http://www.youtube.com/watch?v=4BTsRS4oVGM
http://www.pcp.pt/para-o-pcp-%C3%A9-e-ser%C3%A1-constitui%C3%A7%C3%A3o-matriz-alternativa-de-promo%C3%A7%C3%A3o-do-desenvolvimento-do-pa%C3%ADs-e-de-afir
(...) Pelo contrário foram os governos do PS e do PSD e com o contributo do CDS-PP que o têm decidido e assim o querem, violando grosseiramente a Constituição por acção e omissão. Foram as suas opções de completa subversão dos objectivos e princípios da Constituição da República e da desvalorização dos seus instrumentos de intervenção que estão na origem do nosso preocupante atraso e grave regressão económica e social. E se a situação não é mais grave é porque houve a barreira constitucional.
http://www.pcp.pt/para-o-pcp-%C3%A9-e-ser%C3%A1-constitui%C3%A7%C3%A3o-matriz-alternativa-de-promo%C3%A7%C3%A3o-do-desenvolvimento-do-pa%C3%ADs-e-de-afir
(...) Pelo contrário foram os governos do PS e do PSD e com o contributo do CDS-PP que o têm decidido e assim o querem, violando grosseiramente a Constituição por acção e omissão. Foram as suas opções de completa subversão dos objectivos e princípios da Constituição da República e da desvalorização dos seus instrumentos de intervenção que estão na origem do nosso preocupante atraso e grave regressão económica e social. E se a situação não é mais grave é porque houve a barreira constitucional.
Perante a crise e as dificuldades presentes, acentuadas com o Pacto de Agressão, Portugal precisa de concretizar com urgência uma política que retome e dê sentido ao projecto de sociedade e de organização da nossa vida colectiva que a Constituição consagra.
Portugal tem na Política Patriótica e de Esquerda a proposta, a mobilização e a construção colectiva da necessária e possível alternativa política, capaz de assegurar um Portugal com futuro, de justiça social e progresso, um país soberano e independente.
Uma política inspirada nos valores de Abril, em conformidade com a Constituição da República e os seus princípios fundamentais.
Política patriótica e de esquerda que, em ruptura com o Pacto de Agressão, exige a imediata renegociação da dívida nos seus montantes, juros, prazos e condições de pagamento e com redução do serviço da dívida para um nível compatível com o crescimento económico e a melhoria das condições de vida.
A defesa dos sectores produtivos e da produção nacional, a recuperação para o Estado do sector financeiro e de outras empresas e sectores estratégicos indispensáveis ao apoio à economia e assente na coexistência dos sectores público, privado e cooperativo e social dos meios de produção, o apoio às micro, pequenas e médias empresas como pilares de um sector privado não monopolista, o aumento do investimento público e o fomento da procura interna.
Uma política que assume como princípios fundamentais a valorização do trabalho e dos trabalhadores, valorização efectiva dos salários e pensões e o explícito compromisso de reposição de salários, rendimentos e direitos roubados, incluindo nas prestações sociais.
A opção por uma política fiscal de aumento da tributação dos dividendos e lucros do grande capital e de alívio dos trabalhadores e das pequenas e médias empresas, garantindo as verbas necessárias ao funcionamento eficaz do Estado e do investimento público.
Uma política de defesa e recuperação dos serviços públicos, em particular nas funções sociais do Estado (saúde, educação e segurança social), reforçando os seus meios humanos e materiais, como elemento essencial à concretização dos direitos do povo e ao desenvolvimento do País.
A assunção de uma política soberana e a afirmação do primado dos interesses nacionais nas relações com a União Europeia, diversificando as relações económicas e financeiras e adoptando as medidas que preparem o País face a uma saída do Euro, seja por decisão do povo português, seja por desenvolvimentos da crise da União Europeia.
Fiéis ao nosso compromisso de sempre, mais uma vez reafirmamos não apenas a nossa firme determinação em respeitar e defender a Constituição, mas tudo fazer para dar corpo ao projecto de futuro que transporta.