03/08/2015

4.378.(3ag2015.11.33') O espólio do Mosteiro de Alcobaça

ai o espólio do Mosteiro de Alcobaça (que vos abRRaça)!!!
URGE tratar peça a peça...Os códices...As jóias...As pinturas...As esculturas...
As esculturas em terracota só por si...
A arqueologia... 
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19jul2019
(estava em Lisboa com o neto)
OS FOSSOS DE FUNDIÇÃO SINEIRA NO MOSTEIRO DE SANTA MARIA DE ALCOBAÇA
POR CARLA SANTOS E JOANA INOCÊNCIO 

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 III Ciclo de Conferências sobre Manuscritos de Alcobaça
1...25mAIo2019

Convite

A Diretora-Geral do Património Cultural, a Diretora do Instituto de Estudos Medievais da Universidade Nova de Lisboa e a Diretora do Mosteiro de Alcobaça convidam V.ª Exc.ª para a conferência inaugural do III Ciclo de Conferências sobre Manuscritos de Alcobaça, com o tema Traduções em Alcobaça e a sua atribuição, a ser proferida pelo Professor Doutor Aires A. Nascimento [Academia das Ciências de Lisboa], a qual se realiza no próximo dia 25 de maio, pelas 15 horas, na Sala das Conclusões do Mosteiro de Alcobaça.

Promovido pela Direção-Geral do Património Cultural/ Mosteiro de Alcobaça, em parceria com o Instituto de Estudos Medievais da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, no âmbito da boa prossecução do objetivo estratégico relativo ao posicionamento do Mosteiro de Alcobaça como centro de estudos e da divulgação da História e do Património espiritual e temporal da Ordem de Cister, esta terceira edição do Ciclo de Conferências sobre Manuscritos de Alcobaça, dedicado ao tema "Música e Liturgia", tem como principais objetivos a divulgação das mais recentes investigações sobre os códices da livraria do Mosteiro de Alcobaça, agora numa dimensão comparativa e contextualizada entre o local e o global, contando com a participação de reputados investigadores portugueses e espanhóis.
É intenção desta 3ª edição, à semelhança das anteriores, para além da aproximação do público em geral a este património tão vasto e complexo que constituiu parte fundamental da identidade da comunidade monástica cisterciense de Alcobaça, a sua internacionalização, enquadrando-se na estratégia global de gestão em curso deste monumento.
Esta iniciativa integra-se também no projeto de investigação "Horizontes cistercienses. Estudar e caracterizar um scriptorium medieval e a sua produção. Alcobaça. Identidades locais e uniformidade litúrgica em diálogo" (PTDC/ART-HIS/29522/2017), de que a DGPC/Mosteiro de Alcobaça é entidade parceira, e também nas linhas de investigação do IEM, em uma das suas principais missões: a divulgação da investigação junto dos mais variados públicos, uma investigação que sai da academia e, sem perder o seu rigor científico, se dissemina na promoção do património que é de todos nós mas que, por questões ligadas à sua fragilidade e conservação, é menos acessível ao público.
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II Ciclo de Conferências sobre Manuscritos de Alcobaça
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 I Ciclo de Conferências sobre Manuscritos de Alcobaça
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RELICÁRIO
The Gift
Altar...
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16Agosto2018
Bruno Januario
O Espelho do Céu...
Dentro do imponente mosteiro já na sua cabeça, eis que um pequeno corredor nos indica o caminho para algo misterioso, esse caminho é ladeado por magníficos azulejos e uma porta manuelina que nos cativa imediatamente pela sua impressionante beleza e grandeza.
Ao centro uma velha e enorme porta, só a chave pesa o que se espera dela, o peso da história em bruto. Graciosamente é concedido passagem e eis que me dou totalmente dentro de um novo mundo. Entre esta capela e a porta sou separado por uma espantosa sacristia com frescos no tecto que impressionam pela sua beleza e simplicidade, algo que me diz que onde vou entrar será marcado para sempre dentro de mim.
Atravesso a sacristia, e apenas que chego à pequena porta desta capela do relicário sinto um arrepio que em percorre toda a "espinha" como dizemos, os olhos querem verter uma lágrima mas não conseguem vergar, em todo o meu redor sou imediatamente imenso e levado ao reino dos céus, ao reino de outras glórias e tempos igualmente gloriosos.
São 89 as esculturas que ostentam relíquias dos santos e santas da grandiosa ordem de Cister, ao centro fica a N. Senhora de Alcobaça, a São Bento cabe o lado esquerdo enquanto ao S. Bernardo o lado direito.

É aqui que a luz vinda de um pequeno orifício vindo da abobada, toda ela em trabalhada preenchida com efeitos barrocos e religiosos que a mística se adensa, colocando um efeito indescritível dentro desta capela, tesouro único no mundo e em 360 graus é tudo o que vejo, de baixo acima, tudo se torna pequeno, tudo parece vir em minha direcção como que a levar-me para o outro lado.
O texto já vai longo, o que posso dizer é que todos devem pelo menos uma vez na vida, não só visitar este magnifico monumento, mas também esta capela. Tem um preço simbólico mas vale todos os cêntimos! 
 https://www.facebook.com/brunojanuario.photo/photos/a.324331614416152/995075297341777/?type=3&theater
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Comunicado de Imprensa da CDU.Alcobaça
22maio2017
NOTA DE IMPRENSA SOBRE  Achados Arqueológicos

À Comunicação Social
Aos e às Alcobacenses
Sobre os Achados Arqueológicos na obra do parque verde a CDU entende que a Câmara tem actuado bem, depois de ter sido alertada, nomeadamente pela CDU:
vai deixar mais alguns dias para reunir mais pareceres sobre o que o achado poderá ser;
aceitou a proposta da CDU para convidar a Arqueóloga, que está em obra, para vir a uma próxima reunião de câmara;
vai dar prioridade à investigação destes achados e integrará, para valorizar, este espaço de fruição pública…
A CDU também defendeu que, em breve, a câmara deve explicitar publicamente quais são as suas prioridades de investigação de outros achados da responsabilidade do município, tapados e protegidos há demasiado tempo…
A CDU também defende que deve haver envolvimento de outras instituições e personalidades alcobacenses, como é o caso da ADEPA, que têm espólios valiosos e encontrar formas de os tratar, expor e divulgar.
Finalmente a CDU reclamou que os achados da responsabilidade do Estado (no Mosteiro, do insigne alcobacense Manuel Vieira Natividade, espólio doado pela família…) também tivessem esse tratamento, conjunto do Estado com a Câmara Municipal…

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27ab2016
encontrei este vídeo
 da Maria Irene Marques, que intitulou: "é uma jóia branca na paisagem"...Mosteiro d' ALCOBAÇA que vos abRRaça
http://www.1001topvideos.com/historico-mosteiro-de-alcobaca/
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27fev2016
Verifiquei com Profs Serrão e Manuel Moura
como o século XVII e XVIII foram tão importantes na produção de pintura e escultura
no Mosteiros de Alcobaça e Cós...
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Falar com o escultor José Aurélio
Houve uma campanha para o ÓRGÃO DE TUBOS no tempo do movimento O REBATE
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10fev2016
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=6916a0d7-462d-477f-a7e8-9ddfebcb5591&edition=184
A propósito da vinda do Ministro da Cultura a Alcobaça
    Coordenadora Concelhia da CDU defende Alcobaça como centro do mundo de Cister
       
            Vereador Rogério Raimundo atento ás observações
             do ministro da Cultura no Claustro do Rachadouro 
    A propósito da vinda do ministro da Cultura a Alcobaça, a Coordenadora Concelhia da CDU renovou as traves mestras do que, no seu entender, os alcobacenses devem defender para o vetor estratégico da Cultura. “Tem de ser o Centro do Mundo de Cister. Os Mosteiros de Alcobaça e de Cós só por si revelam essa potencialidade. Falta a estrutura humana competente e motivada para o concretizar. A Câmara tem de reactivar a Associação de Municípios Portugueses de Cister”, defende.

       A CDU recorda que a Câmara pagou um estudo para se poder abrir um concurso para um hotel neste Claustro e que há muito reclama o “Abrir. Unir. Construir”. “Pressionámos a Câmara a abrir ao debate a estratégia que queremos para Alcobaça e em que o Mosteiro tem um dos papéis mais importantes e agregadores. Não gostámos que os representantes do Estado não reconhecessem o autor do estudo nem quem o pagou. Não queremos é que sejam só anúncios eleitoralistas. A CDU defende e quer obra e iniciativa”, sublinha.

       A coligação PCP-PEV lembra que o Mosteiro não tem só o Claustro do Rachadouro/Biblioteca em ruínas. “Não podemos ignorar o Claustro do Cardeal, a ex-zona do pomar, o jardim do Obelisco, o terreno da ex-serração. Preferimos que o Mosteiro esteja vivo e bem ocupado. A CDU fez propostas para os claustros em ruína e para outras propriedades do Estado que estão abandonadas. A Câmara tem de ser mais exemplar no seu território qualificando-o ao pormenor”, prossegue o comunicado.

       A CDU lembra a importância de se identificar todo o valioso espólio levado do Mosteiro de Alcobaça e de alguma forma, progressivamente, ser trazido para Alcobaça, recreando, copiando, digitalizando e tornando a sua consulta e fácil a sua observação e análise, para legitimar Alcobaça como centro do mundo de Cister.

       “Temos a Academia de Música e de Dança, temos o Cistermúsica com muita “prata da casa” em músicos e dançarinos. Temos um movimento associativo forte com 5 bandas filarmónicas, várias orquestras e escolas de música. Temos várias colectividades de cultura e recreio. Temos extraordinários músicos e compositores. Temos os The Gift. Temos a ADEPA para o património. Temos a SAMarionetas. Temos escultores, pintores, designers, fotógrafos e criadores em todas as frentes. Temos escritores, poetas, Feiras do Livro, o Books and Movies, o Alcreative , Casas de Cultura, tertúlias, círculos de leitura e os Amigos das Letras. Temos toda a razão e condições para fazer d’ Alcobaça Terra d’ Arte e d’ Artistas”, defende.

       Para a CDU, “a importância de Alcobaça na fundação da nacionalidade também tem de ser evidenciada e trazida, muito mais e outra acutilância, à colação. A CDU, há muito, que propôs que, por exemplo, o 10 de Junho fosse comemorado em Alcobaça.

       Aqui temos um conjunto de questões centrais que devem unir todos os alcobacenses, de forma a termos desenvolvimento estruturado e sustentável na nossa história, no nosso Património, fazendo do nosso concelho cada vez mais desenvolvido em todas as frentes, com a Cultura a cumprir o seu papel”, conclui.

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    8fev2016
    http://cister.fm/cister/noticias/comunicado-da-cdu-17/
    cdu
    Alcobaça tem de ser o centro do mundo de Cister.
    Mosteiro tem muito mais que o Rachadouro para Hotel.
    Terra d’ Arte e d’ Artistas.
    A fundação da nacionalidade.
    A propósito da vinda do Ministro da Cultura a Alcobaça, a CDU renovou as traves mestras do que devemos defender em Alcobaça para o vector estratégico da Cultura.
    Tem de ser o Centro do Mundo de Cister. Os Mosteiros de Alcobaça e de Cós só por si revelam essa potencialidade. Falta a estrutura humana competente e motivada para o concretizar..
    A Câmara tem de reactivar a Associação de Municípios Portugueses de Cister.
    A Câmara pagou um estudo para se poder abrir um concurso para um hotel neste Claustro. Há muito que reclamamos o ABRIR. UNIR.CONSTRUIR. Pressionámos a Câmara a abrir ao debate a estratégia que queremos para Alcobaça e em que o Mosteiro tem um dos papéis mais importantes e agregadores. Não gostámos que os representantes do Estado não reconhecessem o autor do estudo nem quem o pagou. Não queremos é que sejam só anúncios eleitoralistas. A CDU defende e quer obra e iniciativa.
    O mosteiro não tem só o Claustro do Rachadouro/Biblioteca em ruínas. Não podemos ignorar o Claustro do Cardeal, a ex-zona do pomar, o jardim do Obelisco, o terreno da ex-serração. Preferimos que o Mosteiro esteja vivo e bem ocupado. A CDU fez propostas para os claustros em ruína e para outras propriedades do Estado que estão abandonadas. A Câmara tem de ser mais exemplar no seu território qualificando-o ao pormenor.
    A CDU lembra a importância de se identificar todo o valioso espólio levado do Mosteiro de Alcobaça e de alguma forma, progressivamente, ser trazido para Alcobaça, recreando, copiando, digitalizando e tornando a sua consulta e fácil a sua observação e análise. Legitimar Alcobaça como centro do mundo de Cister.
    Temos a Academia de Música e de Dança, temos o Cistermúsica com muita “prata da casa” em músicos e dançarinos. Temos um movimento associativo forte com 5 bandas filarmónicas, várias orquestras e escolas de música. Temos várias colectividades de cultura e recreio. Temos extraordinários músicos e compositores. Temos os The Gift. Temos a ADEPA para o património. Temos a SAMarionetas. Temos escultores, pintores, designers, fotógrafos e criadores em todas as frentes. Temos escritores, poetas, Feiras do Livro, o Books and Movies, o Alcreative , Casas de Cultura, tertúlias, círculos de leitura e os Amigos das Letras. Temos toda a razão e condições para fazer d’ ALCOBAÇA Terra d’ Arte e d’ Artistas.
    A importância de Alcobaça na fundação da nacionalidade também tem de ser evidenciada e trazida, muito mais e outra acutilância, à colação. A CDU, há muito, que propôs que, por exemplo, o 10 de Junho fosse comemorado em Alcobaça.
    Aqui temos um conjunto de questões centrais que devem unir todos os alcobacenses, de forma a termos desenvolvimento estruturado e sustentável na nossa história, no nosso Património, fazendo do nosso concelho cada vez mais desenvolvido em todas as frentes, com a Cultura a cumprir o seu papel.
    Pel’ A COORDENADORA CONCELHIA DA CDU
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    12jul2018...21.44.12”...conCERto com uma envolvente especial...cisTERmúsica...Orquestra com tanta juventude!!!...Frederica Vieira Campos na Harpa...Yang Liu no Violino...Quorum Ballet com coreografia inspirada no exército de terracota de Shi Huang...NOITE INESQUECÍVEL!!!
     Foto de Rogério Manuel Madeira Raimundo.
     https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10214964774424281&set=pcb.10214964775584310&type=3&theater
     Foto de Rogério Manuel Madeira Raimundo.
    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10214965184994545&set=pcb.10214964775584310&type=3&theater
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    6,7 e 8 jul2018
    No II congresso dos Mosteiros Cistercienses...1 tRIO de alcobacenses (Sofia Rilhó e João d' Oliva Monteiro) apresentou a solução para o Museu de Alcobaça, na Ala Norte...
    Já apresentou a proposta há vários anos...
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    mAIo2018
    No seminário sobre Cerâmica, ouvi, de relance, uma Professora que trabalha em Évora
    a rELEVAR a importância da escultura em terracota do mosteiro de Alcobaça
    Que merecia, só por si, uma atenção especial... Um projecto especial!!!
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    01/02/2010


    Vou voltar a pressionar o PCâmara...Claustro do Rachadouro, todo o r/c passa a armazém do Ministério da Cultura


    Além do que postei em 27 de Jan de 2010

    Mosteiro d'alcobaça com os restos do Museu dos Coches...
    Ontem passei na R. D. Pedro V e vi 2 camiões enormes a descarregarem restos do Museu dos Coches...O que vi parecia-me restos de exposições...7 camiões que ainda virão????Mas que é isto???É para isto que serve o Mosteiro Património da Humanidade???E ninguém se revolta???Vou de imediato pressionar o Presidente da Câmara...........................

    Hoje voltei a pressionar o Presidente Paulo Inácio e vou pressionar o PCP...
    De fonte anónima:
    "Trata-se de espólio valioso do Instituto de Arqueologia ...
    ...Houve obras para receber...
    Tudo foi tratado ao alto nível...
    O colóquio de Julho foi uma fraude...
    Não se pode comprometer o futuro do Mosteiro...

    Com despacho do 1º ministro e da ministra da Cultura, vêm 100 contentores para a Abadia de Alcobaça...
    vem tudo o que estava em armazém, em Alhandra, pago a 20 mil euros mês...
    Acho que virão postais e livros sobre Amália, que naturalmente serão destruídos pela humidade..."

    Como podemos aceitar que depois destes anos aos ratos, o Mosteiro de Alcobaça fique com + esta penalização?Temos que nos unir e tomar posição contra este atentado ao Património da Humanidade, a ser verdade a informação recolhida, concretizado pelo 1º ministro e pelo Ministério da Cultura.
    ..................
    "JERO"postou assim:
    segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010

    M174-PASSÁMOS DE QUARTEL A ASILO E AGORA SOMOS ARRECADAÇÃO

    Passámos de Quartel a Asilo e agora somos Arrecadação?
    Respiguei do blog de Rogério Raimundo
    http://www.uniralcobaca.blogspot.com/
    1 de Fev de 2010
    Claustro do Rachadouro, todo o r/c passa a armazém do Ministério da Cultura
    Além do que postei em 27 de Jan de 2010Mosteiro d'alcobaça com os restos do Museu dos Coches...Ontem passei na R. D. Pedro V e vi 2 camiões enormes a descarregarem restos do Museu dos Coches...O que vi parecia-me restos de exposições...7 camiões que ainda virão????Mas que é isto???É para isto que serve o Mosteiro Património da Humanidade???E ninguém se revolta???Vou de imediato pressionar o Presidente da Câmara...........................Hoje, 1 de Fev., voltei a pressionar o Presidente Paulo Inácio e vou pressionar o PCP...De fonte anónima:"Trata-se de espólio valioso do Instituto de Arqueologia ......Houve obras para receber...Tudo foi tratado ao alto nível...O colóquio de Julho foi uma fraude...Não se pode comprometer o futuro do Mosteiro... Com despacho do 1º ministro e da ministra da Cultura, vêm 100 contentores para a Abadia de Alcobaça...vem tudo o que estava em armazém, em Alhandra, pago a 20 mil euros mês...Acho que virão postais e livros sobre Amália, que naturalmente serão destruídos pela humidade..."Como podemos aceitar que depois destes anos aos ratos, o Mosteiro de Alcobaça fique com + esta penalização?Temos que nos unir e tomar posição contra este atentado ao Património da Humanidade, a ser verdade a informação recolhida, concretizado pelo 1º ministro e pelo Ministério da Cultura.
    ……#......
    Esta lamentável história compromete para as "calendas" a recuperação dessa parte do nosso Mosteiro.
    O que mais nos irá acontecer!?
    Passámos de Quartel a Asilo e agora somos Arrecadação?
    A população de Alcobaça tem de saber o que se está a passar e fazer alguma coisa.
    Temos que ir para a frente do Mosteiro manifestar a nossa indignação.
    O que mais nos irá acontecer!?
    JERO
    http://jeroalcoa.blogspot.com/2010/02/m174-passamos-de-quartel-asilo-e-agora.html#comments
    .................................
    Tinta Fresca:

    Alcobaça


    IGESPAR garante que depósito de material arqueológico no Mosteiro é temporário
    O material depositado nos últimos dias no Claustro do Rachadouro do Mosteiro de Alcobaça é proveniente dos Serviços de Arqueologia do Ministério da Cultura e não do Museu dos Coches, apurou o Tinta Fresca junto do IGESPAR. Maria Resende adiantou que se trata de um depósito temporário até que estejam terminadas as obras de adaptação na Fábrica Nacional de Cordoaria, para onde transitarão os Serviços de Arqueologia do Ministério da Cultura e o Museu Nacional de Arqueologia, que deixará de estar sedeado no Mosteiro dos Jerónimos. Contudo, as explicações do IGESPAR não satisfazem o vereador Rogério Raimundo, que continua a contestar esta operação de depósito de materiais alheios ao monumento Património Mundial da UNESCO. A mudança deve-se ao facto dos Serviços de Arqueologia (ex-Instituto Português de Arqueologia) estarem localizados nos terrenos onde irá ser erigido o novo edifício do Museu dos Coches. A assessora de imprensa do IGESPAR desvalorizou a polémica, considerando-a mesmo “uma não notícia”, considerando ser normal que o Ministério da Cultura utilize espaços que não estão adstritos à fruição do público. Contudo, recusou a ideia de que o Mosteiro de Alcobaça estará a ser utilizado como “armazém”, adiantando que o próprio Palácio da Ajuda, sede do Ministério da Cultura, recebeu uma parte deste espólio. Maria Resente discorda também que esta ocupação com materiais alheios ao Mosteiro contrarie o espírito do workshop realizado em Julho sobre as futuras ocupações do monumento Património da Humanidade, revelando que ela própria esteve presente e que uma ocupação temporária não compromete futuras ocupações deste claustro com outros propósitos. Quem não ficou convencido com estas explicações foi o vereador Rogério Raimundo, que denunciou o caso, depois de ele próprio ter testemunhado o descarregamento de um camião com material para o Claustro do Rachadouro. Estas instalações encontram-se devolutas desde Fevereiro de 2002, quando o antigo Lar Residencial de Alcobaça encerrou, transitando a tutela do Ministério do Trabalho e Segurança Social para o Ministério da Cultura. “Sabemos como são as ocupações temporárias”, comentou o autarca da CDU adiantou ao Tinta Fresca, manifestando assim receio que o material se eternize no Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça. Questionada sobre a data provável de regresso dos materiais agora depositados, a assessora de imprensa do IGESPAR recusou adiantar uma data concreta, mas garantiu não haver risco de degradação do material agora depositado no Claustro do Rachadouro, um local sujeito a elevada humidade e grandes variações térmicas. Contudo, Rogério Raimundo garantiu ao Tinta Fresca que o espólio, consituído por 100 contentores, contém, entre outros materiais perecíveis, livros e postais sobre Amália, informação que lhe foi transmitida pelos próprios funcionários encarregados do transporte. Rogério Raimundo adiantou que, logo que se apercebeu da movimentação de camiões junto ao monumento tentou entrar em contacto com a directora do Mosteiro, mas foi informado de que esta se encontrava de baixa, tendo também comunicado o facto ao presidente da Câmara Municipal de Alcobaça. O Tinta Fresca tentou também contactar o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça durante a tarde de terça-feira, mas o telemóvel do autarca esteve sempre desligado. Mário Lopes
    02-02-2010
    http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1443406230115093379&postID=1375580562923361778
    ............
    in cister.fm
    2010-02-03 16:36:00
    Governo está a transformar Claustro do Rachadouro num depósito.
    O Governo está a transformar o Claustro do Rachadouro, no Mosteiro de Alcobaça, num depósito de “restos do Museu dos Coches”.
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    A afirmação é de Rogério Raimundo, vereador da CDU, e surge depois de ter constatado que camiões com restos de exposições estão a despejar toneladas de materiais no Mosteiro, desde o passado dia 27 de Janeiro.
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    O vereador da CDU mostra-se indignado com a situação e recorda que «durante as negociações com o IGESPAR sobre a ocupação dos espaços devolutos do monumento cisterciense, nunca se abordou a possibilidade de virem a servir de armazém, mas antes de soluções mais nobres».
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    A instalação de restos do Museu dos Coches num Monumento da UNESCO decorre, alegadamente, do facto de o Ministério da Cultura não estar disposto a continuar a pagar uma renda mensal de 20 mil euros por um pavilhão em Alhandra, que utilizava para colocar restos de colecções.
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    O vereador da CDU já questionou o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça sobre o assunto, mas Paulo Inácio alegou «desconhecimento da matéria».
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    Segundo uma «fonte anónima», que contactou Rogério Raimundo, o que está a ser depositado no Mosteiro de Alcobaça «é um espólio valioso do Instituto de Arqueologia», tendo o assunto sido «tratado ao mais alto nível».
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    Ainda segundo Rogério Raimundo, «serão, no total, cerca de 100 camiões de material que irão para o Mosteiro de Alcobaça».
    .
    A rádio Cister contactou a direcção do Mosteiro de Alcobaça por causa deste assunto, que remeteu todas e quaisquer informações para o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico.
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    A foto é do jovem fotógrafo Miguel Prudente (que relevei em postagem anterior).

    24/01/2009


    2. Cultura

    2.Cultura.Capital permanente da Cultura. Terra d’Arte e d’Artistas.
    O Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Alcobaça, praticamente, não existe, na forma como nós, na CDU, entendemos que deve ser tratada esta frente estratégica! O concelho deve evidenciar-se como Centro Permanente de Eventos e Acontecimentos Culturais, ricos na sua diversidade. O Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, como jóia que atrai milhares de visitantes, tem que ser potenciado com um envolvimento estratégico, do Turismo Cultural. Não houve qualquer debate sobre esta matéria na Câmara ou na Assembleia Municipal ou noutro espaço de encontro de autarcas e munícipes durante estes 10 anos e 9 meses. Poucos conhecem, até hoje, uma linha do que a empresa “Quaternaire” produziu em 2001. Não houve o procurar do consenso nos caminhos a seguir. Não houve envolvimento das associações (e das pessoas... dos alcobacenses...) que promovem a cultura, todos os dias do ano, no nosso concelho... Apesar da mini estrutura de trabalhadores que o Pelouro da Cultura tem, podemos, contudo, assinalar, alguns factos, pontuais, positivos, onde todos nos revemos: os excelentes concertos da Dulce Pontes, Rui Veloso, Madredeus, The Gift, Mário Laginha e Maria João Pires... Os espectáculos com os cantores líricos alcobacenses, Luís Peças e Fernando Serafim... As edições do Cistermúsica... Os espectáculos promovidos em parceria com o IPAE ou com o Gabinete da Universidade de Coimbra... A Biblioteca Municipal, com a sua equipa está a produzir muita iniciativa cultural que saúdo. As Feiras do livro e as várias edições que a Câmara apoiou também mereceram o meu aplauso em particular o excelente Roteiro elaborado pela ADEPA. Outros acontecimentos inesquecíveis, foram da iniciativa de associações mas que teve, muito bem, o apoio logístico e financeiro da CMA. A jornada de reflexão promovida pelo REBATE, “ALCOBAÇA, QUE MUSEUS?”, trouxe ao concelho, especialistas, que deram o mote para as pérolas e jóias de diferentes matizes que possuímos e não fazemos render... Este seminário indicou soluções e caminhos para Alcobaça, ECOMUSEU!!!... Devido à iniciativa do Prof. Aníbal Freire tivemos bons momentos com o acordeão em destaque... Os SAMarionetas realizaram vários Festivais anuais com grande qualidade e o ano de 2008 é espantoso de criação e de 256 espectáculos em 53 localidades... As bandas e outras associações foram apoiadas, poucochinho, em eventos de grande qualidade...Também reconhecemos que houve um claro e progressivo crescimento de apoio às colectividades, nos subsídios anuais atribuídos, nas áreas da música, do teatro, do património, do folclore. Como é que a C.M. Alcobaça pode contribuir para avançarmos, mais e melhor, neste frente da Cultura?2.1. Criando o Conselho Local PRÓ - CULTURA com representantes do IPPAR/ Museu de Santa Maria de Alcobaça (só ganhamos em trabalhar lado a lado...), das Freguesias, das Escolas, das colectividades culturais, de Movimentos Cívicos e personalidades ligadas à Arte e à Literatura... Este órgão ajudaria a definir as grandes linhas de actuação do município nesta área e seria espaço de encontro e de aproximação de todos os agentes culturais do concelho...2.2. Constituindo uma Divisão Qualificada que pudesse produzir, implementar e coordenar iniciativas, acções e estudos... Que saísse dos gabinetes e fosse para o território onde cresce e germina cultura... Para termos força, temos de ter estrutura!!!2.3. Promovendo Semanas/Meses Temáticas(os), ao longo do ano, e não se contentar, apenas, com o mês do Cistermúsica ou com os Doces Conventuais... Dando mais força ao que já existe: marionetas e o acordeão... Fomentando a Leitura e implementando Concursos Literários Locais e um de impacto nacional... Elaborando percursos pedestres temáticos para quem está ou visita Alcobaça... Criando itinerários com programas aliciantes, de turismo, lazer, gastronomia e cultura, mais ou menos completo, com guias, transportes, espectáculos... A interligação entre a cultura, o turismo, o comércio, a indústria é vital…2.4. Incentivando as parcerias com o movimento associativo, nomeadamente com a Nova União das Colectividades... Os festivais de música tradicional não podem ficar esquecidos mais tempo... Já salientámos, na frente da Juventude tantos programas culturais... A dinâmica das acções de formação para Animadores Culturais para as freguesias e para as colectividades deveria estar sempre presente para o trabalho continuado... Não devia esquecer os grandes artistas Alcobacenses, encomendando obras que valorizem as praças e os edifícios de todo o concelho... Promovendo o encontro e a exposição de trabalhos, nomeadamente dos Artistas Plásticos, dos criativos Alcobacenses... Implementando com as magníficas empresas que temos no nosso concelho exposições de trabalhos com os nossos prestigiados cerâmicos, artistas do vidro e do cristal2.5. Elaborando a Carta Municipal dos Equipamentos Culturais, sem esquecer e valorizar os que são propriedade de associações e instituições públicas e privadas.
    2.6. Elaborando critérios objectivos de apoio para as obras das colectividades culturais. Os incentivos à produção do teatro, da música, da dança, do folclore teriam que ser multiplicados na medida em que o investimento na qualidade de vida das pessoas é essencial... Os critérios para a produção de eventos ou para as secções culturais das colectividades têm que ser transparentes...2. 7. Multiplicando acções de informação simples e eficazes, sem esquecer as páginas de anúncio na comunicação social e na Net... 2.8. Alcobaça – Capital Nacional da Cultura foi uma das grandes propostas das eleições de 2001.Fomos nós na CDU que a apresentámos. Mas o vector estratégico com a força cultural de Cister, podia galvanizar eventos a curto, médio e longo prazo que nos comprometessem em desenvolvimento integrado com as parcerias necessárias: governo, empresas, instituições. Nós todos queremos construir um concelho coeso, forte, justo e bem ligado à sua sede. Há projectos que podem envolver todos os Alcobacenses. Fazer da nossa terra uma região atractiva para a panóplia de valores que temos: mar, rios, lagoa, serra, pedra especial, matas e pinhais, cerâmica, cristal, marro quinaria, calçado, mobiliário, moldes, mercados, fruta saborosa, hortícolas, desportos náuticos e de asa delta... Mas o enfoque nuclear tem que ser dado na Terra de Cultura, de Património Rico, com Centros Históricos qualificados, animados e habitados, onde dá gosto viver...2.9.Não se vai contactar o IGESPAR e o ministro da Cultura? Onde está o municipal, o nacional e o mundial da nossa cidade sede do concelho de Alcobaça? A proposta da CDU “Alcobaça Abraça o Mosteiro” pelos vistos só será implementada quando formos nós a governarmos o concelho!2.10. Quando desarmamos, pacificamente, o IGESPAR e ficamos com o espaço do ex-lar residencial para concretizarmos a osmose da “porosidade” (do Arq. Byrne)?

    2.11.Armazém das Artes
    Se a CDU fosse poder em Alcobaça teria em conta a figura ímpar, o talento do prestigiado, reputadíssimo, escultor José Aurélio e faria parceria activa com a Fundação que ele criou, em 2007: “O Armazém das Artes”.
    O que José Aurélio fez sozinho sem apoios em Alcobaça seria feito, em plena parceria, por outro município ávido de ter museus vivos e arte de qualidade para os seus munícipes poderem fruir. Quanto valia o prédio? Quanto foi a obra do Arq. Charters? Qual é o valor das obras fixas de José Aurélio? Quanto vale mais um auditório no centro da cidade? Quanto valem as iniciativas concretas deste 1º ano de funcionamento deste espaço?
    O que a Fundação Armazém das Artes quer é o que autarquia deve querer. Implementar actos culturais dos mais diversificados e nas mais diferentes expressões culturais. Com talentos individuais e de grupo. Com parcerias com os alfobres das escolas.
    Naturalmente, um dia, perpetuará a figura e a obra do seu impulsionador, na memória colectiva!
    Percorremos outras cidades de Portugal e do mundo e vimos uma especial atenção, das autarquias, em valorizar as casas dos artistas que produziram e criaram na sua terra, mostrando saber potenciar o que têm.Estranhamos que a maioria PSD não tenha tido a devida atenção para esta Fundação em 2007. Esperamos no início de 2008 que este ano e os seguintes tenham outros caminhos de parceria e entendimento no interesse fundamental do desenvolvimento cultural de Alcobaça.
    ***
    13jul2015
    http://cister.fm/cister/noticias/politica/vanda-marques-na-lista-de-candidatos-a-deputados-da-cdu/
















    Vanda Marques na lista de candidatos a deputados da CDU



    Vanda Furtado Marques é candidata a deputada pela CDU.
    Ela e a CDU irão defender as causas de Alcobaça na Assembleia da República. O espólio do Mosteiro.
    A CDU apresentou a equipa de pessoas, a lista de candidatos a deputados, que irão interpretar as soluções que temos para o País. São 10 que vão ser eleitos pelo distrito de Leiria. Poucos sabem que o voto de cada um não é para 1.º ministro é para pessoas concretas. A CDU tem a Ana Rita Carvalhais em 1.ª da lista de Leiria e tem, por Alcobaça, a Vanda Furtado Marques, ocupando a 5ª posição.
    Como é sabido a nossa vereadora da CDU é professora de História, escritora e contadora de histórias e a sua participação na lista merece a todos nós uma mais-valia no voto certo e consequente.
    Outra questão muito importante são as soluções programáticas, as causas que a CDU se compromete a defender a nível nacional, regional e local! O Programa eleitoral pode ser consultado aqui:
    http://www.pcp.pt/sites/default/files/documentos/programa_eleitoral_pcp_legislativas_2015.pdf
    Como sempre a CDU tem proposto e questionado na Assembleia da República, e junto do governo, assuntos fundamentais para o nosso concelho de Alcobaça: A urgência em aproveitar e rentabilizar as partes do Mosteiro de Alcobaça que estão em ruína ou abandonadas; o retomar da importância do concelho pelas questões da Fundação de Portugal e por poder ser Centro do Mundo de Cister; as respostas hospitalares, os novos hospitais e as respostas de qualidade de saúde na prevenção e nos Centros de Saúde; mais e melhor emprego com investimentos nacionais; a melhoria das Estradas Nacionais; a agricultura; a serra, os rios, o mar e o Litoral…
    Queremos relevar, hoje, em 1.º plano, uma das soluções CDU sobre o Mosteiro de Alcobaça. Queremos trazer para Alcobaça o espólio que foi sucessivamente retirado do monumento que comemora os 25 anos de Património Mundial: pinturas magníficas; jóias; livros (os extraordinários códices) e outros bens de valor inestimável. Estado e Câmara têm de interagir nesta solução. Bem sabemos que pode não haver possibilidade de trazer os originais, mas pode ter cópias, pode ter digitalização e possibilidade de trabalhar um espaço onde se possa aperceber, recriando com inovação e criatividade, a dimensão impressionante do que foi espoliado a Alcobaça.
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    22fev2017
    Via Ana Margarida Martinho 
    "Capela de Cristo Redentor ou de S. Pedro - Igreja da Abadia Cisterciense de Alcobaça 
    Assinalando a Festa da Cátedra de Pedro (22 de fevereiro), deixo o registo do programa decorativo seiscentista da capela de Cristo Redentor ou de S. Pedro. A mesma está situada no transepto sul da igreja abacial de Alcobaça, ou seja, a primeira capela do lado da Epístola; inicialmente dedicada a S. Bento. O retábulo de talha dourada emoldurava o conjunto escultórico de Cristo com os Apóstolos, representando a cena bíblica da entrega da Chave do Céu a Pedro: "Tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do abismo nada poderão contra ela. Dar-te-ei as chaves do Reino do Céu e tudo o que desligares na Terra será desligado no Céu (Mt 16, 18-20). As esculturas que integram o conjunto foram modeladas em terracota, integrando a grande produção de imagens de barro cozido, dourado e policromado, que assume um carácter singular e excepcional no complexo monástico de Alcobaça, em finais do século XVII. A estrutura foi desmontada em 1932, no âmbito das obras de restauro estilístico empreendidas pela Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, a partir de 1929."


    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1583471581666354&set=a.108234709190056.14166.100000105829295&type=3&theater
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    Via Visit Alcobaça
    do Bruno Januário
    "Visita de Isabel II a Alcobaça
    Hoje vamos mostrar-lhe um video inédito da Visita da Rainha Isabel II a Alcobaça.
    Imagens a cores que mostram uma impressionante recepção de Sua Majestade a Terras de Alcobaça.
    Um orgulho de ter tido ilustre visitante na Nossa Abadia. Junta-se assim a muitas outras personalidades públicas que Nos visitam e enchem de orgulho.
    Venha você também visitar-nos, embeber este bocado de história, mas acima de tudo viver o presente que temos para lhe oferecer. Seja Bem-vindo a Alcobaça !!

    Créditos:
    Documentário realizado por José Espinho em 1957.
    Original em depósito nos arquivos da Cinemateca Portuguesa."
    o Video de José Espinho 1957
    da Visita da Rainha Isabel de Inglaterra ao Mosteiro
    https://www.facebook.com/visitalcobaca/videos/984967844932615/?hc_ref=NEWSFEED
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    Via
    Pormenor da custódia da Real Abadia de Santa Maria de Alcobaça, 
    que se encontra no Museu Nacional de Arte Antiga.

    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=976062265803751&set=a.110275715715748.16388.100001999618135&type=3&theater
    *
    Via Carmen Jácome

    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10203651093312274&set=p.10203651093312274&type=1&theater
    Já agora deixo tb aqui uma das peças mais bonitas do nosso mosteiro infelizmente não se encontra lá, está no museu de arte antiga em Lisboa, talvez um dia a possamos ver por cá ."Custódia oferecida por Dom João Dornelas a Alcobaça"
    ***
     O ÓRGÃO DE TUBOS...
    No outono vai haver exposição com peças do último órgão de tubos...(ESTÁ ABERTA DE 27feva julho2016) aqui estão o que foi exposto:

    (foto d comissário da exposição: Jorge Pereira Sampaio)
    O órgão qu' existiu...
    O do séc.XVIII... 1730...
    "foi feito por um marceneiro chamado Manuel Bento Gomes"...ardeu...depois...
    Via Jorge Pereira Sampaio:

    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10207437675565466&set=p.10207437675565466&type=1&theater
    **
    Pe Duarte Nuno Morgado 
    Colocado no século XVIII penso eu... ou finais de XVII. Apeado cerca de 1929...
    **

      • André Varela Remígio O órgão data da década de 1730 e foi feito por um marceneiro chamado Manuel Bento Gomes. Penso que foi apeado em 1930 ou pouco depois. Pouco resta, para além das armas e alguns elementos decorativos.
        Gosto · 2 · 16 min · Editado
      • Pe Duarte Nuno Morgado Obrigado André! Eu não disse bem porque não procurei, pois de facto o órgão já foi colocado após as invasões... Talvez eu me referisse ao anterior... atribuído a um monge (?). Deste só conheço uns anjos músicos e as armas. Tudo arrumado em lugares diferentes no mosteiro.
        Gosto · 1 · 21 min
      • André Varela Remígio Enganei me a escrever. É 1730. Em 1811, um órgão positivo que existia ardeu. Sobre a arrumação das peças, não tecerei qualquer comentário publicamente, porque não me cabe dizê-lo. A sua ideia de um núcleo Museologico com as peças originárias do mosteiro e actualmente pertencentes a famílias alcobacenses é muito interessante...
      • Pe Duarte Nuno Morgado Ah! Então até fiquei confuso porque como depois das invasões o cadeiral dos monges de coro desapareceu pensei que este seria outro posterior, mas então era o mesmo, atribuído a um monge entalhador, creio eu. E o positivo ardeu... não sabia disso!:-D A ideia do núcleo
        Gosto · 7 min
      • Jorge Pereira de Sampaio André Varela Remígio, as peças que restam - brasão e quatro anjos músicos - estão montados há meses para a exposição que inagurará, parece, em Setembro ou Outubro.Rogério Manuel Madeira Raimundo, já aqui tem a resposta, dada pelo André. Abrs











    • *** 
      ver telas régias...11maio2009

      11/05/2009


      há 8 anos...Telas régias da Abadia de Alcobaça...

      A versão da Câmara Municipal da Moita sobre a História das Telas Régias do Mosteiro de Alcobaça
      Sexta, 30.Maio.2003

      Declaração (para a acta) Nº307
      Apresentada na reunião de 2 de Julho de 2001
      A versão da Câmara Municipal da Moita sobre a História das Telas Régias do Mosteiro de Alcobaça
      No salão nobre da Câmara Municipal da Moita estão algumas telas régias... Alertei para este facto, há muitos meses, por escrito...
      Nem o Presidente Gonçalves Sapinho, nem a Vereadora Alcina Gonçalves “mexeram uma palha”, sobre este assunto que tem a ver com a história do nosso Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça... Cada um tem as suas prioridades...
      Na última 5ª fª, tive o privilégio de conviver com João José de Almeida, Presidente da Câmara Municipal da Moita... Forneceu-me um conjunto de informações que anexo...
      Há que fixar quem encomendou e quem foi o autor dos retratos: Abade Sebastião Sotomaior e Miguel António Amaral.
      Também é curioso verificar que foi um proprietário moitense, Salvador Castanha, que foi buscar o valioso espólio, ao Depósito da Academia Real das Belas Artes. A Portaria de 17.8.1874 regista a permissão de adornar, com as referidas telas, a sala dos paços do concelho da Moita.
      Finalmente, temos de agradecer, também, ao ex-funcionário da Câmara da Moita, aposentado, Joaquim Teles e ao Dr. Isidro, em 1947, a não destruição de tão valioso património...
      Rogério Raimundo
      Vereador C.M.Alcobaça
      ***
      estes roubos...
      o espólio...
      a história de peça a peça...
      ***
      via facebook: 
      https://www.facebook.com/mnaa.lisboa/photos/a.10150493224067609.319857.273110967608/10150936855632609/


      Portugal, século XV
      Prov. Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, 1883
      MNAA, inv.87 our



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      • No Museu Nacional de Arte Antiga decorreu exposição de peças.jóias preciosas retiradas do nosso Mosteiro de Alcobaça...Museu Nacional de Arte Antiga Descubra esta e outras peças na exposição "THESAURUS. A Ourivesaria Sacra da Real Abadia de Alcobaça" até 2 de Dezembro 2012 na Sala do Tecto Pintado no MNAA-Museu Nacional de Arte Antiga
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      • Rogério Manuel Madeira Raimundo o que foi retirado do mosteiro...este espólio "emigrado"...o que há a fazer grande diretor do nosso mosteiro de alcobaça???
        há 7 horas · Gosto · 1
      • Philippe Martins Século XV ! Fantástico trabalho de ourivesaria.
        há 7 horas · Gosto · 1
      • Nuno Fox espero que esteja devidamente protegida, roubos de museus sao frequentes por grupos profissionais, e ja pouco resta em Portugal...
      • Jorge Pereira de Sampaio meu caro Rogério Manuel Madeira Raimundo, nada há a fazer. estão neste momento em exposição algumas peças oriundas do MA mas que de cá saíram ainda no século 19 e integram os principais museus nacionais. claro que era bonito e importantissimo pdermos tê-las mas para além de não ser viável, ainda que fosse, veja bem: como se trataria da sua segurança? só com um investimento gigante. não temos, infelizmente, espaços preparados para receber peças deste género. bem que gostaria, claro, nem que fosse numa temporária mas para serem criadas condições, seria caro. abraço
        há 3 horas · Gosto · 1
      • Rogério Manuel Madeira Raimundo Jorge: temos de conversar melhor...temos de ir historiando cada peça, onde está, onde estava na abadia...Alcobaça tem de perceber do que foi roubada estes anos tds!!!...aquel'abRR ação






    02/08/2015

    5.734.(2ag2015.7.7') Winston Churchill

    nasceu a 30nov1874
    e morreu a 24jan1965
    ***
    Foi eleito, em 2002, pela BBC o maior britânico de todos os tempos...
    ***
     Dirigiu a sangrenta política de dominação colonialista britânica na África do Sul
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     1953  ganhou o Prémio Nobel de Literatura
    ***
    “ A democracia é a pior forma de governo imaginável, à excepção de todas as outras que foram experimentadas.
    ***
    9ouTUbro1944
    STALIN, CHURCHILL E O MUNDO REPARTIDO EM IALTA (UMA FANTASIA HISTÓRICA)
    Em 9 de Outubro de 1944 Churchill chegou a Moscovo para se encontrar com Stalin. Por causa das eleições presidenciais dos EUA, a conferência tripartida com Roosevelt foi temporariamente adiada e Churchill mostrava muita pressa.
    A delegação soviética estava “com a pulga atrás da orelha”. A insistência de Churchill em viajar para Moscovo desconcertava-os. Que pretendiam os britânicos? Porque queriam reunir com eles sem a presença de Roosevelt?
    Da primeira conversa entre ambos conhecemos a versão falsa de Churchill que aparece nas suas Memórias. É o famoso repartir percentual de influência nos Balcãs, onde os britânicos ficavam com 90% da Grécia e concediam 75% da Bulgária e 90% da Roménia aos soviéticos, enquanto a Jugoslávia e a Hungria era repartida em partes iguais.
    Como era evidente, os países interessados não opinavam nada, os grandes repartem o mundo à custa dos pequenos, os soviéticos são iguais aos imperialistas britânicos, os soviéticos também repartiram a Polónia com os nazis em 1939 (Pacto Molotov-Ribbentrop), depois repartiram o mundo em Ialta com a cumplicidade de Roosevelt… Não há cretino que não tenha repetido estras tretas umas mil vezes. Não há que recorrer a um motor de busca para se convencer disso. É incrível que alguém possa dar algum significado ao facto de que dois países repartam entre si em percentagens quantitativas algo tão subtil como a “influência” sobre um país soberano. Mas tratando-se de Stalin ou da URSS qualquer coisa é possível (sobretudo se vem de um farsante como Churchill).
    Quando se realiza a reunião de Moscovo, o Exército Vermelho já levava um mês na Roménia e Bulgária, pelo que Churchill não podia ceder nem negociar nada. Havia ficado completamente fora de jogo, assim como os Estados Unidos.
    É verdade que os britânicos pateavam por causa disso e queixavam-se que a URSS havia agido unilateralmente durante a ocupação militar de ambos os países. Mas foi exactamente isso que eles fizeram em Itália, onde chegaram no Verão de 1943. Na Itália ocupada, Estados Unidos e Grã-Bretanha faziam e desfaziam sem contar com a URSS para nada e deixando no poder a maior parte dos quadros do regime fascista de Mussolini.
    Além de mentir, nas suas memórias Churchill concede à reunião de Moscovo uma importância que ele não teve, em absoluto, porque Moscovo não estava disposta a falar de nada com ele sem a presença dos Estados Unidos. Para eles tratava-se de uma mera preparação da reunião de Ialta, onde Roosevelt estaria presente. Ao não estar presente, a URSS negou-se a adoptar qualquer acordo com Churchill, e muito menos uma repartição do mundo.
    Quase tudo o que Churchill diz nas suas memórias sobre aquela reunião é falso. Mesmo a agenda foi muito diferente da que ele descrevia. A primeira questão que ele tratou com Stalin foi a das futuras fronteiras polacas e, quanto aos Balcãs, não chegaram a um acordo.
    No dia seguinte as conversações não melhoraram, apesar das tentativas de Anthony Eden, também presente, em regatear com Molotov. Nem sequer concordaram nas preferências. Para um (Eden) interessava-lhe falar dos Balcãs; para o outro (Molotov) da Polónia. Ou seja: os britânicos queriam chantagear Stalin com a Polónia para chegar a um acordo sobre os Balcãs.
    Mas Churchill deixou Moscovo com os bolsos vazios. Absolutamente vazios; não houve acordo, não houve partilha… Nada de nada.
    Agora, o falso relato de Churchill sobre a sua entrevista com Stalin tem várias sequelas históricas. Uma delas é o Tratado de Ialta, que não seria mais do que a formalização da distribuição por escrito, de acordo com os golpistas. É uma calúnia idêntica à anterior: em Ialta ninguém repartiu nada porque não havia nada para repartir.
    A outra sequela é o fracasso da revolução na Grécia, um dos tópicos favoritos do trotskismo desde há 70 anos. A explicação é que Stalin devia e podia ajudar a revolução na Grécia em 1945 e não o fez distribuindo o bolo que ele havia anteriormente realizado com Churchill. Mais especificamente, Stalin é acusado da sua passividade diante do massacre cometido contra os antifascistas e comunistas gregos em Dezembro de 1944 em Atenas.
    Explicar aquele acontecimento é complexo, como é complexo tudo o que respeita aos Balcãs. Em meados de Setembro, o Exército Vermelho estava na Bulgária, na fronteira com a Grécia. As tropas alemãs corriam o risco de ficar cercadas. Só podiam fugir através da Jugoslávia. Então, segundo outras memórias, as do nazi Albert Speer, o general Alfred Jödl pactuou com os britânicos. Os alemães mantinham o porto de Salónica contra o Exército Vermelho para dar tempo aos britânicos de desembarcarem no sul da Grécia e ocupar a península. Os britânicos comprometiam-se a não atacar os alemães para que pudessem retirar-se ordenadamente. Os nazis só deviam preocupar-se com o Exército Vermelho e a guerrilha.
    Graças ao acordo, os britânicos puderam desembarcar sem oposição, aliviar os ocupantes nazis e esmagar a guerrilha. Para sermos mais exactos, a matança de Atenas foi cometida por tropas britânicas transportadas em barcos norte-americanos desde Itália, onde os aliados deixaram de combater os nazis para atacar os antifascistas gregos.
    A estratégia militar do Exército Vermelho era muito diferente da britânica. Consistia em esmagar os nazis. Por isso, da Bulgária não se dirigiu para a Grécia mas sim para a Jugoslávia, onde uniu as suas forças à guerrilha antifascista.
    Desde o século XIX a Grécia era um ponto estratégico de grande importância para o Império Britânico. Durante toda a guerra Churchill havia insistido em desembarcar no Mediterrâneo e, mais concretamente, nos Balcãs.
    Ao fracassar os seus planos, desde Maio de 1944 que vinha a realizar enormes esforços diplomáticos para que lhe deixassem as mãos livres na Grécia, o que deu uma troca de correspondência entre os três dirigentes (Churchill, Roosevelt e Stalin) durante mais de dois meses, onde não se depreende nenhum tipo de acordo.
    É possível que Churchill interpretasse o silêncio dos outros (Roosevelt e Stalin) como uma aceitação tácita dos planos que perseguia desde Setembro de 1943. Mas, tanto na Grécia como em Itália, a guerra impôs o facto consumado: nos territórios ocupados mandava o primeiro a chegar.
    Sobre a Grécia Churchill não alcançou nenhum acordo com Stalin. Ao contrário, pactuou com o III Reich. Ele pensava mais no pós-guerra que na própria guerra. O verdadeiro inimigo não era o III Reich mas os comunistas gregos. Para implementar a sua política, Londres voltava ao ponto de partida: havia que romper a aliança e procurar uma paz em separado com os alemães, sem a presença da URSS.
    O relato de Churchill serviu, também, para eximir de responsabilidade o único responsável do massacre dos antifascistas em Atenas em Dezembro de 1944: o próprio Churchill, com a cumplicidade de Roosevelt.
    Fonte: Resistencia Popular

    https://www.facebook.com/960198530674380/photos/a.960209104006656.1073741828.960198530674380/2025360430824846/?type=3&theater
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    Afinal o democrata...
    Via militante
    http://www.omilitante.pcp.pt/pt/320/Internacional/728/
    Mesmo Winston Churchill, que se viria a tornar símbolo da democracia burguesa inglesa durante a II Guerra Mundial, estava longe de ser um anti-fascista. O seu biógrafo inglês Clive Ponting escreve: «Churchill era um grande admirador de Mussolini, que chegara ao poder em Itália em 1922. Saudava quer o anti-comunismo de Mussolini, quer a sua forma autoritária de organizar e disciplinar os italianos. Visitou a Itália em 1927 […] e em Roma encontrou-se com Mussolini, de quem proferiu rasgados elogios numa conferência de imprensa […]. “Se eu fosse italiano, estou seguro que teria estado de todo o coração ao vosso lado, desde o início até ao fim, na vossa luta triunfante contra os apetites e paixões animalescas do Leninismo”. Durante os dez anos seguintes, Churchill continuou a elogiar Mussolini» (15). Churchill nutria iguais simpatias por Franco e o seu golpe fascista contra a  democracia espanhola e a Frente Popular que ganhara as eleições de 1936. Diz de novo Ponting: «todas as suas simpatias estavam com Franco e o lado nacionalista. […] Todos os seus artigos deste período tornam claro  qual o lado que apoiava. […] Descreveu o governo legítimo e a parte republicana como “um proletariado pobre e atrasado que exige o derrube da Igreja, do Estado e da propriedade e a instalação dum regime Comunista”. Contra eles erguiam-se “forças patrióticas, religiosas e burguesas, sob o comando do exército [...] em marcha para re-estabelecer a ordem através da instauração duma ditadura militar”» (sic!). «No Outono de 1936 Churchill recusou-se a apertar a mão ao Embaixador da República em Londres, embora se encontrasse regularmente com o representante de Franco […]. Em Julho de 1937, discursando perante a Câmara dos Comuns, apelou ao reconhecimento de Franco enquanto governo legítimo». Se Churchill veio a chefiar a resistência inglesa à Alemanha nazi, não foi por reservas ao papel que Hitler desempenhava no seu país (16), mas pelo receio de que uma Alemanha triunfante fosse uma ameaça para o domínio do Império Britânico.(...)
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    5feVER2018...
    TRAILER DO FILME QUE VI RECENTEMENTE...SÓ SE LIMITA AOS DIAS ANTES E DEPOIS DE SER NOMEADO 1.º MINISTRO
    1939/1940...DESCONHECIA A OPERAÇÃO dinamo...QUE ATRAVÉS DE BARCOS CIVIS CONSEGUIRAM TRAZER 300 MIL MILITARES DA  NORMANDIA, SACRIFICANDO 4 MIL...
    Winston Churchill na sua hora mais negra, entre uma paz negociada com uma Alemanha nazi ou uma declaração de guerra pouco preparada em prol dos ideais de liberdade e independência da nação.

    A poucos dias de se tornar Primeiro-Ministro da Grã-Bretanha, Winston Churchill tem de tomar uma decisão crítica: explorar um tratado de paz negociado com a Alemanha Nazi ou manter-se firme e lutar pelos ideais de liberdade e independência da nação. Quando as imparáveis forças Nazis atravessam a Europa Ocidental e a ameaça de invasão está iminente, com um povo impreparado, um Rei céPtico e o próprio partido a conspirar contra ele, Churchill tem que suportar a sua hora mais negra, unir uma nação e tentar mudar o curso da história.
    https://mag.sapo.pt/cinema/filmes/a-hora-mais-negra#&gid=1&pid=1
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    Na sua #HoraMaisNegra, uma nação segue as decisões de um homem. Gary Oldman é Winston Churchill. A Hora Mais Negra estreia nos cinemas em janeiro de 2018.
    https://www.youtube.com/watch?v=NgpKy0SpY8c
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    "Às vésperas da Operação Overlord, quando tropas aliadas desembarcaram na Normandia para enfrentar os nazistas, o primeiro-ministro britânico Winston Churchill batalha para que a ação militar seja adiada."
    https://www.youtube.com/watch?v=PW9SDEri948
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    Via Gisela Mendonça
    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10213712082789882&set=a.2912669309367.132818.1639690204&type=3&theater
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    05 de Março de 1946: Winston Churchill utiliza pela primeira vez a expressão "Cortina de Ferro"

    Cortina de Ferro foi a política de isolamento lançada pela União Soviética depois da Segunda Guerra Mundial, durante a chamada Guerra Fria e que envolveu uma censura rígida e grandes restrições na deslocação de pessoas. A Cortina de Ferro funcionou como uma deliberada e decisiva barreira à comunicação e à troca livre de ideias entre a URSS e os seus estados-satélites e o resto do Mundo. Esta fora utilizada anteriormente. A expressão "cortina de ferro" tornou-se popular depois de Winston Churchill a ter usado num discurso em Fulton, Missouri, no dia 5 de Março de 1946. Descrevendo a Europa do pós-guerra, afirmou: "De Stettin, no Báltico a Trieste, no Adriático, caiu uma cortina de ferro sobre o continente".
    Esta cortina de isolamento e separação mundial foi descerrada entre 1989 e 1991 quando caíram os governos comunistas da Europa de Leste e da URSS. Um termo análogo, "cortina de bambu", é também utilizado para referir a barreira ideológica e militar entre a China comunista e outros países.

    Cortina de Ferro. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
    wikipedia (Imagem)
    Imachen:Churchill portrait NYP 45063.jpg
    Winston Churchill https://www.youtube.com/watch?v=P8_wQ-5uxV4
     https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/03/05-de-marco-de-1946-winston-churchill.html?fbclid=IwAR3r4np6EHtjj22SFO5gh_VMkQ8Pplz4AXuhRLMToD_wrUT0Yoq4rQEkcPc
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    30 de Novembro de 1874:Nasce o político britânico Winston Churchill, líder Conservador, duas vezes primeiro-ministro, Prémio Nobel de Literatura em 1953.

    Sir Winston Leonard Spencer Churchill nasceu a 30 de Novembro de 1874, oriundo de uma família da aristocracia britânica, a família do Duque de Marlborough. O seu pai, Lord Randolph Churchill, foi um carismático político, tendo servido como Ministro da Fazenda. Antes de alcançar o cargo de Primeiro Ministro, Churchill esteve em cargos proeminentes na política do Reino Unido por quatro décadas. Foi eleito como deputado conservador em 1900, mas juntou-se aos liberais, obtendo o cargo de ministro do Comércio em 1908 e de ministro do Interior em 1910. Prosseguiu uma carreira política, aliando-se depois aos conservadores ao recear a emergência do Comunismo russo. É eleito deputado em 1924, sendo dos poucos a preconizar uma política firme contra a Alemanha hitleriana. De 1940 a 1945 torna-se o primeiro-ministro de um governo de união nacional. Revela-se então um verdadeiro estratega, um grande chefe de Estado e um símbolo da oposição britânica face ao nazismo. Promoveu a assinatura do Tratado do Atlântico Norte (NATO) e foi o primeiro a insurgir-se contra a "cortina de ferro" que entretanto se abatera sobre o Leste europeu. Apesar do imenso prestígio alcançado, é derrotado pelos trabalhistas nas eleições de 1945. Regressa ao poder em 1951, mas retira-se quatro anos depois por razões de saúde. Veio a falecer em Londres a 24 de Janeiro de 1965. Para além de um grande estadista, foi também escritor, pintor e memorialista e a sua obra, nomeadamente as Memórias de Guerra (1948-1954) valeu-lhe o Prémio Nobel da Literatura em 1953.

    Fontes:
    Winston Churchill. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012.
    Lukacs, John. Churchill: visionário, estadista, historiador, 2002
    Wikipedia (Imagem)




    Ficheiro:Churchill HU 90973.jpg
    File:Yalta summit 1945 with Churchill, Roosevelt, Stalin.jpg

    Winston Churchill (esquerda) na Conferência de Ialta com Franklin Roosevelt e Estaline (direita)

     https://www.youtube.com/watch?v=8TlkN-dcDCk
    https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/11/30-de-novembro-de-1874nasce-o-politico.html?fbclid=IwAR133Jrg15kOQHsrupU6A-xdCueRUyh9aRmNWvxcBk7Bq7RdEOcwz9OrnLE
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    24 de Janeiro de 1965: Morre Winston Churchill, estadista britânico, por duas vezes primeiro-ministro, Nobel da Literatura

    Winston Churchill, um dos três grandes líderes da Segunda Guerra Mundial, faleceu no dia 24 de Janeiro de 1965. Brilhante orador, personalidade exuberante, é considerado pelo povo britânico como uma das suas maiores figuras históricas. 

      

    Churchill nasceu em Woodstock em 30 de Novembro de 1874. Era filho de Randolph Churchill e da norte-americana Jennie Jerome. Após ter acabado o curso na Academia Militar de Sandhurst e ter servido como oficial subalterno, de 1895 a 1899, no regimento dos Hussardos, foi correspondente de guerra em Cuba, na Índia e na África do Sul. Durante a guerra dos Boers, quando foi prisioneiro, protagonizou uma fuga que o tornou mundialmente conhecido. As peripécias foram relatadas no seu livro ‘De Londres a Ladysmith’. Churchill entrou para a política como Conservador, tendo sido eleito deputado em 1900, mas em 1904 rompeu com o Partido devido à política social dos conservadores. 



    Aderiu ao Partido Liberal e em 1906 foi convidado para o governo,  ocupando primeiro o cargo de Sub-Secretário de Estado para as Colónias, mais tarde, em 1908, a pasta de Presidente da Junta de Comércio. Após as eleições de 1910 foi transferido para o Ministério do Interior, e finalmente nomeado, em Outubro de 1911, Primeiro Lorde do Almirantado, onde impôs uma política de reforço e modernização da Marinha de Guerra britânica. 



    Pediu a demissão em plena Primeira Guerra Mundial, devido ao fracasso da expedição britânica aos Dardanelos, na Turquia, de que tinha sido o principal promotor. Alistou-se no exército, e comandou um batalhão do regimento «Royal Scots Fusiliers» na frente ocidental. Regressou ao Parlamento em 1916, voltando a funções governamentais no último ano de guerra, como ministro das Munições. 

      

    Após o fim da Primeira Guerra Mundial, Churchill foi-se tornando cada vez mais conservador, continuando a participar activamente na política, ocupando vários postos ministeriais. 



    Depois da ascensão de Hitler ao poder na Alemanha em 1933, Churchill tornou-se um ardoroso defensor do rearmamento inglês. Foi também um crítico tenaz da política de ‘apaziguamento’ com o nazismo do primeiro ministro  Neville Chamberlain. 

      

    Com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, Churchill foi designado como Primeiro Lorde do Almirantado e em 4 de Abril de 1940 tornou-se o chefe do Comité de Coordenação Militar. Mais tarde, nesse mesmo mês, a Wehrmacht invade e ocupa a Noruega. A perda da Noruega foi um considerável revés para Chamberlain e sua política em relação à Alemanha nazi. 

      

    Diante da situação, em 8 de Maio o Partido Trabalhista propõe um voto de censura ao governo que foi aprovado por estreita margem. Com a queda do governo, o rei George VI designa em 10 de Maio Churchill como primeiro ministro. Nesse mesmo dia o exército alemão inicia a sua ofensiva ocidental e invade a Holanda, Bélgica e Luxemburgo. Dois dias mais tarde os seus blindados entram na França. 

      

    Churchill forma um governo de coligação e coloca líderes do partido adversário como Clement Attlee, Ernest Bevin, Herbert Morrison, Stafford Cripps e Hugh Dalton em posições chaves. Traz também um velho opositor de Chamberlain, Anthony Eden, como seu Secretário de Guerra. 

      

    Churchill desenvolve uma forte relação pessoal com o presidente norte-americano Franklin D. Roosevelt o que leva à aprovação do Acordo de Empréstimo e Arrendamento de Março de 1941, que permite à Grã Bretanha receber equipamentos militares de Washington a crédito.

     https://www.youtube.com/watch?v=T_jSNyHti6w
    https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/01/24-de-janeiro-de-1965-morre-winston.html?fbclid=IwAR2u7htMBymMJDVkR9X0f40FPFdsD5JOm7A4ItFxgzN4-hRPgqyw_8fbI08
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    Não há mal nenhum em mudar de opinião. Contanto que seja para melhor.” 
    Frases - http://kdfrases.com

    O pessimista vê dificuldade em cada oportunidade; o otimista vê oportunidade em cada dificuldade.” 
    A verdade é inconvertível, a malícia pode atacá-la, a ignorância pode zombar dela, mas no fim; lá está ela.” 
    O sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder entusiasmo.” 
    Todas as grandes coisas são simples. E muitas podem ser expressas numa só palavra: liberdade; justiça; honra; dever; piedade; esperança.
    Um bajulador é aquele que alimenta um crocodilo e que espera comê-lo no final.”