01/10/2014

8.819.(1out2014.7.27') Marquês de Pombal..Inquisição...Abolição do ìndex... Inquisisção espanhola...

Nasceu a 13mai1699
e morreu a 8mai1872
verificar: 31março1821
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23mAIo1536
Papa Paulo III
Pela Bula Cum ad nil magis
não podemos ignorar os 300 anos de inquisição...em nome de Cristo e de Deus torturou-se e matou-se...o fascismo em Portugal tb esteve bem interligado com a igreja do Cardeal Cerejeira...Como em tds as épocas há quem resista e seja bem progressista na igreja católica...
http://expresso.sapo.pt/os-horrores-da-inquisicao=f783739
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14 de Junho de 1966: Abolição do Índex

 http://ataqueaberto.blogspot.com/2017/06/14-de-junho-de-1966-abolicao-do-index.html

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14 de Junho de 1966: Abolição do Índex

Índex, Index Librorum Prohibitorum ou Índice dos Livros Proibidos data de 1571 e era uma relação formal das obras interditas àqueles que professavam a fé católica, sendo vedada a leitura, tradução, detenção, empréstimo ou venda dos mesmos. Inicialmente, o incumprimento destes preceitos implicava sanções canónicas (como, por exemplo, a excomunhão), mas a partir do Concílio do Vaticano II (1962 – 1965) e da declaração Dignitatis humanae os livros constantes nesta lista passaram apenas a ser de leitura desaconselhada, não se inscrevendo qualquer um a partir dessa data.
Considerados prejudiciais aos costumes cristãos e à fé, desde o início do Cristianismo se exerciam censuras sobre obras consideradas inadequadas à fé. Foi, no entanto, com o advento da imprensa que se agravou o problema para a Igreja, uma vez que se podiam fazer cópias mais facilmente e o acesso às mesmas se facilitava. O papa Pio V criou então a Congregação do Índex (que contava com um conjunto de dezoito bispos), que mais tarde se integrou no sacro colégio pontifício do Santo Ofício e que elaborou um primeiro índice, publicado em 1564 e alvo de diversas reimpressões. Pio V optou por constituir sete anos depois uma Congregação similar, com a finalidade de criar uma outra lista, mais completa e atualizada. Finalmente, o pontífice Leão XIII ordenou a fatura do último Índex (que tinha acumulado alguns milhares de obras) já no dealbar do século XX, mais concretamente no ano de 1900. Em 1948 fez-se a trigésima segunda e última edição deste índice, devida à Congregação do Santo Ofício que em 1917 substituíra a Congregação do Índex. Foi a partir de 1966 que o papa Paulo VI ordenou a interrupção da inserção de mais obras nesta lista, que conteve escritos censurados de Simone de Beauvoir, Balzac, George Sand, Locke, Pascal e Jean Paul Sartre. O Índex  foi abolido a 14 de junho de 1966 pelo Papa Paulo VI sendo anunciado formalmente em 15 de junho de 1966 no jornal do Vaticano, L'Osservatore Romano, através de um documento chamado de "Notificação" escrito no dia anterior.
Índex. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. 
wikipedia (Imagens)


Livro contendo a lista do Index Librorum Prohibitorum (Veneza1564)
Ficheiro:Index Librorum Prohibitorum 1.jpg


Ficheiro:Frans Hals - Portret van René Descartes.jpg

René Descartes foi um dos mais notáveis autores a ir para o Index
 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/06/14-de-junho-de-1966-abolicao-do-index.html?spref=fb&fbclid=IwAR1Rkuq0QiS9w986y5qoLZtdrqMJxmLWCOJybJK8Fpcdge7BomZ4sBKoK6A
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Fim da Inquisição em Portugal

Após quase 300 anos de atividade o Tribunal do Santo Ofício foi extinto, no dia a 31 de Março de 1821, na sequência de uma decisão nas cortes gerais do reino.

A Inquisição, estabelecida no país durante 285 anos, perseguiu e condenou aqueles que considerava hereges ou seguidores de outras religiões que não a católica.
Instituída de forma permanente em 1536, a Inquisição Portuguesa, tinha jurisdição sobre todas as colónias do país.
Este tribunal aceitava denúncias de pessoas desconhecidas e a sua confissão podia ser obtida por meios de tortura física ou mental.
O leque de penas a aplicar também era muito variado e podia ser de carácter espiritual, de prisão, de vexame público, perda de bens ou condenação à morte pelo garrote ou pelo fogo.


Só há poucos anos, o Papa João Paulo II, pediu perdão pelos abusos da Igreja cometidos durante os julgamentos da Inquisição.
http://ensina.rtp.pt/artigo/fim-da-inquisicao-em-portugal/
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Procurar programa da TVI
Todos iguais
http://www.tvi.iol.pt/programa/todos-iguais/53c6b2f13004dc006243adc7
Para apreciar melhor a entrevista com João Ricardo "Construtor de imagens" (nasceu no Lobito, Cantumbela terra das ostras) artista plástico...fotógrafo:
" séc.XVIII - Lisboa estava cheia de negros, desde o Chiado a Belém"
"Mocambo quer dizer casa"
"Kibundo"
"Rainha Ginga
ver soneto
"Zona da Beira não teve escravos"
"Filipe Zau investigou..."
"Marquês Pombal seria descendente de negros..."
"Marquês proíbe que os línguas falem a língua materna"
"Foi adorado e odiado"
"MAZAGÂO foi a 1ª descolonização...1 enclave no norte de África...à revelia do próprio rei...Decide por questões financeiras...Traz Mazaguenses...
e depois envia para NOVA MAZAGÃO no Brasil."
" Poucos façam na luta contra a besta alemã...Faz 100 anos...Na fronteira de Angola...IGG Terras do Fim do Mundo..."
" A Câmara obscura já existe desde Aristóteles...A película é que foi inventada recentemente..."
" O teatro é a arte mais próxima da fotografia...Manipulação da informação..."
" A relação entre Portugal e as ex-colónias é de conterrâneos
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Via público
http://www.publico.pt/sociedade/jornal/um-mito-chamado-marques-de-pombal-133466
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http://www.instituto-camoes.pt/revista/revista15s.htm
1699
Nasce Sebastião José de Carvalho e Melo, futuro Marquês de Pombal. Sebastião José era o mais velho de doze irmãos dos quais sobressaíram dois em importância; Paulo de Carvalho e Mendonça (1702-1770) e Francisco Xavier de Mendonça Furtado (1700-1779), fiéis colaboradores do irmão.
1702
Lei Anti-sumptuária.
22 de Agosto. Tratado de Neutralidade assinado por Portugal com a Inglaterra e os Estados Gerais das Províncias Unidas.
Funda-se no Rio de Janeiro a Casa dos Quintos, onde passa a ser fundido o ouro em pó.
1703
Portugal rompe relações com a França e alia-se à Inglaterra e Holanda.
Lisboa, 27 de Dezembro. Tratado de Methwen, que celebra a aliança entre Portugal e Inglaterra a partir essencialmente de um vínculo comercial, obrigando à intervenção contra possíveis ataques invasores, sempre que necessária, dos dois países aliados.
1706
Alcântara, 9 de Dezembro. Morre D. Pedro II.
Inicia-se o reinado de D. João V.
1707
6 de Janeiro. O monarca impõe o barrete cardinalício ao ex-Núncio Apostólico, Miguel Ângelo Conti.
1708
Viena de Áustria, 9 de Julho. Casamento por procuração entre D. João V e D. Maria Ana.
25 de Outubro. Chegada ao Tejo da embaixada do Conde Vilar de Mouros que acompanhava a Rainha D. Maria Ana.
1709
18 de Junho. Primeiras instruções para o Conde de Tarouca, como representante português no Congresso da Paz Geral em Utreque.
1710
Uma armada portuguesa luta contra a rebelião existente em S. Sebastião do Rio de Janeiro. Inicia-se a Guerra dos Mascates no Brasil.
1713
11 de Abril. Tratado de Utreque que simboliza as tréguas entre D. João V e Luís XIV de França. A Ratificação portuguesa data de 9 de Maio do mesmo ano.
1714
Crise na economia da colónia Brasil.
1715
Utreque, 6 de Fevereiro. Tratado de Paz entre D. João V e Filipe V de Espanha, concedendo a Portugal a restituição da Colónia do Sacramento. A ratificação deste Tratado, referente à Espanha, dá-se a 9 de Março do mesmo ano.
1717
14 de Dezembro. D. João V nomeia Alexandre de Gusmão para seu agente diplomático em França.
Reunia-se na casa do tio de Sebastião José a Academia do Ilustrados. Uma espécie de tertúlia tendo em vista a discussão de matérias científico-filosóficas. Nesta Academia figurava a presença assídua do 4.� Conde da Ericeira, futuro director da Real Academia da História.
1718
1 de Fevereiro. O governo português pede auxílio a Inglaterra, recorrendo aos Tratados efectuados entre os dois países.
Londres, 18 de Julho. Tratado da Quádrupla Aliança.
1720
Extinção da Companhia do Brasil.
Fundação da Real Academia da História.
Criação da Mesa do Bem Comum e dos Comerciantes, composta por doze membros no total.
1722
O representante local de S. Lourenço envia uma embaixada a Lisboa, para que esta possa proteger o Canal de Moçambique das forças invasoras inglesa e holandesa, através do estabelecimento de feitorias portuguesas locais.
1723
Sebastião José de Carvalho e Melo casa com D. Teresa de Noronha e Bourbon Mendonça e Almada, em circunstâncias pouco convencionais: rapta a noiva uma vez que ele não era aceite pela família desta, extremamente poderosa, que o considerava �um mau partido�. Este casamento permitiu a integração de Sebastião José no grupo representante da alta fidalguia. Não houve descendência neste primeiro casamento.
Surto de Febre Amarela em Lisboa.
1725
15 de Janeiro. Corte das Relações entre Portugal e a França, quando o enviado francês, Abade Livri, passa a fronteira do Caia.
17 de Outubro, Santo Ildefonso. Ratificação de artigos para o Tratado Matrimonial do Príncipe D. José com D. Mariana Victória de Bourbon, filha de Filipe V de Espanha. Tratado concretizado em 3 de Setembro de 1727.
1727
Primeiras plantações de café no Brasil.
1728
20 de Março. D. João V corta relações com a Santa Sé porque o Papa não havia concedido o barrete cardinalício ao Núncio em Lisboa. O enviado português André de Melo e Castro, retira-se imediatamente de Roma.
5 de Julho. Decreto que manda sair do Reino os súbditos do Papa.
1730
Criação da Real Fábrica das Sedas, no largo do Rato. Abria-se as portas para um investimento de teor mercantilista.
Inicia-se o grande fluxo do ouro e diamantes vindos do Brasil.
1732
Manuel Martins da Silva, futuro aliado de Pombal em Viena, recebe o título de Duque Silva Tarouca por parte do imperador Carlos VI. Manuel vem a ter uma importância decisiva na política de Pombal relativa à Áustria.
1733
Sebastião José de Carvalho e Melo integra-se na Real Academia da História.
1736
D. João V reorganiza 3 secretarias de Estado: Secretaria de Estado dos Negócios Interiores do Reino; Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra; Secretaria de Estado da Marinha e dos Domínios Ultramarinos.
1737
Paz entre Portugal e Espanha.
1738
2 de Outubro. Nomeação de Sebastião José de Carvalho e Melo como Enviado Especial - Ministro Plenipotenciário à Corte de Londres. Embarca de Lisboa a 8 de Outubro desse ano.
29 de Novembro. É concedida uma audiência pública a Sebastião José de Carvalho e Melo, numa consolidação da aliança luso-britânica. Sebastião José vai substituir o embaixador Marco António de Azevedo Coutinho.
1739
É queimado em auto-de-fé António José da Silva, o Judeu.
1740
Morre o irmão mais novo de Sebastião José de Carvalho e Melo, José Joaquim de Carvalho, na defesa de Goa.
1743
21 de Dezembro. Sebastião José de Carvalho e Melo regressa a Lisboa.
Alexandre de Gusmão torna-se Conselheiro do Conselho Ultramarino.
1744
14 de Setembro. Instruções para Sebastião José de Carvalho e Melo como Enviado Especial-Ministro Plenipotenciário à corte de Viena de Áustria.
Chega a Viena a 17 de Julho de 1745.
1745
Viena de Áustria, 13 de Dezembro. Contrato Nupcial. Segundo casamento de Sebastião José de Carvalho e Melo. Após a morte de D. Teresa, Sebastião José casa com a Condessa Maria Leonor Ernestina Daun, resultando desta união cinco filhos. A Condessa era sobrinha do Marechal Heinrich Richard, conde de Daun, figura de destaque na Guerra de Áustria. O casamento recebeu a benção da Imperatriz Maria Teresa assim como da Rainha Maria Ana de Áustria, mulher de D. João V. Esta magnífica aliança assegurou a Pombal o lugar de Secretário de Estado do Governo de Lisboa.
1748
Reatadas as relações com a Santa Sé, o Papa Bento XIV concede a D. João V o título de Fidelíssimo.
28 de Novembro. Expede-se em Lisboa a minuta articulada do Tratado de Limites na América do Sul, entre Portugal e a Espanha, assinado no ano de 1750.
11 de Dezembro. Édito de D. João V sobre o Privilégio de Ministros estrangeiros e a proibição de se buscar asilo nas respectivas residências.
1749
9 de Outubro. Morte de D. Luís da Cunha.
Dezembro. As duas coroas ibéricas aprovam a aplicação do Tratado de Madrid, assinado no ano seguinte.
D. João V adoece gravemente e Sebastião José é convocado em Viena para integrar-se no novo governo de Lisboa. Tinha então 50 anos de idade.
1750
Morte de D. João V.
Inicia o reinado de D. José I.
D. José I nomeia Sebastião José de Carvalho e Melo como Secretário dos Negócios Estrangeiros. Filipe Correia da Silva torna-se no oficial-maior da Secretaria dos Negócios Estrangeiros.
13 de Janeiro. Decreto da execução do Tratado dos Limites da América, celebrado com a Espanha, em Madrid (comummente designado por Tratado de Madrid).
17 de Janeiro. Assinalam-se os anexos ao Tratado de Madrid, permitindo o início do trabalho das partidas do sul, onde os problemas da execução eram mais complexos. Sebastião José, a 21 de Dezembro do mesmo ano, fornece instruções a Freire de Andrade sobre a demarcação das fronteiras meridionais do Brasil, com as possessões espanholas.
Gomes Freire Andrade � nomeado governador do Rio de Janeiro e Francisco Xavier de Mendonça Furtado governador e capitão-geral de Grão-Pará e Maranhão acrescentando-se sobre si responsabilidade de todo o território do norte brasílico e baía do Amazonas.
Sebastião José remodela o seu palácio em Oeiras ao regressar de Viena para Portugal.
Dezembro. Primeiros indícios da Crise da Mineração do Brasil. Longa discussão da Coroa sobre a melhor forma de tributar o ouro.
Os oratorianos instalam-se no Real Hospício de Nossa Senhora das Necessidades em Lisboa.
1751
1 de Abril. Regimento Casas de Inspecção que pretende proteger os devedores sertanejos dos credores externos.
Alvará que reduz os direitos do tabaco.
Pragmática que proíbe a importação de tecidos, carruagens ou móveis do estrangeiro, salvo se transportados em navios portugueses.
Os ourives foram expulsos do Rio de Janeiro para evitar as fraudes que decorriam, até então, em grande número.
Mendonça Furtado é enviado ao Brasil para avaliar a riqueza atribuída aos jesuítas (bens móveis, ligados ao comércio externo em grande medida, e imóveis).
1752
Cria-se a Capitania Geral de Moçambique.
� instalado no Rio de Janeiro o Primeiro Tribunal da Relação.
1753
Feliciano Velho Oldemberg funda a Companhia da Ásia Portuguesa.
Restabelecimento da Capitania de Bissau.
31 de Dezembro. Morre Alexandre de Gusmão.
1754
19 de Fevereiro. Nomeação do Monsenhor Filipe Acciaiuoli, Arcebispo de Patrasso, para Núncio Apostólico de Portugal. Em Março do mesmo ano, D. José I exige que seja concedido o barrete cardinalício ao Núncio Lucas Melchior Tempi.
Primeira tentativa de pacificação dos índios guaranis, que resulta fracassada.
1755
7 de Junho. Decreto Régio que visava a criação de directorias em substituição do ensino jesuíta. Reforma de Mendonça Furtado.
Pelas 9:45h de 1 de Novembro. Terramoto extremamente forte com o epicentro em Lisboa e repercussões por todo o país, que está na origem do plano de reconstrução urbanística desta cidade por Sebastião José de Carvalho e Melo. O Ministro informa oficialmente, a 18 de Novembro, os representantes diplomáticos no estrangeiro da tragédia do Terramoto. Os engenheiros e avaliadores militares são dirigidos por Manuel da Maia.
Criação da Junta de Comércio, em substituição da Mesa do Bem Comum e dos Comerciantes, criada em 1720. Esta Junta era composta por homens de negócios, obtendo a promulgação dos seus estatutos em Dezembro 1756.
Reconstrução da Ribeira das Naus.
Fundação da Companhia do Grão Pará e Maranhão (Brasil).
Criação da Casa do Risco de Lisboa que visa substituir a Aula do Paço da Ribeira.
Criação da Capitania de São José do Rio Negro (Brasil).
Após o início da reconstrução urbana, Sebastião José vê ampliados os seus poderes pelo monarca.
1756
Janeiro. Conflitos no sul do Brasil, com as populações indígenas estabelecidas no território de demarcação de fronteira entre Portugal e Espanha. Invasão do território das Sete Missões por uma força militar conjunta de três mil e setecentos soldados, portugueses e espanhóis.
31 de Agosto. Sebastião José de Carvalho e Melo deixa a Secretaria dos Negócios Estrangeiros e da Guerra para ocupar a do Reino, mais abrangente.
Estabelecimento de uma Companhia Geral de Agricultura das Vinhas do Alto Douro.
1757
23 de Fevereiro. Motim no Porto que contesta a Criação da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro. Desordeiros cercaram a casa de Bernardo Duarte de Figueiredo, Juiz Conservador da Companhia.
Abril a Outubro. Decorrência do processo da Companhia do Alto Douro, sendo julgadas ao todo 478 pessoas, dos quais apenas 36 foram absolvidos. A grande maioria foi punida pelo crime de lesa-majestade.
Foi retirado o papel de confessores aos jesuítas, tendo estes sido substituídos nessa tarefa por padres da confiança de Pombal (alguns oratorianos).
1758
Setembro. Atentado a D. José I, quando este regressava numa carruagem ao Palácio. Muitas pessoas foram presas, entre elas alguns membros da alta aristocracia, como os membros da família Távora: Duque de Aveiro e Conde de Atouguia; bem como alguns jesuítas, acusados de cumplicidade.
9 de Dezembro. Comissão de Inquérito sobre o atentado. O rei garante que o juiz deveria cumprir a lei, passando ao lado das protecções mínimas do Código Penal.
1759
12 de Janeiro. Os presos foram sentenciados e condenados aos crimes de lesa-majestade, traição, rebelião, contra o rei e contra o Estado. Execução do Duque de Aveiro e dos marqueses de Távora, implicados no atentado contra o rei.
Confisco dos bens do duque de Aveiro, dos marqueses de Távora e da Companhia de Jesus.
Abril. Criação da Aula do Comércio, pela Junta do Comércio. A escola deveria ensinar contabilidade segundo o modelo inglês.
20 de Abril. Gomes Freire de Andrade regressa ao Rio de Janeiro, como comissário das demarcações no sul do Brasil.
6 de Junho. Sebastião José recebe o título de Conde de Oeiras, como forma de compensação, por parte de D. José I, pela sua grande intervenção contra os que participaram no atentado do próprio monarca.
21 de Julho. Expulsão dos Jesuítas do Brasil.
3 de Setembro. Carta de Lei para a proscrição, desnaturalização e expulsão dos jesuítas dos seus domínios. Essa carta foi seguida de audiências a 11 de Setembro, 19 de Novembro, tendo por objectivo resolver a questão jesuíta, reforçadas por Sebastião José de Carvalho e Melo.
Extinção da Universidade de Évora.
Início das Reformas Pombalinas do Ensino.
Criação da Companhia de Pernambuco e Paraíba.
1760
Criação do Erário Régio.
Sebastião José apoia os mercadores portugueses na luta que os opunha aos intermediários e contrabandistas, que tinham contribuído para a desorganização do comércio regular e do sistema de crédito.
Pombal cria o cargo de Intendente Geral da Polícia. Esta medida que contribui para o primeiro combate contra o banditismo.
São novamente suspensas as relações com a Santa Sé.
Setembro. Como Portugal não conseguiu entregar a Colónia do Sacramento a Espanha, o Rei Carlos III vê-se obrigado a rescindir o contrato.
Dezembro. Novos Estatutos da Universidade de Coimbra.
1761
12 de Fevereiro. Tratado Pardo, estabelecido entre D. José I e Carlos III de Espanha, que tem por objectivo a anulação do Tratado de Madrid de 13 de Janeiro de 1750. A anulação do Tratado de Madrid permite às Sete Missões continuarem sob a protecção dos jesuítas da província do Paraguai.
Limitação dos Privilégios Corporativos.
Abolição da escravatura dentro da metrópole, mantendo-se, contudo, nas colónias. Passam, portanto, a ser �libertos e forros� os escravos que entrarem em Portugal.
Execução do Pe. Malagrida em auto-de-fé.
Fundação do Real Colégio dos Nobres.
Racionalização do Erário Régio - Medidas de centralização.
1762
Crise na economia e nas finanças públicas.
16 de Março. Os ministros plenipotenciários de Espanha e França tentam persuadir Portugal a intervir na luta do Pacto de Família estabelecido entre estes dois países contra a Grã-Bretanha. A intenção portuguesa de manter neutralidade no conflito a 20 de Março provoca a ruptura.
27 de Abril. Os Embaixadores de Espanha e França retiram-se de Lisboa, despertando o corte das relações de Portugal com aqueles países.
Criação da Real Escola Náutica do Porto.
3 de Novembro. Relações reatadas com França e Espanha através do Tratado de Fontainebleau, que tenta compreender a posição portuguesa frente à Grã-Bretanha. O armistício luso-espanhol é assinado a 30 de Novembro desse ano.
1763
Celebração do Tratado de Paz Luso-Espanhol.
A necessidade de reforçar o poder português na costa brasileira, em especial na zona central da baía de Guanabara, alvo de corso e pirataria, espanhola, inglesa, francesa, e para fortalecimento da vila de S. Sebastião, o Governo Geral do Brasil deslocou-se da Bahia para o Rio de Janeiro.
1764
Criação do Terreiro Público para abastecimento da População.
Investe-se e fomenta-se o desenvolvimento industrial.
1765
Reorganização do poder militar no Rio de Janeiro, por um grupo de oficiais oriundos da Áustria, dirigidos pelo Conde de Lippe. D. António Luís da Cunha torna-se governador da Bahia.
1766
Criação de Fábricas de Cordoaria.
Instalação da Alfândega e da Ribeira das Naus em Luanda.
Reaproximação de Lisboa e Madrid. Aliança das monarquias católicas contra a Companhia de Jesus.
1767
Início da exportação de algodão do Brasil para Inglaterra.
1768
10 de Fevereiro. Portugal acede ao tratado celebrado nesta data entre a França, Espanha e Inglaterra, renovando e confirmando os tratados de Vestefália (1648); Baden (1714) e Viena (1738).
Formação da Imprensa Régia.
Decreto-régio contra o puritanismo - anulação da exclusividade de direitos de uma aristocracia hereditária, passando a atribuir-se cargos aos homens de negócios, onde é valorizado o conhecimento e mérito.
Criação da Aula Oficial de Gravura Artística, que perdura até ao ano de 1787.
Instituição da Real Mesa Censória.
A Inquisição adquire uma nova tipologia, com uma série de poderes diferentes.
1769
Foi outorgado a Sebastião José o título de Marquês de Pombal, quando este já tinha 71 anos de idade.
Pombal publica a Lei da Boa Razão, para que de futuro todas as leis fossem fundamentadas numa razão justa, senão tornar-se-iam inválidas.
Lei sobre o Morgadio.
Abandono de Azamor e Mazagão, praças do norte de África.
O Marquês do Lavradio torna-se vice-rei do Brasil.
1770
O comércio é declarado �profissão nobre, necessária e proveitosa�
Machado de Castro inicia a execução a eustátua equestre de D. José I.
São reatadas as relações com a Santa Sé.
Obtenção do monopólio lucrativo do sal para o Brasil, bem como os direitos do tabaco e uma taxa de importação do azeite.
Esgotamento económico das bases militares. O fracasso da Junta das Minas.
1771
O ensino passa a depender da Real Mesa Censória.
O Director dos estudos, Luís António Verney, foi substituído pela Real Mesa Censória e o sistema estatal foi alargado de forma a incorporar escolas que ensinassem a ler, escrever e contar.
Organização administrativa da Junta da Fazenda e de Minas Gerais.
1772
Reforma da Universidade.
Promulgação de uma lei relativa à organização do ensino primário em Portugal, tendo em conta a ligação das escolas aos professores, criando-se novas bases financeiras, mediante o pagamento do subsídio literário.
Novembro. Frei Manuel do Cenáculo Vilas Boas foi nomeado Presidente da Junta do Subsídio Literário. Principal figura na reforma do ensino.
Reforma da Inquisição. Deixando de se ocupar do Tribunal do Santo Ofício, a Inquisição passou a ser responsável pelos restantes tribunais.
Fundação da Imprensa Régia.
1773
21 de Julho. Breve de Clemente XIV �Dominus Ac Redeptor Noster�, extinguindo a Companhia de Jesus.
Pombal cria a Companhia Geral das Reais Pescarias do Reino do Algarve.
25 de Maio. Abolição do termo de distinção entre cristãos-novos e cristãos-velhos.
1774
Decreto de Pombal sobre a aceitação da naturalização dos habitantes nascidos na Índia portuguesa com os mesmos direitos dos naturais de Portugal.
15 de Dezembro. Lei de D. José sobre o fim das denominações de cristãos-novos e cristãos-velhos.
1775
Edificação de uma Fábrica de Estampagem de Tecidos.
Inauguração da Estátua Equestre de D. José I.
1776
24 de Janeiro. Instruções para Luís Pinto de Sousa Coutinho, enviado especial, Ministro Plenipotenciário em Londres, dadas por Marquês de Pombal, requerendo as mediações britânica e francesa para a resolução do diferendo luso-espanhol no sul do Brasil.
Julho. Os portos portugueses são fechados à navegação americana, cumprindo deste modo Pombal, mais uma vez, o pacto de aliança luso-britânico.
1777
Morte de D. José I.
Início do reinado de D. Maria I, a primeira mulher a subir ao trono de Portugal.
4 de Março. Demissão de Marquês de Pombal por decreto-régio.
1 de Outubro. Tratado de Santo Ildefonso entre D. Maria I e Carlos III de Espanha, onde se realiza a permuta da ilha de Sta. Catarina pela Colónia do Sacramento.
1778
11 de Março. Tratado Pardo. Tratado de Aliança, neutralidade e comércio entre D. Maria I e Carlos III de Espanha, que põe termo à guerra na América meridional, cedendo as Ilhas de Fernão Pó e Ano Bom.
Supressão da Companhia do Grão-Pará e Maranhão.
1779
Queixas inúmeras contra Pombal levam à elaboração de uma acção judicial, onde o Marquês é acusado de abuso de poder, corrupção e fraudes várias. O interrogatório termina no ano seguinte.
Fundação da Academia Real das Ciências.
Criação da Academia Real da Marinha.
Construção da Basílica da Estrela.
1780
Extinção da Companhia Geral de Pernambuco como companhia monopolista.
Fundação da Casa Pia de Lisboa.
Pina Manique inicia a iluminação pública de Lisboa.
1781
Julgamento e condenação de Marquês de Pombal ao desterro, pelo menos a vinte léguas da Corte. Pombal é considerado culpado, ainda que o seu estado de saúde e avançada idade não permitam a aplicação de pena alguma.
Último auto-de-fé realizado em Coimbra: dezassete pessoas queimadas.
Último auto-de-fé de Évora: oito pessoas queimadas.

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1out1774

Marquês de Pombal publica decreto que extingue a Inquisição portuguesa...
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Via José Fernando Graça
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=963091493722867&set=a.159884140710277.34552.100000660750594&type=1&theater
Pormenor do gradeamento envolvente da estátua de Sebastião José de Carvalho e Melo (vulgo, Marquês de Pombal-Lisboa
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Ver postagem aqui no UNIR
21 DE JUN1662
Padre António Vieira é intimado a depor perante a Inquisição
RESPOSTA AOS 25 CAPÍTULOS
http://uniralcobaca.blogspot.pt/2014/04/791328abril201488-padre-antonio-vieira.html
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Via RDP
A história da Inquisição Portuguesa
https://www.youtube.com/watch?v=sZYtniXetlI
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Via
http://navegante.blog.com/2010/09/30/a-1-de-outubro-de-1774-marques-de-pombal-publica-o-decreto-que-extingue-a-inquisicao-portuguesa/

A 1 de Outubro de 1774, Marquês de Pombal publica o decreto que extingue a Inquisição portuguesa.

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Em Portugal, o cenário mudara e a Inquisição acabava de entrar nos seus últimos estertores, golpeada de morte pelo clarividente e poderoso ministro Sebastião José de Carvalho e Melo, conhecido como o Marquês de Pombal.
Já em 5 de outubro de 1768, como medida precursora, havia esse estadista excepcional desarmado os denominados “puritanos”, isto é, os nobres que timbravam em não se alinhar a sangue suspeito de cristão-novo: determinou o Marquês um prazo de 4 meses àqueles que tivessem filhos em idade casadoura, para que procedessem a enlaces com famílias até então excluídas.

Poucos anos depois, em 25 de maio de 1773, conseguiu ele junto ao rei, D. José I, a promulgação de uma lei que extinguiu as diferenças entre cristãos-velhos e cristãos-novos, revogando todos os decretos e disposições até então vigorantes com respeito à discriminação contra os cristãos-novos. As penalidades pela simples aplicação da palavra “cristão-novo” a quem quer que fosse, por escrito ou oralmente, eram pesadas: para o povo – chicoteamento em praça pública e banimento para Angola; para os nobres – perda dos títulos, cargos, pensões e condecorações; para o clero – banimento de Portugal.

Finalmente, um ano mais tarde, em 1º de outubro de 1774, foi a referida lei regulamentada por um decreto, que sujeitava os veredictos do Santo Ofício à sanção real.

E assim, com essa restrição, estava praticamente anulada a Inquisição portuguesa.

Sobre o especial empenho do Marquês de Pombal junto ao rei em favor da extinção de quaisquer discriminações contra os cristãos-novos, encontra-se na “História Universal do Povo Judeu” de S. Dubnov, a seguinte conjetura: “Mas, consta que o rei manifestou o desejo de que os marranos fossem pelo menos reconhecíveis por um sinal especial. Então, Pombal tirou três chapéus amarelos, dos que usavam os judeus em Roma, explicando que um seria destinado a ele próprio, outro ao inquisidor geral e o terceiro ao rei, visto como ninguém – disse ele – podia estar certo de que nas suas veias não corria o sangue dos marranos”.
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21 de Julho de 1542: O Papa Paulo III cria a Congregação do Santo Ofício

O Santo Ofício foi fundado pelo Papa Paulo III em 21 de Julho de 1542 para combater a heresia. Tem as suas raízes num tribunal romano chamado a “Inquisição Romana”, fundado por Inocêncio III no século XIII, para confrontar os albigenses. No século XVI, devido aos avanços do protestantismo, Paulo III reorganizou a Inquisição Romana fazendo dela o supremo tribunal doutrinário para todo o mundo. O Santo Ofício teve seu nome mudado em 1966 para Congregação para a Doutrina da Fé.

O condenado pelo Santo Ofício era muitas vezes responsabilizado por uma "crise da fé", pestes, terramotos, doenças e miséria social, sendo entregue às autoridades do Estado, para que fosse punido. As penas variavam desde o confisco de bens e perda de liberdade, até à pena de morte, muitas vezes na fogueira. O seu significado era basicamente religioso, simbolizava a purificação, configurando a ideia de desobediência a Deus e ilustrando a imagem do Inferno. 

Fortemente influenciada pelo poder civil, a Inquisição tornou-se, por vezes, meio de desembaraçar-se de inimigos políticos indesejáveis e culpada de crueldades e torturas que hoje são vigorosamente repudiadas.  

A Inquisição Medieval desenvolveu-se como instituição nas primeiras décadas do século XIII, quando foram constituídos tribunais eclesiásticos para julgar os albigenses. De acordo com os decretos do Concílio Francês (1229) em cada paróquia devia instalar-se um tribunal eclesiástico presidido por um legado de Gregório IX e constituído por um sacerdote e dois leigos. 

Estes tribunais foram substituídos pela Inquisição Papal, instituída directa­mente por Gregório IX, confiada por ele aos dominicanos. Entre 1230 e 1235, Gregório IX enviou inquisidores a várias partes da Europa para julgar casos de suspeita de heresia. Estes juízes constituíram a Inquisição Medieval. Embora nomeados pela Santa Sé, só era permitido aos inquisidores trabalhar com a cooperação do bispo diocesano. 

Quando um acusado de heresia era levado ante a Inquisição, a confissão e o arrependimento davam como resultado apenas um castigo simbólico. Porém, se o acusado se obstinava na sua heresia, era entregue às autoridades seculares, pois o estado considerava a heresia uma traição à pátria. Ao réu era negada a defesa, permitia-se o testemunho de hereges e excomungados contra eles e  usavam-se  muitas vezes torturas cruéis para arrancar confissões. 
Uma variante da Inquisição Medieval foi a Inquisição Espanhola fundada pelos Reis Católicos em 1478, que julgavam a uniformidade religiosa desejável e útil ao Estado. Exerceram grande pressão sobre judeus e mouros para que se convertessem ao cristianismo. Para evitar a expulsão do país, muitos cederam. Diante de incontáveis denúncias, fundamentadas amiúde em questiúnculas pessoais, os reis criaram a Inquisição para examinar a sinceridade das convicções cristãs de suspeitos hereges. 

Os principais inquisidores eram sempre clérigos aprovados pela Igreja. Judeus e mouros convertidos, chamados cristãos novos ou marranos, despertavam mais facilmente a suspeita de ter recaído na heresia. Eram logo denunciados à Inquisição, julgados e punidos. Outros crimes além de heresia estavam sob a jurisdição deste tribunal. 
Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)

Cardeal Alessandro Farnese, futuro Paulo II - Rafael
Papa Paulo III - Ticiano
 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/07/21-de-julho-de-1542-o-papa-paulo-iii.html?spref=fb&fbclid=IwAR2ECr-bZnDjZ1LqRzEEpjSX-t8AXyRFrHy3527BDUnsTC2q_73ENH-1Fy8
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11 de Fevereiro de 1482: Tomás de Torquemada é nomeado inquisidor

O rei católico Fernando V nomeia no dia 11  de Fevereiro de 1482 novos inquisidores encarregados de erradicar a heresia em território espanhol. Entre eles, figura o futuro inquisidor-geral, Tomás de Torquemada. Símbolo do fanatismo religioso e da violência da Inquisição espanhola, ele teve grande responsabilidade na implantação e generalização da tortura e das fogueiras. 

Em 1479, quando a Inquisição medieval vivia as suas derradeiras horas, Fernando V e Isabel a Católica fundam a Inquisição espanhola. Este acto de nascimento ilustra a particularidade desta instituição: ela fica sob o controlo do Estado e não da Santa Sé, ainda que ela tenha dado autorização. O contexto da Reconquista propicia igualmente o estabelecimento de objectivos bem precisos, orientados contra as minorias religiosas que são os judeus e os muçulmanos. 



Os julgamentos da Inquisição adoptaram então o nome de Autos da Fé. Preocupada em  livrar-se das minorias religiosas, a Espanha compromete-se com a Inquisição na prática de “La Limpieza de Sangre”, a pureza do sangue. Dando continuidade à política, a Espanha põe em vigor a emissão de certificados de pureza do sangue, que pretendiam demonstrar que a pessoa era portadora de sangue cristão, ou seja, que ela ou sua família não tinham se convertido recentemente ao cristianismo. 



O inquisidor-geral, Tomás de Torquemada, agiu com violência e queimou na fogueira cerca de duas mil pessoas no espaço de 15 anos, provocando certa reprovação da Santa Sé. Não obstante, o seu poder estendeu-se rapidamente levando à condenação de feiticeiras e da magia. A partir de 1529, a Inquisição assumiu outra missão: a luta contra os protestantes. Graças a esta instituição, a Espanha resistiu à reforma luterana e permaneceu firmemente católica. 



Utilizando a tortura, fazendo pesar um verdadeiro manto de chumbo religioso e cultural sobre o país, atormentado pela figura cruel de Torquemada, a Inquisição espanhola perdurou por vários séculos. Com efeito, se a Inquisição medieval foi montada em benefício dos instrumentos de controlo e da justiça do Estado, a Inquisição espanhola, embora braço do Estado, não tinha esta necessidade e limitação. Meio de preservar as tradições, mantém a sua vigência até à conquista napoleónica. Restabelecida em 1823, só seria definitivamente suprimida em 1834. 
Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)
Tomás de Torquemada
Tribunal da Inquisição - Francisco de Goya
Francisco de Goya - Scene Inquisição - Google Art Project.jpg
https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/02/11-de-fevereiro-de-1482-tomas-de.html?fbclid=IwAR3d4NhURhZuGsogsb2wb0Ed01wbaVOWqJaAMbRhzKUumWUUXuZE9f2OLkE
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8.818.(1out2014.7.17') Benjamin Franklin.Electricidade.Pára-raios

Benjamin Franklin
 nasceu a 17jan1706
e morreu a 17abril1790
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BIOGRAFIA
http://www.sohistoria.com.br/biografias/franklin/
O nascimento dos Estados Unidos como nação foi acompanhado por um grupo de notáveis estadistas. Entre eles, está o diplomata, escritor e inventor Benjamim Franklin. Nascido em Boston, Massachusetts, em 17 de janeiro de 1706, Franklin saiu de casa aos dezessete anos de idade e se tornou aprendiz de impressor na Filadélfia. O governador da Pensilvânia, William Keith, prometeu ajudá-lo financeiramente para ele adquirir sua própria tipografia, mas retirou seu apoio enquanto Franklin estava na Inglaterra comprando tipos.

Ele permaneceu na Inglaterra, trabalhando em várias tipografias até que, em 1726, conseguiu juntar dinheiro suficiente para voltar aos Estados Unidos e abrir sua própria tipografia. Seus negócios prosperaram e dois anos depois ele começou a publicar a Pennsylvania Gazette, um dos jornais mais importantes da época. Em 1731, ele fundou o que provavelmente foi a primeira biblioteca pública da América. Em 1732, começou a escrever e publicar o Poor Richard’s Almanac, uma coletânea anual de estórias e pensamentos sobre a vida, o amor, a política e outras atividades humanas. Em 1747, ele começou a fazer experiências sobre a hipótese de que o relâmpago era um fenômeno elétrico, o que propiciou a invenção do pára-raios.

Entre 1736 e 1757, Franklin trabalhou como escriturário e membro da Assembléia Geral da Pensilvânia. Ele viajou para a Inglaterra, onde foi recebido por membros da comunidade literária e científica inglesa que respeitavam seu trabalho. Depois de retornar à Filadélfia em 1762, ele foi novamente eleito para a Assembléia.

Franklin endossou firmemente a idéia de que a Grã-Bretanha deveria relaxar seu controle sobre as colônias americanas e permitir aos colonos um papel maior no governo de seus próprios negócios. Em 1774, ele foi para a Inglaterra apresentar uma petição ao rei Jorge III (1738-1820) em favor dos colonos e do recém-formado Congresso Continental. O rei e a Câmara dos Lordes rejeitaram a petição e quando Franklin retornou à Filadélfia, a Guerra Revolucionária Americana (1775-1783) já havia começado.

Depois de sua eleição para o Segundo Congresso Continental, Franklin organizou o serviço postal, tornando-se seu chefe, e ajudou Thomas Jefferson a escrever a Declaração da Independência, assinada em 4 de julho de 1776. Nesse mesmo ano, Franklin foi escolhido como embaixador americano na França e, enquanto ocupava o cargo, conseguiu convencer o governo francês a apoiar a causa americana com armas e suprimentos.

Depois da guerra, entre 1782 e 1783, Franklin ajudou a negociar o tratado de paz com a Grã-Bretanha. Em seguida, ele deixou a França e retornou para os Estados Unidos, tornando-se membro da Convenção Constitucional em 1787. Benjamim Franklin morreu em 17 de abril de 1790.
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Foto de Psicólogos e Psicologias.
https://www.facebook.com/PsicologosEPsicologias/photos/a.186267408209087.1073741828.175719869263841/372349529600873/?type=3&theater
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Via Citador
Benjamim Franklin
http://www.citador.pt/frases/citacoes/a/benjamin-franklin
"Seja cortês com todos, sociável com muitos, íntimo de poucos, amigo de um e inimigo de nenhum."
"Paz e harmonia: eis a verdadeira riqueza de uma família."
"Três pessoas podem manter um segredo, se duas delas estiverem mortas."
"Tem cuidado com os custos pequenos! Uma pequena fenda afunda grandes barcos."
"Quem não quer ser aconselhado, não pode ser ajudado."
"Se queres saber o valor do dinheiro, tenta pedi-lo emprestado."
"A fadiga é o melhor travesseiro."
"É falta de educação calar um idiota e crueldade deixá-lo prosseguir."
"É prudente não procurar saber segredos, e é honesto não os revelar."
"Para suportar as aflições dos outros, toda a gente tem coragem de sobra."
(falta da 2 a )
Qual é a utilidade de um bébé recém-nascido? (Respondeu quando lhe perguntaram qual era a utilidade de uma nova invenção). - Benjamin Franklin - Frases

Lembrem-se que tempo é dinheiro. - Benjamin Franklin - Frases

É prudente não procurar saber segredos, e é honesto não os revelar. - Benjamin Franklin - Frases
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1out1752
Benjamin Franklin
 realiza a famosa experiência com a pipa, para provar a electricidade nos raios.
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O pára-raios e a pipa
https://www.youtube.com/watch?v=Pk_CZUGYrIA
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8.817.(1out2014.7.7') 1º livro impresso (bíblia) - Johannes Gutenberg...1.º volume d' enciclopédia

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 Gutenberg nasceu provavelmente entre 1397/8
e morreu a 3feVER1468
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03 de Fevereiro de 1468: Morre Johannes Gutenberg, o inventor da Imprensa

Johannes Gensfleisch zur Laden zum Gutenberg, conhecido como Johannes Gutenberg, nasceu provavelmente em 1397/1398 e é considerado o criador do processo de impressão com tipos móveis, a tipografia.

De uma família próspera,  o pai e o tio trabalhavam na Casa da Moeda da cidade, Gutenberg aprendeu a arte da precisão nos trabalhos em metal. Em 1428, partiu para Estrasburgo, onde fez as primeiras tentativas de imprimir com caracteres móveis.

Em 1442 imprimiu, na sua prensa original, onze linhas num pedaço de papel. Voltou a Mainz em 1448. Dois anos depois, conheceu Johann Fust, que lhe teria feito um empréstimo, exigindo em troca a participação nos lucros da empresa que formaram e à qual deram o nome de "Das Werk der Buchei" (Fábrica de Livros). Pouco tempo depois, Pedro Schoffer também entrou na sociedade. Teria sido ele quem descobriu tanto o modo de fundir e fabricar os tipos móveis, aliando o chumbo ao antimónio, como a tinta negra, composta de fumo.

No entanto, é a Gutenberg que se atribui o mérito da invenção da imprensa, não só pela ideia dos caracteres móveis, como pelo aperfeiçoamento da prensa. Entre os primeiros livros impressos estavam várias edições do "Donato" e bulas de indulgências concedidas pelo Papa Nicolau V.

No início da década de 1450, Gutenberg iniciou a impressão da célebre Bíblia, de 42 linhas em duas colunas. Cada letra era feita à mão, e cada página era montada juntando-se as letras. Depois de prensada e seca, era feita a impressão no verso da página. Gutenberg teria imprimido trezentas folhas por dia, utilizando seis impressoras.

A Bíblia tem 641 páginas, e calcula-se que foram produzidas cerca de 300 cópias, das quais ainda existem aproximadamente 40. Nem todas as cópias são iguais, tendo algumas, no início de novos capítulos, letras pintadas à mão.

A Bíblia foi impressa em dez secções, o que significa que Gutenberg deve ter tido tipos suficientes para imprimir 130 páginas de cada vez. Em 1455, terminada esta impressão, a sociedade desfez-se por diferenças de interesses e direitos, suscitando-se entre Fust e Gutenberg tamanha dissidência que a justiça teve que intervir.

Como consequência do julgamento e como compensação pela dívida, Fust ficou com a impressora, os caracteres e as bíblias já completas, ou seja, todo o negócio de Gutenberg.
Fontes: UOL Educação
wikipedia (imagens)


Resultado de imagem para gutenberg
 File:Johannes Gutenberg.jpg
Gutenberg numa gravura do século XVI
File:Printer in 1568-ce.png
Uma tipografia do  XVI

Ficheiro:Gutenberg Bible.jpg
Um exemplar da Bíblia de Gutenberg
https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/02/03-de-fevereiro-de-1468-morre-johannes_3.html?fbclid=IwAR1sfZfywnqMeNNyfYHsX3NwoFq7ui8rx6Zv5JBbs_qp4XEu-0qteEdwWhA
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23fev1455
ou 30set1452
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30set1452
via Wikipédia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Johannes_Gutenberg

A Bíblia de Gutenberg[editar | editar código-fonte]

O primeiro livro impresso por Gutenberg foi a Bíblia, processo que se iniciou cerca de 1450 e que terá terminado cinco anos depois em Março de 1455.5
Para comprovar a magnificência deste inventor alemão do século XV, realiza-se anualmente, nos Estados Unidos, o "Festival Gutenberg" - uma espécie de Feira de demonstrações e inovações nas áreas do desenho gráfico, da impressão digital, da publicação e da conversão de texto - que só comprova que a invenção do mestre Gutenberg consegue, ainda hoje, cultivar seguidores que, da sua experiência-base, tentam superar o invento e adaptar as tecnologias modernas às exigentes necessidades do mundo atual. Ele também escreveu os livros: "Ala, e a terra prometida", "Buda e o elefante" e "O dragão de São Jorge, O Santo guerreiro!"
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Via
http://tipografos.net/livros-antigos/b-42.html


A B-42 de Gutenberg (1452-1455)

O primeiro livro impresso na Europa está guardado em vários museus. O mais emblemático é o Museu da Imprensa em Mainz (Mongúncia), Alemanha. A Bíblia impressa por Johannes Gutenberg é o símbolo-chave de um momento de transição da história humana. A sua invenção, a imprensa, provocou uma revolução: a propagação do «conhecimento para todos».

b42
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Via
http://bibliotecaucs.wordpress.com/2012/10/18/o-primeiro-livro-impresso-no-mundo/



O primeiro livro impresso no mundo


Os primeiros suportes utilizados para a escrita foram tabuletas de argila ou de pedra. A seguir veio o khartés (volumen para os romanos, forma pela qual ficou mais conhecido), que consistia em um cilindro de papiro, facilmente transportado. Aos poucos o papiro é substituído pelo pergaminho, excerto de couro bovino ou de outros animais. O pergaminho acaba sendo substituído pelo códex, que era uma compilação de páginas, não mais um rolo. Uma consequência fundamental do códice é que ele faz com que se comece a pensar no livro como objeto, identificando definitivamente a obra com o livro.
O livro continua sua evolução com o aparecimento de margens e páginas em branco. Também surge a pontuação no texto, bem como o uso de letras maiúsculas. Também aparecem índices, sumários e resumos, e na categoria de gêneros, além do didático, aparecem osflorilégios (coletâneas de vários autores), os textos auxiliares e os textos eróticos. Progressivamente aparecem livros em língua vernacular, rompendo com o monopólio do latim na literatura. O papel passa a substituir o pergaminho.
Mas a invenção mais importante, já no limite da Idade Média, foi a impressão, no século XIV. Consistia originalmente da gravação em blocos de madeira do conteúdo de cada página do livro; os blocos eram mergulhados em tinta, e o conteúdo transferido para o papel, produzindo várias cópias.
Foi em 1405 surgia na China, através de Pi Sheng, a máquina impressora de tipos móveis, mas a tecnologia que iria provocar uma revolução cultural moderna foi desenvolvida por Johannes Gutenberg.
No Ocidente, em 1455, Johannes Gutenberg inventa a imprensa com tipos móveis reutilizáveis, o primeiro livro impresso nessa técnica foi a Bíblia em latim.
Uma Bíblia de 641 páginas foi o primeiro livro impresso pelo alemão Johan Gutemberg. Para imprimir cada página Gutemberg precisou forjar letras em chumbo e depois arranjá-las uma a uma, manualmente, para formar painéis com palavras compondo linhas. Para piorar seu trabalho, o estilo de escrita da época era a gótica, com letras cheias de volteios. Uma vez impressa uma página, era preciso deixá-la secar para depois imprimir no verso. Foram feitos cerca de 300 exemplares, mas nem todos eram iguais – alguns tinham as letras iniciais de cada capítulo caprichosamente pintadas à mão.
Gutemberg, filho de um alto funcionário da Casa da Moeda da região da Mogúncia (Alemanha), teve a ideia de criar a imprensa ao ver moedas serem cunhadas. A invenção é considerada uma das mais importantes da história da humanidade pelas profundas mudanças que provocou na difusão do conhecimento no mundo inteiro.
• A Bíblia também é o livro mais vendido. Somente de 1815 a 1998 foram comercializados 3,88 bilhões de exemplares no mundo inteiro.
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6nov1455
http://www.imultimedia.pt/museuvirtpress/port/hist/1300/1300.html
(6 Nov.)Gutenberg termina a impressão da Bíblia de 42 linhas, obra atribuída princípalmente a Gutenberg, primeiro livro impresso tipográficamente.
Gutenberg perde o processo que o opunha a Fust, tendo-lhe sido retirado todo o material de tipografia e impressão que possuia.
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Via
http://blogs.odiario.com/inforgospel/2013/02/27/biblia-primeiro-livro-moderno-impresso-completou-558-anos-confira/
23fev1455


Bíblia – Primeiro Livro Moderno impresso completou 558 anos – Confira


O primeiro exemplar da Bíblia foi impresso por Johannes Gutenberg, e ficou conhecido como a Bíblia de 42 linhas, saiu da imprensa alemã de Maguncia em 23 de fevereiro de 1455. A invenção da imprensa foi por Gutenberg aperfeiçoada e possibilitou que milhões de pessoas no mundo pudesse ter a Bíblia e outros livros impressos. - Confira, fique sabendo e comente…
Um dos grandes marcos da história e cultura foi a criação da imprensa. Embora esta invenção não seja de Johannes Gutenberg, foi ele quem aperfeiçoou.Entre suas primeiras impressões foi o livro dos livros, a Bíblia.
Gutenberg aperfeiçoou a imprensa para substituir a de madeira pela de metal, fabricando tipo de metal fundidos em moldes suficiente para permitir a composição de textos. Esta invenção se tornou a chamada impressão tipográfica com tipos de metal móveis, que deram origem ao livro moderno .
A invenção da imprensa com tipos móveis é um dos grandes marcos na história da cultura.Possibilitando executar várias cópias de livros, dando assim acesso a um maior número de pessoas ao redor do mundo para ter acesso a escritos, isto implicou mudanças radicais na política, na religião e nas artes.
Assim, o impacto da invenção da imprensa foi tremendo. Produção de livros durante os primeiros 50 anos após a contribuição de Gutenberg foi decisivo, quase certamente maior nos últimos mil anos.
A Bíblia, o primeiro livro moderno
A Bíblia de Gutenberg é também conhecida como “a Bíblia de 42 linhas”, ou Bíblia Mazarin. Esta é uma versão impressa da Vulgata(Latina), que foi impresso na oficina de Mainz, na Alemanha, no século XV.
O formato é, possivelmente, uma imitação do manuscrito de Mainz, também chamado Bíblia Gigante de Mogúncia, cujo 1.300 páginas foram escritas à mão.
O nome “42 linha Bible” refere-se ao número de linhas impressas em cada página, e é usado para diferenciá-lo a partir da edição mais recente de 36 linhas.
A preparação para esta edição começou depois de 1450, e os primeiros exemplares estavam disponíveis em 1455. Foi realizada utilizando uma prensa de impressão de tipos móveis.  Uma cópia completa tem 1282 páginas, e foram encadernado em dois volumes, pelo menos.
Esta Bíblia é o mais famoso incunábulos (impressão feita antes do ano 1500), e começou a sua produção e impressão em massa de textos no Ocidente. Acredita-se que foram produzidas cerca de 180 exemplares, 45 em pergaminho e 135 em papel. Depois de impresso, assinado e foram ilustradas a mão, o trabalho foi feito por especialistas, fazendo com que cada cópia se tornasse única.
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01 de Julho de 1751: Com discurso de d'Alembert, é publicado o primeiro volume da Enciclopédia

No dia 1 de Julho de 1751 é publicado o primeiro volume da Enciclopédia, precedida por discurso de d'Alembert. Foi nessa data o início de uma aventura editorial sem precedentes que iria arejar as ideias em França e em toda a Europa.
O projecto nascera seis anos antes do desejo do livreiro Le Breton de traduzir a Cyclopaedia do autor inglês Ephraïm Chambers - um dicionário ilustrado das ciências e das artes publicado em 1728.

O livreiro e editor submete a sua ideia a Denis Diderot, que na época tinha 32 anos. Esse impetuoso e ambicioso rapaz, que se dizia "filósofo", passou a visar não mais uma simples tradução e sim um "quadro geral dos esforços do espírito humano em todos os géneros e em todos os séculos" Foi assim que surgiu o nome 'enciclopédia', neologismo forjado segundo uma expressão grega que designa as ciências destinadas a ser ensinadas.

Diderot resolve valer-se também dos serviços do seu amigo, o matemático e filósofo Jean Le Rond d'Alembert. Em Outubro de 1750, expõe o seu projecto num prospeto tendo em vista atrair subscritores. Mais de 2 mil responderam ao apelo e pagaram cada um 280 libras. Ou seja, o equivalente ao rendimento anual de um operário. Alguns dos maiores espíritos da época aceitaram colaborar com a grandiosa obra editorial.
Jean d'Alembert, principal autor da Enciclopédia ao lado de Diderot, era filho natural do cavaleiro de Touches e de uma dama da alta aristocracia, Madame de Tencin.

Abandonado ao nascimento em 11 de Novembro de 1717 nas escadarias da igreja  Saint-Jean Le Rond – daí o seu segundo nome – recebe entretanto uma excelente educação graças aos subsídios do seu pai natural. Torna-se um sábio e um pensador muito requisitado que as pessoas arrastavam aos salões mundanos de Paris, como os de Madame Geoffrin, de Madame du Deffand e de Julie de Lespinasse, por quem se apaixonaria sem esperança até  à sua morte.
Por seu lado Denis Diderot consegue também a protecção da influente marquesa de Pompadour, amante do rei Luis XV. O sucesso da Enciclopédia é imediato em França e nos demais países da Europa das Luzes. A sua tiragem  alcança prontamente os 4200 exemplares, um número extraordinário  tendo em conta também o custo da obra.

A publicação teve os seus problemas. Além de acusações de heresia, teve que enfrentar constantemente as acusações dos religiosos. Os Enciclopedistas são culpados de criticar a religião católica. Os jesuítas, alicerçados no seu prestígio em matéria de educação, são os adversários mais virulentos.

De maneira totalmente inesperada, Jean-Jacques Rousseau desentende-se com Diderot e passa a  opor-se à Enciclopédia em virtude do artigo Genebra no qual d'Alembert critica os modos e costumes austeros da cidade calvinista. Rousseau publica então a Carta a d'Alembert sobre os Panoramas.

Em 8 de Março de 1759, com base num falacioso pretexto, o Conselho de Estado proíbe a venda da Enciclopédia e exige o reembolso aos 4 mil subscritores.

D'Alembert, desencorajado, renuncia a levar adiante o empreendimento. Os dois últimos tomos são publicados clandestinamente por Diderot em 1765 e os derradeiros volumes de páginas e pranchas ilustradas são enfim publicadas sem a participação de Diderot em 1772.

No total, em trinta anos, foram publicados 28 volumes compreendendo 11 volumes de pranchas ilustradas e mais de mil artigos com a assinatura de cerca de 200 autores, entre os quais os mais reputados do seu tempo: Voltaire, Montesquieu, Rousseau, Condorcet, Quesnay, Turgot, Marmontel, Helvétius, barão d'Holbach.
Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)
Jean-Baptiste le Rond d'Alembert por Maurice Quentin de La Tour
Denis Diderot, por Louis-Michel van Loo
 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/07/01-de-julho-de-1751-com-discurso-de.html
https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/07/01-de-julho-de-1751-com-discurso-de.html?spref=fb&fbclid=IwAR0AIjd8p4m16EPBQjfShTAWn-VuSeKfs6o9LBtGnCWgJBu7VCXJQW6UbMo

30/09/2014

8.816.(30set2014.17.55') PSD e a vida deram cabo dos grandes mercados de Alcobaça...+1x a ex-crisal

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3fev2017
o quinzenário ALCOA d' ALCOBAÇA QUE VOS ABrrAÇA decidiu inquirir...Mas alguém sabe o que a Câmara quer para o mercado?...Sou vereador, tive acesso, apenas, a 1 esboço e mesmo esse, ainda não o discuti em câmara...Depois defendemos o PLANEAR COM TODOS e, neste caso, integradamente TODA A CIDADE!!!...Em dez2016 esteve agendada 1 reunião para discutir com autarcas da freguesia e população, mas foi adiada...A resposta para o Alcoa é: asSIM não!!!
Foto de O Alcoa.
https://www.facebook.com/oalcoa/photos/a.330641550287640.87229.330628883622240/1421373864547731/?type=3&theater
Sim ou Não. Concorda com o plano da câmara para o mercado de Alcobaça? Pode votar emwww.oalcoa.com
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17 anos de PSD e a vida
deram cabo dos grandes mercados de Alcobaça...
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as obras do mercado municipal afastam mais clientes
e fazem a vida negra aos vendedores
e aos lojistas
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12jan2015

finalmente a cobertura começa a ser posta!!!
Foto e comentário de Élio Pereira
"DEPOIS DE OS VENDEDORES APANHAREM MUITO FRIO, CONSTIPAÇÕES E OS COMPRADORES A PROTESTAREM UMA VERGONHA..."
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+1x a ex-crisal é motivo de reclamação
agora da munícipe Fátima Carreira que faz as fotos e o comentário:
este espaço outrora era todo ele preenchido com feirantes, com o passar do tempo, os mesmos começaram a ocupar menos espaço, pensei eu, na minha ingenuidade que as autoridades locais, aproveitariam este espaço para algo útil e, benéfico as alcobacenses, claro que ninguém me pagou para pensar, mas pensei, ficava ali bem uma área de lazer, um espaço de manutenção fisica, mas nao, o espaço foi transformado num matagal e numa lixeira a ceu aberto
(EU VOU COMENTANDO POR BAIXO DE CADA FOTO)

em cima é a maltratada Av. Joaquim Vieira Natividade
cujo insigne alcobacense bem merecia melhor
estas encostas poderiam ser mui bem aproveitadas...

Arq. Byrne projectou para aqui...mas o PSD nestes 17 anos não desenvolveu esse projecto


aqui funcionou a CRISAL...agora é 1 buraco vergonhoso
a empresa dona do espaço prometeu tapar esta vergonha até ao final 2013
antes houve um grande projecto imobiliário que não avançou

buracos perigosos


lixo 1

lixo 2

lixo 3

lixo4

lixo 5 mas a Fátima Carreira fotografou + lixo de td o género