06/07/2012

5.836.(6julho2012.10.50') O novo hospital na cidade...O novo Hospital Oeste Norte

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19set2012
Ai a nossa saúde
Como estamos de HABLO?
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via tintafresca.net
Em causa a decisão de criar o Centro Hospitalar do Oeste
    Plataforma Oestina de Utentes acusa Ministério da Saúde de não ouvir as populações
        Na sequência da publicação em Diário da República da portaria que cria o Centro Hospitalar do Oeste (CHO), com a junção dos centros hospitalares Oeste Norte e de Torres Vedras, a Plataforma Oestina de Comissões de Utentes da Saúde manifesta o seu desagrado por ainda não ter sido ouvida neste processo, apesar do pedido de audiência endereçado ao ministro da Saúde no passado mês de Junho. “A decisão de criar o CHO sem auscultar as pessoas que estão no terreno, utentes e autarcas, que se têm manifestado e representado as populações, é um mau prenúncio que esperamos possa vir a ser corrigido no futuro”, afirma.

       Para a Plataforma Oestina de Comissões de Utentes, “a decisão é política, e antes de qualquer medida de reorganização pretendemos que as forças vivas da Região sejam ouvidas pela tutela, pois a administração do novo Centro Hospitalar terá quatro meses para definir o seu caminho e é importante que o faça o mais consciente possível das necessidades das populações.”

       A exemplo das decisões políticas que foram tomadas recentemente nos casos de Lagos e Loulé, evitando o encerramento dos respetivos serviços de urgência quando alguns estudos apontavam em sentido contrário, a Plataforma Oestina de Comissões de Utentes espera que também no caso do Oeste o ministro da Saúde impeça a desqualificação da rede existente e os impactos negativos que a mesma traria para as populações e para o desenvolvimento socioeconómico da Região.

       Assim, a Plataforma Oestina de Comissões de Utentes da Saúde, reunida em Peniche na segunda-feira, 17 de Setembro de 2012, entendeu fazer um novo pedido de audiência ao ministro da Saúde para apresentação das suas ideias e preocupações.

       A Plataforma Oestina de Comissões de Utentes da Saúde é constituída pela Comissão de Utentes "Juntos pelo Nosso Hospital" de Caldas da Rainha, pela Comissão Municipal de Acompanhamento do Hospital de Peniche e pela Comissão de Utentes de Saúde de Torres Vedras.

       Presidente da Câmara Municipal de Peniche pede audiência ao ministro da Saúde

       O presidente da Câmara Municipal de Peniche, António José Correia, renovou, no dia 18 de setembro, um pedido de audiência ao ministro da Saúde. Publicamos, na íntegra, a carta enviada a Paulo Macedo.

       Considerando os estudos e documentos vindos a público sobre a Reavaliação da Rede Nacional de Emergência e Urgência e sobre a Carta Hospitalar, que apontam para o encerramento da Unidade de Urgência Básica do Hospital São Pedro Gonçalves Telmo de Peniche e, por via disso, para o encerramento do Hospital, venho pelo presente reiterar o pedido de uma audiência com V. Excelência. com caráter de urgência. Este pedido surge na sequência dos pedidos anteriormente formulados, a nível local, por parte do Município de Peniche e da Comissão Municipal de Acompanhamento do Hospital, a nível regional, por parte da Comunidade Intermunicipal do Oeste e da Plataforma Oestina de Comissões de Utentes e, a nível nacional, por parte da Associação Nacional de Município Portugueses.

       Sentimos uma profunda apreensão e estranheza em relação ao caminho apontado por esses estudos. A apreensão decorre do facto de, a concretizar-se tal medida, dela resultaria um claro prejuízo, quer do bem-estar e da qualidade de vida dos penichenses e dos muitos milhares de forasteiros que nos visitam anualmente, quer do ponto de vista do desenvolvimento económico, já que a vocação turística do nosso concelho ficaria irremediavelmente afetada por uma medida desta natureza. Estranheza, porque o caminho aparentemente traçado vem claramente à revelia de todos os compromissos que foram, nesta matéria, publicamente assumidos entre os representantes do Estado e, através dos eleitos, com a população. De facto, não se alteraram as condições que em 2008 determinaram que se revogasse a intenção de extinguir o serviço de urgência, tendo o nosso hospital passado a integrar a rede de Serviços de Urgência Básica, nos termos do acordo publicamente divulgado e celebrado a 22 de janeiro de 2008 entre o então Ministro da Saúde e o Presidente da Câmara Municipal de Peniche.

       Não podemos aceitar a intenção de encerramento do serviço local de urgência básica pelas razões evocadas e que são apresentadas de forma detalhada na declaração que se junta em anexo. Tais razões merecem certamente um amplo consenso e colheram fundamento também junto do Ministério da Saúde e das estruturas descentralizadas da administração hospitalar, conforme denotam os compromissos que haviam sido firmados.

       Constatamos e lamentamos o facto das estruturas locais não terem sido previamente auscultadas neste processo, não obstante a atitude de diálogo manifestada por diversas diligências efetuadas no sentido de obter uma reunião com o Senhor Ministro da Saúde.

       Desta forma, não abdicamos da determinação em pugnar pela defesa da continuidade do Hospital de Peniche, pela defesa dos reais interesses, necessidades e direitos da população de Peniche, assim como pela defesa do princípio fundamental da equidade de acesso aos serviços de saúde, reiterando a V. Excelência o nosso pedido de audiência com carácter de urgência.

       Reiteramos o entendimento da Comissão Municipal de acompanhamento do Hospital de Peniche – composta por membros da Câmara e da Assembleia Municipal representando todas as forças políticas – de que a decisão sobre o nosso Hospital é uma decisão política, e que o seu futuro não poderá transitar para uma qualquer administração hospitalar.
    19-09-2012
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    12set2012
    Governo cria o CHO...acaba com o CHON...e o HABLO??? xÔ..xÔ para passos.portas.cavacoDR 177 SÉRIE I de 2012-09-12

    Portaria n.º 276/2012
    Ministérios das Finanças e da Saúde
    Cria o Centro Hospitalar do Oeste (CHO), que integra o Centro Hospitalar de Torres Vedras e o Centro Hospitalar do Oeste Norte (CHON) 
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    via região de cister de 13.9.2012
    Hospital de Alcobaça vive situação “insustentável”

    Foi esta quarta-feira, 12 de setembro, publicada em Diário da República a portaria que cria o Centro Hospitalar do Oeste (CHO), com a fusão do Centro Hospitalar Oeste Norte (CHON) e do Centro Hospitalar de Torres Vedras. Cabe à administração do novo centro hospitalar, que deverá ser nomeada nas próximas semanas, decidir sobre as alterações a fazer em cada uma das unidades hospitalares integradas nesta reorganização, mas em Alcobaça mantém-se a pretensão de que o Hospital Bernardino Lopes Oliveira seja integrado no Centro Hospitalar de Leiria.




    A portaria que cria o CHO, cuja sede fica nas Caldas da Rainha, aponta o contexto macroeconómico que o país atravessa e a necessidade de uma “maior rentabilidade e eficiência na prestação de cuidados de saúde à população” como razões da reorganização hospitalar. Argumentos que não convencem autarcas e utentes de Alcobaça, que acreditam que a passagem do hospital local para a alçada do Centro Hospitalar de Leiria vem pôr um ponto final numa situação cada vez mais grave.
    De acordo com Isabel Granada, da Comissão de Utentes do Hospital de Alcobaça, os serviços têm-se degradado desde a integração da unidade no CHON. “A lista de espera em cirurgia, que não havia, aumentou drasticamente”, diz a enfermeira, acrescentando que “o bloco operatório está fechado” e a unidade de cirurgia de ambulatório “quase não funciona”.
    Na Consulta Externa a situação não é melhor. “Os doentes não estão a ser acompanhados. Isto é grave”, denuncia a representante dos utentes, salientando que a situação atual do hospital “é insustentável” e que a integração em Leiria é “muito desejada”.
    Também o presidente da Câmara de Alcobaça, Paulo Inácio, acredita que a passagem para Leiria é “a solução que melhor serve as populações”. Por isso, promete “fazer tudo” para que seja dado seguimento à posição que obteve consenso na Câmara e na Assembleia Municipal.
    O autarca acredita que em breve os munícipes alcobacenses vão, em casos mais graves, ser encaminhados para o Hospital de Leiria. Por questões de proximidade, as populações de Alfeizerão, Benedita e São Martinho continuam a dirigir-se ao CHO.
    texto   joana Fialho
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    6jul2012
    O Festival de anúncios de PSD/Paulo Inácio...
    E a realidade...Satisfeito com o nosso passar a ficar dependente do Hospital de St André para 15 freguesias e 3 ficarem dependentes do hospital das Caldas....
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    Acho que devíamos ter uma jornada como esta:
    via tintafresca.net

    Sábado à mesma hora
    Marcha pelos Nossos Hospitais junta utentes em Peniche, Caldas e Torres Vedras
    Sábado, dia 7 de Julho, a partir das 21h, vai realizar-se em simultâneo nas três cidades oestinas de Caldas da Rainha, Peniche e Torres Vedras a “Marcha pelos Nossos Hospitais”. Esta marcha em defesa dos Hospitais do Oeste é uma iniciativa conjunta das Comissões de Utentes de Torres Vedras, Caldas da Rainha e Peniche, no âmbito da Plataforma Oestina de Comissões de Utentes da Saúde.

    via cisterfm:

    MARCHA PELOS NOSSOS HOSPITAIS EM PENICHE, CALDAS DA RAINHA E TORRES VEDRAS


    Marcha pelos Nossos Hospitais, no próximo sábado à mesma hora em Peniche, Caldas da Rainha e Torres Vedras
    No próximo sábado, dia 7 de Julho, a partir das 21h, vai realizar-se em simultâneo nas três cidades oestinas de Caldas da Rainha, Peniche e Torres Vedras a “Marcha pelos Nossos Hospitais”. Esta marcha em defesa dos Hospitais do Oeste é uma iniciativa conjunta das Comissões de Utentes de Torres Vedras, Caldas da Rainha e Peniche, no âmbito da Plataforma Oestina de Comissões de Utentes da Saúde.
    Para os membros da Plataforma, são evidentes os sinais de rutura no atendimento hospitalar na Região Oeste. Foi esse sentimento de preocupação e a necessidade de mobilizar as populações que esteve na origem da recente constituição desta estrutura, que junta os representantes de utentes de Caldas, Peniche e Torres Vedras.
    A Plataforma tem trabalhado intensamente nos últimos dias e já apresentou publicamente um Manifesto, a partir do qual foi elaborada uma Moção aprovada por unanimidade na Assembleia Intermunicipal da OesteCIM*.
    Foi também pedida uma reunião ao Sr. Ministro da Saúde e contactados diversos agentes cujo contributo se considera relevante para a defesa desta causa, designadamente a Ordem dos Médicos, a Ordem dos Enfermeiros, a Presidência da República e os Grupos Parlamentares, entre outras.
    A Plataforma Oestina de Comissões de Utentes da Saúde considera inaceitável “o desmantelamento do Serviço Nacional de Saúde na Região”, afirmando que “é necessário parar de imediato com o esvaziamento de condições de funcionamento a que têm sido sujeitas as diferentes unidades hospitalares do Oeste, antes que seja demasiado tarde”.
    Em Caldas da Rainha a concentração para a “Marcha pelos Nossos Hospitais” será na Praça 5 de Outubro (antiga Praça do peixe), seguindo depois pela Rua Heróis da Grande Guerra, Largo da Rainha, Hospital Termal e Praça da Fruta, até ao Hospital Distrital. Em Peniche o percurso será do Largo do Munícipio (Junto à Câmara Municipal), até ao Hospital São Pedro Gonçalves Telmo.
    Em Torres Vedras a concentração terá lugar na Praça da República (em frente à Havaneza), seguindo depois a Marcha pelas Ruas Santos Bernardes e Dr. Aurélio Ricardo Belo, até ao Hospital Distrital.
    Na próxima quinta-feira, dia 5, pelas 9h30 da manhã, as Comissões de Utentes de Caldas da Rainha, Peniche e Torres Vedras irão levar a cabo nos respectivos Hospitais uma primeira acção simultânea, de distribuição de folhetos informativos da Marcha.
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    29jul2010
    O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Paulo Inácio, anunciou  que não autorizará as obras de remodelação do Hospital de Alcobaça  anunciadas pelo Ministério da Saúde. O autarca oferece, ainda, a área do MercoAlcobaça, propriedade da  Câmara, numa das principais entradas da cidade, para a  instalação de uma grande unidade de saúde, que sirva toda a região. Esta é a reacção do autarca ao anúncio do Ministério da Saúde sobre a  desistência da construção do novo Hospital Oeste-Norte, um dos  projectos incluídos no plano de compensações acordado entre o Governo  e os municípios do Oeste, como forma de minimizar os "prejuízos"  causados pelo abandono do aeroporto da Ota. A Ministra da Saúde, Ana Jorge, esteve recentemente reunida com os  autarcas do Oeste e anunciou que o Governo tinha desistido da nova  unidade, antes estudada como forma de minimizar os custos nesta área e  de reunir num único espaço valências que se encontram dispersas e  distantes dos utentes da região. A governante adiantou que a alternativa era a comparticipação de obras de remodelação das actuais  unidades de saúde (Alcobaça e Peniche) e de ampliação do Centro  Hospitalar de Caldas da Rainha. O presidente da Câmara de Alcobaça escreveu, entretanto, ao Primeiro-Ministro a "exigir soluções quanto à política  de saúde para o Oeste", sublinhando que "não se pode estar todas as  semanas a divulgar informações diferentes" sobre o mesmo assunto. Os autarcas da região temem que depois de mais este recuo nos  investimentos compensatórios prometidos ao Oeste, as comparticipações, agora anunciadas, na remodelação da actual rede de saúde, também não  cheguem ao destino, ficando os utentes e a Região Oeste sem os  serviços de qualidade e investimentos avultados prometidos há vários  anos. Alcobaça, que foi inicialmente apontada como a melhor localização para  o Hospital Oeste-Norte, comprou um terreno, em Alfeizerão, destinado a  esse investimento, mas depois da desistência do Governo admite não ter  um "plano B" para o terreno que custou cerca de 1,4 milhões de euros aos cofres públicos.   Paulo Alexandre

    Paulo Inácio cede MercoAlcobaça para construção de novo Hospital
    https://jornaldascaldas.com/paulo-inacio-cede-mercoalcobaca-para-construcao-de-novo-hospital