25/02/2017

6.645.(25fev2017.8.8') Pierre-Auguste Renoir

Nasceu a 25fev1841
e morreu a 3dez1919
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biografia

Auguste Renoir (1841-1919) foi um importante pintor francês, considerado um dos maiores mestres da pintura impressionista. Entre suas obras estão: “Mulher com Sombrinha”, “Rosa e Azul” e “Retrato de Claude Renoir”.
Pierre-Auguste Renoir (1841-1919) nasceu em Limoges, França, no dia 25 de fevereiro de 1841. Filho de um alfaiate e uma costureira muda-se com a família para Paris, em 1845, onde permaneceu durante três anos. De volta à Lemoges estudou em um atelier para aprender decoração em porcelana. Com 17 anos começou a trabalhar em uma fábrica, onde pintava artigos religiosos, leques e tecidos.
Em 1862, após juntar algumas economias, muda-se para Paris e se matricula na École des Beaux-Arts de Paris. Inicia um estágio na galeria do pintor suíço Charles Gleyre, onde faz amizade com Alfred Sisley, Monet e Bazille. Em 1863, após abandonar a escola, passa a pintar ao ar livre em Fontainebleau, fase essencial para a pintura impressionista que iria desenvolver.
Em 1864, expõe a tela “A Esmeralda”, no Salão de Paris, e no ano seguinte expõe o “Retrato de Willian Sisley”, pai de seu amigo. Nessa época pintou uma série de retratos. Em 1866, pinta “Hospedaria da Mãe Anthony”, obra que melhor caracteriza essa fase de sua pintura. A obra foi rejeitada para o Salão Oficial de Artes.
Em 1867 pinta “Lise Com a Sombrinha”, considerada sua primeira obra de destaque. Em 1868, pinta “A Jovem Cigana”. Nelas, retrata sua modelo Lise Trèhot. Em 1870, alistou-se na Guerra Franco-Prussiana, mas doente deu baixa em 1871, ano em que pintou “Mulher com Piriquito”.
Após ter algumas obras rejeitadas, Renoir, Monet, Degas e Pizarro, entre outros artistas, organizam, em 1874, uma exposição dos impressionistas, que foi repetida em 76, 77. Em 1878 Renoir expõe, no Salão Oficial, os retratos da atriz Jeane Samary e de Madame Georges Charpentier, que lançou Renoir nos meios sociais, obtendo compradores para seus quadros.
A partir de 1880, August Renoir vai buscar novas inspirações, viaja para a Argélia, visita Madri, onde vê o trabalho de Diego Velásquez, e segue para estudar na Itália. Em 1881 pinta “Rosa e Azul”, que retrata as duas filhas de Cahen d’Anvers, obra que faz parte do Museu de Arte de São Paulo.
Na sua fase madura, denominada pelo pintor de fase iridescente, demonstra preferência por retratos de mulheres e pelo nu. A série “As Grandes Banhistas” (1887) são desse período. Em 1890 casa-se com uma de suas modelos, Aline Charigot, com quem tem três filhos.
Em 1897, acometido de reumatismo, August Renoir passou a ter problemas de mobilidade. Na vira do século, era um artista admirado em toda a Europa. Em 1904 organizou uma grande retrospectiva de sua obra e em 1905 mudou-se para Cagnes-sur-Mer, em busca de um clima mais saudável. Passou a retratar Gabrielle, jovem contratada para servir seus filhos.
Em 1908 terminou a tela "O Julgamento de Paris". A partir de 1910, com o agravamento da doença o pintor era obrigado a pintar sentado e com o pincel amarrado aos dedos. Apesar das limitações, Renoir continuou pintando e passou a esculpir, com a ajuda dos jovens artistas, Richard Gieino e Louis Morel, que trabalhavam seguindo suas instruções. Em 1915, morre sua esposa Aline. Em 1919, suas obras foram expostas no Museu do Louvre.
Auguste Renoir faleceu em Cages-sur Mer, na França, no dia 03 de dezembro de 1919.
 https://www.ebiografia.com/auguste_renoir/
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"a dor passa, a beleza fica."
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 "Numa manhã um de nós já não tinha preto, e assim nasceu o Impressionismo."
 "Porque a Pintura não pode ser Bela? O Mundo já tem coisas desagradáveis demais."
 "Por volta de 1883, eu tinha esgotado o Impressionismo e finalmente chegado à conclusão de que não sabia pintar nem desenhar."
 http://5arquitetura.blogspot.pt/2009/10/frases-celebres-de-renoir.html
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" A vida é simplesmente um quarto de hora
formado por momentos esquisitos"
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 Resultado de imagem para pierre-auguste renoir frases
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45' sobre o impressionista Renoir
 https://www.youtube.com/watch?v=_Ce7zGIB9z0
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trailer sobre o filme Renoir
 https://www.youtube.com/watch?v=hxvY5HTevAo
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pinturas
 https://www.youtube.com/watch?v=1__UcKsVFM4
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 avante de 23fev2017
http://www.avante.pt/pt/2256/memoria/
25 de Fevereiro de 1841
– Nasce Pierre Auguste Renoir
Nome destacado do Impressionismo, movimento artístico que revolucionou profundamente a pintura e abriu portas às novas tendências da arte do século XX, o pintor francês Auguste Renoir foi dos raros artistas do seu tempo a ter o reconhecimento da crítica ainda em vida. A sua popularidade, atribuída à alegria e optimismo que emanam dos quadros com que retrata a buliçosa vida parisiense dos finais do século XIX, a par da beleza dos seus nus femininos ao ar livre ou personagens do quotidiano, não foi no entanto imediata. De origens humildes, Renoir teve a sorte de crescer perto do Louvre, onde em adolescente começou a estudar e reproduzir as obras expostas, munido dos saberes adquiridos como aprendiz de um pintor de porcelanas. Mais tarde foi aluno na Ecole des Beaux-Arts e no estúdio do pintor suíço Charles Gleyre, onde conheceu outros jovens artistas que viriam a destacar-se no Impressionismo, como Monet, Pissarro e Cézanne. É com estes e outros amigos cansados de verem as suas obras rejeitadas pelos grandes salões que, em 1874, organiza a primeira exposição impressionista, realizada no estúdio do famoso fotógrafo Félix Nadar, em Paris. A nova escola provocou uma verdadeira tempestade pela sua ruptura com os padrões da época.
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24/02/2017

6.333.(24fev2017.16.33') André Bernardo

Nasceu a 21abril19..
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bodyboarder
Foto de André Bernardo.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10154036908528985&set=a.441895108984.226136.758968984&type=3&theater
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Foto de André Bernardo.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10154369897878985&set=a.441895108984.226136.758968984&type=3&theater
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começa a 25fev2017
André Bernardo na foto:
Hélio António
http://vert-mag.com/noticias/pipetugas
Os quatro atletas lusos têm assim a vida facilitada no Mike Stewart Pipeline Invitational, que tem lugar entre 25 de fevereiro e 10 de março, pois escusam de fazer as triagens. 
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24fev2017
Via Pataias à Letra
Foto de Pataias à Letra - Jornal.
https://www.facebook.com/137093426322504/photos/a.147254285306418.22012.137093426322504/1423726370992530/?type=3&theater
O bodyboarder martingancense André Bernardo está no Hawai, onde participa primeira etapa da APB Tour 2017, tendo conquistado entrada directa no evento de carácter mundial, integrando o Top 24.
A lista de participantes com entrada directa integra outros três bodyboarders portugueses (Pedro Correia, de São Miguel, Norberto Agostinho, de Faro, e Bernardo Tomé, de Santa Cruz). Os quatro atletas lusos têm assim a vida facilitada no Mike Stewart Pipeline Invitational, que inicia no dia 25 de fevereiro, decorrendo até 10 de março, pois escusam de fazer as triagens.
A lista revelou ainda a presença de antigos campeões do bodyboard, como são os casos de Guilherme Tâmega (1994-1997, 2001-2002), André Botha (1998-1999), Paulo Barcellos (2000) e Ben Player (2007, 2013), e o homem que dá o nome ao evento, Mike Stewart (1983-1984, 1987-1992).
O evento apresenta a categoria de 2 estrelas (2000 pontos) para a divisão masculina e 1 estrela (2000 pontos) para o Dropknee, mas irá contar ainda com Pro Junior e Feminino.
Créditos da imagem: Tó Cardoso

6.076.(24fev2017.7.7') Stone Dead

Stone Dead é 1 banda d' Alcobaça
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18mar2017
actua no cine-teatro João d' Oliva Monteiro
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Via Pataias à letra
https://www.facebook.com/137093426322504/photos/a.147254285306418.22012.137093426322504/1423714970993670/?type=3&theater
"Sai para a rua, no dia 13 de março, o álbum debutante dos Stone Dead, banda composta por Jonas Gonçalves (guitarrista), Bruno Monteiro (bateria e voz), ambos dos Pisões, João Branco (guitarra e voz), da Póvoa, e Leonardo Baptista (baixista), de Alcobaça. O quarteto alcobacense prepara-se para lançar “Good Boys” e tem já a música de avanço “Moonchild” disponível para audição.
Namorando o conceptual, e ao longo de dez faixas, o quarteto de Alcobaça percorre o rock ’n roll de lés a lés nas botas de Tony Blue, personagem que vive nas músicas de “Good Boys”, que variam do psicadélico até guitarradas mais robustas sem que nunca se abdique do riff e das linhas de baixo gingonas como principais motores da narrativa.
Os Stone Dead partem para a apresentação do novo conjunto de canções já em Março, estando os concertos de apresentação oficiais apontados para os dias 16, em Lisboa, 18 na terra natal de Alcobaça e 24 no Porto, mas antes disso assinalam passagem no Évora Metal Fest, e têm ainda concertos marcados para Rio Maior e Monção."

Foto de Pataias à Letra - Jornal.

21/02/2017

3.415.(21fev2017.7.7') Equador

21fev2017
Não há notícias disponíveis sobre a eleição à 1.ª volta
do Presidente Lenin Moreno
de esquerda!!!
Porque será?
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Dn antes das eleições

http://www.dn.pt/mundo/interior/o-favorito-lenin-entre-o-legado-de-correa-e-a-crise-no-equador-5677231.html
"O país deve descansar de mim e, sinceramente, eu também devo descansar um bocadinho do país", disse o presidente equatoriano Rafael Correa, no último discurso à nação, quando já se sabia que não tentaria um novo mandato. Mas após uma década em que dominou a política do Equador e numa altura em que este atravessa uma crise económica, a escolha do sucessor é também um plebiscito à sua Revolução Cidadã. E se o candidato da Aliança País, Lenín Moreno, surge como favorito com a aposta numa "mudança na continuidade", os principais adversários da oposição, que não conseguiu chegar unida às eleições, esperam o resultado desta espécie de primária da direita para poder agregar todos os votos anti-Correa e surpreender na segunda volta.
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Avante
25jun2015
http://www.avante.pt/pt/2169/internacional/136148/
Presidente apela à defesa da «revolução»
Alerta no Equador
O presidente equatoriano advertiu, sábado, 20, para a preparação de uma intentona visando derrubar o governo e chamou o povo à defesa do processo progressista em curso no país.
Image 18385
«Muito atentos companheiros, porque, insisto, somos a imensa maioria pacífica, mas vamos defender a nossa revolução», garantiu no seu programa semanal Rafael Correa, para quem a mobilização popular é fundamental na manutenção da legalidade constitucional e das conquistas alcançadas durante a chamada «revolução cidadã».
O apelo do chefe de Estado do Equador para que a população saia à rua e combata as conspirações golpistas ocorre quando o executivo de Quito enfrenta «uma campanha massiva de desinformação, desgaste e manipulação por parte da oposição», sublinhou igualmente Rafael Correa.
Em causa está a apresentação na Assembleia Nacional, a 5 de Junho, de dois projectos de lei que, no entender do governo e nas palavras do próprio presidente, têm como objectivo combater «o maior pecado social da nossa América: a desigualdade».
Desde então, diversas acções foram desencadeados a contestar a intenção do governo, obrigado a retirar provisoriamente as propostas de aumentar a carga fiscal sobre a riqueza e as mais-valias.
Rafael Correa assegurou, no entanto, que não desiste de fazer aprovar os projectos que incidem sobre os rendimentos e fortunas dos cerca de seis por cento dos equatorianos que acumulam o grosso da riqueza no território. Correa reiterou, ainda, que a intenção é melhorar a sua redistribuição, e lembrou que as normas tributárias sobre a matéria datam... de 1927.
Antes da advertência do presidente, a União de Nações Sul-Americanas pronunciou-se em defesa da legalidade democrática no país, contra as manobras e os apelos à violência feitos pela oposição de direita e pela oligarquia.
Recorde-se que a 30 de Setembro de 2010 os sectores mais reaccionários equatorianos montaram uma cilada a Rafael Correa tendo como propósito derrubá-lo. O presidente resistiu com rara bravura, mas quando abandonou as instalações da escola nacional de polícia, onde permaneceu cativo durante várias horas, a sua caravana foi alvejada. O povo equatoriano, bem como facções das forças armadas, foram determinantes para derrotar a intentona.
A comissão constituída para apurar os factos concluiu que o golpe de Estado de 2010 foi pensado e posto em marcha por forças internas e externas. Cerca de uma centena de envolvidos foram entretanto condenados e 400 suspeitos aguardam pronunciamento por parte da Justiça.
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28nov2002
http://avante.pt/arquivo/20021128/513g2.html
A vitória do ex-coronel é comparada com a de Hugo Chávez,
na Venezuela, em 1998, e com a do metalúrgico Lula da Silva
Equador elege Gutierrez
Com uma coligação de partidos de esquerda e movimentos sociais, Lúcio Gutierrez venceu, domingo, no Equador, a segunda volta das eleições presidenciais
Protagonista de um golpe de Estado contra Jamil Mahuad, no ano de 2000, e que levou ao seu posterior abandono do Exército, Gutierrez alcançou 54,35 por cento, 2 636 570 votos contra 45,64 por cento de Gustavo Nóboa.
Dirigindo-se aos jornalistas, Gutierrez, de 45 anos, pediu-lhes «para serem críticos permanentes e construtivos, porque o pior apoio vem dos incondicionais». O antigo militar anunciou que vai trocar o uniforme verde oliva pela indumentária civil e disse que a instituição militar tem de continuar a funcionar de acordo com a Constituição. «Amo a instituição militar apesar de a ter abandonado. Tirei o uniforme mas sinto-o dentro de mim».
O presidente eleito apelou «à união nacional dos equatorianos, porque só um povo sólido e unido pode seguir em frente» e prometeu governar o país «de uma forma diferente». Admirador declarado do presidente da Venezuela, Gutierrez prometeu durante a campanha lutar contra a corrupção e ajudar a população índia equatoriana empobrecida.
O empresário Gustavo Nóboa obteve 45,64 por cento do votos. Nóboa, que é o homem mais rico do país, reconheceu a vitória do antigo militar e declarou-se disponível para receber «o novo presidente Gutierrez no palácio presidencial».
Dos 8,1 milhões de eleitores, votaram 5,7 milhões, uma taxa de abstenção de 28,8 por cento. As eleições, vigiadas por observadores internacionais, decorreram com normalidade em todo o país, exceptuando alguns incidentes na província de Chimborazo, onde tinha sido lançado um apelo ao boicote.
«Um homem simples»
Na sua primeira entrevista, concedida à televisão nacional, Gutierrez agradeceu aos que nele confiaram e lhe deram a vitória. Durante a entrevista, o novo presidente do Equador reiterou que deseja unir todos os equatorianos pelo bem do país. Convocou também todos os sectores, produtivos, financeiros, sociais, financeiros, a conjugar esforços com este fim. «É preciso conversar com todas as forças políticas, porque quero instaurar um novo estilo de governar», afirmou o presidente, prometendo procurar o consenso de «maneira transparente».
Gutierrez dirigiu ainda uma mensagem ao exterior: «Aqui no Equador, há um homem simples que sonha com um país justo, mais honesto, com democracia, um país digno para os nossos filhos», declarou. «Para isso, vou usar todo o meu entusiasmo, toda a minha vitalidade, toda a minha força para alcançar o consenso com a maioria dos sectores do Equador», concluiu. 
«Avante!» Nº 1513 - 28.Novembro.2002 

17/02/2017

4.257.(17fev2017.7.7') Dino Luz

Nasceu a 2jan19??
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Vive nas Paredes da Vitória.
Proprietário da churrasqueira Farticos,
na marginal das Paredes
ONDE EXPÕE ALGUMAS DAS SUAS OBRAS
 por vezes tem música ao vivo
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Via página
https://www.facebook.com/farticos/?hc_ref=SEARCH&fref=nf
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Via face dele:
Foto de Dino Luz.
https://www.facebook.com/dino.luz.9?fref=ts
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Foto de Dino Luz.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1387122964631744&set=a.379876192023098.102753.100000021616437&type=3&theater
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As telas que o mar me dá. #stencilfartz
Foto de Dino Luz.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1457360764274630&set=a.1323152254362149.1073741825.100000021616437&type=3&theater
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7fev2017
Cooperou com o GDMartingança no cenário:
#stencilfartz Em nome da Direcção do GDM e dos Grupos Balletin, Tin Dancers , Tin Fit, Mammys& Dad e FreeSpeed GDM , venho agradecer o teu contributo artístico na Decoração do Cenário deste 5º Sarau, as tuas telas deram mais vida e cor à nossa noite! Ficou Fantástico o nosso cenário!
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Dino Luz Neusa Margarida Salgueiro, eu é que tenho que agradecer a todos pela oportunidade!! E o resultado final até ficou fixe!! e continuem a dançar muito!!
Foto de Neusa Margarida Salgueiro.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1592309830786272&set=pcb.1592319604118628&type=3&theater
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a partir de 11mar2017
na Biblioteca da Nazaré
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Exposição em Porto de Mós
jan2017
Foto de Biblioteca Municipal de Porto de Mós.
https://www.facebook.com/bibliotecaportomos/photos/a.1577493522471663.1073741826.1577493485805000/1825651587655854/?type=3&theater
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dez2016
Exposição nas Piscinas Municipais em Pataias
Foto de Dino Luz.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1390711247606249&set=a.190869434257109.51441.100000021616437&type=3&theater
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Exposição na Biblioteca de Alcobaça
AS TELAS QUE
O MAR ME DÁ
2 a 30nov2016
Até dia 30 de Novembro, no átrio da Biblioteca Municipal de Alcobaça. #stencilfartz #astelasqueomarmeda #stencilart
Foto de Stencil Fartz.

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29ab2016
"Terminou hoje a nossa exposição no Covil da Preguiça, "as telas que o mar me dá", e queria deixar aqui alguns agradecimentos. Obrigado à #Preguiçamagazine pela oportunidade, vocês são Grandes!! Obrigado à minha "Crew" (Filipa e Lúcia) pela ajuda e inspiração!!! Obrigado à família pelo apoio!! Obrigado a todos os que passaram na exposição! Obrigado a todos os que não passaram, mas que me ajudaram de alguma maneira!! OBRIGADO!! "as telas que o mar me dá" vão andar por aí! #stencilfartz#preguiçamagazine #leiria #stencilart #covildapreguiça#astelasqueomarmeda
http://preguicamagazine.com/2016/03/23/stencil-fartz-ha-telas-a-dar-a-costa/
Nunca estudou arte, mas o interesse e o gosto foram crescendo ao longo do tempo. A inspiração é urbana e o stencil a técnica de eleição. Desde sempre com uma ligação íntima com o mar, Dino Luz apresenta, pela primeira vez, uma exposição individual: As telas que o mar me dá.
stencil é uma presença constante na vida de Dino Luz há pelo menos 8 anos, desde que abriu a churrasqueira Farticos, na praia de Paredes da Vitória. Na altura, iniciou-se na técnica do stencilcom a pintura à mão de t-shirtssweats e outros objectos personalizados. Nasce assim o conceito StencilFartz, fruto do gosto pelas artes de rua e ao facto de não haver no mercado uma marca de personalização deste estilo.
Mas a ligação ao mar não se fica apenas por um espaço com vista privilegiada para a praia. Há ainda o surf e o bodyboard. Foi por este motivo que iniciou, há cerca de 3 anos, trabalhos de arte em pedaços de madeira que foram dando à costa, que transforma em telas onde, através do stencil e da aplicação de outros materiais, exprime a sua arte.
São as cores e as texturas dos materiais que vai encontrando na praia que chamam a atenção de Dino. Já trabalhou com madeiras e outros objectos de barcos de pescadores. “Se vejo algo que me atrai pela cor ou textura tento trabalhar com esse objecto, até porque são peças que têm uma história, estão relacionadas com o mar, já viveram aventuras.”
Nomes como Vhills, Banksy e Eime (Caldas da Rainha) são uma inspiração para o artista que sábado inaugura, pela primeira vez, no Covil da Preguiça, uma exposição a solo – As telas que o mar me dá – com o “lixo” que tem dado à costa e que se transformou em tela de arte urbana.
Tem também trabalhos expostos na Galeria Germinal, em Santos, Lisboa. As obras de Dino podem ainda ser vistas ao vivo no seu estabelecimento, Farticos, em Paredes de Vitória, e na página de facebook.

16/02/2017

6.088.(16fev2017.8.8') 4RC2017...3mar.17h...aqui ficará a ordem de trabalhos e o meu registo pessoal

em construção
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afinal não foi
NA DATA RESERVADA
17fev.10h
e nem houve "dar cavaco"
NÃO HOUVE
confirmAÇÃO:
nadinha
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22fev2017
afinal nem a ordinária a 27 se conFIRMA
o carnaval impera...
Consensualizada a próxima reunião para 3Mar
10h...
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24fev2017
passa para as 17h!!!
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6.581.(16fev2017.7.7') Diogo Monteiro

Nasceu a 10fev
Pisões
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Foto de Diogo Monteiro.
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tenóRIO no facebook



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13fev2017
Foto de Patricia Martins.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10207044087654632&set=a.1088111537024.12828.1653519953&type=3&theater
Patrícia Martins lembrou:
Hoje faria anos o "nosso" avô Agostinho da Silva!...para quem quiser lembrá-lo aos netos mais novos deixo-vos a sugestão : 
Deu-me o nome Liberdade o Avô Agostinho da Silva ! escrita por mim e ilustrada pelo Tenório (Diogo Monteiro)...
"Dizia que ao falhar, ou nos enganarmos no caminho, só temos de tentar de novo, mais um bocadinho"
(esperamos que gostem)
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Via alcoa
10fev2017

Diogo Monteiro ilustra livro infantil

diogo monteiro
O arquiteto natural dos Pisões, da União das Freguesias de Pataias e Martingança, Diogo Monteiro, conhecido no mundo das ilustrações por Tenório, ilustrou o livro “Deu-me o Nome Liberdade o Avô Agostinho da Silva”, escrito por Patrícia Martins e editado pela Arquivo.
Tenório é “uma personagem que tive necessidade de criar para assumir a responsabilidade da autoria de alguns dos trabalhos que vou fazendo”, explica o jovem arquiteto, que tem por hábito “guardar coisas curiosas” com que se depara no dia-a-dia, “desde recortes de revistas, objetos perdidos na praia, frases que só a minha avó diz ou desenhos que faço do que me rodeia, normalmente de pessoas”.
O livro infantil “Deu-me o Nome Liberdade o Avô Agostinho da Silva” aborda a vida do filósofo, poeta e ensaísta português George Agostinho Baptista da Silva, cujo pensamento combina elementos de panteísmo, milenarismo e ética da renúncia, afirmando a liberdade como a mais importante qualidade do ser humano. Nascido no Porto em 1906, Agostinho da Silva, que se notabilizou também como escritor, com mais de 60 obras publicadas, morreu a 3 de Abril de 1994, aos 88 anos.
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28nov2016
Patrícia Martins: "Sábado estivemos na especial Leituria para conversar sobre o nosso Deu-me o Nome LIBERDADE o avô Agostinho da Silva. 
Gostámos imenso e queríamos agradecer ao Vítor, pelo convite, à Paula pelo apoio e companhia e a todos por terem ido...que surpresas boas... ( obrigado também à mana Sandra Martins, por me ter feito ler para a Laura)
Que tarde bem passada. Para quem vai a Lisboa com regularidade não deixem de passar neste espaço maravilhoso. Com Vitor RodriguesPaula CarvalhoDiogo Monteiro"
Foto de Patricia Martins.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10206503900750297&set=pcb.10206503914550642&type=3&theater
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http://www.regiaodecister.pt/noticias/tenorio-assina-desenhos-de-situacoes-quotidianas-caricatas
Diogo Monteiro tem 27 anos, é natural de Pisões, freguesia de Pataias, e sempre gostou de desenhar. Tenório “nasceu” em 2012 e desde então não parou de desenhar. A história não faria sentido se não fossem a mesma pessoa, já que o Tenório é uma personagem fictícia que Diogo Monteiro criou para assinar os seus trabalhos.
Diogo e Tenório têm uma coisa em comum: vivem na “aldeia”. E, por isso, têm o privilégio de observar “situações caricatas”, explica Diogo Monteiro. Um dos exemplos mais esclarecedores é precisamente um dos últimos trabalhos assinados por Tenório com o “caricato” título de “Avó do Rui fez uma reza aos porcos porque os porcos não comiam há três dias”. O título fala por si e resume o que se passou com os porcos da avó do Rui.
O pisoense trabalha como arquiteto “das oito às cinco” mas dedica, também, muito tempo à ilustração. Os trabalhos surgem da “pica” que dá “adormecer com uma ideia e acordar com ela e não mais a largar”, confessa Diogo Monteiro.
A “pena” de Tenório trabalha com várias bandas para quem desenha cartazes ou capas de CD, mas “ultimamente tem dedicado mais tempo às fanzines”.  Além destes trabalhos, Tenório tem no currículo a ilustração de um livro infantil, apresentado no passado sábado, que tem, também, um título curioso: “Deu-me o Nome Liberdade o Avô Agostinho da Silva”, escrito por Patrícia Martins. Nestes dias o trabalho de Tenório vai estar exposto em Leiria, no âmbito do Festival A Porta, no qual o artista vai pintar uma fachada do Hostel Atlas.
Não há simbologia por trás do nome Tenório. “Tive a necessidade de criar um nome para assinar os trabalhos e se olhar para os desenhos parece-me natural que seja o Tenório a fazê-los”, explica Diogo Monteiro. 
Seja pela mão do homem ou da personagem, o selo de qualidade Tenório vai continuar a espalhar-se pela região. 
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22mai2016
Jornal de Leiria

“Quero transportar os meus desenhos para as paredes”

Tenório (Diogo Monteiro),ilustrador
“Quero transportar os meus desenhos para as paredes”
https://www.jornaldeleiria.pt/noticia/quero-transportar-os-meus-desenhos-para-paredes-4170
O que é um Tenório, o pseudónimo com que assina o seu trabalho criativo?
É uma personagem. Foi o modo que criei de arranjar outra personalidade para utilizar em trabalhos mais ligados à ilustração e desenho.
Penso que foi uma maneira de descartar as responsabilidades “para o Tenório”. Tive a necessidade de me refugiar um pouco e de não usar o meu nome. Se calhar, daqui a uns tempos, criarei outros personagens para assinar os trabalhos.
O Tenório apareceu em Lisboa, em 2012. Com uns colegas com quem morava tínhamos uma lista de nomes afixada na porta do frigorífico. Sempre que nos lembrávamos de algum, íamos lá inscrevê-lo. No fim, olhei para a lista e achei que “Tenório” tinha qualquer coisa que me agradava, por ser caricato e se identificar com o meu trabalho. É um nome que tem piada. 
Já desenhava antes do Tenório…
As primeiras vezes que me lembro de desenhar aconteceram com o meu pai. Ele desenhava casas e moldes e, quando eu não tinha aulas, levava-me para o escritório, dava-me umas folhas e eu tentava imitar os desenhos de perspectivas dele.
Lembro-me de estar sentado, com as canetas do meu pai ao lado, a tentar desenhar casas em três dimensões. Na escola, sempre me interessei muito por arte urbana, pelos graffiti e pela forma como podem ser apresentados. Sempre me fascinou poder criar uma peça de arte e colocá-la num local onde toda a gente pode vêla livremente. 
No dia 28 de Maio, em conjunto com Patrícia Martins, vai lançar, na Arquivo Livraria, em Leiria, o livro Deu-me o Nome Liberdade o Avô Agostinho da Silva, para o qual contribuiu com os desenhos.
Tudo começou com o texto da Patrícia. Ela já andava há algum tempo a abordar o tema de Agostinho da Silva, em oficinas criativas com miúdos e, um dia, precisou de uma ilustração de um gato e veio pedir ao Tenório uma ajuda.
Eu fiz o gato e, passado algum tempo, a Patrícia voltou a contactar-me para me dizer que iria levar para a frente a ideia do livro. Perguntou-me se quereria colaborar e fazer o projecto com ela.
Aceitei. Interesso-me muito por ilustração infantil e gostava de criar um livro desses. Foi um trabalho diferente. No meu processo de criação, por vezes, estou num café, lembro-me ou vejo algo, tiro o meu caderninho do bolso e vou escrevendo ou desenhando.
Quando quero fazer uma tela ou algo mais livre, vou buscá-lo e tiro “ideias” das ideias que lá escrevi com experiências com colagens e outras coisas. Em casa, tenho gavetinhas com recortes que vou guardando para utilizar mais tarde.
De um lado tenho letras, de outro tenho recortes azuis ou amarelos. Mas com este livro não foi assim. Devido à Patrícia, fiquei com vontade de perceber quem tinha sido aquele homem, Agostinho da Silva. Comecei a pesquisar e descobri que me identificava muito com a sua maneira de pensar. 
A filosofia “vadia”?
Sim. Interessam-me muito os ideais e o que ele valorizava no seu pensamento. A partir daí, fiz um trabalho de pesquisa para perceber quais eram os seus hábitos: como se vestia, como era o seu habitat, como mantinha o seu escritório.
Muitas das imagens que aparecem no livro, são baseadas nesses ambientes. No início do livro, por exemplo, o gato – que também é vadio - vagueia pelo escritório e conta a história.
Tentei retratar os elementos que existiam nesse espaço. Fiz muitas colagens de recortes para essas ilustrações. Senti que essa linguagem, com uma certa desordem, sem ser um desenho “muito limpinho” e com um certo ruído, se enquadrava bem com Agostinho da Silva que era uma pessoa que não perdia muito tempo a pensar em questões estéticas, ao ponto de, por vezes, o confundirem com um mendigo.
Agora que terminou este que é o seu primeiro livro, que novos desafios abraçou?
Estou a dedicar-me à pintura mural. Quero explorar mais isso. No Verão do ano passado, com o Ricardo Romero, fiz um mural no Museum Festum, em Monte Redondo (Leiria) e agora estou a ajudar a pintar mais um mural na sede do Agrupamento de Escolas de Marrazes (Leiria) e vou pintar uma fachada no Festival A Porta. Quero começar a transportar os meus desenhos para as paredes e dar-lhes outra escala. 
Arquitectura
Uma arte que não pode funcionar só pela beleza

Diogo Monteiro é o ilustrador Tenório. Com 27 anos, natural de Pisões, Pataias (Alcobaça), com mestrado em arquitectura e a fazer estagiário em Almancil, no Algarve, está envolvido em projectos que serão construídos no Kuwait, diz que a arquitectura não permite tanta liberdade como o desenho.
“É uma arte que não pode funcionar só pela beleza, têm de se criar ambientes, mas há outras coisas a pensar antes. A arquitectura fascina-me mas é por outros motivos. Sei que servirá para um conjunto de pessoas e tem de funcionar naquele sítio.
Há essa preocupação com a parte social, com a pessoa e com o território.” Fez o secundário na escola Calazans Duarte, na Marinha Grande, de onde partiu para a licenciatura em Évora.
Concluiu o mestrado no ano passado com uma dissertação sobre métodos de construção tradicionais. “Adoro olhar para as construções de norte a sul e perceber como as populações utilizaram os materiais disponíveis na natureza, para ter conforto nas suas habitações, e como esse conhecimento foi aprimorado ao longo de gerações.” Para conhecer o Tenório: facebook.com/olatenorio.
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21maio2016
Esta é a história da amizade entre o pensador português Agostinho da Silva e o gato por ele adotado a quem deu o nome LIBERDADE.
https://www.facebook.com/gatoliberdade/?pnref=story
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4mar2016
http://preguicamagazine.com/2016/03/04/a-maquina-de-fazer-tenorios/
Quem nunca jogou aquele jogo de criar histórias a olhar para estranhos, não sai de casa há demasiado tempo. Dar profissão e destino ao pensionista sentado na esplanada, imaginar as férias em Cancún da rapariga gira na paragem de autocarros. Ui. Há muito famoso que ganha prémios literários à conta deste exercício inofensivo. A novidade aqui é que podem ser vocês na mesa do café, debaixo da lupa.
O observador chama-se Diogo Monteiro, mas assina Tenório. Uma espécie de cientista social caçador de borboletas que utiliza o desenho como rede para registar as novas personagens com quem se cruza na rua. A dona Sandra Gordalhufa antes de se meter nas dietas milagrosas, a Laurinda, o Júlio, o gato do avô Agostinho entusiasmado a ler um livro, o Arnaldo com bigode, cartola e pele de crocodilo. Entre outros. Bonecos que agarram a realidade e a viram do avesso, a pintam de cores garridas, só para abrir a janela de um mundo imaginário e disforme, onde tudo parece mais interessante. E as férias da rapariga gira na paragem de autocarros, se calhar, são apenas o sonho nunca concretizado da Sandra Gordalhufa.


Diogo Monteiro, 27 anos, rapaz dos Pisões, aldeia vizinha de A-do-Barbas, onde existe o Bar Alfa e uns concertos catitas (o próximo é a 11 de Março), irmão do baterista dos Stone Dead (que no último sábado tocaram – e bem – no Covil da Preguiça), pessoa em modo estágio para se tornar senhor arquitecto, que provavelmente vai expor em Leiria nos próximos meses, se não lhe faltar orçamento para lápis e afias.
Diogo, que estudou em Évora, mas foi acabar a licenciatura a Lisboa, criou o Tenório na capital portuguesa dos tuk-tuk, em 2012, “como se fosse uma segunda personalidade”, com vida própria e ambições: emigrar para o Planeta Tangerina (a editora que representa a maior influência do criador e da criatura) ou, em alternativa, descobrir um novo Planeta Tangerina, através da observação cuidadosa de todos os seres incríveis que habitam os ban
Entretanto, nos Pisões, começa a elaborar cartazes para anunciar concertos das bandas dos amigos, e dos amigos dos amigos, palavra passa palavra, participa no Museum Festum e no ano passado o Tenório faz as primeiras exposições, em Leiria e na Marinha Grande.
E agora, Diogo? Continuar a inventar estranhos a partir de estranhos, explorar a pintura de murais, pensar em editar o primeiro livro. Ele anda a ouvir Tom Zé e diz que a música lhe influencia o traço, portanto, se calhar vem aí algum Tangolomango com Defeito de Fabricação. Que são sempre os melhores, esta toda a gente sabe.
Mais trabalhos do Tenório:
facebook.com/olatenorio
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rELEVEI-o EM REUNIÃO DE CÂMARA
15mar2011
região de cister
(18Março8h8') Região de Cister, edição 917 de 17 de Março
Diogo Monteiro estuda na Universidade de Évora e concorreu com outros colegas
Jovem dos Pisões vence prémio internacional de arquitectura
Diogo Monteiro venceu o primeiro prémio do concurso de arquitectura internacional ‘Viena House of Music’, organizado pela Arch Medium.
O estudante, natural dos Pisões, freguesia de Pataias, ganhou o prémio em co-autoria com Sónia Santos e Guilherme Rodrigues, alunos do curso de Mestrado em Arquitectura na Universidade de Évora, pode ler-se no site daquele estabelecimento de ensino superior.
Dos 416 inscritos no concurso (oriundos de mais de 30 países), foram seleccionados pelo júri apenas 30 finalistas, que incluíram 10 trabalhos de alunos daquela universidade.
Para além dos premiados, encontravam-se entre os finalistas seleccionados pelo júri os trabalhos dos alunos Sara Rosado, Fulvia Sara Rulli, Rui Rua, Fábio Silva, Daniela Catraia, João Martins, Paulo Dias e Ana Alves.
O programa do concurso, que os alunos desenvolveram na unidade curricular de Projecto Avançado I, leccionada por Pedro Oliveira e com a coordenação de João Luís Carrilho da Graça, consistiu na criação de uma Casa da Música no Stadpark da Ringstrasse de Viena, na Áustria. Os projectos premiados serão publicados na Wettbewerbe Aktuell e na TC Cuadernos e expostos na Escuela Técnica Superior de Arquitectura de Barcelona.