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2jul2019
Vai ser lançado o 1.º do distrito de Leiria às legislativas de OuTUbro2019
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15jun2019
Disse: Devíamos saber mobilizar a CDU
e o PCP
nomeadamente
pelos camaradas que devíamos sugerir para a lista distrital...
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5out2015
Em Alcobaça
CDU perdeu 107 votos em relação a 2011
perdemos para o voto útil no PS contra a direita
perdemos para a Catarian.Mariana
*
PSD+ CDS baixaram de 18.408 votos para 14.456
baixaram de 59,49% para 49,49%
*
Catarina e Mariana levaram o BE aos 2.505 votos
*
mrpp COM A FOICE E O MARTELO...320 votos!!!
*
694 nulos!!!
797 brancos
*
-147 inscritos!!!estamos a 860 recenseamentos para ultrapassar os 50 mil eleitores
*
Excerto do Comunicado da CDU - Alcobaça
"1. A CDU não conseguiu em
Alcobaça colaborar para o resultado positivo nacional, onde se conseguiram os
principais objectivos: Retirar a maioria absoluta à direita; eleger mais um
deputado; mais percentagem e número de votos.
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Via JN
http://www.jn.pt/multimedia/infografia.aspx?content_id=4816336
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+1 deputado CDU
José Luís Ferreira
LISBOA
Ana Virgínia Pereira
PORTO
Resultados de Alcobaça
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No distrito de Leiria
embora tenha sido melhor a percentagem
foi pior o nº de eleitores CDU 12.181
em 2009 tivemos 12.643
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Em Alcobaça
PSD.CDS perderam 3.952 eleitores e baixam de 59,49% para 49,49%
a CDU manteve os 5% (arredondados)... teve 4,53€...baixou em percentagem em relação a 2011(4,62%)
os que subiram:
BE de 4,74 para 8,58%
PS de 21,63 para 25,40%
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Via benedita.fm
http://www.beneditafm.pt/?p=25401
Legislativas 2015: PSD/CDS vence no concelho de Alcobaça e na Benedita
A Coligação Portugal à Frente venceu as eleições nos
concelhos de Alcobaça, Rio Maior e Caldas da Rainha.
Na freguesia da Benedita mais uma vitória para PSD/CDS com 62% da votação para a coligação. O PS subiu apensa ligeiramente na votação em relação ao última ato eleitoral para os 16,83%. A surpresa foi o Bloco de Esquerda que duplicou os votos chegando aos 7,06%.
A abstenção ficou pelos 34,09%, ainda assim uma subida quando comparada com os 70,07% de votantes de 2011, de 4,16%. Nota ainda para o número de votantes inscritos que subiu de 7153 para 7310.
Já em Turquel 66,77% dos votantes elegeram PSD/CDS contra 14,34% do PS. No Vimeiro vitória expressiva do PSD/CDS com 73,29% dos votos. Estas três freguesias do concelho foram as que registaram menos abstenção. A freguesia da Benedita foi aquela em que maior número de eleitores foi votar, com 34,09% de abstenção, muito abaixo da média nacional.
No concelho de Alcobaça apenas as freguesias de Maiorga e Cós/Montes/Alpedriz tiveram vitória socialista.
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Via região de Cister
http://www.regiaodecister.pt/pt/noticias/eleicoes-coligacao-ganha-em-alcobaca
coligação Portugal à Frente (PaF) venceu as eleições legislativas deste domingo no concelho de Alcobaça com 49,49% dos votos. A candidatura do PSD e CDS recolheu 14.456 votos no concelho, enquanto o PS não foi além dos 25,40% (7.420 votos). O Bloco de Esquerda passou a ser a terceira maior força política em Alcobaça, com 8,58% (2.505 votos), duplicando a CDU, que obteve 4,53% (1.323 votos).
O Vimeiro foi a primeira freguesia a ser apurada, com a coligação PSD e CDS a obter 73,29% dos votos (812 votantes), seguindo-se o PS com 11,82% dos votos (131 votos), do BE com 4,15% (46 votos) e da CDU com 2,35% (26 votos),
Em Alfeizerão a coligação venceu com 53,14% (938 votos), seguida do PS com 25,50% (450 votos), BE com 6,91% (122 votos) e CDU com 2,78% (49 votos). Também em Aljubarrota e Évora de Alcobaça a PaF venceu com 48,03% (1.486 votos) e 56,88% (1.384 votos), respetivamente. Em Aljubarrota, a segunda força política mais votada foi o PS com 25,44% (787 votos), seguida do BE com 9,18% (284 votos) e CDU com 4,85% (150 votos). O mesmo cenário se passou em Évora de Alcobaça com o PS a alcançar 23,59% (574 votos) e o Bloco de Esquerda 6,58% (160 votos).
Outra das vitórias mais significativas da coligação sucede na Benedita, com a PaF a garantir 62% (2.987 votos), enquanto os socialistas se ficaram pelos 16,83% (811 votos). O Bloco foi a terceira força política mais votada, com 7,06% (340 votos). A CDU não foi além dos 2,64% (127 votos).
No Bárrio a coligação obteve uma vitória mais reduzida, vencendo com 39,58% (340 votos), enquanto o PS obteve 32,60% (280 votos). Naquela freguesia, a CDU superou o BE com 8,03% (69 votos), contra os 6,87% (59 votos) dos bloquistas.
Na Cela a PaF ganhou com 49,91% (836 votos), superando o PS com 25,13% (421 votos), o BE com 7,58% (127 votos) e a CDU com 4,84% (81 votos).
O PS foi o partido mais votado na União das freguesias de Coz, Alpedriz e Montes com 35,00% (568 votos), com uma vantagem de 15 votos registados pela coligação com 34,07% (553 votos). Seguiram-se BE com 10,66% (173 votos) e CDU com 5,67% (92 votos). Sem surpresa, os socialistas também venceram na Maiorga, com 37,90% (418 votos), enquanto a coligação se ficou pelos 28,56% (315 votos). O BE ficou no 3.º lugar, com 11,60% (128 votos), à frente da CDU, com 7,98% (88 votos).
A coligação liderada por Pedro Passos Coelho venceu também na União das freguesias de Alcobaça e Vestiaria com 41,61% (1.475 votos), superando PS com 30,58% (1.084 votos), BE com 9,34% (331 votos) e CDU com 6,52% (231 votos). Em Turquel, a coligação PSD-CDS obteve 66,77% (1.583 votos), contra 14,34% (340 votos) do PS, 5,90% (140 votos) do BE e 2,02% (48 votos) da CDU.
A coligação PSD-CDS também garantiu a vitória em São Martinho do Porto com 42,86% (579 votos). Nesta freguesia, o PS obteve 42,86% (579 votos), o BE 10,95% (148 votos) e a CDU com 3,48% (47 votos). Surpreendente são os números na União das freguesias de Pataias e Martingança, com a coligação a atingir os 33,74% (1.168 votos), com uma vantagem muito curta sobre os socialistas, que obtiveram 32,93% (1.140 votos). O BE foi a terceira força política mais votada com 12,91% (447 votos), enquanto a CDU se ficou pelos 7,16% (248 votos).
Registaram-se no concelho de Alcobaça 29.207 votantes, o que representa 59,44% dos 49.141 eleitores dos inscritos.
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via cister.fm
http://cister.fm/cister/destaque/41148/
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via tintafresca.net
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=d5c0c7be-49ed-4fcc-b331-1c3337b6002e&edition=180
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4 out2015
Como sempre:
A LUTA CONTINUA com td a genica!!!...
A grande novidade da noite: PSD.CDS perderam a maioria absoluta e perderam + de 700 mil eleitores...
A CDU cresceu poucochinho por causa do voto útil no PS...
O BE voltou a encher com as bonitas das águas Catarina MARtins e a mortÁGUA...
PSCosta que considerou 1 vitória de pirro a do PS nas europeias, não se demite com esta derrota...
PAF teve tantos eleitores descontentes...
PAN elege 1...
Marinho, Livre, agir e...zero..
.Ainda aumentou a abstenção...
Ainda houve tanto voto branco e nulo...
Quantos deputados tem e quantos teria o CDS se concorresse separado do PSD?
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A posição da CDU:
Sobre os resultados eleitorais de 2015
4 Outubro 2015
A CDU saúda os milhares de candidatos, activistas e militantes do PCP, do PEV, da ID e independentes, a juventude CDU, que com a sua generosa dedicação e com a sua intervenção insubstituível contribuíram para esclarecer, mobilizar e fazer crescer uma sólida confiança de que é possível uma vida melhor e mais digna.
O resultado obtido pela CDU confirma a sua expressão política conquistada ao longo dos últimos actos eleitorais e aponta para um progresso da sua votação que, um resultado tão mais importante, quanto mais exigente se apresenta a intervenção que, quer no plano parlamentar quer no plano da luta, o futuro próximo inscreverá na vida política e social do país.
Um resultado que dá expressão à corrente dos que reconhecem na CDU razão, seriedade e um papel insubstituível na defesa dos seus direitos, e que confirma o valor da força mais combativa e necessária à defesa dos interesses dos trabalhadores e do povo, e confirma a determinação e coerência da CDU nos combates contra as injustiças e na luta por uma vida melhor que em breve a evolução da vida política exigirá.
Não é possível deixar de assinalar que este resultado foi construído sob uma intensa campanha ideológica e de condicionamento eleitoral, de chantagem e medo.
Um resultado cuja leitura não pode ser feita à margem de um ostensivo e até afrontoso quadro de tratamento desigual.
A CDU fez uma notável campanha de esclarecimento e mobilização, com uma grande participação popular que se projecta para além das eleições. Uma campanha baseada na verdade, no trabalho, na honestidade, na competência, na seriedade, que são valores que assumimos e não abandonamos. Como repetidamente afirmámos, os deputados eleitos pela CDU, haja o que houver, venha o que vier, vão contar sempre para a defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo e do País.
O resultado do PSD/CDS, independentemente da condição de coligação mais votada, expressa uma clara condenação à política prosseguida nos últimos quatro anos pelo seu governo.
De facto, a votação agora obtida, traduzida numa enorme perda de votos, na perda de pontos percentuais e deputados, é inseparável da luta e combate que os trabalhadores, o povo e a CDU travaram contra a política de declínio económico e retrocesso social de PSD e CDS.
A ilação mais importante dos resultados e do novo quadro político é a da confirmada derrota dos projectos de PSD e CDS para poderem prosseguir a sua acção de destruição de direitos, de assalto aos rendimentos dos trabalhadores e do povo, de subordinação e dependência nacionais.
Os resultados eleitorais confirmam uma grande derrota do PSD e CDS, que perdem a maioria e são fortemente castigados pelo povo português. Seria intolerável que o Presidente da República quisesse, contra a vontade do povo português dar-lhes a possibilidade de continuar no Governo. O PCP e Os Verdes pela sua parte rejeitarão na Assembleia da República qualquer tentativa nesse sentido. Essa pretensão será derrotada, a menos que o PS a viabilize.
PS que, apesar da progressão eleitoral, obtém uma votação que se traduz num resultado que não é dos seus mais expressivos.
Temos pela frente tempos de exigência. Mas são também tempos de confiança. Tempos de confiança na luta e na resistência de muitos milhões de portugueses.
Confiança de que nessa luta contarão com a presença, a coerência e combatividade dos deputados do PCP e do PEV.
Honrando os nossos compromissos, assumimos desde já a apresentação, no início dos trabalhos parlamentares, de um conjunto de iniciativas legislativas com vista à recuperação e devolução dos rendimentos e direitos roubados nos últimos anos.
- Valorização dos salários, designadamente o aumento do salário mínimo nacional para 600 euros em 2016, e do valor real das pensões de reforma;
- combate à precariedade, designadamente com alterações à legislação laboral e a aprovação de um Plano Nacional de Combate à Precariedade e a valorização da contratação colectiva;
- reposição dos salários, pensões, feriados e outros direitos cortados, designadamente os complementos de reforma;
- reforço e diversificação do financiamento da Segurança Social e reposição dos apoios sociais, designadamente no abono de família, subsídio de desemprego e subsídio social de desemprego;
- pelo reforço do Serviço Nacional de Saúde e do acesso à saúde com a contratação de médicos, enfermeiros e outros profissionais, reposição do transporte de doentes não urgentes e abolição das taxas moderadoras;
- uma política fiscal justa que tribute fortemente os grupos económicos e financeiros e alivie os impostos sobre os trabalhadores, os MPME’s e o povo;
- revogação da recente alteração à Lei da Interrupção Voluntária da Gravidez.
Com consciência das dificuldades e perigos que ameaçam o futuro próximo, quer porque a situação do país apresenta sérios e acumulados problemas, quer porque a intenção da política de direita é de carregar sempre sobre as condições de vida, a CDU reafirma a convicção de que a política patriótica e de esquerda que propomos para enfrentar e vencer os problemas nacionais, emergirá nos próximos tempos como a única saída e a única resposta para travar o caminho de declínio e empobrecimento a que a política de direita - seja quais forem as arrumações que se vierem a revelar nos próximos dias – quer conduzir o país.
Como antes dissemos, hoje reafirmamos: É a CDU, com a força do povo que ela representa, que o povo português encontrará, como antes encontrou, em todos os dias e em todos os locais, no combate às injustiças e na luta por uma vida melhor.
A CDU saúda todos aqueles que lhe confiaram o seu apoio e o seu voto, e em particular os muitos milhares que o fizeram pela primeira vez, reafirmando-lhe o seu mais firme compromisso de que, na sua acção, encontrarão uma força que não apenas honrará integralmente a sua palavra como corresponderá às suas mais legítimas aspirações. Um apoio e confiança que constitui sólido factor de ânimo para a luta de todos os dias, e que amanhã prosseguirá, pela conquista de uma nova política, patriótica e de esquerda, pela defesa dos interesses dos trabalhadores e do povo, pela afirmação de Portugal enquanto nação soberana e independente.
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1out2015
https://www.facebook.com/JuntaaTuaaNossaVoz/photos/a.468913473183970.1073741828.468902759851708/914749551933691/?type=1&theater
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9set2015
opinião da Vanda Marques para o Região de Cister
A CDU TEM SOLUÇÕES PARA ALCOBAÇA, PARA A REGIÃO E PARA
O PAÍS
Aqui, neste artigo, vou dar uma dúzia de exemplos
do que defendemos a nível do nosso município e que precisamos para as políticas
do país.
1.A Câmara tem uma preocupante situação da dívida
a pagar à CGD por causa dos Centros Escolares da Benedita e de Alcobaça e do
Pav. de Évora, ainda sem funcionar! A gestão danosa indica o número de 66M€!
Nem 1 cêntimo de apoio financeiro. Perdemos os apoios para os Centros
Escolares, bem necessários, de Alfeizerão e Turquel. Nos últimos dias sabemos
que o governo PSD.CDS vai “dar” pequenos apoios para os 4 Centros Escolares
anunciados desde 1998: Alfeizerão, Cela, Pataias e Turquel
2. Desde 2009, com o governo PS, que o governo
PSD.CDS agravou, a Câmara e os SM perderam 79 trabalhadores! Menos 79 famílias
que deixaram de ter receita. Os outsourcing’s cresceram e não são solução para
a CDU. Nós queremos que haja pleno emprego e estabilidade para os jovens
poderem planear a sua vida em Alcobaça.
3. Estamos na CDU, com câmaras PS e alguns
autarcas PSD (Fernando Costa) contra a privatização da Valorsul. O custo do
tratamento do lixo baixou, extraordinariamente, para os 19€xtonelada, mas os
munícipes continuam sem ter baixa no que pagam.
4. Na agricultura esteve por cá a ministra do CDS.
Mas não podemos esquecer a invasão dos eucaliptos que este governo permitiu
para satisfazer o negócio das celuloses. Também não podemos ignorar que PSD.CDS
pararam um financiamento de 10 milhões de euros para o regadio da Cela e
Bárrio.
5.
A
Fundação NSConceição (E.Superior), grande aposta do PSD está moribunda. O
PSD.CDS fez uma lei contra as Fundações e foram 4 anos perdidos na frente da
Investigação e do Superior para o nosso concelho.
6.
A
ALEBenedita e a Z.I.Pataias não dão 1 passo, nem avançam. É o PSD local e o
PSD.CDS nacionais que fazem atrasar 17 anos a vida de tantos
micro.pequenos.médios empresários.
7. Um Festival de Anúncios do PSD de Alcobaça e
do governo PSD.CDS que continuam sem se concretizar: Intervenção de alargamento
na EN-8.6 tão necessária para as freguesias da Benedita, Turquel e Évora; Mata
do Vimeiro; Centro de Investigação na área da Fruticultura; USFBenedita; Hotel
no claustro do Rachadouro, Museu da Língua Portuguesa; Jardim do Obelisco;
Central e Açude da ex- Fiação e outras à Beira-Rio; Golfes de Pataias e São
Martinho do Porto.
8. Voltámos a encontrar a preocupante situação da
necessidade de substituição e remodelação das redes de água, em fase final de
vida útil.O governo PSD.CDS não apoia os municípios para estas questões
essenciais. Foi o ano com menor investimento (apenas meio milhão de euros).
9. Há 25% de território que precisa de saneamento
e que merece um programa especial. As promessas de há tantos anos: Ribeira do
Pereiro, Valado St. Quitéria. O governo PSD.CDS acha que não deve apoiar estas
obras tão essenciais!
10.A “ÁGUAS DO OESTE” é um sorvedouro de recursos
municipais de Alcobaça. Nos SM há o antes e há o depois desta empresa, que
agora foi absorvida por 1 mega sistema municipal. Se não houver alteração
política nacional que passe a ser soberana e patriótica, bem sabemos, se
destinar, mais tarde ou mais cedo à privatização. O pagamento do tratamento da
água da chuva (a rede dos pluviais só cresceu 270 m em 2014). O custo do
tratamento dos efluentes domésticos nas nossas ex-ETAR’s. O ruinoso contrato do
fornecimento da Água em Alta. 9,2 milhões de euros reclamados pela empresa que
já nos suga tanto valor de Alcobaça.
11. Linha do Oeste. Não podemos ignorar a luta em
defesa desta ferrovia que permitiu que este governo PSD.CDS recuasse no
projecto de acabar com passageiros para norte da nossa região.
12. Finalmente, nas soluções locais e nacionais
temos propostas sobre o Mosteiro de Alcobaça que queremos centro vivo da
cidade, do concelho, da região e do importante mundo de Cister.
Visitem o site www.cdu.pt para lerem as 25 medidas urgentes, os 8 eixos
centrais e os programas eleitorais. Votem certo, votem CDU!
A Vereadora e
Candidata na lista das Legislativas da CDU
Vanda Furtado Marques
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8set2015
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=835121933267558&set=a.218734904906267.48090.100003092784569&type=1&theater
Exmos(as) Senhores(as)
Como já é de conhecimento de todos, e no seguimento do jantar realizado na passada terça-feira, a ADEB está a organizar um conjunto de jantares com os candidatos do círculo de Leiria, dos vários partidos, às legislativas.
A ADEB convida todos os empresários e interessados a estarem presentes no segundo destes jantares conferência que reunirá a candidata do CDU, Dr. Ana Rita Carvalhais, a direcção da ADEB e empresários da freguesia da Benedita.
Este encontro terá como objectivo dar a conhecer a ADEB, o tecido empresarial da Benedita e os novos desafios, bem como a troca de impressões entre os presentes relativamente ao futuro da empresabilidade da região.
O evento terá lugar no próximo dia 8 de Setembro (3ª feira), no Restaurante Paraíso (o preço por pessoa rondará os 15.00€).
Para este efeito agradeciamos que confirmasse e nos comunicasse a sua presença.
Agradecemos que nos confirmem com a maior brevidade possível para que tenhamos tempo de tratar de toda a logística inerente ao evento. Poderá confirmar via Facebook ou para dir.executivo@adebenedita.com
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12jul2015
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1012819895424731&set=a.1012816565425064.1073741857.100000901897332&type=1&theater
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https://www.facebook.com/photo.php?fbid=797224333718187&set=pcb.797224717051482&type=1&theater
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http://www.pcp.pt/almoco-comicio-da-cdu-na-foz-do-arelho
(...) O PCP apresentou esta semana o seu Programa Eleitoral para uma política patriótica e de esquerda.
Trata-se de um Programa que demonstra que há solução para os problemas nacionais.
Um programa de ruptura com as receitas e caminhos que afundaram o País e com uma visão e objectivos opostos aos que conduziram Portugal ao declínio e empobrecimento.
Há uma outra política, patriótica e de esquerda, capaz de assegurar o desenvolvimento do País, o progresso social, a elevação das condições de vida dos trabalhadores e do povo, efectivar os seus direitos constitucionais, afirmar Portugal como nação soberana e independente numa Europa e num mundo de paz e cooperação.
Uma política não só indispensável e inadiável, como possível e realizável.
Realizável com a força e a luta dos trabalhadores e do povo português, com a inscrição como factor decisivo e estratégico o crescimento económico, com a afirmação determinada e firme do direito do País a um desenvolvimento soberano, assente na ruptura com as políticas e orientações do União Económica e Monetária, do Euro e dos seus constrangimentos, do Tratado Orçamental, da Governação Económica da União Europeia.
Realizável pela mobilização de recursos que a renegociação da dívida permite libertar, com a redução dos seus montantes e juros.
Realizável com os recursos que a política fiscal que propomos, por via da devida tributação sobre os dividendos, a especulação financeira, o património mobiliário e as grandes fortunas.
Realizável com a recuperação de importantes montantes hoje enterrados nos negócios das PPP e nos contratos swap.
O Programa que apresentámos assume o crescimento económico e o emprego como objectivos centrais da sua política. Só um crescimento sustentado e vigoroso, acima dos 3% do PIB, porá fim ao longo período de estagnação do país.
Uma política que tem no desenvolvimento da produção nacional o motor da dinamização económica, da criação de emprego e do pleno aproveitamento dos recursos nacionais, a resposta para a dinamização do mercado interno e o incremento das exportações de maior valor acrescentado.
Um programa orientado para a valorização da agricultura para assegurar a soberania alimentar, apoiando a agricultura familiar: uma política para tirar partido dos imensos recursos do nosso mar, nomeadamente das pescas; uma política de reindustrialização do País.
Uma política de afirmação do papel do Estado na economia com a reversão das privatizações e a recuperação para o sector público dos sectores básicos estratégicos, no quadro de uma economia mista com um forte apoio às micro, pequenas e médias empresas e ao sector cooperativo;
Uma política que assume a valorização do trabalho e dos trabalhadores como eixo essencial de uma política alternativa e que assume sem rodeios o objectivo de valorizar os salários e dos seus direitos e combate à precariedade.
Uma política dirigida ao bem-estar e à qualidade de vida de todos quantos vivem e trabalham no País.
Desde logo pela garantia do direito à saúde, objectivo inseparável do reforço do SNS e da ruptura com o subfinanciamento e a sua privatização; uma política de valorização do Serviço Nacional de Saúde e dos seus profissionais, assegurando uma rede hospitalar e de cuidados primários garantindo o direito à saúde para todos os portugueses; da defesa e valorização do Sistema de Segurança Social – público e universal – capaz de assumir o seu papel, elevando a protecção social dos trabalhadores, o direito à reforma e a uma pensão digna, a protecção na maternidade e paternidade.
Uma política de efectivo combate à pobreza intervindo nas causas que lhe estão na origem.
Uma política que garante as funções culturais do Estado e assume a defesa do direito ao conhecimento e a igualdade de oportunidades a todos os portugueses com a afirmação de uma Escola Pública, gratuita, de qualidade e inclusiva.
A política patriótica e de esquerda que o PCP propõe inscreve nos seus objectivos a afirmação da democracia e o cumprimento da Constituição da República.
Uma política que garanta os direitos dos cidadãos, o acesso à justiça, combata decididamente a corrupção.
Uma política patriótica e de esquerda que enfrenta os constrangimentos e condicionamentos externo e assume a afirmação de um Portugal livre e soberano num mundo e numa Europa de paz e cooperação entre Estados iguais em direitos.
Vamos iniciar uma campanha eleitoral para a qual precisamos de nos preparar com toda a determinação.
Uma campanha que afirme, com confiança, que há solução para os problemas do País. Que é possível com a força do povo, a sua luta e o seu voto, assegurar um outro caminho que rompa com o continuado rumo de desastre nacional.
Uma campanha que com convicção afirme que está nas mãos dos trabalhadores e do povo dar força, com o seu apoio e o seu voto na CDU, à exigência de uma política que lhes devolva o direito à plena realização das suas vidas.
Que mostre que é dando mais força à CDU, alargando a sua influência política e eleitoral que a construção da alternativa e a concretização da política alternativa ficará mais próxima.
Que é dando mais força à CDU, que mais solidamente estarão garantidas as condições para defender, promover e afirmar os direitos do povo português.
Nós partimos para mais esta batalha convictos que é possível continuar a avançar e fazer da CDU a grande força capaz de contribuir e protagonizar a viragem da situação nacional a que cada vez mais portugueses aspiram.
Esta força que está pronta a assumir todas as responsabilidades que o povo português decida atribuir-lhe na construção de uma alternativa patriótica e de esquerda e no Governo do País, para concretizar uma nova política ao serviço dos trabalhadores e do povo.
Esta força que não está prisioneira de degenerados compromissos, mas livre para promover e assegurar os interesses dos trabalhadores e do povo.
Esta força que esteve sempre do lado certo, do lado da defesa da soberania e da independência nacionais, que rejeita a crescente submissão de Portugal à União Europeia e afirma o direito do povo português a decidir sobre o seu futuro.
A grande força que se apresenta de cara levantada na actual torrente de corrupção e ilicitude a que assistimos e que a política de direita alimentou.
A grande força que os portugueses sabem e reconhecem que está aqui quem fez a opção pelo povo e pelo País!
Esta força que transporta um caudal imenso de esperança de que sim, é possível uma vida melhor, num Portugal de justiça, soberania e de progresso!
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https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1020297201343797&set=a.173913915982134.36072.100000905811341&type=1&theater
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Programa eleitoral
http://www.pcp.pt/sites/default/files/documentos/programa_eleitoral_pcp_legislativas_2015.pdf
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7.7.
http://www.pcp.pt/apresentacao-do-programa-eleitoral-do-pcp-eleicoes-legislativas-2015
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2jul2015
Ana Rita é a 1.ª da lista
e a Vanda Furtado Marques tb dará força ao projecto CDU!!!
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https://www.facebook.com/cduleiria.legislativas/photos/a.1467154650262282.1073741828.1464451593865921/1468129996831414/?type=1&theater
A Coligação Democrática Unitária (CDU) Leiria realiza o primeiro acto público da sua candidatura às eleições legislativas de 2015, esta sexta-feira 3 de Julho às 18h30 nas instalações do Centro Cívico Eça de Queirós, na rua Barão de Viamonte (Rua Direita), n.º 11/13, Leiria.
A iniciativa contará com a presença de Ana Rita Carvalhais, 1ª candidata da CDU pelo círculo eleitoral de Leiria, do mandatário distrital da candidatura e Ângelo Alves, membro da Comissão Política do Comité Central do Partido Comunista Português (PCP).
Para além da conferência de imprensa, o acto público contará também com um momento cultural a cargo de João Pedro Fonseca e Catarina Fortunato.
Teremos muito gosto em contar com a sua presença.
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Via região de cister
Vanda Furtado Marques vai integrar a lista de candidatos a deputados da CDU pelo círculo eleitoral de Leiria nas próximas eleições legislativas.
A coligação divulga no próximo dia 12, numa iniciativa na Foz do Arelho, o posicionamento na lista da vereadora na Câmara de Alcobaça, que se estreia em legislativas.
A professora Ana Rita Carvalhais será a número 1 dos comunistas por Leiria. A apresentação da cabeça de lista tem lugar esta sexta-feira, em Leiria.
Em 1999, Rogério Raimundo foi cabeça de lista da CDU pelo distrito, mas não conseguiu chegar ao Parlamento.