04/01/2014

7.316.(4jan2014.12.37') Ontem foi a recriação histórica da fuga de Peniche...Hj é o comício do PCP em Peniche

Há uma exposição a não perder...Inaugurada ontem 3jan2014.

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Hj 4 jan2014 há comício do PCP em Peniche
Imagem promocional de Evocação da Fuga da Cadeia do Forte de Peniche

e teve Paulo Carvalho!!

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Via TVI
http://www.tvi24.iol.pt/politica/alvaro-cunhal-fuga-peniche-recriacao-40-anos-cadeia/1524684-4072.html
Um milhar de pessoas, entre elas o atual líder do PCP, Jerónimos de Sousa, assistiu esta sexta-feira à recriação da fuga do histórico comunista Álvaro Cunhal da cadeia política de Peniche há 54 anos.

A tenda instalada ao lado da Fortaleza de Peniche, com mais de trezentos lugares sentados, foi pequena para acolher o público, deixando muita gente em pé no interior e no exterior, a ver ao vivo ou através de televisores a encenação da fuga de Álvaro Cunhal da ex-prisão política, a 03 de janeiro de 1960.

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, foi um dos presentes na iniciativa, que culmina a celebração dos 100 anos do nascimento do fundador do Partido Comunista Português (PCP).

«Esta recriação tem uma carga não apenas saudosista ou de memória, significou aquilo que Álvaro escreveu no título do livro "rumo à vitória". Nunca mais foi a mesma coisa, porque foi um golpe que abalou o fascismo, reforçou o partido e levou a abril», afirmou, no final, aos jornalistas o secretário-geral comunista.

Jerónimo de Sousa disse que recordar a fuga faz «olhar para a frente, procurando que os valores de abril retornem novamente a Portugal», incitando as «vítimas dos atuais cortes a lutar contra a brutalidade e a injustiça» das políticas do Governo e contra o «esquema que o Governo encontrou de contornar a Constituição da República».

O espetáculo repartiu-se entre uma dramatização do plano de fuga, ainda dentro da cadeia, e a encenação da descida das muralhas da antiga prisão pelos diversos panos amarrados entre si, de uma dezena de presos, entre os quais Álvaro Cunhal.

O espetáculo precedeu a inauguração, no interior da fortaleza, da exposição «Forte de Peniche - Local de Repressão, Resistência e Luta», que relata a história da prisão política, recordando as normas de funcionamento e vivências dos 2487 presos que por ali passaram e as várias fugas que ocorreram.

A mostra dá a conhecer documentação institucional da prisão, fotografias dos presos e outros materiais executados pelos reclusos, como cartas escritas aos familiares, jornais produzidos na clandestinidade.

Constam ainda objetos pessoais, como o relógio do falecido ator Rogério Paulo, que auxiliou Álvaro Cunhal na fuga, dois volumes de «As Farpas», de Ramalho Ortigão, usados para passar mensagens para o interior da prisão.

A exposição dá também a conhecer a onda de solidariedade internacional gerada em torno dos presos e que a nível local se traduzia no apoio dado pela comunidade às famílias dos presos, nomeadamente disponibilizando as habitações para aí ficarem alojadas.
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via rr

"Golpe que abalou o fascismo" foi recriado em Peniche

Actores recriaram fuga do forte
  • Foto Exposição inaugurada no forte de Peniche
Fuga de Álvaro Cunhal da cadeia aconteceu há 54 anos e foi agora recordada por ocasião do centenário do líder histórico do PCP.
03-01-2014 23:56





Um milhar de pessoas, entre elas o actual líder do PCP, Jerónimo de Sousa, assistiu esta sexta-feira à recriação da fuga do histórico comunista Álvaro Cunhal da cadeia política de Peniche há 54 anos.

A tenda instalada ao lado da Fortaleza de Peniche, com mais de 300 lugares sentados, foi pequena para acolher o público, deixando muita gente em pé no interior e no exterior, a ver ao vivo ou através de televisores a encenação da fuga de Álvaro Cunhal da ex-prisão política, a 3 de Janeiro de 1960.

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, foi um dos presentes na iniciativa, que culmina a celebração dos 100 anos do nascimento do fundador do Partido Comunista Português.

"Esta recriação tem uma carga não apenas saudosista ou de memória, significou aquilo que Álvaro escreveu no título do livro ‘rumo à vitória’. Nunca mais foi a mesma coisa, porque foi um golpe que abalou o fascismo, reforçou o partido e levou a Abril", afirmou, no final, aos jornalistas o secretário-geral comunista.

Jerónimo de Sousa disse que recordar a fuga faz "olhar para a frente, procurando que os valores de Abril retornem novamente a Portugal", incitando as "vítimas dos actuais cortes a lutar contra a brutalidade e a injustiça" das políticas do Governo e contra o "esquema que o Governo encontrou de contornar a Constituição da República".

O espectáculo repartiu-se entre uma dramatização do plano de fuga, ainda dentro da cadeia, e a encenação da descida das muralhas da antiga prisão pelos diversos panos amarrados entre si, de uma dezena de presos, entre os quais Álvaro Cunhal.

O espectáculo precedeu a inauguração, no interior da fortaleza, da exposição "Forte de Peniche - Local de Repressão, Resistência e Luta", que relata a história da prisão política, recordando as normas de funcionamento e vivências dos 2487 presos que por ali passaram e as várias fugas que ocorreram.

A mostra dá a conhecer documentação institucional da prisão, fotografias dos presos e outros materiais executados pelos reclusos, como cartas escritas aos familiares, jornais produzidos na clandestinidade.

Constam ainda objectos pessoais, como o relógio do falecido actor Rogério Paulo, que auxiliou Álvaro Cunhal na fuga, dois volumes de "As Farpas", de Ramalho Ortigão, usados para passar mensagens para o interior da prisão.

A exposição dá também a conhecer a onda de solidariedade internacional gerada em torno dos presos e que a nível local se traduzia no apoio dado pela comunidade às famílias dos presos, nomeadamente disponibilizando as habitações para aí ficarem alojadas.

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Via RTP
http://videos.sapo.pt/SKeEZZmt7YFGz4VOShuv
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Via facebook
Tó-Zé Correia


Na recriação histórica da Fuga de Presos Políticos ocorrida a 3 de janeiro de 1960, a actriz MARIA JOÃO LUIS interpretando magistralmente o brilhante poema "HOJE HÁ GAIVOTAS" de João Monge 
Excerto:
"Em todas as casas há um coração suspenso 
e uma janela sobre o mar 
As crianças recolheram a casa
e o mar, sempre o mar, estende as longas crinas
de cavalo azul nas paredes de pedra

É noite
É a espada líquida da noite

..."
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3jan2010
http://www.dn.pt/ dá destaque!














Forte de Peniche
A evasão que fragilizou Salazar e devolveu a liderança ao PCP
por JOÃO CÉU E SILVAHoje
Era dada como impossível uma fuga que, afinal, libertou dez comunistas.
A fuga de dez presos políticos do Forte de Peniche em 1960, a prisão mais vigiada de Portugal, dava um bom argumento para um filme de Hollywood. Se fosse Steven Spielber o realizador, o argumento privilegiaria a arriscada aventura do grupo de dez fugitivos, mas se Clint Eastwood dirigisse o filme, o foco seria em Álvaro Cunhal.
Realizadores à parte, com visões colectivas ou de heróis, o que aconteceu nessa noite de há cinco décadas exactas é um filme cujo argumento ainda não terminou de ser escrito, porque os participantes que estão vivos vão atrasando com novas revelações a versão final. Não será por essa razão que esta escapada à Steve McQueen, de uma prisão também virada para o mar, passou despercebida à época e ainda hoje, com a evocação em Peniche pelo secretário- -geral do PCP, desperta curiosidade, por ser daquelas cenas impossíveis de acontecer, inverosímeis mesmo num filme de acção.
Aliás, se fosse preciso fazer uma sequela destas aventuras de comunistas a fugir à PIDE, não faltariam episódios igualmente inspiradores. Como o de Dias Lourenço, que saiu da solitária da mesma fortaleza num acto de magia, ou de António Gervásio a deixar a prisão de Caxias ao volante do automóvel de Salazar, aí estacionado.
Em Peniche, o argumento foi fácil de conceber porque havia um final já decidido como sendo o melhor: uma fuga que libertasse dez dos mais importantes dirigentes comunistas. Antes de aparecer a palavra "fim" neste filme, ainda se veriam imagens de duas consequências desta fuga: a ida para a luta clandestina dos dez fugitivos e o rolar de cabeças dos responsáveis por esta acção ter sido bem sucedida.
Em 1960, a última coisa que Salazar precisava para animar a eterna contestação do Partido Comunista Português ao, também, eterno regime ditatorial do Estado Novo era esta fuga. A prisão, na casa do Luso, de Álvaro Cunhal, Militão Ribeiro e Sofia Ferreira em 1949 fora uma glória para a actividade da polícia política, que reforçara os seus poderes e actuação a qualquer preço. A fuga, por seu lado, era uma glória para a máquina partidária que sobrevivia na clandestinidade mesmo com constantes quedas de militantes.
O dia 3 de Janeiro de 1960 não era o marcado para a evasão do forte de Peniche, mas uma mudança de guardas obrigou a antecipar em uma semana a "operação". Pelas 16.00, no largo frente à prisão, o actor Rogério Paulo deu o sinal de início: abrir e fechar o porta-bagagens do carro de modo a que os presos das celas do lado norte o vissem. A seguir ao jantar, pela 19.00, os guardas apitaram a dar ordem para os presos voltarem às celas. Começa aqui o primeiro ponto crítico, quando Álvaro Cunhal regressa ao Pavilhão C sob a escolta de um guarda prisional. O fugitivo Guilherme Carvalho aproxima-se e adormece com uma toalha embebida em clorofórmio o guarda, que desmaia. Os dez detidos que vão fugir dirigem--se, então, para a porta do refeitório que dá para o exterior do forte. É o segundo momento crítico, para o qual contam com a conivência de um dos guardas, Jorge Alves, a quem o PCP pagou uma avultada soma (150 contos) para utilizar a sua posição de vigilância e o seu capote para fazer atravessar os detidos até ao muro que os separa da liberdade. O terceiro momento crítico dá-se quando o GNR se apercebe que em vez de cinco ou seis presos tem dez e foge ele mesmo pelos lençóis que permitiam aos detidos escorregar parede abaixo. Mesmo assim, conseguem realizar a fuga espectacular que abalou o regime e marcou a agenda da contestação.

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4jan2014
Amália Rodrigues também cantou
http://www.youtube.com/watch?v=0-_7BqY7e-8&feature=share
Abandono
Amália Rodrigues
Por teu livre pensamento
Foram-te longe encerrar
Tão longe que o meu lamento
Não te consegue alcançar
E apenas ouves o vento
E apenas ouves o mar
Levaram-te a meio da noite
A treva tudo cobria
Foi de noite numa noite
De todas a mais sombria
Foi de noite, foi de noite
E nunca mais se fez dia.

Ai! Dessa noite o veneno
Persiste em me envenenar
Oiço apenas o silêncio
Que ficou em teu lugar
E ao menos ouves o vento
E ao menos ouves o mar.
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Camarada Guilherme Antunes saudou:


EXEMPLOS DE CORAGEM PARA HOJE

A Câmara Municipal de Peniche, de maioria CDU, honrou-se e honrou esta terra histórica da Resistência ao fascismo, com o final das Comemorações do Centenário de Álvaro Cunhal.

Um membro da URAP deu-nos as primeiras palavras do heróico comportamento dos presos políticos na masmorra fascista, tida como a de maior segurança. Com a voz embargada pela emoção, ele próprio um protagonista da selvajaria demencial de Peniche, pode recordar a heroicidade de tantos camaradas e dar-nos a nota (conhecida) dos pormenores mais consistentes desta fuga, de uma coragem sem limites.

António José Correia, presidente da autarquia CDU, que se lançou à tarefa, muito bem conseguida, de pôr de pé uma homenagem que estivesse à altura desta gesta revolucionária imorredoira, fez as honras da casa com uma intervenção humanista, delicada e firme. Encarcerado, igualmente, nos cárceres pidescos de Peniche, serviu de guia a quem o quis ouvir e ver mostrar locais da bestialização, no caso da “cela do segredo”, local inóspito (e naquela altura…) onde o fascismo se vangloriava de tentar vergar, mais e mais, quem se lhe opunha. Quatro revolucionários, todavia, dali escaparam, sendo um deles Dias Lourenço, outro dirigente quase mítico do PCP na luta contra o medíocre ditador, que originou um dos mais gloriosos momentos da luta do PCP (aqui vitoriosa mais uma vez) contra o fascismo.

Exposição inaugurada, estão inscritos na sala do fundo o nome de todos os patriotas ali enclausurados pela pidesca. São 2.487 presos, uns mais conhecidos, outros anónimos, todos sabendo, porém, que a luta não deveria ter tréguas e que uma vez atingida a liberdade, era mister continuar, de imediato, os perigos renovados do enfrentamento da besta e da sua polícia política canina e brutal. A luta tinha de continuar!

O momento alto, com a presença do Secretário-Geral do PCP, foi a evocação teatralizada da fuga, com a participação de jovens actores da Escola de Teatro de Cascais. Foi um momento breve, mas ilustrativo da determinação sem igual, da coragem ilimitada, da inteligência superior de uma plêiade de dirigentes revolucionários que são o orgulho do seu Partido e uma Organização colectiva extraordinária, de um rigor inexcedível, que só por assim ser, pode levar vitoriosamente em frente uma tarefa gloriosa do PCP na luta pela liberdade.

OS HERÓIS DE 3 DE JANEIRO DE 1960:

Álvaro Cunhal, Carlos Costa, Francisco Miguel, Francisco Martins Rodrigues (este mais tarde afastado do Partido), Guilherme Carvalho, Jaime Serra, Joaquim Gomes, José Carlos, Pedro Soares e Rogério de Carvalho.




7.315.(4jan2014.12.21') A nascente do Rio Alcoa...só de bote...Nutrigado continua em ruínas!!!...

Rio Alcoa é dos rios que nascem mais perto da sua foz...
29mar2016
by Rui Bento

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1648997168699743&set=pcb.1648997218699738&type=3&theater
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https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1648997198699740&set=pcb.1648997218699738&type=3&theater
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Foto do Carlos Amado (10.4.2014)...O Rio Alcoa a 200 m do Poço Suão...

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Nestes dias percebemos que não devemos investir muito na beira-rio...
Mas temos que acabar com intervenções aberrantes, anti naturais...
Há que respeitar o leito de cheia...
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ex-nutrigado continua uma vergonha!!!
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Fotos de 4jan2014...respigadas do Facebook
José Eduardo Oliveira
"As fotos são de hoje e foram tiradas entre as 8 e meia e as 9 e meia, mais coisa menos coisa."

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foto do JERO, tirada de dentro das ruínas da ex-Nutrigado






03/01/2014

7.313.(3jan2014.19.22') 5janDomingo16h...Grupo de Jovens de Alcobaça...Musical...

7.312.(3jan2014.19.1') Paredão de São Martinho...Praça Frederico Ulrich...Urge ter memória

21ouTU2015
a relva é uma vergonha
várias vezes eu e a Vanda Marques colocámos o problema...
Via face João Moura
"21.10.15
E tudo continua na mesma!
Ou melhor, piora a cada dia, pois com a chuva a "erva" vai crescendo e tapando as armadilhas que por lá estão, nomeadamente os sulcos deixados pelo camião de transporte da tenda que ali esteve durante o verão.
O que era incúria passou a ser abandono?
Ou ainda "não houve tempo" para pensar na segurança daqueles que inadvertidamente usam aquele espaço?
Até quando?"
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=906544636087986&set=pcb.10153778700818969&type=3&theater
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https://www.facebook.com/photo.php?fbid=906544632754653&set=pcb.10153778700818969&type=3&theater
***
Informei a câmara
da importância de na obra particular
do Arq. Sousa Lopes
rELEVAREM a história do edifício
ver 7.106.unir
e
Comboio Americano Pedreanes-São Martinho do Porto
http://uniralcobaca.blogspot.pt/2010/03/1-belo-trabalho-do-prof-antonio-valerio.html
***
Alertei para o pilar de pedra histórico
alusivo à inauguração da obra do cais
1828...
Estava nas pedras perdido ao fundo do cais
bem perto da entrada da baía
***
O 1.º projecto que o Atelier Byrne apresentou à câmara não continha paredão na zona da praça Ulrich...era zona verde ...
Alertei que, ainda há pouco tempo, numa maré viva, tinha visto o mar ultrapassar o paredão...Como estava o projecto era bonito mas num mar bravo seria imediatamente destruído...
Arq.Falcão campos alterou e ficou assim...
Mesmo assim não sei se chegará...
Hj o cais foi inundado várias vezes..
Fotos respigada do facebook
Raquel Macedo

Marisa Guimarães



7.310.(3jan2014.18.2') 4jan16h,Concerto de Reis promovido pela Fundação Vida Nova

Via alcoa

Cine-Teatro de Alcobaça recebe Concerto de Reis

03 Jan a 04 Jan | 16h00 | Cine-Teatro de Alcobaça
cartaz concerto de Reis 2 copy











No próximo dia 4 de janeiro de 2014, pelas 16h00 a Fundação Vida Nova apresenta, em parceria com a Câmara Municipal de Alcobaça, um “Concerto de Reis” com o Coral da Igreja Baptista de Alcobaça e a Orquestra de Sinos de Mão do Porto.
A entrada é gratuita.

7.306.(3jan2014.13.5') CGTP na linha certa...Digo eu: RECALIBRAR é roubar d'aldrabões!

Digo eu: RECALIBRAR é roubar d'aldrabões!
via JN

CGTP diz que alargamento de CES e ADSE é injusto e inconstitucional

Publicado às 09.28

 3jan2014
O líder da CGTP considerou, esta sexta-feira, que a decisão de alargar a aplicação da Contribuição Extraordinária de Solidariedade a mais pensionistas e agravar os descontos para a ADSE é "injusta e imoral" e deverá ser inconstitucional.
foto RUI MANUEL FONSECA / GLOBAL IMAGENS
CGTP diz que alargamento de CES e ADSE é injusto e inconstitucional
"Estamos perante uma medida injusta, imoral e, na nossa opinião, inconstitucional", afirmou Arménio Carlos em declarações à Lusa.
De acordo com o secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, a decisão do Governo encarna "uma nova ofensiva contra os trabalhadores e os reformados" e o alargamento da Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES) constitui "a imposição de um novo imposto que, a concretizar-se, se iria traduzir numa redução ainda mais significativa do poder de compra com todas as consequências para as famílias e, particularmente para a procura interna".
O Governo anunciou na quinta-feira, a seguir à reunião do Conselho de Ministros, que vai alargar a base de incidência da CES e aumentar as contribuições dos beneficiários da ADSE, como forma de compensar o chumbo do Tribunal Constitucional relativo às medidas de convergência das pensões.
Admitindo ser necessário fazer cortes nos custos, Arménio Carlos defendeu que isso não pode ser feito à custa da despesa social.
Os cortes "têm de ser feitos na despesa supérflua, naquilo que são as gorduras do Estado", referiu, nomeando como exemplos "as parcerias público-privadas (PPP), os [contratos] 'swap' e os juros da dívida, que levam todos os anos mais de 8 mil milhões de euros".
Por isso, concluiu, a CGTP vai "mobilizar os trabalhadores para contestar e derrotar" as medidas.

02/01/2014

7.304.(2jan2014.22.12') Maria Iva Delgado...Viúva de Humberto Delgado...faleceu hoje com 105 anos...Sentidos pêsames para toda a família...Vem para jazigo na Cela

Extraordinária Mulher...Simpatia de senhora...
1 vivaaaaaaaaa a Maria IVA Delgado!!! O que ela resistiu...A força que deu ao marido e a toda a família...
Nas comemorações do 25 de abril de 2009...dei-lhe o meu cravo vermelho...
Tintafresca.net apanhou-me nessa conversa:

Maria Iva Delgado nas comemorações
do 25 de abril de 2009 na Cela Velha

*
Naturalmente:
 Voto de Pêsames na próxima reunião de câmara!
***
4jan2014
O Jazigo d' Abreu de Sousa e espoza...
Eduarda estava na Quinta...Alugou 1 quarto ao ao Engº Abreu de Sousa que veio implantar a Linha do Oeste...Doou o terreno para a estação da Cela (era para ser na Mouchinha. Famalicão)
Carlos Andrade pai da Maria Iva Delgado herdou a quinta...
No jazigo estão os ossos de Carlos Andrade e os restos mortais da esposa de Carlos Ardrade.
***
via tintafresca.net de 4jan2014


Viúva do general Humberto Delgado recordada pela sua energia, serenidade e bom humor
    Emoção no último adeus a Maria Iva Delgado
       
                   Maria Iva Delgado
    Cerca de uma centena de pessoas marcaram presença, no dia 4 de janeiro, no funeral de Maria Iva de Andrade Delgado, viúva do general Humberto Delgado, opositor de Salazar e candidato à presidência da República em 1958, tragicamente assassinado pela PIDE em 1965. A cerimónia ficou marcada pelo discurso inspirado de Frederico Delgado Rosa, neto de Maria Iva Delgado, que recordou a energia, bom senso e bom humor da avó e a sua paixão pela Quinta da Cela Velha, propriedade da família.

       Estiveram presentes no último adeus à viúva do General Sem Medo, a família, nomeadamente, a filha Iva Delgado, presidente da Fundação Humberto Delgado, e os netos Humberto Rosa, ex-secretário de Estado do Ambiente, Alexandre Delgado, músico e diretor artístico do Cistermúsica, Frederico Delgado Rosa, antropólogo, o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Paulo Inácio, o presidente da Junta de Freguesia da Cela, Paulo Mateus, os vereadores Inês Silva, José António Canha e Rogério Raimundo, o padre Vasco Manuel Oliveira, o presidente da Concelhia do PS de Alcobaça, César Santos, e Maximino Serra, “homem de mão” do general, entre outros.

       Frederico Delgado Rosa leu um texto manuscrito, de grande sensibilidade poética, em que retratou a vida da matriarca da família. Com uma energia desconcertante para a sua provecta idade, Maria Iva Delgado levantava-se de madrugada e ela própria arrancava ervas daninhas, subia e descia dos escadotes e cuidava das plantas, reveladora da devoção que nutria pela quinta da família, para onde se retirava sempre que podia.

       
       Maria Iva Delgado foi homenageada
        pela Câmara de Alcobaça em 2009
    Uma das histórias mais antigas da família foi também recordada no momento do último adeus a Maria Iva Delgado. Humberto Delgado, então jovem aviador, cumpriu um desejo da noiva de ver Fátima de avião e, em 13 de maio de 1939, ambos sobrevoaram o Santuário mariano. Contudo, a dada altura, a frágil aeronave da época começou a falhar e Maria Iva Delgado desesperada, tanto bateu com o pé no avião que fez um buraco na fuselagem e, assim, passou a ver também o solo debaixo dos seus pés.

       Emocionado, Frederico Delgado Rosa considerou um privilégio ter podido conviver com a avó durante tantos anos e congratulou-se por esta ter tido uma morte serena, não causada por qualquer doença, mas pelo cansaço do corpo já centenário.

       A finalizar, a filha, Iva Delgado, revelou que algumas pessoas pensaram que teria sido ela a falecer, em virtude do nome comum com a mãe, pelo que fez questão de anunciar, com algum humor, “quero aqui anunciar que estou viva!”

       Maria Iva Delgado ficou sepultada no jazigo da família no Cemitério da Cela, no concelho de Alcobaça.

       Mário Lopes
    04-01-201
    ***
    via facebook
    trabalhos de Joaquim Marques:
    "Morreu esta quinta feira, aos 105 anos, Maria Iva Delgado, viúva do general Humberto Delgado. Nasceu em Leiria a 13 de Maio de 1908 e era proprietária da Quinta da Cela-Velha, na freguesia da Cela, no concelho de Alcobaça.
    O corpo de Maria Iva Delgado encontra-se a partir de hoje à tarde em câmara ardente na Igreja de São Sebastião da Pedreira, em Lisboa, onde será celebrada missa no sábado, dia 4, às 10h00, seguindo o funeral para o jazigo da família no cemitério da Cela, concelho de Alcobaça.
    Aqui a recordamos, numa fotografia da festa do seu Centenário.
    À família as nossas condolências.
    A Cela Velha vê hoje virada mais uma página da sua história. As gentes da Cela Velha perderam hoje uma ilustre figura que aqui deixou uma marca indelével."




    2ª partilha de Joaquim Marques:
    Gostaria de partilhar hoje um pedacinho de uma história da D. Maria Iva Delgado. A sua primeira viagem de avião. O então namorado prometeu-lhe leva-la um dia num passeio de avião. Ela própria lhe pediu, e a viagem lá se concretizou em Maio de 1929. Numa conversa de D. Maria Iva, que o neto transcreveu, ela dizia que essa primeira viagem no avião pilotado por Humberto Delgado e por um tenente aviador se saldou-se num tremendo susto. E contava:

    “O problema do avião é que não prestava para nada. Tinha falhas, parecia que parava tudo de repente. Eles trabalhavam num perigo de vida, não tinham condições nenhumas. Havia uma distância entre os dois, eu não ouvia uma palavra do que ele dizia. Baixei-me de cócoras e deixei-me ali quietinha, só à espera que aquilo acabasse. Fiz tanta força com os pés, que o salto do sapato furou o avião. Ficou uma madeira aberta e o sapato todo estragado. E então fiquei a ver o chão pelo buraco, ainda foi o pior. Aquele bocado, nem sei como o passei. Só queria era ver-me cá em baixo. Nunca mais lhe pedi para me levar”.

    (excerto do livro “Humberto Delgado – Biografia do General Sem Medo”, da autoria do neto Frederico Delgado Rosa, editado pela Esfera dos Livros, ano 2008, pag. 111)


    **
    via diario de leiria

    Morreu Maria Iva Delgado, viúva do general Humberto Delgado

    Edição de: 
    Morreu hoje aos 105 anos Maria Iva Delgado, viúva do general Humberto Delgado.
    De acordo com uma nota biográfica fornecida à Lusa pela família, Maria Iva de Andrade Delgado faleceu esta quinta-feira em Lisboa, aos 105 anos de idade.
    Filha do compositor modernista Carlos de Andrade, nasceu em Leiria a 13 de maio de 1908 e era herdeira do antigo morgadio da Quinta da Cela-Velha, no concelho de Alcobaça.
    O corpo de Maria Iva Delgado encontra-se a partir de hoje à tarde em câmara ardente na Igreja de São Sebastião da Pedreira, em Lisboa, onde será celebrada missa no sábado, dia 4, às 10h00, seguindo o funeral para o jazigo da família Andrade no cemitério da Cela Nova, concelho de Alcobaça, adiantou Humberto Rosa, ex-secretário de Estado do Ambiente e neto de Maria Iva Delgado.
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    via tvi

    Morreu a viúva do general Humberto Delgado

    Corpo de Maria Iva Delgado encontra-se a partir desta tarde em câmara ardente na Igreja de São Sebastião da Pedreira, em Lisboa

    Por: Redacção / CP    |   2014-01-02 15:42
    Morreu esta quinta-feira aos 105 anos Maria Iva Delgado, viúva do general Humberto Delgado, confirmou à Lusa fonte familiar
    A notícia da morte de Maria Iva Delgado foi avançada pelo Expresso online.

    De acordo com uma nota biográfica fornecida à Lusa pela família, Maria Iva de Andrade Delgado faleceu esta quinta-feira em Lisboa, aos 105 anos.

    Filha do compositor modernista Carlos de Andrade, nasceu em Leiria a 13 de maio de 1908 e era herdeira do antigo morgadio da Quinta da Cela-Velha, no concelho de Alcobaça.

    Casou-se a 26 de fevereiro de 1930 com o então tenente piloto-aviador Humberto Delgado, de quem teve três filhos: Humberto Iva, Maria Humberta e Iva Humberta.

    Segundo a nota fornecida pela família, em 1958, «temendo embora que a candidatura de seu marido à Presidência da República tivesse graves consequências para o próprio e para a família, [Maria Iva Delgado] apoiou-o com inteira abnegação, tendo participado ativamente na mítica campanha eleitoral».

    «A sua influência foi depois determinante no sentido de Humberto Delgado pedir asilo político ao Brasil, país onde estiveram juntos pela última vez em 1960. Apesar da sua sensibilidade tradicional de mãe de família, Maria Iva Delgado acabou por ter um papel indiscutivelmente político enquanto mulher e depois viúva do General Sem Medo, só tendo autorizado a trasladação dos restos mortais de seu marido para Portugal após a restauração da democracia», refere o texto.

    O corpo de Maria Iva Delgado encontra-se a partir desta tarde em câmara ardente na Igreja de São Sebastião da Pedreira, em Lisboa, onde será celebrada missa no sábado, dia 4, às 10:00, seguindo o funeral para o jazigo da família Andrade no cemitério da Cela Nova, concelho de Alcobaça, adiantou Humberto Rosa, ex-secretário de Estado do Ambiente e neto de Maria Iva Delgado.
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    http://expresso.sapo.pt/morreu-maria-iva-delgado=f848553







    Morreu Maria Iva Delgado

    Morreu a víuva do general Humberto Delgado, assassinado pela PIDE em 1965. Maria Iva tinha 105 anos.
    Carla Tomás e Manuela Goucha Soares











    Maria Iva Delgado morreu aos 105 anosLusa Maria Iva Delgado morreu aos 105 anos
    Maria Iva Delgado morreu hoje com 105 anos, soube o Expresso. Viúva do general Humberto Delgado e mãe de Iva Delgado, Maria Iva de Andrade Delgado encontrava-se bastante doente há já algum tempo.
    Era uma "mulher discreta, como muitas outras da sua geração, mas que mesmo assim teve uma presença pública nos momentos centrais da campanha eleitoral de 1958, em que o seu marido, desafiando o poder estabelecido, se candidatou à presidência da República", disse a historiadora Maria Inácia Rezola ao Expresso.
    Depois do marido desafiar Salazar na apresentação da sua candidatura à Presidência da República, em 1958, com a frase " 'obviamente, demito-o',  (que levou muitos a temer pela sua vida), Maria Iva acompanha o marido com coragem. Numa das imagens mais célebres dessa campanha - relativa à chegada de Delgado à estação de Santa Apolónia, em Lisboa - Maria Iva enfrenta de pé a força da GNR que procura intimidar a comitiva", acrescenta Maria Inácia Rezola.

    A luta pela Democracia 



    "Num momento em que se aproxima a celebração dos 40 anos do 25 de Abril de 1974, cumpre recordar estes actos de coragem e exemplos de resistência contra a ditadura", lembra Inácia Rezola. 
    Maria Iva nasceu em Leiria a 13 de maio de 1908 e era filha do compositor modernista Carlos de Andrade. A 26 de fevereiro de 1930, casou com o tenente piloto-aviador Humberto Delgado, e tiveram três filhos: Humberto Iva, Maria Humberta e Iva Humberta.
    De acordo com uma nota biográfica fornecida pela família à Lusa, a influência de Maria Iva foi "determinante no sentido de Humberto Delgado pedir asilo político ao Brasil, país onde estiveram juntos pela última vez em 1960". Humberto Delgado viria a ser assassinado pela PIDE em fevereiro de 1965, em Espanha.
    "Apesar da sua sensibilidade tradicional de mãe de família, Maria Iva Delgado acabou por ter um papel indiscutivelmente político enquanto mulher e depois viúva do 'General Sem Medo', só tendo autorizado a trasladação dos restos mortais de seu marido para Portugal após a restauração da democracia", refere a nota divulgada pela Lusa.

    Funeral no sábado de manhã


    Maria Iva era avó do músico Alexandre Delgado, do ex-secretário de Estado do Ambiente do Governo Sócrates, Humberto Rosa, e de Frederico Delgado Rosa autor de "Humberto Delgado - biografia do General Sem Medo", publicada pela Esfera dos Livros.
    O corpo está em câmara ardente ao final da tarde de hoje, na igreja de São Sebastião da Pedreira. No sábado, dia 4, será celebrada missa às 10h e o funeral segue para o jazigo da família em Cela Velha, próximo da Nazaré.


    Ler mais: http://expresso.sapo.pt/morreu-maria-iva-delgado=f848553#ixzz2pHl7owoI

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    http://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2014/01/02/morreu-maria-iva-delgado-viuva-do-general-humberto-delgado
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    7.302.(1jan2014.23.32') A'NOVO de boas lutas, com td a convicção

    Orçamento Estado 2014
    Cavaco, como se esperava, lado a lado com  Passos  e Portas e com a troika, estão em uníssono. 
    Temos que criar a unidade dos que resistem a esta política...
    CGTP:
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    PCP:
    http://www.youtube.com/watch?v=06FLHInxjNo&feature=youtube_gdata
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    PCP- Octávio Teixeira
    http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=706894&tm=9&layout=123&visual=61

    Octávio Teixeira acusa Cavaco de aliar-se ao discurso do Governo


    No Conselho Superior da Antena 1 desta manhã, Octávio Teixeira aponta o dedo ao Presidente da República por se suportar e aliar ao discurso do Executivo, na medida em que demonstrou que para si a única questão que deve ser tida em conta é cumprir tudo o que é exigido pela ‘troika’ em termos de espiral de austeridade. O economista afirma ainda que é incompreensível que Cavaco Silva não tenha justificado na sua mensagem de Ano Novo a razão de não requerer a fiscalização sucessiva do Orçamento do Estado para 2014.

    O ex-líder parlamentar do PCP argumenta ainda que “a colagem ao discurso propagandista do Governo não cola com o regresso à sua tese da necessidade de um compromisso de salvação nacional, porque, se tudo está a evoluir positivamente, como está a fazer crer, então não há razões que justifiquem a imprescindibilidade de tal compromisso”.

    (com Sandra Henriques)
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    PEV:
    REAÇÃO DO PEV À MENSAGEM DE ANO NOVO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA O Presidente da República, completamente alinhado com o Governo e co-responsável pelas políticas praticadas, pediu, na sua mensagem de ano novo, conformismo aos portugueses em relação à situação de profunda delapidação social e económica que tem sido consequência das opções políticas tomadas. Os Verdes consideram que não há aceitação possível, perante políticas tão destrutivas, e consideram que só uma fortíssima contestação social pode contribuir para reverter e quebrar a lógica de galope de uma austeridade inaceitável, com uma dívida galopante, ao mesmo tempo que são destruídos serviços públicos essenciais. O PEV considera inaceitável que o Presidente da República não tenha manifestado aos portugueses se tem ou não dúvidas de constitucionalidade sobre o Orçamento de Estado para 2014, ainda para mais quando o seu mandato se deve sustentar na garantia do cumprimento absoluto da CRP. O que o Presidente da República demonstrou é que põe a vontade da Troika e do Governo à frente do texto constitucional, o que é inadmissível! A sensação que ficou também, da mensagem do Presidente da República, é que haverá um chamado programa cautelar depois de Maio de 2014, coisa que o Governo não tem querido confirmar, mas que o Presidente tornou mais claro. Um programa dessa natureza é muito preocupante, na perspetiva dos Verdes, na medida em que tudo indica que será um programa para fixar austeridade ou um pretexto para o prolongamento inaceitável da austeridade. Os Verdes entendem que o único compromisso de salvação nacional que se impõe neste momento é o compromisso de aferir a constitucionalidade do OE para 2014! Esse é o maior tributo que um país democrático pode fazer ao 25 de Abril, que nos abriu portas não a uma democracia meramente teórica, mas sim uma prática democrática real. A Comissão Executiva Nacional do PEV 1 janeiro 2014
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    poeta Maria Elisa Ribeiro
    "A RESISTÊNCIA...


    ... EXISTIU ABRIL


    Muito antes da minha sílaba…ainda em tempos distantes, onde era o ANTES… havia já uma voz antiga-em-mim…uma voz escondida…uma voz de Abril-cravo-livre.

    Como se nada mais houvesse para aprender, essa voz libertou-se das grades ,
    tal ave que foge das águas revoltadas do pulso do mar ,a perder-se, esvoaçando,
    pelos flancos da montanha, cantando bagas-mil…

    Tudo isso, ainda antes da sílaba entrar na palavra a murmurar Poesia…
    …ainda muito antes…

    …e como se o sol não voltasse a agarrar os dias entre os braços de luz,
    as flores abriram-se às manhãs de primavera ,com a força de uma seiva
    que seduz…

    E Abril, tal como a “Primavera” de cravos-de-aromas-mil, foi Sol de pouca dura!
    Depois do Passado obscuro, rota- falhada-do rumo, papel rasgado no cesto da esperança-sem-Esperança, abismo a gravar numa folha de papel…será Abril só se o Poeta-Houver!

    De Abril, a empresa fracassada…
    …o poema incompleto…
    …o sorriso apagado pelo verme-infecto…
    …uma pátria -sem-Pátria, domada pelo monstro abjecto…


    Que empresa? Que projecto? Que mundo?


    De Abril, os olhos amargurados…
    …os sorrisos sem alma…
    …os rostos embaciados de angústia…
    …a astúcia prepotente do agente dominador,
    tirano sem honra ou assomo de valor…
    …peçonha que engoliu cravos-flor-liberdade…

    Emudeceu, bruscamente, Abril, na mão do poeta-sonho-verdade!
    No peito luso, a chaga infecta!
    A Poesia quase chora uma Derrota…

    É Hora de reerguer a bandeira. de acordar o cipreste. de correr de este a oeste,
    num norte-a-sul a limpar a peste!

    Fala, Poeta, enche a boca de odores de rosas esfareladas!
    Inspira a Liberdade!
    Espalha-a pela cidade onde o sangue escorre da Palavra Sofrida!

    ________________________________________Há-de Haver- Abril!


    Maria Elisa Rodrigues Ribeiro
    NOV/2013

    01/01/2014

    7.301.(1jan2014.17.31') 2014 será o Ano Internacional da Agricultura Familiar ...(ONU.FAO)

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    2014
    http://www.fao.org/family-farming-2014/home/pt/

    ANO INTERNACIONAL DA AGRICULTURA FAMILIAR

    Ano Internacional da Agricultura Familiar (AIAF) 2014 visa a aumentar a visibilidade da agricultura familiar e dos pequenos agricultores, focalizando a atenção mundial em seu importante papel na erradicação da fome e pobreza, provisão de segurança alimentar e nutricional, melhora dos meios de subsistência, gestão dos recursos naturais, proteção do meio ambiente e para o desenvolvimento sustentável, particularmente nas áreas rurais.
    O objetivo do AIAF 2014 é reposicionar a agricultura familiar no centro das políticas agrícolas, ambientais e sociais nas agendas nacionais, identificando lacunas e oportunidades para promover uma mudança rumo a um desenvolvimento mais equitativo e equilibrado.  O AIAF 2014 vai promover uma ampla discussão e cooperação no âmbito nacional, regional e global para aumentar a conscientização e entendimento dos desafios que os pequenos agricultores enfrentam e ajudar a identificar maneiras eficientes de apoiar os agricultores familiares.

    O QUE É AGRICULTURA FAMILIAR?

    A agricultura familiar inclui todas as atividades agrícolas de base familiar e está ligada a diversas áreas do desenvolvimento rural. A agricultura familiar consiste em um meio de organização das produções agrícola, florestal, pesqueira, pastoril e aquícola que são gerenciadas e operadas por uma família e predominantemente dependente de mão-de-obra familiar, tanto de mulheres quanto de homens. 
    Tanto em países desenvolvidos quanto em países em desenvolvimento, a agricultura familiar é a forma predominante de agricultura no setor de produção de alimentos.
    Em nível nacional, existe uma série de fatores que são fundamentais para o bom desenvolvimento da agricultura familiar, tais como: condições agroecológicas e as características territoriais; ambiente político; acesso aos mercados; o acesso à terra e aos recursos naturais; acesso à tecnologia e serviços de extensão; o acesso ao financiamento; condições demográficas, econômicas e socioculturais; disponibilidade de educação especializada; entre outros.
    A agricultura familiar tem um importante papel socioeconômico, ambiental e cultural.

    POR QUE A AGRICULTURA FAMILIAR É IMPORTANTE?

    • A agricultura familiar e de pequena escala estão intimamente vinculados à segurança alimentar mundial. 
    • A agricultura familiar preserva os alimentos tradicionais, além de contribuir para uma alimentação balanceada, para a proteção da agrobiodiversidade e para o uso sustentável dos recursos naturais.
    • A agricultura familiar representa uma oportunidade para impulsionar as economias locais, especialmente quando combinada com políticas específicas destinadas a promover a proteção social e o bem-estar das comunidades. 
    *

    31/12/2013

    7.300.(31dez2013.7.7') Roteiros...Saber Receber...

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    16jan2017
    https://www.facebook.com/notes/concelho-de-alcoba%C3%A7a/visite-e-descubra-alcoba%C3%A7a-parreitas-aljubarrota-e-coz-com-a-c%C3%A2mara-municipal/1241172535965305
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    TAMBÉM PARA GRUPOS DE TURISTAS ESPECIAIS...
     tintafresca.net reproduziu na íntegra:
    http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=dbdba3e5-995c-482c-a951-596dcea46187&edition=195
    Destinadas à comunidade escolar
      Município oferece visitas guiadas a Alcobaça, Parreitas, Aljubarrota e Cós
         
            Monumento à Padeira de Aljubarrota
      O Município de Alcobaça está a organizar, desde setembro, visitas guiadas a Alcobaça, Parreitas, Aljubarrota e Cós. As visitas destinam-se à comunidade escolar e estão contempladas no Plano de Atividades Educativas 2016-2017, apresentado a 15 de setembro, no arranque do ano letivo.

         A visita a Parreitas pretende dar a conhecer a presença romana na região de Alcobaça e os vestígios do processo de romanização conhecidos, em íntima relação com a desaparecida Lagoa da Pederneira e com o contexto do Império Romano no seu todo; inclui visitas ao Museu Monográfico do Bárrio e aos vestígios visitáveis da villa.

        
                             Estação arqueológica de Parreitas
       Em Cós será apresentado o mosteiro feminino cisterciense de Cós, com particular ênfase na igreja e na sua riqueza artística: a arquitetura, a azulejaria, a pintura e a talha dourada. A visita compreende igualmente uma breve visita ao espaço exterior acompanhada de uma explicação da dimensão do mosteiro desaparecido e da paisagem envolvente na qual se insere, numa perspetiva ambiental e histórica.

         A visita a Aljubarrota tem por objetivo promover o conhecimento da figura de Brites de Almeida, na sua dimensão histórica e lendária, enquadrando a mensagem pedagógica da lenda de acordo com o conhecimento científico, e fomentando o conhecimento do núcleo histórico da vila que deu nome à batalha.

         
                                                Mosteiro de Cós
      Em Alcobaça, o Município criou a rota “Dê Lugar Ao Amor” que percorre a pé os principais pontos de interesse da cidade, enquadrando-os histórica e socialmente e oferecendo uma visão do desenvolvimento urbano da sede de concelho.
      Para se inscrever nas visitas contacte a Câmara Municipal de Alcobaça através dos emails:
      • servico.educativo@cm-alcobaca.pt
      • cultura@cm-alcobaca.pt

         Fonte: GRPP|CMA
      16-01-2017
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      2016
      CDU aprovou a contratação de uma parceria com a Casa da Cultura de São Martinho do Porto
      para implementar um conjunto de visitas guiadas.
      "O Presidente da CCSMPORTO, Cipriano Simão, é 1 conhecedor do concelho como poucos. De cada colectividade ele conhece circuitos de 8km, para caminhar e conhecer ao pormenor o património, a fauna a flora...
      Os profs ficaram mui satisfeitos com as explicações que deu na Recepção aos profs..."
      ***
      31dez2013
       Imaginemos que somos turistas e chegamos a Alcobaça, por exemplo, na Rodoviária...
      E queremos...
      E a falta de abrigos num dia de chuva
      urge SABER RECEBER
      via Gina Caetano
      Facebook
      citando TEMOS PENA
      "1º junto ao centro comercial um casal de espanhóis a perguntar onde parava o autobus que visita a cidade? boa pergunta alguém sabe a resposta? eu só sei de um mini autocarro que da umas voltas a cidade durante o dia a que lhe chamam urbana. No entanto lá expliquei que ali junto aquele edifício cor de rosa(CAMARA MUNICIPAL) 
      tinha uma paragem onde parava um mini autocarro que fazia o transporte urbano, onde o Sr. me disse que nos roteiros turísticos da cidade existe um autocarro para visitar a cidade. alguém conhece? bom, mal esclarecidos e nada confiantes o casal lá foi ate ao edifício cor de rosa.
      Como gosto de ver a figura de parvo que os turistas que nos visitam fazem por má informação ou falta dela dei mais uma volta e ao chegar a rotunda da camara vejo o dito casal á procura da paragem parecia que estavam aflitos á procura de um WC, e onde antes existiu uma paragem urbana agora só lá está um sinal onde uma senhora com idade avançada esperava de chapéu aberto pois chovia bem.


      2º como não gosto de falar de cor, dei uma volta pela cidade e reparei que nem de urbana nem de rodoviária, em Alcobaça não se pode apanhar o autocarro ou a urbana em dias de chuva. entretanto pensei isto é mais uma incompetência da camara de Alcobaça, vou para casa e vou escrever estas idiotices no facebook, então não é que quase todo o caminho para casa fui atras da urbana o confirmar como é bom esperar por ela de chapéu aberto. O povo de Alcobaça já merecia uma explicação???????????????????????????????????????????"

      30/12/2013

      7.299.(30dez2013.18.46') Carolina Marques (Benedita) MELHOR QUÍMICO ORGÂNICO JOVEM 2013

       
      Doutorada da UE distinguida
      Carolina Silva Marques, doutorada pela Universidade de Évora foi distinguida com o prémio para a melhor tese de doutoramento em química orgânica em 2013, um galardão atribuído pela Divisão de Química Orgânica da Sociedade Portuguesa de Química ao jovem investigador doutorado, cuja tese tenha impacto para esta disciplina da Química, em Portugal.
      Carolina Silva Marques, doutorada pela Universidade de Évora foi distinguida com o prémio para a melhor tese de doutoramento em química orgânica em 2013, um galardão atribuído pela Divisão de Química Orgânica da Sociedade Portuguesa de Química ao jovem investigador doutorado, cuja tese tenha impacto para esta disciplina da Química, em Portugal. | A tese “Synthesis and Evaluation of Chiral Phosphine and NHC-Ligands for Heterogeneous Asymmetric Catalysis” é um estudo sobre as novas reacções químicas para formação de ligações carbono-carbono, extremamente importantes na obtenção de compostos alvo ou potenciais intermediários, como aminas quirais, α-aminoácidos, α-hidroxiésteres e moléculas com unidades bi-arilo no seu esqueleto. Atualmente, a distinguida está a efectuar um um pós-doc no âmbito do projeto INMOLFARM do INALENTEJO conduzido pelo grupo de investigação do Professor Anthony Burke, docente do Departamento de Química da Universidade de Évora.
      Publicado em 07.10.2013
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      Via Alcoa
      Doutorou-se pela Univ. Évora
      31 anos
      Tese foi premiada pela Divisão Orgânica da Sociedade Portuguesa de Química