16/06/2013

6.696.(16junho2013.13.17') Não pode continuar esta poluição da nova empresa Pelletsfirst

6.042.
7 agosto
voltarei a colocar o assunto na reunião de 12.8.2013





Paulo R: "Calculo que será daquela porcaria da fábrica de pellets!?Digo aqui que na empresa que eu trabalho, sofre com o dito fumo!Fumo esse que invade o nosso local de trabalho e torna-se impossível estar dentro do armazém, porque o ar que deveria ser oxigênio passa a dióxido de carbono, que por termos técnicos se chama "fumo de vapor de agua" palavras ditas pelo responsável dessa unidade fabril...
Após de chamar o responsável dessa unidade fabril ao armazém, para presenciar e constatar ele próprio o dito "fumo vapor de agua" que invade o armazém, até hoje nada foi feito pra evitar essa invasão pela entidade responsável causadora desse "fumo de vapor de agua", foram alertados várias entidades, desde serviços ambientais CMA, proteção civil, telefonemas para os funcionários que fazem a fiscalização na zona industrial, e-mails para CMA, etc...Chegamos à conclusão que ninguém quer saber e que enquanto não nos afeta a "nós" não interessa..."**
junho2013
Prometeram-me não haver ruído nem poluição...
Bem alertei para a LINHA VERDE
Em reunião de câmara ficou acertado reunião institucional Câmara/empresários/técnicos
***

fotos de há pouco
Esta manhã, domingão, as pessoas na zona da Linha Verde levaram com poluição
que se via
fumo baixo
cheiro forte a resina..
O ruído é enorme...
Bem percebo as razões do fecho da LINHAVERDE,,,Um espaço bem agradável de lazer...Teve que fechar!!!

Até no Casalinho.Cós se queixam.
Tds acham que é bom criar postos de trabalho e a empresa funcionar...
Há é que obrigar a empresa a cumprir as regras ambientais.



entrei na fábrica...
não há porteiro/segurança...porta aberta...
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Trabalhador responsável pelo turno deu-me o contacto do responsável da fábrica...
Volto lá para falar com os responsáveis...
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11set2013
via tinta fresca.net
Na reunião de Câmara de Alcobaça de 9 de setembro
    População do Casal da Areia volta a queixar-se da poluição emitida pela empresa Pellets

     
    Sérgio Santos (em pé) queixou-se da poluição
    em Casal da Areia
       A população que habita no Casal da Areia, junto à Zona Industrial, voltou a queixar-se da poluição que afeta aquela zona desde que a empresa Pellets entrou em funcionamento. Sérgio Santos, em representação de outros moradores, deslocou-se à reunião de Câmara de 9 de setembro e denunciou as emissões de fumo, serradura e barulhos que são emitidos pela empresa, nomeadamente durante o período das 20h às 06h da manhã. Os moradores da localidade asseguram que não querem o encerramento da empresa, apenas exigem que sejam tomadas as devidas medidas de segurança, tal como acontece na filial da empresa em Pedrógão Grande.

       Sérgio Santos garantiu que “as medições que foram feitas no início nada têm a ver com o que existe hoje. Estamos a viver uma situação degradante”, adiantando que “durante o dia há um tipo de produção muito diminuta em relação à noite”. Para os moradores, os principais problemas são levantados pela baixa altura da chaminé e pelo barulho de uma das maiores máquinas, que se encontra ao ar livre.

       O morador referiu ainda que já tentou por diversas vezes chegar à fala com os responsáveis da empresa, mas estes não o quiseram receber. Sérgio Santos resigna-se com a presença da fábrica já que “a empresa está lá, temos que levar com ela”, mas garante que “também temos que minimizar os impactos que ela causa”.

       Em resposta, Paulo Inácio afirmou que já passou diversas vezes pelo local e confirmou a presença do fumo e a libertação de serradura por uma chaminé. O autarca reconhece que, se existe barulho durante a noite, é incomodativo para as pessoas e informou que irá relatar a situação à Direção Geral de Economia e irá acompanhar o desenrolar do processo.

       O vereador socialista José Acácio Barbosa recordou que não é a primeira vez que o assunto é trazido a reunião de câmara e lamentou que Paulo Inácio ainda não tenha uma resposta para este problema ambiental.

       Rogério Raimundo também criticou a demora na resolução do problema, e mostrou-se bastante preocupado com esta “questão ambiental que está a prejudicar a qualidade de vida da população”. Para o vereador da CDU, a autarquia deve comunicar a situação à Direção Geral de Economia e pressionar esta entidade para resolver o problema.

       Mónica Alexandre
    11-09-201