URGE tratar peça a peça...Os códices...As jóias...As pinturas...As esculturas...
As esculturas em terracota só por si...
A arqueologia...
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19jul2019
(estava em Lisboa com o neto)
OS FOSSOS DE FUNDIÇÃO SINEIRA NO MOSTEIRO DE SANTA MARIA DE ALCOBAÇA
POR CARLA SANTOS E JOANA INOCÊNCIO

https://www.facebook.com/HostelRossioAlcobaca/photos/a.862701893817880/2324944700926918/?type=3&theater
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III Ciclo de Conferências sobre Manuscritos de Alcobaça
1...25mAIo2019
Convite
A
Diretora-Geral do Património Cultural, a Diretora do Instituto de
Estudos Medievais da Universidade Nova de Lisboa e a Diretora do
Mosteiro de Alcobaça convidam V.ª Exc.ª para a conferência inaugural do III Ciclo de Conferências sobre Manuscritos de Alcobaça, com o tema Traduções em Alcobaça e a sua atribuição, a ser proferida pelo Professor Doutor Aires A. Nascimento [Academia das Ciências de Lisboa], a qual se realiza no próximo dia 25 de maio, pelas 15 horas, na Sala das Conclusões do Mosteiro de Alcobaça.
Promovido
pela Direção-Geral do Património Cultural/ Mosteiro de Alcobaça, em
parceria com o Instituto de Estudos Medievais da Faculdade de Ciências
Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, no âmbito da boa
prossecução do objetivo estratégico relativo ao posicionamento do
Mosteiro de Alcobaça como centro de estudos e da divulgação da História e
do Património espiritual e temporal da Ordem de Cister, esta terceira
edição do Ciclo de Conferências sobre Manuscritos de Alcobaça, dedicado
ao tema "Música e Liturgia", tem como principais objetivos a divulgação
das mais recentes investigações sobre os códices da livraria do Mosteiro
de Alcobaça, agora numa dimensão comparativa e contextualizada entre o
local e o global, contando com a participação de reputados
investigadores portugueses e espanhóis.
É
intenção desta 3ª edição, à semelhança das anteriores, para além da
aproximação do público em geral a este património tão vasto e complexo
que constituiu parte fundamental da identidade da comunidade monástica
cisterciense de Alcobaça, a sua internacionalização, enquadrando-se na
estratégia global de gestão em curso deste monumento.
Esta
iniciativa integra-se também no projeto de investigação "Horizontes
cistercienses. Estudar e caracterizar um scriptorium medieval e a sua
produção. Alcobaça. Identidades locais e uniformidade litúrgica em
diálogo" (PTDC/ART-HIS/29522/2017), de que a DGPC/Mosteiro de Alcobaça é
entidade parceira, e também nas linhas de investigação do IEM, em uma
das suas principais missões: a divulgação da investigação junto dos mais
variados públicos, uma investigação que sai da academia e, sem perder o
seu rigor científico, se dissemina na promoção do património que é de
todos nós mas que, por questões ligadas à sua fragilidade e conservação,
é menos acessível ao público.
https://www.facebook.com/mosteirodealcobaca.monumentonacional/photos/a.463272977205913/1043728845826987/?type=1&theater
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II Ciclo de Conferências sobre Manuscritos de Alcobaça
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I Ciclo de Conferências sobre Manuscritos de Alcobaça
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RELICÁRIO
The Gift
Altar...
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16Agosto2018
Bruno Januario
O Espelho do Céu...
Dentro do imponente mosteiro já na sua cabeça, eis que um pequeno corredor nos indica o caminho para algo misterioso, esse caminho é ladeado por magníficos azulejos e uma porta manuelina que nos cativa imediatamente pela sua impressionante beleza e grandeza.
Ao centro uma velha e enorme porta, só a chave pesa o que se espera dela, o peso da história em bruto. Graciosamente é concedido passagem e eis que me dou totalmente dentro de um novo mundo. Entre esta capela e a porta sou separado por uma espantosa sacristia com frescos no tecto que impressionam pela sua beleza e simplicidade, algo que me diz que onde vou entrar será marcado para sempre dentro de mim.
Atravesso a sacristia, e apenas que chego à pequena porta desta capela do relicário sinto um arrepio que em percorre toda a "espinha" como dizemos, os olhos querem verter uma lágrima mas não conseguem vergar, em todo o meu redor sou imediatamente imenso e levado ao reino dos céus, ao reino de outras glórias e tempos igualmente gloriosos.
São 89 as esculturas que ostentam relíquias dos santos e santas da grandiosa ordem de Cister, ao centro fica a N. Senhora de Alcobaça, a São Bento cabe o lado esquerdo enquanto ao S. Bernardo o lado direito.
É aqui que a luz vinda de um pequeno orifício vindo da abobada, toda ela em trabalhada preenchida com efeitos barrocos e religiosos que a mística se adensa, colocando um efeito indescritível dentro desta capela, tesouro único no mundo e em 360 graus é tudo o que vejo, de baixo acima, tudo se torna pequeno, tudo parece vir em minha direcção como que a levar-me para o outro lado.
O texto já vai longo, o que posso dizer é que todos devem pelo menos uma vez na vida, não só visitar este magnifico monumento, mas também esta capela. Tem um preço simbólico mas vale todos os cêntimos!
https://www.facebook.com/brunojanuario.photo/photos/a.324331614416152/995075297341777/?type=3&theater
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Comunicado de Imprensa da CDU.Alcobaça
22maio2017
NOTA DE IMPRENSA SOBRE Achados Arqueológicos
À Comunicação Social
Aos e às Alcobacenses
Sobre os Achados Arqueológicos na obra do parque verde a CDU entende que a Câmara tem actuado bem, depois de ter sido alertada, nomeadamente pela CDU:
vai deixar mais alguns dias para reunir mais pareceres sobre o que o achado poderá ser;
aceitou a proposta da CDU para convidar a Arqueóloga, que está em obra, para vir a uma próxima reunião de câmara;
vai dar prioridade à investigação destes achados e integrará, para valorizar, este espaço de fruição pública…
A CDU também defendeu que, em breve, a câmara deve explicitar publicamente quais são as suas prioridades de investigação de outros achados da responsabilidade do município, tapados e protegidos há demasiado tempo…
A CDU também defende que deve haver envolvimento de outras instituições e personalidades alcobacenses, como é o caso da ADEPA, que têm espólios valiosos e encontrar formas de os tratar, expor e divulgar.
Finalmente a CDU reclamou que os achados da responsabilidade do Estado (no Mosteiro, do insigne alcobacense Manuel Vieira Natividade, espólio doado pela família…) também tivessem esse tratamento, conjunto do Estado com a Câmara Municipal…
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27ab2016
encontrei este vídeo
da Maria Irene Marques, que intitulou: "é uma jóia branca na paisagem"...Mosteiro d' ALCOBAÇA que vos abRRaça
http://www.1001topvideos.com/historico-mosteiro-de-alcobaca/
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27fev2016
Verifiquei com Profs Serrão e Manuel Moura
como o século XVII e XVIII foram tão importantes na produção de pintura e escultura
no Mosteiros de Alcobaça e Cós...
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Falar com o escultor José Aurélio
Houve uma campanha para o ÓRGÃO DE TUBOS no tempo do movimento O REBATE
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10fev2016
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=6916a0d7-462d-477f-a7e8-9ddfebcb5591&edition=184
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8fev2016
http://cister.fm/cister/noticias/comunicado-da-cdu-17/
Alcobaça tem de ser o centro do mundo de Cister.
Mosteiro tem muito mais que o Rachadouro para Hotel.
Terra d’ Arte e d’ Artistas.
A fundação da nacionalidade.
A propósito da vinda do Ministro da Cultura a Alcobaça, a CDU renovou as traves mestras do que devemos defender em Alcobaça para o vector estratégico da Cultura.
Tem de ser o Centro do Mundo de Cister. Os Mosteiros de Alcobaça e de Cós só por si revelam essa potencialidade. Falta a estrutura humana competente e motivada para o concretizar..
A Câmara tem de reactivar a Associação de Municípios Portugueses de Cister.
A Câmara pagou um estudo para se poder abrir um concurso para um hotel neste Claustro. Há muito que reclamamos o ABRIR. UNIR.CONSTRUIR. Pressionámos a Câmara a abrir ao debate a estratégia que queremos para Alcobaça e em que o Mosteiro tem um dos papéis mais importantes e agregadores. Não gostámos que os representantes do Estado não reconhecessem o autor do estudo nem quem o pagou. Não queremos é que sejam só anúncios eleitoralistas. A CDU defende e quer obra e iniciativa.
O mosteiro não tem só o Claustro do Rachadouro/Biblioteca em ruínas. Não podemos ignorar o Claustro do Cardeal, a ex-zona do pomar, o jardim do Obelisco, o terreno da ex-serração. Preferimos que o Mosteiro esteja vivo e bem ocupado. A CDU fez propostas para os claustros em ruína e para outras propriedades do Estado que estão abandonadas. A Câmara tem de ser mais exemplar no seu território qualificando-o ao pormenor.
A CDU lembra a importância de se identificar todo o valioso espólio levado do Mosteiro de Alcobaça e de alguma forma, progressivamente, ser trazido para Alcobaça, recreando, copiando, digitalizando e tornando a sua consulta e fácil a sua observação e análise. Legitimar Alcobaça como centro do mundo de Cister.
Temos a Academia de Música e de Dança, temos o Cistermúsica com muita “prata da casa” em músicos e dançarinos. Temos um movimento associativo forte com 5 bandas filarmónicas, várias orquestras e escolas de música. Temos várias colectividades de cultura e recreio. Temos extraordinários músicos e compositores. Temos os The Gift. Temos a ADEPA para o património. Temos a SAMarionetas. Temos escultores, pintores, designers, fotógrafos e criadores em todas as frentes. Temos escritores, poetas, Feiras do Livro, o Books and Movies, o Alcreative , Casas de Cultura, tertúlias, círculos de leitura e os Amigos das Letras. Temos toda a razão e condições para fazer d’ ALCOBAÇA Terra d’ Arte e d’ Artistas.
A importância de Alcobaça na fundação da nacionalidade também tem de ser evidenciada e trazida, muito mais e outra acutilância, à colação. A CDU, há muito, que propôs que, por exemplo, o 10 de Junho fosse comemorado em Alcobaça.
Aqui temos um conjunto de questões centrais que devem unir todos os alcobacenses, de forma a termos desenvolvimento estruturado e sustentável na nossa história, no nosso Património, fazendo do nosso concelho cada vez mais desenvolvido em todas as frentes, com a Cultura a cumprir o seu papel.
Pel’ A COORDENADORA CONCELHIA DA CDU
***12jul2018...21.44.12”...conCERto com uma envolvente especial...cisTERmúsica...Orquestra com tanta juventude!!!...Frederica Vieira Campos na Harpa...Yang Liu no Violino...Quorum Ballet com coreografia inspirada no exército de terracota de Shi Huang...NOITE INESQUECÍVEL!!!

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10214964774424281&set=pcb.10214964775584310&type=3&theater

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10214965184994545&set=pcb.10214964775584310&type=3&theater
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6,7 e 8 jul2018
No II congresso dos Mosteiros Cistercienses...1 tRIO de alcobacenses (Sofia Rilhó e João d' Oliva Monteiro) apresentou a solução para o Museu de Alcobaça, na Ala Norte...
Já apresentou a proposta há vários anos...
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mAIo2018
No seminário sobre Cerâmica, ouvi, de relance, uma Professora que trabalha em Évora
a rELEVAR a importância da escultura em terracota do mosteiro de Alcobaça
Que merecia, só por si, uma atenção especial... Um projecto especial!!!
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01/02/2010
Vou voltar a pressionar o PCâmara...Claustro do Rachadouro, todo o r/c passa a armazém do Ministério da Cultura

Além do que postei em 27 de Jan de 2010
Mosteiro d'alcobaça com os restos do Museu dos Coches...
Ontem passei na R. D. Pedro V e vi 2 camiões enormes a descarregarem restos do Museu dos Coches...O que vi parecia-me restos de exposições...7 camiões que ainda virão????Mas que é isto???É para isto que serve o Mosteiro Património da Humanidade???E ninguém se revolta???Vou de imediato pressionar o Presidente da Câmara...........................
Hoje voltei a pressionar o Presidente Paulo Inácio e vou pressionar o PCP...
De fonte anónima:
"Trata-se de espólio valioso do Instituto de Arqueologia ...
...Houve obras para receber...
Tudo foi tratado ao alto nível...
O colóquio de Julho foi uma fraude...
Não se pode comprometer o futuro do Mosteiro...
Com despacho do 1º ministro e da ministra da Cultura, vêm 100 contentores para a Abadia de Alcobaça...
vem tudo o que estava em armazém, em Alhandra, pago a 20 mil euros mês...
Acho que virão postais e livros sobre Amália, que naturalmente serão destruídos pela humidade..."
Como podemos aceitar que depois destes anos aos ratos, o Mosteiro de Alcobaça fique com + esta penalização?Temos que nos unir e tomar posição contra este atentado ao Património da Humanidade, a ser verdade a informação recolhida, concretizado pelo 1º ministro e pelo Ministério da Cultura.
..................
"JERO"postou assim:
segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010
M174-PASSÁMOS DE QUARTEL A ASILO E AGORA SOMOS ARRECADAÇÃO
Passámos de Quartel a Asilo e agora somos Arrecadação?
Respiguei do blog de Rogério Raimundo
http://www.uniralcobaca.blogspot.com/
1 de Fev de 2010
Claustro do Rachadouro, todo o r/c passa a armazém do Ministério da Cultura
Além do que postei em 27 de Jan de 2010Mosteiro d'alcobaça com os restos do Museu dos Coches...Ontem passei na R. D. Pedro V e vi 2 camiões enormes a descarregarem restos do Museu dos Coches...O que vi parecia-me restos de exposições...7 camiões que ainda virão????Mas que é isto???É para isto que serve o Mosteiro Património da Humanidade???E ninguém se revolta???Vou de imediato pressionar o Presidente da Câmara...........................Hoje, 1 de Fev., voltei a pressionar o Presidente Paulo Inácio e vou pressionar o PCP...De fonte anónima:"Trata-se de espólio valioso do Instituto de Arqueologia ......Houve obras para receber...Tudo foi tratado ao alto nível...O colóquio de Julho foi uma fraude...Não se pode comprometer o futuro do Mosteiro... Com despacho do 1º ministro e da ministra da Cultura, vêm 100 contentores para a Abadia de Alcobaça...vem tudo o que estava em armazém, em Alhandra, pago a 20 mil euros mês...Acho que virão postais e livros sobre Amália, que naturalmente serão destruídos pela humidade..."Como podemos aceitar que depois destes anos aos ratos, o Mosteiro de Alcobaça fique com + esta penalização?Temos que nos unir e tomar posição contra este atentado ao Património da Humanidade, a ser verdade a informação recolhida, concretizado pelo 1º ministro e pelo Ministério da Cultura.
……#......
Esta lamentável história compromete para as "calendas" a recuperação dessa parte do nosso Mosteiro.
O que mais nos irá acontecer!?
Passámos de Quartel a Asilo e agora somos Arrecadação?
A população de Alcobaça tem de saber o que se está a passar e fazer alguma coisa.
Temos que ir para a frente do Mosteiro manifestar a nossa indignação.
O que mais nos irá acontecer!?
JERO
http://jeroalcoa.blogspot.com/2010/02/m174-passamos-de-quartel-asilo-e-agora.html#comments
.................................
Tinta Fresca:
Alcobaça
IGESPAR garante que depósito de material arqueológico no Mosteiro é temporário
O material depositado nos últimos dias no Claustro do Rachadouro do Mosteiro de Alcobaça é proveniente dos Serviços de Arqueologia do Ministério da Cultura e não do Museu dos Coches, apurou o Tinta Fresca junto do IGESPAR. Maria Resende adiantou que se trata de um depósito temporário até que estejam terminadas as obras de adaptação na Fábrica Nacional de Cordoaria, para onde transitarão os Serviços de Arqueologia do Ministério da Cultura e o Museu Nacional de Arqueologia, que deixará de estar sedeado no Mosteiro dos Jerónimos. Contudo, as explicações do IGESPAR não satisfazem o vereador Rogério Raimundo, que continua a contestar esta operação de depósito de materiais alheios ao monumento Património Mundial da UNESCO. A mudança deve-se ao facto dos Serviços de Arqueologia (ex-Instituto Português de Arqueologia) estarem localizados nos terrenos onde irá ser erigido o novo edifício do Museu dos Coches. A assessora de imprensa do IGESPAR desvalorizou a polémica, considerando-a mesmo “uma não notícia”, considerando ser normal que o Ministério da Cultura utilize espaços que não estão adstritos à fruição do público. Contudo, recusou a ideia de que o Mosteiro de Alcobaça estará a ser utilizado como “armazém”, adiantando que o próprio Palácio da Ajuda, sede do Ministério da Cultura, recebeu uma parte deste espólio. Maria Resente discorda também que esta ocupação com materiais alheios ao Mosteiro contrarie o espírito do workshop realizado em Julho sobre as futuras ocupações do monumento Património da Humanidade, revelando que ela própria esteve presente e que uma ocupação temporária não compromete futuras ocupações deste claustro com outros propósitos. Quem não ficou convencido com estas explicações foi o vereador Rogério Raimundo, que denunciou o caso, depois de ele próprio ter testemunhado o descarregamento de um camião com material para o Claustro do Rachadouro. Estas instalações encontram-se devolutas desde Fevereiro de 2002, quando o antigo Lar Residencial de Alcobaça encerrou, transitando a tutela do Ministério do Trabalho e Segurança Social para o Ministério da Cultura. “Sabemos como são as ocupações temporárias”, comentou o autarca da CDU adiantou ao Tinta Fresca, manifestando assim receio que o material se eternize no Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça. Questionada sobre a data provável de regresso dos materiais agora depositados, a assessora de imprensa do IGESPAR recusou adiantar uma data concreta, mas garantiu não haver risco de degradação do material agora depositado no Claustro do Rachadouro, um local sujeito a elevada humidade e grandes variações térmicas. Contudo, Rogério Raimundo garantiu ao Tinta Fresca que o espólio, consituído por 100 contentores, contém, entre outros materiais perecíveis, livros e postais sobre Amália, informação que lhe foi transmitida pelos próprios funcionários encarregados do transporte. Rogério Raimundo adiantou que, logo que se apercebeu da movimentação de camiões junto ao monumento tentou entrar em contacto com a directora do Mosteiro, mas foi informado de que esta se encontrava de baixa, tendo também comunicado o facto ao presidente da Câmara Municipal de Alcobaça. O Tinta Fresca tentou também contactar o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça durante a tarde de terça-feira, mas o telemóvel do autarca esteve sempre desligado. Mário Lopes
02-02-2010
http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1443406230115093379&postID=1375580562923361778
Mosteiro d'alcobaça com os restos do Museu dos Coches...
Ontem passei na R. D. Pedro V e vi 2 camiões enormes a descarregarem restos do Museu dos Coches...O que vi parecia-me restos de exposições...7 camiões que ainda virão????Mas que é isto???É para isto que serve o Mosteiro Património da Humanidade???E ninguém se revolta???Vou de imediato pressionar o Presidente da Câmara...........................
Hoje voltei a pressionar o Presidente Paulo Inácio e vou pressionar o PCP...
De fonte anónima:
"Trata-se de espólio valioso do Instituto de Arqueologia ...
...Houve obras para receber...
Tudo foi tratado ao alto nível...
O colóquio de Julho foi uma fraude...
Não se pode comprometer o futuro do Mosteiro...
Com despacho do 1º ministro e da ministra da Cultura, vêm 100 contentores para a Abadia de Alcobaça...
vem tudo o que estava em armazém, em Alhandra, pago a 20 mil euros mês...
Acho que virão postais e livros sobre Amália, que naturalmente serão destruídos pela humidade..."
Como podemos aceitar que depois destes anos aos ratos, o Mosteiro de Alcobaça fique com + esta penalização?Temos que nos unir e tomar posição contra este atentado ao Património da Humanidade, a ser verdade a informação recolhida, concretizado pelo 1º ministro e pelo Ministério da Cultura.
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"JERO"postou assim:
segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010
M174-PASSÁMOS DE QUARTEL A ASILO E AGORA SOMOS ARRECADAÇÃO
Passámos de Quartel a Asilo e agora somos Arrecadação?
Respiguei do blog de Rogério Raimundo
http://www.uniralcobaca.blogspot.com/
1 de Fev de 2010
Claustro do Rachadouro, todo o r/c passa a armazém do Ministério da Cultura
Além do que postei em 27 de Jan de 2010Mosteiro d'alcobaça com os restos do Museu dos Coches...Ontem passei na R. D. Pedro V e vi 2 camiões enormes a descarregarem restos do Museu dos Coches...O que vi parecia-me restos de exposições...7 camiões que ainda virão????Mas que é isto???É para isto que serve o Mosteiro Património da Humanidade???E ninguém se revolta???Vou de imediato pressionar o Presidente da Câmara...........................Hoje, 1 de Fev., voltei a pressionar o Presidente Paulo Inácio e vou pressionar o PCP...De fonte anónima:"Trata-se de espólio valioso do Instituto de Arqueologia ......Houve obras para receber...Tudo foi tratado ao alto nível...O colóquio de Julho foi uma fraude...Não se pode comprometer o futuro do Mosteiro... Com despacho do 1º ministro e da ministra da Cultura, vêm 100 contentores para a Abadia de Alcobaça...vem tudo o que estava em armazém, em Alhandra, pago a 20 mil euros mês...Acho que virão postais e livros sobre Amália, que naturalmente serão destruídos pela humidade..."Como podemos aceitar que depois destes anos aos ratos, o Mosteiro de Alcobaça fique com + esta penalização?Temos que nos unir e tomar posição contra este atentado ao Património da Humanidade, a ser verdade a informação recolhida, concretizado pelo 1º ministro e pelo Ministério da Cultura.
……#......
Esta lamentável história compromete para as "calendas" a recuperação dessa parte do nosso Mosteiro.
O que mais nos irá acontecer!?
Passámos de Quartel a Asilo e agora somos Arrecadação?
A população de Alcobaça tem de saber o que se está a passar e fazer alguma coisa.
Temos que ir para a frente do Mosteiro manifestar a nossa indignação.
O que mais nos irá acontecer!?
JERO
http://jeroalcoa.blogspot.com/2010/02/m174-passamos-de-quartel-asilo-e-agora.html#comments
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Tinta Fresca:
Alcobaça
IGESPAR garante que depósito de material arqueológico no Mosteiro é temporário
O material depositado nos últimos dias no Claustro do Rachadouro do Mosteiro de Alcobaça é proveniente dos Serviços de Arqueologia do Ministério da Cultura e não do Museu dos Coches, apurou o Tinta Fresca junto do IGESPAR. Maria Resende adiantou que se trata de um depósito temporário até que estejam terminadas as obras de adaptação na Fábrica Nacional de Cordoaria, para onde transitarão os Serviços de Arqueologia do Ministério da Cultura e o Museu Nacional de Arqueologia, que deixará de estar sedeado no Mosteiro dos Jerónimos. Contudo, as explicações do IGESPAR não satisfazem o vereador Rogério Raimundo, que continua a contestar esta operação de depósito de materiais alheios ao monumento Património Mundial da UNESCO. A mudança deve-se ao facto dos Serviços de Arqueologia (ex-Instituto Português de Arqueologia) estarem localizados nos terrenos onde irá ser erigido o novo edifício do Museu dos Coches. A assessora de imprensa do IGESPAR desvalorizou a polémica, considerando-a mesmo “uma não notícia”, considerando ser normal que o Ministério da Cultura utilize espaços que não estão adstritos à fruição do público. Contudo, recusou a ideia de que o Mosteiro de Alcobaça estará a ser utilizado como “armazém”, adiantando que o próprio Palácio da Ajuda, sede do Ministério da Cultura, recebeu uma parte deste espólio. Maria Resente discorda também que esta ocupação com materiais alheios ao Mosteiro contrarie o espírito do workshop realizado em Julho sobre as futuras ocupações do monumento Património da Humanidade, revelando que ela própria esteve presente e que uma ocupação temporária não compromete futuras ocupações deste claustro com outros propósitos. Quem não ficou convencido com estas explicações foi o vereador Rogério Raimundo, que denunciou o caso, depois de ele próprio ter testemunhado o descarregamento de um camião com material para o Claustro do Rachadouro. Estas instalações encontram-se devolutas desde Fevereiro de 2002, quando o antigo Lar Residencial de Alcobaça encerrou, transitando a tutela do Ministério do Trabalho e Segurança Social para o Ministério da Cultura. “Sabemos como são as ocupações temporárias”, comentou o autarca da CDU adiantou ao Tinta Fresca, manifestando assim receio que o material se eternize no Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça. Questionada sobre a data provável de regresso dos materiais agora depositados, a assessora de imprensa do IGESPAR recusou adiantar uma data concreta, mas garantiu não haver risco de degradação do material agora depositado no Claustro do Rachadouro, um local sujeito a elevada humidade e grandes variações térmicas. Contudo, Rogério Raimundo garantiu ao Tinta Fresca que o espólio, consituído por 100 contentores, contém, entre outros materiais perecíveis, livros e postais sobre Amália, informação que lhe foi transmitida pelos próprios funcionários encarregados do transporte. Rogério Raimundo adiantou que, logo que se apercebeu da movimentação de camiões junto ao monumento tentou entrar em contacto com a directora do Mosteiro, mas foi informado de que esta se encontrava de baixa, tendo também comunicado o facto ao presidente da Câmara Municipal de Alcobaça. O Tinta Fresca tentou também contactar o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça durante a tarde de terça-feira, mas o telemóvel do autarca esteve sempre desligado. Mário Lopes
02-02-2010
http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1443406230115093379&postID=1375580562923361778
............
in cister.fm
2010-02-03 16:36:00
Governo está a transformar Claustro do Rachadouro num depósito.
O Governo está a transformar o Claustro do Rachadouro, no Mosteiro de Alcobaça, num depósito de “restos do Museu dos Coches”.
.
A afirmação é de Rogério Raimundo, vereador da CDU, e surge depois de ter constatado que camiões com restos de exposições estão a despejar toneladas de materiais no Mosteiro, desde o passado dia 27 de Janeiro.
.
O vereador da CDU mostra-se indignado com a situação e recorda que «durante as negociações com o IGESPAR sobre a ocupação dos espaços devolutos do monumento cisterciense, nunca se abordou a possibilidade de virem a servir de armazém, mas antes de soluções mais nobres».
.
A instalação de restos do Museu dos Coches num Monumento da UNESCO decorre, alegadamente, do facto de o Ministério da Cultura não estar disposto a continuar a pagar uma renda mensal de 20 mil euros por um pavilhão em Alhandra, que utilizava para colocar restos de colecções.
.
O vereador da CDU já questionou o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça sobre o assunto, mas Paulo Inácio alegou «desconhecimento da matéria».
.
Segundo uma «fonte anónima», que contactou Rogério Raimundo, o que está a ser depositado no Mosteiro de Alcobaça «é um espólio valioso do Instituto de Arqueologia», tendo o assunto sido «tratado ao mais alto nível».
.
Ainda segundo Rogério Raimundo, «serão, no total, cerca de 100 camiões de material que irão para o Mosteiro de Alcobaça».
.
A rádio Cister contactou a direcção do Mosteiro de Alcobaça por causa deste assunto, que remeteu todas e quaisquer informações para o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico.
Governo está a transformar Claustro do Rachadouro num depósito.
O Governo está a transformar o Claustro do Rachadouro, no Mosteiro de Alcobaça, num depósito de “restos do Museu dos Coches”.
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A afirmação é de Rogério Raimundo, vereador da CDU, e surge depois de ter constatado que camiões com restos de exposições estão a despejar toneladas de materiais no Mosteiro, desde o passado dia 27 de Janeiro.
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O vereador da CDU mostra-se indignado com a situação e recorda que «durante as negociações com o IGESPAR sobre a ocupação dos espaços devolutos do monumento cisterciense, nunca se abordou a possibilidade de virem a servir de armazém, mas antes de soluções mais nobres».
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A instalação de restos do Museu dos Coches num Monumento da UNESCO decorre, alegadamente, do facto de o Ministério da Cultura não estar disposto a continuar a pagar uma renda mensal de 20 mil euros por um pavilhão em Alhandra, que utilizava para colocar restos de colecções.
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O vereador da CDU já questionou o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça sobre o assunto, mas Paulo Inácio alegou «desconhecimento da matéria».
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Segundo uma «fonte anónima», que contactou Rogério Raimundo, o que está a ser depositado no Mosteiro de Alcobaça «é um espólio valioso do Instituto de Arqueologia», tendo o assunto sido «tratado ao mais alto nível».
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Ainda segundo Rogério Raimundo, «serão, no total, cerca de 100 camiões de material que irão para o Mosteiro de Alcobaça».
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A rádio Cister contactou a direcção do Mosteiro de Alcobaça por causa deste assunto, que remeteu todas e quaisquer informações para o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico.
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A foto é do jovem fotógrafo Miguel Prudente (que relevei em postagem anterior).
24/01/2009
2. Cultura
2.Cultura.Capital permanente da Cultura. Terra d’Arte e d’Artistas.
O Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Alcobaça, praticamente, não existe, na forma como nós, na CDU, entendemos que deve ser tratada esta frente estratégica! O concelho deve evidenciar-se como Centro Permanente de Eventos e Acontecimentos Culturais, ricos na sua diversidade. O Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, como jóia que atrai milhares de visitantes, tem que ser potenciado com um envolvimento estratégico, do Turismo Cultural. Não houve qualquer debate sobre esta matéria na Câmara ou na Assembleia Municipal ou noutro espaço de encontro de autarcas e munícipes durante estes 10 anos e 9 meses. Poucos conhecem, até hoje, uma linha do que a empresa “Quaternaire” produziu em 2001. Não houve o procurar do consenso nos caminhos a seguir. Não houve envolvimento das associações (e das pessoas... dos alcobacenses...) que promovem a cultura, todos os dias do ano, no nosso concelho... Apesar da mini estrutura de trabalhadores que o Pelouro da Cultura tem, podemos, contudo, assinalar, alguns factos, pontuais, positivos, onde todos nos revemos: os excelentes concertos da Dulce Pontes, Rui Veloso, Madredeus, The Gift, Mário Laginha e Maria João Pires... Os espectáculos com os cantores líricos alcobacenses, Luís Peças e Fernando Serafim... As edições do Cistermúsica... Os espectáculos promovidos em parceria com o IPAE ou com o Gabinete da Universidade de Coimbra... A Biblioteca Municipal, com a sua equipa está a produzir muita iniciativa cultural que saúdo. As Feiras do livro e as várias edições que a Câmara apoiou também mereceram o meu aplauso em particular o excelente Roteiro elaborado pela ADEPA. Outros acontecimentos inesquecíveis, foram da iniciativa de associações mas que teve, muito bem, o apoio logístico e financeiro da CMA. A jornada de reflexão promovida pelo REBATE, “ALCOBAÇA, QUE MUSEUS?”, trouxe ao concelho, especialistas, que deram o mote para as pérolas e jóias de diferentes matizes que possuímos e não fazemos render... Este seminário indicou soluções e caminhos para Alcobaça, ECOMUSEU!!!... Devido à iniciativa do Prof. Aníbal Freire tivemos bons momentos com o acordeão em destaque... Os SAMarionetas realizaram vários Festivais anuais com grande qualidade e o ano de 2008 é espantoso de criação e de 256 espectáculos em 53 localidades... As bandas e outras associações foram apoiadas, poucochinho, em eventos de grande qualidade...Também reconhecemos que houve um claro e progressivo crescimento de apoio às colectividades, nos subsídios anuais atribuídos, nas áreas da música, do teatro, do património, do folclore. Como é que a C.M. Alcobaça pode contribuir para avançarmos, mais e melhor, neste frente da Cultura?2.1. Criando o Conselho Local PRÓ - CULTURA com representantes do IPPAR/ Museu de Santa Maria de Alcobaça (só ganhamos em trabalhar lado a lado...), das Freguesias, das Escolas, das colectividades culturais, de Movimentos Cívicos e personalidades ligadas à Arte e à Literatura... Este órgão ajudaria a definir as grandes linhas de actuação do município nesta área e seria espaço de encontro e de aproximação de todos os agentes culturais do concelho...2.2. Constituindo uma Divisão Qualificada que pudesse produzir, implementar e coordenar iniciativas, acções e estudos... Que saísse dos gabinetes e fosse para o território onde cresce e germina cultura... Para termos força, temos de ter estrutura!!!2.3. Promovendo Semanas/Meses Temáticas(os), ao longo do ano, e não se contentar, apenas, com o mês do Cistermúsica ou com os Doces Conventuais... Dando mais força ao que já existe: marionetas e o acordeão... Fomentando a Leitura e implementando Concursos Literários Locais e um de impacto nacional... Elaborando percursos pedestres temáticos para quem está ou visita Alcobaça... Criando itinerários com programas aliciantes, de turismo, lazer, gastronomia e cultura, mais ou menos completo, com guias, transportes, espectáculos... A interligação entre a cultura, o turismo, o comércio, a indústria é vital…2.4. Incentivando as parcerias com o movimento associativo, nomeadamente com a Nova União das Colectividades... Os festivais de música tradicional não podem ficar esquecidos mais tempo... Já salientámos, na frente da Juventude tantos programas culturais... A dinâmica das acções de formação para Animadores Culturais para as freguesias e para as colectividades deveria estar sempre presente para o trabalho continuado... Não devia esquecer os grandes artistas Alcobacenses, encomendando obras que valorizem as praças e os edifícios de todo o concelho... Promovendo o encontro e a exposição de trabalhos, nomeadamente dos Artistas Plásticos, dos criativos Alcobacenses... Implementando com as magníficas empresas que temos no nosso concelho exposições de trabalhos com os nossos prestigiados cerâmicos, artistas do vidro e do cristal2.5. Elaborando a Carta Municipal dos Equipamentos Culturais, sem esquecer e valorizar os que são propriedade de associações e instituições públicas e privadas.
2.6. Elaborando critérios objectivos de apoio para as obras das colectividades culturais. Os incentivos à produção do teatro, da música, da dança, do folclore teriam que ser multiplicados na medida em que o investimento na qualidade de vida das pessoas é essencial... Os critérios para a produção de eventos ou para as secções culturais das colectividades têm que ser transparentes...2. 7. Multiplicando acções de informação simples e eficazes, sem esquecer as páginas de anúncio na comunicação social e na Net... 2.8. Alcobaça – Capital Nacional da Cultura foi uma das grandes propostas das eleições de 2001.Fomos nós na CDU que a apresentámos. Mas o vector estratégico com a força cultural de Cister, podia galvanizar eventos a curto, médio e longo prazo que nos comprometessem em desenvolvimento integrado com as parcerias necessárias: governo, empresas, instituições. Nós todos queremos construir um concelho coeso, forte, justo e bem ligado à sua sede. Há projectos que podem envolver todos os Alcobacenses. Fazer da nossa terra uma região atractiva para a panóplia de valores que temos: mar, rios, lagoa, serra, pedra especial, matas e pinhais, cerâmica, cristal, marro quinaria, calçado, mobiliário, moldes, mercados, fruta saborosa, hortícolas, desportos náuticos e de asa delta... Mas o enfoque nuclear tem que ser dado na Terra de Cultura, de Património Rico, com Centros Históricos qualificados, animados e habitados, onde dá gosto viver...2.9.Não se vai contactar o IGESPAR e o ministro da Cultura? Onde está o municipal, o nacional e o mundial da nossa cidade sede do concelho de Alcobaça? A proposta da CDU “Alcobaça Abraça o Mosteiro” pelos vistos só será implementada quando formos nós a governarmos o concelho!2.10. Quando desarmamos, pacificamente, o IGESPAR e ficamos com o espaço do ex-lar residencial para concretizarmos a osmose da “porosidade” (do Arq. Byrne)?
2.11.Armazém das Artes
Se a CDU fosse poder em Alcobaça teria em conta a figura ímpar, o talento do prestigiado, reputadíssimo, escultor José Aurélio e faria parceria activa com a Fundação que ele criou, em 2007: “O Armazém das Artes”.
O que José Aurélio fez sozinho sem apoios em Alcobaça seria feito, em plena parceria, por outro município ávido de ter museus vivos e arte de qualidade para os seus munícipes poderem fruir. Quanto valia o prédio? Quanto foi a obra do Arq. Charters? Qual é o valor das obras fixas de José Aurélio? Quanto vale mais um auditório no centro da cidade? Quanto valem as iniciativas concretas deste 1º ano de funcionamento deste espaço?
O que a Fundação Armazém das Artes quer é o que autarquia deve querer. Implementar actos culturais dos mais diversificados e nas mais diferentes expressões culturais. Com talentos individuais e de grupo. Com parcerias com os alfobres das escolas.
Naturalmente, um dia, perpetuará a figura e a obra do seu impulsionador, na memória colectiva!
Percorremos outras cidades de Portugal e do mundo e vimos uma especial atenção, das autarquias, em valorizar as casas dos artistas que produziram e criaram na sua terra, mostrando saber potenciar o que têm.Estranhamos que a maioria PSD não tenha tido a devida atenção para esta Fundação em 2007. Esperamos no início de 2008 que este ano e os seguintes tenham outros caminhos de parceria e entendimento no interesse fundamental do desenvolvimento cultural de Alcobaça.
O Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Alcobaça, praticamente, não existe, na forma como nós, na CDU, entendemos que deve ser tratada esta frente estratégica! O concelho deve evidenciar-se como Centro Permanente de Eventos e Acontecimentos Culturais, ricos na sua diversidade. O Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, como jóia que atrai milhares de visitantes, tem que ser potenciado com um envolvimento estratégico, do Turismo Cultural. Não houve qualquer debate sobre esta matéria na Câmara ou na Assembleia Municipal ou noutro espaço de encontro de autarcas e munícipes durante estes 10 anos e 9 meses. Poucos conhecem, até hoje, uma linha do que a empresa “Quaternaire” produziu em 2001. Não houve o procurar do consenso nos caminhos a seguir. Não houve envolvimento das associações (e das pessoas... dos alcobacenses...) que promovem a cultura, todos os dias do ano, no nosso concelho... Apesar da mini estrutura de trabalhadores que o Pelouro da Cultura tem, podemos, contudo, assinalar, alguns factos, pontuais, positivos, onde todos nos revemos: os excelentes concertos da Dulce Pontes, Rui Veloso, Madredeus, The Gift, Mário Laginha e Maria João Pires... Os espectáculos com os cantores líricos alcobacenses, Luís Peças e Fernando Serafim... As edições do Cistermúsica... Os espectáculos promovidos em parceria com o IPAE ou com o Gabinete da Universidade de Coimbra... A Biblioteca Municipal, com a sua equipa está a produzir muita iniciativa cultural que saúdo. As Feiras do livro e as várias edições que a Câmara apoiou também mereceram o meu aplauso em particular o excelente Roteiro elaborado pela ADEPA. Outros acontecimentos inesquecíveis, foram da iniciativa de associações mas que teve, muito bem, o apoio logístico e financeiro da CMA. A jornada de reflexão promovida pelo REBATE, “ALCOBAÇA, QUE MUSEUS?”, trouxe ao concelho, especialistas, que deram o mote para as pérolas e jóias de diferentes matizes que possuímos e não fazemos render... Este seminário indicou soluções e caminhos para Alcobaça, ECOMUSEU!!!... Devido à iniciativa do Prof. Aníbal Freire tivemos bons momentos com o acordeão em destaque... Os SAMarionetas realizaram vários Festivais anuais com grande qualidade e o ano de 2008 é espantoso de criação e de 256 espectáculos em 53 localidades... As bandas e outras associações foram apoiadas, poucochinho, em eventos de grande qualidade...Também reconhecemos que houve um claro e progressivo crescimento de apoio às colectividades, nos subsídios anuais atribuídos, nas áreas da música, do teatro, do património, do folclore. Como é que a C.M. Alcobaça pode contribuir para avançarmos, mais e melhor, neste frente da Cultura?2.1. Criando o Conselho Local PRÓ - CULTURA com representantes do IPPAR/ Museu de Santa Maria de Alcobaça (só ganhamos em trabalhar lado a lado...), das Freguesias, das Escolas, das colectividades culturais, de Movimentos Cívicos e personalidades ligadas à Arte e à Literatura... Este órgão ajudaria a definir as grandes linhas de actuação do município nesta área e seria espaço de encontro e de aproximação de todos os agentes culturais do concelho...2.2. Constituindo uma Divisão Qualificada que pudesse produzir, implementar e coordenar iniciativas, acções e estudos... Que saísse dos gabinetes e fosse para o território onde cresce e germina cultura... Para termos força, temos de ter estrutura!!!2.3. Promovendo Semanas/Meses Temáticas(os), ao longo do ano, e não se contentar, apenas, com o mês do Cistermúsica ou com os Doces Conventuais... Dando mais força ao que já existe: marionetas e o acordeão... Fomentando a Leitura e implementando Concursos Literários Locais e um de impacto nacional... Elaborando percursos pedestres temáticos para quem está ou visita Alcobaça... Criando itinerários com programas aliciantes, de turismo, lazer, gastronomia e cultura, mais ou menos completo, com guias, transportes, espectáculos... A interligação entre a cultura, o turismo, o comércio, a indústria é vital…2.4. Incentivando as parcerias com o movimento associativo, nomeadamente com a Nova União das Colectividades... Os festivais de música tradicional não podem ficar esquecidos mais tempo... Já salientámos, na frente da Juventude tantos programas culturais... A dinâmica das acções de formação para Animadores Culturais para as freguesias e para as colectividades deveria estar sempre presente para o trabalho continuado... Não devia esquecer os grandes artistas Alcobacenses, encomendando obras que valorizem as praças e os edifícios de todo o concelho... Promovendo o encontro e a exposição de trabalhos, nomeadamente dos Artistas Plásticos, dos criativos Alcobacenses... Implementando com as magníficas empresas que temos no nosso concelho exposições de trabalhos com os nossos prestigiados cerâmicos, artistas do vidro e do cristal2.5. Elaborando a Carta Municipal dos Equipamentos Culturais, sem esquecer e valorizar os que são propriedade de associações e instituições públicas e privadas.
2.6. Elaborando critérios objectivos de apoio para as obras das colectividades culturais. Os incentivos à produção do teatro, da música, da dança, do folclore teriam que ser multiplicados na medida em que o investimento na qualidade de vida das pessoas é essencial... Os critérios para a produção de eventos ou para as secções culturais das colectividades têm que ser transparentes...2. 7. Multiplicando acções de informação simples e eficazes, sem esquecer as páginas de anúncio na comunicação social e na Net... 2.8. Alcobaça – Capital Nacional da Cultura foi uma das grandes propostas das eleições de 2001.Fomos nós na CDU que a apresentámos. Mas o vector estratégico com a força cultural de Cister, podia galvanizar eventos a curto, médio e longo prazo que nos comprometessem em desenvolvimento integrado com as parcerias necessárias: governo, empresas, instituições. Nós todos queremos construir um concelho coeso, forte, justo e bem ligado à sua sede. Há projectos que podem envolver todos os Alcobacenses. Fazer da nossa terra uma região atractiva para a panóplia de valores que temos: mar, rios, lagoa, serra, pedra especial, matas e pinhais, cerâmica, cristal, marro quinaria, calçado, mobiliário, moldes, mercados, fruta saborosa, hortícolas, desportos náuticos e de asa delta... Mas o enfoque nuclear tem que ser dado na Terra de Cultura, de Património Rico, com Centros Históricos qualificados, animados e habitados, onde dá gosto viver...2.9.Não se vai contactar o IGESPAR e o ministro da Cultura? Onde está o municipal, o nacional e o mundial da nossa cidade sede do concelho de Alcobaça? A proposta da CDU “Alcobaça Abraça o Mosteiro” pelos vistos só será implementada quando formos nós a governarmos o concelho!2.10. Quando desarmamos, pacificamente, o IGESPAR e ficamos com o espaço do ex-lar residencial para concretizarmos a osmose da “porosidade” (do Arq. Byrne)?
2.11.Armazém das Artes
Se a CDU fosse poder em Alcobaça teria em conta a figura ímpar, o talento do prestigiado, reputadíssimo, escultor José Aurélio e faria parceria activa com a Fundação que ele criou, em 2007: “O Armazém das Artes”.
O que José Aurélio fez sozinho sem apoios em Alcobaça seria feito, em plena parceria, por outro município ávido de ter museus vivos e arte de qualidade para os seus munícipes poderem fruir. Quanto valia o prédio? Quanto foi a obra do Arq. Charters? Qual é o valor das obras fixas de José Aurélio? Quanto vale mais um auditório no centro da cidade? Quanto valem as iniciativas concretas deste 1º ano de funcionamento deste espaço?
O que a Fundação Armazém das Artes quer é o que autarquia deve querer. Implementar actos culturais dos mais diversificados e nas mais diferentes expressões culturais. Com talentos individuais e de grupo. Com parcerias com os alfobres das escolas.
Naturalmente, um dia, perpetuará a figura e a obra do seu impulsionador, na memória colectiva!
Percorremos outras cidades de Portugal e do mundo e vimos uma especial atenção, das autarquias, em valorizar as casas dos artistas que produziram e criaram na sua terra, mostrando saber potenciar o que têm.Estranhamos que a maioria PSD não tenha tido a devida atenção para esta Fundação em 2007. Esperamos no início de 2008 que este ano e os seguintes tenham outros caminhos de parceria e entendimento no interesse fundamental do desenvolvimento cultural de Alcobaça.
13jul2015
http://cister.fm/cister/noticias/politica/vanda-marques-na-lista-de-candidatos-a-deputados-da-cdu/
Vanda Furtado Marques é candidata a deputada pela CDU.
Ela e a CDU irão defender as causas de Alcobaça na Assembleia da República. O espólio do Mosteiro.
A CDU apresentou a equipa de pessoas, a lista de candidatos a deputados, que irão interpretar as soluções que temos para o País. São 10 que vão ser eleitos pelo distrito de Leiria. Poucos sabem que o voto de cada um não é para 1.º ministro é para pessoas concretas. A CDU tem a Ana Rita Carvalhais em 1.ª da lista de Leiria e tem, por Alcobaça, a Vanda Furtado Marques, ocupando a 5ª posição.
Como é sabido a nossa vereadora da CDU é professora de História, escritora e contadora de histórias e a sua participação na lista merece a todos nós uma mais-valia no voto certo e consequente.
Outra questão muito importante são as soluções programáticas, as causas que a CDU se compromete a defender a nível nacional, regional e local! O Programa eleitoral pode ser consultado aqui:
http://www.pcp.pt/sites/default/files/documentos/programa_eleitoral_pcp_legislativas_2015.pdf
Como sempre a CDU tem proposto e questionado na Assembleia da República, e junto do governo, assuntos fundamentais para o nosso concelho de Alcobaça: A urgência em aproveitar e rentabilizar as partes do Mosteiro de Alcobaça que estão em ruína ou abandonadas; o retomar da importância do concelho pelas questões da Fundação de Portugal e por poder ser Centro do Mundo de Cister; as respostas hospitalares, os novos hospitais e as respostas de qualidade de saúde na prevenção e nos Centros de Saúde; mais e melhor emprego com investimentos nacionais; a melhoria das Estradas Nacionais; a agricultura; a serra, os rios, o mar e o Litoral…
Queremos relevar, hoje, em 1.º plano, uma das soluções CDU sobre o Mosteiro de Alcobaça. Queremos trazer para Alcobaça o espólio que foi sucessivamente retirado do monumento que comemora os 25 anos de Património Mundial: pinturas magníficas; jóias; livros (os extraordinários códices) e outros bens de valor inestimável. Estado e Câmara têm de interagir nesta solução. Bem sabemos que pode não haver possibilidade de trazer os originais, mas pode ter cópias, pode ter digitalização e possibilidade de trabalhar um espaço onde se possa aperceber, recriando com inovação e criatividade, a dimensão impressionante do que foi espoliado a Alcobaça.
***
22fev2017
Via Ana Margarida Martinho
"Capela de Cristo Redentor ou de S. Pedro - Igreja da Abadia Cisterciense de Alcobaça
22fev2017
Via Ana Margarida Martinho
"Capela de Cristo Redentor ou de S. Pedro - Igreja da Abadia Cisterciense de Alcobaça
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1583471581666354&set=a.108234709190056.14166.100000105829295&type=3&theater
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Via Visit Alcobaça
do Bruno Januário
"Visita de Isabel II a Alcobaça
Hoje vamos mostrar-lhe um video inédito da Visita da Rainha Isabel II a Alcobaça.
Imagens a cores que mostram uma impressionante recepção de Sua Majestade a Terras de Alcobaça.
Um orgulho de ter tido ilustre visitante na Nossa Abadia. Junta-se assim a muitas outras personalidades públicas que Nos visitam e enchem de orgulho.
Venha você também visitar-nos, embeber este bocado de história, mas acima de tudo viver o presente que temos para lhe oferecer. Seja Bem-vindo a Alcobaça !!
Créditos:
Documentário realizado por José Espinho em 1957.
Original em depósito nos arquivos da Cinemateca Portuguesa."
o Video de José Espinho 1957Imagens a cores que mostram uma impressionante recepção de Sua Majestade a Terras de Alcobaça.
Um orgulho de ter tido ilustre visitante na Nossa Abadia. Junta-se assim a muitas outras personalidades públicas que Nos visitam e enchem de orgulho.
Venha você também visitar-nos, embeber este bocado de história, mas acima de tudo viver o presente que temos para lhe oferecer. Seja Bem-vindo a Alcobaça !!
Créditos:
Documentário realizado por José Espinho em 1957.
Original em depósito nos arquivos da Cinemateca Portuguesa."
da Visita da Rainha Isabel de Inglaterra ao Mosteiro
https://www.facebook.com/visitalcobaca/videos/984967844932615/?hc_ref=NEWSFEED
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Via
Pormenor da custódia da Real Abadia de Santa Maria de Alcobaça,
que se encontra no Museu Nacional de Arte Antiga.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=976062265803751&set=a.110275715715748.16388.100001999618135&type=3&theater
*
Via Carmen Jácome
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10203651093312274&set=p.10203651093312274&type=1&theater
Já agora deixo tb aqui uma das peças mais bonitas do nosso mosteiro infelizmente não se encontra lá, está no museu de arte antiga em Lisboa, talvez um dia a possamos ver por cá ."Custódia oferecida por Dom João Dornelas a Alcobaça"
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O ÓRGÃO DE TUBOS...
No outono vai haver exposição com peças do último órgão de tubos...(ESTÁ ABERTA DE 27feva julho2016) aqui estão o que foi exposto:
(foto d comissário da exposição: Jorge Pereira Sampaio)
O órgão qu' existiu...
O do séc.XVIII... 1730...
"foi feito por um marceneiro chamado Manuel Bento Gomes"...ardeu...depois...
Via Jorge Pereira Sampaio:
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10207437675565466&set=p.10207437675565466&type=1&theater
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Pe Duarte Nuno Morgado
Colocado no século XVIII penso eu... ou finais de XVII. Apeado cerca de 1929...
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- ***ver telas régias...11maio2009
11/05/2009
há 8 anos...Telas régias da Abadia de Alcobaça...
A versão da Câmara Municipal da Moita sobre a História das Telas Régias do Mosteiro de Alcobaça
Sexta, 30.Maio.2003
Declaração (para a acta) Nº307
Apresentada na reunião de 2 de Julho de 2001
A versão da Câmara Municipal da Moita sobre a História das Telas Régias do Mosteiro de Alcobaça
No salão nobre da Câmara Municipal da Moita estão algumas telas régias... Alertei para este facto, há muitos meses, por escrito...
Nem o Presidente Gonçalves Sapinho, nem a Vereadora Alcina Gonçalves “mexeram uma palha”, sobre este assunto que tem a ver com a história do nosso Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça... Cada um tem as suas prioridades...
Na última 5ª fª, tive o privilégio de conviver com João José de Almeida, Presidente da Câmara Municipal da Moita... Forneceu-me um conjunto de informações que anexo...
Há que fixar quem encomendou e quem foi o autor dos retratos: Abade Sebastião Sotomaior e Miguel António Amaral.
Também é curioso verificar que foi um proprietário moitense, Salvador Castanha, que foi buscar o valioso espólio, ao Depósito da Academia Real das Belas Artes. A Portaria de 17.8.1874 regista a permissão de adornar, com as referidas telas, a sala dos paços do concelho da Moita.
Finalmente, temos de agradecer, também, ao ex-funcionário da Câmara da Moita, aposentado, Joaquim Teles e ao Dr. Isidro, em 1947, a não destruição de tão valioso património...
Rogério Raimundo
Vereador C.M.Alcobaça***estes roubos...o espólio...a história de peça a peça...***via facebook:https://www.facebook.com/mnaa.lisboa/photos/a.10150493224067609.319857.273110967608/10150936855632609/








