
21 maio - encontro de Universidades Seniores do oeste
22 junho - lançamento de livro de Luís Peres pereira
Está a recolher fundos em campanha...
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via tintafresca.net
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CDU esteve representada pelo João Paulo Raimundo
e a Vanda Furtado Marques que relevou:
"Cem anos da Fundação Maria e Oliveira
Em representação da CDU , estive hoje nas comemorações dos cem anos desta Fundação.
Assisti a uma serie de discursos , o do Presidente do Concelho de administração , Dr João Paulo , que fez um breve historial desta instituição desde a sua Fundação em 1913 com 12 utentes, até à atualidade onde a Fundação já comporta nove valências e emprega cem trabalhadores.
Da Senhora Diretora Regional da Segurança Social e do Presidente da Câmara Em todos os discursos se referiu a generosidade dos dois beneméritos, Maria Oliveira e José de Sousa Oliveira e a missão que norteia esta Fundação- acolher os idosos , as crianças, os desprotegidos e carenciados .
Despertou-me especial atenção o discurso da Dra Teresa Morais, Secretária de Estado, que alertou para uma situação que tem tido um grande crescendo no nosso distrito, a Violência Doméstica. Fiquei bastante preocupada , pelo nosso distrito ser um do país com mais registos , de violência doméstica Desta forma ficou lançado o repto para que a Fundação Maria e Oliveira. crie uma nova valência para acolher as mulheres vítimas desta violência.
Seguiram -se uma serie de apresentações, primeiramente feito pelas crianças, seguindo-se os idosos e artistas convidados.
Parabéns à Fundação Maria e Oliveira pelo seu excelente trabalho junto da comunidade."
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via cister.fm

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via cister.fm
COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DA FUNDAÇÃO MARIA E OLIVEIRA

A Fundação Maria e Oliveira está a assinalar 100 anos de existência. A festa à data realizou-se no sábado, 4 de maio, na presença de vários convidados, entre os quais a Secretária de Estado para os Assuntos Parlamentares, Maria Teresa da Silva Morais.
“É um dia especial. Trata-se do dia em que a fundação perfaz um século de história. É, pois, dia de homenagear a sua fundadora e os que prosseguiram o seu trabalho”, disse a Secretária de Estado.
Maria Teresa Morais salientou a “enorme importância destas IPSS, no momento de grandes dificuldades económicas e sociais, sendo estas instituições que estão mais próximas da população”.
“A complementaridade da ação social destas IPSS constitui-se num pilar da nossa vida social e comunitária”, disse.
A Secretária de Estado disse, depois, que o Estado “não pode e nem sabe fazer tudo, mas tem o dever de criar as condições para que os mais vulneráveis recebam o apoio necessário ao desenvolvimento integral e saudável e a uma velhice com dignidade. É esta a resposta que esta fundação dá diariamente”.
Maria Teresa Morais destacou, de seguida, “outra categoria de pessoas vulneráveis que não estão abrangidas por esta IPSS e por outras no distrito de Leiria, que são as vítimas de violência doméstica, que em 85% dos casos são mulheres”.
“Alcobaça não tem um centro de atendimento, nem uma casa abrigo para vítimas de violência doméstica”, disse, lembrando, depois, os números deste flagelo, 26 mil participações de violência doméstica no país, das quais 979 foram apresentadas no distrito de leiria.
“É um desafio à Fundação e a outras, aqui presentes, para que ponderem a abertura de uma valência dirigida ao atendimento ou acolhimento de vítimas de violência doméstica, especialmente mulheres e seus filhos”, reconhecendo que “os tempos são difíceis para assumir novos encargos”, mas apelando à solidariedade, pois “há lutas que valem a pena, como esta”.
A habitação é um dos principais obstáculos para o início de uma nova vida por parte das vítimas de violência, depois de saírem das casas de abrigo, lembrou a Secretária de Estado.
“A renda a preços de mercado consome a maioria do seu rendimento disponível, criando carência económica, o que leva com frequência ao regresso ao cenário de violência de que saíram”, afirmou, lançado, de seguida, o desafio à Fundação para “alargar a sua resposta de habitação social (actualmente composta por 19 casas) a mulheres vítimas de violência doméstica em processo de autonomização”.
A Secretária de Estado desafiou, ainda, o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça a aderir ao protocolo assinado com a ANMP em que os municípios se comprometem a considerar as vítimas de violência doméstica entre as beneficiárias de habitação social ou de outras que o município detenha.
Por sua vez, Paulo Inácio, presidente da Câmara, enalteceu o casal, Manuel José Sousa Oliveira e Maria do Carmo Eliseu, que deixou a sua fortuna aos mais necessitados, e aos que prosseguiram a sua obra até à atualidade.
O autarca frisou, depois, que “as IPSS têm hoje uma tarefa difícil de executar. Fazer a solidariedade social é, hoje, difícil, mas diariamente muita gente trabalha nesta tarefa de auxiliar o próximo no concelho de Alcobaça”.
“É preciso ambição e realismo para fazer trabalho social”, disse, adiantando que “estes objetivos que têm sido conseguidos por todos que têm passado pela Fundação”.
O autarca falou, de seguida, do papel da autarquia na ação social e auxilio aos mais necessitados, salientado o apoio dado pela Câmara ao novo lar de Pataias, às novas instalações do CEERIA, à ampliação do Centro Cénico da Cela, e ao novo Lar do Centro Paroquial e Santa Casa da Misericórdia de Alfeizerão; assim como da equipa multidisciplinar do projeto Alcobaça Amiga, do fornecimento diário de mais de 300 refeições graciosas a pessoas carenciadas do concelho de Alcobaça, ao abrigo do protocolo com a segurança social.
“Todo este trabalho de ação social foi possível nas piores receitas de sempre, sem que a Câmara tenha agravado a sua situação financeira, chegando a autarquia ao final do mês de maio com dívida zero aos fornecedores”, destacou o autarca.
Maria do Céu Mendes, diretora da segurança social de Leiria, lembrou, por seu turno, que o primeiro protocolo da Fundação Maria e Oliveira com a segurança social foi firmado há 40 anos.
“Tem sido uma cooperação muito profícua que se tem estendido às várias valências da instituição, hoje com 115 crianças na creche e pré escolar, e 164 idosos no lar residencial, centro de dia, centro de convívio, envolvendo uma comparticipação financeira de várias centenas de euros, que é para manter”, disse a responsável pelo centro regional de Leiria da Segurança Social.
João Paulo Costa, diretor da Fundação Maria e Oliveira, destacou o papel dos fundadores, Maria do Carmo Eliseu Oliveira e Manuel José Oliveira, lembrando, depois, que as comemorações irão decorrer ao longo de vários meses deste ano.
A Fundação é uma grande instituição do concelho de alcobaça e do distrito de Leiria, “com diversas secções que fazem movimentar muitas verbas e muitas pessoas”.
Com mais de 100 trabalhadores, a Fundação é, hoje, uma das grandes entidades empregadoras do concelho de Alcobaça, cujas verbas, para funcionamento, provém da comparticipação dos utentes e da Segurança Social.
Apesar do momento não ser de desafogo financeiro, tal como noutras instituições, “a situação da tesouraria da Fundação encontra-se estável”, disse João Paulo Costa.
Sobre o futuro da instituição, João Paulo Costa adiantou que “assim que houver maior poder financeiro, a construção e requalificação de um novo lar”, serão as prioridades da gerência.
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via tintafresca.net
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| Uma das maiores IPSS’s do distrito de Leiria |
| Fundação Maria e Oliveira inicia celebrações do seu centenário |
![]() Paulo Inácio, Teresa Morais e Maria do Céu Mendes Estiveram também presentes na cerimónia Maria do Céu Mendes, diretora distrital de Leiria da Segurança Social; Paulo Inácio, presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, e os vereadores Hermínio Rodrigues, Mónica Batista, José Vinagre, José Acácio Barbosa e Jorge Agostinho; Luís Félix Castelhano, presidente da Assembleia Municipal de Alcobaça; João Paulo Costa, presidente da direção da Fundação Maria e Oliveira, entre outros. Na ocasião João Paulo Costa, destacou o papel dos fundadores, Maria do Carmo Eliseu e Oliveira e Manuel José Sousa e Oliveira, que acolheram em sua casa a 4 de maio de 1913 os primeiros 12 idosos que viriam a frequentar a instituição. O responsável realçou que a Fundação é uma grande instituição não só do concelho de Alcobaça, mas do distrito de Leiria. Com mais de 100 trabalhadores, a Fundação Maria e Oliveira é uma das grandes entidades empregadoras do concelho de Alcobaça. João Paulo Costa lembrou que a prioridade da direção quando assumiu em 2010, foi a de “reestruturar e reduzir a dívida da Fundação”, que atualmente se encontra “estável”. Referindo-se ao futuro da Fundação Maria e Oliveira, o presidente da direção admitiu que as prioridades são “assim que houver maior poder financeiro, a construção e requalificação de um novo lar”, para “dar melhor qualidade de vida aos utentes e a quem trabalha na instituição”. Por seu turno, Maria do Céu Mendes, lembrou que o primeiro protocolo da Fundação Maria e Oliveira com a Segurança Social foi assinado há 40 anos. A diretora distrital da Segurança Social referiu que a cooperação entre as duas instituições “tem sido muito profícua” e que “se tem estendido às várias valências da instituição, hoje com 115 crianças na creche e pré-escolar, e 164 idosos no lar residencial, centro de dia, centro de convívio, envolvendo uma comparticipação financeira de várias centenas de euros, que é para manter”, garantiu. Por sua vez, Paulo Inácio recordou que as “IPSS têm hoje uma tarefa difícil de executar. Fazer a solidariedade social é difícil, mas diariamente muita gente trabalha nesta tarefa de auxiliar o próximo no concelho de Alcobaça”. O autarca referiu o trabalho da autarquia na ação social e auxilio aos mais necessitados, salientado o apoio dado pela Câmara ao novo lar de Pataias, às novas instalações do CEERIA, à ampliação do Centro Cénico da Cela, e ao novo Lar do Centro Paroquial e Santa Casa da Misericórdia de Alfeizerão. O autarca também lembrou a importância do projeto Alcobaça Amiga e da distribuição de refeições a famílias carenciadas, nas diferentes IPSS do concelho. A finalizar, o autarca referiu que “todo este trabalho de ação social foi possível nas piores receitas de sempre, sem que a Câmara tenha agravado a sua situação financeira” e adiantando que “no final do mês vou poder dizer a todo o concelho que a autarquia não deve um cêntimo a fornecedores”. A finalizar, Teresa Morais salientou a importância das IPSS, num momento de “grandes dificuldades económicas e sociais”, acrescentando que “a complementaridade da ação social destas IPSS constitui-se num pilar da nossa vida social e comunitária”. A secretária de Estado referiu que o Estado “não pode e nem sabe fazer tudo, mas tem o dever de criar as condições para que os mais vulneráveis recebam o apoio necessário ao desenvolvimento integral e saudável e a uma velhice com dignidade. É esta a resposta que esta fundação dá diariamente”. Teresa Morais pronunciou-se também sobre “outra categoria de pessoas vulneráveis que não estão abrangidas por esta IPSS e por outras no distrito de Leiria, que são as vítimas de violência doméstica, que em 85% dos casos são mulheres”. A representante do Governo alertou que “Alcobaça não tem um centro de atendimento, nem uma casa abrigo para vítimas de violência doméstica”. Teresa Morais lembrou que das 26 mil participações de violência doméstica no país, 979 foram apresentadas no distrito de Leiria. A secretária de Estado deixou um desafio aos presentes para que “ponderem a abertura de uma valência dirigida ao atendimento ou acolhimento de vítimas de violência doméstica, especialmente mulheres e seus filhos”, apesar de “os tempos serem difíceis para assumir novos encargos”, mas “há lutas que valem a pena, como esta”. A Secretária de Estado desafiou Paulo Inácio a aderir ao protocolo assinado com a ANMP - Associação Nacional de Municípios Portugueses em que os municípios se comprometem a considerar as vítimas de violência doméstica entre as beneficiárias de habitação social municipal. As comemorações do 100º aniversário da Fundação Maria e Oliveira seguem no dia 21 de maio, às 15h, com o Encontro das Universidades Seniores do Oeste; no dia 22 de junho, pelas 16h, o lançamento do livro “100 anos FMO”, de Luís Peres Pereira. Em julho haverá uma Exposição de trabalhos atividades das valências da Fundação – Lar, Infância e USALCOA e uma Noite de Fados. A finalizar realiza-se a 31 de outubro, o Seminário “As Respostas Sociais do terceiro Setor”. Mónica Alexandre |
| 08-05-2013 |
