Depois os andaimes podiam ser obras de arte...



    Foto do facebbok de José de S

    03/07/2013

    6.765.(3julho2013.19.47') Caniços atrapalham estacionamento em frente ao portão do Estádio Municipal...


    reclamação no facebook de Rouget B
    "Este matagal, situa-se no parque de estacionamento junto à Repartição das Finanças. Dava um jeitão se este lugar não tivesse aqueles "caniços" que não deixam ninguém estacionar o seu automóvel sem riscar a pintura... A quem devemos pedir, ou alertar, para que os mesmos sejam cortados?"

    6.764.(3julh02013, 19.41') Ruínas no Centro da Cidade de Alcobaça são + que muitas...Em todo o concelho...Não há poder da câmara PSD em 16 anos...Temos que ABRIR.UNIR.CONSTRUIR com a CDU!!!



    Foto do facebook Rouget B. (do passeio pedonal à beira Alcoa)...
    ***********







    Fotos de Carmen J (ex Olaria)


    Foto da Carmen J ( está no completo abandono...freguesia da Maiorga)

    6.763.(3julho2013.18.50') Hj e sexta +2 espectáculos do Cistermúsica


    https://www.facebook.com/festivalcistermusica?fref=ts


    A Câmara Municipal de Alcobaça, a Banda de Alcobaça / Academia de Música de Alcobaça, a Direção Geral do Património Cultural e a Direção do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça têm o prazer de convidar V. Ex.ª a assistir aos espetáculos de dança "Vénus v/s Marte" e "(In)constância", que se realizam respetivamente nos dias 3 e 5 de julho no Mosteiro de Alcobaça e Cine-Teatro de Alcobaça - João d'Oliva Monteiro.
    Confirmar presença até dia 5 de julho pelos telefones 262 597 611 / 96 254 35 44 (09h00 às 18h00). Convite válido para duas pessoas e limitado à lotação do espaço. O levantamento dos bilhetes deverá ser realizado até 30 minutos antes do início do espetáculo com a apresentação deste convite.

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    Vénus v/s Marte
    Coreografias de Alia Kache (EUA) e Vítor Viegas (Portugal)
    Estreia Absoluta · Criação inspirada na história de Pedro e Inês

    3 de julho · quarta-feira · 22h00
    Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça · Claustro D. Afonso VI

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    (In)constância
    “Impulsos e Desejos” – Estreia Absoluta
    Daniel Cardoso, coreografia, cenografia e desenho de luz
    Hugo F. Matos, figurinos e cenografia
    Camila Moreira, Inês Porfírio, Joana Puntel e Rodrigo Lemos, bailarinos
    Ludovico Einaudi, Isaure Equilbey e Paulin Bundgen, música

    “Missa(o)” – Estreia Absoluta
    Luís Sousa e Rita Abreu, coreografia e figurinos
    Camila Moreira, Eliana Mota, Inês Porfírio, Joana Puntel, Rodrigo Lemos, Eduarda Horta* e Inês Duarte*, bailarinos
    Coro e Ensemble de Professores da AMA
    Carlos Filipe Cruz, composição e direção musical

    *Alunas da Academia de Dança de Alcobaça

    5 de julho · sexta-feira · 22h00
    Cine-Teatro de Alcobaça · João d'Oliva Monteiro

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    Cistermúsica – Festival de Música de Alcobaça

    Honrando o lema "Clássicos Portugueses e Universais" que adotou desde 2002, o Cistermúsica comemora em 2013 o bicentenário Verdi/Wagner e reforça a sua aposta no património musical português, bem como na criação contemporânea, nas áreas da música e também da dança.
    Neste sentido, foram convidados jovens coreógrafos nacionais e internacionais para criarem bailados em torno, principalmente, da temática inesiana, mas também interagindo com a comemoração do bicentenário de Verdi e Wagner.
    O cruzamento interdisciplinar das artes, nomeadamente entre a música e a dança, e a articulação da programação global com a área da educacão, constituem uma das linhas de desenvolvimento do Cistermúsica.

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    www.cistermusica.com

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    Comunicação
    Academia de Música de Alcobaça
    Rua Frei António Brandão
    38/44, R/C, Loja Direita
    2460-047 Alcobaça

    Tel: 262 597 611
    Fax: 262 597 613
    Tlm: 96 254 35 44 / 42

    6.762.(3julho2013.12.9') Quality Coast

    via sapinho gelásio do prof. Paulo Grilo

    Litoral de Pataias também é "Quality Coast"


    A notícia na edição do jornal on-line Tinta Fresca e no site da OesteCIM
    http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=ecdf712b-b17d-4f29-8442-d778d9e6ff10&edition=152

    http://www.oestecim.pt/News/newsdetail.aspx?news=31f40d5c-5140-48f6-8058-fe5cd2159fbd
    http://www.oestecim.pt/News/newsdetail.aspx?news=ce25dc61-b14a-4885-b852-6f67a3d07b32


    Região considerada destino turístico atrativo de qualidade    
    Região Oeste Portugal conquista Bandeira QualityCoast


    Todos os municípios da Região Oeste Portugal hastearam, no dia 1 de Julho, a bandeira QualityCoast, a qual resulta do galardão atribuído à Região Oeste Portugal e que a distingue, com reconhecimento internacional, como sendo um destino turístico atrativo, de qualidade, com esforços demonstrados na procura da sustentabilidade.
    Este prémio decorre de uma candidatura elaborada pela Comunidade Intermunicipal do Oeste, seus Municípios e Turismo do Oeste, e apresentada ao Programa Europeu QualityCoast, o qual é coordenado pela Coastal & Marine Union – EUCC.
    O galardão QualityCoast 2013 é importante para a região pois pode, através da divulgação que será feita junto de operadores turísticos com ação e influência em mercados turísticos de relevância, potenciar um maior desenvolvimento da economia local e captação de novos investimentos compatíveis com critérios de desenvolvimento sustentável, permitindo, igualmente, à Região Oeste Portugal, ganhar mais prestígio e visibilidade internacional, já que esta foi considerada como um destino que faz parte dos 20 melhores destinos turísticos sustentáveis.


    No Sapinho Gelásio:

    "Quality Coast" - uma ideia para o litoral de Pataias
    http://sapinhogelasio.blogspot.pt/2010/04/quality-coast-uma-ideia-para-o-litoral.html

    O que é o "Quality Coast"?
    http://sapinhogelasio.blogspot.pt/2010/04/quality-coast-uma-ideia-para-o-litoral_26.html

    Quais são os critérios para a atribuição do "Quality coast"?
    http://sapinhogelasio.blogspot.pt/2010/04/quality-coast-uma-ideia-para-o-litoral_30.html

    02/07/2013

    6.760.(2julho2013.8.1') Comunicado CDU sobre o Saneamento e a gestão sectária do PSD. 6ª questão chave para as Autárquicas 2013

    Comunicado de Imprensa. 1. julho.2013   
    Senhores (as) jornalistas
    Agradecemos a melhor divulgação
    DECLARAÇÃO POLÍTICA PSD fez negócio ruinoso com o saneamento. Soluções de saneamento Não à gestão sectária dos Serviços Municipalizados. 6ª questão chave das Eleições Autárquicas 2013.


    A CDU bem alertou e esteve contra o negócio ruinoso de entregar as nossas Estações de Tratamento do Saneamento à Águas do Oeste e contra o teor do contrato de adesão. Passámos, de imediato, a pagar o tratamento do metro cúbico por três vezes mais do que nos custava (era 33 escudos por metro cúbico). Agora, pagamos quatro vezes mais. Além desse acto gravíssimo de gestão, não souberam defender que temos muitas condutas sem separação das águas pluviais…Temos muitos pontos do concelho com águas subterrâneas e água da chuva a entrarem no sistema. As facturas estão a ser pagas. Muitos milhões de euros que todos pagamos e que não pagávamos antes desta decisão danosa.
    A CDU vai ABRIR, UNIR E CONSTRUIR A FORÇA municipal contra este roubo e vai tentar, também, reduzir o que se paga à empresa multimunicipal Águas do Oeste. Depois vamos agir rapidamente na separação das águas pluviais dos efluentes domésticos…Não podemos continuar a aceitar o tratamento e o pagamento da água da chuva!!!

    A CDU tem medidas concretas para propor e reunir consenso para implementar soluções de saneamento nos bairros, lugares, freguesias que ainda não têm saneamento. Nesta frente, também temos de criar desenvolvimento e coesão concelhia e ter em conta empresas e postos de trabalho do concelho.

    Nos 16 anos de gestão PSD tivemos administrações sucessivas dos Serviços Municipalizados, apenas, com elementos PSD. A CDU esteve sempre contra esta gestão sectária e monocolor que revelou medo de ABRIR.UNIR.CONSTRUIR novos caminhos para estes importantes serviços públicos como são o da água e do saneamento.

     

    Pel’ A Comissão Coordenadora da CDU,

    Vanda Furtado Marques,

    candidata a Presidente da Câmara

    914 956 066

    João Paulo Raimundo,

    candidato a Presidente da Assembleia Municipal


    917 217 060

    6.759.(2jullho2013.7.4') Congresso Internacional sobre ECONOMIA SOCIAL. Intervenção do Presidente da Confederação Portuguesa das Colectividades - Augusto Flor

    Congresso Internacional sobre Economia Social
    29 Junho 2013 – Estoril
    Digníssimo representante do Governo
    Digníssimos congressistas
    Digníssimos convidados
    Minhas senhoras e meus senhores
    O tema deste painel desafia-nos a fazer um exercício prospetivo que não pode de modo algum
    constituir um exercício de adivinhação. Vivemos momentos da nossa vida coletiva de grande
    exigência e, digamos o que dissermos, não há forma de voltar atrás. Temos que aprender com
    os erros do passado e do presente. Há quem afirme que aprender com os próprios erros é um
    sinal de inteligência. Creio que é mais inteligente aprender com os erros dos outros. Este
    painel poderá, por isso, ser oportuno no presente e útil para o futuro.
    Falar da “Economia Social Portuguesa: papel no pós-troika”, leva-nos inevitavelmente a olhar
    para os últimos anos da nossa vida coletiva, não só desde que perdemos a nossa soberania e
    recaiu sobre nós essa fatalidade que nos transformou numa espécie de colónia económica e
    financeira onde as palavras mais ouvidas são austeridade, recessão, desemprego, miséria, mas
    um pouco mais atrás. Olho, vejo e sinto o que qualquer um vê e sente. A diferença está na
    expectativa de vida e no modelo de sociedade que cada um deseja para o seu país e para o seu
    povo. Em nome de milhares de dirigentes associativos voluntários e benévolos, congratulo-me
    pela oportunidade de partilhar convosco o que sinto e penso.
    O meu modesto contributo para este Congresso, centra-se em três aspetos essenciais:
    1º - Diagnóstico da situação, causas e consequências;
    2º - Os mecanismos existentes e à nossa disposição;
    3º - Ideias e contributos para o futuro.
    Diagnóstico da situação, causas e consequências;
    Se recuarmos aos anos oitenta do século passado, constatamos ter sido um período em que os
    valores, os padrões da sociedade portuguesa, mudaram muito. O primado de que cada um
    teria que subsistir por si; que o individualismo era a forma de garantir que o Estado não se
    “apoderasse” das nossas vidas; que o melhor seria cada um “desenrascar-se” foi, mais ou
    menos o tom, em que o discurso do individualismo foi ouvido e assimilado, ou seja,
    institucionalizado.
    Os problemas começaram a surgir quando as empresas, numa situação semelhante ao que
    tinha acontecido em meados da década de setenta, começaram a ter salários em atraso, em
    que o então o Bispo de Setúbal, Dom Manuel Martins (1975/1998), para além dos sindicatos,
    foi a primeira pessoa a chamar a atenção para esse fenómeno social. Começava aí a
    caminhada para o abismo.
    Com a nossa entrada na CEE (1986), hoje União Europeia, destruíram-se capacidades
    produtivas e, simultaneamente, criaram-se ilusões de que iriamos ficar todos ricos.
    Construíram-se auto estradas (1986/1991) que pareciam levar o desenvolvimento ao interior
    do país e acabaram por o desertificar. A construção civil (imobiliário) cresceu para além do
    necessário e expectável. Obras de iniciativa pública e privada, garantiram trabalho a milhares
    de pessoas que hoje estão no desemprego ou emigraram. A acompanhar um ritmo
    desenfreado de especulação imobiliária e financeira, alteraram-se os hábitos de consumo,
    incentivou-se o endividamento e surgiram teorias sócio-psicológicas que fizeram muitos
    incautos acreditar que faziam parte de uma nova classe social, a classe média, ao mesmo
    tempo que, paradoxalmente, se negava a existência de classes sociais. Era um novo alerta para
    as dificuldades que aqui e ali se sentiam e outras que se avizinhavam. A sociedade civil, atenta
    ao desenrolar da situação, mobilizava-se.
    Juntando-se a muitas outras já existentes, nasceram novas instituições de solidariedade social
    ou modificaram-se a partir de associações com diferentes actividades procurando dar resposta
    a novas solicitações. Foi criado um novo estatuto para essas associações pelo decreto-lei
    119/83 de 25 de Fevereiro que as tornaram conhecidas por IPSS. Em 1990 é criado o 1º Banco
    Alimentar contra a Fome. A sociedade civil mobilizou-se e tentava remediar os efeitos das
    políticas públicas que provocaram tal situação.
    Contudo, as necessidades de diversos grupos da população tornavam-se evidentes e era
    necessário encontrar uma forma de conter a chaga social como alguns lhe chamaram e que, a
    qualquer momento, podia resultar numa explosão social. Surgiu assim o RMG – Rendimento
    Mínimo Garantido pela lei 19-A/96 de 29 de Junho.
    O Estado, a nível central, procurava mitigar os efeitos das políticas públicas e da falta de auto
    regulação do mercado nos termos previstos por Adam Smith, com outras políticas públicas
    que, no fundo, produziam resultados semelhantes. Assumia apenas parte da sua função social,
    transferia para o sector cooperativo e social outra parte e apelava ao sector empresarial que
    colaborasse, convencendo-o da sua responsabilidade social.
    Por razões históricas e culturais, consolidava-se um modelo social assente essencialmente na
    remediação, isto é, na resolução de casos sociais agudos ou de emergência social. Cada
    instituição e cada voluntário passaram a ser a “almofada social” de uma população carenciada
    e sem perspetivas. Sem a intervenção destas instituições a situação teria sido ainda mais
    dramática.
    Por esta altura, estarão muitos de vós a pensar como estou triste, pessimista, desolado,
    derrotado, ou mesmo enganado. Não, não estou. Há mais de 43 anos que faço voluntariado.
    Tenho um elevado grau de compromisso com o próximo e com a comunidade. Já vi e já vivi o
    suficiente para transformar cada problema num objeto de estudo e assim poder olhá-lo com
    distanciamento e pragmatismo sem perder a sensibilidade e a paixão por aquilo que faço.
    Sei por experiência própria e por estudos científicos em que tenho colaborado, que a nossa
    ação contribui decisivamente para dar resposta às necessidades mais elementares dos seres
    humanos, contribui para a felicidade e para a construção de valores hummanistas. Nós
    mudamos, para melhor, a vida das pessoas. Cada ser humano, cada grupo de Humanos tem,
    alternadamente, ao longo da sua existência, momentos de dor e sofrimento mas também de
    prazer e felicidade. A questão não é se tem ou não estas variáveis, mas antes qual o saldo
    intermédio em cada momento da sua vida e, sobretudo, qual o saldo final. Se apostarmos em
    outras políticas, se apostarmos na prevenção, o saldo será certamente mais positivo que
    negativo e os seres humanos que estão à nossa volta, serão mais felizes. É esse o desafio que
    temos pela frente.
    Os mecanismos existentes e à nossa disposição;
    Fazer política é, de acordo com as condições e recursos disponíveis, fazer opções e tomar
    decisões. Com muito ou poucos recursos, não pode deixar de haver políticas públicas e
    concertação destas com as instituições da sociedade civil. Podemos dividir em três os
    mecanismos existentes e que temos à nossa disposição.
    Primeiro, a Constituição da República Portuguesa (CRP) que, mesmo após a sétima revisão,
    continua a ter latitude suficiente para enquadrar a economia social enquanto subsector. O
    princípio sistemático da coexistência e complementaridade dos sectores público, privado,
    cooperativo e social, permite-nos encontrar soluções para uma maior equidade,
    subsidiariedade e justiça social. Poderíamos mesmo considerar a sua existência como uma
    mais-valia dado que, tal quadro, permite que cada um deles funcione como elemento
    regulador dos restantes. A CRP, garante também o princípio da discriminação positiva para o
    sector cooperativo e social, bem como medidas materiais para o seu desenvolvimento.
    Este aspecto está bem presente na Lei de Bases da Economia Social (LBES) recentemente
    publicada (Lei 30/2013 de 8 de Maio) e que mereceu a unanimidade do parlamento. Na esteira
    da CRP, a LBES vem clarificar a delimitação conceptual do sector, consolidar a extensão do
    princípio da proteção do sector, definir o tipo de relações entre o Estado e o sector e abrir
    caminho para o seu desenvolvimento e aperfeiçoamento legislativo através de
    regulamentação própria.
    Segundo, a rede de estruturas e organizações promotoras de solidariedade e ação social que,
    de acordo com a Conta Satélite do INE, são mais de 55.000, das quais, mais de 30.000 são
    colectividades de cultura, recreio e desporto. Esta rede conta com mais de meio milhão de
    voluntários dos quais cerca de 425.000 estão dedicados ao dirigismo associativo cultural,
    recreativo e desportivo. São uma rede social que sendo reconhecida pelos poderes públicos e
    pela comunidade, não tem a visibilidade e apoio que merece. Em muitos casos, são o único ou
    o último reduto da relação social nas aldeias e lugares do interior, mas também dos bairros
    urbanos periféricos das grandes cidades. São o espaço onde se previne a solidão dos mais
    idosos, se promove a auto estima dos adultos, se responde às dúvidas existenciais dos jovens e
    se oferece um sorriso e uma mão amiga às crianças. Em cada momento da nossa vida
    individual ou coletiva, a associação/coletividade está presente e, mais do que serem o grupo
    de referência, em muitos casos são o grupo de pertença, são a família. São essenciais para a
    integração e coesão social.
    Devemos olhar esta rede como um “ser vivo social”, dinâmico, que pela sua proximidade,
    sente, conhece e intervém na vida da comunidade. Com as alterações à estrutura autárquica
    das freguesias, esta rede social vai ainda ser mais necessária porque, inevitavelmente, os
    autarcas que vierem a ser eleitos, vão ficar mais longe das populações e dos seus problemas.
    Terceiro, são os mecanismos de aconselhamento que conduzam ao maior e mais concreto
    conhecimento dos decisores políticos aos vários níveis, nomeadamente o Governo. O CNES é
    um bom exemplo de como a realidade social transmitida pelos agentes sociais que estão no
    dia-a-dia no terreno, podem contribuir para a tomada de decisões que vão ao encontro dessa
    realidade. São exemplos o Programa de Emergência Social (Out.2011/Dez.2014) com as suas 5
    áreas ou o Impulso Jovem, desde que previamente discutidos, assumidos e aferidos pelas
    estruturas e instituições da rede social, podem dar frutos e constituir soluções intermédias
    para atingir objectivos imediatos e de médio prazo.
    Deve igualmente caber a este órgão de aconselhamento, a monitorização dos impactos sociais
    das políticas públicas ou da falta delas, de forma a corrigir trajetórias que poderão por erro
    conceptual ou fatores externos ao sector, não cumprirem os seus objectivos.
    Por fim, falemos das ideias e contributos para o futuro.
    Em qualquer sociedade a iniciativa dos cidadãos é sempre necessária e mesmo imprescindível.
    Uma sociedade, sem participação cívica estruturada, organizada onde cada indivíduo pode
    escolher livremente a actividade social que deseja realizar, perderia toda a capacidade
    sinérgica que os seres humanos organizados e motivados pela prática do bem comum e da
    solidariedade podem, de facto, oferecer. A associação de indivíduos com vista à resolução de
    problemas comuns, é parte do processo de humanização da sociedade e, como tal, intrínseca
    ao próprio ser Humano.
    Indicadores como o IDH – Índice de Desenvolvimento Humano, comtemplam para além da
    esperança média de vida e o rendimento per capita, o padrão de vida, isto é, o grau de
    conforto e de felicidade que cada sociedade alcança. Temos que incluir no nosso raciocínio
    este elemento como estruturante da nossa ação futura.
    Nesse sentido, permitam-me que deixe para a vossa reflexão algumas notas que podem
    considerar como propostas.
    1. Equacionar/questionar o modelo social existente de forma a evoluirmos da
    remediação social para a prevenção social, dando prioridade à sociedade inclusiva,
    começando por refletir sobre a natureza e finalidade de cada instituição e pela matriz
    das políticas públicas;
    2. Aprofundar o conhecimento do sector da economia social entre pares, estabelecendo
    parcerias de forma a contribuir para a realimentação económica e financeira do sector
    e assim aumentar a sua capacidade de resistência e superação em momentos e épocas
    de crise;
    3. Pugnar por políticas públicas equilibradas entre famílias do sector social, através de
    concertação e integração de programas comuns mantendo as especificidades e
    particularidades de cada família, quer no plano das contrapartidas financeiras quer
    fiscais que deverão ter como base o princípio da discriminação positiva;
    4. Desenvolver um processo de promoção e divulgação das funções e relevância social do
    sector de forma a dar maior visibilidade às instituições e às suas actividades,
    nomeadamente através do Portal ZOOM/CASES;
    5. Desenvolver um processo progressivo de sustentabilidade financeira de forma a
    garantir a independência do sector, devendo diversificar as fontes de receitas próprias
    e de terceiros, nomeadamente aquelas que podem resultar de uma melhor
    distribuição das receitas de jogo licito e do mecenato e de redução de custos
    estratégicos nomeadamente da energia e rendas;
    6. Dar estabilidade profissional, temporal e emocional, reforçar a componente formação
    e qualificação dos dirigentes, trabalhadores e ativistas voluntários afetos ao sector, de
    forma a motivá-los para atingir graus de qualidade e certificação pessoais e das
    instituições;
    7. Aproveitar toda a experiência e as boas práticas no uso de fundos comunitários
    provenientes do FEEI-2014/2020, apresentando candidaturas estratégicas com
    produção de efeitos de médio e longo prazo, bem estruturadas e fundamentadas pela
    via da CASES;
    8. Defender a identidade histórica do sector cooperativo e social, distinguindo este dos
    conceitos próximos da economia empresarial como “economia social de mercado”,
    “capital social e capital humano”, “empresas sociais”, que têm, naturalmente, outra
    natureza e finalidade;
    9. Criar junto da CASES, uma Bolsa de Valores das instituições sociais como referência da
    sua disseminação territorial e de projectos em desenvolvimento, podendo assumir o
    papel de instrumento de atração de investidores sociais;
    10. Construir um novo conceito de parceria Público/Privado/Social de forma a serem
    claros e transparentes os meios e as contrapartidas asseguradas pelas partes e os
    objectivos perseguidos, sem descorar as funções sociais do Estado e a
    responsabilidade social das empresas e dos cidadãos;
    11. Valorizar o papel dos voluntários afetos ao sector de forma que estes sintam o
    reconhecimento dos poderes instituídos e assim contribuam para a democracia
    participativa como elemento determinante para a qualidade do regime democrático e
    de direito em Portugal.
    A todos o meu muito obrigado pela atenção dispensada, votos de êxitos nas funções e de
    felicidades pessoais.
    Augusto Flor, Dr.
    Presidente da Confederação Portuguesa
    das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto

    6.758.(2julho2013.7.1') 7.7. almoço 13h seguido de política e animações váriasFesta de Verão do PCP

    FESTA DE VERÃO DO PCP - Domingo 7 de Julho - 10 horas
          FOZ DO ARELHO - margens da Lagoa, junto ao Penedo Furado
          13.00 h. Almoço (sardinha assada, carnes grelhadas)
          15.00 h. Intervenção Política c/ ANGELO ALVES da C. P. do C.C. do PCP
          Música com CARLOS VICENTE
          Venda de produtos agrícolas - Quermesse - Bar
                    CONTAMOS CONTIGO - VEM CONVIVER CONNOSCO

    6.757.(2julho2013.6.55') Rancho Folclórico dos Moleanos ...Aljubarrota e Évora

    ***
    14seTEMbro2018
    Bravíssimooooo rancho dos Moleanos D’ Évora.e d’ Aljubarrota...d’ Alcobaça que vos abRRaça... esteve na praça RTP1
    Federação do Folclore Português
    Deixamos o registo da passagem pel' A Praça de hoje!
    Agradecemos toda a atenção que a equipa da RTP teve para com todos.
    Gondomar será um belo palco.
    Contamos consigo.

    ***

    ***
    27seTEMbro2015

    https://www.facebook.com/Ranchofolcloricomoleanos/photos/a.352088144818618.99091.352053268155439/1113044742056284/?type=3&theater
    28seTEMbro2014.
    V Festival de Folclore nos Moleanos
    ***
     12jul2014
    .21h30'.Alcobaça.XXVIII Festival de Folclore do RF dos Moleanos.
    ***
    2jul2013
    Recebi convite para estar na entrega das lembranças e no jantar antes do Festival...
    ***
    2 e 3 feVEReiro2013
    Tradicional matança do porco
    ***
    30set.2012
    12:30 Horas – Concentração dos Grupos convidados no Lagar do Barreirão, Sede do Rancho Folclórico dos Moleanos


    13:00 Horas – Almoço convívio no Lagar do Rancho Folclórico dos Moleanos


    15:30 Horas – Início do Festival no Lagar com a participação dos seguintes Grupos:

    Rancho Folclórico dos Moleanos
    Alcobaça – Alta Estremadura

    Grupo Folclórico e Etnográfico “As Tecedeiras de Almalaguês”
    Coimbra – Beira Litoral

    Rancho Folclórico de Alcanhões
     Santarém – Ribatejo

    Rancho Folclórico da Soc. Rec. de Cabeça Veada
    Porto de Mós – Alta Estremadura
    ***

    ***
    ouTUbro2012
    na reunião de câmara de out2012 relevei de novo a rota do azeite...A apanha...As migrações...A etnografia...Os cantares...O lagar a funcionar para as escolas e turistas...
    Hermínio Rodrigues discordou: que eraa impossível recuperar o lagar...
    ***
    via cister.fm

    ROGÉRIO RAIMUNDO DEFENDE CRIAÇÃO DE ROTEIRO DO AZEITE


    Rogério Raimundo defende a criação de um Roteiro do Azeite, no concelho de Alcobaça, como forma de aumentar as receitas com o turismo. 
    Segundo o vereador da CDU, o Rancho dos Moleanos possui um antigo lagar que pode ser reconvertido em espaço museológico, criando-se assim mais uma oferta para quem visita a região de Alcobaça. 
    Rogério Raimundo diz que Alcobaça não tem uma estratégia para o turismo, vivendo apenas da atratividade do Mosteiro e das praias do concelho, daí ter sugerido a criação de uma rota do azeite. O vereador refere ainda haver todas as condições para se recriar uma atividade que não há muitas décadas mobilizava muitos alcobacenses na apanha da azeitona.
    ******
    9jul2011

    ***
    14feVEReiro2011
    Intervim em reunião de câmara
    Alcoviteiras...
    por manter a tradição da matança do porco à antiga, mas também por crescer em secções culturais para além do seu folclore: teatro com as suas alcoviteiras; escola de música com variedades.
    Vereadora Mónica Baptista reconheceu e comentou como ficou impressionada com tanta gente a assistir.
    *
    by mim 












    **
    12 e 13 feVER2011
    Lagar do Barreirão.
    No domingo 13 lá estarei ao almoço.
     

















    ***
    18ouTUbro2010

    É 1 mostra do que foi 1 das lagoas fundamentais.

















    Festival de folclore
















    O Rancho do Acipreste a sair e o das Caldas a saudar.















    O Lagar e a casa deviam estar restaurados e no turismo de Alcobaça...O Rancho fez o essencial: adquirir e manter... A Câmara tem de fornecer os técnicos e musealizar com qualidade...Há anos...
    É 1 mostra do que foi 1 das lagoas fundamentais.


    Festival de folclore



























    O Rancho do Acipreste a sair e o das Caldas a saudar.















    O Lagar e a casa deviam estar restaurados e no turismo de Alcobaça...O Rancho fez o essencial: adquirir e manter... A Câmara tem de fornecer os técnicos e musealizar com qualidade...Há anos...
    ***

    6.756.(2julho2013.6.51') 8 julho...17h...Ciclismo e convite da JFMartingança

    Há gestos simpáticos que não podemos ignorar.
    A Junta de Freguesia da Martingança quer liderada pelo Vitorino quer pelo Escudeiro, sempre convidaram td o executivo para esta cena: ciclismo, convívio na festa de S.João Baptista e petisco...

    6.755.(2julho2013.6.4') Gruta junto aos armazéns da Fonte Nova...

    Verificar com o arqueólogo da câmara
    Foto de ED Ferr...Respigado do facebook
     Foto: A saberem : Fica na rua da fonte nova em ALCOBAÇA e pareçe ser um forno antigo em ruinas , alguem pode saber exactamente o que é ? Foi colocado a vista a pouco tempo a quando da " Limpeza " do terreno . Para ser visto , fica perto da zona dos armazens .

    6.754.(2julho2013.5.55') Limpeza dos rios em espaço urbano é da responsabilidade da Câmara

    O Rio Baça dentro da cidade tem de ser limpo pela Câmara...
    Via Facebook...Reclamação do munícipe: Ed Ferr
    Zona da Fonte Nova


    01/07/2013

    6.753.(1julho2013.21.15') domingo 7 julho.10h...Arquitectura Alcobacense e IOGA...BELA VIDA...d~e lugar ao convívio...2 técnicas da câmara...Uma acção para DESPERTAR O SENTIR

    6.752.(1julho2013.21.3') novo escritor alcobacense: Virgílio Vasconcelos Ribeiro...Lançou recentemente em Miranda do Corvo.

    Felisberto Matos leu e registou no seu blogue "Melros":

    Terça-feira, 6 de Agosto de 2013


    BELISÁRIO PIMENTA E O MOVIMENTO REPUBLICANO EM COIMBRA autor - Virgílio Vasconcelos Ribeiro co-edição - Câmara Municipal de Miranda do Corvo e Edições Minerva Coimbra 1ª edição - Junho de 2013 ISBN - 978-972-97618-8-1 - 978-972-798-34o-7 depósito legal - 361368/13 Nas duzentas páginas que constituem o livro,o autor empresta-nos os seu olhar cinematográfico e conduz-nos pela Coimbra académica e política dos finais do séc.XlX e três primeiras décadas do séc XX. Utiliza como máquina de filmar o olhar atento e o registo documental persistente de Belisário Pimenta , que foi simultaneamente actor participante do filme e observador privilegiado enquanto estudante universitário,militar,maçon,republicano,estudioso da história de Portugal e finalmente, historiador. O livro lê-se num fôlego,para quem goste da temática. Achei particularmente interessantes os capítulos sobre a questão académica de 1907,o regicídio,os primeiros meses da república em Coimbra ,a conspiração restauracionista. Para mim e provavelmente para muitos leitores que viveram a crise académica de Coimbra de 1969 e posteriormente o 25 de Abril de 1974, as semelhanças entre estes dois períodos históricos são tão evidentes,que até parece termos participado neles todos. A história repete-se....não é? Umas vezes...... outras ........