24/06/2013

6.721.(24junho2013.12.6') Monitorização da Carta Educativa...Abandono Escolar no concelho de Alcobaça...

***
6out2016
Ana Ferraz levanta o problema das deficiências da EB1 de Pataias:
"Escola primária de Pataias: quem acompanhou a história mais recente do município de Alcobaça apercebeu-se que estavam projectados 3 centros escolares nas freguesias com mais população: Alcobaça, Benedita e Pataias. Fizeram-se os dois primeiros e o de Pataias não passou (e bem, quanto a mim) das intenções.
Ninguém, que me lembre, pediu um centro escolar para Pataias, onde as escolas de algumas localidades têm vindo a fechar, em resultado da diminuição da taxa de natalidade e não só. O que não devemos aceitar é uma escola sem condições em muitos aspectos, como a cantina e o seu barulho insurdecedor, as vergonhosas casas de banho (devem ser as mesmíssimas que muitos pais de agora utilizaram na infância), e agora a ausência de biblioteca porque uma turma teve de ocupar o contentor onde aquele serviço era prestado. Já nem falo da inexistência de condições para a prática das aulas de desporto... Lamentável.
As crianças do mesmo concelho não deveriam ter as mesmas condições? Parece-me elementar. Entretanto, e já lá vai um ano, um autarca local reconheceu as carências e assegurou que estava em vista a mudança para a escola 2,3. Não aconteceu e, muito honestamente, duvido que seja uma realidade nos próximos anos. Se é assim, melhorem a escola que temos agora.
Aproveito a ocasião, quando as autárquicas estão a um anico de distância, para apelar ao bom senso do executivo da Câmara Municipal de Alcobaça, ao da Junta, para que pressione, mas também dos autarcas da oposição nos Paços do Concelho, para que se lembrem que, de vez em quando, também há lutas a travar mais para norte."

comentei:
ainda na última reunião de câmara foi falada a obra do centro escolar de Pataias...Estamos a aguardar que se concretize o protocolo de cedência do estado...e esperamos que as obras se estendam a toda a EB,2,3...Tb espero que este governo retome o Agrupamento de Escolas de Pataias, Martingança, Alpedriz...
A CDU era a favor que se mantivesse e qualificasse o Centro Escolar de Pisões...A luta dos pais é muitas vezes decisiva...Há reunião pública a 11 de out...
Ana Ferraz Pereira A questão, Rogério, é que enquanto se espera as coisas continuam por resolver e os espaços ficam cada vez mais degradados. Pelo menos, uma intervenção na cantina e wc's... vai lá espreitar... Penso que a coordenadora da escola teria todo o gosto em receber os nossos eleitos
Não gostoResponder248 min

Rogério Manuel Madeira Raimundo Ana Ferraz Pereira vou lá em breve e vou pressionar Director do AECister
GostoResponder245 min
***
as reuniões de set.2016
trataram do Centro Escolar de Pataias
ser construído no logradouro da EB2.3 Pataias

26junho2013
 R20.2013...Vivaaaaaaa: ao fim de muitos anos de ilegalidade, houve uma reunião do Conselho Municipal da Educação!!!
Perguntei sobre a monitorização da Carta Educativa...Desde que foi aprovada não houve nenhum actualização. No site da câmara não houve qualquer evolução...Afinal quais são os dados de alunos, professsores, escolas, abandono escolar....
A Vereadora Mónica Baptista diz que houve uma reunião do Conselho Municipal de Educação e que no final do ano lectivo haverá outra com os dados actualizados...Então fornecerá...
***
23ouTUbro2012
Percebi que o Sr. Presidente da Câmara e a srª Vereadora da educação estavam preparados para atacar as escolas e os professores de alcobaça...
Porquê...
Porque as Caldas estão no top do ranking e as escolas de Alcobaça estão piores em cada ano...
Alcobaça não pode ficar atrás...

Bem procurei chamá-los à razão... 
Disse-lhe que deviam, 1º, reconhecer os erros estratégicos do município... 
O não haver Conselho Municipal da Educação...
O não haver projeto estratégico para o concelho...
A carta educativa ter sido 1 momento e mais nada...
Depois as características socio económicas do nosso concelho...
Sabem quantos quadros técnicos superiores residem nas caldas? Quantos médicos, profs, engºs...
Prometi enviar 1 dos textos do meu Sindicato sobre os rankings!!!

**
enviei mail hj.23.10.2012 para o Presidente e Vereadora...
tal como disse ontem em reunião...será bom lerem a opinião, nomeadamente do meu sindicato de professores...cordiais...rogério

http://www.sprc.pt/index.php/ultima-hora-2/382-parem-com-isto

Parem com isto!

  • Email
  •  
Detalhes
  
Categoria: Última Hora
    Rankings de escolas são uma farsa, visam denegrir a imagem da escola pública
    e agravam as condições de desenvolvimento das escolas que vivem mais dificuldades
    Recentemente, fomos bombardeados com a sazonal intoxicação pública a propósito da publicação de rankings de escolas a partir dos resultados dos exames nacionais. Trata-se de uma divulgação, que sujeita a critérios inevitavelmente subjectivos de quem os elabora, estabelece uma relação directa entre os resultados e a natureza das escolas a que os alunos pertencem.
    Esta utilização abusiva de resultados que representam até 30% do impacto da avaliação dos alunos, leva o grande público a associar qualidade ao ensino privado e a falta dela ao ensino público, apresentando, alguns comentadores, o que de bom se faz no ensino público como uma excepção.
    Tendo em conta este ataque à inteligência e à verdade, o Sindicato dos Professores da Região Centro entendeu ser importante fazer o seguinte esclarecimento:

    1. Os resultados e elaboração de rankings não têm em conta a natureza das instituições listadas. Ou seja, as escolas que apresentam melhores resultados nos rankings são escolas privadas sem contrato de associação com o governo (para efeitos de financiamento) suportadas totalmente pelas famílias dos alunos que as frequentam, o que revela uma origem social, cultural e económica muito elevada relativamente ao padrão médio nacional;

    2. O que não é comparável não pode ser comparado. Daí que a caracterização da origem social dos alunos que frequentam as diversas escolas, os rendimentos das famílias e a universalidade da oferta de ensino sejam determinantes para se proceder uma análise séria dos resultados mas não à sua comparação. No caso da região centro as escolas públicas obtêm, em média, idênticos ou melhores resultados do que as escolas privadas com contrato de associação;

    3. Por outro lado a heterogeneidade social e multicultural, fundamental para que se garanta uma sociedade que promova a igualdade de oportunidades de sucesso e acesso ao sistema de ensino e a democracia, não é uma característica generalizada a todas as escolas portuguesas, públicas e privadas,. Mesmo dentro do mesmo segmento, há diferenças que resultam das expectativas das famílias e dos próprios interesses dos alunos que determinam diferenças nos percursos escolares e, consequentemente, nos resultados obtidos pelos jovens portugueses;

    4. Outro dos aspectos que não pode ser menosprezado relaciona-se com o número de alunos em exame em cada escola, o número de provas de exame realizadas. Quanto maior é o universo maiores são as diferenças, provocando, por essa via, para as escolas que realizam mais provas, um abaixamento da média relativamente às que apresentam um número residual de alunos a exame.

    Para o Sindicato dos Professores da Região Centro, a disponibilização em bruto dos resultados do exame e a possibilidade de construção de rankings a partir desses resultados prestam um mau serviço à Educação, visam atacar de forma despudorada a escola pública, sujeitam muitas escolas públicas e privadas ao vexame de que não são directamente responsáveis.

    Assim, SPRC considera que:

    a) deveria pertencer ao governo português a responsabilidade de pôr termo a esta situação vergonhosa que contribui para o estigma do erro, da má gestão e da falta de qualidade de muitas escolas que, em contextos muito adversos, conseguem prestar um serviço público de inestimável importância; 

    b) deveria ser garantida uma avaliação externa das escolas justa, eficaz e consequente, a partir da qual deveriam ser estabelecidas as prioridades no apoio a prestar a cada escola não agrupada ou a agrupamentos de escolas;

    c) deveria assumir-se, definitivamente, o ensino público como uma prioridade, canalizando para aí os recursos que têm sido desbaratados por muitas escolas privadas, para proveito dos seus proprietários;

    d) deveria ser aprovada uma lei de financiamento da educação e do ensino que estabelecesse as condições de apoio financeiro às escolas públicas e privadas com contrato de associação de forma a promover-se uma efectiva equidade no financiamento do sistema de ensino português.

    A Direcção do SPRC apela aos órgãos de gestão das escolas e aos professores em geral que se unam contra este ataque ignóbil que vem sendo desferido sobre o sistema educativo e que visa transferir para os seus profissionais as responsabilidades por condições que resultam dos erros de governação, da destruição dos rendimentos das famílias, da falta de uma politica cultural para todos os portugueses e da inexistência de um claro investimento na educação, como prioridade, a qual terá um orçamento em 2012 correspondente a metade do que, nos anos 90 do século passado, se entendia dever ser a percentagem do PIB destinado a este sector.

    A Direcção
    ***
    5junho2012
    via tintafresca.net

    Novo agrupamento escolar é o maior do País
      Agrupamento de Pataias troca projeto autónomo por integração no mega grupamento de Alcobaça
             

      Paulo Inácio e Hermínio Rodrigues
         O Agrupamento Escolar de Pataias optou por trocar um projeto autónomo pela integração no mega grupamento de Alcobaça, que passa assim a ser o maior agrupamento de escolas do País, com 4156 alunos. Em declarações ao Tinta Fresca, Paulo Inácio desvalorizou os eventuais problemas logísticos e de articulação acreditando no “know-how do corpo docente, dos auxiliares, em tornar tudo exequível e articulado”. O mega agrupamento será constituído pelas duas escolas do 2º e 3º ciclo de Alcobaça, Agrupamento de Escolas D. Pedro I e Agrupamento de Escolas Frei Estevão Martins, a Escola Secundária D. Inês de Castro de Alcobaça e ainda o Agrupamento de Escolas de Pataias, situado a cerca de 20 quilómetros da sede do concelho. Alcobaça terá ainda o Agrupamento de Escolas da Benedita e o Agrupamento de Escolas de São Martinho do Porto.

         Segundo Paulo Inácio, os agrupamentos da cidade de Alcobaça decidiram pela “concordância na agregação”, havendo apenas “um parecer menos favorável por parte do Agrupamento de Escolas D. Pedro I”, mas que, no entanto, aprovou na generalidade a agregação. Inicialmente e segundo Paulo Inácio, estava previsto que o agrupamento de Alcobaça fosse apenas constituído pelas duas escolas do 2º e 3º ciclo de Alcobaça, Agrupamento de Escolas D. Pedro I e Agrupamento de Escolas Frei Estevão Martins, a Escola Secundária D. Inês de Castro de Alcobaça, mas terá sido o Agrupamento de Pataias a solicitar esta fusão.

         O autarca explica ao Tinta Fresca que “estava previsto que o agrupamento de Pataias tivesse autonomia, mas foi a pedido do próprio que ficou agregado com uma verticalização perfeita”, ou seja, com ensino até ao 12º ano, tal como o Agrupamento de Escolas da Benedita e o de São Martinho do Porto. Paulo Inácio afirmou ainda que “a agregação dos agrupamentos na cidade de Alcobaça mais o de Pataias, foi uma agregação de concordância por parte dos agrupamentos”.

         Questionado sobre o elevado número de alunos que compõe o agrupamento agora constituído, Paulo Inácio ressalvou que se “os próprios agrupamentos concordaram com isto, parece-me que é exequível. Tanto mais que, com esta agregação, e nomeadamente em matéria de funcionários, há um ganho de escala e é mais fácil resolver situações, porque ficam mais meios disponíveis para socorrerem alguma situação que ocorra. Acredito no know-how do corpo docente e dos auxiliares para tornar tudo exequível e articulado. Acredito nos pareceres favoráveis que foram dados.

         Não seria aceitável manter mais corpos de direção, mais esferas de poder em qualquer estabelecimento secundário, isso seria uma perda de recursos e um desperdício de tempo. Penso que com esta fusão, se for bem efetuada, vamos ganhar escala”, explicou.

         Mónica Alexandre
      07-06-2012

      ***
      4junho2012
      LEGISLAÇÃO
      http://dre.pt/pdfgratis2s/2012/04/2S082A0000S02.pdf
      *
      http://legislacao.min-edu.pt/np4/np3Content/?newsId=5076&fileName=despacho_12955_2010.pdf
      *
      http://dre.pt/pdf1s/2008/04/07900/0234102356.pdf
      PRIMADO DA EDUCAÇÃO
      *
      Câmara aprova Carta Educativa com o meu voto contra a 12.fev2007
      http://www.cm-alcobaca.pt/resources/9067bce876e28108aba714cd7cd261c0/Carta_Educativa_Relatorio_Final.pdf
      O Conselho Municipal aprovou por unanimidade a 15.fev.2007
      A AM aprovou a 28fev2007 com o voto contra da CDU.
      MINISTRA homologou a carta educativa a 29.maio.2007
      http://www.cm-alcobaca.pt/index.php?ID=4759
      Não foi modificada desde jan2007...
      *
      Conselhos Municipais de Educação
      Decreto-Lei nº 7/2003 de 15jan
      http://dre.pt/pdf1sdip/2003/01/012A00/01300137.pdf
      Artigo 3º
      Objetivo:
      O conselho municipal de educação é uma instância
      de coordenação e consulta, que tem por objectivo promover, a nível municipal, a coordenação da política educativa, articulando a intervenção, no âmbito do sistema
      educativo, dos agentes educativos e dos parceiros sociais
      interessados, analisando e acompanhando o funcionamento do referido sistema e propondo as acções consideradas adequadas à promoção de maiores padrões de eficiência e eficácia do mesmo.
      Artigo 4.º
      Competências
      1 — Para a prossecução dos objectivos referidos no
      artigo anterior, compete ao conselho municipal de educação deliberar, em especial, sobre as seguintes matérias: (...)
      b) Acompanhamento do processo de elaboração e de actualização da carta educativa, a qual deve
      resultar de estreita colaboração entre os órgãos municipais e os serviços do Ministério da Educação, com vista a, assegurando a salvaguarda das necessidades de oferta educativa do concelho, garantir o adequado ordenamento da rede educativa nacional e municipal;
      (...)
      d) Apreciação dos projectos educativos a desenvolver no município; (...)
      Artigo7º
      ordinariamente deviam reunir 4 x por ano letivo!!!
      Artigo 10.º (conceito da Carta Educativa)

      A carta educativa é, a nível municipal, o instrumento de planeamento e ordenamento prospectivo de edifícios
      e equipamentos educativos a localizar no concelho, de acordo com as ofertas de educação e formação que seja necessário satisfazer, tendo em vista a melhor utilização
      dos recursos educativos, no quadro do desenvolvimento
      demográfico e sócio-económico de cada município.
      Artigo 11.º
      Objectivos
      1 — A carta educativa visa assegurar a adequação da rede de estabelecimentos de educação pré-escolar e de ensino básico e secundário, por forma que, em cada momento, as ofertas educativas disponíveis a nível municipal respondam à procura efectiva que ao mesmo nível se manifestar.
      2 — A carta educativa é, necessariamente, o reflexo, a nível municipal, do processo de ordenamento a nível
      nacional da rede de ofertas de educação e formação, com vista a assegurar a racionalização e complemen-
      taridade dessas ofertas e o desenvolvimento qualitativo das mesmas, num contexto de descentralização administrativa, de reforço dos modelos de gestão dos estabelecimentos de educação e de ensino públicos e respectivos agrupamentos e de valorização do papel das comunidades educativas e dos projectos educativos das escolas.
      3 — A carta educativa deve promover o desenvolvimento do processo de agrupamento de escolas, com
      vista à criação nestas das condições mais favoráveis ao desenvolvimento de centros de excelência e de competências educativas, bem como as condições para a gestão eficiente e eficaz dos recursos educativos disponíveis.
      4 — A carta educativa deve incluir uma análise prospectiva, fixando objectivos de ordenamento progressivo, a médio e longo prazos.
      5 — A carta educativa deve garantir a coerência da rede educativa com a política urbana do município.
      Artigo 12.º
      Objecto
      1 — A carta educativa tem por objecto a identificação,
      a nível municipal, dos edifícios e equipamentos educativos, e respectiva localização geográfica, bem como
      das ofertas educativas da educação pré-escolar, dos ensinos básico e secundário da educação escolar, incluindo as suas modalidades especiais de educação, e da educação extra-escolar.
      2 — A carta educativa inclui uma identificação dos recursos humanos necessários à prossecução das ofertas educativas referidas no número anterior, bem como uma análise da integração dos mesmos a nível municipal, de acordo com os cenários de desenvolvimento urbano e escolar.
      3 — A carta educativa incide sobre os estabelecimentos de educação pré-escolar e de ensino da rede pública, privada, cooperativa e solidária.
      4 — A carta educativa deve incidir, igualmente, sobre a concretização da acção social escolar no município,
      nos termos das modalidades estabelecidas na lei e de acordo com as competências dos municípios, do Ministério da Educação e demais entidades.
      5 — A carta educativa deve prever os termos da contratualização entre os municípios e o Ministério da Educação, ou outras entidades, relativamente à prossecução pelo município de competências na área das actividades complementares de acção educativa e do desenvolvimento do desporto escolar, de acordo com tipologias contratuais e custos padronizados, a fixar em protocolo a celebrar entre o Ministério da Educação e a Associação Nacional dos Municípios Portugueses.
      Artigo 13.º
      Rede educativa
      1 — Entende-se por «rede educativa» a configuração da organização territorial dos edifícios escolares, ou dos edifícios utilizados em actividades escolares, afectos aos estabelecimentos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, visando a sua adequação às orientações e objectivos de política educativa, nomeadamente os que se referem à utilização mais eficiente dos recursos e à complementaridade das ofertas educativas, no quadro da correcção de desigualdades e assimetrias locais e regionais, por forma a assegurar a igualdade de oportunidades de educação pré-escolar e de ensino a todas as crianças e alunos.
      2 — A necessidade da adequação, em permanência, da oferta educativa, nomeadamente a que decorre das
      alterações da procura, em termos qualitativos e quantitativos, e do estado físico dos edifícios, obriga a um
      processo anual de apreciação e ajustamento da rede educativa.
      Artigo 14.º
      Equipamentos educativos
      1 — Os equipamentos educativos são o conjunto dos meios materiais, designadamente os edifícios escolares, o equipamento básico, o mobiliário, o material didáctico e os equipamentos tecnológico e desportivo, utilizados para a conveniente realização da actividade educativa.
      2 — As características dos equipamentos educativos obedecem a termos de referência fixados, em conformidade com a lei, pelo Ministério da Educação.
      CAPÍTULO IV
      Ordenamento da rede educativa
      Artigo 15.º
      Princípios gerais
      O ordenamento da rede educativa deve, considerando o disposto nos artigos 37.º
      a 41.º da Lei de Bases do Sistema Educativo, estruturar-se de acordo com os seguintes princípios gerais:
      a) Consideração da educação pré-escolar como primeira etapa da educação básica;
      b) Sequencialidade entre os diferentes ciclos do ensino básico, de acordo com o definido na Lei
      de Bases do Sistema Educativo, como elemento propiciador do cumprimento, com sucesso, do
      percurso da escolaridade obrigatória, e como reconhecimento de que este percurso se deve
      efectuar, de preferência, numa única escola ou agrupamento de escolas;
      c) Expressão territorial da rede educativa, entendida como a distribuição dos estabelecimentos
      dos diferentes níveis de educação e de ensino, de acordo com a divisão administrativa do País,
      (...)
      Artigo 20.º
      Revisão
      1 — Revestem a forma de revisão da carta educativa as alterações da mesma que se reflictam significativamente no ordenamento da rede educativa anteriormente aprovado, designadamente a criação ou o encerramento de novos estabelecimentos de educação pré-escolar e de ensino.
      2 — A revisão das cartas educativas é obrigatória quando a rede educativa do município fique desconforme com os princípios, objectivos e parâmetros técnicos do ordenamento da rede educativa, devendo o
      processo de revisão ser iniciado a solicitação do Ministério da Educação ou das câmaras municipais.
      3 — O Ministério da Educação e as câmaras municipais reavaliam obrigatoriamente de cinco em cinco
      anos a necessidade de revisão da carta educativa.
      4 — À revisão da carta educativa são aplicáveis os procedimentos previstos para a respectiva aprovação.
      Artigo 21.º
      Efeitos
      Depois de aprovada e ratificada, a carta educativa constitui um instrumento de orientação da gestão do
      sistema educativo, de acordo com as competências do Ministério da Educação e dos municípios, incluindo
      quanto aos instrumentos de apoio às iniciativas privadas, cooperativas e solidárias, quanto à utilização de financiamentos e quanto à colocação de recursos humanos, materiais e financeiros por parte do Ministério da Educação ou de outras entidades públicas.
      ***
      31jan2012
       +longe que a Carta Educativa?
      Alfeizerão e Turquel estiveram quase quase...
      Agora a prioridade é Pataias. Reconhecemos que tb é urgentíssimo, tal como Alfeizerão, Turquel, Cela, Vestiaria. Évora, Maiorga, Cós...
      Bárrio e Aljubarrota ficam apertadinhos...
      Seria bom verem como se trabalha no ensino especial nas diferentes escolas sem 1 gabinete reservado...

      Estivemos contra a localização do centro escolar de Pataias...
      A JF de Pataias investiu muitos milhares de euros nas infraestruturas da feira e agora destróiem tudo!!!
      Vão ter de fazer novo espaço para feira...
      Na Benedita o mau planeamento foi igual...As despesas com compra e infraestruturação de novo espaço para feira do Gado...
      Em Pataias, vá lá, não tiveram de comprar terreno...
      Via cister.fm

      PATAIAS É O TERCEIRO CENTRO ESCOLAR DO CONCELHO DE ALCOBAÇA


      A Câmara de Alcobaça lançou a empreitada do novo estabelecimento de ensino. 
      «Para além dos Centros de Alcobaça e Benedita, que entraram em funcionamento no atual ano letivo, faltam, ainda, os centros de Aljubarrota e no Bárrio», informou Paulo Inácio, presidente da Câmara. 
      De acordo com o autarca «com estas duas requalificações das já existentes escolas básicas do 1º ciclo, o município está a ir mais além do que está expresso na Carta Educativa». 
      Sobre o futuro Centro Escolar de Pataias, Paulo Inácio informou que o complexo terá capacidade para cerca de 400 alunos e deverá custar entre 3 e 4 milhões de euros. 
      «O valor final do projeto só ficará totalmente definido depois do concurso público. Até ao final do ano, espero que a obra arranque no terreno», esclareceu. 
      Em termos de comparticipação dos fundos comunitários, através do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), Alcobaça elaborou o projeto onde se prevê um apoio europeu de 85 por cento.
      ****
      Via Sapinho Gelásio:
      Foi aberto o concurso público para a construção do Centro Escolar de Pataias através do Anúncio de Procedimentonº319/2012 de 27 de Janeiro.
      A obra tem um valor de 4.528.301,89 euros e um prazo de execução de 650 dias.
      O anúncio aqui:
      http://dre.pt/pdfdiacp/2012/01/020/405649462.pdf
      ***
      ouTUbro2011
      A Carta Educativa avançava com obras para a EB1 do Bárrio...
      De ano para ano foram prometendo...
      Agora está adjudicada a empreitada...
      Mas não começou, nem sinais...
      Será o Tribunal de Contas?
      Entretanto para memória futura:


















      ***
      27Set2011
       Intervim na reunião de câmara 28.2011 (26set) reclamando tempo para tratar das questões financeiras e da Carta educativa / Abertura do ano lectivo
      Presidente solicitou que na reunião extraordinária do dia 4 se tratassem de questões e assuntos que demorassem mais tempo.
      *
      ***
      25SeTEMbro2011
       Abriu o 14º ano letivo da responsabilidade do PSD e o balanço das competências da câmara (Jardins de Infância públicos e 1º ciclo) é fraquíssimoGonçalves Sapinho no início da Carta Educativa, em 12.2007, afirmava 7 objetivos estratégicos e só houve avanços em 2 que não eram da responsabilidade da Câmara (EPADRCister e CEERIA):
      nada feito para o Superior (Colégio NSConceição)
      Alguém viu o Curso de Artes do Espetáculo?
      E os Cursos Náuticos na Esc. B2,3 e S de S. Martinho?
      O FOR.CET ainda funcionou...Este ano???
      Nova escola profissional na ALE da Benedita!!!
      **
      Estão a acabar as obras (durante muito tempo ilegais...) de 2 Mega Centros (Alcobaça e Benedita), via parceria privada com MRG (Cister Equipamentos, dirigida pelo vereador Hermínio Rodrigues) mas ainda não se sabe se há algum financiamento.
      Neste mês de Set.2011 começa a ser paga à CGD 1 fatura enorme de.....x mês. Quanto irá custar esta teimosia do PSD/Sapinho?
      A carta educativa apontava para estarem concluídos em 2009!!!2 anos de atraso!
      O da Benedita foi construído no ex- mercado do gado que deixou de funcionar até ao momento...

      +1 erro grave foi, quer em Pataias quer na Benedita, ter-se investido em mercados e, de repente, estragam-se todos esses investimentos, para se contruir, nos ex-mercados, os 2 novos mega centros escolares. Quanto custa ao erário público estes 2 erros?

      Nós criticámos a construção dos mega Centros e defendemos a qualificação de pequenos e médios centros escolares nas freguesias, mantendo a proximidade às famílias tendo em conta a tenra idade das crianças dos jardins e do 1º CEB e tendo em conta que devia na infância que as crianças deviam ter a identidade, a história,  da sua freguesia.

      Os Centros Escolares de Alfeizerão e  Turquel estiveram para entrarem na parceria privada da MRG/Cister Equipamentos SA/Terra de Paixão. Depois retiraram esse objetivo e foram para o processo normal, por obra pública da câmara. Tinham financiamento do QREN. Até foram a concurso público mas numa grande trapalhada, denunciada pela CDU,  terminou o processo.
      Recentemente, em mais uma trapalhada, retiraram o financiamento dos 2 para tentarem passar para o financiamento dos 2 Mega centros...
      Resolveram fazer novos projetos dos 2 Centros escolares. 2 prioridades há 14 anos!!!!

      O centro escolar de Pataias (prometido para 2009, para o terreno do atual mercado semanal, ainda não tem a construção do mercado novo!!!) e o da Cela também foram retirados do contrato com a MRG/Cister Equipamentos SA/Terra de Paixão. Têm projeto de arquitetura...Consta-se que a SECIL vai financiar o de Pataias. A Cela continua a ser a última freguesia a ser considerada pelo PSD!

      A freguesia de Prazeres está tratada na 4.977. (promessa não cumprida para 2008). Acrescento o resrespeito com a carta educativa que PSD e PS aprovaram: as crianças de Prazeres/Covões nunca iriam para a Ataíja

      As freguesias do Bárrio (prometido há 3 anos e meio só agora começaram as obras), São Martinho do Porto (prometido edifício de raiz em novo terreno...nada de nada), Vestiaria (prometido compra de terreno e construção de raiz e nada está esboçado para concluir em 2013),  Vimeiro (prometido compra de terreno para alargamento e nada), Cós, Maiorga, Martingança e Évora (só Carris tem 1 razoável centro escolar, embora o refeitório tenha que ser no edifício da paróquia) não têm Centros escolares satisfatórios quanto a edifícios.

      Alpedriz, Montes e Cós, na carta educativa, têm 1 único centro escolar, localizado no extremo da Póvoa, fazendo fronteira com as 3 freguesias. Aqui ainda não há atrasos: a carta aponta para 2013! A CDU vincou bem a rejeição de que não houvesse 1 centro escolar em cada freguesia!!! Nem terreno, nem projeto, nem obras de vulto nas 3 freguesias!



      Foram feitas obras nos edifícios de escolas e jardins de infância, com elevados custos, que estão encerrados ou cedidos gratuitamente. A EB1 da Junqueira (Cela) foi inaugurada em plena campanha eleitoral, das autárquicas, de 2005 e no ano letivo de 2010/1 fechou...Não tinham as estatísticas dos nascimentos? Não queriam aplicar o que aprovaram na carta educativa?
      Na reunião de câmara de 26.9.2011 será cedido para a Junta de Freguesia. Para quê? ATL? A Junta pode? Com que utentes?

      O jardim de infância público da Benedita será cedido, também em protocolo, na reunião de câmara de 26.9.2011, para a Universidade Sénior da Benedita.

      Na mesma reunião a EB1 dos Covões que devia estar a funcionar, com os pais satisfeitos e o ATL a funcionar. Fecha e faz-se protocolo com a Junta para funcionar como ATL, com as crianças a serem transportadas, de manhã e à tarde, de  e para a superlotada EB1 da Ataíja de Cima...

      Há escolas encerradas cedidas a associações várias, que as utilizam, quando muito, 1 x por semana!!!
      ***
      24SeTEMbro2011
       A carta educativa para a freguesia de Prazeres de Aljubarrota. 
      A opinião do munícipe Jorge Alves
      A Carta Educativa que a CDU rejeitou devia estar a ser monitorizada tds os anos...
      Nunca mais foi mexida.
      Não há planeamento...
      A freguesia de Prazeres foi a que cresceu mais em população nestes 10 anos e não tem 1 única resposta em condições!!!
      Bem defendemos que não se fechasse a EB1 dos Covões, corroborando as posições da Associação de Pais, do SPRC e da Junta...Era possível...
      A Câmara não quis. O Agrupamento também não quis?
      **
      O Conselho Municipal só serviu para votar de cruz a Carta Educativa.
      O PSD (Sapinho+Inácio) nunca mais quis tê-lo a funcionar.
      ***
      O PSD não sabe ouvir, não sabe fazer discussão pública, não sabe envolver.
      ****
      É bom recordar as promessas do PSD/Gonçalves Sapinho em 1998 e anos seguintes em que consideravam urgentes os Centros Escolares da Cela, Turquel e Prazeres de Aljubarrota.
      Acabou por comprar terrenos para os 3...Nenhum está feito passados 14 anos!!!
      *****
      A Câmara comprou 1 terreno à Paróquia por..........
      O que vão fazer a esse terreno???
      ******
      A EB1 do Carvalhal d'Aljubarrota exige uma atenção especial tendo em conta o nº de crianças de etnia cigana.
      *******
      Uma opinião a ser considerada: Jorge Alves.
      "A Carta Educativa actualmente em vigor no Concelho de Alcobaça, não previu correctamente o crescimento demográfico no território da Freguesia de Prazeres de Aljubarrota, de que fazem parte os lugares de Casal D’Além, Casal do Rei, Lagoa do Cão, Covões e Moleanos, pelo que o encerramento da EB 1 dos Covões deve ser posto em causa.

      É também de realçar o encerramento no final do ano lectivo de 2010/2011 da escola EB 1 do Carrascal, que dista da escola EB 1 dos Covões, cerca de 2,5 Km, bem como a EB 1 Pedreira dos Moleanos (Freguesia de Évora de Alcobaça), a uma distância de cerca de 2 Km, dos Covões .
      Com o encerramento das EBs 1 acima referidas, pertencentes ao território da Freguesia de Prazeres de Aljubarrota, foi pela Carta Educativa, constituída escola de acolhimento, a EB1 do Carvalhal de Aljubarrota, que para o efeito, veio a demonstrar ser exígua, e sem condições de crescimento físico por falta de espaço.
      Tornou-se assim impossível, que a EB 1 do Carvalhal de Aljubarrota, cumprisse o que lhe estava determinado na Carta Educativa, em relação a poder acolher esta nova população estudantil.
      No entanto, e dado que, quem elaborou a Carta Educativa, desprezou o crescimento demográfico, e o bem estar da população residente, privilegiando o economicismo, acabou por criar o absurdo, de eliminar uma escola que fazia falta, a EB 1 dos Covões.
      Verifica-se agora, que na Freguesia de Prazeres de Aljubarrota, passam a existir apenas 2 (duas ) EBs 1, distanciadas entre si cerca de 1,5 Km, (EB 1 de Aljubarrota e EB 1 de Carvalhal de Aljubarrota), sendo que os alunos que nelas não cabem, são transferidos para o Centro Escolar de Alcobaça e EB 1 de Ataíja de Cima.
      Toda a zona Sul da Freguesia de Prazeres de Aljubarrota, que confina com a Freguesia de Évora de Alcobaça e de que fazem parte os lugares de Carrascal, Casal D’Além, Casal do Rei, Lagoa do Cão, Covões e Moleanos, com o encerramento das escolas EB 1 de Carrascal e Covões, ficam sem cobertura escolar no seu espaço geográfico.
      Ficam assim, crianças de tenra idade, obrigadas a deslocarem-se diariamente sete (7) Km, para o Centro Escolar de Alcobaça ou cinco (5) Km, para EB 1 de Ataíja de Cima, tendo a escola que agora encerrou EB 1 dos Covões, se recebesse os alunos da EB 1 do Carrascal e EB 1 da Pedreira dos Moleanos (esta última pertencente à Freguesia de Évora de Alcobaça), que também encerraram, alunos suficientes para manter um centro escolar, que pudesse competir com os outros dois existentes na freguesia.
      Quem fizer uma leitura do censos 2011 referente ao Concelho de Alcobaça, poderá concluir, que a Freguesia de Prazeres de Aljubarrota, teve um crescimento percentual de 14,3%, a que corresponde um valor absoluto de mais 533 novos residentes.
      Chama-se a atenção para que nestes últimos dez (10) anos, foram estes lugares acima mencionados, que mais contribuíram para este crescimento demográfico.
      Deveria pois fazer-se um esforço, para que no próximo ano lectivo 2012/2013, a EB 1 dos Covões pudesse reabrir transformando a sua estrutura física (instalações) num moderno centro escolar, que fosse uma referência de qualidade, onde os alunos possam adquirir competências, e os pais os sintam em segurança.
      Dizem-nos que tudo correu bem na abertura do ano lectivo 2011/2012, no Concelho de Alcobaça, a verdade é que não sei!
      Vejamos:
      Na Freguesia de Prazeres de Aljubarrota, o Centro Escolar de Aljubarrota, cujas obras exteriores ainda não foram dadas por concluídas, foi modernizado no ano lectivo anterior, já demonstra estar a rebentar pelas costuras, em consequência do fecho abrupto de escolas EB 1, (conforme está noticiado no Jornal “O Alcoa” nº 2267 de 22 de Setembro de 2011 a páginas 7).
      Os responsáveis pelo Centro Escolar de Aljubarrota, viram-se obrigados por falta de salas de aula, a transformar um espaço criado como polivalente, em sala de aula.
      É por demais evidente, que este espaço que foi criado como polivalente, não está vocacionado para o efeito, no entanto e bem à “Portuga”, assim se arrumou uma turma.
      Houve ainda necessidade de recorrer a meios exteriores, espaço novo, propriedade da Associação Brites de Almeida, que como é óbvio não foi criado para sala de aula, como forma de instalar outra turma.
      Na Freguesia de S. Vicente, a escola EB 1 de Ataíja de Cima, também rebentou pelas costuras.
      No arranque do ano lectivo 2011/2012, a escola EB 1 da Ataíja de Cima, foi à pressa e sem que se tivesse verificado da sua capacidade logística, constituída em escola de acolhimento para os alunos da Escola EB 1 dos Covões.
      Foi obrigada a formar três (3) turmas, mas só tinha disponíveis duas (2) salas de aula.
      Assim, os alunos do 1º ano (14) catorze, tiveram de ser deslocados para o espaço que está destinado à biblioteca.
      Estes alunos ainda se encontram nesse espaço, dado que, uma das salas que fazia parte do Jardim de Infância, está a sofrer alterações para ser reconvertida em sala de aula, e assim poder receber estes (14) catorze alunos do 1º ano de escolaridade .
      Outra questão, que se poderá levantar em relação à escola EB 1 de Ataíja de Cima, é a seguinte:
      Se aparecerem neste ou em próximos anos lectivos, mais crianças para o Jardim de Infância, como vão resolver o problema?
      Eliminam a sala de aulas, e transformam-na novamente, em sala de Jardim de Infância?
      Jorge Alves
      ***
      12aGOSTO2011
       Alcobaça está nas notícias como o concelho com + encerramentosO QUE NÃO É DITO É QUE A CDU ESTEVE CONTRA A CARTA EDUCATIVA.

      Nas notícias ignoram muita coisa...
      Faltam os JInfância...
      A Benedita fica reduzida à Ribafria e ao mega centro escolar...Só a CDU esteve contra este mega...
      Em pataias tb querem fechar com a construção do mega centro de Pataias, Pisões e burinhosa...
      só a CDU está contra que com tenra idade houvesse fecho de escolas...Nós defendemos há 14 anos bons centros escolares de média dimensão, mais próximos das famílias, com história e identidade dos lugares...

      E sem esta tonteira de trazerem crianças das freguesias para o centro da cidade, para perto do Mosteiro e engarrafar a zona nas horas de ponta!!!

      Bemposta, Acipreste e Covões podiam funcionar em

      2011/2 se a Câmara e Agrupamentos quisessem.

      A CDU defendeu sózinha essa perspectiva!

      neste blogue e em http://www.vivalcobaca.org/
      encontrarão tanta argumentação para outra política.

      O QUE NÃO É DITO NAS NOTÍCIAS É QUE OS 2 MEGACENTROS ESCOLARES SÃO DAS FAMIGERADAS PPPRIVADAS E TEREMOS DE PAGAR COM LÍNGUA DE PALMO AQUELAS 2 MEGA CONSTRUÇÕES AO LONGO DE 25 ANOS.
      O QUE TB NÃO É DITO É A GESTÃO DANOSA DE PROVAVELMENTE NÃO HAVER FINANCIAMENTO DO QREN...
      TB NÃO FOI DITO QUE OS 2 MEGA CENTROS ESTIVERAM A SER CONSTRUÍDOS ILEGALMENTE DURANTE MAIS DE 1 ANO!!!
      TB NÃO FOI NOTICIADO TANTO ERRO QUE ESTÁ NA CARTA EDUCATIVA QUE NUNCA MAIS FOI REVISTA E PORTANTO MUITOS DOS ENCERRAMENTOS SÃO ILEGAIS, PORQUE NÃO PREVISTOS NA FAMIGERADA CARTA EDUCATIVA!!!

      *
      Sobre os lugares de Pisões e Burinhosa. Ambos na freguesia de Pataias
      A falta da revisão do PDM para Pisões e para a Burinhosa tb foi, e é, 1 péssima política do PS.PSD d'alcobaça...A CDU bem defendeu a revisão...
      Os Pisões justificavam 1 centro escolar com qualidade há 14 anos...assim como a sede da freguesia em Pataias...assim como o investimento no jardim e na EB1 da Burinhosa dava para criar 1 belo centro escolar na Burinhosa. Quer num quer noutro lugar interligado com as instalações das 2 colectividades...2 em 1...Depois a CDU defendeu, e defende, a valorização das colectividades com respostas sociais...ATL para as crianças e jovens ...Centros de Convívio para os idosos...
      a opinião da munícipe SC: Pois, e correu bem até agora, as crianças gostam de estar por aqui, têm os avós, há uma grande ligação entre os pais e a escola, entre o Jardim e a EB1, almoçavam todos juntos, era fantástico :) A associação de pais tem trabalhado bastante.... Quando se lembrarem que é mesmo preciso reverem o PDM para os Pisões, já teremos ido quase todos embora, por mais que gostemos da nossa terra, mas viver em casa dos pais para todo o sempre não é de todo boa política..
      ::::::::::::::
      tintafresca.net postou assim:


      Apesar dos acessos poderem não estar concluídos
        Centro Escolar de Alcobaça inaugurado antes de 15 de Setembro
            

        Centro Escolar de Alcobaça
        O Centro Escolar de Alcobaça vai ser inaugurado na segunda semana de Setembro, alguns dias antes do início das actividades lectivas, marcado para o dia 15 de Setembro. A abertura da nova infra-estrutura vai levar ao encerramento das Escolas Básicas da Boavista, Bemposta e Alcobaça, mas a vereadora da Educação garante que está tudo pronto para receber as crianças do 1º Ciclo e Pré-Escola da cidade. As obras na envolvente ao Centro Escolar continuam, mas apesar de todos os contratempos, nomeadamente, as dificuldades de deslocalização da comunidade cigana instalada num acampamento nas imediações, ainda há possibilidade das vias de acesso estarem prontas antes de 15 de Setembro. Contudo, Mónica Batista garante que tudo ficará preparado para que o acesso ao Centro Escolar seja possível nesta data, independentemente de alguns trabalhos estarem ainda por concluir.

           Mónica Batista adiantou ao Tinta Fresca que o interior do Centro Escolar está completamente concluído, faltando apenas o mobiliário, que só poderá ser instalado depois de todas as limpezas estarem terminadas. A inauguração está prevista para a semana que antecede o início do ano escolar, com a presença dos pais, que assim irão tomar conhecimento do espaço pela primeira vez nesse dia.

           A Câmara Municipal de Alcobaça aprovou, no dia 8 de Agosto, a intenção de adjudicação à Uniself do serviço de confecção e fornecimento de refeições escolares, que assim mantém o serviço prestado no ano passado, com a novidade da confecção ser feita este ano nos centros escolares para posterior distribuição por todas as escolas do concelho. De fora, ficam as escolas públicas servidas por IPSS’s, dado que os protocolos para o fornecimento de refeições se irão manter, uma vez que, segundo Mónica Batista, “funcionam bem”.

           O Executivo municipal aprovou também a abertura de procedimento de transportes escolares em circuitos especiais, de forma a se saber quais as crianças que carecem deste serviço.
        15-08-2011


        http://sicnoticias.sapo.pt/pais/article726812.ece


        ****

        do blogue sapinho gelásio

        12 escolas primárias encerram no Concelho

        Foi anunciado o encerramento de 297 escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico, 12 das quais em Alcobaça.
        Nenhuma escola do norte do concelho foi abarngida por esta medida.
        A lista das 12 escolas:
        EB Acipreste
        EB Covões
        EB Cumeira
        EB Frei Domingos
        EB Valado de Santa Quitéria
        EB Bemposta
        EB Boavista
        EB Ninho d'Águia
        EB de Freires
        EB Azambujeira
        EB Candeeiros
        EB Cabecinha
        ***
        25feVER2011
        assembleia municipal
        P2. CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO – PROPOSTA DE NOMEAÇÃO - – APRECIAÇÃO – VOTAÇÃO-

        Não nos opomos. Queremos é acção e que funcione com bom ritmo!
        Mas não podemos calar.
        A educação, todos sabemos, mas todos devíamos praticar, é um vector estratégico para o desenvolvimento do nosso concelho.
        O Conselho Municipal de Educação é um bom exemplo de má educação e de desmazelo total do PSD.Alcobaça. Dr.Sapinho e Drª Alcina só se preocuparam em reunir para ter aprovada, à pressa, a Carta Educativa. Desde então, nada de nada. Nem mais uma reunião do Conselho, nem Carta Educativa actualizada!
        Também não podemos calar os outros Conselhos Municipais que deviam estar a funcionar pela, pouca, força de lei: Segurança e Juventude.
        Nós defendemos, há muito, os Conselhos Locais por pelouro e frente: Turismo, Património, Colectividades, agricultura, economia, ambiente, pedra, comércio…
        Assim a Câmara e nós na Assembleia tínhamos pareceres e propostas mais bem eleaboradas, com envolvimento das respectivas forças-vivas.
        Infelizmente, há anos, que não aproveitam as nossas boas ideias.projectos!
        Pel’ Os Eleitos da CDU
        Isabel Granada
        ***
        2010
        extracto da reunião de câmara Documentos Previsionais de 2011:
        APRESENTAÇÃO-
        57,7M€ de receitas/despesas (38M€ correntes).
        Presidente da Câmara releva o dossier Cister equipamentos SA como 1 dos + difíceis de 2011.
        Para a minha pergunta sobre quando se começa a pagar à CGD respondeu:
        28 Fev 2011, mas vai fazer démarches, mais o Vereador Hermínio Rodrigues para tentar Junho ou Setembro de 2011.
        Presidente da Câmara referiu que o governo vai retirar 1M€ nas transferências. Menos verbas de QREN. Mais IVA...Tivemos de fazer cortes transversais. Cortámos "as unhas e os dedos".
        Vamos ter menos despesa no pessoal (reformas e PEC).
        Iremos tentar reduzir e rentabilizar espaços dos novos Centros Escolares.
        Andam a pensar conversar com os Agrupamentos para ver se é possível fazer opção entre o Desporto e a Música ou concentrar...
        Vão ter que responder a mais casos sociais. Dá o exemplo da mãe do falecido Josué que tem despesas para pagar o funeral do filho...
        Vão adquirir +1 casa na envolvente de Cós. Tb irão adquirir as do Sr.José Martins (junto ao monumento à padeira d'Aljubarrota) já deliberadas em câmara em 2009, mas não concretizada a escritura porque ele quere o quarteirão todo...Tb pensa que será preciso adquirir 1 lote de terreno para a construção da rotunda do centro escolar da Benedita...
        Não sabe  que ilegalidades é que o Vereador Rogério refere em relação à Carta educativa...
        Adiantei: A Carta Educativa foi aprovada por maioria com o voto contra da CDU. Devia ser monitorizada anualmente. Tem a deslocação de crianças após a construção de Centros Escolares. Por exemplo o fecho da EB1 da Junqueira implicava o Centro Escolar da Cela construído. O mesmo para a da Castanheira. A Carta indicava o fecho de todas as escolas ejardins das freguesias de Al+edriz, Montes e Cós e 1 novo Centro Escolar para as 3 freguesias...
        Vereadora Mónica Baptista diz que vai haver Conselho Municipal de Educação em breve.Vão apresentar a nova Carta Educativa na Assembleia Muniicpal de 10 de dezembro..
        Presidente em vários momentos foi adiantando:
        Pataias vai ter centro escolar com apoio da SECIL.
        Alfeizerão tb. Mas vamos ter de fazer opções. Visitámos a obra da EB1 de Aljubarrota e vamos fazer a da EB1 do Bárrio.
        ***
        10Mar2010
        O 4º ano da escola da Bemposta que a câmara PSD (e + PJunta e alguns PS) querem que feche vence 1 prémio
        Há escolas e escolas. Há professores e educadores que conseguem ter projecto educativo, em conjunto com os pais e com a comunidade e fazem maravilhas.
        Querem diluir no mega centro escolar...

        A CDU/PCP discorda deste fecho cego de escolas e jardins.
        Defendemos que as crianças de tenra idade devem ter possibilidades alternativas perto da sua residência...

        EB1 da Bemposta (Maiorga) está na Carta Educativa: vai fechar a mando do PSD (que não esteve sózinho) e de quem aprovou isso no Conselho Municipal de Educação.
        Vídeo sobre o concurso promovido pela TVI foi relevado no programa de comentários do Prof. Marcelo Rebelo de Sousa,(06/03/2011) no qual a EB 1 da Bemposta ficou em primeiro lugar, mais uma vez esta escola deixa bem representado nome de Alcobaça!!!
        O que o Prof. Marcelo não sabe é que o seu PSD quer fechar esta escola!!!!!
        ...........
        Vanda Marques: "Já tive, dois dos meus filhos, na escola da Bemposta e realmente esta escola é um exemplo,pelo afecto, pelo exemplo da professora Júlia, pelo rigor, pelo gosto de aprender que os alunos demonstram, pela comissão de pais... por tudo Parabéns à Escola da Bemposta."
        ***
        6jun2010
        O governo pressiona a câmara para encerramento de várias escolas... Mas a maioria PSD não tem argumentos. A Câmara não está a cumprir a Carta Educativa que a maioria PSD e PS aprovaram.

        A Vereadora Mónica Baptista informou em reunião de câmara que já reuniu para encerrar, no imediato, 3 escolas.

        Vejamos escola a escola...

        EB1 da Junqueira. Cela. Crianças passam para a EB1 do Casal dos Ramos.
        PSD/Sapinho em 2005 prometeu, prometeu e fez uma restuaração, uma autêntica escola nova, inaugurada em plena campanha eleitoral.
        Na Carta Educativa condenou-a ao encerramento para 1 Centro Escolar fora dos limites urbanos da Vila da Cela.
        Na última sexta de Maio, esta escola, com 11 alunos venceu a medalha de bronze do concurso concelhio de canções...



        Insucesso???
        Fechar cegamente???
        Visitem a Escola e verifiquem...

        EB1 do Gaio. Vimeiro. Crianças irão para EB1 do Vimeiro.












        EB1 da Castanheira. Cós. Crianças vão para a EB1 da Póvoa.
        .............
        A posição do PCP 12.6.2010:
        Conferência de Imprensa, Jorge Pires, Comissão Política do CC do PCP , Lisboa


        Encerramento de escolas, um ataque à Escola Pública!

        Num País que vive uma profunda crise, com graves problemas económicos e sociais, situação que resulta em grande medida da insistência num modelo de desenvolvimento económico assente na baixa qualificação dos portugueses e nos baixos salários, a solução passa obrigatoriamente por uma aposta séria no desenvolvimento de uma política educativa que assuma a educação como um valor estratégico para o desenvolvimento do país e para o reforço da identidade nacional e um investimento numa Escola Pública de Qualidade, com gratuitidade de todo o ensino público e não numa cega obediência a uma estratégia que visa reduzir significativamente as responsabilidades do Estado nesta sua importante função social.
        Para o PCP, a decisão do Governo do PS, inserida no conjunto de medidas acordadas com o PSD, de encerrar mais 900 escolas e a imposição de um processo de “reestruturação” da rede escolar com a fusão de agrupamentos, a extinção de outros e a integração de escolas secundárias noutros já constituídos, não é apenas uma solução meramente administrativa e economicista que visa embaratecer o sistema. Não tem racionalidade pedagógica e é profundamente desumana.
        O pacote das decisões que têm vindo a ser tomadas nestas últimas semanas configura um ataque muito forte à escola pública e à qualidade do ensino em Portugal e vai contribuir para o aprofundamento da estratificação social. Pacote de medidas onde se integram igualmente, apesar de ainda não haver decisão final conhecida, mas os indicadores são muitos: a reorganização do sistema educativo em três ciclos de quatro anos, o aumento dos alunos por turma e a ideia peregrina com que se pretende diminuir, de forma administrativa, o insucesso escolar e aumentar o número de alunos a frequentar o ensino obrigatório, com a passagem ao décimo ano sem conclusão do oitavo.
        Com a decisão de encerrar as escolas com menos de 21 alunos, não são apenas as 500 escolas que o governo pretende encerrar já no próximo ano lectivo, e as restantes 400 de seguida, que estão em causa. Depois de ter encerrado mais de 2300 em quatro anos, o Governo PS dá mais um passo na concretização do objectivo definido em 2005 de encerrar 4500 escolas. Fazem-no sem o mínimo respeito pelas opiniões de pais, professores e autarcas, expressas nas cartas educativas já decididas e homologadas pelo Governo.
        A tese não confirmada em que sustentam tais decisões, de que o insucesso escolar está directamente ligado à dimensão da escola, bem como a ideia de que o processo de socialização das crianças passa por as integrar em grandes centros escolares, afastados muitas vezes dezenas de kms do seu habitat natural, afastando-as desta forma da comunidade onde estão integradas e do convívio familiar, apenas vem confirmar o profundo desprezo com que este Governo, tal como o anterior, trata os direitos dos alunos, dos trabalhadores da educação e das famílias.
        Ao contrário do que afirmam, Sócrates e o seu Governo não têm preocupações sociais, não promovem as oportunidades, as solidariedades e objectivamente com estas medidas apenas aceleram a desertificação humana em vastas regiões do país.
        Com tal retórica procuram esconder o que é cada vez mais evidente: os problemas mais graves com que a escola pública se defronta, o sucesso escolar e o abandono escolar, têm a sua causa principal a montante da escola, nomeadamente nas condições sócio-económicas das famílias. Esquecem, nesta cega caminhada, uma questão decisiva no processo educativo das crianças que é a importância das famílias na educação dos seus filhos.
        Com o encerramento das escolas e o chamado processo de reestruturação da rede escolar, o Governo procura sobretudo desinvestir no ensino público reduzindo, substancialmente, o número de profissionais, docentes e não docentes, mesmo sabendo que este objectivo será sempre atingido à custa da qualidade do ensino.
        A consideração por parte do Ministério da Educação de que são aceitáveis agrupamentos de escolas até 3000 alunos, juntando crianças do pré-escolar, do básico e do secundário, revela a incapacidade do governo em perceber que esta decisão é uma aberração do ponto de vista pedagógico, para além de tornar impessoais as relações dentro da comunidade educativa.
        Ao contrário do abandono da lógica concentracionista que tem sido seguida noutros países como a Noruega, a Suécia ou mesmo a Espanha, numa procura de soluções de problemas e alternativas mais participadas em comunidades locais, o Governo do PS decide concentrar a nível de decisão provocando ainda maiores assimetrias regionais.
        O autoritarismo e a arrogância que caracterizam os governos PS/Sócrates não tem limites. Não ouve as opiniões da comunidade educativa, age à margem da Lei não respeitando a Lei que define a constituição dos agrupamentos e a própria Constituição da República. Não causa por isso admiração o facto de não aceitar decisões da Assembleia da República e dos próprios tribunais, como aconteceu durante o último mês em que não respeitou as decisões do Tribunal Administrativo de Beja, suspendendo o concurso e não retirando as alíneas que integram a avaliação do concurso de professores.
        O PCP não só não aceita e repudia esta postura do quero, posso e mando, como exige que pare imediatamente o encerramento de escolas e o processo de “reestruturação” da rede escolar evitando, assim, o agravamento de injustiças e o atraso do país.
        O PCP apela à comunidade educativa – aos profissionais da educação, docentes e não docentes, aos pais e aos autarcas – e às populações de uma forma geral que lutem em defesa da Escola Pública contra este embuste, contribuindo dessa forma para que se encontrem, também na Educação, os caminhos de um desenvolvimento integrado, num quadro político marcado pelo avanço das políticas de direita, mas também de resistência e luta das populações e dos profissionais da educação.
        ***
        16ABRIL2010
        Centro Escolar de Alpedriz, Cós e Montes
        Não chegou a aventar-se...Está escrito e aprovado na Carta Educativa 
        que pode ser lida no site do municipio   www-cm-alcobaca.pt

        isto porque a cister.fm  no dia 2010-04-16 colocou esta notícia


        Câmara garante manutenção de funcionamento da Escola de Alpedriz
        A Câmara Municipal de Alcobaça (CMA) desmente que esteja previsto o encerramento da escola primária de Alpedriz.
        Hermínio Rodrigues, vereador responsável pela construção dos Centros Escolares do concelho de Alcobaça, admite que a possibilidade de encerramento possa vir a ser equacionada no futuro, mas para já não está prevista na Carta Educativa.
        «Só depois da construção de todos os centros escolares é que essa hipótese poderá vir a ser estudada», admite o vice-presidente da Câmara Municipal.
        Durante a elaboração da carta educativa, chegou a aventar-se a possibilidade de encerramento das escolas de Alpedriz, Montes e Cós, transferindo os alunos para o futuro Centro Escolar de Pataias.
        Como a dúvida nunca foi totalmente desfeita, a freguesia de Alpedriz teme que tal hipótese possa vir a acontecer. O presidente da Junta, Hélder Cruz, refere que «a ser verdade, essa medida mataria as freguesias».
        ***
        22unho2010
        O belo balão da EB1 da Bemposta a decorar o palco da festa...










        Cheguei tarde ao programa cultural, mas ainda deu para apreciar a consideração dos alunos do 4º ano pela sua professora, ofertando cada um um poema e uma flor.

        Vi uma exposição de trabalhos dos alunos.


















        Ontem houve festa no largo da Bemposta, um verdadeiro arraial, com vendas de flores, porco no espeto, bebidas...tudo graças à equipa da Associação de Pais da EB1 da Bemposta.

        Mais uma escola com uma bela dinâmica de professoras, professores das AEC's, Pais e alunos, que a câmara PSD, com a aprovação do PS, quer ver fechada logo que seja construído o mega centro escolar da Cova da Onça.
        ***
        Junho 2010
        legislação sobre os critérios de reordenamento da rede escolar
        DR 113 SÉRIE I de 2010-06-14


        Resolução do Conselho de Ministros n.º 44/2010

        Presidência do Conselho de Ministros

        Define os critérios de reordenamento da rede escolar
        ***
        28jan2010
        Região de Leiria publicou:
        Rogério Raimundo critica Carta Educativa de Alcobaça












        Posted on 28 Janeiro 2010. Tags: Alcobaçacomunistadesertificaçãoescolaleiriavereador
        O vereador da Câmara de Alcobaça, Rogério Raimundo (CDU), criticou a concentração de alunos nos “mega centros escolares” e o fecho de algumas escolas no concelho.
        “Esta Carta Educativa está com completamente desactualizada”, disse Rogério Raimundo, criticando a concentração de alunos nos “mega centros escolares” e o fecho de algumas escolas no concelho nomeadamente em Alpedriz, Montes, Póvoa, Casal dos Ramos e Pisões, além de outros tantos jardins-de-infância.
        N iniciativa que o partido comunista organiza mensalmente sobre um tema e de forma descentralizada no concelho, o vereador pela CDU, considerou que o fecho de escolas vai contribuir ainda mais para a “desertificação” de muitos lugares e a fuga da população para os centros urbanos.
        Artur Ledesma

        Carta Educativa e a última "Conversa Pública" na Imprensa
        Comentário de Jorge A
        Concordo inteiramente contigo e com o que dizes sobre a CARTA EDUCATIVA, conforme vem expresso num artigo do Jornal REGIÃO DE LEIRIA.
        Acrescento às escolas que mencionas, mais algumas, que em devido tempo chamei a atenção do anterior Presidente de Câmara Dr. Gonçalves Sapinho, em reunião de Assembleia Municipal , e que para mim a solução continua sem resposta.
        As escolas em causa são:
        Escola dos Moleanos
        Escola dos Covões
        Escola do Carrascal
        Inicialmente e de acordo com a CARTA EDUCATIVA a escola de ACOLHIMENTO, seria a do CARVALHAL DE ALJUBARROTA.
        Posteriormente, não sei se é verdade, mas o Sr. Presidente da JUNTA DE FREGUESIA DE PRAZERES DE ALJUBARROTA , me informou que a escola de ACOLHIMENTO passaria a ser o CENTRO ESCOLAR DE ALCOBAÇA.

        ***
        via blogue do Prof.Paulo Grilo

        Pataias, factos e números (1)

        Taxa de abandono escolar
         

        Abandono escolar: saída do sistema de ensino antes da conclusão da escolaridade obrigatória, dentro dos limites etários previstos na lei.
         

        A freguesia de Pataias é a segunda freguesia do concelho de Alcobaça com a maior taxa de abandono escolar. As freguesias de Cós, Montes, Maiorga e Vestiaria registam uma taxa de abandono escolar de 0%. Ainda em termos relativos, a freguesia de Pataias foi aquela onde se registou a menor diminuição na taxa de abandono escolar entre 1991 e 2011, apenas superada (para pior) pela freguesia de Alcobaça.
        De salientar ainda que nos anos de 1991 e 2001, a freguesia de Pataias apresentava taxas de abandono escolar inferiores às médias nacionais (Portugal Continental), regionais (Pinhal Litoral e Oeste) e locais (concelho de Alcobaça). No entanto, em 2011 esse valor é claramente superior, mais do triplo, em alguns casos.
        Porque é que Pataias, que em 1991 apresentava uma das mais baixas taxas de abandono escolar, é em 2011 a freguesia que apresenta um valor quase três vezes superior às médias nacionais, regionais e locais?

        ***
        12abril2013
        Carta Educativa nunca foi actualizada.monitorizada...Onde está o PEMA projecto educativo municipal de Alcobaça???Hoje,12.4.
        em Guimarães 
        debate:
         Cartas Educativas, 
        Marketing Educativo nos Municípios
         projeto Educativo Municipal 
         Educação para o empreendorismo.
        ***
        16noVEM2009
        ***

        Sobre o registo última reunião registo 2 comentários valiosos sobre Educação e Transportes Escolares
        1. DE H. Sousa:
        Estive a ler o teu texto sobre a reunião de Câmara, respeitante aos
        alunos e transporte escolar.
        Deixo aqui várias questões, se não te importares, (que até podes apresentar aos teus colegas da vereação da CMA)

        1) Tu e o Executivo da CMA, têm uma pequena noção de quantos alunos das freguesias de Alcobaça estão a estudar no Instituto Educativo do Juncal? “.... Já não é só dos extremos do concelho que temos crianças e jovens a estudarem nas Caldas, Rio Maior ou Marinha Grande e Leiria. Temos que ser nós em conjunto com as direcções das nossas escolas a saber mobilizar esforços para sermos concelho atractivo também nesta frente da educação a todos os níveis…..”
        2) Nomeadamente das freguesias de Alcobaça, Vestiaria, Bárrio, Cela, Prazeres, São Vicente, Maiorga, Cós, Montes, Pataias, e Martingança! Era giro a CMA fazer esse levantamento, ia ficar muito admirada de certeza!
        3) Sabe a CMA Quantos desses alunos das freguesias de Alcobaça fazem, ou já fizeram parte do quadro de Honra dessa instituição?
        4) Sabe a CMA quantos professores que leccionam das escolas secundárias de Alcobaça optaram por colocar os seus filhos nessa referida instituição?
        5) Sabe a CMA o porquê dessa opção?
        6) Sabe a CMA quantos autocarros o IEJ tem fretados à Rodoviária do Tejo por dia para fazer os trajectos de recolha só dos alunos das freguesias pertencentes ao concelho de Alcobaça, já para não falar dos restantes que efectuam os trajectos nos concelhos de Porto de Mós, Marinha Grande e Leiria?
        7) Sabe a CMA qual terá a razão dos pais ao optarem por essa instituição, terem de pagar só de transporte escolar de Alcobaça – Juncal – Alcobaça, mais de € 80,00 por mês/aluno, ou então deslocarem-se pelo menos duas vezes por dia ao Juncal para ir levar e buscar os seus filhos?
        8) Será pelo prazer de pagarem € 75,00 ou mais, de transporte por educando? Sim pois esse não é comparticipado nem pelos Municípios de Alcobaça nem de Porto de Mós!
        9) Sabe a CMA e tu quantos desses alunos já representaram as Selecções Nacionais apenas no desporto escolar, nomeadamente Basquetebol, Futebol de Salão, e Ginástica Rítmica? Façam esse levantamento e ficarão admirados, pois para todos os efeitos esses alunos “pertencem a Porto de Mós” e não a Alcobaça!
        10) Os Vereadores Hermínio e Jorge Agostinho, conhecem pessoalmente muitos dos pais desses alunos, tal como tu também conheces alguns deles, pois ou são teus colegas de aulas na ESDICA, D. Pedro e Frei Estêvão, ou porque tal como eu foram teus alunos!
        11) Se calhar a CMA deveria fazer um estudo aprofundado desta situação, ou não pois penso que não interessa, pois assim são menos cerca de 200 alunos cujo transporte escolar ficaria ao encargo da CMA, o que permite uma poupança aos cofres da autarquia de aproximadamente … digamos € 100.000,00 ano. (“…cala-te boca…”)


        PS. Só para complementar a minha informação, e a título de exemplo, e que me lembre de cabeça, só em redor da habitação da Vereadora Mónica, posso indicar, e apenas num raio de 1000 metros em redor da casa dela, pelo menos 10 pais, representando um total de 15 alunos, isto só para falar nas localidades de Lameira e Carvalhal de Aljubarrota, que têm de pagar transportes quando podiam não pagar nada. Explicações precisam-se !!!!!!!!!!!!!!!

        Um Abraço!
        ......................................
        2) Do Prof. Paulo Grilo de Pataias
        CMA e o subsídio dos transportes escolares
        Na última reunião de Câmara (13 de Novembro), foram a discussão na Câmara Municipal os transportes escolares e respectivos pedidos de comparticipação. Da decisão da Câmara resultou que a Câmara irá apoiar todos os alunos que estão a estudar na Marinha Grande, Nazaré ou Juncal em cursos para os quais não haja oferta educativa no concelho de Alcobaça. Se houver essa oferta educativa nas escolas de Alcobaça, esse apoio não é atribuído (posição defendida por TODOS os vereadores, Jorge Agostinho e Hermínio Rodrigues obviamente incluídos).
        (nota minha:
        o regulamento foi aprovado no mandato anterior...Jorge Agostinho expressou a opinião que o Paulo Grilo aqui transmite e eu defendi que esta temática tinha que ter a resposta integrada dos transportes e das respostas das escolas de Alcobaça!)
        No entanto, a nova vereadora da educação, Mónica Baptista, ficou de apreciar a questão e levar o tema a nova reunião.
        Em primeiro lugar devo dizer que compreendo a decisão: apoiar os munícipes em Alcobaça. Não faz sentido gastar dinheiro para promover actividades fora do concelho quando as mesmas têm oferta nas escolas locais.
        É aceitável.
        O que não quer dizer que concorde com ela.
        Promover a igualdade significa tratar de forma diferente situações diferentes, de forma a que todos tenham oportunidades iguais. Igualdade, neste caso, não é tratar todos da mesma forma.
        Um aluno de Pataias, para ir estudar para Alcobaça, tem de se levantar às 6h30 da manhã. Apanhar um autocarro que demora 1hora (!) para chegar a Alcobaça, fazer cerca de 1 km a pé para ter aulas às 8h30. O martírio , na hora de regresso, é semelhante. Com chegada a casa por voltas 19 horas.
        Há uns anos, trabalhava eu em Lisboa, e saía de Pataias às 6h30 para entrar ao serviço, junto ao Largo do Rato, em pleno coração de Lisboa, às 8h30… E tinha tempo para beber um cafézito pelo caminho.
        Um aluno de Pataias, que queira estudar na Marinha Grande, tem o autocarro às 8h10, para chegar à Marinha às 8h25 para ter aulas às 8h30. E o autocarro pára ao pé da escola.
        O mesmo para a Nazaré.
        Para o Juncal o autocarro é às 8h30 para aulas às 9h.
        Ora, promover a igualdade dos jovens no concelho de Alcobaça não é obrigar os de Pataias a uma viagem longa sem sentido pelos coutos cistercienses. A acrescentar a isto, não há transportes públicos entre a Burinhosa, Pisões e a Martingança e Alcobaça.
        Este critério de apenas subsidiar as viagens dos estudantes, que estudando fora do concelho, o fazem porque não encontram as ofertas educativas que querem em Alcobaça, no caso de Pataias, é de uma injustiça maquiavélica.
        Para promover esta medida – que reafirmo, concordo como princípio, repudio totalmente na prática – é necessário que a Câmara consiga um transporte directo de Pataias (Burinhosa, Pisões e Martingança) a Alcobaça (à entrada das escolas) em cerca de 30 minutos.
        Só depois se pode tratar todos os jovens e crianças deste concelho da mesma forma.
        É por estas (e muitas outras), que a “ligação” de Pataias a Alcobaça não existe.
        Esperemos que a vereadora Mónica Baptista, genericamente elogiada como uma efectiva mais valia para este executivo, tenha o bom senso de não tratar situações diferentes como iguais e que até ao início do próximo ano lectivo apresente a solução para uma situação que se arrasta desde sempre.
        E depois, com alternativas válidas, pode recusar-se a subsidiar quem vai para a Marinha Grande, Nazaré, Juncal e, até, Leiria.

        Até lá, a bem da igualdade, discrimine positivamente os jovens e famílias da freguesia de Pataias. Subsidie o transporte escolar para o ensino secundário na Marinha Grande, Nazaré e Juncal, mesmo que haja oferta em Alcobaça.
        ***
        ***
        30DEZ2009
        Cister noticia reclamação do SPRC

        O problema que o SPRC relevou é muito mais vasto do que é referido.

        A Câmara não tem competência no 2º e 3º CEBásico nem no Secundário.
        Só se pode responsabilizar a Câmara pelo pré e 1º CEB públicos!!!
        2009-12-30 13:57:00
        Alunos passam frio nas escolas de São Martinho do Porto e Pataias
        Segundo o Sindicato dos Professores da Região Centro, há escolas no distrito de Leiria que têm problemas de aquecimento. Em nota enviada às redacções, a estrutura sindical afirma que nas EB 2,3 de São Martinho do Porto e de Pataias os alunos passam frio devido à ausência de sistemas de aquecimento.
        ***
        9MAR2007
        Com a presença de Rogério Raimundo e Helena Arcanjo
          CDU considera Carta Educativa de Alcobaça “pouco participada, fantasista e irrealista”
               

          Rogério Raimundo e Helena Arcanjo
          A CDU de Alcobaça organizou, no dia 1 de Março, um jantar com a comunicação social para divulgar a sua posição sobre a recém-aprovada Carta Educativa do Concelho de Alcobaça. A professora e sindicalista Helena Arcanjo foi a convidada para falar sobre as cartas educativas da Região Centro. Rogério Raimundo considera a Carta Educativa de Alcobaça “pouco participada, fantasista e irrealista”, acusando a maioria municipal de aprovar à pressa projectos sem qualidade. Por sua vez, Helena Arcanjo considera que o Governo está a enganar as autarquias no processo de encerramento de escolas, pressionando-as a trocar o certo pelo incerto, e obrigando os alunos a perderem muitas horas em transportes.       Helena Arcanjo criticou a política indiscriminada de encerramento de escolas no País, as quais passaram de 8109 no ano lectivo 2001-2002 para 4509 actualmente, obrigando muitos alunos a ter de ficar mais de 10 horas fora de casa. Destes, alguns  são obrigados a partilhar os mesmos autocarros com alunos mais velhos e a ter de compatibilizar horários com alunos dos 2º e 3º Ciclos, chegando assim mais tarde a casa.
                Para a professora, há uma falta de visão dos autarcas que estão a ser usados pelo Governo, uma vez que os centros escolares prometidos pelo Governo poderão levar de 5 a 10 anos a serem construídos, ao mesmo tempo que os alunos são deslocados para escolas de acolhimento com condições iguais às de onde provinham originalmente os alunos. Helena Arcanjo considera que quem manda no Ministério da Educação é o Ministério das Finanças, acusando o Governo de encerrar escolas do 1º ciclo mesmo contra a vontade das autarquias.
                Até agora foram homologadas apenas 82 cartas educativas no País, o que, segundo Helena Arcanjo, representa uma derrota política para o actual Governo. A professora alerta para a forte possibilidade das autarquias poderem passar a gestão das actividades de enriquecimento curricular para as IPSS’s ou empresas, o que “já é admitido por algumas autarquias da Região Centro.”
                Por sua vez, Rogério Raimundo adiantou que a lei não mudou pelo que a Câmara de Alcobaça já poderia ter construído os centros educativos de média dimensão, como tem vindo a prometer desde 1998. O vereador da CDU acusa a autarquia de ter aprovado a Carta Educativa sem audição dos principais interessados,uma vez que IPSS, sindicatos, professores, educadores de infância e mesmo algumas associações de pais não participaram no processo.
                Rogério Raimundo lembra que o futuro centro Escolar de Alcobaça, projectado para a Cova da Onça, carece de um plano de pormenor e que não existem pavilhões desportivos no local, o que irá atrasar muito o processo. Por sua vez, o futuro Centro Escolar da Benedita ainda não tem terreno para a sua construção, o que poderá arrastar o processo muitos anos. Demorado também deverá ser o futuro Centro Escolar de Pataias, uma vez que a sua construção está prevista para o actual espaço da feira de domingo, o que irá exigir a negociação e transferência dos feirantes para outro local.
                O autarca criticou a Câmara por defender como critério geral a construção dos centros escolares nos centros das localidades, mas colocar as futuras instalações do Centro Escolar da Cela fora da vila e junto ao cemitério. Rogério Raimundo acusou o presidente da Câmara de Alcobaça de agir no processo das cartas educativas como o socialista Miguel Guerra agiu com o PDM, durante os seus mandatos, aprovando-a à pressa para se poder candidatar em tempo útil a fundos comunitários.
                Segundo o vereador, este ano deverão encerrar quatro novas escolas do 1º ciclo  no concelho de Alcobaça, mas poderão ainda encerrar mais uma ou duas, se o Ministério da Educação não homologar a carta educativa proposta.

                        Propostas da Carta Educativa

                A Escola Secundária D. Inês de Castro irá manter apenas ensino secundária, enquanto as Escolas D. Pedro I e Frei Estêvão Martins irão receber a totalidade dos alunos dos 2º e 3º ciclos da sua área de influência.
            
                A Carta propõe também a criação de um Curso das Artes do Espectáculo, abrangendo áreas como a música, a dança, o bailado, o teatro, entre outras e da área de turismo na EPADRC, com a introdução de cursos de Guias de Turismo e Gastronomia.
                Para a Escola Básica 2,3 de S. Martinho do Porto está previsto um curso de Desportos Náuticos, em complemento com o Instituto Superior de Desporto de Rio Maior, e para a Benedita uma escola profissional associada à Área de Localização Empresarial.

              A Carta Educativa prevê também o apoio ao CEERIA no desenvolvimento e reorientação desta escola especial para um Centro de Recursos, de forma a que se intensifique o seu crescente envolvimento no planeamento, implementação e avaliação das respostas inclusivas às necessidades educativas especiais. (Declaração de Salamanca, UNESCO 1994).

            Na Carta estão ainda contemplados os Cursos de Especialização Tecnológica do FOR.CET, do Instituto Politécnico de Leiria, e a restauração do Colégio Nossa Senhora da Conceição, na área do ensino superior, em parceria com a Universidade de Coimbra.

                Mário Lopes