09/12/2015

3.703.(9dez2015.7.7') John Lennon

Nasceu a 9out1940
e morreu, assassinado, a 8dez1980
***
 "Não interessa quem tu amas, onde é que amas, porque é que amas, quando é que amas ou como é que amas, o que interessa é que amas."
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IMAGINE
https://www.youtube.com/watch?v=XLgYAHHkPFs&index=2&list=RDf-x1FsvOAz4
Imagine there's no heaven
It's easy if you try
No hell below us
Above us only sky
Imagine all the people
Living for today

Imagine there's no countries
It isn't hard to do
Nothing to kill or die for
And no religion too
Imagine all the people
Living life in peace

You may say
I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope some day
You'll join us
And the world will be as one

Imagine no possessions
I wonder if you can
No need for greed or hunger
A brotherhood of man
Imagine all the people
Sharing all the world

You may say
I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope some day
You'll join us
And the world will live as one
***
STAND by me
https://www.youtube.com/watch?v=O4_ghOG9JQM&index=3&list=RDf-x1FsvOAz4
When the night has come
And the land is dark
And the moon is the only light we'll see
No, I won't be afraid, no, I won't be afraid
Just as long as you stand, stand by me
And, darling, darling stand by me, oh now now
Stand by me
Stand by me, stand by me

If the sky that we look upon
Should tumble and fall
And the mountains should crumble to the sea
I won't cry, I won't cry, no, I won't shed a tear
Just as long as you stand, stand by me

And, darlin', darlin', stand by me, oh stand by me
Stand by me, stand by me, stand by me-e, yeah
Whenever you're in trouble won't you stand by me?
Oh, now, now, stand by me
Oh, stand by me, stand by me, stand by me
Darlin', darlin', stand by me-e, stand by me

Oh, stand by me, stand by me, stand by me
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https://www.facebook.com/sonhararealidade2013/photos/a.349115855209208.1073741828.349094905211303/887514924702629/?type=3&theater

Passam hoje 35 anos sobre a noite em que o ex-Beatle foi morto. Tinha 40 anos.

John Lennon - Woman 
https://www.youtube.com/watch?v=f-x1FsvOAz4
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“Hey Jude” tem 50 anos: a história da música que Paul McCartney escreveu para o filho de John Lennon


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Em 1968, Paul McCartney foi visitar a mulher e a criança que John Lennon tinha deixado para ir viver com Yoko Ono. Durante o caminho compôs "Hey Jude", uma das músicas mais populares dos Beatles.



Os Beatles em 1968, ano em que McCartney escreveu "Hey Jude": dois anos depois, a banda separava-se
Getty Images

Autor
  • Mariana Fernandes
Os Queen têm Bohemian Rhapsody. Os Pink Floyd têm Wish You Were Here. Elvis tem Can’t Help Falling In Love e os Rolling Stones têm Satisfaction. Se são ou não as melhores músicas de cada um, é altamente discutível. São, ainda assim, as músicas mais populares de cada um. Seja pela mensagem, pela altura em que foram escritas, pelos acordes contagiantes ou pela conotação de hino que adquiriram. O mesmo não acontece com os Beatles. Não por não existir uma música mais popular: mas por existirem muitas músicas que poderiam ser consideradas a mais popular.
Tudo depende se os cabelos estavam mais curtos ou mais compridos, se os fatos escuros já tinham dado lugar às flores e ao pé descalço, se os rapazes de Liverpool já eram os homens do mundo e se Brian Epstein já tinha dado lugar a George Martin. Tudo depende do gosto de quem ouve. Ainda assim, existe uma música que agrada normalmente aos que preferem She Loves You, aos que adoram Come Together ou até aos fãs de I Am The Walrus. Hey Jude, provavelmente a mais consensual de todas as canções originais dos Beatles, faz este mês 50 anos.
Hey Jude, na verdade, começou como “Hey Jules”. A explicação é simples: em junho de 1968, Paul McCartney visitou Cynthia e Julian Lennon, a primeira mulher e o filho mais velho de John, que este deixou quando foi viver com Yoko Ono. A caminho de Weybridge, em Surrey, onde os dois viviam, McCartney começou a compôr dentro da cabeça uma música que era mais como um braço à volta de Julian, então com apenas cinco anos. O facto da coluna vertebral da canção ter sido pensada e construída enquanto o inglês estava ao volante – sem papéis, sem instrumentos – explica a simplicidade da composição. Paul McCartney foi para Julian um tio quase pai depois de Lennon se apaixonar por Yoko e deixar Cynthia; mais tarde, o próprio Lennon admitiu que nunca soube brincar com o filho e que delegava muitas vezes essa função para Paul.
O The Guardian conta que Jules passou a Jude pelo motivo mais musical possível: “Soava melhor”, contou McCartney anos depois. A verdade é que a base empírica da música se alterou quando o britânico percebeu que estava também a escrever sobre a sua própria vida, tal como se percebe quando a letra muda o azimute de discurso encorajador paternal para discurso encorajador romântico (Hey Jude, don’t be afraid, you were made to go out and get her, “Hey Jude, não tenhas medo, tu foste feito para ir lá e ficar com ela”, em português). Na altura, em 1968, McCartney tinha acabado de ser deixado pela noiva, Jane Asher, que o apanhou a traí-la com outra mulher. Ao mesmo tempo, o rapaz de Liverpool namorava secretamente com Maggie McGivern e tinha acabado de conhecer Linda Eastman, com quem esteve casado durante quase 30 anos. Mas talvez seja a ambiguidade da letra, o facto de se aplicar a tantas outras histórias de amor dos anos 60 e de agora, que tornou Hey Jude o hino de tantas outras vidas que não a de McCartney.

A chegar à Grécia, em 1967: Julian Lennon, então com quatro anos, de mão dada com McCartney e não com o pai
E foi por isso que quando Paul McCartney, já regressado a Londres, mostrou pela primeira vez a nova música aos outros três membros dos Beatles, Lennon gritou: “Sou eu!”. Mas Paul, ainda longe de perceber a real abrangência da canção, ripostou: “Não, sou eu!”. Nas semanas que se seguiram, o músico lutou pela visão que tinha para Hey Jude como nunca tinha feito com qualquer outra composição sua. Bateu o pé pela duração da gravação, que chegou aos sete minutos, mesmo depois de George Martin lhe ter dito que nenhuma rádio passaria uma música com tanto tempo; recusou um riff de guitarra que George Harrison tinha composto para responder aos na, na, na; e conseguiu convencer os produtores a contratar uma orquestra para a segunda parte da canção.
A primeira parte foi gravada em Abbey Road. A segunda teve de ser tocada noutro estúdio, o Trident, este já com espaço para os 36 músicos clássicos que se juntaram aos Beatles naquele dia. De repente, Hey Jude já não era uma música composta por um homem solitário a caminho de casa da ex-mulher do melhor amigo; mas sim uma composição com pés e cabeça tocada por 40 músicos.
Até ao final dos anos 60, foi gravada por Elvis Presley, Smokey Robinson, Diana Ross e Ella Fitzgerald. Tornou-se um hino também no futebol, cantado pelos adeptos do Manchester City quando o clube ganhou a Premier League pela primeira vez, em 2012, e utilizado pela claque do Arsenal para evocar Olivier Giroud, o francês que entretanto se mudou para Chelsea. Mas acima de tudo, Hey Jude é o elo que permanece entre Paul McCartney e John Lennon. “É a melhor música do Paul”, disse John em 1972, já depois do fim dos Beatles.
https://observador.pt/2018/08/21/hey-jude-tem-50-anos-a-historia-da-musica-que-paul-mccartney-escreveu-para-o-filho-de-john-lennon/
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Happy Xmas (War Is Over) - John & Yoko, The Plastic Ono Band with The Harlem Community Choir
 https://www.youtube.com/watch?v=yN4Uu0OlmTg&feature=youtu.be&fbclid=IwAR1GAzsgC6PJp8Pa9lGNjU2yjg4ZbYJG0ze_nASSYDdLsGO1VTrvvMFuHS0
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09 de Outubro de 1940: Nasce John Lennon

Cantor e compositor inglês nascido a 9 de outubro de 1940, em Liverpool. 


John Lennon foi um dos fundadores da banda britânica The Beatles, com Paul McCartney, fez parte de uma das mais importantes duplas de compositores do século XX.  A sua carreira a solo começou um ano antes da dissolução dos Beatles, em 1968, com o álbum Unfinished Music No. 1 - Two Virgins, cuja capa mostra John Lennon e Yoko Ono nus. Seguiram-se-lhe Unfinished Music No. 2 - Life With The Lions (1969) e The Wedding Album (1969). Estes três álbuns apresentavam música de cariz experimental e vanguardista, pouco acessível ao consumidorpop.
Formou a Plastic Ono Band em 1969. Para além de Lennon e Ono, o grupo foi composto por Eric Clapton, guitarra, Klaus Voorman, teclas, e Alan White, bateria. Editaram três singles: "Give Peace A Chance" (1969), um hino à paz, "Cold Turkey" (1969), uma canção rock sobre o problemático afastamento das drogas, e "Instant Karma" (1970), um protesto político, que se tornou no seu maior sucesso até então. A sua carreira não pode estar dissociada das inúmeras ações a favor da paz mundial e dos sucessivos protestos contra a guerra que levou a cabo, quer através da música, quer em iniciativas públicas na televisão ou nas ruas.
Após a dissolução dos Beatles, em 1970, saiu John Lennon - Plastic Ono Band, o álbum que constituiu um corte com o passado quer pelas letras amargas, quer pela sonoridade mais agressiva. "Mother", "Working Class Hero" e "God" estão entre os temas mais conhecidos do álbum.
Depois da edição do single "Power To The People", ainda em 1971, surgiuImagine, com maior sucesso comercial que o seu antecessor. O tema-título ficou como o mais forte da sua carreira a solo, quer pela simplicidade melódica, quer pela intemporalidade da letra. Deste álbum fazem parte "How Do You Sleep", interpretado como um ataque a Paul McCartney, "Gimme Some Truth", uma crítica aos políticos, e "Jealous Guy", um clássico mais tarde recuperado por Bryan Ferry. Em dezembro saiu o single "Merry Christmas (War Is Over)".
Em 1972 saiu Sometime In New York City, um duplo álbum de intervenção política carregado de letras amargas e canções melódicas, como são exemplo "Luck Of The Irish" e "Woman Is The Nigger Of The World". Este álbum foi o resultado da aproximação de Lennon a radicais norte-americanos como Abbie Hoffman, Jerry Rubin e John Sinclair.
Seguiram-se Mind Games (1973), Walls And Bridges (1974), com o êxito "Whatever Gets You Through The Night" e Rock' n' Roll (1975), com uma versão de "Stand By Me" de Ben E. King.
Em 1980 foi lançado pela editora Geffen Records Double Fantasy, um álbumpop escrito, composto e cantado equilibradamente por Lennon e Ono. Dele fazem parte os temas "Just Like Starting Over" e "Woman".
A 8 de dezembro de 1980 foi assassinado à porta de sua casa em Nova Iorque, EUA, por Mark Chapman, um admirador, a quem assinara o autógrafo momentos antes.
Nos anos posteriores à sua morte foram lançados vários álbuns com material nunca antes editado, o primeiro dos quais foi Milk And Honey (1984). Outras edições: The John Lennon Collection (1982), John Lennon: Live In New York City(1986) e Imagine John Lennon: Music From The Original Motion Picture (1988), a banda sonora para um documentário sobre Lennon.
Em 1998 foi editado The John Lennon Anthology, um conjunto de quatro CDs contemplando toda a sua carreira, a solo e com a Plastic Ono Band.
Foi casado duas vezes. Do seu primeiro casamento (agosto de 1962), com Cynthia Powell, nasceu Julian Lennon. Do seu segundo casamento (março de 1969), com Yoko Ono, nasceu Sean Lennon.
Das edições mais recentes, destaque para o DVD Legend (2003), uma recolha de alguns momentos em palco de John Lennon (20 canções) e episódios particulares da sua vida com Yoko, a sua detenção por posse de marijuana, brincadeiras com o filho Sean. Este registo é um testemunho da personalidade conturbada e da vida atribulada de John Lennon, uma figura ímpar na músicapop, elevada ao altar da imortalidade pela mais cruel das formas: a morte.
Fontes: Infopédia
wikipedia (imagens)


Os Beatles em 1964
 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/10/09-de-outubro-de-1940-nasce-john-lennon.html
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morreu a 8dez
 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/12/08-de-dezembro-de-1980-john-lennon-40.html?fbclid=IwAR0CmOkUaZkvG6tZSVk_geZ5oRY9AuCLCxkMOg--xeBSk85tx3YXYU63MEU
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04/12/2015

5.622.(4dez2015.8.8') Glândula Pineal ou 3.º olho

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A GLÂNDULA PINEAL - Dr. Sérgio Felipe de Oliveira

https://www.youtube.com/watch?v=9hwsfO9lgH4
A glândula pineal tem sido considerada - desde René Descartes (século XVII), que afirmava que
 nela se situava a alma humana - um órgão com funções transcendentes. Os defensores destas capacidades transcendentais deste órgão, consideram-no como uma antena. A glândula pineal
 tem na sua constituição cristais de apatita. Seu funcionamento depende da luminosidade que 
atinge seus receptores celulares na retina e que trafegam pelo SNC passando pelo núcleo supraquiasmático. Segundo esta teoria, estes cristais vibram conforme as ondas eletromagnéticas 
que captassem, o que explicaria a regulação do ciclo menstrual conforme as fases da lua, ou a 
orientação de uma andorinha em suas migrações. No ser humano, seria capaz de interagir com
 outras áreas do cérebro como o córtex cerebral, por exemplo, que seria capaz de decodificar
 essas informações. Já nos outros animais, essa interação seria menos desenvolvida. Esta teoria
 pretende explicar fenômenos paranormais como a clarividência, a telepatia e a mediunidade.
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http://divagacoesligeiras.blogs.sapo.pt/o-misterio-do-3o-olho-461059
O desenvolvimento interior, a elevação espiritual do

homem, a este nível, corresponderá ao que os hindus
chamavam o despertar da Kundalini, a "serpente ígnea".
Kundalini representa a mais elevada classe de energia
disponível aos seres humanos, que fica enroscada no chakra
basal ou da raiz. Para que se atinja o mais elevado potencial
espiritual, essa mesma energia deverá ser liberada para
elevar-se até o chakra coronário, onde proporcionará ao
indivíduo um estado de iluminação antes insuspeitado.
Enquanto permanece atada ao chakra inferior, essa
energia é chamada "o dragão vermelho", que os mitos gostam
de representar como um réptil que guarda um local sagrado. 

Nesta situação, ela estimula os órgãos reprodutores e

proporciona a atividade sexual normal. Uma vez libertada,
torna-se a Serpente Ascendente, a Serpente da Sabedoria, e
flui para cima até atingir o chakra superior, e abrir o chamado
Terceiro Olho, que proporciona uma visão que transcende à
dos homens comuns. O fato de essa energia transcendental
advir da primitiva energia sexual é que deu origem à
superstição de que o sexo é pecaminoso, tal como apregoa a
religião cristã. A abstinência sexual dos iluminados não é
professada por questões da moral profana, e sim como um
recurso de canalizar energia para se obter um estado superior
de consciência, que não é atingido sem se pagar um certo
preço. A castidade imposta "de fora para dentro" através de
regras morais obtusas, tal como a que se impõe aos padres
católicos, não possui a menor utilidade prática nem tem o
menor valor espiritual. Como já disse o próprio Paulo de
Tarso, "é melhor casar-se do que viver abrasado".
(ANTONIO FARJANI - A Linguagem dos Deuses) 


— Meu senhor, o circumponto tem inúmeros significados. No Antigo Egito, era o símbolo de Rá, o deus-sol, e a astronomia moderna ainda o utiliza da mesma forma. Na filosofia oriental, ele representa o insight espiritual do terceiro olho, a rosa divina e a iluminação. Os cabalistas costumam usá-lo para simbolizar o Kether, o mais elevado dos Sephiroth e a “mais escondida de todas as coisas escondidas”. Os primeiros místicos chamavam-no de Olho de Deus, e ele é a origem do olho que tudo vê do Grande Selo. Os pitagóricos usavam o circumponto como símbolo da Mônada, a Divina Verdade, a Prisca Sapientia, a união da mente e da alma e o... 
(Dan Brown - O Símbolo Perdido)
As representações do Buda

variam, entre a imagem sentada, provavelmente a mais famosa
de todas, ou mesmo deitada e de pé, com uma expressão serena
no olhar. Curioso é ainda referir que três elementos simbólicos
da figura budista são a protuberância na cabeça (capacidade
mental), lóbulos auriculares desenvoltos (capacidade de
percepção) e o mítico terceiro olho (“aquele que tudo vê”,
representando a capacidade mítica de vislumbrar mais além do
que o comum mortal).
PEDRO SILVA - As maiores personalidades da História)
*
Ela fica bem no centro do cérebro e não é um olho, mas uma glândula, chamada de pineal.
 Segundo cientistas, é um potente centro receptor de informações, relacionado a intuição, 
espiritualidade e percepção de acontecimentos sutis. Conheça esse radar que funciona dentro 
de você. O terceiro olho, como um radar, capta informações que dependem de outras regiões 
cerebrais para serem compreendidas. Essa área, segundo os cientistas, está associada à intuição, 
à clarividência e à mediunidade.

Tão pequena quanto uma ervilha e na forma de pinha – daí o seu nome –, a glândula pineal é 
considerada como um terceiro olho, pois tem a mesma estrutura básica de nossos órgãos visuais. Acreditava-se, até há pouco tempo, que era um órgão atrofiado, um olho não desenvolvido, 
de funções indefinidas. Mesmo assim, despertou o interesse dos cientistas, que descobriram
 funções relacionadas à física e aos fenômenos paranormais.
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https://www.youtube.com/watch?v=K6aNxkWUZpk
Exercício para ativar o chakra frontal. Para quem não entendeu como fazer, veja o vídeo e as mudanças que ocorrem. Depois inicie o vídeo novamente e feche os olhos e tente imaginar da mesma forma que o vídeo mostra.
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http://www.curaeascensao.com.br/exercicios_arquivos/exercicios/exercicios140.html
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https://adnuntiatum.wordpress.com/despertar/glandulapineal/


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https://www.youtube.com/watch?v=_B75_mrMOjE
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Glândula Pineal: O maior Encobrimento da História da Humanidade
http://verdademundial.com.br/2014/12/glandula-pineal-o-maior-encobrimento-da-historia-da-humanidade/
A glândula pineal (também chamada de corpo pineal, epífise cerebral, epífise ou o “terceiro olho”) é uma pequena glândula endócrina no cérebro dos vertebrados. Ela produz a melatonina derivado da serotonina, um hormónio que afecta a modulação do padrão vigília / sono e funções sazonais. A sua forma assemelha-se a uma pequena pinha (daí o seu nome), e está localizada perto do centro do cérebro, entre os dois hemisférios, escondida num sulco onde os dois corpos talâmicos arredondados se juntam.
O Segredo: O que eles não querem que se saiba
A Glândula Pineal ou o Terceiro Olho de cada ser humano pode ser ativado para as frequências do mundo espiritual e permite que se tenha a sensação de conhecimento profundo, euforia divina e da capacidade de amar incondicionalmente. Quando a glândula pineal está sintonizada a frequências apropriadas com a ajuda da meditação, yoga ou vários métodos esotéricos, métodos ocultistas, permite à pessoa viajar para outras dimensões. Isto é mais conhecido como viagem astral, projeção astral ou visualização remota.
Com mais prática avançada e métodos antigos, também é possível controlar os pensamentos e ações de pessoas no mundo físico. Sim, é bizarro, mas os Estados Unidos, os antigos governos da União Soviética e várias organizações sombra têm vindo a fazer este tipo de pesquisa durante séculos e têm tido sucesso para além da nossa imaginação.
A Glândula Pineal é representada no Catolicismo em Roma, eles retratam a “pineal” na arte como uma pinha em forma de cone. As sociedades antigas, como os Egípcios e os Romanos sabiam os benefícios e exemplificaram isso nas suas vastas simbologias com um símbolo de um olho.
A Glândula Pineal também é referência na parte de trás da nota de um dólar dos EUA, na qual é chamada de “all seeing eye”, que é uma referência para a capacidade de um indivíduo (ou grupo de indivíduos) em usar esta glândula e ir para o outro lado (mundo espiritual) e, possivelmente, controlar os pensamentos e ações das pessoas no mundo físico ficando a saber o que eles estão a pensar o tempo todo no nosso mundo físico.
Várias pesquisas confirmam que existem certos períodos da noite, entre a uma e as quatro da manhã, onde os produtos químicos são libertados no cérebro que provocam sentimentos de conexão com a sua origem superior.
A Conspiração: Como eles estão a matar a sua Glândula Pineal
No final dos anos 90, um cientista com o nome de Jennifer Luke realizou o primeiro estudo sobre os efeitos do fluoreto de sódio na glândula pineal. Ela determinou que a glândula pineal, localizada no meio do cérebro, foi alvo do fluoreto. A glândula pineal simplesmente absorveu mais flúor do que qualquer outra matéria física no corpo, até mais que os ossos. A Glândula Pineal é como um ímã para o fluoreto de sódio. Este calcifica a glândula e faz com que seja menos eficaz em equilibrar os processos hormonais do corpo.
Desde então que diversas investigações provaram que o Fluoreto de Sódio afeta a glândula mais importante do nosso cérebro! É a única coisa que ataca o centro mais importante da nossa glândula no cérebro. É predominante em alimentos, bebidas, no nosso banho e na água potável. Fluoreto de Sódio é colocado em 90% do abastecimento de água dos Estados Unidos. Os filtros de água que se compra em supermercados não extraem o Fluoreto da água. Só osmose reversa ou a destilação da água. A forma mais barata é comprar um destilador de água.
Fluoreto de Sódio está no abastecimento de água, alimentos, pepsi, pasta de dentes, antissépticos bucais, isto tudo para emburrecer as massas, literalmente! O flúor foi introduzido na água pelos Nazistas e os Russos nos seus campos de concentração para tornar a população do campo dóceis e não questionar a autoridade.
Eu não sou um teórico da conspiração, mas acredito que se se retirar o poder da alma, é estar a desligar a nossa essência com o nosso Deus e o poder da nossa origem, da nossa espiritualidade, e transformar-nos em escravos mundanos de sociedades secretas, organizações sombra e o controle do mundo corporativo.
Gostaria de terminar com esta citação:
“Não acredite em qualquer coisa simplesmente porque já tinha ouvido isso. Não acredite em algo simplesmente porque é falado por muitos. Não acredite em algo simplesmente porque é encontrado escrito em livros religiosos. Não acredite em qualquer coisa devido meramente à autoridade dos seus professores e anciãos. Não acredite em tradições porque foram proferidas por muitas gerações. Mas, após observação e análise, quando você achar que qualquer coisa está de acordo com a razão e é propício para o bem e benefício de um e todos, então aceite-o e viva de acordo com isso.” – Buddha

6.340.(4dez2015.7.7') Virgílio Martinho

Nasceu a 1928
e morreu a 4dez1994
***
Wikipédia
Virgílio Alberto Nunes Martinho
Adaptações

Obras:
  • Festa Pública (1958)
  • Orlando em Tríptico e Aventuras (contos) (1961)
  • O Grande Cidadão (romance) (1963)
  • Capa
  • https://books.google.fr/books?id=pKvuAAAAMAAJ&dq=&hl=pt-PT
  • A Caça
  • O Concerto das Buzinas (romance) (1976)
  • Filopópolus (teatro) (1973)
  • Virgílio Martinho - FILIPÓPOLUS // surrealismo
  • http://www.coisas.com/Virgilio-Martinho---FILIPOPOLUS,name,218084423,auction_id,auction_details
  • Relógio de Cuco (1973)
  • A Sagrada Família (farsa) (1980)
  • Capa
  • O Herói Chegado da Guerra e outros Textos em Teatro (teatro) (1981)
  • O Menino Novo (contos) (1989)
  • 1383 (1976)
  • Rainhas Cláudias ao Domingo (1982)
  • O Grande Cidadão (1975)
  • A Menina, O Gato e o Robot
  • Fernão, sim ou não?
  • O Gelo na Mesa
***
Virgílio Martinho
http://www.ctalmada.pt/cgi-bin/wnp_db_dynamic_record.pl?dn=db_publica&sn=pub_cadernos&orn=10
***
https://1870livros.com/tag/virgilio-martinho/
***
RELÓGIO DE CUCO
*
http://www.apagina.pt/?aba=7&cat=1&doc=7014&mid=2
Virgílio Martinho ou o sentido do paraíso perdido

NA sua descida aos corredores da memória que povoaram a infância, pelos lugares perdidos e nunca esquecidos de Setúbal, Grândola, Barreiro ou Lisboa, Virgílio Martinho redescobre nas quatro histórias deste Relógio de Cuco,agora reeditado como prova de amizade e admiração literária de Luiz Pacheco, a memória das sombras e vozes que encheram esse imaginário ou paraíso perdido, numa linguagem feita de sinceridade e pouca ficção, embora pela escrita desenvolta e sincopada, povoada de imagens e sinais que chegam dos confins do tempo, reinvente o sentido de uma infância que teve os seus matizes de pobreza ou de alegria. Mas o que mais sobressalta nestas histórias que entre si nitidamente se encadeiam é, sobretudo, esse desejo de exorcizar pela memória e olhos já bem adultos os medos e conflitos que ficaram longe, nas brincadeiras despreocupadas ou na descoberta do sexo, e assim deram corpo a uma forma pessoal de estar na vida e na literatura.
Desde Orlando em Tríptico de Aventuras (1960), passando por O Grande Cidadão (1964), para desembocar nesteRelógio de Cuco (1973), Virgílio Martinho sempre pautou a sua atitude de escritor em termos de uma absoluta verdade literária, que consolidou de livro a livro, obedecendo sempre a coordenadas pessoais que o fizeram aproximar-se de uma clara forma de participação política e denúncia social, ainda relacionada de perto com uma certa intervenção surrealista, evidenciada logo no livro de estreia que foi a narrativa Festa Pública (1958), mas definindo-se Virgílio Martinho como uma das vozes literárias que, longe dos círculos em que se costumam forjar as cotações, não podem ser assim tão declaradamente silenciadas.
Porém, dessa vinculação surrealista evidenciada nos primeiros livros e da sua prosa ficcionista evidenciada em A Caça e O Concerto de Buzinas, Virgílio Martinho percorre depois os caminhos de uma mais nítida intenção política que se torna significativa e expressiva no plano do teatro, como se observara a partir de Filopopulus, A Sagrada Família e 1383, adaptação e leitura muito pessoal da crónica de Fernão Lopes, pela recuperação de um discurso e propósito dramatúrgico de acentuado carácter brechtiano, que se complementou na actividade teatral que foi constante durante largos anos junto da Companhia de Teatro de Almada. Sim, é por aí que se determinam as balizas literárias de um escritor que nunca pediu licença para estar ou existir, certo e seguro da importância dos livros que publicara, sem precisar de favores de ninguém e nem sequer os exigir, embora seja bom reconhecer a qualidade de uma escrita tão coerente e pessoal que, a seu modo, sempre procurou participar e intervir na nossa vida cultural.
Por isso, relendo estas breves histórias de Relógio de Cuco, tal como já acontecera, dentro de outra perspectiva ou focagem narrativa, nos contos de O Menino Novo (1989), reconhece-se esse carácter claramente 'realista' ou o sentido e consciência de que o paraíso perdido da sua infância pôde ser reconstruído pelos fios da memória, pouco complacente e nada interessada em suavizar com outras cores o que foi da sua angústia de menino pobre, nado e criado em tempos bem cinzentos e tristes, na lembrança que sempre perdura de um pai ferroviário e da mãe às voltas com os problemas da casa, enfim, um quadro social e humano igual a tantos outros, mas que Virgílio Martinho soube recriar de forma admirável e pujante, nas belíssimas histórias agora reeditadas pela mão amiga de Luiz Pacheco.
Trata-se realmente de um excelente livro, colocado fora do circuito comercial, em edição limitada, que os leitores mais interessados poderão pedir directamente à CONTRAPONTO-Apartado 120 / 2950 PALMELA, recebendo em troca uma edição muito cuidada, numerada e assinada pelo seu editor. Nada mau, claro.

Serafim Ferreira
VIRGÍLIO MARTINHO
RELÓGIO DE CUCO, 2ª. edição.
Ed. CONTRAPONTO / Palmela, 1997.
***
http://www.escritas.org/pt/bio/virgilio-martinho

03/12/2015

6.761.(3dez2015.7.7') Nadir Afonso

Nasceu a 4dez1920
e morreu a 11dez2013
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Ir a Boticas
ver o Centro de Artes Nadir Afonso
https://www.youtube.com/watch?v=58MF5Ia8qfE
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E A chAVES
in avante
7jul2016
Museu Nadir Afonso
inaugurado em Chaves
O Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, em Chaves, projectado pelo arquitecto Siza Vieira, foi inaugurado na segunda-feira, 4, com a presença do Presidente da República.
O edifício construído na margem direita do rio Tâmega alberga um auditório, salas de exposições temporárias e permanentes, arquivo, biblioteca, cafetaria e o atelier de Nadir Afonso.
A exposição inaugural «Nadir Afonso – Chaves para uma Obra» estará patente até ao final do ano.
Nadir Afonso, uma das grandes referências da arte portuguesa do século XX, licenciou-se em arquitectura e chegou a trabalhar com os arquitectos Le
Corbusier e Óscar Niemeyer.
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site
http://www.nadirafonso.com/
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https://www.facebook.com/nadirafonso/photos/a.379266402183955.1073741826.379253042185291/493217507455510/?type=3&theater
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"O homem volta-se para a geometria como as plantas se voltam para o sol: é a mesma necessidade de clareza e todas as culturas foram iluminadas pela geometria, cujas formas despertam no espírito um sentimento de exactidão e de evidência absoluta."
http://nadirdechaves.blogs.sapo.pt/7041.html
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https://www.facebook.com/photo.php?fbid=326588324366508&set=a.127247707633905.1073741827.100010460284808&type=3&theater
esfinge, 2003
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video 92 anos...Honoris causa pela Universidade do Porto
https://www.youtube.com/watch?v=dv8Hd1COLK4
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página no facebook
https://www.facebook.com/nadirafonso/
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http://www.porto24.pt/wp-content/uploads/nadir-afonso-983x550-30eganz2dcnef7thsw11xc.jpeg
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Maria do Carmo Vieira pinta
e coloca na sua página do facebook:
 A 4 de Dezembro de 1920, nasceu Nadir Afonso, arquitecto, pintor e pensador português.
2017
Óleo s/tela
100x120cm

 A imagem pode conter: 1 pessoa
 https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10209986558659847&set=a.3447227798735&type=3&theater
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04 de Dezembro de 1920: Nasce o pintor Nadir Afonso

Arquiteto e pintor português, Nadir Afonso Rodrigues nasceu a 4 de dezembro de 1920, em Chaves. Com 17 anos de idade matriculou-se em Arquitetura, na Escola Superior de Belas-Artes do Porto, onde acabou por se diplomar. Ainda como aluno daquela Escola, começou a expor os seus trabalhos e, até 1946, fez parte do conjunto de artistas que expunham no "Grupo dos Independentes". Adepto do paisagismo matérico, quase expressionista, onde o Norte de Portugal é o tema dominante, o pequeno óleo de 1945, Vasilhas, anunciava o abstracionismo geométrico a que aderiu por influência de Fernando Lanhas. Com Composição Irisada (1946) procurou obter uma síntese entre o surrealismo e o abstracionismo.
Em 1946 viajou para França onde, na École des Beaux-Arts de Paris, estudou pintura e obteve do governo francês, por intermédio de Cândido Portinari, uma bolsa de estudo. Foi, posteriormente, colaborador do arquiteto Le Corbusier, nomeadamente no projeto da cidade de Marselha (Cité Radieuse), e utilizou durante algum tempo o atelier de Fernand Léger. Em 1952 partiu para o Brasil, onde colaborou com o arquiteto Óscar Niemeyer e em 1954 regressou a Paris, retomando, na Galeria Denise René, o contacto com artistas orientados na procura da arte cinética como, por exempo, Vasarely, Herbin e Mortensen. A pesquisa do sentido do ritmo e a tentativa de recriar o movimento real levou-o a pintar quadros "cinéticos", frequentemente intitulados "Espacilimitado" (Espacillimité), chegando mesmo a expô-los no Salon des Réalités Nouvelles (1958). No início dos anos 60, regressado a Portugal, a sua geometria passou a sugerir espaços, geralmente citadinos. Por volta de 1965, Nadir Afonso abandona definitivamente a Arquitetura e, tomando consciência da sua falta de adaptação ao meio artístico português, isola-se, dedicando-se integralmente à criação.
Uma característica do seu trabalho é o remanuseamento das obras, que foi alterando ao longo dos anos com o seu amadurecimento teórico. As várias fases de alguns trabalhos estão fixadas no seu livro Les Mécanismes de La Création Artistique, publicado em 1970. Nadir procurava, acima de tudo, "a pura harmonia", utilizando cores puras, que organiza em formas decorativas ou sequências geométricas sugerindo um ritmo ou efeitos óticos.


A sua obra foi merecedora de inúmeros prémios e distinções, nomeadamente o Prémio Nacional de Pintura (1967), a representação de Portugal na Bienal de S. Paulo (1969), o Prémio Amadeo de Souza-Cardoso (1969), a atribuição da medalha de ouro da cidade de Chaves e sessões de homenagem, quer na Bienal de Cerveira (2003) quer na 2.ª Feira de Arte Contemporânea do Estoril (2004). Em 1993, foi realizado, sobre Nadir Afonso, um filme de Jorge Campos para a Radiotelevisão Portuguesa. O artista envolveu-se, juntamente com Lagoa Henriques, no projeto de painéis para o Metropolitano de Lisboa com São Sebastião e encontra-se representado em museus de cidades do mundo como Lisboa, Porto, Amarante, Rio de Janeiro, S. Paulo, Budapeste, Paris, Wurzburg e Berlim. O pintor foi membro da Ordem Militar Santiago de Espada e da Academia Nacional de Belas-Artes. Nadir Afonso faleceu a 11 de dezembro de 2013.

Obras publicadas:
1958, La Sensibilité Plastique, Press du Temps Present, Paris
1970, Les Mécanismes de La Création Artistique, Editions du Griffon, Neuchâtel, Suíça
1974, Aesthetic Synthesis, Edições Alvarez em colaboração com Selected Artists Galleries de Nova Iorque
1983, Le Sens de l'Art, Imprensa Nacional, Lisboa
1986, Monografia Nadir Afonso, Bertrand Editora, Lisboa
1990, Da Vida à Obra de Nadir Afonso, Bertrand Editora, Lisboa
1994, Monografia Nadir Afonso, Bial, Porto
1998, Monografia Nadir Afonso, Livros Horizonte, Lisboa
1999, O Sentido da Arte, Livros Horizonte
1999, Nadir Afonso - Obra gravada, Edições Coelho Dias, Lisboa
2000, Universo e o Pensamento, Livros Horizonte, Lisboa
2000, O Porto de Nadir, Edições Coelho Dias, Lisboa
2002, Sobre a Vida e Sobre a Obra de Van Gogh, Chaves Ferreira Publicações, Lisboa
2003, O Fascínio das Cidades, Câmara Municipal de Cascais
2003, Da Intuição Artística ao Raciocínio Estético, Chaves Ferreira Publicações, Lisboa
2008, Nadir Face a Face com Einstein. Chaves Ferreira Publicações, Lisboa (edição bilingue: português e inglês)
2009, Nadir Afonso: Itinerário (com)sentido. Coordenação Agostinho Santos Edições Afrontamento, Porto (edição trilingue: português, espanhol e inglês)
2010, Manifesto: O Tempo não Existe. Dinalivro, Lisboa (edição bilíngue: português e inglês)
2010, O Universo e Pensamento. Edições Afrontamento, Lisboa


Nadir Afonso. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
wikipedia (Imagens)

Ficheiro:Nadir Afonso and his art.jpg

Nadir Afonso por Bottelho

Ficheiro:Nadir Afonso by Bottelho.jpg

 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/12/04-de-dezembro-de-1920-nasce-o-pintor.html?fbclid=IwAR1Fm9a6jZhyS0SBcDkzY5ulu-yyUp9a70nhKTFZUtV3blOx1WUXTYz8PrU
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Nadir Afonso
http://noticias.up.pt/belas-artes-celebra-os-95-anos-do-nascimento-de-nadir-afonso/#.VmA5hyjlt78.facebook
Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP) vai assinalar no próximo dia 4 de dezembro os 95 anos sobre o nascimento de Nadir Afonso (1920-2013), artista formado em Arquitetura na Escola Belas-Artes do Porto (antecessora das atuais faculdades de Arquitetura e Belas Artes da U.Porto), mas que veio a ser um dos grandes pintores portugueses do século XX e figura essencial do Modernismo em Portugal.
O ponto alto da homenagem será a apresentação, em estreia absoluta, pelas 17h00, do filme «Nadir, o Arquitecto», escrito e realizado por Bernardo Pinto de Almeida, historiador e professor na FBAUP e estudioso da obra de Nadir Afonso.
Após o filme, terá lugar uma conversa informal sobre Nadir com a presença de Bernardo Pinto de Almeida, da Presidente da Fundação Nadir Afonso, Laura Afonso, dos professores Adriano Rangel e António Quadros Ferreira, autor de vários ensaios sobre o Artista, e ainda Fátima Lambert, do Instituto Superior de Educação do Porto.
Autor de uma obra singular, onde a pintura e a arquitetura se cruzam e e influenciam, Nadir Afonso (1920, Chaves) formou-se em  Arquitetura pela Escola de Belas-Artes do Porto e em Pintura pela École de Beaux-Arts de Paris (1946),ao lado de nomes como Pablo Picasso, Max Ernst, ou Max Jacob. Os anos seguintes são divididos entre Paris e o Brasil, onde colabora com arquitetos de renome como Le Corbusier  ou Óscar Niemeyer.
Na primeira metade da década de 40, tendo estado ligado no Porto à fundação do Grupo dos Independentes, ao lado de vários companheiros da Escola como Júlio Resende ou Victor Palla, elaborou as suas primeiras obras abstratas cujo desenvolvimento seria pouco depois reconhecido em Paris onde chegou em 1946. Na capital francesa foi rapidamente acolhido pela geração da Abstração Geométrica, que se afirmava através da célebre Galeria Denise Renée, onde expôs e que viria a ter a sua consagração na exposição internacional «Le Mouvement», comissariada por Pontus Hulton em 1955.
Para além da obra que deixou como pintor, Nadir Afonso é autor de uma complexa teoria estética, tendo publicado vários livros de ensaio onde defende que a arte é puramente objetiva e regida por leis matemáticas. Dos trilhos da abstração resultou uma obra pioneira e um legado vastíssimo que, em 2016, será acolhido pelo edifício projetado por Álvaro Siza Vieira, construído em Chaves.
Em novembro de 2012, foi agraciado pela Universidade do Porto com o título de Doutor «Honoris Causa», por proposta da Faculdade de Belas Artes. Faleceu a 11 de novembro de 2013, aos 93 anos, em Cascais.
A sessão vai ter lugar na Aula Magna da FBAUP e é aberta ao público.