22março2013
Visitará Hospital e reunirá com a Comissão de Utentes.

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afinal houve troca e foi o João Correia que veio...
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via Região de Cister 28 março 2013:
" procurou inteirar-se sobre o funcionamento da unidade de saúde da cidade depois de ter reunido com a administração do Centro hospitalar do Oeste...
Um conjunto de carências...
queríamos ver do ponto de vista dis utentes qual a apreciação que fazem do Hospital de Alcobaça...
Confirmámos algumas preocupações...
sistemático subfinanciamento das unidades de saúde..."
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RECORDANDO
22/04/2010
2.502.Hospital na cidade de Alcobaça é a prioridade das prioridades para a CDU. O hospital novo Oeste Norte será público e portanto onde o Ministério bem entender como correcto.
Hoje no Região de Cister ficou um pouco destas posições:
1. Prioridade das prioridades que há muito colocamos na CDU:
independentemente do grande Hospital Novo para o Oeste Norte, precisamos do nosso Hospital Bernardino de Oliveira, ali onde está ou NOVO noutro sítio da cidade, perto do IC9/VCI, com qualidade de respostas para os mais de 80 mil habitantes dos 2 concelhos de Alcobaça e Nazaré...
Há anos que reclamamos que a cidade de Alcobaça tem de ter Urgência Básica (24h) qualificada, com equipamentos e meios humanos para o máximo de respostas que evitem a correria dos alcobacenses e dos nazarenos, às bolandas, para Leira ou para Caldas. Temos que reunir todas as forças para termos Qualidade na Saúde já, agora, nos próximos anos e sempre!
Vamos lendo que o Hospital de Peniche vai conquistando melhores respostas enquanto se desenrola a polémica do local de implantação do NOVO hospital inter-concelhio.
Por exemplo recebeu recentemente Raios X digitalizado e nós? A Câmara CDU de Peniche, em conjunto com os profissionais de saúde, têm programas de obras e equipamentos calendarizados de renovação e firmado com a Ministra...
E nós? Tivemos um Presidente da Câmara que pensou que só por comprar o terreno vencia o lobby da Caldas e vencia todos os outros Presidentes de Câmara...Agora, temos um Presidente de Câmara que ínsulta os que lutaram contra as portagens como sendo revoltosos...Esquecendo que o PSD ( e o PS) de Alcobaça não quiseram lutar contra as portagens...
Como os consegue ganhar assim para Alfeizerão?
2. Estivemos contra a compra do terreno da Quinta da Cela apesar do trunfo do estudo da Escola Superior de gestão do Porto. Também alertámos o ex- presidente que nunca conseguiria convencer os Presidentes de Câmara do Oeste norte só com a compra do terreno.
3. Defendemos que José Serralheiro devia ter sido bem tratado pela câmara de Alcobaça há 8 anos e Gonçalves sapinho nunca reconheceu os méritos deste alcobacense.
4.A ministra disse o que disse e vai reunir com os presidentes de câmara do Oeste. É triste que o Oeste não seja capaz de ter uma única voz.
Há quantos anos que vou (vamos na CDU) dizendo que temos estado a Leste do oeste???
Não só na saúde...Foi no saneamento, na água em alta, nos Congressos, na luta contra as Portagens...
5. Temos que unir os alcobacenses. Há muito que dizemos na Assembleia Municipal e na Câmara devia haver um debate com princípio, meio e fim sobre o que queremos para a saúde e nomeadamente para a resposta Hospital na cidade de Alcobaça..
Precisamos de juntar forças quer dos autarcas, quer dos profissionais da saúde, Clínicas, Farmácias, quer das forças-vivas, IPSS, Misericórdias... Urge esse debate aberto com todos para acertar o que queremos!
Há perguntas que gostaria de colocar com o Ministério e com os especialistas de saúde e para o debate que o Região de Cister hoje promove:
O actual edifício do nosso Hospital pode ser melhorado?
A actual unidade de Saúde de Alcobaça não precisa de ser melhorada?
A Misericórdia está interessada em investir no seu edifício para respostas (bem necessárias) de cuidados continuados integrados, paliativos?
Podemos avançar com um NOVO edifício de Hospital na cidade que tenha as respostas hospitalares que precisamos na cidade e para os 80 mil habitantes de Alcobaça e Nazaré (fora os muitos milhares que visitam os nossos 2 concelhos ao fds e férias)?
1. Prioridade das prioridades que há muito colocamos na CDU:
independentemente do grande Hospital Novo para o Oeste Norte, precisamos do nosso Hospital Bernardino de Oliveira, ali onde está ou NOVO noutro sítio da cidade, perto do IC9/VCI, com qualidade de respostas para os mais de 80 mil habitantes dos 2 concelhos de Alcobaça e Nazaré...
Há anos que reclamamos que a cidade de Alcobaça tem de ter Urgência Básica (24h) qualificada, com equipamentos e meios humanos para o máximo de respostas que evitem a correria dos alcobacenses e dos nazarenos, às bolandas, para Leira ou para Caldas. Temos que reunir todas as forças para termos Qualidade na Saúde já, agora, nos próximos anos e sempre!
Vamos lendo que o Hospital de Peniche vai conquistando melhores respostas enquanto se desenrola a polémica do local de implantação do NOVO hospital inter-concelhio.
Por exemplo recebeu recentemente Raios X digitalizado e nós? A Câmara CDU de Peniche, em conjunto com os profissionais de saúde, têm programas de obras e equipamentos calendarizados de renovação e firmado com a Ministra...
E nós? Tivemos um Presidente da Câmara que pensou que só por comprar o terreno vencia o lobby da Caldas e vencia todos os outros Presidentes de Câmara...Agora, temos um Presidente de Câmara que ínsulta os que lutaram contra as portagens como sendo revoltosos...Esquecendo que o PSD ( e o PS) de Alcobaça não quiseram lutar contra as portagens...
Como os consegue ganhar assim para Alfeizerão?
2. Estivemos contra a compra do terreno da Quinta da Cela apesar do trunfo do estudo da Escola Superior de gestão do Porto. Também alertámos o ex- presidente que nunca conseguiria convencer os Presidentes de Câmara do Oeste norte só com a compra do terreno.
3. Defendemos que José Serralheiro devia ter sido bem tratado pela câmara de Alcobaça há 8 anos e Gonçalves sapinho nunca reconheceu os méritos deste alcobacense.
4.A ministra disse o que disse e vai reunir com os presidentes de câmara do Oeste. É triste que o Oeste não seja capaz de ter uma única voz.
Há quantos anos que vou (vamos na CDU) dizendo que temos estado a Leste do oeste???
Não só na saúde...Foi no saneamento, na água em alta, nos Congressos, na luta contra as Portagens...
5. Temos que unir os alcobacenses. Há muito que dizemos na Assembleia Municipal e na Câmara devia haver um debate com princípio, meio e fim sobre o que queremos para a saúde e nomeadamente para a resposta Hospital na cidade de Alcobaça..
Precisamos de juntar forças quer dos autarcas, quer dos profissionais da saúde, Clínicas, Farmácias, quer das forças-vivas, IPSS, Misericórdias... Urge esse debate aberto com todos para acertar o que queremos!
Há perguntas que gostaria de colocar com o Ministério e com os especialistas de saúde e para o debate que o Região de Cister hoje promove:
O actual edifício do nosso Hospital pode ser melhorado?
A actual unidade de Saúde de Alcobaça não precisa de ser melhorada?
A Misericórdia está interessada em investir no seu edifício para respostas (bem necessárias) de cuidados continuados integrados, paliativos?
Podemos avançar com um NOVO edifício de Hospital na cidade que tenha as respostas hospitalares que precisamos na cidade e para os 80 mil habitantes de Alcobaça e Nazaré (fora os muitos milhares que visitam os nossos 2 concelhos ao fds e férias)?
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30/04/2009
Hospital na Cidade e o voto contra da CDU na compra da Quinta da cela.
COLIGAÇÃO DEMOCRÁTICA UNITÁRIA
Votamos contra porque:
a) Discordamos que a cidade de Alcobaça perca o seu Hospital Bernardino Oliveira, e tb não aceitamos que se transforme em Hospital de retaguarda. Se o edifício não está capaz temos de reclamar o construir de um novo mas na cidade. Peniche tb não aceita perder o seu Hospital.
b) Temos dados de que o estudo Bessa/Esc. Superior de Gestão do Porto vai ser ultrapassado pelo trabalho da nomeada Comissão Técnica Independente. Sabemos que as administrações do Hospital das Caldas e do Hospital Termal (clínicos e administrativos) fizeram propostas concretas e defendem claramente o alargamento do actual Hospital.
c) Não compete às câmaras oferecer terrenos para o estado exercer as suas competências.
d) Não concordamos que do erário camarário seja retirada esta verba de 3,5M€ tão necessária para as diferentes responsabilidades, efectivamente, competências municipais, como sejam as da habitação, saneamento, educação, cultura, desporto.
Os eleitos da CDU na AM de Alcobaça 9.4.2009
Hospital Bernardino Oliveira
Na última Assembleia Municipal a CDU votou contra a compra do terreno “Quinta da Cela”, em Alfeizerão, para a eventual construção do Hospital Oeste Norte, proposto como recomendação pela EGP/Daniel Bessa.
Não vamos fazer guerra à compra do terreno pelo facto de ser adquirido a um familiar, bem chegado, do Presidente da Assembleia de Freguesia do PSD, e não haver, pelos vistos, militância Alfeizerense, nem companheirismo Alcobacense, dos proprietários, para que pudessem assinar um contrato de promessa de compra e venda com a Câmara Municipal, em que aguardasse pela confirmação do Ministério da Saúde de que é ali, na Quinta da Cela, que vai ser construído o Hospital Oeste Norte.
Também não vamos fazer críticas pela Informação prévia ter sido solicitada após os primeiros contactos da Câmara com o proprietário.
Também não pomos em causa os critérios dos avaliadores (Eng.ºs Beato e Rilhó)
A CDU só alerta, mais uma vez, que a razão central para votar contra é que falta ponderar estrategicamente o que queremos para a cidade e para o concelho de Alcobaça, nomeadamente nestas questões da Saúde, e mais concretamente na questão dos Hospitais…
Será que queremos que a cidade de Alcobaça perca o seu Hospital público e que o existente passe para a Misericórdia, perca todas as valências e passe para a rede dos Cuidados Continuados?
Vejamos aqui, no órgão a que pertencemos, a Assembleia Municipal, com mais atenção alguns dados, para podermos equacionar bem o problema:
1. O Estudo de dimensionamento hospitalar na área da Estremadura – Oeste, realizada pela EGP/Bessa expressa claramente, na pág.128, no ponto 23, o seguinte:
- A criação de raiz de uma nova unidade hospitalar para o oeste – norte liberta as actuais instalações do Hospital Bernardino Oliveira (que deverão ser devolvidas à Misericórdia, sua proprietária) …
2. O Semanário Sol de 26 de Abril expressa claramente, na sua pág.14, que a construir-se o novo Hospital Oeste Norte, o Hospital de Alcobaça passa para a Rede de Cuidados Continuados.
Assim, propomos que o Sr. Presidente convoque uma Assembleia Municipal, com esta temática específica, para o final de Maio, princípios de Junho de 2008, no cine teatro, com as seguintes características essenciais de presença e possibilidade de intervenção:
- do Prof. Augusto Mateus (que está a fazer os Planos estratégicos para o Oeste e para o concelho de Alcobaça);
- da direcção clínica e da Administração do Hospital Bernardino Oliveira;
- médicos, enfermeiros e outros profissionais do Hospital Bernardino Oliveira;
- representantes das policlínicas instaladas no concelho (da Benedita, S. Francisco…)
- representantes dos Sindicatos dos Médicos e dos Enfermeiros.
Os eleitos da CDU na AM de 30 de Abril de 2008
Votamos contra porque:
a) Discordamos que a cidade de Alcobaça perca o seu Hospital Bernardino Oliveira, e tb não aceitamos que se transforme em Hospital de retaguarda. Se o edifício não está capaz temos de reclamar o construir de um novo mas na cidade. Peniche tb não aceita perder o seu Hospital.
b) Temos dados de que o estudo Bessa/Esc. Superior de Gestão do Porto vai ser ultrapassado pelo trabalho da nomeada Comissão Técnica Independente. Sabemos que as administrações do Hospital das Caldas e do Hospital Termal (clínicos e administrativos) fizeram propostas concretas e defendem claramente o alargamento do actual Hospital.
c) Não compete às câmaras oferecer terrenos para o estado exercer as suas competências.
d) Não concordamos que do erário camarário seja retirada esta verba de 3,5M€ tão necessária para as diferentes responsabilidades, efectivamente, competências municipais, como sejam as da habitação, saneamento, educação, cultura, desporto.
Os eleitos da CDU na AM de Alcobaça 9.4.2009
Hospital Bernardino Oliveira
Na última Assembleia Municipal a CDU votou contra a compra do terreno “Quinta da Cela”, em Alfeizerão, para a eventual construção do Hospital Oeste Norte, proposto como recomendação pela EGP/Daniel Bessa.
Não vamos fazer guerra à compra do terreno pelo facto de ser adquirido a um familiar, bem chegado, do Presidente da Assembleia de Freguesia do PSD, e não haver, pelos vistos, militância Alfeizerense, nem companheirismo Alcobacense, dos proprietários, para que pudessem assinar um contrato de promessa de compra e venda com a Câmara Municipal, em que aguardasse pela confirmação do Ministério da Saúde de que é ali, na Quinta da Cela, que vai ser construído o Hospital Oeste Norte.
Também não vamos fazer críticas pela Informação prévia ter sido solicitada após os primeiros contactos da Câmara com o proprietário.
Também não pomos em causa os critérios dos avaliadores (Eng.ºs Beato e Rilhó)
A CDU só alerta, mais uma vez, que a razão central para votar contra é que falta ponderar estrategicamente o que queremos para a cidade e para o concelho de Alcobaça, nomeadamente nestas questões da Saúde, e mais concretamente na questão dos Hospitais…
Será que queremos que a cidade de Alcobaça perca o seu Hospital público e que o existente passe para a Misericórdia, perca todas as valências e passe para a rede dos Cuidados Continuados?
Vejamos aqui, no órgão a que pertencemos, a Assembleia Municipal, com mais atenção alguns dados, para podermos equacionar bem o problema:
1. O Estudo de dimensionamento hospitalar na área da Estremadura – Oeste, realizada pela EGP/Bessa expressa claramente, na pág.128, no ponto 23, o seguinte:
- A criação de raiz de uma nova unidade hospitalar para o oeste – norte liberta as actuais instalações do Hospital Bernardino Oliveira (que deverão ser devolvidas à Misericórdia, sua proprietária) …
2. O Semanário Sol de 26 de Abril expressa claramente, na sua pág.14, que a construir-se o novo Hospital Oeste Norte, o Hospital de Alcobaça passa para a Rede de Cuidados Continuados.
Assim, propomos que o Sr. Presidente convoque uma Assembleia Municipal, com esta temática específica, para o final de Maio, princípios de Junho de 2008, no cine teatro, com as seguintes características essenciais de presença e possibilidade de intervenção:
- do Prof. Augusto Mateus (que está a fazer os Planos estratégicos para o Oeste e para o concelho de Alcobaça);
- da direcção clínica e da Administração do Hospital Bernardino Oliveira;
- médicos, enfermeiros e outros profissionais do Hospital Bernardino Oliveira;
- representantes das policlínicas instaladas no concelho (da Benedita, S. Francisco…)
- representantes dos Sindicatos dos Médicos e dos Enfermeiros.
Os eleitos da CDU na AM de 30 de Abril de 2008
16/07/2010
3.066. "Dei o MercoAlcobaça para Hospital Novo de Alcobaça". "Abri o debate". Registo de opiniões antes da tomada de posição da CDU!
Parece-me que estamos perante 1 acto de propaganda para desviar das questões essenciais da saúde no nosso concelho: As valências que estamos a perder cada dia que passa e a qualidade das prestações de saúde concretas até haver novo(s) hospital(ais)...
Quem pode estar contra 1 hospital novo? Ninguém!
Mas como, quando, nestas circunstâncias políticas?
Depois perante estas práticas haverá + alguma jogada escondida de algum privado da saúde? Melo, BES?
A questão da localização é 1 assunto secundário?
Ver postagens anteriores sobre o Hospital na cidade, nomeadamente nas seguintes: 2.988, 2997, 3007 e 3031...
Gostaria que me fizessem chegar a vossa opinião sobre esta matéria via rogeriommr@gmail.com
1. No dia 1 de Julho PCâmara gravou na Rádio Cister a informação de que deu ao Ministério da Saúde o Merco para se construir 1 Hospital novo na cidade. Não aceitou fazer obras no velho.
2. Na reunião de 12 de Julho (3.031) expressei o seguinte:
Critico desde já esta prática de informar via rádio grandes decisões da maioria, sobre assuntos importantes.
Pergunto para depois poder comentar:
O que se passou para decidir conceder o Merco como espaço para novo Hospital de alcobaça?
Quais foram outras localizações que ponderaram?
Para onde vão fazer as Feiras São Bernardo, do Ambiente e da Criança, São Simão e outros eventos?
O que vão fazer à Pizzaria Cister e como vão deslocalizar as Associações AVAPI e TREVOESTE?
Presidente Paulo Inácio respondeu:
mencionou a reunião com a ministra em que 1.º Apontamento é que há aqui, hoje, uma diferença significativa de informação.
SE, e repetiu o SE não houver hospital novo,
logo então prometeu ceder terreno para novo hospital Bernardino Oliveira e que não aceitava obras no velho edifício da Misericórdia.
Informou que teve reunião com o Presidente e com o vice-presidente da ARS in loco junto ao Mercoalcobaça que consideraram excelente a proposta.
Muito próximo da A8 para servir Alcobaça e Nazaré.
Acha ridículo as minhas preocupações com a pizzaria e com as associações, perante o grande objectivo do novo hospital.
Acha que em vez de colocarmos problemas devíamos unir-nos com ele e com todos por esta causa maior. O que acha que devíamos era apresentar melhores localizações ou melhores soluções.
O Sr. Presidente da Câmara sempre nos disse aqui em reunião que só tinha 1 Plano A: Novo Hospital Oeste Norte em Alfeizerão.
Afinal, por esta prática, não há SE nenhum, aceitou claramente a solução da ministra (não há novo Hospital Oeste Norte e obras no de Alcobaça e alargamento do das Caldas) e a prova é que cedeu o Merco para a construção do novo hospital de Alcobaça.
Há muito que defendemos como construir a União. Já o Sr. era membro da AM, depois Presidente da Assembleia e agora como Presidente. Nós defendemos há muito a união dos alcobacenses à volta das causas. A saúde é uma das mais importantes. Onde está o debate com a câmara, assembleia, autarcas, forças vivas, profissionais e instituições da saúde.
Com certeza auscultou bem e até não haverá melhor localização para o novo hospital na cidade. Não tenho toda a estrutura da câmara para recolher a opinião. Eu perguntaria aos arquitectos e outros técnicos da Câmara...Também auscultaria técnicos de construção de hospitais...Foi assim que fez?
Eu sem recolher a opinião dessas competências, acharia melhor junto a 1 rotunda de saída do IC9 (que está em construção) ou até junto duma rotunda da VCI...
Enquanto não se constrói a solução para Feiras o Mercoalcobaça fará sempre falta...
Presidente da Câmara pode ficar descansado que oportunamente, nós tomaremos posição sobre esta temática, naturalmente, gostamos de ponderar todos os dados.
Mas desde já posso acrescentar a nossa posição:
1. Queremos o Hospital Oeste Norte a servir os 260 mil oestinos e tantos e tantos turistas que nos visitam. Portanto estamos contra a última decisão da ministra da saúde que vários técnicos acham ser 1 disparate.
2. Queremos o Hospital na cidade de Alcobaça.
Presidente comentou:
Vamos ter muito tempo para ponderar. Com este anúncio que fiz abri o debate.
Continuarei a criticar estas práticas de não considerar a oposição antes de ir para a comunicação social!
3. Os vereadores do PS, assumiram em reunião de 12.7, que concordavam com a localização e com a entrega do Merco e só discordaram de o Presidente não ter apresentado o assunto antes.
..........................
tintafresca.net publicou:
Presidente da Câmara oferece terreno do MercoAlcobaça ao Ministério da Saúde
Construção de novo hospital em Alcobaça dependente dos custos da obra
O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça confirmou, na reunião de Câmara de 12 de Julho, que disponibilizou o terreno onde se situa actualmente o MercoAlcobaça para a construção de um novo hospital na cidade. Paulo Inácio informou a ministra da Saúde de que continua a defender a construção do Hospital Oeste Norte, mas que, se a decisão do Governo de ampliar o Hospital das Caldas da Rainha for irreversível, exige como contrapartida um hospital novo em Alcobaça. O autarca revelou que já mostrou o terreno ao presidente e vice-presidente da Administração Regional de Saúde, os quais ficaram muito agradados por a sua localização dentro da cidade, por ser a custo zero para o Estado e por estar próximo da A8 e da Nazaré.
Contudo, o Ministério da Saúde ainda está a ponderar se opta por remodelar o centenário Hospital Bernardino Lopes de Oliveira ou pela construção de um edifício novo, devendo a decisão final recair na solução mais barata.
Quem não gostou do anúncio de Paulo Inácio sobre o MercoAlcobaça foi Rogério Raimundo, que soube da notícia pela comunicação social. O vereador da CDU que também não concordou que a atribuição de uma medalha ao director do Festival de Música de Alcobaça tivesse sido feita à revelia da vereação, embora a considere justa, manifestou ainda estranheza por os ocupantes do MercoAlcobaça – nomeadamente a pizzaria e a Trevo Oeste – não terem também sido informados previamente.
Em resposta, Paulo Inácio lembrou que o presidente da Câmara é a única pessoa com legitimidade para representar o Município, pelo que pode tomar decisões em seu nome, embora estas tenham depois de ser ratificadas pela Câmara ou Assembleia Municipal. Neste caso, o edil informou que a oferta do terreno do MercoAlcobaça para a construção de um hospital novo na cidade foi apenas uma sugestão, que, a concretizar-se o interesse do Governo, será depois trazida a reunião de Câmara.
Paulo Inácio manifestou também à ministra Ana Jorge o seu desacordo com a existência de uma única administração para os hospitais de Caldas da Rainha, Alcobaça e Peniche, entendendo que, sem Hospital Oeste Norte, não faz sentido existir a figura do Centro Hospitalar do Oeste Norte, devendo cada unidade hospitalar ter o seu próprio conselho de administração.
Por sua vez, o vereador José Acácio Barbosa questionou o presidente por não ter informado a vereação, na reunião de 14 de Junho, de que disponibilizara o terreno do MercoAlcobaça ao Ministério da Saúde, em troca de uma nova unidade hospitalar em Alcobaça, mas Paulo Inácio considerou que só depois da visita do presidente da ARS a Alcobaça, ocorrida na sexta-feira seguinte, e do agrado manifestado por este, a sugestão passou a proposta, ainda que não escrita.
Paulo Inácio manifestou ainda apoio à intenção da Misericórdia de Alcobaça de transformar o Hospital Bernardino Lopes de Oliveira numa unidade de cuidados continuados, mas reivindicou para si o mérito político de ressuscitar o tema de um hospital novo em Alcobaça. O presidente da Câmara apelou ainda aos vereadores da oposição para o apoiarem nesta luta, considerando que um novo hospital serve o interesse de todo o concelho.
Relativamente à necessidade de ser marcada uma Assembleia Municipal dedicada ao tema da Saúde, defendida por Rogério Raimundo, Paulo Inácio condicionou tal sessão á existência de disponibilidade de agenda, já que existem vários outros assuntos pendentes a necessitar de análise por aquele órgão.
Mário Lopes
15-07-2010
com Comentário de José Marques Serralheiro
15-07-2010 às 22:02
Enfim! quando não se sabe o que é um hospital e o seu conceito no sec xxi acontecem estas ideias lançadas ao vento, sem quaisquer fundamentos e argumentos técnicos. Quando inventei o Hospital Oeste Norte, em 2001 foi sustentado no estado da arte daquele ano e das perspectivas de evolução futura. Imaginar um hospital em Alcobaça, 120 anos depois é uma visão retro , a olhar para o retrovisor. Em 1890 não havia automóveis, as deslocações ou se faziam a pé a tracção animal. Afinal inventou-se o automóvel e as autoestrada e continuamos com olhos postos no nosso adro da igreja. Quando se decida um hospital não temos que ver apenas o investimento, mas os orçamentos de exploração dos próximos 25 anos, pelo menos. Sabiam que orçamento de exploração hospital de Leiria em 2005 custou menos 50 milhões de euros para servir 350 000 pessoas que os três hospitais do Centro Hospitalar do Médio Tejo para servir 220 000 pessoas. Enfim! termino pedido aos autarcas que escondam mais a sua ignorância relativamente ao planeamento e programação hospitalar . A decisão sobre a edificação de um novo hospital só assentar em pressupostos técnicos e não em cultura politica de café e roda de amigos. Acabo a pedir mais respeito pelos dinheiros públicos e pela sua forma de afectação ao sabor de ideias que deveriam ser filtradas antes de lançadas ao vento. Sabem! É por causa da implementação de projectos com ideias peregrinas como esta, que Portugal chegou ao estado em que se encontra em risco de bancarrota iminente. Para os que não sabem estamos a endividarmos-nos a 50 milhões de euros dias Quero ainda dizer que só no BPN, já estão aplicados dinheiros do erário ´público que davam para construir 42 Hospitais Oeste Norte. Chamo a atenção de todos os 250 000 Oestinos que só teremos um hospital,humano,moderno, inteligente, sustentável, e portanto amigo das contas públicas se de formos capazes de lutar pela construção do HOSPITAL OESTE NORTE, o único que nos garante a acessibilidade às tecnologias de hoje e do futuro. Criar ilusões de uma espécie de hospital é uma má atitude governação autárquica e revela uma incompetência estratégica constrangedora. Portugal para ser viável terá de concentrar recursos em todas as áreas mas principalmente no sector hospitalar de alta tecnologia e de renovação tecnológica acelerada. Para saber poderão visitar: www.hon.pt.vu Não há alternativa ou construímos o futuro ou o comprometemos. Não mais há lugar a decisões 80% politicas e 20% técnicas- A construção do futuro e do nosso bem-estar colectivo só se garante e constrói com a aplicação de 100% de critérios técnicos nos processos de tomada de decisão e com uma visão estratégica integrada, sustentada no melhor estado da arte. Acredito que os valores que defendo acabarão por sobreviver, a favor de 250 000 Oestinos e Hospital Oeste Norte, será uma realidade a curto prazo. Mas confesso que estas ideias avulsas e peregrinas prejudicam e atrapalham o processo e trazem riscos e perigo e nenhuma mais-valia! A vermos vamos! Com tantos inimigos do Hospital Oeste Norte nunca mais acaba esta saga que defendo desde 2001. Com autarcas a pensar assim o Oeste não tem futuro!
corrigiu a 16.7
http://maps.google.com/maps?f=q&source=s_q&hl=pt-PT&geocode=&q=B%C3%A9laye,+Fran%C3%A7a&sll=37.0625,-95.677068&sspn=47.569986,59.150391&ie=UTF8&ll=44.392089,1.100006&spn=0.337571,0.458679&z=11&pw=2
........................................
cister.fm postou:
2010-07-25 17:05:00
CDU critica cedência de MercoAlcobaça para Hospital
A sugestão de Paulo Inácio de doar o MercoAlcobaça para a instalação do futuro Hospital da Região não foi bem acolhida pelo vereador da CDU, Rogério Raimundo.
Rogério Raimundo criticou o presidente da autarquia por ter decidido ceder o edifício do MercoAlcobaça ao Ministério da Saúde, com vista à instalação do novo hospital da Região, sem ter consultado os vereadores e os munícipes.
Para o vereador, «uma equipa deve trabalhar em conjunto», tomando decisões em conjunto, o que não se verificou relativamente a este assunto, frisou.
Rogério Raimundo questionou o presidente acerca de outras possíveis localizações do hospital e, ainda, da eventualidade do MercoAlcobaça vir a ser aceite pelo Governo, como é que se irá indemnizar a Pizzaria Cister, deslocalizar as associações ABAP e TrevOeste e pelas soluções para a Feira de S. Bernardo e para a Festa da Criança e do Ambiente.
Paulo Inácio respondeu que «ainda há muito tempo para debater o assunto».
..........
Lúcia Duarte postou no comentar a nossa terra:
Concordo plenamente com a futura localização do hospital de Alcobaça.
O local vai servir mais facilmente as populações de Alcobaça e Nazaré, bem como fica bem mais perto da entrada para a auto-estrada.
Esta nova localização também contempla um maior sossego aos doentes pois deixa de haver a confusão da zona mais transitada de Alcobaça.
Gostei da solução encontrada ficando apenas por saber mais pormenores sobre a capacidade do hospital e as valências que irá ter.
Prefiro, sinceramente, um hospital mais pequeno (comparando com o Oeste-Norte) mas mais central em relação às populações que cercam a sede do concelho.
Resta saber o destino a dar ao tal terreno dourado comprado em nome da causa : construção de um mega hospital.
Também fica por saber onde se passará a realizar a tradicional feira de S. Bernardo pois decerto, com um hospital ao lado, seria impensável manter tal bagunça e barulheira nas proximidades.
Mas até pode ter sido uma forma pensada pelo PC para alterar a misturada deste modelo de feira: a tradição não pode ser misturada com a falta de bom gosto.
De uma cajadada matar-se.iam dois coelhos
Publicada por Lúcia Duarte em ALCOBAÇA-COMENTAR A NOSSA TERRA a 7/16/2010 06:56:00 AM
...................
2010-07-24 11:25:00
Construção de um hospital no MercoAlcobaça é proposta de “baixo nível autárquico”, diz José Serralheiro
O mentor da ideia de se construir o Hospital Oeste Norte diz que a sugestão de Alcobaça, que está contra a ampliação do Bernardino Oliveira, é de “baixo nível autárquico”.
José Serralheiro refere-se à proposta de Paulo Inácio de se construir um pequeno Hospital no terreno onde está o MercoAlcobaça, uma vez que a autarquia não aceita a decisão da Ministra da Saúde de ampliar o edifício do Hospital de Alcobaça, que este ano assinala 120 anos de existência.
Para além das dificuldades estruturais, a autarquia argumenta que o imóvel pertence à Misericórdia e não ao Estado.
O administrador hospitalar refere ainda que o terreno não reúne as condições técnicas para acolher uma unidade de saúde, lembrado que as orientações do Governo é não construir hospitais em terrenos com menos de 10,5 hectares, uma área muito superior àquela que é ocupada pelo MercoAlcobaça.
Actualmente, a política de construção de novos hospitais aponta para a “concentração de recursos”, diz ainda José Marques Serralheiro, pelo que a decisão da ministra Ana Jorge não faz sentido.
Quem pode estar contra 1 hospital novo? Ninguém!
Mas como, quando, nestas circunstâncias políticas?
Depois perante estas práticas haverá + alguma jogada escondida de algum privado da saúde? Melo, BES?
A questão da localização é 1 assunto secundário?
Ver postagens anteriores sobre o Hospital na cidade, nomeadamente nas seguintes: 2.988, 2997, 3007 e 3031...
Gostaria que me fizessem chegar a vossa opinião sobre esta matéria via rogeriommr@gmail.com
1. No dia 1 de Julho PCâmara gravou na Rádio Cister a informação de que deu ao Ministério da Saúde o Merco para se construir 1 Hospital novo na cidade. Não aceitou fazer obras no velho.
2. Na reunião de 12 de Julho (3.031) expressei o seguinte:
Critico desde já esta prática de informar via rádio grandes decisões da maioria, sobre assuntos importantes.
Pergunto para depois poder comentar:
O que se passou para decidir conceder o Merco como espaço para novo Hospital de alcobaça?
Quais foram outras localizações que ponderaram?
Para onde vão fazer as Feiras São Bernardo, do Ambiente e da Criança, São Simão e outros eventos?
O que vão fazer à Pizzaria Cister e como vão deslocalizar as Associações AVAPI e TREVOESTE?
Presidente Paulo Inácio respondeu:
mencionou a reunião com a ministra em que 1.º Apontamento é que há aqui, hoje, uma diferença significativa de informação.
SE, e repetiu o SE não houver hospital novo,
logo então prometeu ceder terreno para novo hospital Bernardino Oliveira e que não aceitava obras no velho edifício da Misericórdia.
Informou que teve reunião com o Presidente e com o vice-presidente da ARS in loco junto ao Mercoalcobaça que consideraram excelente a proposta.
Muito próximo da A8 para servir Alcobaça e Nazaré.
Acha ridículo as minhas preocupações com a pizzaria e com as associações, perante o grande objectivo do novo hospital.
Acha que em vez de colocarmos problemas devíamos unir-nos com ele e com todos por esta causa maior. O que acha que devíamos era apresentar melhores localizações ou melhores soluções.
O Sr. Presidente da Câmara sempre nos disse aqui em reunião que só tinha 1 Plano A: Novo Hospital Oeste Norte em Alfeizerão.
Afinal, por esta prática, não há SE nenhum, aceitou claramente a solução da ministra (não há novo Hospital Oeste Norte e obras no de Alcobaça e alargamento do das Caldas) e a prova é que cedeu o Merco para a construção do novo hospital de Alcobaça.
Há muito que defendemos como construir a União. Já o Sr. era membro da AM, depois Presidente da Assembleia e agora como Presidente. Nós defendemos há muito a união dos alcobacenses à volta das causas. A saúde é uma das mais importantes. Onde está o debate com a câmara, assembleia, autarcas, forças vivas, profissionais e instituições da saúde.
Com certeza auscultou bem e até não haverá melhor localização para o novo hospital na cidade. Não tenho toda a estrutura da câmara para recolher a opinião. Eu perguntaria aos arquitectos e outros técnicos da Câmara...Também auscultaria técnicos de construção de hospitais...Foi assim que fez?
Eu sem recolher a opinião dessas competências, acharia melhor junto a 1 rotunda de saída do IC9 (que está em construção) ou até junto duma rotunda da VCI...
Enquanto não se constrói a solução para Feiras o Mercoalcobaça fará sempre falta...
Presidente da Câmara pode ficar descansado que oportunamente, nós tomaremos posição sobre esta temática, naturalmente, gostamos de ponderar todos os dados.
Mas desde já posso acrescentar a nossa posição:
1. Queremos o Hospital Oeste Norte a servir os 260 mil oestinos e tantos e tantos turistas que nos visitam. Portanto estamos contra a última decisão da ministra da saúde que vários técnicos acham ser 1 disparate.
2. Queremos o Hospital na cidade de Alcobaça.
Presidente comentou:
Vamos ter muito tempo para ponderar. Com este anúncio que fiz abri o debate.
Continuarei a criticar estas práticas de não considerar a oposição antes de ir para a comunicação social!
3. Os vereadores do PS, assumiram em reunião de 12.7, que concordavam com a localização e com a entrega do Merco e só discordaram de o Presidente não ter apresentado o assunto antes.
..........................
tintafresca.net publicou:
Presidente da Câmara oferece terreno do MercoAlcobaça ao Ministério da Saúde
Construção de novo hospital em Alcobaça dependente dos custos da obra
O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça confirmou, na reunião de Câmara de 12 de Julho, que disponibilizou o terreno onde se situa actualmente o MercoAlcobaça para a construção de um novo hospital na cidade. Paulo Inácio informou a ministra da Saúde de que continua a defender a construção do Hospital Oeste Norte, mas que, se a decisão do Governo de ampliar o Hospital das Caldas da Rainha for irreversível, exige como contrapartida um hospital novo em Alcobaça. O autarca revelou que já mostrou o terreno ao presidente e vice-presidente da Administração Regional de Saúde, os quais ficaram muito agradados por a sua localização dentro da cidade, por ser a custo zero para o Estado e por estar próximo da A8 e da Nazaré.
Contudo, o Ministério da Saúde ainda está a ponderar se opta por remodelar o centenário Hospital Bernardino Lopes de Oliveira ou pela construção de um edifício novo, devendo a decisão final recair na solução mais barata.
Quem não gostou do anúncio de Paulo Inácio sobre o MercoAlcobaça foi Rogério Raimundo, que soube da notícia pela comunicação social. O vereador da CDU que também não concordou que a atribuição de uma medalha ao director do Festival de Música de Alcobaça tivesse sido feita à revelia da vereação, embora a considere justa, manifestou ainda estranheza por os ocupantes do MercoAlcobaça – nomeadamente a pizzaria e a Trevo Oeste – não terem também sido informados previamente.
Em resposta, Paulo Inácio lembrou que o presidente da Câmara é a única pessoa com legitimidade para representar o Município, pelo que pode tomar decisões em seu nome, embora estas tenham depois de ser ratificadas pela Câmara ou Assembleia Municipal. Neste caso, o edil informou que a oferta do terreno do MercoAlcobaça para a construção de um hospital novo na cidade foi apenas uma sugestão, que, a concretizar-se o interesse do Governo, será depois trazida a reunião de Câmara.
Paulo Inácio manifestou também à ministra Ana Jorge o seu desacordo com a existência de uma única administração para os hospitais de Caldas da Rainha, Alcobaça e Peniche, entendendo que, sem Hospital Oeste Norte, não faz sentido existir a figura do Centro Hospitalar do Oeste Norte, devendo cada unidade hospitalar ter o seu próprio conselho de administração.
Por sua vez, o vereador José Acácio Barbosa questionou o presidente por não ter informado a vereação, na reunião de 14 de Junho, de que disponibilizara o terreno do MercoAlcobaça ao Ministério da Saúde, em troca de uma nova unidade hospitalar em Alcobaça, mas Paulo Inácio considerou que só depois da visita do presidente da ARS a Alcobaça, ocorrida na sexta-feira seguinte, e do agrado manifestado por este, a sugestão passou a proposta, ainda que não escrita.
Paulo Inácio manifestou ainda apoio à intenção da Misericórdia de Alcobaça de transformar o Hospital Bernardino Lopes de Oliveira numa unidade de cuidados continuados, mas reivindicou para si o mérito político de ressuscitar o tema de um hospital novo em Alcobaça. O presidente da Câmara apelou ainda aos vereadores da oposição para o apoiarem nesta luta, considerando que um novo hospital serve o interesse de todo o concelho.
Relativamente à necessidade de ser marcada uma Assembleia Municipal dedicada ao tema da Saúde, defendida por Rogério Raimundo, Paulo Inácio condicionou tal sessão á existência de disponibilidade de agenda, já que existem vários outros assuntos pendentes a necessitar de análise por aquele órgão.
Mário Lopes
15-07-2010
com Comentário de José Marques Serralheiro
15-07-2010 às 22:02
Enfim! quando não se sabe o que é um hospital e o seu conceito no sec xxi acontecem estas ideias lançadas ao vento, sem quaisquer fundamentos e argumentos técnicos. Quando inventei o Hospital Oeste Norte, em 2001 foi sustentado no estado da arte daquele ano e das perspectivas de evolução futura. Imaginar um hospital em Alcobaça, 120 anos depois é uma visão retro , a olhar para o retrovisor. Em 1890 não havia automóveis, as deslocações ou se faziam a pé a tracção animal. Afinal inventou-se o automóvel e as autoestrada e continuamos com olhos postos no nosso adro da igreja. Quando se decida um hospital não temos que ver apenas o investimento, mas os orçamentos de exploração dos próximos 25 anos, pelo menos. Sabiam que orçamento de exploração hospital de Leiria em 2005 custou menos 50 milhões de euros para servir 350 000 pessoas que os três hospitais do Centro Hospitalar do Médio Tejo para servir 220 000 pessoas. Enfim! termino pedido aos autarcas que escondam mais a sua ignorância relativamente ao planeamento e programação hospitalar . A decisão sobre a edificação de um novo hospital só assentar em pressupostos técnicos e não em cultura politica de café e roda de amigos. Acabo a pedir mais respeito pelos dinheiros públicos e pela sua forma de afectação ao sabor de ideias que deveriam ser filtradas antes de lançadas ao vento. Sabem! É por causa da implementação de projectos com ideias peregrinas como esta, que Portugal chegou ao estado em que se encontra em risco de bancarrota iminente. Para os que não sabem estamos a endividarmos-nos a 50 milhões de euros dias Quero ainda dizer que só no BPN, já estão aplicados dinheiros do erário ´público que davam para construir 42 Hospitais Oeste Norte. Chamo a atenção de todos os 250 000 Oestinos que só teremos um hospital,humano,moderno, inteligente, sustentável, e portanto amigo das contas públicas se de formos capazes de lutar pela construção do HOSPITAL OESTE NORTE, o único que nos garante a acessibilidade às tecnologias de hoje e do futuro. Criar ilusões de uma espécie de hospital é uma má atitude governação autárquica e revela uma incompetência estratégica constrangedora. Portugal para ser viável terá de concentrar recursos em todas as áreas mas principalmente no sector hospitalar de alta tecnologia e de renovação tecnológica acelerada. Para saber poderão visitar: www.hon.pt.vu Não há alternativa ou construímos o futuro ou o comprometemos. Não mais há lugar a decisões 80% politicas e 20% técnicas- A construção do futuro e do nosso bem-estar colectivo só se garante e constrói com a aplicação de 100% de critérios técnicos nos processos de tomada de decisão e com uma visão estratégica integrada, sustentada no melhor estado da arte. Acredito que os valores que defendo acabarão por sobreviver, a favor de 250 000 Oestinos e Hospital Oeste Norte, será uma realidade a curto prazo. Mas confesso que estas ideias avulsas e peregrinas prejudicam e atrapalham o processo e trazem riscos e perigo e nenhuma mais-valia! A vermos vamos! Com tantos inimigos do Hospital Oeste Norte nunca mais acaba esta saga que defendo desde 2001. Com autarcas a pensar assim o Oeste não tem futuro!
corrigiu a 16.7
http://maps.google.com/maps?f=q&source=s_q&hl=pt-PT&geocode=&q=B%C3%A9laye,+Fran%C3%A7a&sll=37.0625,-95.677068&sspn=47.569986,59.150391&ie=UTF8&ll=44.392089,1.100006&spn=0.337571,0.458679&z=11&pw=2
........................................
cister.fm postou:
2010-07-25 17:05:00
CDU critica cedência de MercoAlcobaça para Hospital
A sugestão de Paulo Inácio de doar o MercoAlcobaça para a instalação do futuro Hospital da Região não foi bem acolhida pelo vereador da CDU, Rogério Raimundo.
Rogério Raimundo criticou o presidente da autarquia por ter decidido ceder o edifício do MercoAlcobaça ao Ministério da Saúde, com vista à instalação do novo hospital da Região, sem ter consultado os vereadores e os munícipes.
Para o vereador, «uma equipa deve trabalhar em conjunto», tomando decisões em conjunto, o que não se verificou relativamente a este assunto, frisou.
Rogério Raimundo questionou o presidente acerca de outras possíveis localizações do hospital e, ainda, da eventualidade do MercoAlcobaça vir a ser aceite pelo Governo, como é que se irá indemnizar a Pizzaria Cister, deslocalizar as associações ABAP e TrevOeste e pelas soluções para a Feira de S. Bernardo e para a Festa da Criança e do Ambiente.
Paulo Inácio respondeu que «ainda há muito tempo para debater o assunto».
..........
Lúcia Duarte postou no comentar a nossa terra:
Concordo plenamente com a futura localização do hospital de Alcobaça.
O local vai servir mais facilmente as populações de Alcobaça e Nazaré, bem como fica bem mais perto da entrada para a auto-estrada.
Esta nova localização também contempla um maior sossego aos doentes pois deixa de haver a confusão da zona mais transitada de Alcobaça.
Gostei da solução encontrada ficando apenas por saber mais pormenores sobre a capacidade do hospital e as valências que irá ter.
Prefiro, sinceramente, um hospital mais pequeno (comparando com o Oeste-Norte) mas mais central em relação às populações que cercam a sede do concelho.
Resta saber o destino a dar ao tal terreno dourado comprado em nome da causa : construção de um mega hospital.
Também fica por saber onde se passará a realizar a tradicional feira de S. Bernardo pois decerto, com um hospital ao lado, seria impensável manter tal bagunça e barulheira nas proximidades.
Mas até pode ter sido uma forma pensada pelo PC para alterar a misturada deste modelo de feira: a tradição não pode ser misturada com a falta de bom gosto.
De uma cajadada matar-se.iam dois coelhos
Publicada por Lúcia Duarte em ALCOBAÇA-COMENTAR A NOSSA TERRA a 7/16/2010 06:56:00 AM
...................
2010-07-24 11:25:00
Construção de um hospital no MercoAlcobaça é proposta de “baixo nível autárquico”, diz José Serralheiro
O mentor da ideia de se construir o Hospital Oeste Norte diz que a sugestão de Alcobaça, que está contra a ampliação do Bernardino Oliveira, é de “baixo nível autárquico”.
José Serralheiro refere-se à proposta de Paulo Inácio de se construir um pequeno Hospital no terreno onde está o MercoAlcobaça, uma vez que a autarquia não aceita a decisão da Ministra da Saúde de ampliar o edifício do Hospital de Alcobaça, que este ano assinala 120 anos de existência.
Para além das dificuldades estruturais, a autarquia argumenta que o imóvel pertence à Misericórdia e não ao Estado.
O administrador hospitalar refere ainda que o terreno não reúne as condições técnicas para acolher uma unidade de saúde, lembrado que as orientações do Governo é não construir hospitais em terrenos com menos de 10,5 hectares, uma área muito superior àquela que é ocupada pelo MercoAlcobaça.
Actualmente, a política de construção de novos hospitais aponta para a “concentração de recursos”, diz ainda José Marques Serralheiro, pelo que a decisão da ministra Ana Jorge não faz sentido.
15/02/2012
5.484.(15fev2012.8.31') Na reunião de câmara,4/2012, d' ontem, intervim sobre o nosso Hospital na cidade
ver novos episódios em 5.498. http://www.uniralcobaca.blogspot.com/2012/02/549816fev20121230-saudech.html
ver 5.452.
e 5.462.
XÕ!
Subscrevo a intervenção da enfermeira Isabel Granada e as preocupações da delegação de 14 trabalhadores (enfermeiros, médicos, administrativos e auxiliares) do Hospital Bernardino Oliveira.
A CDU já anda há muito ano, aqui e na Assembleia a alertar...A promover a união de todos... A sugerir que a saúde exigia 1 debate com princípio, meio e fim.
Compreendo a intervenção do Vereador Acácio Barbosa mas a hora é de unir forças!
Subscrevo também a intervenção do Presidente da Câmara quando se coloca em defesa de Alcobaça e dos munícipes contra as políticas erradas do governo.
Assim estive ao lado dele, na Linha do Oeste, e assim é necessário estarmos unidos em defesa da qualidade da saúde para os alcobacenses.
Eu sei que a competência da saúde não é da câmara é da administração central é do governo!
Também sei que os Presidentes da Câmara de todo o oeste forma apanhados descalços com o que se consta nas áreas da justiça e na saúde. No dia 9 tomaram posição pública contra o que se avizinha e exigiram reuniões com os ministros.
Acho que já reuniram ontem com a ministra da Justiça.
Na saúde, o que se consta é que com os estafados argumentos economicistas querem infernizar a vida das pessoas. Em vez de deslocalizarem médicos, enfermeiros e meios técnicos para os nossos hospitais querem que nós nos desloquemos para as valências de Torres Vedras.Querem acabar com o CHON e criar o CHO para todo o Oeste. CHÔ!!!!Não! Já estávamos descontentes com o CHON, quanto mais agora para o XÔ!
Como é que alguém pode aguentar que não tenha respostas no nosso Hospital e agora tenha que ir a ao hospital de Santa Maria fazer mais de 200km sem qualquer apoio no transporte?
Como poderemos aceitar que tenhamos de ir para as Caldas e Torres em vez de termos aqui, no Hospital da cidade, respostas para a grande maioria das respostas hospitalares?
Concordo com o Presidente da Câmara quando a urgência do nosso hospital é feita só com médicos contratados a empresas. Também concordo que não podemos aceitar que façam obras para termos a cirurgia ambulatória e nos prometam outras valências e passados poucos dias as fecham!
**
tintafresca.net

região de cister de 16fev2012

ver 5.452.
e 5.462.
XÕ!
Subscrevo a intervenção da enfermeira Isabel Granada e as preocupações da delegação de 14 trabalhadores (enfermeiros, médicos, administrativos e auxiliares) do Hospital Bernardino Oliveira.
A CDU já anda há muito ano, aqui e na Assembleia a alertar...A promover a união de todos... A sugerir que a saúde exigia 1 debate com princípio, meio e fim.
Compreendo a intervenção do Vereador Acácio Barbosa mas a hora é de unir forças!
Subscrevo também a intervenção do Presidente da Câmara quando se coloca em defesa de Alcobaça e dos munícipes contra as políticas erradas do governo.
Assim estive ao lado dele, na Linha do Oeste, e assim é necessário estarmos unidos em defesa da qualidade da saúde para os alcobacenses.
Eu sei que a competência da saúde não é da câmara é da administração central é do governo!
Também sei que os Presidentes da Câmara de todo o oeste forma apanhados descalços com o que se consta nas áreas da justiça e na saúde. No dia 9 tomaram posição pública contra o que se avizinha e exigiram reuniões com os ministros.
Acho que já reuniram ontem com a ministra da Justiça.
Na saúde, o que se consta é que com os estafados argumentos economicistas querem infernizar a vida das pessoas. Em vez de deslocalizarem médicos, enfermeiros e meios técnicos para os nossos hospitais querem que nós nos desloquemos para as valências de Torres Vedras.Querem acabar com o CHON e criar o CHO para todo o Oeste. CHÔ!!!!Não! Já estávamos descontentes com o CHON, quanto mais agora para o XÔ!
Como é que alguém pode aguentar que não tenha respostas no nosso Hospital e agora tenha que ir a ao hospital de Santa Maria fazer mais de 200km sem qualquer apoio no transporte?
Como poderemos aceitar que tenhamos de ir para as Caldas e Torres em vez de termos aqui, no Hospital da cidade, respostas para a grande maioria das respostas hospitalares?
Concordo com o Presidente da Câmara quando a urgência do nosso hospital é feita só com médicos contratados a empresas. Também concordo que não podemos aceitar que façam obras para termos a cirurgia ambulatória e nos prometam outras valências e passados poucos dias as fecham!
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tintafresca.net

| Funcionários do Hospital de Alcobaça compareceram na reunião de Câmara |
| Governo quer encerrar hospitais de Alcobaça e Peniche |
| Os três hospitais do Centro Hospitalar Oeste Norte têm custos mais elevados a funcionar em rede do que a funcionar separadamente e, por isso, as unidades de Alcobaça e Peniche devem encerrar e as valências hospitalares ser concentradas nos hospitais de Caldas da Rainha e Torres Vedras. Vários funcionários do HABLO – Hospital de Alcobaça Bernardino Lopes de Oliveira, desde enfermeiros, médicos, auxiliares e profissionais de limpeza, deslocaram-se no dia 14 de fevereiro à reunião de Câmara de Alcobaça, a fim de demonstrarem a sua preocupação face às últimas notícias vindas a público sobre a possibilidade do HABLO vir a encerrar. Paulo Inácio informou que a autarquia irá reunir com a ARS – Administração Regional de Saúde e com o Ministério da Saúde a fim de apurar esta situação e garantiu que “tudo farei para defender os interesses da população de Alcobaça.” Em representação dos funcionários, Isabel Granada, que é também deputada da CDU na Assembleia Municipal de Alcobaça, referiu que se deslocaram à reunião de Câmara para “questionar se já se aperceberam que o HABLO está em risco de desaparecer da cidade?” e “pedir para que a autarquia tome medidas para que o hospital não saia da cidade”. Os funcionários do HABLO, que demonstraram “um sentimento de frustração, de medo e de mal-estar”, entendem que se essa situação se verificar “Alcobaça fica ainda mais desertificada”. Isabel Granada referiu que “a necessidade da continuação do hospital é uma realidade”, dando o exemplo de que “hoje o serviço de urgência está cheio, a medicina interna está cheia e a cirurgia também”. A deputada da CDU apelou também à população “que parece que está adormecida e que só vai acordar quando chegar à urgência para ter uma consulta e ela estiver fechada”, para que se manifeste e lute pelo seu direito. Paulo Inácio respondeu aos funcionários do Hospital de Alcobaça que “a autarquia está atenta e preocupada e tem feito todas as diligências e mais algumas nesse contexto”, acrescentando que irá reunião com a ARS e com representantes do Ministério da Saúde. O autarca adiantou que “a autarquia está solidária com os trabalhadores e com os munícipes” e “será intransigente na defesa dos seus interesses” referindo ainda que está “solidário, atento, vigilante e a defender o direito que nós temos aos cuidados de saúde. Estamos combativos por serviços essenciais para a nossa população, como as urgências”. Paulo Inácio referiu que “sempre disse que achava um erro a construção jurídica do Centro Hospitalar Oeste Norte”, uma vez que “o somatório das despesas do CHON como unidade única deu mais que a despesa dos três hospitais isoladamente”. Segundo o autarca, “deu um dos maiores buracos da saúde no contexto nacional, perto de 50 milhões de euros de despesa”. |
| 16-02-2012 |
região de cister de 16fev2012
| Cidade de Alcobaça pode perder Hospital |
Depois de várias ameaças e de falsas promessas, o Hospital Bernardino Lopes de Oliveira, em Alcobaça, poderá mesmo encerrar as portas.
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As notícias sobre a junção do Centro Hospitalar Oeste Norte (CHON) com o Centro Hospital de Torres Vedras estão a deixar preocupados os funcionários do Hospital (enfermeiros, médicos, administrativos e auxiliares) e as forças políticas. A população ainda não se manifestou.
Ansiedade. Depressão. Insegurança. Foram os termos utilizados pela enfermeira Isabel Granada, na última reunião pública de Câmara, para explicar o sentimento que se vive no interior do Hospital. A também deputada pela CDU na Assembleia Municipal de Alcobaça, em representação de todos os profissionais, perguntou: "Já se aperceberam que o Hospital está em risco de desaparecer?" Lembrou que há mais de três anos que apela a atenção dos políticos nas sessões da Assembleia. Segundo Isabel Granada, o futuro do Hospital será decidido na próxima quarta-feira.
O presidente da Câmara garantiu estar "muito atento". "Temos feito todas as diligências e mais algumas. A Câmara está solidária com os técnicos e munícipes. Somos intransigentes na defesa do Hospital", afirmou Paulo Inácio, que no dia de ontem terá reunido com o presidente da ARS.
Paulo Inácio frisou que nunca concordou com a criação do CHON. "O que está agora a acontecer só vem provar que tinha razão. Os gastos dos três hospitais juntos são, por certo, muito superiores aos três separados".
Além disso, o autarca não compreende "como passados três ou quatro meses da inauguração o serviço de cirurgia de ambulatório já não está a funcionar".
Depois desta exposição, Isabel Granada referiu: "o nosso temor mantém-se. Temos de dinamizar a população. Os alcobacenses estão adormecidos".
José Acácio Barbosa (PS) criticou Paulo Inácio pela inação relativamente ao Hospital. "Não terá havido falta de atenção para com este assunto? Não fiquei minimamente esclarecido sobre as questões colocadas pela enfermeira Isabel Granada. Tem de dizer o que vai fazer concretamente".
Rogério Raimundo (CDU) prometeu estar do lado do presidente da Câmara e dos profissionais na luta pela continuidade do Hospital. "Como poderemos aceitar que tenhamos de ir para as Caldas e Torres em vez de termos aqui respostas para a grande maioria das respostas hospitalares?"
Luci Pais
|
cister.fm tb fez reportagem:
REGRESSA A AMEAÇA DE ENCERRAMENTO DO HOSPITAL DE ALCOBAÇA

Um grupo de 14 trabalhadores do Hospital de Alcobaça, entre médicos, enfermeiros e administrativos, deslocou-se na terça-feira à Câmara Municipal para alertar o executivo camarário sobre a possibilidade de encerramento daquela unidade.
Os funcionários temem que devido à reorganização do Centro Hospitalar do Oeste, Alcobaça perca o Hospital Bernardino Lopes de Oliveira. O mesmo cenário se abre para o Hospital de Peniche, também integrada no Centro Hospitalar Oeste Norte, centralizado em Caldas da Rainha.
O grupo alertou, ainda, o executivo camarário para a falta de médicos nesta unidade de saúde, onde existem 26 camas e apenas três clínicos ao serviço, um dos quais em regime de contrato a termo, quando até há poucos anos existiam seis. O encerramento de serviços, tanto clínicos como administrativos, e a perda do poder de decisão, que passou para Caldas da Rainha há quase três anos, foram outras das preocupações transmitidas, tal como o «sub-aproveitamento do recentemente inaugurado bloco de cirurgia ambulatória».
«À segunda-feira não há operadores e à sexta-feira vai deixar de haver anestesista, portanto, só haverá cirurgias às terças, quartas e quintas-feiras», disse um dos funcionários do Hospital Bernardino Lopes. De acordo com outro trabalhador os médicos «diminuíram em todos os serviços, incluindo nas consultas externas, pelo que se os números é que falam, nós não temos produtividade».
O presidente da Câmara, Paulo Inácio, assegurou que irá falar com o presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo sobre estes factos.
O Hospital de Alcobaça presta assistência a uma população de 78 mil habitantes, dos concelhos de Alcobaça e Nazaré, e até há pouco tempo apresentava uma média diária de 100 atendimentos, um número próximo do que o Hospital de Caldas da Rainha atende por dia, 140.
