06/10/2013

7.065.(5out2013.23.44') Hj é dia da República (1910)...! 1viva à Confederação das Colectividades...Do Tratado de Zamora (1143)...

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5ouTUbro2018
POSTEI:
1910... Dia da República com democracia a sério...Bem sabemos a diferença...Se o PSD.CDS continuasse no governo hj era dia de trabalho!!!
1143 - Tratado de Zamora

1 vivaaaaaa à Confederação das Colectividades
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VANDA FURTADO MARQUES comentou:
"Fico com o coração despedaçado...como se retira este feriado do nosso calendário.
As memórias são os fios que tecem a nossa História. Que tristeza de governantes que querem fazer esquecer o nosso passado Histórico
Pois ...um povo inculto e sem memoria é bem mais fácil de dominar."

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JAlves comentou:
"Estes (des)governantes incultos, com a complacência de um individuo, que é eleito em sufrágio direto e universal,  pelo povo português, como seu representante para presidir à suprema magistratura da república “mora” lá para as bandas de Belém, resolveram de uma cajadada, eliminar a comemoração com dignidade, de uma das datas mais importantes da história de Portugal, eliminando este dia do calendário, como feriado civil.
Existe um falso argumento, que alguns utilizam para justificar esta aberração, é que o povo ligava mais ao feriado (dia de descanso), do que a valorizar o sentido da comemoração.
Até posso aceitar que seja verdade, no entanto competia ao poder institucionalizado (GOVERNO), através desde logo, pelo do seu Ministério da Educação, esclarecer, sensibilizar, elucidar e ensinar  os estudantes  deste país,  para a importância da data do 5 de Outubro nas duas variantes.
A primeira prende-se com a fundação de Portugal (tratado de Zamora) em 5 de Outubro de 1143, sem a qual a independência de Portugal em relação a Castela não seria possível.
Esta é portanto a data (mãe), que dá origem à comemoração de todas as datas, que ainda hoje do ponto de vista civil se comemoram. Sem a fundação não haveria a Nação Portuguesa, logo não existiria Pátria Portuguesa e muito menos Estado Português, que não é mais do que a nação politicamente organizada.
A segunda prende-se com o derrube da monarquia, em 5 de Outubro de 1910, sem esta revolução não haveria representantes da República no Palácio de Belém e provavelmente o Palácio Nacional da Ajuda não estaria ocupado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros."

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05 de Outubro de 1910: A República Portuguesa é proclamada da varanda da Câmara de Lisboa, por José Relvas




A República Portuguesa foi proclamada em Lisboa a 5 de outubro de 1910. Nesse dia foi organizado um governo provisório, que tomou o controlo da administração do país, chefiado por Teófilo Braga, um dos teorizadores do movimento republicano nacional. Iniciava-se um processo que culminou na implantação de um regime republicano, que definitivamente afastou a monarquia.
Este governo, pelos decretos de 14 de março, 5, 20 e 28 de abril de 1911, impôs as novas regras da eleição dos deputados da Assembleia Constituinte, reunida pela primeira vez a 19 de junho desse ano, numa sessão onde foi sancionada a revolução republicana; foi abolido o direito da monarquia; e foi decretada uma república democrática, que veio a ser dotada de uma nova Constituição, ainda em 1911.
A implantação da República é resultante de um longo processo de mutação política, social e mental, onde merecem um lugar de destaque os defensores da ideologia republicana, que conduziram à formação do Partido Republicano Português (PRP), no final do século XIX.
Ultimato inglês, de 11 de janeiro de 1890, e a atitude da monarquia portuguesa perante este ato precipitaram o desenvolvimento deste partido no nosso país. De 3 de abril de 1876, quando foi eleito o Directório Republicano Democrático, até 1890, altura em que se sentia a reação contra o Ultimato e a crítica da posição da monarquia, a oposição ao regime monárquico era heterogénea e desorganizada. Contudo a "massa eleitoral" deste partido conseguiu uma representação no Parlamento em 1879, apesar de pouco significativa, numa altura em que a oposição ao regime era partilhada nomeadamente com os socialistas, também eles pouco influentes entre a população.
Em 1890, o partido surgiu quase do vazio, para um ano depois do Ultimato publicar um manifesto, elaborado pelo Diretório, em que colaboraram: Azevedo e Silva; Bernardino Pinheiro; Francisco Homem Cristo; Jacinto Nunes; Manuel de Arriaga e Teófilo Braga. Este manifesto saiu a 11 de janeiro de 1891, umas semanas antes da tentativa falhada de implantar a República de 31 de janeiro.
Após o desaire desta tentativa, o partido enfrentou grandes dificuldades; no entanto, a 13 de outubro de 1878, fora eleito o primeiro representante republicano, o deputado José Joaquim Rodrigues de Freitas.
Os representantes republicanos, no primeiro período da sessão legislativa de 1884, eram José Elias Garcia e Manuel de Arriaga. No segundo período foi a vez de Elias Garcia e Zéfimo Consiglieri Pedroso. Estes dois últimos estiveram também nas sessões de 1885 a 1889.
Para o primeiro período da sessão legislativa de 1890 foram eleitos os deputados Rodrigues de Freitas e José Maria Latino Coelho, e para o segundo período dessa sessão Bernardino Pereira Pinheiro, Elias Garcia, Latino Coelho e Manuel de Arriaga.
Na sessão de 1891, ano em que faleceram Elias Garcia (22 de abril) e Latino Coelho (29 de agosto) pontificavam os quatro deputados da sessão anterior; na de 1892 foram Bernardino Pinheiro, Manuel de Arriaga e Eduardo de Abreu; na de 1893 Eduardo Abreu, Francisco Teixeira de Queirós e José Jacinto Nunes; e passado um ano, em 1894, o mesmo Eduardo de Abreu e Francisco Gomes da Silva. Desta data e até 1900 não houve mais representação republicana. Nesta fase, em que esteve afastado do Parlamento, o partido empenhou-se na sua organização interna.
Nos últimos quinze anos de vida da monarquia portuguesa o Directório do Porto e o P.R.P., apesar de algumas divergências, trabalharam em conjunto. Na cidade do Porto o periódico A Voz Pública desempenhou um papel importante em prol da propagação dos ideais republicanos, tal como os de Duarte Leite, lente da Academia Politécnica. Em Lisboa circulavam O Mundo, desde 1900, e A Luta, desde 1906.
Após um período de grande repressão, o movimento republicano entrou de novo na corrida das legislativas em 1900, conseguindo quatro deputados: Afonso Costa, Alexandre Braga, António José de Almeida e João Meneses.
Nas eleições de 5 de abril de 1908, a última legislativa na vigência da monarquia, foram eleitos, além dos quatro deputados das eleições transatas, Estêvão Vasconcelos, José Maria de Moura Barata e Manuel de Brito Camacho. A implantação do republicanismo entre o eleitorado crescia de forma evidente.
Nas eleições de 28 de agosto de 1910 o partido teve um resultado arrasador, elegendo dez deputados por Lisboa. E a 5 de outubro desse ano era proclamada a República Portuguesa.
Fontes:Implantação da República. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011.
Wikipedia (Imagens) 



Ficheiro:Estremoz13.jpg




Ficheiro:Proclamação República Portuguesa.jpg

Proclamação da República por José Relvas

Ficheiro:Portuguese Provisional Government, 1910.jpg
Governo provisório da República portuguesa em 1910 
https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/10/05-de-outubro-de-1910-republica.html
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TRATADO DE ZAMORA
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O TRATADO DE ZAMORA EM OUTUBRO DE 1143

O Tratado de Zamora foi um diploma resultante da conferência de paz entre D. Afonso Henriques e seu primo, Afonso VII de Leão e Castela. Celebrado a 5 de Outubro de 1143, esta é considerada como a data da independência de Portugal e o início da dinastia afonsina.
Em Zamora, revogou-se o anterior Tratado de Tui datado de 1137.
Vitorioso na batalha de Ourique, em 1139, D. Afonso Henriques beneficiou da acção desenvolvida, em favor da constituição do novo Reino de Portugal, pelo arcebispo de Braga, Dom João Peculiar. Este procurara conciliar os dois primeiros e fez com que eles se encontrassem em Zamora nos dias 4 e 5 de Outubro de 1143 na presença do cardeal Guido de Vico.
Pelos termos do tratado, Afonso VII concordou em que o Condado Portucalense passasse a ser Reino, tendo D. Afonso Henriques como seu "rex" (rei). Embora reconhecesse a independência, D. Afonso Henriques continuava a ser vassalo, pois D. Afonso VII para além de ser rei de Leão e Castela se considerava imperador de toda a Hispânia. Contudo nunca D. Afonso Henriques prestou vassalagem a ele, sendo caso único de entre todos os reis existentes na península Ibérica.
A soberania portuguesa, reconhecida por Afonso VII em Zamora, veio a ser confirmada pelo Papa Alexandre III só em 1179, mas o título de "rex", que D. Afonso Henriques usava desde 1140, foi confirmado em Zamora, comprometendo-se então o monarca português, ante o cardeal, a considerar-se vassalo da Santa Sé, obrigando-se, por si e pelos seus descendentes, ao pagamento de um censo anual.
A partir de 1143 D. Afonso Henriques vai enviar ao Papa remissórias declarando-se seu vassalo lígio e comprometendo-se a enviar anualmente uma determinada quantia de ouro.

As negociações vão durar vários anos, de 1143 a 1179.

Em 1179 o Papa Alexandre III envia a D. Afonso Henriques a "Bula Manifestis probatum"; neste documento o Papa aceita que D. Afonso Henriques lhe preste vassalagem directa, reconhece-se definitivamente a independência do Reino de Portugal sem vassalagem em relação a D. Afonso VII de Leão e Castela (pois nenhum vassalo podia ter dois senhores directos) e D. Afonso Henriques como primeiro rei de Portugal, ou seja, Afonso I de Portugal.



 https://www.facebook.com/notes/rui-barandas/o-tratado-de-zamora-em-outubro-de-1143/211986252264569/
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 https://pt.wikipedia.org/wiki/Tratado_de_Zamora
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05 de Outubro de 1143: Conferência de Zamora, Afonso VII reconhece o título de rei a seu primo, D. Afonso Henriques

Vitorioso em Ourique (1139), afastadas, assim, as preocupações suscitadas pelos desastres de Leiria e Tomar, Afonso Henriques  renovou os seus ataques ao norte e, mais uma vez, invadiu a Galiza. Por seu turno, Afonso VII, parando o golpe, entrou em Portugal. Todavia, após o recontro de Arcos de Valdevez (1140) e mediante intervenção do arcebispo de Braga, D. João Peculiar, os dois primos assentaram na cessação das hostilidades, com vista ao estudo das condições definitivas de paz, tudo parecendo indicar que o duelo militar entre os dois chefes se aproximava de um desfecho político. E, com efeito, três anos volvidos, a trégua tornou-se paz na Conferência de Zamora, reunida a 4 e 5 de Outubro de 1143, com directa ingerência do cardeal Guido de Vico, legado do papa Inocêncio II. Quais tenham sido as condições de paz em que se assentou é ponto que hoje se ignora, dado que nenhum documento especial que no-lo diga chegou até nós. "Mas o que se pode asseverar", escreveu Alexandre Herculano, "é que o imperador reconheceu o título de rei que seu primo tomara, e que este recebeu dele o senhorio de Astorga, considerando-se por essa tenência seu vassalo. Não é menos provável que, ainda como rei de Portugal, ficasse numa especie de dependência política de Afonso VII, o imperador das Espanhas ou de toda a  Espanha, como ele se intitulava nos seus diplomas." Refira-se, no entanto, que o Prof. Damião Peres, afastando-se neste ponto, do parecer de Herculano, manifestou a opinião de que, "Ao contrário do geralmente suposto, não constituiu, segundo creio, matéria litigiosa  a tratar na reunião o título de rei dos portugueses. Havia três anos que Afonso Henriques assim se proclamava, e os textos oficiais leoneses lavrados enquanto decorria a conferência já assim lhe chamavam também. Mas se esse título não constituiu então matéria litigiosa, constituíam-na certamente as relações pessoais do rei de Portugal com Afonso VII, como senhor de Astorga, e sobretudo os limites do reino português. Isso ali se resolveu. Tudo mostra que Afonso Henriques desistiu de qualquer reivindicação territorial para além dos limites da terra propriamente portuguesa, cujo governo seu avô Afonso VI, avô por igual do imperador Afonso VII, doara ao conde Henrique meio século antes, e que Afonso VII, por seu lado, aceitou a anulação doas obrigações assumidas para com ele por Afonso Henriques no Tratado de Tui." Firmada a tranquilidade dos dois Estados, Afonso I voltou aos seus domínios, deixando por governador de Astorga o seu alferes, Fernando Captivo.
Fontes: Dicionário de História de Portugal
wikipedia (Imagens)

D. Afonso Henriques

Afonso VII de Leão e Castela e a rainha Leonor
 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/10/05-de-outubro-de-1143-conferencia-de.html
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O Tratado de Zamora-(1143)


(Catedral de Zamora)

O Tratado de Zamora foi o resultado da conferência de paz entre Afonso Henriques e o rei Afonso VII de Castela e Leão , a 5 de Outubro de 1143.

Tratado de paz celebrado na presença do legado papal Guido de Vico onde é reconhecido ao infante português o título de rei.

Após cerca de três anos sem hostilidades entre os dois territórios vizinhos, o encontro de Zamora serviu para definir as cláusulas da paz e, possivelmente, os limites de cada Reino.

Recorde-se porém que os três anos de paz, aconteceram não porque o rebelde rei português, tenha a acatado a paz que havia sido estabelecida em Tui em 1137, mas por consequência de uma nova paz ajustada em Valdevez em 1140.

Efectivamente Afonso Henriques, pela 5ª vez em 10 anos, voltara a invadir a Galiza, cercando e tomando Tui em Agosto de 1140.Enorme paciência teve Afonso VII, para com o seu irrequieto primo, para de novo o forçar a voltar à Galiza, retomando com as suas hostes, locais que haviam sido tomados pelos portugueses.

Como era então costume na Idade Média, ajustou-se então a realização de um torneio, entre um número limitado de cavaleiros portugueses e leoneses.

Consta-se que o resultado da refrega foi favorável ás forças portuguesas e que na sequência se teria ajustado em "cessar-fogo", por alguns anos até que "depois com mais sossego, se pudesse assentar uma paz definitiva e duradoira" (Alexandre Herculano)

Ao mesmo tempo,nessa Conferência, foi reconhecido o título de rei a D. Afonso Henriques, reafirmando-se os seus laços de vassalagem em relação a Leão.

Será muito interessante notar-se que a data da conferência de Zamora aconteceu em 4 e 5 de Outubro de 1143 e que a implantação da Republica igualmente aconteceu em 5 de Outubro de 1910, concluindo-se que aconteceram 767 anos de monarquia em Portugal, se se considerar a data de Zamora como a da fundação da nacionalidade.

Teoria discutível dado que, o que aconteceu em Zamora foi apenas o reconhecimento por Afonso VII da condição de rei a D.Afonso Henriques, que servia perfeitamente os seu interesses dado que pretendia lhe fosse reconhecido o título de Imperador e portanto aumentava o seu prestígio ter reis como vassalos.

Certo é que após esta data , não tenha acontecido mais nenhum conflito grave entre Afonso Henriques e Afonso VII.
 http://gaibeus.blogspot.com/2007/03/o-tratado-de-zamora-1143.html
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28/01/2010


Viva a República e a Confederação das Colectividades!!!





SAUDAÇÃO AO CENTENÁRIO DA REPÚBLICA E APELO ÀS COMEMORAÇÕES NACIONAIS ASSOCIATIVAS
Em plena Primeira República, a 31 de Maio de 1924, fundou­se a Federação das Sociedades de Instrução e Recreio, actual Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, simbolizando a aspiração de muitos progressistas e democratas em se organizarem e implementarem um modelo de mudança social abrangente a todos os cidadãos. Esta ideia rompeu o modelo classicista vigente no regime monárquico, trazendo a esperança ao povo português, ao mesmo tempo que criou as sementes para o desenvolvimento de um amplo e participado movimento associativo popular.
Com o objectivo de comemorar o Centenário da República, a Confederação constitui e apresentou publicamente a 31 de Maio de 2009 a Comissão Nacional para as Comemorações Associativas do Centenário da República com o objectivo de se associar a esta importante efeméride.
As comemorações associativas do Centenário da República, ao mesmo tempo que pretendem realçar o seu significado e valores, visam evocar de uma forma descentralizada, abrangente a todas as associações, a memória de todos os homens e mulheres, amigos e associados, que contribuíram decisivamente para a sua realização e que nele participaram, num claro acto de coragem pessoal, colectiva e vontade de forçar a mudança do rumo político do país.
As associações nascidas no seio da República assumiram um papel pioneiro, na instrução, educação, formação de valores, cultura e recreio que fizeram da nossa sociedade, uma sociedade mais solidária com a capacidade de organizar, debater e realizar em prol do bem comum. Por isso pretendemos realizar a nível nacional comemorações dignas destes feitos.
Porque a memória faz­-se construindo o dia de amanhã, não poderíamos deixar de evocar o feito do dia 31 de Janeiro de 1891, pelo que as comemorações Associativas Nacionais terão o seu início nos dias 30 e 31 de Janeiro em Gondomar e Vila Nova de Gaia, respectivamente. As Comemorações Associativas Nacionais com Debates, Conferências e Espectáculos, decorrerão ao longo do ano em Aveiro, Marinha Grande, Coruche, Loures, Lisboa, Oeiras, Almada e Faro. Será editada uma Exposição e um DVD. Apoiamos também a iniciativa da Comissão Oficial das Comemorações dedicada às Bandas Filarmónicas.
Estas comemorações afirmam­se de uma forma clara como o substrato fundador da nossa modernidade política, social e cultural e do insubstituível papel das colectividades de cultura, recreio e desporto, pelo que se apela a todas as Colectividades e Associações de Cultura, Recreio, Desporto e Social que se associem a estas comemorações, dedicando ­ao longo deste ano ­um momento da vida associativa, a comemorar o Centenário da República.
Viva o Movimento Associativo Popular! Viva a República!
A Direcção da Confederação
e a Comissão Nacional Associativa para as Comemorações do Centenário da República
Lisboa, 25 de Janeiro de 2010
22

7.064.(5out2013.23.32') Hj é dia de aniversário da saudosa Profª Amélia Pais´...Colega dirigente sindical...Promotora do blogue de poesia:

POEMAS COM ROSAS DENTRO


Colhe a rosa
esquecida
no caminho

beija-a depois

Suave
a luz te é
reservada.



Amélia Pais

04/10/2013

7.062.(4out2013.8.18') Há que saudar mas...só 14 ECO- escolas 2014.2015

Via face da Sofia Quaresma
"Este ano há 14 eco escolas em Alcobaça! o eco-código é um pedaçinho da escola: do que lá faz e do que por lá se sente! Já estou a imagino as cores e formas dos cartazes...não tenho paleta de.cores que chegue!"

http://www.ecocodigo.abae.pt/

Prazos

Entrega dos trabalhos

Os originais deverão ser entregues até 20 de Junho de 2015, em mão própria na ABAE/FEE Portugal, ou enviados para o seu endereço postal.
O júri reunirá durante o mês de Julho de 2015, sendo a sua decisão anunciada no final do mês.
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08/11/2012


6.071.(9nov2012.9.19') Saudar as Eco-escolas...

http://www.cm-alcobaca.pt/index.php?ID=7924


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jardim de Infância e 1º ciclo de Pataias
via sapinho gelásio e região de cister de 1nov 2012

Escola EB1/JI galardoada com "Bandeira Verde"

A notícia na edição 1002 do Região de Cister de 1 de novembro de 2012

Pataias
Escola EB1/JI galardoada com "Bandeira Verde"


A escola EB 1/JI de Pataias recebeu o galardão “Bandeira verde”, no âmbito do programa internacional “Eco-Escolas”, no qual a escola se encontra inserida desde o ano letivo passado. A escola vai hastear a “Bandeira verde” no próximo dia 7, Dia Internacional Eco-Escolas. O projeto da escola pataiense foi supervisionado pelas coordenadoras Alexandra Gatoeiro e Fátima Castanheiro
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via cister.fm

11 BANDEIRAS VERDES NAS 11 ECO-ESCOLAS DO CONCELHO




O Eco-Escolas é um Programa Internacional implementado em Portugal desde 1996 e coordenado pela ABAE – Associação Bandeira Azul da Europa. Este programa pretende encorajar ações e reconhecer e premiar o trabalho de qualidade desenvolvido pelas escolas, no âmbito da Educação Ambiental.

As ações desenvolvidas nas Eco-Escolas são alvo de avaliações que resultam na atribuição anual de um Galardão – a Bandeira Verde – que simboliza a existência de um trabalho de qualidade.


O Município de Alcobaça é parceiro deste programa desde 2004/2005 quando, a então Escola Secundária D. Inês de Castro se candidatou e foi galardoada com a Bandeira Verde. Desde 2005 as inscrições concelhias progrediram e abrangem atualmente escolas de todos os níveis de ensino. No passado ano letivo, foram 11 as escolas a concurso e foram também 11 as Bandeiras Verdes entregues na passada sexta-feira, dia 27 de setembro, em Cascais. Neste dia, foram galardoadas 1154 escolas portuguesas de 199 municípios.

Em Alcobaça vão então ser hasteadas 11 Bandeiras Verdes nas 11 Eco-escolas do Concelho:

Centro Escolar de Alcobaça,
Escola EB1 Casal de Lagoa,
Escola EB1 de Évora de Alcobaça,
Escola EB1 de Maiorga,
Escola EB1 de Valbom,
Escola EB1 e J.I. do Ardido,
Escola EB1 e J.I. de Pataias,
Escola EB2 da Benedita,
Escola EB2,3 D. Pedro I,
Escola EB2,3/Sde São Martinho do Porto e Externato Cooperativo da Benedita.

A Autarquia pretende continuar com este Programa neste ano letivo (2013-2014) em 10 estabelecimentos de ensino que já mostraram interesse em participar, será a continuação de uma parceria que visa um desempenho ambiental de excelência nas comunidades escolares envolvidas.

.Cister Fm

7.061.(4out2013.8.8') Praia da Gralha


 

Não esquecer este assunto pendente da
reunião 30.2013...
ver 7.022.
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15dez2018
by mim




 A imagem pode conter: oceano, céu, água, ar livre e natureza
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12feVER2018
parapente desenvolve-se agHora nesta praia selvAGEm
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Postal do Ni Francisco
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5ouTUbro2016
by Graça Silva

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30noVEM
by João Moura

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via gazeta das caldas

Proprietário ocupa arribas da Praia da Gralha em São Martinho do Porto

-> Publicado a 3 de Outubro de 2013 . 

Um cidadão holandês ocupou indevidamente terreno junto ao mar na falésia da Gralha e recusa-se a retirar a vedação. A Agência Portuguesa do Ambiente confirma ilegalidade, mas diz que o processo está em “tramitação”. Câmara de Alcobaça e Junta de Freguesia de S. Martinho assobiam para o lado.

Esta é uma história bem portuguesa, embora também tenha como protagonista um cidadão estrangeiro. Uma ilegalidade cometida em domínio público marítimo que existe desde há três anos, que é do conhecimento da Capitania do Porto da Nazaré, da Câmara de Alcobaça, da Junta de Freguesia, da Agência Portuguesa do Ambiente e até do actual secretário de Estado do Ambiente, Paulo Lemos, sem que ninguém tenha capacidade para intervir.
A história começa há cerca de três anos quando Erik Meisen, de nacionalidade holandesa, colocou uma vedação coroada de arame farpado que impede a passagem de pessoas pela arriba da Gralha. Na sequência disto, tentar circular pelo que foi antes a crista da arriba é hoje uma aventura perigosa porque, simplesmente, não há espaço entre a vedação e a falésia.
Quem comprou este terreno julgou que o seu perímetro do lado do mar só terminaria até onde fosse fisicamente possível construir uma vedação. Mas em Portugal existe uma lei, relativa ao domínio público marítimo, que impede os particulares de se apropriarem de uma faixa de território de 50 metros a contar da linha máxima da praia-mar (ou da crista da arriba como aqui se verifica). Acresce que, neste caso, a própria crista da falésia foi destruída com a colocação de blocos de rocha no alto da arriba e com o alisamento do terreno para construir um sistema de drenagem.
Como a vedação está precisamente no topo da arriba, parece não haver quaisquer reservas de que a mesma é ilegal. Disso não tiveram dúvidas os responsáveis da Capitania do Porto da Nazaré que em Setembro de 2012 visitaram o local e reportaram o assunto à Agência Portuguesa do Ambiente. Nesse mesmo dia, a autoridade marítima chamou a atenção do proprietário, que tem uma casa nas proximidades, de que este deveria retirar a vedação, o que não veio a acontecer.
Pacientemente, os responsáveis por esta denúncia – a Associação de Defesa do Ambiente de S. Martinho do Porto (ADASMP) – esperaram que o Estado de Direito que parece existir em Portugal funcionasse. E bem puderam esperar sentados porque não aconteceu nada.
Ainda assim, em Abril de 2013, e de acordo com o vice-presidente da ADASMP, António Costa, esta associação voltou a contactar a Agência Portuguesa do Ambiente. Sem sucesso.
Também a Quercus teve conhecimento do assunto e apresentou a denúncia à mesmíssima Agência Portuguesa do Ambiente. Sem resultados.
Um Túnel Privado
Entretanto, na zona da Gralha, o empresário holandês resolveu construir um túnel pedonal entre a sua casa e o terreno, sob uma estrada municipal. Desconhece-se se o dito túnel está licenciado porque a Câmara de Alcobaça – entidade a quem compete licenciar e fiscalizar uma infra-estrutura deste tipo – não quis falar sobre o assunto.
Estamos agora em Setembro de 2013. Contactada a Agência Portuguesa do Ambiente, Filipe Távora, chefe da Divisão de Relações Públicas daquela instituição, diz que o proprietário do terreno, apesar de instado a fazer prova da área que este ocupa e de ter sido notificado para retirar a vedação que está em domínio público marítimo, ainda não o fez.
Remoção Coerciva?
“Neste momento o processo está nos jurídicos e aguarda decisão legal e até financeira”, explicou, o que significa que a Agência poderá vir ela própria a encarregar-se da remoção da vedação de forma coerciva.
Num nível hierárquico superior, o próprio secretário de Estado do Ambiente, o caldense Paulo Lemos, tem conhecimento do assunto. Mas não respondeu à Gazeta das Caldas sobre o andamento do processo.

AUTORIDADES INERTES
Francisco Lobo, presidente da ADASMP, lamenta “a falta de actuação das autoridades” e diz que “não sabemos explicar estas anomalias”, referindo-se à lentidão de quem deveria cuidar por um espaço que pertence a todos.
“Há pessoas que não têm consciência ambiental, ignoram as leis e só procuram os seus interesses”, acrescentou, referindo-se ao proprietário do terreno. No entanto, sublinha que a associação que representa pauta-se por “usar de muita diplomacia” e por tentar obter resultados através das “vias legais e de muitas reuniões”.
Carlos Veríssimo, que também faz parte da ADASMP, relata que no início de 2013 já aconteceu um acidente em que um cidadãos inglês, residente em S. Martinho, caiu durante um passeio pedonal pela encosta da arriba, precisamente num local onde o espaço de circulação foi reduzido para cerca de 20 centímetros de largura entre a vedação e a falésia. E não esconde a sua indignação com a situação de perigo na falésia para quem ali se atreva a passar. “Foi aqui cortado um acesso que era público desde tempos imemoriais”, diz.
Na Holanda a legislação de protecção da costa é ainda mais restrita do que em Portugal porque uma grande parte da superfície daquele país está mais baixo do que o nível do mar. Na Holanda, apesar de não haver falésias, não é possível ocupar uma área tão perto do mar.
O terreno em causa destina-se à construção de uma escola de golfe, de acordo com testemunhos locais, mas que não foi possível confirmar porque, igualmente, também não foi possível contactar o empresário holandês.
Também difícil de contactar é a Câmara de Alcobaça. Sucessivos telefonemas e envio de mails a pedir informações sobre esta situação redundaram num muro de silêncio por parte do executivo presidido por Paulo Inácio.
E o próprio presidente da Junta de Freguesia de S. Martinho do Porto, Joaquim Clérigo, também se revelou pouco interessado no assunto, remetendo explicações para a Câmara e recusando responder a quaisquer perguntas.
Carlos Cipriano
cc@gazetacaldas.com
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15SET2012
Associação a Rocha
via cister.fm

LIMPEZA DA PRAIA DA GRALHA – 15 SETEMBRO 2012



A Associação Ambiental “A Rocha” apoiada pela Câmara Municipal de Alcobaça irá realizar no próximo dia 15 de setembro a limpeza da Praia da Gralha na freguesia de São Martinho do Porto. 
Os interessados em colaborar poderão aparecer às 9h30 no estacionamento da praia. Aconselha-se o uso de roupa leve, calçado apropriado (com sola resistente se quiser ir para a parte das rochas), protetor solar, água, farnel (opcional). 
A organização disponibiliza um mapa para melhor coordenação de esforços, aproveitando a hora da baixa-mar o mais possível. O mapa está disponível em:
 http://bit.ly/Nfb9aX
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17FEV2009
depois de muitos episódios vejamos este caso que foi à reunião de 16 fev 2009...
Provavelmente será aprovado em breve após uma história de indeferimentos...
Bela Vista sobre SMPOrto e Alfeizerão (e tb a praia da gralha?)
------ PROCESSO DE OBRAS – FREGUESIA DE SÃO MARTINHO DO PORTO----
------ PROC. N.º 331/2008 – Requerente: Luís Alberto Ramos Catarino-
IP 157/2000…19/2007…indeferidas…
Belo projecto com o arq. Sousa Lopes a defender que estão salvaguardadas as vistas/encostas/colinas, mancha verde e os valores geológicos.
Técnicos da câmara e DD mantêm o indeferimento.

Indeferido.
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11feVEReiro2010
A única praia Selvagem que temos:
 
a Gralha...
São Martinho do Porto
 
























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11FEV2010
ESTA CASA À BEIRA ARRIBA???

02/10/2013

7.060.(2out2013.13.31') Poluição de novo na SECIL - Pataias...O pó está de novo a cair em cima das pessoas de Pataias-gare nomeadamente...Há avaria???

Há anos que não acontecia esta cena gravíssima...
Pressionei!!!
Vereador do Ambiente disse-me que foi uma falha pontual...
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hj 16 out há queixas de novo em PATAIAS gare
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entretanto via Sapinho Gelásio:

Sexta-feira, 15 de Novembro de 2013


Secil Pataias (Cibra) - Declarações ambientais 2006/2012

Depois do que se passou ("alguns" dias em aparente escape livre) e a pedido de algumas "famílias":

Declaração de impacto ambiental da exploração das pedreiras de Alva de Pataias e Olhos de Água (2006)
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLQnVTSjF6cnhUUDA/edit?usp=sharing

Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2006
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLWlhya2x5dXI0YVk/edit?usp=sharing

Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2007
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLRkhQSE9nbkpLaGc/edit?usp=sharing

Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2008
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLUUl4MjNhVkFKTjg/edit?usp=sharing

Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2009
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLd296TXZIeHJ3MlE/edit?usp=sharing

Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2010
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLTWFDRnF5a2tUeDg/edit?usp=sharing

Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2011
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLRDd0dHFFVGl6VTA/edit?usp=sharing

Declaração de impacto ambiental da Cibra (Secil Pataias) 2012
https://drive.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLLWZacHI0bTdXUzg/edit?usp=sharing
https://docs.google.com/file/d/0B9vBNX61QGYLLWZacHI0bTdXUzg/edit?usp=sharing

Secil Pataias - Declaração Ambiental 2012

(Clique na imagem)
Relatório da Declaração Ambiental da fábrica da Secil-Pataias em 2012.

7.059.(2out2013.8.18') Caminhar faz bem!!!3ª Caminhada e lucro para a ABETLPataias...É juntar o útil ao agradável...às quartas à noite caminhadas nocturnas na cidade de Alcobaça...

7.058.(2out2013.8.8') 5out Simpósio sobre Hóquei em Patins

Simpósio e Torneio Dr. Joaquim Guerra reúnem figuras do Hóquei

É já durante a tarde deste sábado, dia 5 de outubro das 14h às 19h, em sintonia com a realização do XII Torneio Dr. Joaquim Guerra, que decorrerá o IV Simpósio HCT. Este evento tem marcado o início das épocas hoquistas no nosso país nos últimos três anos e tem granjeado sucesso junto dos mais atentos, com intervenções bastante interessantes e úteis por parte dos distintos convidados que têm completado o painel de preletores (conferir calendário na foto).
Com o hóquei em patins como foco central, a edição de 2013 terá um cartaz invejável. Nomes como Nuno Resende (Tr. da Oliveirense), Nuno Ferrão (Tr. Adj. Seleção Nacional Portuguesa), Paulo Pereira (Tr. do Valongo) e Luís Moreira "Tikinho" (Tr. da Seleção Nacional Portuguesa de Sub17, atual campeã europeia), entre outros, deixarão os seus testemunhos e as suas ideias para quem quiser ver e ouvir sem ter que pagar nada, já que o evento tem entrada livre e é aberto a todos os atletas, treinadores, dirigentes, pais e adeptos comuns que queiram marcar presença.
Paralelamente ao Simpósio, o HCT organiza ainda, no sábado (05/10) e no domingo (06/10), a XII edição do Torneio Dr. Joaquim Guerra. Este é um certame que já é considerado um dos melhores torneios da pré temporada do hóquei nacional e que este ano conta com a presença do Cambra, do Valongo e da Oliveirense, que, juntamente com HC Turquel, formam um quarteto de luxo. Confira o calendário de jogos do torneio e venha ao pavilhão do HCT apreciar momentos de grande qualidade e espetacularidade: 
Sábado - 05/10/2013
Manhã:
11h: HC Turquel vs HA Cambra
12h30m: AD Valongo vs UD Oliveirense
Noite:
20h: UD Oliveirense vs HA Cambra
21h30m: HC Turquel vs AD Valongo
Domingo - 06/10/2013
16h: HA Cambra vs AD Valongo
17:30H: HC Turquel vs UD Oliveirense

01/10/2013

7.057.(1out2013.16.16') Hoje é dia Mundial da Água...Porque é que a nossa água não é de EXEMPLAR qualidade e é só BOA?

em construção...
*
VIA
http://boasnoticias.sapo.pt/noticias_Portugal-98-da-%C3%A1gua-da-torneira-%C3%A9-boa-para-beber-_17323.html
Terça-feira, 01 de Outubro de 2013

Portugal: 98% da água da torneira é boa para beber

Portugal: 98% da água da torneira é boa para beber
A qualidade da água das torneiras em Portugal subiu de "forma consistente" na última década. De acordo com um relatório da Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos (ERSAR) divulgado esta terça-feira, data em que se assinala o Dia Nacional da Água, o indicador de "água segura" ultrapassou, em 2012, os 98%.

"Se em 1993 apenas cerca de 50% da água era controlada e revelava boa qualidade, em 2012, este indicador atingiu o valor de 98%", pode ler-se no Relatório Anual dos Serviços de Águas e Resíduos em Portugal (RASARP) relativo ao ano transacto.

Em declarações à Lusa, Jaime Melo Baptista, presidente da entidade reguladora, garantiu que "em Portugal, 98,2% da água é segura", um "número excelente, ao nível dos melhores países da Europa" e realçou que "ninguém tem 100%". "Portugal é um país onde efetivamente é seguro beber água da torneira", assegurou o dirigente.

Segundo o documento, há ainda uma percentagem da água (1,65%) que não cumpre os valores definidos. Os parâmetros que evidenciam "maior percentagem de incumprimento são as bactérias coliformes e os enterococos, por ineficência da desinfeção, o Ph, o ferro, o manganês, o alumínio e o arsénio, devido às caraterísticas hidrogeológicas das origens de água", esclarece o relatório. 
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via cister.fm

NAZARÉ E ÓBIDOS TÊM QUALIDADE EXEMPLAR DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO



Nazaré recebe Selo de Qualidade Exemplar de Água para Consumo Humano 2013
Foi atribuído aos Serviços Municipalizados da Nazaré o selo de qualidade exemplar de água para consumo humano 2013 pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).
O certificado será entregue em cerimónia pública a realizar no dia 27 de novembro, no âmbito do evento anual Expo Conferência da Água, promovido pelo Jornal Água e Ambiente.
Atribuído pela primeira vez este ano, o selo pretende “evidenciar as entidades prestadoras de serviços de abastecimento público de água que, no último ano de avaliação regulatória, tenham assegurado uma qualidade exemplar de água para consumo humano, nomeadamente verificando todos os critérios previstos no respetivo regulamento”, refere a ERSAR.
A distinção surge no âmbito dos “Prémios de Qualidade de Serviço em Águas e Resíduos”, evento cujo objetivo é contribuir para a melhoria da qualidade dos serviços de abastecimento público de água, saneamento de águas residuais urbanas e gestão de resíduos sólidos urbanos, e que resulta da parceria entre a ERSAR e o Jornal Água e Ambiente, com a colaboração da Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas (APDA), Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária e Ambiental (APESB), Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos (APRH) e do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC).
Óbidos ganhou o selo de Qualidade Exemplar da Água para Consumo Humano.

Um galardão atribuído pela primeira vez este ano pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR) e que “pretende evidenciar as entidades prestadoras de
serviços de abastecimento público de água que, no último ano de avaliação regulatória,
tenham assegurado uma qualidade exemplar da água para consumo humano”, lê-se no
documento enviado por este organismo.
Segundo Telmo Faria, presidente da Câmara Municipal de Óbidos, “este prémio só revela
que os ataques da oposição às nossas redes de abastecimento são, no mínimo, alarmistas
e infundados”. “Receber este prémio e este reconhecimento deve ser visto como um
estímulo para que os serviços municipais continuem a trabalhar com profissionalismo e
para que a população não tenha dúvida alguma sobre a qualidade do consumo da água
que o Município fornece”, salienta o autarca.
De acordo com a ERSAR, foi estabelecida em 2006 uma parceria “com o Jornal Água &
Ambiente, com a colaboração da Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de
Águas (APDA), da Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos (APRH) e do Laboratório
Nacional de Engenharia Civil (LNEC), que pretende contribuir para a melhoria da qualidade
dos serviços de abastecimento público de água, saneamento de águas residuais urbanas e
gestão de resíduos sólidos urbanos através da atribuição anual dos «Prémios de Qualidade
em Águas e Resíduos», divulgando casos portugueses de excelência”. Nesta lógica, e pela
primeira vez no ano de 2013, são atribuídos os Selos de Qualidade Exemplar da Água para
Consumo Humano.
A todas as entidades a quem é atribuído este galardão, “será entregue um certificado” que
atesta “a qualidade do serviço prestado aos utilizadores”. O certificado será entregue
numa cerimónia pública, a realizar no dia 27 de novembro de 2013, no âmbito da Expo
Conferência da Água, promovido pelo jornal Água & Ambiente.
.Cister Fm
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via tintafresca.net

Águas do Oeste distinguida pela Qualidade Exemplar da Água para Consumo Humano
   A ERSAR, através do portal AmbienteOnline, divulgou no dia 1 de outubro, Dia Nacional da Água, as 61 entidades gestoras (EG) distinguidas pela Qualidade Exemplar da Água para Consumo Humano.

   A ERSAR, em parceria com o Jornal Água&Ambiente, com a colaboração da APDA, APESB, APRH e LNEC, atribuíram à Águas do Oeste o Selo “Qualidade Exemplar da Água para Consumo Humano 2013”, integrado nos Prémios de Qualidade dos Serviços em Águas e Resíduos. Um certificado que será entregue em cerimónia pública, no próximo dia 27 de novembro, em Lisboa, integrado na 8ª Expo Conferência da Água.

   Este selo de qualidade pretende evidenciar as entidades prestadoras de serviços de abastecimento público de água que, no último ano de avaliação regulatória, asseguraram uma qualidade exemplar da água para consumo humano a todos os seus clientes, verificando todos os critérios previstos no respetivo regulamento.

   Das 61 entidades gestoras (EG) galardoadas, para além da Águas do Oeste e da EPAL, este galardão foi também atribuído a 6 EG “em baixa” são servidas pela Águas do Oeste (Águas de Azambuja, Águas de Alenquer, Aguas de Mafra, Câmara Municipal do Bombarral, Câmara Municipal de Óbidos e Serviços Municipalizados da Nazaré), estando todos de parabéns pelo serviço exemplar ao nível do cumprimento dos parâmetros essenciais de qualidade da água para consumo humano.

   Em outubro de 2008 a Águas do Oeste tinha já sido distinguida no âmbito destes prémios. No tema “Qualidade de Serviço de Saneamento de Águas Residuais Urbanas Prestado aos Utilizadores”, pelo seu papel essencial, dinâmico e pró-ativo na melhoria ambiental da região Oeste.
08-10-2013

7.056.(1out2013.1.11') Pelletsfirst...Não podemos continuar a permitir que não se encontrem soluções para esta empresa do Casal da Areia

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15mar2018
Fotos de João Cruz:
"Bom dia, a saga continua hoje como habitualmente"
"No Casal da Areia não chove só água.. Aqui somos diferentes, chovem derivados de madeira. Pequenos aglomerados de "ambientador aroma de Pinheiro"
Foto de João Cruz.
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Foto de João Cruz.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10156235636038114&set=p.10156235636038114&type=3&theater&ifg=1
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14MAR2018......A gisELLE está a estragar e a perturbar... no Casal da Areia, em x do vapor/serradura, chove pedaços de madeira: poluição da fábrica Pellets...em Alcobaça que vos abRRaça...Já pressionei a câmara para agirem
e a GNR
Foto de Rogério Manuel Madeira Raimundo.
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Fotos de Daniel Susano Mateus:
Foto de Daniel Susano Mateus.
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Foto de Daniel Susano Mateus.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10157002368103357&set=pcb.1630155780396214&type=3&theater&ifg=1
Foto de Hermano Almeida Lopes.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1639035479517120&set=a.108699029217447.23127.100002320508744&type=3&theater
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14mar2018
Paulo Silva
morador próximo da fábrica:
"E o que fez a Câmara? Esta empresa não pode laborar à noite e agora é um caos, chamo a gnr diversas e vezes e nada fazem a não ser tomar conta do auto ocorrência. Toda a ajuda é bem vinda para resolver este assunto definitivamente."
"Apenas uns vídeos do que tenho passado nos últimos 5 anos...para não falar dos danos, pessoais e materiais causados à minha casa e há minha família."
"Um problema velho que a Autarquia tem resolver para o bem dos habitantes e das empresas, eu e a minha família temos passado o inferno com esta empresa."
" ninguém quer que qualquer empresa feche! Mas alguém deverá ser responsabilizado pelo prejuízo causado que não tão pouco assim."
" eu próprio expus o assunto à TVI e nem resposta tive.."
Foto de Paulo Silva.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10155366906903359&set=p.10155366906903359&type=3&theater&ifg=1
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19.14'

Moradores queixam-se de poluição no Casal da Areia

As fortes chuvas dos últimos dias agravaram um problema que atormenta cerca de uma dezena de famílias residentes no Casal da Areia, na União de Freguesias de Coz, Alpedriz e Montes. Há cerca de cinco anos que os moradores se vêm a braços com os danos estruturais e ambientais causados pela atividade de uma fábrica.
Os moradores acusam a atividade da fábrica de “sujar” as propriedades, devido ao fumo e às poeiras, e até de “causar danos” nas habitações devido à “vibração”. Um dos moradores mais afetados ouvido pelo REGIÃO DE CISTER lamenta o “transtorno” que a instalação da unidade fabril lhe causou nos últimos anos. Paulo Silva vai mais longe e afirma que a “fatura” da “guerra” com a empresa já ascende aos 50 mil euros. 
Entretanto, um conjunto de moradores avançou para tribunal para tentar resolver o impasse. Segundo Paulo Silva, a fábrica teria ficado impossibilitada de laborar durante as 24 horas do dia. No entanto, o morador denuncia que nem sempre esta ordem judicial é cumprida. 
Álvaro Santo considera que apesar de “infeliz”, é “normal que as chuvas intensifiquem a queda de serradura e pó que está no ar”. O presidente da União de Freguesias de Coz, Alpedriz e Montes lamenta que a fábrica não tenha construído “uma boa vedação e plantado árvores no perímetro do lote para conter os fumos, poeiras e o ruído”. 
Paulo Silva considera que o “maior culpado” da situação é a Câmara de Alcobaça por “permitir a instalação da fábrica no sitio onde está localizada”. Paulo Inácio, presidente da Câmara de Alcobaça, não quis comentar a situação, considerando que o assunto está a ser tratado junto das autoridades.

O REGIÃO DE CISTER tentou contactar a empresa para prestar esclarecimentos sobre o assunto mas não à data obteve qualquer resposta.

http://regiaodecister.pt/noticias/moradores-queixam-se-de-poluicao-no-casal-da-areia

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18noVEMbro2013
via cister.fm

PRAZO DA DIREÇÃO GERAL DO AMBIENTE À PALLETS DO CASAL DA AREIA NO FIM




Está a chegar ao fim o prazo dado pela Direção Regional de Economia à Pallets First, empresa instalada na zona industrial do Casal da Areia (Cós), para contornar os problemas ambientais que tem estado a causar na sua área de funcionamento.

A empresa foi notificada a fazer obras para reduzir os impactes ambientais negativos na zona industrial e na população residente no Casal da Areia.

Numa visita recente à empresa, o diretor regional ficou com a garantia de que algumas das intervenções haviam sido realizadas e uma inspeção ficou de ir ao local no fim do prazo dado.

A empresa está a trabalhar há pouco tempo na zona industrial mas tem sido fortemente criticada pela população e empresários ali instalados por causa da poluição que prova com a sua atividade.

As queixas chegaram à Direção Regional de Economia, que já foi ao local, a meio do prazo, para verificar se as exigências de obras estavam a ser concretizadas.
.Cister Fm
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2013
na reunião de câmara de 14 out
Presidente informou-me, particularmente, que iriam fazer uma visita surpresa, sem anunciarem...
seria na 4ªfª...
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Pelos vistos a imprensa estava a par...
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via tintafresca.net

No seguimento das queixas de poluição ambiental da população do Casal da Areia
    Diretor regional de Economia faz visita surpresa à empresa PelletsFirst
                 

    Ricardo Emílio, diretor regional de Economia 
    O diretor regional de Economia de Lisboa e Vale do Tejo, Ricardo Emílio, visitou no dia 16 de outubro, na Zona Industrial do Casal da Areia, a empresa PelletsFirst, no seguimento de várias queixas quer de munícipes, quer de empresas, de que a empresa estaria a laborar de forma incorreta, produzindo poluição material e sonora. No local, pôde comprovar-se serradura e pó no ar, além de ruído muito intenso. Além do governante, estiveram presentes Paulo Inácio, presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, e Álvaro Santo, presidente da União das Juntas de Freguesia de Cós, Montes e Alpedriz

       Ricardo Emílio admitiu que “há já alguns meses que estamos a receber reclamações relativamente à laboração desta indústria. É uma empresa que no seu processo de laboração está a criar um conjunto de intrusões nesta zona, com outros empresários e com a população em geral. Fomos contatados pelo presidente da Câmara em agosto e, nessa altura, fizemos uma vistoria onde detetámos algumas irregularidades e notificámos a empresa para que procedesse à regularização dessas irregularidades.”
      
        “Hoje, e instados pelo presidente de Câmara e presidente de Junta, viemos perceber o que a empresa está a fazer relativamente a esta situação. Nós demos um prazo legal de 45 dias, a empresa está mais ou menos no meio desse prazo (que se iniciou em setembro e termina a meados de novembro)”, referiu o diretor regional de Economia de Lisboa e Vale do Tejo.

       Ricardo Emílio admite que “fruto da laboração há uma poeira muito intensa, há um conjunto de equipamentos que em nossa perspetiva deviam estar cobertos e não estão cobertos, o que cria um ambiente um pouco pesado na zona. Depois também há ruído muito intenso.”

             

    PelletsFirst no Casal da Areia
       O diretor regional de Economia de Lisboa e Vale do Tejo explicou que a sua visita visa inteirar-se do que está a ser feito para resolver o problema. “Estão a começar alguns trabalhos, já nos explicaram que soluções pretendem optar. Alguns exemplos são a vedação da fábrica com uma linha arbórea, de forma a que o vento não faça a passagem de poeiras de um lado para o outro, a cobertura de um conjunto de equipamentos, a implementação de maquinaria de limpeza e vão tentar tratar as águas antes de as lançar para a rede pluvial pública. Fiquei satisfeito porque vejo algum andamento.”

       Ricardo Emílio realçou que “o importante também é a empresa saber que o Ministério da Economia e a Câmara Municipal de Alcobaça estão atentos e a trabalhar em colaboração. Vamos continuar a monitorizar esta situação, se houver problemas, temos que agir. Mas o nosso papel aqui é de equilíbrio de direitos e deveres. Além de a empresa contribuir para o desenvolvimento económico, por um lado, por outro, temos que zelar pelo bem-estar e pela qualidade de vida da população.”

       O governante recordou que “o prazo termina em meados de novembro, nessa altura faremos uma visita. Sabemos que não estará tudo concluído porque há soluções que demoram algum tempo a estar implementadas, mas esperamos que a maioria esteja.”

       Questionado se haverá algum tipo de penalização para a empresa se as medidas não estiverem todas concretizadas ou não estiverem para ser concretizadas, Ricardo Emílio adiantou que “a legislação prevê a suspensão da laboração até o problema estar resolvido.”

    Paulo Inácio: “Esta empresa trouxe riqueza para o concelho”


       
     
    Paulo Inácio e Ricardo Emílio
       Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça lembrou que “estamos, desde o início, atentos a esta situação. Também queremos o equilíbrio da situação. Esta empresa trouxe riqueza para o concelho e até a confirmação em absoluto de uma balança comercial positiva no concelho de Alcobaça. Mas o meu primado é o da qualidade de vida dos munícipes e também das outras empresas que estão na zona industrial.”

       Relativamente à falta de matéria-prima que afetou a empresa recentemente, Paulo Inácio admitiu que “houve um problema sazonal em termos de fornecimento de matéria-prima”, mas que “neste momento esse problema já não é tão grave, e a empresa pode continuar a laborar, mas laborar em condições técnicas minimamente aceitáveis pela população e pelas empresas.”

       Recorde-se que a empresa PelletsFirst, que se instalou na zona industrial da localidade no final de outubro de 2012, dedica-se à produção e comercialização de pellets de madeira e resíduos diversos, bem como a comercialização de biomassa, sendo toda a sua produção destinada exclusivamente à exportação, tendo como principais clientes os países do Norte da Europa.

       Os pellets de madeira para aquecimento são um tipo de lenha, geralmente produzidos a partir de serragem ou serradura de madeira refinada e seca, que depois é comprimida. Os pellets de madeira para aquecimento são granulados cilíndricos com 6 a 8 milímetros de diâmetro, com 10 a 40 mm de comprimento.

       Mónica Alexandre
    16-10-2013
    ***
    via facebook..