16/09/2015

8.051.(15SETE2015.7.7') Agatha Christie

NASCEU A 15SETE1890
e morreu a 12jan1976
***
Via Pensador
"A essência da vida é andar para a frente;
sem possibilidade de fazer ou intentar marcha a trás.
Na realidade, a vida é uma rua de sentido único."
"É curioso, mas só quando você vê as pessoas fazerem o ridículo, você percebe o quanto as ama..."
"Eu gosto de viver. Já me senti ferozmente, desesperadamente, agudamente feliz, dilacerada pelo sofrimento, mas através de tudo ainda sei, com absoluta certeza, que estar viva é sensacional."
"O arqueólogo é o melhor marido que uma mulher pode ter; quanto mais velha ela fica, mais interesse ele tem por ela."
"Aquilo que uma pessoa realmente é só fica aparente quando vem o teste, ou seja, no momento em que se fica firme sobre os próprios pés ou se tomba.
(personagem Hercule Poirot)"

"Não há nada mais empolgante neste mundo, eu acho, que ter uma criança que é sua e que ao mesmo tempo é uma estranha." 
"O segredo de seguir em frente é começar a trabalhar."  
"Me especializei em assassinatos de interesse silencioso e familiar." 
"Gosto de viver. Algumas vezes me sinto muito, desesperadamente, loucamente miserável, atormentada pela aflição, mas mesmo diante disso tudo eu compreendo que estar viva é uma coisa grandiosa." 
"A melhor hora para planear um livro é enquanto se lava a louça."  
"Fomos deixados com o sentimento horrível agora de que a guerra nada resolveu; que ganhar uma guerra é tão desastroso quanto perder."  
"Agora vivo num tempo emprestado, aguardando na sala de espera pelas reuniões que inevitavelmente virão. E depois - vou para a próxima coisa, seja lá o que for. Quem tem sorte não precisa passar por isso."
"Não acho que a necessidade é a mãe da invenção - uma invenção, na minha opinião, surge direCtamente da indolência, possivelmente também da preguiça. Para poupar-se trabalho." 
"Coisas curiosas, hábitos. As próprias pessoas nunca souberam que as possuem." 

"Eu gosto de viver. Já me senti ferozmente, desesperadamente, agudamente feliz, dilacerada pelo sofrimento, mas através de tudo ainda sei, com absoluta certeza, que estar viva é sensacional." 
https://www.pensador.com/autor/agatha_christie/
***

12 de Janeiro de 1976: Morre a escritora inglesa de "suspense" Agatha Christie, criadora do detective Hercule Poirot e de Miss Marple.

Agatha Christie é, e sempre será, a Rainha do Crime. Soberana dos romances policiais, vendeu milhões de livros pelo mundo e foi traduzida para 45 línguas, sendo ultrapassada em vendas somente pela Bíblia e por Shakespeare. Nasceu Agatha Mary Clarissa Miller, em 15 de Setembro de 1890, na cidade inglesa de Torquay, mais precisamente na mansão Ashfield. Cresceu a ouvir as histórias de Conan Doyle, Edgar Allan Poe e Leroux, contadas pela sua irmã mais velha, Madge. Mas foi a mãe que lhe incentivou a começar a escrever contos, quando uma forte gripe fez a menina Agatha ficar alguns dias de cama. Anos mais tarde, continuaria  escrever encorajada por Eden Phillpotts, amigo da família.
Em 1914, casou-se com o Coronel Archibald Christie, piloto do Corpo Real de Aviadores. Com ele, além de herdar o nome com a qual se tornaria a maior celebridade dos romances policiais, Agatha teve uma filha, Rosalind. Deram a volta ao mundo e, ao lado dele, a jovem Agatha chegou até a surfar em Honolulu. O divórcio aconteceria em 1928.
O romance de estreia daquela que viria a  tornar-se a Rainha do Crime, O misterioso caso de Styles, foi concebido no final da Primeira Guerra Mundial. Foi depois de trabalhar como enfermeira, quando fora transferida para o dispensário que, junto aos medicamentos, voltou a pensar na ideia que mudaria para sempre a sua vida.
O misterioso caso de Styles, trazia pela primeira vez o detective belga Hercule Poirot, personagem que conseguiria ser quase tão popular quanto Sherlock Holmes. E não só esse livro, como outros, foram influenciados pelo trabalho de Agatha no dispensário e possuem mortes por envenenamento.
Em 1926, após ter lançado a média de um livro por ano, Agatha Christie escreveu aquela que ficou conhecida como sua obra-prima: O assassinato de Roger Ackroyd. O livro, primeiro publicado pela editora Collins, marcou o início de um relacionamento autor-editor que durou meio século e rendeu 70 títulos.
Agatha casou-se pela segunda vez em 1930 com o arqueólogo Sir Max Mallowan, 14 anos mais jovem. E foi ao lado dele que a escritora viajou para o Médio Oriente e se apaixonou pelo Egipto e inspirou-se para criar histórias como Morte no Nilo.
 Em 1971, Agatha recebeu o título de Dama da Ordem do Império Britânico. Faleceu em 12 de Janeiro de 1976, de causas naturais, aos 85 anos de idade na sua residência (Winterbrook), em Wallingford, Oxfordshire. Além de um património avaliado em 20 milhões de dólares, deixou algumas obras prontas, publicadas postumamente.
Ao todo, é autora 66 novelas policiais, 163 histórias curtas, duas autobiografias, vários poemas, e seis romances “não crime” com o pseudónimo de Mary Westmacott. Pioneira em criar desfechos impressionantes, verdadeiras surpresas para os leitores, os seus textos continuam a fascinar as novas gerações.
A sua única filha, Rosalind Hicks, morreu em 28 de Iutubro de 2004, também com 85 anos e, assim como a mãe, de causas naturais. A partir de então, os direitos sobre a obra de Agatha Christie passaram a pertencer ao seu neto, Mathew Princhard.
www.lpm.com.br
Agatha Christie. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012.
https://www.youtube.com/watch?v=mCr2Pg29Vco
*
 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/01/12-de-janeiro-de-1976-morre-escritora.html?fbclid=IwAR1vPPfycAurPdjT7W8gM9sYaykAQDNeuebCLybTR5Pmd7SkGGJlNHCuORg
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http://estoriasdahistoria12.blogspot.pt/2015/09/15-de-setembro-de-1890-nasce-escritora.html

a escritora inglesa de "suspense" Agatha Christie, 

criadora do detective Hercule Poirot e de Miss Marple.

15 de Setembro de 1890: Nasce a escritora inglesa de "suspense" Agatha Christie, criadora do detective Hercule Poirot e de Miss Marple.

Agatha Christie é, e sempre será, a Rainha do Crime. Soberana dos romances policiais, vendeu milhões de livros pelo mundo e foi traduzida para 45 línguas, sendo ultrapassada em vendas somente pela Bíblia e por Shakespeare. Nasceu Agatha Mary Clarissa Miller, em 15 de Setembro de 1890, na cidade inglesa de Torquay, mais precisamente na mansão Ashfield. Cresceu a ouvir as histórias de Conan Doyle, Edgar Allan Poe e Leroux, contadas pela sua irmã mais velha, Madge. Mas foi a mãe que lhe incentivou a começar a escrever contos, quando uma forte gripe fez a menina Agatha ficar alguns dias de cama. Anos mais tarde, continuaria  escrever encorajada por Eden Phillpotts, amigo da família.

Em 1914, casou-se com o Coronel Archibald Christie, piloto do Corpo Real de Aviadores. Com ele, além de herdar o nome com a qual se tornaria a maior celebridade dos romances policiais, Agatha teve uma filha, Rosalind. Deram a volta ao mundo e, ao lado dele, a jovem Agatha chegou até a surfar em Honolulu. O divórcio aconteceria em 1928.

O romance de estreia daquela que viria a  tornar-se a Rainha do Crime, O misterioso caso de Styles, foi concebido no final da Primeira Guerra Mundial. Foi depois de trabalhar como enfermeira, quando fora transferida para o dispensário que, junto aos medicamentos, voltou a pensar na ideia que mudaria para sempre a sua vida.

O misterioso caso de Styles, trazia pela primeira vez o detective belga Hercule Poirot, personagem que conseguiria ser quase tão popular quanto Sherlock Holmes. E não só esse livro, como outros, foram influenciados pelo trabalho de Agatha no dispensário e possuem mortes por envenenamento.

Em 1926, após ter lançado a média de um livro por ano, Agatha Christie escreveu aquela que ficou conhecida como sua obra-prima: O assassinato de Roger Ackroyd. O livro, primeiro publicado pela editora Collins, marcou o início de um relacionamento autor-editor que durou meio século e rendeu 70 títulos.

Agatha casou-se pela segunda vez em 1930 com o arqueólogo Sir Max Mallowan, 14 anos mais jovem. E foi ao lado dele que a escritora viajou para o Médio Oriente e se apaixonou pelo Egipto e inspirou-se para criar histórias como Morte no Nilo.

 Em 1971, Agatha recebeu o título de Dama da Ordem do Império Britânico. Faleceu em 12 de Janeiro de 1976, de causas naturais, aos 85 anos de idade na sua residência (Winterbrook), em Wallingford, Oxfordshire. Além de um património avaliado em 20 milhões de dólares, deixou algumas obras prontas, publicadas postumamente.

Ao todo, é autora 66 novelas policiais, 163 histórias curtas, duas autobiografias, vários poemas, e seis romances “não crime” com o pseudónimo de Mary Westmacott. Pioneira em criar desfechos impressionantes, verdadeiras surpresas para os leitores, os seus textos continuam a fascinar as novas gerações.


A sua única filha, Rosalind Hicks, morreu em 28 de Iutubro de 2004, também com 85 anos e, assim como a mãe, de causas naturais. A partir de então, os direitos sobre a obra de Agatha Christie passaram a pertencer ao seu neto, Mathew Princhard.
Agatha Christie. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012.
 https://www.youtube.com/watch?v=6OLBt5vMVj4&feature=youtu.be
 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/09/15-de-setembro-de-1890-nasce-escritora.html

13/09/2015

3.165.(13sete2015.11.11') Michel de Montaigne

Nasceu 28fev1533
e morreu a 13set1592
***

https://www.facebook.com/citador/photos/a.173227185864.152844.79452815864/10152201989180865/?type=3&theater
***

Nada fixa alguma coisa tão intensamente na memória
como o desejo de esquecê-la.
*

Se existe certa honra em chorar a morte dos maridos, ela só pertence
àquelas que lhe sorriram; as que choraram durante a vida deles, então que riam na morte.
*

à medida que tomamos prazer no vício
gera-se um desprazer contrário na consciência, que nos atormenta,
velando ou dormindo com várias ideias dolorosas.
*

*

*

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Via JERO:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10203746784344691&set=a.1029365188983.3914.1670949754&type=1&theater
"É uma perfeição absoluta, dir-se-ia divina, sabermos desfrutar lealmente do nosso ser". Michel de Montaigne(1533-92), escritor e ensaísta francês.
Lusa/Fim.
Michel Eyquem de Montaigne (Castelo de Montaigne, 28 de fevereiro de 1533 — Castelo de Montaigne, 13 de setembro de 1592) foi um jurista, político, filósofo, escritor, cético e humanista francês, considerado como o inventor do ensaio pessoal. Nas suas obras analisou as instituições, as opiniões e os costumes, debruçando-se sobre os dogmas da sua época e tomando a generalidade da humanidade como objecto de estudo.
 Ele criticou a educação livresca e mnemônica, propondo um ensino voltado para a experiência e para a acção. Acreditava que a educação livresca exigiria muito tempo e esforço, o que afastaria os jovens dos assuntos mais urgentes da vida. Para ele, a educação deveria formar indivíduos aptos ao julgamento, ao discernimento moral e à vida prática.

11/09/2015

9.084.(11set2015.7h7') Theodor Adorno

Nasceu a 11sete1903
e morreu a 6ag1969
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Via  http://kdfrases.com
A inteligência é uma categoria moral.
Serás amado apenas quando puderes mostrar a tua fraqueza, sem provocar nenhuma força.
Normalidade significa morte.” 
A grandeza de uma obra de arte está fundamentalmente no seu caráter ambíguo, que deixa ao espectador decidir sobre o seu significado.

Theodor Adorno

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Via Citador

Theodore Wiesengrund Adorno

http://www.citador.pt/frases/citacoes/a/theodore-wiesengrund-adorno
A vida tornou-se a ideologia da sua própria ausência.
*
O horror está além do alcance da psicologia.
*
Existe um critério quase infalível para determinar se um homem é realmente teu amigo: o modo como refere opiniões hostis ou descorteses a teu respeito.
*
Liberdade não é poder escolher entre preto e branco mas sim abominar este tipo de propostas de escolha.
*
Aviso aos intelectuais: não deixem que ninguém vos represente.
**
in Minima moralia, III
De homens muito maus não se pode nem mesmo imaginar que morram.
*
O amor é a capacidade de perceber o semelhante no dessemelhante.
*
Serás amado apenas quando puderes mostrar a tua fraqueza, sem provocar nenhuma força.
*
A arte é a magia libertada da mentira de ser verdadeira.
*
A tarefa actual da arte é introduzir o caos na ordem.
***

entrevista à spiegel

A filosofia muda o mundo ao manter-se como teoria*


http://perguntodromo.blogspot.pt/2011/07/theodor-w-adorno-1969.html
Spiegel: Senhor professor, há duas semanas o mundo ainda parecia em ordem...

Adorno: Não para mim.

Spiegel: ... O senhor dizia que sua relação com os estudantes não foi afetada. Nas suas atividades de ensino haveria debates fecundos e objetivos, sem perturbações privadas. No entanto, agora o senhor suspendeu suas aulas.

Adorno: Não as suspendi por todo o semestre, só temporariamente. Em algumas semanas pretendo retomá-las. É o que todos os colegas fazem quando há invasões de salas.

Spiegel: Houve violência contra o senhor?

Adorno: Não violência física, mas fizeram tanto barulho que a aula tornou-se impraticável. Isso claramente foi planejado.

Spiegel: O senhor sente-se incomodado apenas pela forma como agora o atacam os estudantes – que antes o apoiavam – ou também o incomodam os objetivos políticos? Afinal, antes havia concordância entre o senhor e os rebeldes.

Adorno: Não é nessa dimensão que estão em jogo as divergências. Há dias declarei numa entrevista à televisão que, embora eu tivesse elaborado um modelo teórico, não poderia ter imaginado que as pessoas quisessem realizá-lo com bombas. Essa frase foi citada inúmeras vezes, mas necessita muito de interpretação.

Spiegel: Como o senhor a interpretaria hoje?

Adorno: Jamais ofereci em meus escritos um modelo para quaisquer condutas ou quaisquer ações. Sou um homem teórico, que sente o pensamento teórico como extraordinariamente próximo de suas intenções artísticas. Não é agora que eu me afastei da prática, meu pensamento sempre esteve numa relação muito indireta com a prática. Talvez ele tenha tido efeitos práticos em conseqüência de alguns temas terem penetrado na cons ciência, mas nunca eu disse algo que se dirigisse diretamente a ações práticas. Desde que ocorreu em 1967 em Berlim um circo contra mim, determinados grupos de estudantes insistiram em forçar-me à solidariedade e exigiram ações práticas da minha parte. Isso eu recusei.

Spiegel: Mas a teoria crítica não quer deixar as condições tal como se encontram. Isso os estudantes esquerdistas aprenderam do senhor. Mas agora, senhor professor, dá-se a sua recusa da prática. É verdade, então, que o senhor cultiva uma ''liturgia da crítica'', como afirmou Dahrendorf?

Adorno: Em Dahrendorf ressoa uma despreocupada convicção: a de que, se apenas melhorarmos as coisas aos poucos, talvez tudo venha a melhorar. Não posso reconhecer isso como premissa. Nas organizações estudantis de esquerda, contudo, defronto-me sempre com a exigência de entregar-se, de ir junto, e a isso eu venho resistindo desde muito jovem. E nisso nada se modificou em mim. Tento exprimir aquilo que reconheço e que sinto. Mas não posso acomodá-lo ao que se fará disso e ao que disso resultará.

Spiegel: Ciência como torre de marfim, portanto?

Adorno: Não tenho temor algum da expressão torre de marfim. Essa expressão já teve dias melhores, quando Baudelaire a empregou. Contudo, já que o senhor fala de torre de marfim: creio que uma teoria é muito mais capaz de ter conseqüências práticas em virtude da sua própria objetividade do que quando se submete de antemão à prática. O relacionamento infeliz entre teoria e prática consiste hoje precisamente em que a teoria se vê submetida a uma pré-censura prática. Tenta-se, por exemplo, proibir-me de exprimir coisas simples, que mostram o caráter ilusório de muitas propostas de determinados estudantes.

Spiegel: Mas é bem claro que esses estudantes têm muitos seguidores.

Adorno: Sempre volta a ocorrer que um pequeno grupo seja capaz de exercer obrigações de lealdade às quais a grande maioria dos estudantes de esquerda não conseguem se furtar. No entanto, quero repetir: eles não podem invocar modelos de ação que eu lhes tivesse dado para depois distanciar-me deles. Não faz sentido falar desses modelos.

Spiegei: Seja como for, ocorre que os estudantes referem-se, às vezes direta e outras vezes indiretamente, à sua crítica da sociedade. Sem as suas teorias talvez nem tivesse surgido o movimento de protesto estudantil.

Adorno: Isso eu não quero negar; apesar disso, tenho dificuldade para captar essa relação. Estou disposto a acreditar que a crítica à manipulação da opinião pública, que vejo como inteiramente legítima também na forma de demonstrações, não teria sido possível sem o capítulo sobre ''indústria cultural'' que Horkheimer e eu publicamos na Dialética do Iluminismo. Mas acredito que muitas vezes a relação entre teoria e prática é representada de modo demasiado sumário. Quando se ensinou e publicou durante 20 anos como eu, com essa intensidade, isso acaba mesmo passando para a consciência geral.

Spiegel: E assim também para a prática, não?

Adorno: Pode ocorrer – mas não necessariamente. Nos nossos trabalhos o valor das chamadas ações isoladas fica extremamente limitado pela ênfase na totalidade social.

Spiegel: Mas como o senhor quer modificar a totalidade social sem ações isoladas?

Adorno: Essa pergunta me ultrapassa. Diante da questão ''que fazer'' eu na realidade só consigo responder, na maioria dos casos, ''não sei''. Só posso tentar analisar de modo intransigente aquilo que é. Nisso me censuram: já que você exerce a crítica, então é também sua obrigação dizer como se deve fazer melhor as coisas. Mas é precisamente isso que eu considero um preconceito burguês. Verificou-se inúmeras vezes na história que precisamente obras que perseguiam propósitos puramente teóricos tenham modificado a consciência, e com isso também a realidade social.

Spiegel: Nos seus trabalhos o senhor distinguiu entre a teoria crítica e quaisquer outras teorias. Ela não deve ater-se à mera descrição empírica da realidade mas especificamente introduzir na reflexão a ordenação correta da sociedade.

Adorno: Neste ponto tratava-se da crítica ao positivismo. Preste atenção no que eu disse: introduzir na reflexão. Veja que nessa sentença nada me permite atrever-me a dizer como então se agirá.

Spiegel: Mas uma vez o senhor afirmou que a teoria crítica quer ''erguer a pedra sob a qual incuba o monstro''. Se agora os estudantes jogam essa pedra – isto é tão incompreensível?

Adorno: Incompreensível certamente não é. Creio que o ativismo basicamente se deve ao desespero, porque as pessoas sentem quão pouca força têm para modificar a sociedade. Mas estou igualmente convencido de que essas ações isoladas estão condenadas ao fracasso, como se viu na revolta de maio na França.

Spiegel: Se então não há sentido nas ações isoladas, ficaremos apenas com a ''impotência crítica'', da qual a organização estudantil de esquerda (SDS) o acusa?

Adorno: O poeta Grabbe tem uma sentença: ''Pois nada senão o desespero pode salvar-nos''. Isto é provocador, mas nada tem de tolo. Não vejo como condenar que se seja desesperançado, pessimista, negativo no mundo em que vivemos. Mais limitados serão aqueles que se aferram compulsivamente ao otimismo do oba-oba da ação direta, para obter alívio psicológico.

Spiegel: Seu colega Jürgen Habermas, que também é um defensor da teoria crítica, acaba de conceder, num artigo, que os estudantes mani festaram ''senso de provocação com muita fantasia'', e que conseguiram de fato mudar alguma coisa.

Adorno: Nisso eu concordaria com Habermas. Creio que a reforma universitária, da qual ainda não sabemos no que vai dar, nem sequer teria sido iniciada sem os estudantes. Creio que a atenção generalizada aos processos de emburrecimento que dominam a sociedade contemporânea jamais teria ganho forma sem o movimento estudantil. E também acredito – para citar algo bem concreto – que foi somente em conseqüência da investigação sobre a morte do estudante Benno Ohnesorg [em 1967, na repressão a uma manifestação contra o ditador persa, xá Reza Pahlevi] que essa história macabra veio a atingir a consciência pública. Com isso quero dizer que em absoluto não me fecho a conseqüências práticas, quando são transparentes para mim.

Spiegel: E quando foram transparentes para o senhor?

Adorno: Participei de manifestações contra as leis de emergência e, no caso da reforma da legislação penal, fiz o que podia. Mas é inteiramente diferente se eu faço coisas desse tipo ou se participo de uma prática realmente um tanto insana e jogo pedras contra institutos universitários.

Spiegel: Como o senhor avaliaria se uma ação faz sentido ou não?

Adorno: Em primeiro lugar, a decisão depende em grande medida da situação concreta. Depois, tenho as mais graves reservas contra qualquer uso da violência. Eu teria que renegar toda a minha vida – a experiência sob Hitler e o que observei no stalinismo – se não me recusasse a participar do eterno círculo da violência contra a violência. Só posso conceber uma prática transformadora dotada de sentido como uma prática não violenta.

Spiegel: Também sob uma ditadura fascista?

Adorno: Certamente haverá situações em que isso se apresente de outro modo. A um fascismo real só se pode reagir com violência. Nisso não sou de modo algum rígido. No entanto, nego-me a seguir aqueles que, após o assassinato de incontáveis milhões nos estados totalitários, ainda preconizem a violência. É neste limiar que se dá a separação decisiva.

Spiegel: Foi superado esse limiar quando os estudantes tentaram impedir, mediante ações de sit-in, a distribuição de jornais da cadeia [conservadora] Springer?

Adorno: Esse tipo de manifestação eu considero legítimo.

Spiegel: Foi superado esse limiar quando estudantes perturbaram a sua aula com barulho e exibições sexuais?

Adorno: Justo comigo, que sempre me voltei contra toda sorte de repressão erótica e contra tabus sexuais! Submeter-me ao ridículo e atiçar contra mim três mocinhas fantasiadas de hippies! Achei isso abo minável. O efeito hilariante que se consegue com isso no fundo não passava da reação do burguesão, com seu riso néscio quando vê uma garota com os seios nus. Naturalmente essa imbecilidade era calculada.

Spiegel: Será que esse ato insólito pretendia confundir suas teorias?

Adorno: Parece-me que nessas ações contra mim importa menos o conteúdo das minhas aulas; tudo indica que para a ala extrema é mais importante a publicidade. Essa ala sofre do medo de cair no esquecimento. Com isso torna-se escrava da sua própria publicidade. Uma aula como a minha, que conta com uma presença de cerca de 1000 pessoas, evidentemente é um cenário maravilhoso para a propaganda ativista.

Spiegel: Pode também esse ato ser interpretado como ação da desesperança? Talvez esses estudantes se sentissem abandonados por uma teoria da qual pelo menos acreditavam que pudesse converter-se em prática modificadora da sociedade?

Spiegel: Os estudantes nem tentaram discutir comigo. O que tanto dificulta meu relacionamento com os estudantes hoje é a primazia da tática. Meus amigos e eu temos a sensação de não passarmos de objetos em planos bem calculados. A idéia do direito das minorias, que afinal é cons titutivo da liberdade, não desempenha mais papel algum. As pessoas recusam-se a enxergar a objetividade da coisa.

Spiegel: E diante desses constrangimentos o senhor abre não de uma estratégia defensiva?

Adorno: Meu interesse dirige-se cada vez mais à teoria filosófica. Se eu desse conselhos práticos, como em certa medida fez Herbert Marcuse, isso seria feito à custa da minha produtividade. Pode-se dizer muito contra a divisão do trabalho, mas já Marx, que na sua juventude a atacou com a maior veemência, reconheceu mais tarde que sem ela não seria possível.

Spiegel: Então o senhor decidiu-se pela parte teórica, para os outros fica a parte prática; e o senhor já está empenhado nisso. Não seria melhor que a teoria refletisse simultaneamente a prática? E com isso também as ações presentes?

Adorno: Há situações em que eu faria isso. No momento, contudo, parece-me muito mais importante começar a refletir sobre a anatomia do ativismo.

Spiegel: De novo para a teoria, portanto?

Adorno: No momento eu atribuo à teoria uma posição superior. Já toquei – sobretudo na Dialética negativa – nessas questões muito antes de ocorrer esse conflito.

Spiegel: Na Dialética negativa encontramos a constatação re signada: ''A filosofia, que já parecera superada, mantém-se em vida porque o instante da sua realização foi perdido''. Uma filosofia como essa – externa a todos os conflitos – não se converte em ''preciosismo''? Uma pergunta que o senhor mesmo se propôs.

Adorno: Continuo a pensar que é justamente sob os constrangimentos práticos de um mundo funcionalmente pragmatizado que devemos manter a teoria. E também não é pelos eventos recentes que serei levado a desviar-me do que escrevi.

Spiegel: Até agora, como formulou seu amigo Habermas, a sua dialética abandonou-se nos ''pontos mais negros'' da resignação à ''esteira destrutiva da pulsão de morte''.

Adorno: Eu preferiria dizer que é o apego compulsivo ao positivo que provém da pulsão de morte.

Spiegel: Seria então a virtude da filosofia encarar de frente o negativo, mas não invertê-lo?

Adorno: A filosofia não pode, por si só, recomendar medidas ou mudanças imediatas. Ela muda precisamente na medida em que permanece teoria. Penso que seria o caso de perguntar se, quando alguém pensa e escreve as coisas como eu faço, se isso não é também uma forma de opor-se. Não será também a teoria uma forma genuína da prática?

Spiegel: Não haverá situações, como por exemplo na Grécia [sob ditadura militar] em que o senhor, para além da reflexão crítica, apoiaria ações?

Adorno: É evidente que na Grécia eu admitiria toda sorte de ações. Lá reina uma situação totalmente diferente. Mas ficar em lugar seguro recomendando aos outros que façam revolução tem algo de tão ridículo que chega a ser constrangedor.

Spiegel: O senhor continua a ver, portanto, como a forma mais significativa e necessária da sua atividade na República Federal Alemã fazer progredir a análise das condições da sociedade?

Adorno: Sim, e mergulhar em fenômenos singulares muito determinados. Não me envergonho de tornar público que estou trabalhando em um grande livro de estética.



ADENDO: UMA INTERVENÇÃO DE ADORNO

Contra as leis de emergência

Um não-jurista pode dizer algo sobre a proposta de leis de emergência na consciência de que a questão não é jurídica, mas realmente social e política. Embora outras nações tenham leis análogas, que no papel não se apresentam em nada mais humanas, a situação alemã é de tal modo diferente que disso não se pode derivar qualquer justificativa para essa proposta.

O que ocorreu no passado depõe contra o plano (...), a começar pelo Parágrafo 48 da Constituição de Weimar. Ele permitiu que a demo cracia fosse entregue às intenções autoritárias do senhor von Papen. Leis como essas abrigam, entre nós, tendências regressivas, à diferença da Suiça, por exemplo, em que a democracia penetrou na vida do povo de maneira incomparavelmente mais substancial. Ao contrário do que alguns nos atribuem, não é preciso estar carregado de histeria política para temer aquilo que aí se anuncia. Já o governo atual e seus predecessores demons traram há anos uma atitude perante a Constituição que permite esperar algo para o futuro. Por ocasião do chamado caso [da revista] Spiegel, o falecido chanceler Adenauer falava de um caso terrível de traição nacional, que nos tribunais resultou em nada. Do lado do governo houve quem tivesse o cinis mo de declarar que os órgãos de proteção do Estado não poderiam andar para cima e para baixo com a Constituição debaixo do braço. A expressão ''um pouco fora da legalidade'' foi incorporada por aquele humor popular que não se deixa fazer de criancinha.

Com uma tradição como essa, quem não desconfia de nada é porque não quer ver. As tendências restauradoras, ou como quer que as chamemos, não se tornaram mais fracas, mas, pelo contrário, fortaleceram-se. Nossa República Federal nem mesmo fez algo sério em relação ao seqüestro de pessoas perpetrado por agentes sul-coreanos. Só um otimismo extremo poderia esperar das leis de emergência outra coisa do que a continuidade dessa tendência, só porque são formuladas com tanta conside ração de direito público. A língua inglesa conhece uma expressão que fala de profecias que se cumprem a si mesmas. É o que ocorre com o estado de emergência. O apetite aumenta com o comer. Tão logo se esteja seguro de quanto se pode abranger com as leis de emergência se achará a oportunidade de pô-las em prática.

Esta é a verdadeira razão pela qual devemos protestar do modo mais incisivo contra essa situação, em que o esvaziamento da democracia, que já se encontra em curso, ainda por cima seja legalizado. Será tarde demais quando as leis permitirem deixar sem ação aquelas forças das quais se poderia esperar que impedissem no futuro o abuso: exatamente o que o abuso não permitirá acontecer. Deve-se fazer oposição no âmbito público mais amplo possível às leis de emergência, em nome da suspeita de que aqueles que as propõem tenham por elas especial simpatia. A circunstância de que a simpatia pelo estado de emergência não é casual, mas exprime uma poderosa tendência social, não deveria diminuir a oposição à proposta, e sim aumentá-la.

1 Na entrevista, Adorno refere-se à sua participação nos protestos contra a proposta de leis de emergência na então República Federal da Alemanha. Como exemplo da sua atuação nesse caso, e também do modo como esse intelectual supostamente alheio às questões palpáveis do dia-a-dia, na realidade não se furtava a manifestar-se em público, junta-se aqui o texto de fala sua em manifestação realizada em Frankfurt, em maio de 1968. (A propósito: no tocante à referência de Adorno ao Artigo 48 da Constituição de Weimar, que permitia ao presidente da recém-fundada República suspender garantias e instaurar o estado de emergência, encontra-se boa informação em Lua Nova, n.o 24/1991). [Nota do tradutor]

* ''Die Philosophie ändert, indem sie Theorie bleibt. Gespräch mit Theodor W. Adorno''. Entrevista à revista Der Spiegel, n.o 19, 1969. Tradução de Gabriel Cohn. Publicado anteriormente no Caderno ''Mais!'' da Folha de S. Paulo, 31.08.2003. (in revista Lua Nova)
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Via JERO:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10203732727393276&set=a.1029365188983.3914.1670949754&type=1&theater
 "O humano estabelece-se na imitação -- um homem torna-se um homem apenas imitando outros homens". Theodore W. Adorno (1903-69), filósofo, escritor, compositor e musicólogo alemão.
Lusa/Fim.
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 Theodor Ludwig Wiesengrund-Adorno, ou simplesmente Theodor Adorno (Frankfurt am Main, 11 de setembro de 1903 – Visp, 6 de agosto de 1969) foi um filósofo, sociólogo, musicólogo e compositor alemão.[1] É um dos expoentes da chamada Escola de Frankfurt, juntamente com Max Horkheimer, Walter Benjamin, Herbert Marcuse, Jürgen Habermas e outros
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http://www.infoescola.com/biografias/theodor-adorno/
Este renomado intelectual alemão, Theodor Ludwig Wiesengrund-Adorno, nascido em Frankfurt, no dia 11 de setembro de 1903, formou-se em filosofia, sociologia, psicologia, e tornou-se também musicólogo e compositor, graduando-se na Universidade de Frankfurt. Posteriormente fundou, ao lado de Max Horkheimer, Walter Benjamin, Herbert Marcuse e Jürgen Habermas, entre outros, a célebre Escola de Frankfurt.
Seu pai, Oscar Alexander Wiesengrund, era um alemão de procedência judaica, porém convertido à religião protestante, enquanto sua mãe, a italiana Maria Bárbara Calvelli-Adorno, dedicava-se à música erudita e professava o catolicismo. Mais tarde o filho adota o sobrenome materno, passando a ser conhecido como Theodor W. Adorno.
Sua formação musical foi, em parte, realizada com sua meia-irmã pelo lado de mãe, Agathe, primorosa pianista. Além de se sobressair nos estudos desenvolvidos no Kaiser-Wilhelm-Gymnasium, freqüentou um curso particular com o compositor Bernhard Sekles e tornou-se especialista no filósofo Immanuel Kant, graças às aulas oferecidas por seu camarada Siegfried Kracauer, um ‘expert’ na Sociologia do Conhecimento.
O empenho intelectual de Adorno o levou a defender, já em 1924, sua tese sobre a fenomenologia de Edmund Husserl. Antes mesmo de se formar ele se torna amigo de Walter Benjamin e de Max Horkheimer, seus futuros companheiros de militância intelectual e política. Sua trajetória intelectual tem início em 1933, quando lança sua tese sobre Kierkegaard. Outro contato importante no universo filosófico é com o principiante Lukács, em 1925. As primeiras publicações deste filósofo alemão – A Teoria do Romance e História e Consciência de Classe -, mais tarde rejeitadas por ele, para completa desilusão de Adorno, influenciam profundamente sua produção acadêmica, sustentando seus ideais e os rumos de sua mente brilhante. Benjamin também deixa marcas fundamentais no pensamento adorniano, que se identifica plenamente com os conceitos desenvolvidos pelo amigo.
Futuro crítico contundente dos meios de comunicação de massa, ele percebe, nos seus anos de exílio nos Estados Unidos, serem eles peças essenciais da engrenagem que alicerça a indústria cultural. Esta criação do Capitalismo molda a mentalidade dos que a ela aderem inconscientemente, semeando o conformismo e a resignação na população que se encontra inerte diante de um sistema implacável que desfigura a essência do ser.
Adorno foi mais um dos adeptos da Escola de Frankfurt que, durante o processo de nazificação da Alemanha, foi obrigado a se refugiar na América, por ser de ascendência judaica e também por sua vocação para o socialismo. Depois de uma passagem pela Suíça, ele atendeu a um convite de Horkheimer para trabalhar na Universidade de Princeton. Sua impressão sobre os Estados Unidos não foi das melhores. Sofisticado intelectual europeu, incomodou-o profundamente o ar de uniformização presente em tudo, a despeito dos conceitos norte-americanos de individualidade e do cultivo das diferenças.
Este universo regido pelos interesses, pelo lucro e pelas conveniências o levou a uma reflexão mais atenta sobre a massificação da cultura. Inclinado a compreender esse paradoxo americano, ele estuda a fundo a mídia dos EUA, e descobre sob a aparente liberdade apregoada pelo ‘American Way of Life’, uma ideologia padronizada que a tudo perpassa, com a intenção de sujeitar a massa apática, induzindo-a ao consumismo e à submissão ao sistema.

Com o término da Segunda Guerra, Adorno professa a volta do Instituto de Pesquisa Social para Frankfurt, juntamente com seus membros. Após a aposentadoria de Horkheimer, Adorno assume sua diretoria, na década de 50. Pouco antes de sua morte, em 6 de agosto de 1969, ele assumiu uma posição controvertida diante dos rebeldes do movimento estudantil que, em 31 de janeiro deste mesmo ano, pretendiam suspender sua aula para darem seqüência aos protestos que se espalhavam pelas ruas da Europa. Surpreendentemente ele recorreu á polícia para reprimir as manifestações, o que causou um mal-estar entre ele e os estudantes, além de o contrapor ao seu antigo companheiro, Marcuse, que se aliara aos alunos nos movimentos que se alastravam pelo continente europeu. Adorno parte sentindo-se aviltado pelos adeptos de uma esquerda para ele considerada ultra-radical.

10/09/2015

9.077.(10sete2015.17.44') 66RC2013.2017 Pública.14SETE2015.14h30'...Aqui está a ordem de trabalhos e ficará o meu registo pessoal (Vou substituir a Vanda Marques)

em construção
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A Vanda Marques vai ter reunião na escola...
Vou substituí-la
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A consulta de documentos e as intervenções dos outros fica a azul
A ordem de trabalhos fica a preto
A minha intervenção ficará a vermelho:
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Público
1.Mota Pedro de Alfeizerão
1.1. Largo da Pousada
1.2.Rotunda da A8
1.3.Mercado municipal precisa da substituição do telhado Lusalite
1.4.Centro Escolar de Alfeizerão
1.5. Rua do relego tem acidentes
1.6. Ciclovia...
1.7. Empreendimento chinês
1.8. Vereadores da Oposição devem apoiar
Comentei assim:
No passeio que demos com o Sr. Presidente da Câmara, no feriado 20 de agosto, foi prometido que no dia seguinte estariam as rotundas em obra...Vá lá só passaram 5 anos...Mas as promessas do PSD já vinham de mandatos anteriores com Sapinho.Bonifácio.Hermínio Rodrigues...
Sobre o Centro Escolar de Alfeizerão é bom avivar a memória: Já houve financiamento para o construir...Acabaram com esse financiamento. A CDU bem alertou que mais vale um pássaro na mão...Idem para Turquel...O que se perdeu é relevante quando soubermos o que conseguiram agora para os 4 (+ Cela e + Pataias)
Sobre a Ciclovia tb convém ter memória...A ciclovia podia estar pronta até Alfeizerão...Não houve vontade política de expropriar onde não houvesse acordo...Mas podiam no mínimo deixar fazer o que já estava projectado e incluído na obra da EN242...Ingratos...Estado agradeceu a poupança...
A oposição construtiva da CDU puxou por todas as questões que o munície Mota Pedro levantou...E também não esquecemos o investimento na Quinta da Cela de 3,5M€ que está parado, parado a perder valor todos os dias!!!
2. Adriano Monteiro da ADefesa de S.Martinho do Porto
reclama que está em REN 1 prédio licenciado
 no Facho-SMPorto
Até colocaram muro num caminho vicinal
173 metros quadrados
Arq. Ferro defende-se que tiveram em conta as informações e documentos oficiias
PCâmara marcou reunião com a Associação
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Período Antes da ordem do dia:
Vereador José Canha começou como sendo o RIO ALCOA:
1.ª captação...ferros e condutas em cimento que deviam ser eliminadas...chupam-me  deixam-me seco...satisfeito com o Parque Verde...Ponte antiga, doente...damos-lhe porrada há 6 séculos...."
que grande surpresa teatral do vereador Canha
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Vereadora Eugénia Rodrigues
enaltece protocolo e Centro de Competências
Arranjo da estrada intermunicipal
Terrenos da ex-fètal
Guichet do jardim do Amor fechado
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Vereador Carlos Bonifácio
regeneração urbana
IMI - famílias
IRU até 30 set..
Intervim sobre os seguintes temas:
74º Aniversário da IPSS de Alpedriz
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15º anivº do Tinta Fresca
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saudação à recepção e passeio com professores
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A CDU saúda a excelente exposição sobre a figura do insigne alcobacense Joaquim Vieira Natividade, que há muito propomos ser um dos símbolos para a emulação, necessária, a personalidades que se destacam em cada ano no nosso município.

Recordo a exposição de 1999, aquando o centenário...O que se prometeu fazer... Não aceitamos o APAGÃO de esqueceram completamente que a família Natividade deu casa e espólio para a feitura, pelo Estado, de um Museu Vieira Natividade; neste ponto não podemos esquecer a responsabilidade governativa do PS em metade dos anos que demora a solução;
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A CDU saúda a exposição da artesã Júlia Ramalho no Museu do Vinho...TAPEÇARIAS da Irene Vieira Natividade é outra MARCA d' ALCOBAÇA por potenciar...Recomendo que a Vereadora da Cultura e do Turismo tenha em atenção esta frente...
A Júlia Ramalho viveu com a insigne Irene Natividade: é a continuação dessa escola... 
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  PSD e CDS querem apagar o projecto de regadio aprovado em 2010, no valor de 10 milhões de euros, para os agricultores dos campos férteis da Cela e do Bárrio e que a ministra Assunção Cristas barrou e desviou essa verba para onde e para quem? A CDU não aceita que a ministra venha fazer campanha com novo anúncio de financiamento e que até dá mais um título, enganador, de 1.ª página de jornal do Região de Cister.
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 A CDU está contra o festival de anúncios do PSD local e do actual Presidente da Câmara, nomeadamente sobre o Centro de Competências sobre Fruticultura. Há anos que repete essa intenção. No dia 11 de Setembro de 2015 assinou, apenas, um protocolo de intenções. A CDU quer obras, investigação e financiamentos na nossa agricultura e não anúncio e repetidas boas intenções.
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Reclamei informação das verbas concretas de financiamento, fundos europeus, nomeadamente para os 4 Centros Escolares de Alfeizerão, Cela, Pataias e Turquel. 
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Interpelei o PCâmara por causa dos 3 novos projectos que o Plano Estratégico tem em relação ao documento que recebemos...Que raio de planeamento é este que se mostra 50 projectos estratégicos e afinal já são 53...É o do Museu das Máquinas Falantes? é a Feira do gado?
Depois já percebi, pelo assessor de imprensa, que já houve notícia com divulgação como chegar aos documentos do Plano Estratégico do conelho de Alcobaça...
Acho que é básico que além da notícia que haja um espaço no site da câmara que nos leve logo à Magna Carta do Concelho e que tds os interessados possam consultar...
Presidente Paulo Inácio deu ordem ao assessor de imprensa para o fazer.
Também intervim sobre o 
do jantar que a CDU teve com os empresários, onde a ALEB ocupou grande parte do debate e no qual 1 dos jovens empresários, administrador da Profiserv,  revelou que escreveu para a Câmara (PSD) e para a Junta (PS) em fevereiro de 2015 e ainda não obteve resposta...É uma empresa de grande produção de acrílicos, precisa de concentrar e qualificar o espaço da empresa...Não compreendo esta demora...Sempre fizemos tds pela causa de novas empresas ou do crescimento de empresas ou concentração de pavilhões como é o caso...
PCâmara engasgou e disse que já respondeu oralmente em reunião 
e desviou o assunto e falou da ALEB dizendo que entregou o processo na CCDRCentro
convicto de que está em ordem para haver finalmente o licenciamento...
Vai fazer o levantamento geológico do terreno...
Só agora? E se houver ouro ou diamantes?
Ou pedra...
Ou pedra valiosa? 
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A CDU apresentou vários requerimentos de informação e que estão sem resposta:
Conduta potável destruída aquando a construção do Pingo Doce;
Esboço do projecto Ribeiro Teles sobre a Cova da Onça
Presidente diz que vai responder.
Vereador Carlos Bonifácio diz que a Conduta de Água Potável não foi destruída...Só se foi numa prova de moto cross
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PCâmara Paulo Inácio informou:
Está à espera de aprovação de 3 candidaturas para resolução de problemas de Recursos Hídricos
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Vai ser feito um estudo geológico para a ALEBenedita...
Já devia ter sido feito. Se descobrem ouro ou diamantes?
Ou pedra...
Sim pedra valiosa...


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Como a ministra da agricultura esteve cá. Houve cedência do terreno para a construção do campo de relva sintética?
Paulo Inácio diz que como se optou pelo estádio municipal ficar com relva sintética esta solução ficou para 2.ª prioridade
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Sobre quando há de novo cinema!!!Para o Natal ou para a páscoa?
P.Câmara informou que o concurso teve que ser interrompido...
Só para a Páscoa!!!
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Sobre a Situação dos Refugiados e Imigrantes na Europa Face à dimensão do drama humano do movimento de refugiados e imigrantes oriundos de várias regiões do continente africano e Médio Oriente
A CDU não esquece nenhum dos problemas dos alcobacenses nomeadamente dos que precisam de habitação e para os quais tivemos a proposta imediata de renda apoiada...Para esse problema a CDU apresentou soluções e reclama acção há muito tempo.
Mas sobre este problema dos que fogem à guerra e à morte há o inaliável direito à vida e à dignidade.
A Câmara tem de saber coordenar com as IPSS.Misericórdias.Paróquias cidadãos.
A solidariedade e humanismo é apanágio d'Alcobaça.
Presidente da Câmara diz que responderá logo que haja essa movimentação concreta. diz que não toma iniciativa...Aguarda pelos contactos de entidades que estão a tratar desta crise e pela  dinâmica da sociedade civil...
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ORDEM DO DIA 1. ------ ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA NO DIA DEZ DE AGOSTO DE DOIS MIL E QUINZE – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO-
abstive-me...Esteve a Vereadora Vanda Marques
(FINANÇAS LOCAIS) 2. ------ DOCUMENTOS PREVISIONAIS – ANO DE DOIS MIL E QUINZE – DÉCIMA SEXTA ALTERAÇÃO - APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO-
151.500€ de reforços e diminuições
16.ª é sinal de falta de planeamento...informação vaga aquisições genéricas e apoios genéricoas a Juntas de freguesia...
(FINANÇAS LOCAIS) 3. ------ DOCUMENTOS PREVISIONAIS DO MUNICÍPIO DE ALCOBAÇA – ANO DE DOIS MIL E QUINZE – PRIMEIRA REVISÃO - APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO-
para incluir o saldo de gerência de 2014 de 3.355.342,05€...abertura de processos plurianuais...1.155.342€ em encargos d' instalações (610 mil para energia eléctrica + 710 mil euros para funções económicas)
(AUTARQUIAS) 4. ------ FREGUESIA DE BÁRRIO – PEDIDO DE APOIO – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO (SGD-E Nº. 12034/15) -
6.500€ para obras na garagem e no estaleiro...Junta solicitou 6.500€ 
O Presidente da Câmara barafustou com a CDU por causa de criticarmos a falta de critérios...A CDU nunca votou contra apoios financeiros a juntas e a colectividades...Quer critérios justos e precisos!
Qual é o critério aqui? Qual será para a próxima?...Numas vezes paga na totalidade noutras é uma parte...
 (AUTARQUIAS) 5. ------ FREGUESIA DE CELA – PEDIDO DE APOIO – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO (SGD-E Nº. 15542/15) -
7.000€ para Festa da Fruta...Junta solicitou 7.000€
(AUTARQUIAS) 6. ------ UNIÃO DE FREGUESIAS DE CÓS, ALPEDRIZ E MONTES – PEDIDO DE APOIO – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO (SGD-E Nº. 11425/15)-
25.000€ para tractor...Junta solicitou 
(CONTRATAÇÃO PÚBLICA) 7. ------ AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS DE ESPETÁCULO – PARECER PRÉVIO VINCULATIVO - APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO (SGD-I Nº. 518/15)-
2 mil euros + bilheteira (previsto que dê 3.780€)
 (CONTRATAÇÃO PÚBLICA) 8. CÂMARA MUNICIPAL DE ALCOBAÇA Divisão Jurídica (14.09.15) 2 de 6 ------ AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO DE APLICAÇÕES INFORMÁTICAS - PARECER PRÉVIO VINCULATIVO - APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO (SGD-I Nº. 630/15)-
7.550€+IVA=9.286,50€...parecer do técnico Vitor Rodrigues...AIRC - Ass. Informática da região Centro...
(CULTURA) 9. ------ ASSOCIAÇÃO ‘A TEIA DE CISTER’ – PEDIDO DE APOIO – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO (SGD-E Nº. 7082/15) -3 mil euros para os Rabiscuits 2015 - bienal de artes plásticas
(CULTURA) 10. ------ ADEGA COOPERATIVA DE ALCOBAÇA, COOPERATIVA DE RESPONSABILIDADE LIMITADA – PEDIDO DE APOIO – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO -
 (SGD-E Nº. 9784/15)-1.550€ para almoço de oradores, publicidade 27jun2015...VINHOS DE CISTER
(DIÁRIO DA REPÚBLICA) 11. ------ LEI NÚMERO CENTO E ONZE BARRA DOIS MIL DE QUINZE, DE VINTE E SETE DE AGOSTO – INFORMAÇÃO------------------------------------------------------- ------ Estabelece o Regime Jurídico de Estruturação Fundiária, altera o Código Civil e revoga os Decretos-Leis n. º 384/22, de 25 de outubro e 103/90, de 22 de Março.-------------
(DIÁRIO DA REPÚBLICA) 12. ------ LEI NÚMERO CENTO E VINTE BARRA DOIS MIL DE QUINZE, DE UM DE SETEMBRO – INFORMAÇÃO-------------------------------------------------------------- ------ Procede à nona alteração ao Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro, reforçando os direitos de maternidade e paternidade, à terceira alteração ao Decreto-Lei n.º 91/2009, de 09 de abril e à segunda alteração ao Decreto-Lei n.º 89/2009, de 09 de abril. --
(DIÁRIO DA REPÚBLICA) 13. ------ LEI NÚMERO CENTO E VINTE E SETE BARRA DOIS MIL DE QUINZE, DE TRÊS DE SETEMBRO – INFORMAÇÃO ------------------------------------------------- ------ Décima alteração à Lei n.º 5/2004, de 10 de fevereiro (Lei das Comunicações Eletrónicas).-
(DIÁRIO DA REPÚBLICA) 14.  ------ LEI NÚMERO CENTO E VINTE E OITO BARRA DOIS MIL DE QUINZE, DE TRÊS DE SETEMBRO – INFORMAÇÃO ------------------------------------------------- ------ Sexta alteração à Lei n.º 2/2004, de 15 de janeiro, que aprova o estatuto do pessoal dirigente dos serviços e organismos da administração central, regional e local do Estado, e primeira alteração à Lei n.º 64/2011, de 22 de dezembro, que modifica os procedimentos de recrutamento, seleção e provimento nos cargos de direção superior da Administração Pública. -
(DIÁRIO DA REPÚBLICA) 15. ------ LEI NÚMERO CENTO E VINTE E NOVE BARRA DOIS MIL DE QUINZE, DE TRÊS DE SETEMBRO – INFORMAÇÃO ------------------------------------------------- ------ Terceira alteração à Lei n.º 112/2009, de 16 de setembro, que estabelece o regime jurídico aplicável à prevenção da violência doméstica, à proteção e à assistência das suas vítimas. -
 (DIÁRIO DA REPÚBLICA) 16. ------ LEI NÚMERO CENTO E TRINTA E DOIS BARRA DOIS MIL DE QUINZE, DE QUATRO DE SETEMBRO – INFORMAÇÃO ------------------------------------------- ------ Terceira alteração à Lei n.º 73/2013, de 3 de setembro, que estabelece o regime financeiro das autarquias locais e das entidades intermunicipais.-------------------------------
(DIÁRIO DA REPÚBLICA) 17. ------ DECRETO-LEI NÚMERO CENTO E SETENTA E NOVE BARRA DOIS MIL DE QUINZE, DE VINTE E SETE DE AGOSTO – INFORMAÇÃO---------------------- ------ Procede à segunda alteração ao Decreto-Lei n.º 151-B/2013, de 31 de outubro (alterado pelo Decreto-Lei n.º 47/2014, de 24 de março), que estabelece o Regime Jurídico da Avaliação de Impacto Ambiental dos projetos públicos e privados susceptíveis de produzirem efeitos significativos no ambiente, transpondo para a ordem jurídica interna a Diretiva n.º 2011/92/EU, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 13 de dezembro de 2011, relativa à avaliação dos efeitos de determinados projetos públicos e privados no ambiente. -
(DIÁRIO DA REPÚBLICA) 18. ------ PORTARIA NÚMERO DUZENTOS E SETENTA E QUATRO BARRA DOIS MIL DE QUINZE, DE OITO DE SETEMBRO – INFORMAÇÃO ------------------------ CÂMARA MUNICIPAL DE ALCOBAÇA Divisão Jurídica (14.09.15) 4 de 6 ------ Estabelece o Regime de aplicação das operações 8.1.1, “Florestação de terras agrícolas e não agrícolas”, 8.1.2, “Instalação de sistemas agroflorestais”, 8.1.5 “Melhora da resiliência e do valor ambiental das florestas”, e 8.1.6, “Melhoria do valor económico das florestas”, inseridas na ação 8.1, “Silvicultura sustentável”, da medida 8, “Proteção e reabilitação dos povoamentos florestais”, do Programa de Desenvolvimento Rural do Continente, abreviadamente designado por PDR 2020. -
(FINANÇAS LOCAIS) 19. ------ CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS – ANO DE DOIS MIL E CATORZE – RELATÓRIO – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO -
Atendendo à doença do funcionário...Ficam as explicações para outra reunião...19,623M€
Passivo ainda está com 57Me sem a internalização da Cister equipamentos SA
Protestei por depois de 13 anos sobre o Relatório do Tribunal de Contas ainda não estar o processo encerrado do MERCO...Nem AGerais..nem informação do que falta pagar...
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(OBRAS PARTICULARES) 20. ------- DESPACHOS DO SENHOR PRESIDENTE DA CÂMARA EM MATÉRIA DE GESTÃO URBANÍSTICA – INFORMAÇÃO -quase 200 despachos
--- (OBRAS PARTICULARES) 21. ------ PROCESSO DE OBRAS – FREGUESIA DE SÃO MARTINHO DO PORTO – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO --- PROC. N.º 87/2014 – Requerente: Imonaza – Construção e Venda de Imóveis Limitada-pequenas alterações...ex-colónia de férias da CIBRA...Queriam piscina no tardoz...
(OBRAS DE OUTRAS ENTIDADES) 22. ------ ASSOCIAÇÃO RECREATIVA EBORENSE – PEDIDO DE APOIO – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO (SGD-E Nº. 13584/15) -
10 mil euros para obras. +1 mulher Presidente da Direcção: Carla Rosa...O orçamento apresentado é de 13.800+IVA...
(PATRIMÓNIO) 23. ------ AQUISIÇÃO DE FRAÇÕES AUTÓNOMAS DE PRÉDIO URBANO SITO NA UNIÃO DAS FREGUESIAS DE ALCOBAÇA E VESTIARIA – PROPOSTA - APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO -
280 mil euros Ed. Vazões...5 frações...pagamento em 3 prestações até dez2015...350 metros quadrados avaliado em 294.250€
administrador judicial Wilson Mendes...tem site: www.wilsonmendes.pt
Contei a história das Máquinas Falantes.
Quando falei com o saudoso Sr. Neves ele queria doar o seu espólio valioso à Câmara. Presidente Sapinho atrasou, atrasou e depois teve-se que comprar o espólio aos herdeiros...A vontade do Sr. Neves era ficar na Cela Velha...Daí que a CDU tenha apresentado o plano global para a Cela Velha: Máquinas Falantes, Gastronomia, Folclore, Museu Agrícola, Linha do Oeste, Humberto Delgado, atracção turismo Nazaré.São martinho do Porto...
A CDU vota a favor desta compra. É um prédio que não é a melhor solução para nós para o Museu Máquinas Falantes, mas que tem alguns aspectos positivos, conjugados com a melhor resposta para Posto do Turismo, a ligação por ponte ao passeio pedonal e a levada à frente do prédio, terá de voltar a  funcionar (Mosteiro tem esse projecto para breve...).
PASSEIO PEDONAL É UMA VERGONHA ESTAR HÁ 1 ANO E 7 MESES FECHADO!!!
(PATRIMÓNIO) 24. ------ ZONA INDUSTRIAL DO CASAL DA AREIA – PROPOSTA DE AQUISIÇÃO DE LOTE – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO-Lote 88...5 mil metros quadrados
x 22€...
Perguntei que empresa e quantos postos de trabalho...
Hermínio Rodrigues: RJ
Máquinas para cerâmica
20 postos de trabalho
 (PESSOAL) 25.
CÂMARA MUNICIPAL DE ALCOBAÇA  CEERIA – CENTRO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL, REABILITAÇÃO E INTEGRAÇÃO DE ALCOBAÇA – PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO EM APOIO À COLOCAÇÃO – ADENDA - APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO (SGD-E Nº. 15351/15)- Demétrio Duarte...só + 2 meses??? até 30out2015
 (QUEIXAS, PARTICIPAÇÕES E TRANSGRESSÕES) 26. ------ SARA MANUELA TEODORO DA SILVA - PEDIDO DE INDEMNIZAÇÃO – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO (SGD-E Nº. 12016/15) -Mota roçadora da câmara...pedra atingiu viatura...195,82€...15.6.2015
 (QUEIXAS, PARTICIPAÇÕES E TRANSGRESSÕES) 27. ------ GIL RAIMUNDO ALEXANDRE - PEDIDO DE INDEMNIZAÇÃO – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO (SGD-E Nº. 13341/15) -
172,95€...7.6.2015...eSTRADA DO CASAL GREGÓRIO...BURACO...GNR acompanhou.
+1 reunião em que não há informação aos munícipes sobre como deverão proceder em caso de acidente, provocado pelo mau piso. Nada no último CONFLUÊNCIAS, NADA NO SITE,
tb NÃO HÁ ACTUALIZAÇÃO DA DELIBERAÇÃO DE 1998
 (QUEIXAS, PARTICIPAÇÕES E TRANSGRESSÕES) 28. ------ TIAGO DUARTE PEREIRA UNIPESSOAL, LIMITADA - PEDIDO DE INDEMNIZAÇÃO – APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO (SGD-E Nº. 3875/15)-
grelha-sumidouro levantada...22.jan2015 QUE LENTIDÃO!!!...356,95€...SM dizem que o sumidouro não é dos SMunicipalizados...GNR fez auto de notícia.
(SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS) 29. ------ DOCUMENTOS PREVISIONAIS – ANO DE DOIS MIL E QUINZE – TERCEIRA ALTERAÇÃO – RATIFICAÇÃO - APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO-
Acréscimo do IVA...
O estado PSD.CDS a retirar verbas ao poder local...
(SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS) 30. ------ DOCUMENTOS PREVISIONAIS  DOS SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DA CÂMARA MUNICIPAL DE ALCOBAÇA – ANO DE DOIS MIL E QUINZE – SEGUNDA REVISÃO- APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO-
errei: não tomei nota deste ponto entrado à última da hora!
----- (TURISMO) 31. ------ DGPC - DIREÇÃO-GERAL DO PATRIMÓNIO CULTURAL – CEDÊNCIA TEMPORÁRIA DE BENS CULTURAIS MÓVEIS – CONTRATO – RATIFICAÇÃO - APRECIAÇÃO E VOTAÇÃO-
Exposição ELOGIO A JOAQUIM VIEIRA NATIVIDADE de 11set a 1nov2015
Ver no período antes da ordem do dia
O que devemos fazer para respeitar a memórias de Joaquim e Irene Vieira Natividade
(TESOURARIA) 32. ------ RESUMO DIÁRIO DA TESOURARIA - INFORMAÇÃO-
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Via Benedita.fm
http://www.beneditafm.pt/?p=25032

Benedita: Câmara entregou processo da ALEB à CCDR com a certeza que “estão cumpridos todos os pareceres sobre o licenciamento”

O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Paulo Inácio, adiantouquinta da serraesta terça-feira à Benedita FM que o processo de licenciamento da Área de Localização Empresarial foi enviado à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR), depois da autarquia considerado “que cumpre todas as exigências das várias entidades” ouvidas sobre o processo.

Segundo Paulo Inácio é este o momento para que a CCDR Centro se pronuncie sobre o licenciamento do Plano de Pormenor, que poderia por termo à fase burocrática do processo depois de vários anos de expectativa.
Segundo o autarca, resta agora à autarquia esperar que o parecer final atribuído pela comissão seja rápido, estimando o responsável que a decisão surja durante o mês de outubro.
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No entender da câmara de Alcobaça “estão cumpridos todos os pareceres de todas as entidades” esperando agora luz verde da CCDR sobre o plano de pormenor. Pedente fica apenas o pedido da Direção-geral de Geologia de um estudo geológico sobre os terrenos da Quinta da Serra algo que irá acontecer, segundo a autarquia, no momento do inicio das obras.
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O processo de licenciamento obrigou a autarquia de Alcobaça a conseguir luz verde por parte de uma serie de entidades devido à localização dos terrenos em causa. Pronunciam-se sobre a instalação do projeto Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, RAVE Rede Alta Velocidade), Rede Elétrica Nacional – Gasoduto, Reserva Ecológica Nacional, Estradas de Portugal, Rede Elétrica Nacional (REN) e Comissão Nacional da Reserva Ecológica Nacional. Resta agora saber qual a posição oficial da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Centro depois de analisados os pareceres das várias entidades, um processo sobre o qual a autarquia se diz “totalmente” confiante.