24/03/2013

6.373.(24mar2013.11.44') Não podemos ignorar a falta de respostas para idosos.famílias sem rendimentos...


A irresponsabilidade do Estado /Segurança Social...
Só tem 1 Lar! Em Évora.
Não tem poder de reclamar qualidade quando não tem respostas de qualidade e quantidade.
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Mesmo as IPSS/Misericórdias são pouco apoiadas.
Nas obras em Alcobaça, nos últimos anos, não tem apoiado com nada!
Pataias e CCCela abriram os seus lares sem apoio do estado nas obras e nas mensalidades.
Para atenuarem despesas cobram valores mensais que a grande maioria dos idosos/famílias não conseguem suportar...
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Misericórdia de Alfeizerão está quase a abrir o seu lar. 
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Há lares privados com grande qualidade no nosso concelho.
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Em Alcobaça várias pessoas que me dizem das condições fraquíssimas e até miseráveis de alguns lares onde têm familiares...Mas como trabalham com poucos rendimentos e os idosos têm pensão baixíssima não têm outra solução...
Quando pergunto onde funcionam, pedem desculpa, mas preferem não dizer...
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Mesmo ilegais eles funcionam porque as multas são fracas e as penalizações compensam o risco de abrir de novo no mesmo sítio ou noutro espaço....
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O CCCela IPSS alargou capacidade de lar sem apoio de estado na obra de + de 1 milhão de euros.
O Estado via Centro Dristital de SEg Social comprometeu-se a financiar por utente, no tempo do PSócrates...
O governo do psd.cds falhou o compromisso e o CCCela não recebe os cerca de 300€ mensais do estado...Como pode sobreviver mesmo com mensalidades de 800€?
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via cister.fm
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Segurança Social encerra lar ilegal na Vestiaria
Publicado a 23 de Março de 2013

A Segurança Social encerrou, sexta-feira, um lar ilegal em Vestiaria, Alcobaça, obrigando à retirada de 18 idosos, alguns dos quais foram transportados para o Hospital da cidade. 
A “Casa de Repouso Solar dos Anjos” funcionava há cerca de dois anos num condomínio fechado, na urbanização Sol Nascente, na localidade de Vestiaria, depois de, segundo o presidente da Junta de Freguesia, António André, “nos últimos seis anos já ter funcionado em três outros locais, num raio de 300 metros”. 
egundo moradores de vivendas contíguas, “já foram feitas várias queixas”, porque o lar funcionaria “como um depósito” de idosos, “que já devia ter sido fechado há muito tempo”. 
Fonte da GNR confirmou à agência Lusa que, durante o dia de hoje, “serão retirados 18 idosos” que normalmente habitam a vivenda. 
A agência Lusa confirmou a presença de três idosos, acamados, e dois outros em cadeira de rodas, acomodados na cave da vivenda, separada da rua por portas de vidro. 
O presidente da Junta de Freguesia assegurou à agência Lusa que “nunca foi pedida qualquer documentação para legalização do lar”, que “a vizinhança diz que não tem condições e que tem gerado muita contestação”. 
A nora de uma das idosas transferidas para o hospital de Alcobaça disse à Lusa desconhecer “quaisquer maus tratos”, mas assegurou que as técnicas da Segurança Social lhe terão transmitido “estarem incomodadas com a magreza e debilidade” da sogra. 
Vários familiares contestaram hoje o facto de terem sido avisados esta manhã telefonicamente para retirarem os familiares, sem que fosse encontrada “qualquer alternativa”. 
“A segurança social divulgou apenas três vagas em lares da região para todos os idosos”, disseram os familiares à agência Lusa. 
Leonor Rebelo, proprietário do lar, recusou prestar qualquer esclarecimento. 
A agência Lusa contactou a Segurança Social para obter informações sobre o caso, mas sem sucesso até ao momento. 
Lusa / SOL
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via Paulo Alexandre/ Jornal de Alcobaça 

A integração da Rede Nacional de Tratamentos Continuados é o próximo grande objetivo da Câmara de Alcobaça na área da assistência social a quem mais precisa. A Câmara aprovou, recentemente, a atribuição de subsídios no valor de 150 mil euros para a Santa Casa da Misericórdia de Alfeizerão e para o Centro Cénico da Cela, como apoio aos lares que ambas as instituições construíram.
26-03-2013 | Paulo Alexandre
Tratam-se dos últimos apoios da autarquia para lares residenciais nas IPSS no concelho de Alcobaça. “Foi um grande esforço, mas temos resposta para a próxima década. Não haverá, por isso, mais apoios”, disse Paulo Inácio, anunciando que o próximo apoio da Câmara será
dirigido ao CEERIA, que está a construir residências e um lar para o apoio a pessoas portadoras de deficiência.
De acordo com o presidente da Autarquia, “o único défice existente é o dos tratamentos continuados”.
“Queremos fazer parte da rede nacional de tratamentos continuados. Precisamos de resposta para pessoas com doenças crónicas e seus familiares, e estamos determinados em reivindicar e associarmo-nos com as IPSS para isso”, esclareceu.
A rede de apoio ao domicílio é, também, a aposta da autarquia, e tem como objetivo proporcionar que os utentes possam ficar durante mais tempo junto dos seus familiares e perto dos seus lares.
“Algumas IPSS já fazem o apoio domiciliário, e ao nível da autarquia constituímos, no serviço Alcobaça Amiga, uma equipa de apoio domiciliário para pequenos arranjos domésticos, disponibilizamos uma viatura para tratamentos médicos, através do Centro de Saúde e estamos presentes no fornecimento de 300 refeições diárias a pessoas com grandes dificuldades financeiras, através de acordo com a Segurança Social”, disse Paulo Inácio, explicando que a política da autarquia, na ação social, será a de direccionar todo o nosso esfoço para apoiar as pessoas.
via cister.fm
A notícia no site da Rádio Cister
http://www.cister.fm/destaque/alcobaca-quer-integrar-rede-nacional-de-tratamentos-continuados


Alcobaça quer integrar Rede Nacional de Tratamentos Continuados

 
A integração da Rede Nacional de Tratamentos Continuados é o próximo grande objetivo da Câmara de Alcobaça na área da assistência social a quem mais precisa.
A Câmara aprovou, recentemente, a atribuição de subsídios no valor de 150 mil euros para a Santa Casa da Misericórdia de Alfeizerão e para o Centro Cénico da Cela, como apoio aos lares que ambas as instituições construíram.
Tratam-se dos últimos apoios da autarquia para lares residenciais nas IPSS no concelho de Alcobaça. “Foi um grande esforço, mas temos resposta para a próxima década. Não haverá, por isso, mais apoios”, disse Paulo Inácio, anunciando que o próximo apoio da Câmara será dirigido ao CEERIA, que está a construir residências e um lar para o apoio a pessoas portadoras de deficiência.
De acordo com o presidente da Autarquia, “o único défice existente é o dos tratamentos continuados”.
“Queremos fazer parte da rede nacional de tratamentos continuados. Precisamos de resposta para pessoas com doenças crónicas e seus familiares, e estamos determinados em reivindicar e associarmo-nos com as IPSS para isso”, esclareceu.
A rede de apoio ao domicílio é, também, a aposta da autarquia, e tem como objetivo proporcionar que os utentes possam ficar durante mais tempo junto dos seus familiares e perto dos seus lares.
“Algumas IPSS já fazem o apoio domiciliário, e ao nível da autarquia constituímos, no serviço Alcobaça Amiga, uma equipa de apoio domiciliário para pequenos arranjos domésticos, disponibilizamos uma viatura para tratamentos médicos, através do Centro de Saúde e estamos presentes no fornecimento de 300 refeições diárias a pessoas com grandes dificuldades financeiras, através de acordo com a Segurança Social”, disse Paulo Inácio, explicando que a política da autarquia, na ação social, será a de direccionar todo o nosso esfoço para apoiar as pessoas.