28ouTUbro2019
É preciso «criar uma Estratégia Nacional para a Deficiência»
Os 300 presentes que deram corpo ao 13.º Congresso da CNOD exigem aos órgãos de soberania uma política efectiva na «inclusão plena das pessoas com deficiência».
Realizou-se este sábado, em Loures, a reunião magna da Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes (CNOD) com mais de três centenas de participantes em representação das suas 40 associações filiadas.
Os debates versaram sobre temáticas que afectam as pessoas com deficiência, mas também sobre matérias que respeitam à sociedade em geral. Uma das principais ideias discutidas é a da importância da criação de uma verdadeira Estratégia Nacional para a Deficiência, que faça cumprir os direitos consagrados através da articulação entre as diferentes áreas de governação.
Foi ainda votada, por unanimidade, uma carta aberta enviada aos grupos parlamentares e à secretária de Estado para a Inclusão das Pessoas com Deficiência, exigindo medidas de fundo, mas também questões imediatas a implementar já no quadro do Orçamento do Estado para 2020.https://www.abrilabril.pt/nacional/e-preciso-criar-uma-estrategia-nacional-para-deficiencia?fbclid=IwAR3BYDZ5HCPOurXHhm6T49U_JTKxF9kDWn8kmYGT9tWw39lrvd2Lf8eTT28
*
22ouTUbro2019
https://www.abrilabril.pt/nacional/congresso-pelo-fim-das-barreiras-que-impoem-desigualdade-e-discriminacao
Por um lado, os subscritores defendem a defesa do cumprimento da Constituição da República e da legislação nacional, que salvaguardam os direitos das pessoas com deficiência, sem prejuízo de ser necessário «suprir lacunas e aperfeiçoar a legislação, transpondo para a lei nacional aspectos da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência que aprofundem o património de direitos».
Acrescentam ainda que os objectivos da política governativa devem, nesta área, passar por implementar medidas concretas «para corrigir e prevenir as situações de desigualdade, de pobreza, de isolamento e marginalização social que penalizam as pessoas com deficiência, de diversas idades e em diferentes zonas do País».
Será também determinante a concretização de condições concretas para o pleno direito «à realização pessoal e a uma vida independente», que passa, entre outras matérias, pela garantia do «acesso ao emprego com direitos das pessoas com deficiência» e da concretização da sua participação política.
Estes objectivos têm de ser adoptados considerando a necessidade de ter em conta, de forma transversal, «todas as políticas, com a afectação de recursos financeiros e técnicos adequados» para o efeito.
Entre as várias medidas constantes do documento a pôr em prática já no ano de 2020 estão a «adaptação dos serviços públicos, tornando-os acessíveis», os apoios à «actividade regular das associações de pessoas com deficiência», a melhoria da «eficácia dos direitos de segurança social das pessoas com deficiência», o «reforço dos professores e pessoal de apoio às crianças com necessidades educativas especiais» e a «qualificação da intervenção precoce em crianças com deficiência».
Os debates versaram sobre temáticas que afectam as pessoas com deficiência, mas também sobre matérias que respeitam à sociedade em geral. Uma das principais ideias discutidas é a da importância da criação de uma verdadeira Estratégia Nacional para a Deficiência, que faça cumprir os direitos consagrados através da articulação entre as diferentes áreas de governação.
Foi ainda votada, por unanimidade, uma carta aberta enviada aos grupos parlamentares e à secretária de Estado para a Inclusão das Pessoas com Deficiência, exigindo medidas de fundo, mas também questões imediatas a implementar já no quadro do Orçamento do Estado para 2020.https://www.abrilabril.pt/nacional/e-preciso-criar-uma-estrategia-nacional-para-deficiencia?fbclid=IwAR3BYDZ5HCPOurXHhm6T49U_JTKxF9kDWn8kmYGT9tWw39lrvd2Lf8eTT28
*
22ouTUbro2019
https://www.abrilabril.pt/nacional/congresso-pelo-fim-das-barreiras-que-impoem-desigualdade-e-discriminacao
Acrescentam ainda que os objectivos da política governativa devem, nesta área, passar por implementar medidas concretas «para corrigir e prevenir as situações de desigualdade, de pobreza, de isolamento e marginalização social que penalizam as pessoas com deficiência, de diversas idades e em diferentes zonas do País».
Será também determinante a concretização de condições concretas para o pleno direito «à realização pessoal e a uma vida independente», que passa, entre outras matérias, pela garantia do «acesso ao emprego com direitos das pessoas com deficiência» e da concretização da sua participação política.
Estes objectivos têm de ser adoptados considerando a necessidade de ter em conta, de forma transversal, «todas as políticas, com a afectação de recursos financeiros e técnicos adequados» para o efeito.
Entre as várias medidas constantes do documento a pôr em prática já no ano de 2020 estão a «adaptação dos serviços públicos, tornando-os acessíveis», os apoios à «actividade regular das associações de pessoas com deficiência», a melhoria da «eficácia dos direitos de segurança social das pessoas com deficiência», o «reforço dos professores e pessoal de apoio às crianças com necessidades educativas especiais» e a «qualificação da intervenção precoce em crianças com deficiência».
27ouTUbro2016
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=c1a1c244-b3bc-4c77-adf8-fce6cb5f9377
| |||||||||||
CDU tem saudado a iniciativa de haver rede social implantada em cada freguesia.
Desde 2016, por proposta da CDU, cada freguesia.cada IPSS, pode ter mais instrumentos de acção.
rendas apoiadas
empregar algumas pessoas carenciadas em vez de se dar refeições
***
25mar2015
Mobilização da comunidade...
Alcobaça pode ser uma ILHA de inclusão e de solidariedade efectiva.
Acabei de falar com 2 mulheres que precisam de trabalho...
Percorreram todas as instituições...
Estão com 170€ de rendimento e têm de pagar 150€ de renda...
Foram à Alcobaça Amiga
À Misericórdia
Ao Centro de Emprego
Sugeri os caminhos que me disseram para elas obterem respostas concretas...
Vamos ver, de novo, com estas 2 mulheres o que as instituições respondem...
***
Bem sei que a política...
*
Na reunião de câmara dizem-nos (a mim e à Vanda) que não é preciso implementar a proposta da CDU de dar prioridade às pessoas, de apoiar as Instituições de forma a poder-se encontrar emprego, casa para quem precisa, nomeadamente para quem não pode trabalhar...
Que a rede social até funciona muito bem nas freguesias...
Que há refeições para quem precisa...
Que há roupas e bens alimentares nas lojas sociais...
***
Vou encontrando pessoas que precisam de casa...
Que estão desesperadas sem trabalho...
Na reunião de câmara não vejo resposta concreta às necessidades...
Mas nos entretantos vejo muito blá-blá e pouca solução concreta...
*
Apreciei a disponibilidade duma empresária, que muito considero:
"Não posso viver em paz sabendo que posso ajudar e nada fiz. Não me permite dormir tranquilamente e ser gente de verdade, sabendo que a mim nada me falta e estes 2 seres humanos iguais a mim, nada têm. proponho ajudar com trabalho, arranjo sítio para ficarem até encontrar uma casinha próxima da minha empresa. Não lhes faltará comida, nem sítio digno para ficar nem trabalho e ordenado, enquanto eu tiver".
"Se cada empresa tomar uma acção destas, não existirão mais casos destes em Portugal"...
Eu tb acho que temos potencialidades e forças em Alcobaça para termos respostas para todos os que precisam de ajuda...
***
Urge mobilizar a comunidade e resolver na proximidade tal como me é dito, na rede social, em cada freguesia...
Mas encontro tanta gente sem emprego, sem trabalho, sem vencimento e assim: não há vida digna!
***
5feVEReiro2013
via tintafresca.net
| Alcobaça | ||
| Centro de Atendimento a Jovens e Rede Social avançam em Alcobaça | ||
O Centro de Atendimento a Jovens (Município de Alcobaça), através do serviço CAJ – Fora de Portas, irá realizar, nas Escolas Secundárias D.ª Inês de Castro e D. Pedro I, nos próximos dias 01, 04, 14, 15, 18, 20, 22, 26 e 27 de Fevereiro, um conjunto de 13 sessões temáticas de prevenção de comportamentos de risco subordinadas às temáticas das adições, sexualidade e distúrbios alimentares abrangendo cerca de 250 alunos/as e um grupo de encarregados de educação. ***
14fev2011
Intervim na Reunião de câmara pública d' hoje
apelando a que todos os que estão envolvidos na Rede Social
não permitam que alguém, em Alcobaça, tenha o final de vida mais miserável que conheci, como foram os 4 casos recentes de idosos em diferentes pontos do país.
Como é possível termos uma sociedade sem família, sem vizinhos, sem IPSS, sem Associações, sem Juntas de Freguesia, sem Estado (Seg. Social, Finanças, Administração Interna...) que permite que uma pessoa morra e só seja encontrada, em sua casa, após dias, meses e até anos???!!!
***
14mar2010
Tenho de perceber o que é este projecto...
Projecto inovador quer potenciar desenvolvimento social da região
Os concelhos de Alcobaça e Nazaré estão mais próximos após a assinatura do Contrato Local de Desenvolvimento Social entre os dois municípios, que teve lugar na passada sexta-feira. A gestão do projecto "Mais Participação, Mais Cidadania, Mais Desenvolvimento" vai ser assegurada, até 16 de Abril de 2012, pelo Centro Social de Valado dos Frades.
O programa visa "promover a inclusão social dos cidadãos, de forma multissectorial e integrada", através de acções a executar em parceria, por forma a "combater a pobreza existente e a exclusão social de territórios deprimidos".
Os eixos de intervenção prioritários e obrigatórios são os seguintes: emprego, formação e qualificação; intervenção familiar e parental; capacitação da comunidade e das instituições; informação e acessibilidade.
Vânia Ribeiro, coordenadora do projecto, explicou que o plano de acção agora apresentado resultou dos diagnósticos sociais efectuados nos dois concelhos, destacando o facto de se ter adoptado "uma nova metodologia de intervenção social baseada no território", dispondo para tal de uma equipa multi-disciplinar de sete elementos.
Para aquela responsável, as metas passam por possibilitar o acesso a mais de 3 mil pessoas a "instrumentos com vista à obtenção de perfis adequados para as necessidades do mercado de trabalho" e "mobilizar mais de 5 mil indivíduos para o exercício dos seus direitos e deveres". Ao mesmo tempo, pretende-se promover "uma maior responsabilidade social e dinamismo no sector económico" da região que, nos últimos anos, tem sido fortemente abalado pela crise. O apoio às famílias, e não apenas aquelas que são vítimas do desemprego, estão no rol das prioridades.
Lídia Semião, directora da unidade de desenvolvimento social do Centro Distrital de Leiria da Segurança Social, destacou a necessidade de "se estabelecerem parcerias" e revelou que estão em curso mais três projectos no distrito: em Caldas da Rainha, Pedrogão Grande-Castanheira de Pêra e Marinha Grande.
A escolha do Centro Social de Valado dos Frades para assegurar a gestão do projecto explica-se, segundo a vice-presidente da Câmara da Nazaré, Mafalda Tavares, pelos aspectos relacionados com a "territorialidade", dado que aquela vila faz a fronteira entre os dois concelhos, além de a instituição já trabalhar com "algumas destas questões sociais".
Para a irmã Fernanda Pereira, presidente da Direcção do Centro Social de Valado dos Frades, este projecto "é uma construção e será o que as pessoas quiserem, com a contribuição de todos", sendo fundamental "encontrar respostas mais ajustadas às necessidades".
***
11jun2009
sugestão da Maria Mateus,
Rede Social online de Animação e Educação SocioCultural
para entusiastas, estudantes e profissionais da área
| ||


