02/02/2016

5.679.(2.2.2016.7.7') Comunicados de Imprensa CDU - Alcobaça - fev.2016


COMUNICADOS DA CDU
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29fev2016
COMUNICADO DA CDU com 3 novidades:
  1. Regeneração Urbana com CDS e PS em sintonia
  2. Contas e Gestão 2015 analisadas atempadamente
  3. Primeira reunião descentralizada em Alfeizerão
À comunicação Social
Aos Alcobacenses

1.      A CDU alertou a Câmara que os 6,5 milhões de euros de apoios financeiros para que as obras de “Regeneração Urbana” na cidade, têm de ser acompanhados por uma boa lista de acções/obras em todas as freguesias do concelho. A CDU espera pela documentação concreta para poder debater internamente e emitir opinião sobre os melhores critérios públicos de atribuição. Quanto à distribuição dos financiamentos a CDU, regista a novidade: o vereador CDS apareceu com um mail, concertado com os vereadores do PS, em perfeita “sintonia”.

2.      A CDU tem reivindicado, desde sempre, que As Contas e a Gestão de cada ano não devem ser votadas à pressa sem apreciação para se corrigir e melhorar práticas! Sobre o Relatório de Contas de 2015, da Câmara e dos Serviços Municipalizados, há uma novidade: Começou-se, pela 1.ª vez, atempadamente, a apreciação política e a recepção de documentos havendo a garantia de toda a documentação estar disponível, pelo menos, 8 dias, antes da votação. Esperamos que se confirmem estas boas práticas.


3.      No dia 11 de março de 2016, pelas 20h30’, teremos a 1.ª reunião de câmara descentralizada nas freguesias para apresentar projectos, discutir a estratégia do concelho e ouvir munícipes e autarcas. É em Alfeizerão na sede da Junta de Freguesia. A CDU espera que esta sua proposta tenha bons resultados.

Pel’ A COORDENADORA CONCELHIA DA CDU

ALCOBAÇA, 29 de fevereiro de 2016
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Via Cister.fm
http://cister.fm/cister/noticias/politica/comunicado-da-cdu-com-3-novidades/
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22fev2016
COMUNICADO DA CDU
  1. Linha do Oeste
  2. Pavilhão de Évora
  3. Quinta da Cela
À comunicação Social
Aos Alcobacenses

1.      Embora a CDU vote a favor, na generalidade, do Orçamento de Estado 2016, pelas razões de interrupção duma linha de governação contra as famílias e contra quem trabalha,  não pode deixar de continuar a lutar pela melhoria do Orçamento na especialidade com propostas concretas. É o caso da Linha do Oeste. Queremos melhorias e  investimentos em TODA A LINHA DO OESTE porque só esta poderá ser alternativa à Linha do Norte. Na especialidade iremos procurar que os nossos deputados da CDU consigam rever a posição do governo PS de procurar investir nos próximos anos na electrificação da Linha do Oeste, apenas, até às Caldas da Rainha. A CDU Alcobaça não aceita mais esta afronta aos alcobacenses!

2.      A CDU tem criticado a saga da Cister Equipamentos Educação SA no referente à dívida que a Câmara de Alcobaça tem perante a CGDepósitos e perante as Finanças. Desta forma vem lembrar que além dos Mega Centros Escolares de Alcobaça e Benedita que estão a funcionar sem se pagar 1 cêntimo da dívida, e sem ter havido financiamento europeu para estas obras, temos a super vergonha de termos um Pavilhão Desportivo, em Évora, quase pronto desde 2009 e que nunca funcionou! Mais um péssimo exemplo de gestão do PSD em Alcobaça que tem de acabar, urgentemente, pois não encontramos uma única razão para que tal não aconteça!


3.      No dia 25 de fevereiro passam 9 anos da aquisição, em reunião de câmara,  da Quinta da Cela, para a eventual construção do Hospital Oeste Norte. Bem alertámos para mais esta tonteira do PSD. Foi demasiado dinheiro para a compra e ainda é mais grave que todos estes anos esta propriedade esteja num completo desleixo sem qualquer rentabilidade para Alfeizerão e para o concelho de Alcobaça.

Pel’ A COORDENADORA CONCELHIA DA CDU
ALCOBAÇA, 22 de fevereiro de 2016
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via tintafresca.net

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http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=36103471-17c9-4907-8b34-f248fd008534&edition=184
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15fev2016
Continua a saga da penhora ao terreno do Centro Escolar de Alcobaça.
Mais uma vez, a CDU lembra que a questão central é a dívida de quase 50 M€, que temos de pagar à CGD, de obra que poderia ter sido financiada e não foi!
À comunicação Social
Aos Alcobacenses

Temos mais notícias da Autoridade Tributária que continua a promover a venda do terreno onde o Centro Escolar de Alcobaça está implantado por causa de dívidas de IVA, que rondam o milhão de euros, da CISTER.EQUIPAMENTOS SA…
Em dez 2015 o leilão público era pelo valor de €970.994,50,
Agora, em fevereiro de 2016, como não foi paga esta penhora, o processo continua noutra forma:
“Direito de superfície relativo ao prédio urbano, constituído por edifício de dois pisos, tipologia/divisões - 111, destinado a serviços, com logradouro, sito em Quinta da Cova da Onça, lote 16 - Alcobaça. Tem a área total de 11.380,60 m2 e 3.012,00 de área de implantação do edifício. Confronta a Norte com Rua A, a Sul e Poente com Rua B e a Nascente com Zona Verde e Rua D. A totalidade do prédio tem o valor patrimonial de € 2.774.270,00, avaliado nos termos do CIMI. Está inscrito na matriz predial urbana sob o artigo 2231º da União de Freguesias de Alcobaça e Vestiaria. Prédio descrito na Conservatória do Registo Predial de Alcobaça sob o nº 1419 de Alcobaça. O valor mínimo fixado para a venda é de € 693.567,50 (seiscentos e noventa e três mil, quinhentos e sessenta e sete euros e cinquenta cêntimos). (art.13º, al. h) e i) do CIMT e artº 250º do CPPT). Ao valor da adjudicação acresce IMT e Imposto do Selo, liquidados à taxa em vigor. É fiel depositário do bem penhorado o Sr. Hermínio José da Cruz Augusto Rodrigues. A indicação das coordenadas poderá não coincidir com a efetiva localização do imóvel, pelo que não dispensa a consulta no local. Os proponentes interessados em examinar o imóvel em venda, deverão contactar o fiel depositário, no sentido de agendar previamente a visita - horário flexível a combinar.”

Mais uma vez, a CDU lembra que a questão central é a dívida de quase 50 M€, que temos de pagar à CGD, de obra que poderia ter sido financiada (centros escolares de Alcobaça e Benedita) e não foi! Apesar do juro ter sido reduzido para 2%, a verba a pagar é arrasadora para o nosso devir.
A CDU vem lembrar que há muito que alertou para este acto ruinoso, que foi a criação da empresa municipal TERRAS DE CISTER” e a super rápida escolha da empresa MRG para ter os 51% da Cister equipamentos SA.
Muito deste processo doloso, para os alcobacenses, pode ser lido aqui:
 http://uniralcobaca.blogspot.pt/2013/02/629310fev20131644-mrgterra-de.html
Perante os factos recentes a CDU reclamou reuniões extraordinárias de Câmara e de Assembleia Municipal para esclarecimento cabal e eventuais procedimentos para quem sonegou tão importante informação.
Da Câmara houve resposta insuficiente na medida em que ainda não há solução e Alcobaça continua a ser péssima notícia.
Da Assembleia Municipal nada foi activado, nem sequer uma reunião da Comissão Permanente, o que é gravíssimo.

A CDU continua a reclamar, ainda, a clarificação, a solução e a responsabilização política dos verdadeiros decisores!


Pel’ A COORDENADORA CONCELHIA DA CDU

ALCOBAÇA, 15 de janeiro de 2016
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via tintafresca.net
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=3f0a8006-9e76-4b38-b219-263ba0185a91&edition=184
“Criação da empresa municipal “Terras De Cister” foi ato ruinoso”

    CDU responsabiliza PSD pela “saga da penhora ao terreno do Centro Escolar de Alcobaça”
       
                   Vereador Rogério Raimundo
    A CDU lamentou, em comunicado emitido no dia 15 de fevereiro, as notícias de que a Autoridade Tributária continua a promover a venda do terreno onde o Centro Escolar de Alcobaça está implantado por causa de dívidas de IVA, que rondam o milhão de euros, da Cister.Equipamentos SA.

       Em dez 2015 o leilão público era pelo valor de €970.994,50.  Agora, em fevereiro de 2016, como não foi paga esta penhora, o processo continua noutra forma, tendo a base de licitação baixado para 693.567,50 euros.

       Mais uma vez, a CDU considera que a questão central é a dívida de quase 50 milhões de euros, que a autarquia tem de pagar à CGD, uma obra que poderia ter sido financiada a 80% por fundos comunitários (centros escolares de Alcobaça e Benedita) e não foi. Apesar do juro ter sido reduzido para 2%, a CDU considera que “a verba a pagar é arrasadora para o nosso devir.”

       A CDU vem lembrar que “há muito que alertou para este acto ruinoso, que foi a criação da empresa municipal “Terras de Cister” e a super rápida escolha da empresa MRG para ter os 51% da Cister equipamentos SA.

       Muito deste processo doloso, para os alcobacenses, pode ser lido no seu blogue Unir Alcobaça:

       Perante os factos recentes, a CDU reclamou “reuniões extraordinárias de Câmara e de Assembleia Municipal para esclarecimento cabal e eventuais procedimentos para quem sonegou tão importante informação. Da Câmara houve resposta insuficiente na medida em que ainda não há solução e Alcobaça continua a ser péssima notícia. Da Assembleia Municipal nada foi activado, nem sequer uma reunião da Comissão Permanente, o que é gravíssimo”, lamenta.

       A CDU continua a reclamar, ainda, a clarificação, a solução e a responsabilização política dos verdadeiros decisores.
    18-02-2016
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    8fev2016
    Alcobaça tem de ser o centro do mundo de Cister.
    Mosteiro tem muito mais que o Rachadouro para Hotel.
    Terra d’ Arte e d’ Artistas.
    A fundação da nacionalidade.


    A propósito da vinda do Ministro da Cultura a Alcobaça, a CDU renovou as traves mestras do que devemos defender em Alcobaça para o vector estratégico da Cultura.

    Tem de ser o Centro do Mundo de Cister. Os Mosteiros de Alcobaça e de Cós só por si revelam essa potencialidade. Falta a estrutura humana competente e motivada para o concretizar..

    A Câmara tem de reactivar a Associação de Municípios Portugueses de Cister.

    A Câmara pagou um estudo para se poder abrir um concurso para um hotel neste Claustro. Há muito que reclamamos o ABRIR. UNIR.CONSTRUIR. Pressionámos a Câmara a abrir ao debate a estratégia que queremos para Alcobaça e em que o Mosteiro tem um dos papéis mais importantes e agregadores. Não gostámos que os representantes do Estado não reconhecessem o autor do estudo nem quem o pagou. Não queremos é que sejam só anúncios eleitoralistas. A CDU defende e quer obra e iniciativa.

    O mosteiro não tem só o Claustro do Rachadouro/Biblioteca em ruínas. Não podemos ignorar o Claustro do Cardeal, a ex-zona do pomar, o jardim do Obelisco, o terreno da ex-serração. Preferimos que o Mosteiro esteja vivo e bem ocupado. A CDU fez propostas para os claustros em ruína e para outras propriedades do Estado que estão abandonadas. A Câmara tem de ser mais exemplar no seu território qualificando-o ao pormenor.

    A CDU lembra a importância de se identificar todo o valioso espólio levado do Mosteiro de Alcobaça e de alguma forma, progressivamente, ser trazido para Alcobaça, recreando, copiando, digitalizando e tornando a sua consulta e fácil a sua observação e análise. Legitimar Alcobaça como centro do mundo de Cister.

    Temos a Academia de Música e de Dança, temos o Cistermúsica com muita “prata da casa” em músicos e dançarinos.  Temos um movimento associativo forte com 5 bandas filarmónicas, várias orquestras e escolas de música.  Temos várias colectividades de cultura e recreio. Temos 12 ranchos folclóricos. Temos extraordinários músicos e compositores. Temos os The Gift. Temos a ADEPA para o património.  Temos a SAMarionetas. Temos escultores, pintores, designers, fotógrafos e criadores em todas as frentes. Temos escritores, poetas, Feiras do Livro, a bienal de todas as artes Rabiscuits, o Books and Movies, o Alcreative, Casas de Cultura, tertúlias, círculos de leitura e os Amigos das Letras. Temos toda a razão e condições para fazer d’ ALCOBAÇA Terra d’ Arte e d’ Artistas.
    Temos que reabrir o extraordinário Armazém das Artes.



    A importância de Alcobaça na fundação da nacionalidade também tem de ser evidenciada e trazida, muito mais e  outra acutilância, à colação. A CDU, há muito, que propôs que, por exemplo, o 10 de Junho fosse comemorado em Alcobaça.



    Aqui temos um conjunto de questões centrais que devem unir todos os alcobacenses, de forma a termos desenvolvimento estruturado e sustentável na nossa história, no nosso Património, fazendo do nosso concelho cada vez mais desenvolvido em todas as frentes, com a Cultura a cumprir o seu papel.
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    via benedita.fm
    http://www.beneditafm.pt/?p=27047
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    http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=6916a0d7-462d-477f-a7e8-9ddfebcb5591&edition=184
    A propósito da vinda do Ministro da Cultura a Alcobaça

      Coordenadora Concelhia da CDU defende Alcobaça como centro do mundo de Cister
         
              Vereador Rogério Raimundo atento ás observações
               do ministro da Cultura no Claustro do Rachadouro 
      A propósito da vinda do ministro da Cultura a Alcobaça, a Coordenadora Concelhia da CDU renovou as traves mestras do que, no seu entender, os alcobacenses devem defender para o vetor estratégico da Cultura. “Tem de ser o Centro do Mundo de Cister. Os Mosteiros de Alcobaça e de Cós só por si revelam essa potencialidade. Falta a estrutura humana competente e motivada para o concretizar. A Câmara tem de reactivar a Associação de Municípios Portugueses de Cister”, defende.

         A CDU recorda que a Câmara pagou um estudo para se poder abrir um concurso para um hotel neste Claustro e que há muito reclama o “Abrir. Unir. Construir”. “Pressionámos a Câmara a abrir ao debate a estratégia que queremos para Alcobaça e em que o Mosteiro tem um dos papéis mais importantes e agregadores. Não gostámos que os representantes do Estado não reconhecessem o autor do estudo nem quem o pagou. Não queremos é que sejam só anúncios eleitoralistas. A CDU defende e quer obra e iniciativa”, sublinha.

         A coligação PCP-PEV lembra que o Mosteiro não tem só o Claustro do Rachadouro/Biblioteca em ruínas. “Não podemos ignorar o Claustro do Cardeal, a ex-zona do pomar, o jardim do Obelisco, o terreno da ex-serração. Preferimos que o Mosteiro esteja vivo e bem ocupado. A CDU fez propostas para os claustros em ruína e para outras propriedades do Estado que estão abandonadas. A Câmara tem de ser mais exemplar no seu território qualificando-o ao pormenor”, prossegue o comunicado.

         A CDU lembra a importância de se identificar todo o valioso espólio levado do Mosteiro de Alcobaça e de alguma forma, progressivamente, ser trazido para Alcobaça, recreando, copiando, digitalizando e tornando a sua consulta e fácil a sua observação e análise, para legitimar Alcobaça como centro do mundo de Cister.

         “Temos a Academia de Música e de Dança, temos o Cistermúsica com muita “prata da casa” em músicos e dançarinos. Temos um movimento associativo forte com 5 bandas filarmónicas, várias orquestras e escolas de música. Temos várias colectividades de cultura e recreio. Temos extraordinários músicos e compositores. Temos os The Gift. Temos a ADEPA para o património. Temos a SAMarionetas. Temos escultores, pintores, designers, fotógrafos e criadores em todas as frentes. Temos escritores, poetas, Feiras do Livro, o Books and Movies, o Alcreative , Casas de Cultura, tertúlias, círculos de leitura e os Amigos das Letras. Temos toda a razão e condições para fazer d’ Alcobaça Terra d’ Arte e d’ Artistas”, defende.

         Para a CDU, “a importância de Alcobaça na fundação da nacionalidade também tem de ser evidenciada e trazida, muito mais e outra acutilância, à colação. A CDU, há muito, que propôs que, por exemplo, o 10 de Junho fosse comemorado em Alcobaça.

         Aqui temos um conjunto de questões centrais que devem unir todos os alcobacenses, de forma a termos desenvolvimento estruturado e sustentável na nossa história, no nosso Património, fazendo do nosso concelho cada vez mais desenvolvido em todas as frentes, com a Cultura a cumprir o seu papel”, conclui.
      10-02-2016
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      1fev2016
      Nunca aceitaremos pagar água não fornecida e não consumida
      À comunicação Social
      Aos Alcobacenses

      Na reunião de câmara, de 27 de janeiro de 2016, PSD, PS e CDS aprovaram, com o voto contra da CDU, um memorando que implica pagar 0,8 milhões de metros cúbicos de água, por ano, de 2010 a 2015, num valor que ronda os 3 milhões de euros.
      Relevamos que se trata de água não fornecida nem consumida pelos alcobacenses.
       A CDU entende que temos um bom conjunto de argumentos para rejeitar este pagamento:
      Não podemos aceitar que uma empresa pública exija ao município mais de 3 milhões de euros de água que não consumimos, e que não nos foi fornecida, com base num contrato irrealista e que não foi cumprido na íntegra pela empresa ÁGUAS DO OESTE, o que só por si é um grande argumento;
      Não podemos pagar o que não foi fornecido nem consumido;
      Não podemos pagar o que não nos podem fornecer (não há condutas para o norte do concelho e para S. Martinho do Porto e Alfeizerão);
      Temos água, com qualidade, para fornecer todo o concelho.
      Outra questão que surgiu, no final desta reunião, e que é significativa, e inaceitável, são os juros loucos que nos querem cobrar.
      Ainda estamos a tempo de nos unirmos e conseguirmos outra solução. A CDU apela ao bom senso de todas as forças políticas de Alcobaça!
      A próxima etapa será, se o memorando tiver avanços, o contrato ao pormenor que terá de vir a próxima reunião de câmara.
      Pel’ A COORDENADORA CONCELHIA DA CDU
      ALCOBAÇA, 1de fevereiro de 2016
      Clementina Henriques
      917 287 798

      João Paulo Raimundo
      917 217 060

      01/02/2016

      2.447.(1fev2016.12.12') O regicídio

      1fev1908
      ***
      D. Carlos, o rei assassinado
      http://ensina.rtp.pt/artigo/d-carlos-1863-1908/
      ***
      http://ensina.rtp.pt/artigo/regicidio-em-lisboa-1908/



      No regresso de uma estadia em Vila Viçosa, o Rei D. Carlos e o príncipe herdeiro, Luís Filipe, 

      são assassinados no Terreiro do Paço por anarquistas. Esta ação deixa a monarquia

       fragilizada e dois anos depois é proclamada a República.

      Na tarde do dia 1 de Fevereiro de 1908 a capital portuguesa respirava um clima de grande
       tensão política. Vários dirigentes republicanos estavam detidos e, um novo decreto, permitia 
      a sua deportação.
      A comitiva real regressava de Vila Viçosa onde o monarca tinha passado alguns dias com a família.
      Três atiradores esperavam a família real. À chegada a Lisboa o rei D. Carlos e o filho, Luís Filipe,
       são vítimas de um atentado e morrem.
      Os executores de plano são também mortos no local.
      Demite-se o governo de João Franco e são libertados todos os presos políticos, nomeadamente, 
      os republicanos.

      - See more at: http://ensina.rtp.pt/artigo/regicidio-em-lisboa-1908/#sthash.miSUNaum.dpuf
      ***
      O "Mapa Cor-de-Rosa" e o "Ultimato Inglês"
      http://ensina.rtp.pt/artigo/ultimato-ingles/
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      O exílio de D. Manuel II
      http://ensina.rtp.pt/artigo/d-manuel-ii-1889-1932/
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      Implantação da República, 5 de Outubro de 1910
      http://ensina.rtp.pt/artigo/5-de-outubro-1910/
      ***
      Rei
      http://www.rtp.pt/wportal/sites/tv/regicidio/
      Portugal, em 1906, é um país profundamente dividido. As posições mais extremadas são entre
       os monárquicos unidos na defesa do rei D. Carlos e os republicanos que o pretendem derrubar para
       proclamar a república.
      Mas a realidade é ainda mais complexa do que as lutas políticas no parlamento, jornais e cafés deixam
       antever. Os dois partidos do regime, que se têm alternado no poder e formam e desfazem governos 
      com a maior facilidade, fragmentam-se e tremem com uma nova ameaça: João Franco.
      Por sua vez, os republicanos debatem-se com os que defendem a queda da monarquia por métodos
       pacíficos e os radicais da Carbonária que pegaram em armas e fazem explodir bombas.
      A 1 de Fevereiro de 1908, no regresso de mais uma prolongada estadia em Vila Viçosa, o Rei D. Carlos
       e o príncipe herdeiro D. Luís Filipe, são assassinados em pleno Terreiro do Paço. Anarquistas afectos à Carbonária, Alfredo CostaManuel Buiça, entre outros, extinguem praticamente a monarquia 
      portuguesa de um só golpe.
      A extrema violência deste acto deixa a sociedade Portuguesa consternada e culmina a clivagem
       entre os Monárquicos e os Republicanos. Esta série é um retrato dos tempos de enorme perturbação 
      social que antecedem o Regicídio e das suas repercussões e convulsões, que acabaram por alterar
       implacavelmente o regime político Português.

      ***
      O Dia do Regicídio
      http://www.rtp.pt/programa/tv/p21966
      Os acontecimentos históricos que culminaram nos assassínios do rei D. Carlos e do seu filho D. Luís Filipe
      Uma série de 6 episódios, sobre os acontecimentos históricos que culminaram nos assassínios do rei D. Carlos e do seu filho D. Luís Filipe, no dia 1 de Fevereiro de 1908.
      A 1 de Fevereiro de 1908, no regresso de mais uma prolongada estadia em Vila Viçosa, o Rei D. Carlos e o príncipe herdeiro D. Luís Filipe, são assassinados em
      pleno Terreiro do Paço. Anarquistas afectos à Carbonária, Alfredo Costa, Manuel Buiça, entre outros, extinguem praticamente a monarquia portuguesa de um só golpe. A extrema violência deste acto deixa a sociedade 
      Portuguesa consternada ...



      Episódio 6


      No arsenal da marinha os médicos dão o Rei e o Príncipe como mortos.
      Os corpos dos regicidas são levados para a Câmara Municipal de Lisboa. ...






      Episódio 5


      O landau real aproxima-se. Buíça caminha para o meio da estrada e dispara, acertando no Rei. Alfredo Costa alcança o landau e dispara também, acertando em D. Luís Filipe que ainda ripostar....





      Episódio 4


      Buíça, virtuoso, treina o tiro num descampado. A situação política está cada vez pior. As reuniões no Café Gelo continuam. Alfredo Costa tal como Buíça está preocupado com a prisão...







      Episódio 3


      A casa de Aquilino Ribeiro é transformada em oficina de bombas artesanais até que José Nunes acaba por explodir uma, ficando sem dedo. Morrem dois elementos da carbonária e Aquilino...








      Episódio 2


      D. Carlos demite Hintze Ribeiro e convida João Franco para formar um governo forte, ao mesmo tempo que, preocupado com a diabetes, começa a preparar o filho Luís Filipe para lhe suceder.
      Os...




      Episódio 1 de 6
      Duração: 50m min

      Durante uma refeição em Vila Viçosa caem dois dentes ao Rei D.Carlos. Depois de voltar para Lisboa para proceder a exames médicos, o seu médico e amigo Tomás de Mello Breyner informa a rainha que o Rei sofre de diabetes.
      Nas ruas, a animosidade contra D. Carlos cresce. Aquilino Ribeiro chega a Lisboa e é apresentado a Buíça e a Alfredo Costa. Buíça fica desconfiado, mas após um incidente com a polícia em que Aquilino é
      sovado por se recusar a acusar os companheiros, Buíça leva-o para sua própria casa, para que recupere. Buíça, embrenhado nos seus compromissos revolucionários, não quer ter outro filho, mas a sua
      mulher acaba por engravidar e adoece.
      D. Carlos dissolve o parlamento e a bem do rotativismo nomeia Hintze
      Ribeiro como chefe de governo, irritando João Franco.
      Aquilino Ribeiro é iniciado na Carbonária e apresentado ao seu grãomestre, Luz de Almeida.

      Episódio 2

      O cruzador D. Carlos amotina-se no Tejo. Luz de Almeida acha que é chegado o momento de a revolução sair à rua. Infiltra um homem no grupo de Buíça e de Alfredo Costa e prepara-os para isso. Afonso Costa quer iniciar o fabrico de bombas para contornar a dificuldade de arranjar armas e preparar um atentado que acabe com o regime.
      Alfredo Costa convida Aquilino Ribeiro para escrever um romance antimonárquico a ser publicado em fascículos, reavivando o boato sobre o romance de D. Carlos com a filha do jardineiro
      ***
      2fev2008
      http://cravodeabril.blogspot.pt/2008/02/o-regicdio.html

      O REGICÍDIO

      TRÊS NOTAS A PROPÓSITO DO CENTENÁRIO
      Primeira nota: PS, PCP, BE E PEV - que o Público, erradamente, designa por «esquerda parlamentar» (erradamente porque, não sendo o PS um partido de esquerda, não pode ser incluído na esquerda parlamentar) - rejeitaram o «voto de pesar» sobre o regicídio ocorrido há 100 anos.
      E, a meu ver, muito bem. Ponto final.

      Segunda nota: não percebi - e desagradou-me - a presença do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, na cerimónia de inauguração de uma estátua do rei D. Carlos.
      O meu desagrado aumentou ao ler o discurso proferido pelo PR em Cascais e os elogios despropositados (para não dizer outra coisa) a esse personagem indigno que foi o penúltimo rei de Portugal.

      Estou convencido de que o PR desconhece parte grande dos actos execráveis praticados por D. Carlos - repressão ditatorial, utilização abusiva e roubo de elevadíssimos bens públicos, etc, etc.
      E, sendo certo que o PR não pode saber tudo (nem tal lhe pode ser exigido), não é menos certo que não deveria falar do que, aparentemente, desconhece.
      Se assim procedesse teria sido, talvez, mais comedido nos elogios desbragados que fez a um indivíduo mal formado, arrogante, insolente e que, quando se referia ao povo português, o designava por «aquela piolheira».

      Terceira nota: sobre o tema pronunciou-se, também, o Cardeal Patriarca de Lisboa.
      D. José Policarpo condenou esse «acto de violência política» que foi o regicídio.
      E, sublinhando que esse «não foi, infelizmente, o último acto de violência», aproveitou para condenar a perseguição religiosa durante a I República.

      Ora, se a memória do Cardeal nessa matéria se resume a isso, há que avivar-lha, designadamente recordando-lhe que o regicídio não foi nem «o último» nem o primeiro acto de «violência política».
      Ou seja: antes do regicídio - em plena Monarquia e com D. Carlos como rei - sucederam-se os actos de violência política,nomeadamente quando o rei encerrou o Parlamento e instituíu uma ditadura à maneira: acabando com a liberdade de imprensa, mandando prender milhares de pessoas e enviando muitos dos seus opositores para o degredo sem retorno de Timor.

      Recorde-se, também, ao Cardeal que a «perseguição religiosa da I República» não é comparável, nem de longe nem de perto, com a brutal repressão dessa mesma I República contra os trabalhadores que lutavam pelos seus direitos.

      Recorde-se, ainda, ao Cardeal que a violência política atingiu a escala máxima no decorrer dos 48 anos de ditadura fascista, com total ausência de liberdade, com dezenas de milhares de presos e de assassinados - 48 anos durante os quais, como o Cardeal Patriarca de Lisboa sabe, a Igreja Católica foi uma constante e fiel aliada do regime fascista repressor, torturador, opressor.

      E, já agora, refira-se igualmente a violência política de novo tipo a que a política de direita, praticada pelo PS e pelo PSD desde há mais de trinta anos, tem vindo a submeter os trabalhadores e o povo português.
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      2set2010
      in avante
      O Dia do Regicídio
      As reposições continuam a ser o pão-nosso-de-cada-dia nestes restos de época estival e a série portuguesa de seis episódios O Dia do Regicídio nem é um mau recurso.Realizada em 2008 por encomenda da RTP, este trabalho realizado por Fernando Vendrell e escrito, em parceria, por Filipe Homem Fonseca e Mário Botequilha ficciona a reconstituição dos acontecimentos políticos e sociais que desembocaram, em 1908, no assassinato do rei D. Carlos e do príncipe-herdeiro D. Luís Filipe em pleno Terreiro do Paço, em Lisboa, quando regressavam de uma estadia em Vila Viçosa, abrindo caminho à proclamação da República cerca de dois anos depois, a 5 de Outubro de 1910.
      Beneficiando de recursos de produção e de um experimentado elenco, este trabalho registava na altura da estreia – e eficazmente – o centenário que há dois anos assinalava o importante acontecimento também conhecido por «o regicídio». Este ano, quando passa o centenário da implantação da República, faz todo o sentido que esta série seja reposta pela RTP-1, passando hoje mesmo, quinta-feira, os seus dois últimos episódios a partir das 23.30. O primeiro centra-se no próprio atentado, reconstituindo-o, e o segundo nos acontecimentos subsequentes, que já prenunciavam  os alvores da República.
      Como dissemos, a direcção – muito competente – esteve a cargo de Fernando Vendrell e o elenco engloba nomes experimentados como Ricardo Aibéu, Pedro Wallenstein, Pedro Carmo, Suzana Borges, Manuel Wiborg, Dinis Gomes, Pêpê Rapazote, Tiago Mateus, Adriano Luz, Virgílio Castelo, Vítor Norte, Pedro Lacerda, José Raposo, João Grosso, Márcia Breia e Laura Soveral.
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      https://www.youtube.com/watch?v=j0N9lKY_uao&feature=youtu.be
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      Manuel Buiça
      Manuel Buíça, o atirador
      http://expresso.sapo.pt/dossies/dossiest_actualidade/dos_regicidio/manuel-buica-o-atirador=f230101
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      in JN
      2010
      http://www.jn.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1483616
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      in avante
      http://www.avante.pt/arquivo/1366/6603h4.html
      O regicídio
      A organização e o trabalho do Partido Republicano processavam-se de maneira febril. Todos os que se aliavam às ideias da República assumiam-se como autênticos salvadores de uma Pátria aviltada e feita desmoralizar pelo corrupto regime monárquico. Quaisquer eleições que se realizassem nas grandes cidades eram e seriam vencidas pelos republicanos. Só o Portugal rural, acorrentado ao caciquismo que o estrangulava, permanecia agarrado aos velhos princípios obscurantistas que, mais tarde, António de Oliveira Salazar tentaria fazer ressurgir.
      A viagem da família real que sairia de Vila Viçosa em direcção a Lisboa, só se realizou a 1 de Fevereiro de 1908. OPaís estava agitado. Orei ordenara o degredo, a deportação para «as nossas Áfricas» de todos os republicanos envolvidos em actos de insubordinação. Notava-se um nervosismo, um terror jamais observado nos círculos da Casa de Bragança. As actividades da «Carbonária» dirigida por oficiais revolucionários da Marinha de Guerra, tinham-se tornado temíveis. Ogoverno, o rei, as próprias forças armadas, encaravam com extremo pessimismo a situação que se vivia no país.
      Estabelecera-se que o rei, quando no estrangeiro, considerava o regresso a Portugal como «voltar à pocilga». Segredava-se em Lisboa que não pagara ao alfaiate e que o barbeiro privativo se queixava de não receber o valor dos serviços prestados. Ninguém esquecia a célebre questão dos adiantamentos, quando o monarca pretendia forçar o ministro das Finanças a adiantar-lhe fundos a que não tinha direito. Da rainha D. Amélia, circulavam as mais escabrosas revelações. A turba de Lisboa, assim a designava Wellington porque profundamente a temia, atribuía-lhe actos e apelidos de preciativos. O ódio popular contra os Braganças era o pretesto de toda uma nação que fora grande mas não tivera meios para enfrentar o ultimato inglês.

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      01 de Fevereiro de 1908: O dia do Regicídio, o rei D. Carlos e o seu filho mais velho, Luís Filipe, Duque de Bragança, são assassinados no Terreiro do Paço, em Lisboa

      A violência da oposição à ditadura de João Franco criara as condições propícias a uma tentativa revolucionária republicana. A 21 de Janeiro de 1908 são presos, como suspeitos de conspiração, França Borges, João Chagas, Alfredo Leal e Vítor de Sousa, e, a 28 desse mês, fracassa uma tentativa revolucionária. Foram presos, como implicados na intentona, entre outros, Afonso Costa, Egas Moniz, Álvaro Pope e o visconde de Ribeira Brava.O Governo resolve então intensificar a repressão. Prepara um decreto que lhe permite expulsar do país ou deportar para o ultramar os culpados de crime contra a segurança do Estado. Em 31 desse mês, o ministro da Justiça Teixeira de Abreu regressa de Vila Viçosa, onde se encontrava a família real, com o decreto assinado.D. Carlos, no dia seguinte, 1 de Fevereiro, regressa a Lisboa acompanhado da família real. Tendo desembarcado no Terreiro do Paço, seguiam numa carruagem aberta para o Paço das Necessidades. A carruagem real roda lentamente junto da penúltima arcada do lado ocidental do Terreiro do Paço. Subitamente, rompendo entre o cordão de polícias e população, um homem de revólver em punho põe o pé no estribo traseiro da carruagem real e dispara à queima-roupa contra o rei, atingindo-o com dois tiros na cabeça. A carruagem segue à desfilada pela rua do Arsenal, quando um outro indivíduo, mais adiante, dispara uma carabina que trazia oculta contra D. Luís Filipe, que segurava um revólver, matando-o.D. Manuel é atingido num braço. Apenas a rainha D. Amélia sai ilesa.O pânico e o tiroteio generalizam-se. O primeiro regicida terá sido morto pelo príncipe D. Luís Filipe. O segundo é morto pela polícia.
      Os regicidas foram Alfredo Costa, de 28 anos, caixeiro de profissão e Manuel Buíça, de 32 anos, professor primário, ambos republicanos.    
      Regicídio. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
      wikipedia (Imagens)



      O Rei D. Carlos por Roque Gameiro

      O Príncipe Real Luís Filipe




      Manuel Buíça (um dos regicidas)
       https://www.youtube.com/watch?time_continue=2&v=j0N9lKY_uao
      https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2019/02/01-de-fevereiro-de-1908-o-dia-do.html?fbclid=IwAR1t4p1RmqoIrdaoyeYdL0yAfrCpi61iA9X5sDmX84MjZoLPfgl5UmrpQsc
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       https://www.leme.pt/magazine/efemerides/0201/assassinato-do-rei-d-carlos-i-e-do-principe-herdero.html?fbclid=IwAR18wB6Kf7DLYVJGpKocDdjrWPJ7e73u7Me0yABUN0p2YibBARyrrzq3-g4
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      3.506.(1fev2016.11.22') Rio Alcoa e Rio Baça

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      15noVEMbro2016
      e se pretende o oposto
      • “limpeza do rio” – escavadoras no leito do rio? remoção completa de toda a vegetação? olhar para o rio como um cano onde passa água? todas as “limpezas de rio” a que assisti em mais de 30 anos de Alcobaça têm sido assim
      • “que a terra que for retirada [do regadio da Cela] fique logo no local para o alargamento das margens do rio” – realmente um estreitamento das margens. Quanto menos margens, mais enchentes.
      • “[o custo] nunca será de milhões de euros” – com transporte elétrico? duvido.
      Um percurso pedonal e de bicicleta é uma excelente ideia. Transporte elétrico à custa de estreitamento do rio e remoção de arvoredo… lá se iria a “paisagem rural” que era o seu atrativo.
      *
       Isso evitará enormes custos ambientais e financeiros, mas mesmo assim não explica grande coisa. Mesmo a travessia dos campos do Valado e Bárrio tem muito que se lhe diga. E de “limpezas” de rio à base de retroescavadora estou saturado. Ainda agora houve uma no rio Baça, removeram TUDO: árvores, plantas, etc., ficou um canal em cimento onde passa a água. Depois de passar 30 e tal anos a lamentar o abandono da Fervença, desconfio que ainda vou desejar que nunca se tivessem lembrado dela… espero estar enganado.
      ***
      11noVEMbro2016
      excerto da reunião de câmara
      Intervim sobre +1 para o FESTIVAL DE ANÚNCIOS de paulo inácio:
      Sobre o Anúncio de autocarro eléctrico a ligar Nazaré/Alcobaça à beira Alcoa
      acho que é Rio Alcoa (Baça é afluente):
      1.º que tudo...Alcobaça. Nazaré tem de concretizar o binário dinâmico em todas as suas potencialidades. Uma reunião inter-câmaras deve acontecer regularmente, pelas questões que nos une: o Rio Alcoa, os outros Rios, o oceano, as praias, a agricultura comum, o turismo e tantas outras frentes...
      Acho que o Presidente da Câmara errou ao anunciar, sem 1.º discutir o projecto aqui, em reunião de câmara, com a informação técnica disponivel.
      Acho que devia haver um concurso de ideias. Deviam contactar sábios ambientais. Há quem tenha estudado o Rio Alcoa da nascente à foz em Mestrados e Doutoramentos.
      Não podemos esquecer que é, em Portugal, o Rio que nasce mais perto da foz.
      Lembro que Postos de Observação de Aves é 1 atracção turística per si.
      Fernando José do Bárrio, tem fotografado: mergulhões, narcejas galeirões comuns, Corvos marinhos, Garças Reais e brancas pequenas, Patos reais, Galinhas e Frangos de água...Desconhecia que existia esta biodiversidade...Mas estas são espécies visíveis...Mas a beira-rio é 1 infinidade de espécies...
      O leito de cheia é decisivo para a renovação dos solos agrícolas. Questiono, desde já, a elevação da margem do rio entre a Fervença e o Valado...
      Fiquei + descansado quando ouvi que vai haver aproveitamento das estradas já existentes no campo da Cela e do Bárrio...Não esquecer Bárrio!!! E a parte da Nazaré...
      Eu estive em Cahors/Toulouse e vi soluções de beira canal...O transporte no rio...A ecovia...
      Gostaria de ter acesso ao que foi distribuído aos jornalistas na conferência...
      P. Câmara respondeu que vai trazer a uma próxima reunião de câmara
      ***
      17noVEMbro2016
      Alcoa:
      mobilidadesite
      http://www.oalcoa.com/alcobaca-e-nazare-unidos-por-percurso-junto-ao-rio-alcoa/
      Os municípios de Alcobaça e Nazaré anunciaram na quarta-feira, dia 9 de novembro, no auditório da empresa de cerâmica SPAL, um novo projeto conjunto que irá reforçar ainda mais a ligação entre as duas autarquias. Depois das obras de requalificação e alcatroamento da estrada que liga o Casal da Areia a Pataias que atravessa os dois concelhos, segue-se o Projeto de Mobilidade Suave do Alcoa. Trata-se de um plano de criação de um percurso inovador, multimodal (pedonal, ciclovia e autocarro elétrico), de cerca de 12 quilómetros, ao longo do rio Alcoa, elemento de ligação natural entre ambos os concelhos.
      O projeto já está a ser desenvolvido por técnicos das respetivas câmaras municipais, com o acompanhamento do Ministério do Ambiente pelo que, segundo o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Paulo Inácio, “irá respeitar todos os requisitos em termos de sustentabilidade ambiental”.
      ***
      9nov2016
      tintafresca

      Projeto irá unir os dois concelhos de forma pedonal ciclável e veículo elétrico
        Municípios de Alcobaça e Nazaré apresentam projeto de mobilidade suave do Rio Alcoa
           
              Paulo Inácio e Walter Chicharro
        Os presidentes da Câmara Municipal de Alcobaça e da Nazaré, Paulo Inácio e Walter Chicharro, apresentaram no dia 9 de Novembro, o projeto de recuperação ambiental e mobilidade suave do Rio Alcoa, que numa extensão de 12 km irá unir os dois municípios através de um percurso multimodal, ou seja por via pedonal, ciclável e por veículo elétrico coletivo. O projeto que se encontra em fase inicial de preparação já mereceu o apoio do Ministério do Ambiente, esperando os autarcas elaborar em 2017 todos os estudos e procedimentos necessários para que em 2018 possa ser concluída a obra.

           A apresentação do projeto realizou-se na SPAL – Sociedade de Porcelanas de Alcobaça empresa considerada por ambos os autarcas como um “ativo claro dos dois concelhos” e fundamental para a sua economia, contando com a presença dos dois autarcas e de arquitetos das duas autarquias, Fernando Matias e Teresa Quinto.

           Na ocasião, Paulo Inácio referiu que “ambos os municípios têm a ganhar com este projeto comum”, pois, “além do ponto de vista turístico, também será muito importante no dia a dia dos habitantes dos dois concelhos” uma vez que “o transporte elétrico será uma alternativa à estrada nacional” e terá uma ligação direta entre os terminais rodoviários de Alcobaça e Nazaré.

           O edil de Alcobaça garantiu ter apoio do Ministério do Ambiente e estarem ambos convencidos de que “não haverá obstáculos visto este ser um projeto com uma componente ambiental”. Segundo Paulo Inácio, este é “um projeto sustentável ambientalmente” uma vez que “não se trata de construção de infraestruturas, trata-se de alargamento, consolidação de margens e circulação nas margens com transporte público elétrico”. O percurso de 12 km, aproximadamente, será feito 80% junto às margens do rio e apenas 20% em traçado urbano, explicou Paulo Inácio, adiantando ainda que tal “o tornará mais competitivo em termos de ligação” aos dois destinos, prevendo-se que o trajecto seja percorrido em cerca de 15 minutos.

          
                     Fernando Matias, Paulo Inácio, Walter Chicharro
                                               e Teresa Quinto
         Por seu turno, Walter Chicharro salientou que este é “um projeto prioritário “, a ser implementado pelo “conjunto das duas câmaras, dirigidas por duas forças diferentes, mas o que nos une é a promoção e a valorização dos nossos territórios”. O autarca da Nazaré destacou a componente do turismo e promoção territorial do projeto, bem como a sua componente desportiva e de lazer.

           Segundo Fernando Matias, o projeto irá envolver as freguesias de Alcobaça, Vestiaria, Bárrio, Maiorga, Valado dos Frades e Nazaré e irá “potenciar a mobilidade ao longo dos rio Alcoa”. O arquiteto alcobacense assegura que o projeto de mobilidade suave “será amigo do ambiente” , uma vez que será feita a reutilização dos materiais recolhidos no rio e será uma “alternativa à Estrada Nacional”. Por sua vez, Teresa Quinto salientou que este “é um projeto dois em um”, dado que “será feita a limpeza das margens do rio e promove-se a mobilidade suave”.
           O percurso, que será feito pela margem direita do Rio Alcoa, trará a quem usufruir dele “um novo horizonte de vivências culturais e históricas”, além de permitir a observação ambiental, cénica, lúdica e aumentar o bem-estar das populações.

           Os autarcas de Alcobaça e Nazaré garantiram que o projeto já foi apresentado ao Ministério do Ambiente, e que já foram efetuadas ao local várias visitas por parte dos técnicos competente, pelo que esperam durante o ano de 2017 efetuar todos os estudos e projetos de execução necessários para que, em 2018, se possa consolidar a obra. Questionados sobre o custo desta obra, os autarcas admitiram ainda não ter um custo final, uma vez que esta está dependente de várias variantes, mas poderá desde já ficar com um custo mais reduzido, visto que foi aprovada recentemente uma candidatura de 10 milhões de euros para a Associação de Regantes da Cela, que prevê a limpeza do rio Alcoa, situação que os autarcas esperam se possa conciliar com este projeto.

           A finalizar, Walter Chicharro realçou que “este não é só um projeto turístico, é também um projeto de mobilidade, de facilitação da vida das populações, que terão aqui um meio de transporte agradável que une, de forma muito rápida, os dois concelhos”, sendo “uma mais-valia estruturante “ para ambos. Também Paulo Inácio salientou que “este é um projeto moderno que faz todo o sentido”, uma vez que possibilita uma melhor ligação entre os dois concelhos.

           Mónica Alexandre
        *
        região de cister

        http://www.regiaodecister.pt/noticias/trajeto-pelo-rio-alcoa-quer-ligar-alcobaca-e-nazare
        As margens do Rio Alcoa poderão ligar, a partir de 2018, Alcobaça e Nazaré através da criação de um novo trajeto, que inclui um passeio pedonal, uma faixa de rodagem para um autocarro elétrico e uma ciclovia. É pelo menos essa a intenção dos presidentes das Câmaras de Alcobaça e Nazaré, que esta quarta-feira apresentaram, simbolicamente, no auditório da SPAL, o “Projeto de Mobilidade Suave do Alcoa”. 
        O novo percurso, que terá uma extensão aproximada de 12 quilómetros e que demorará cerca de 12 minutos a ser percorrido pelo autocarro elétrico, passará pelas freguesias de Alcobaça e Vestiaria, Bárrio, Valado dos Frades Famalicão e Nazaré. O projeto, que já tem o apoio do Ministério do Ambiente e da Associação Portuguesa do Ambiente e que poderá ser alvo de fundos comunitários, será estudado e preparado durante o próximo ano, prevendo-se a sua execução um ano depois.
        Trata-se de um "percurso lúdico, histórico e didáctico, dando acesso a uma das melhores paisagens do País", afiançou o presidente da Câmara de Alcobaça, Paulo Inácio, classificando o projeto como “estratégico, estruturante e vital para Alcobaça e Nazaré“.  
        Para o presidente da Câmara da Nazaré, Walter Chicharro, este "não é só um projeto turístico, nem ambiental, é também um projeto de mobilidade e de melhoria das populações, que poderão usufruir de um meio de transporte alternativo agradável, com uma paisagem única, e ambientalmente sustentável"
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        1fev2016
        A CDU há muito que reivindica a criação de postos de trabalho para os rios Alcoa e Baça:
        OS GUARDA-RIOS
        *
        Quem cuida actualmente dos rios e ribeiras de Alcobaça?
        *
        Que projectos há?
        Ver workshop de 1999, da Divisão do Ambiente, na ES D.PedroI.
        Ver a tese de mestrado do João Pedro Garcia Cordeiro, nesta postagem.
        *
        2009/2013
        O projecto da Mata do Vimeiro e o Baça onde está ele?
        *
        A conduta de água potável de Chaqueda ao Mosteiro...Na zona da Nova Alcobaça há uma polémica sobre se destruiu parte importante (aquando da construção do "Pingo Doce"), quando os promotores tinham de a recuperar...
        *
        O sonho do PCâmara Paulo Inácio em 2009...Parque Verde é o único que está em curso, à beira VCI entre as rotundas "Rotary" e "São Bernardo"
        *
        Projecto da Levadinha está inacabado
        *
        Estado falta tratar os fontanários, Jardim do Obelisco, levada pelo Claustro do Cardeal...Concuta de Água Potável
        *
        a beira-rio propriedade do estado...Ex-serração...Tem esboço-projecto de praça, estacionamento, rampa de acesso (Arq. Souto Moura - Hotel no Rachadouro)
        *
        O passeio pedonal junto ao Challet da Rino foi 1 desastre em Junho de 2014...ruiu parte a tem sinais perigosos...A outra margem além da ex-Raimundo e Maia tem 1 mar de ruínas
        *
        a ex-crisal teve 1 projecto com parque estacionamento subterrâneo, com lojas, frente de 10 m de passeio à beira rio e mt apartamento
        tb havia 1 parceria com a Fundação Vida Nova para a beira rio até à ponte da Rua da Svena
        *
        Beira-rio junto ao ex-mercado da segunda-feira teve projecto de intervenção do Arq. Byrne
        agHora há 1 esboço de mudança dos campos de ténis para lá...
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        23jun2016
        Via Alcoa
        rombo secundaria regiaosite

        Rombos no canal do rio Alcoa geram preocupação

        rombo secundaria regiaosite
        O canal por onde passa o rio Alcoa, em Chiqueda, e que atravessa o caminho que dá acesso à propriedade de Fernando Moleiro, do Moinho do Canal, carece de uma intervenção urgente.
        Dois rombos de grandes dimensões dentro do rio estão a desviar o curso de água, pondo não só em risco a fauna daquele lugar, mas originando também um problema de segurança para todos aqueles que por ali passam e visitam o local, frequentemente utilizado como passagem de pessoas e crianças de várias escolas que vão ao Moinho do Canal aprender como antigamente se fazia a farinha.
        “Uma situação que já dura há quase um ano, mas que agora piorou”, contou Fernando Moleiro a’O ALCOA.
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        João Pedro Garcia Cordeiro...1 trabalho de Mestrado sobre o ALCOA
        1fev2016
        Estou a ler
        comentários meus a vermelho
        esta brilhante dissertação de Mestrado Integrado em Arquitectura
        fev2015
        FCTUCoimbra
        orientação do Prof. Dr. Carlos Moura Martins
        Voltar ao rio para (re) discobrir a porta de Alcobaça para o mar
        que me chegou via o munícipe atento:
        J.Alves:

        do Resumo:
        ... 
        O trabalho apresenta uma proposta...
        Na planície aluvial propõe-se uma ciclovia, associada a circuitos alternativos., que introduza e potencie a visita, a travessia e usufruto deste território.
        de acordo...só que as câmaras e agricultores impedem este princípio com a proibição de circulação, do trânsito proibido...
        No vale de transição entre a zona urbana da cidade de Alcobaça e início dos campos agrícolas - a"garganta" - surge o programa do Parque Verde. O desenho do parque serve-se da riqueza natural do vale e das estruturas fabris da antiga COFTA, explorando novos percursos e definindo/resgatando novos espaços. 
        ...
        propõe-se redesenhar a porta da cidade, dignificando a principal estrada de ligação ao mar.
        *
        pág.21
        ...
        É importante voltar a olhar para o rio Alcoa, elemento fulcral na história desta região, para melhor compreendermos o território, sabê-lo explorar e construir as premissas do futuro.