Nota de Imprensa
O Conselho Nacional da Confederação Portuguesa das Colectividades
de Cultura Recreio e Desporto -CPCCRD –
reunião em Coimbra no passado dia 30 de Junho. A NUCCA esteve representada pelo
seu Presidente, José Cavadas. Onde deu a conhecer o Plano de Atividades da
NUCCA para o ano 2012.
O conselho Nacional procedeu à avaliação da situação social
do Movimento Associativo Popular – MAP, referente ao período de vigência do
atual Governo (Julho 2011 – Junho 2012).
Pontos a salientar:
1 – O governo aposta na transferência das suas
responsabilidades sociais para o terceiro sector, sem contudo transferir os
meios financeiros, técnicos e logísticos correspondentes.
2 – As colectividades continuam a resistir, apesar das
dificuldades dos dirigentes conciliarem a actividade associativa com a
profissional resultado das condições de trabalho, agora agravadas com as
últimas alterações de Código de
Trabalho.
3 – A carga fiscal passou para taxa máxima de IVA, aumentando
as dificuldades das Associações.
4 – Aumento do gás, luz, água.
5 – Apresentação do Modelo 22 à pressa – uma medida
desajustada das finanças – sem critérios, adiado de 31 Maio para 15 de Julho.
6 – As empresas estando em dificuldades não podem apoiar o
MAP como queriam.
7- Neste tempo a Confederação reuniu com todos os Grupos
Parlamentares e com a Comissão de Ciência e Cultura da Assembleia da República,
com os Secretários de Estado do Desporto e Juventude, da Segurança Social, da
Cultura e da Presidência do Conselho de Ministros. Enviou-se cartas à Ministra
do Desenvolvimento Regional sobre a lei das rendas e ao Primeiro Ministro sobre questões fiscais. Em todas as
ocasiões alertou-se para as questões que nos preocupam e apresentou-se soluções
que, na maioria dos casos, se resolvem com vontade e decisão política não
carecendo verbas.
O diálogo tem sido sempre pela positiva e construtivo.
Para fazer face frente ao conjunto de problemas, o Conselho
Nacional da Confederação, deliberou:
1º - Continuar a exigir que seja cumprida a lei 34/2003 de
22 Agosto no que respeita ao Estatuto de Parceiro Social, com a participação da
nossa Confederação no CES, CNPV e CND.
2º - Exigir a isenção
ou reembolso do IVA nas actividades Associativas estatutárias nos termos
apresentados ao Secretário de Estado da Cultura.
3º - Exigir a correcção das politicas na segurança social
sobre subsídios de desemprego, RSI e pensões; fiscalidade (lei 20/2012 de 14
Maio); rendas (proposta de lei 38/XII) e extinção de freguesias (lei 22/2012 de
30 Maio).
4º - Deixar claro que não aceitaremos qualquer tipo de
imposto tipo PEC (pagamento especial por conta) a aplicar às Colectividades,
como já acontece com outros sectores;
5º - Exigir o pagamento das verbas devidas pelas autarquias
no âmbito de reequilíbrio financeiro e atribuição de pelo menos 1% das despesas
de capital para a cultura, recreio e desporto promovido pelo Associativismo.
6º - Exigir o alargamento do Plano de Emergência Social às
colectividades no valor de 40 Milhões de euros (10% do PES), nas mesmas
condições das IPSS, ou abertura de uma linha de crédito autónoma para
colectividades, em cooperação com o Montepio Geral e CGD para investimentos da
economia local e criação de postos de trabalho diretos e indiretos.
7º - Mandatar a Direção para prosseguir as ações necessárias
quer no plano de contactos institucionais, quer em iniciativas públicas
adequadas ao nosso MAP, com vista à resolução concreta dos problemas sentidos
mas também como contributos para o próximo Orçamento de Estado.
Apesar da situação que se vive e sem fim à vista, as
coletividades continuam a desenvolver o importante papel de intervir para
prevenir, junto de crianças, adultos e idosos. Nas atividades culturais ,
desportivas ou sociais continuamos a ser
em muitos casos o único suporte das populações. Na atual situação económica,
financeira e social, o movimento associativo popular constitui um dos pilares
de equilíbrio emocional coletivo, pelo que não ter isso em conta, é
demonstrativo de falta sensibilidade social mas também falta de inteligência.
A Confederação foi fundada em 31 de Maio de 1924.
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5abril2009
Teatro Popular- 1 serão no ATL do CBESMaiorga
Fui ao teatro ao espaço do ATL (criado em 1981) do Centro de Bem-estar Social da Maiorga.
O Grupo de teatro de Turquel divertiu e fez rir a plateia...Chorei a rir com tanta cena bem engraçada...
Este serão teve o condão de me fazer recordar imensas imagens da minha infância.
Ao meu lado estava a esposa dum artista com as suas 2 filhas pequeninas, uma delas bebé.
Espectáculo para toda a família... As expressões das crianças a verem o pai a actuar...
SOMOS A DIFERENÇA
Este intercâmbio promovido pela NUCCA devia ter apoio quer à colectividade que recebe quer à que actua.
O Grupo de teatro de Turquel terá o incentivo anual e o incentivo por cada actuação.
O CBESMaiorga tb teria o incentivo pelo espectáculo que promoveu.
Incentivaremos assim a multiplicação de inciativas de Cultura popular.
Eu tb quando era pequeno vi toda a movimentação dos meus pais no renascer da Banda, com espectáculos populares, de teatro, musicais, de bailaricos, para angariar fundos...recordei espectáculos com o meu pai a tocar bandolim. O ... das bicicletas era o outro músico...
Os bailaricos na casa dos adubos...O café e as velhoses...
O maestro José Guimarães...A mota para ele vir do Asilo para os ensaios na Cela...A exigência de trabalho em profundidade e o povão a querer rápida saída da banda...
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5abril2009
Teatro Popular- 1 serão no ATL do CBESMaiorga
Fui ao teatro ao espaço do ATL (criado em 1981) do Centro de Bem-estar Social da Maiorga.
O Grupo de teatro de Turquel divertiu e fez rir a plateia...Chorei a rir com tanta cena bem engraçada...
Este serão teve o condão de me fazer recordar imensas imagens da minha infância.
Ao meu lado estava a esposa dum artista com as suas 2 filhas pequeninas, uma delas bebé.
Espectáculo para toda a família... As expressões das crianças a verem o pai a actuar...
SOMOS A DIFERENÇA
Este intercâmbio promovido pela NUCCA devia ter apoio quer à colectividade que recebe quer à que actua.
O Grupo de teatro de Turquel terá o incentivo anual e o incentivo por cada actuação.
O CBESMaiorga tb teria o incentivo pelo espectáculo que promoveu.
Incentivaremos assim a multiplicação de inciativas de Cultura popular.
Eu tb quando era pequeno vi toda a movimentação dos meus pais no renascer da Banda, com espectáculos populares, de teatro, musicais, de bailaricos, para angariar fundos...recordei espectáculos com o meu pai a tocar bandolim. O ... das bicicletas era o outro músico...
Os bailaricos na casa dos adubos...O café e as velhoses...
O maestro José Guimarães...A mota para ele vir do Asilo para os ensaios na Cela...A exigência de trabalho em profundidade e o povão a querer rápida saída da banda...
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