13/11/2013

7.140.(13nov2013.15.49') José Eduardo Oliveira

Nasceu a 4abril1940

jero.jpg
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um blogue com mt informAÇÃO e que
infelizmente parou em 2014
http://jeroalcoa.blogspot.pt/
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21OUtubro2019
José Eduardo Oliveira
BOM DIA GENTE
BOA.Com a graça de Deus estamos no dia 21 de Outubro.Como de manhã é que se começa o dia e é segunda-feira partilho uma "estória" de vida que aconteceu há muitos, muito anos.Segue-se a dita.
"Levem-no com cuidadinho…
O casal vivia da agricultura e habitava numa freguesia do concelho de Alcobaça numa zona por onde já tinha bordejado a Lagoa da Pederneira uns bons séculos antes desta nossa estória que aconteceu há uns bons setenta anos!
O local onde tudo se passou era um bocado longe de tudo mas o mau feitio do velho agricultor , cujo nome não interessa para a nossa estória, era conhecido dos vizinhos mais próximos e tinha chegado mesmo à sede da freguesia.
Com o passar do tempo a sua resmunguice natural refinou e contava-se entre os mais próximos do casal que uma mulher capaz de aturar tal criatura só podia ser mesmo uma santa. Não tugia nem mugia e lá ia aguentando a sorte que Deus lhe dera quando uniu os seus destinos com o jovem que, já no tempo do namoro , não era muito dado a carinhos e bons modos. Trabalhador sim –de sol a sol -mas sorrisos ninguém se lembrava de lhos ter visto .
Meses seguidos deixou de ser visto na freguesia e constou que estava doente.
Numa rara visita de um dos seus familiares o velhote estava tão mal que o seu parente foi procurar ajuda.
Quando esta chegou… era tarde.
O velhote da nossa estória parecia ter dado o último suspiro.
Chamado o cangalheiro lá apareceu no dia seguinte com o caixão às costas do seu burro Como referimos no princípio da nossa estória o local era ermo e caminhos só chegariam muitos anos mais tarde.
A viagem do finado às costas do burro do cangalheiro foi acidentada e por diversas vezes o caixão veio ao chão .
Os poucos acompanhantes diziam mal da sua vida mas a cada queda … lá voltavam a equilibrar o caixão nas costas do jumento .Estamos convencidos que este …só não desistiu porque os burros (naquele tempo) não tinham opinião…
Chegado o cortejo à igreja preparou-se o velório e..deu-se o milagre!!!
O velho agricultou começou a mexer-se dentro do caixão e passado o pasmo inicial alguém reparou …e gritou (para espantar o susto) que o “morto” estava vivo.
E era efectivamente verdade.
Muito debilitado o velho agricultor foi, horas mais tarde, levado ao seu longínquo casal onde a “ex-viuva” o recebeu de olhos arregalados …
Boa mulher não se esqueceu de agradecer aos vizinhos todos os trabalhos que tinham tido.
O acontecimento deu brado na freguesia pois não era todos os dias que um “morto” ressuscitava.
Alguns até diziam por piada que o “velhote” tinha arribado a caminho da igreja devido aos solavancos do transporte.
Porque “fazer de morto” no burro do cangalheiro não era propriamente “pêra doce”…nem o melhor meio para se fazer “a última viagem”.
Não tinha chegado a sua hora, diziam outros.
Alguns haviam , que não morriam de amores pelo “velhote”e que diziam à boca pequena que ele era tão mau que nem a morte o tinha querido levar.
Más línguas sempre houve, dizemos nós.
O velhote sobreviveu àquele dia aziago mas nunca mais foi o mesmo.
Passava os dias cismado… sentado à porta da quintarola ou no muro da eira vendo a sua velhota fazer a lida a casa e a dar de comer às galinhas. Cismava …cismava …e já nem com a mulher implicava.
Caiu à cama e não mais se levantou.
Um dia de manhã a mulher deslocou-se com dificuldade até ao vizinho que morava mais perto para pedir ajuda.
Chegado a casa o vizinho viu o idoso na cama e confirmou o que a velhota já suspeitava. Estava morto.
Horas depois o ritual de há dois anos atrás repetiu-se.
Chegou o cangalheiro com o caixão em cima do burro e, depois de vestido e barbeado, o velhote foi colocado no caixão.
O segundo da sua vida.
Com dificuldade o caixão foi posto em cima do burro e atado à sua albarda o melhor possível.
Antes de o cortejo se pôr em marcha a velhota recomendou com uma voz sumida:
Desta vez …levem-no com cuidadinho!
E…levaram! Uma recomendação na hora certa …pode evitar muitas complicações!"
Caminhamos para as 10h00.Bora viver com cuidadinho. São 9h40.
A imagem pode conter: céu e ar livre
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10212689739792988&set=pcb.10212689746873165&type=3&theater
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4ab2015- 75 anos deste meu amigão recente - com quem me cruzo regularmente
com extrema empatia mútua...
Acho que as primeiras vezes que começámos a conversar 
foi por causa do meu amigo Jaime (de Torres Vedras) que foi cooperante em Moçambique, nos anos de 78 e 1979...E que ficou por lá...
E com quem ele se cruzava quando ainda trabalhava na SPAL...
*
Não tive muito tempo livre neste seu dia "diamante"
Estive a reler, em diagonal, um dos livros dele: "Alcobaça é comigo- 1 século e tal em histórias e historietas de gentes da minha terra"
mas fiquei + que tudo com o final
final:
"Sou alcobacense profissional" JERO
E CONCLUÍ
vou propor 1 louvor em reunião de câmara a este ALCOBACENSE
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no al-creative 2014
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=886183678072611&set=t.1670949754&type=3&theater
....os dias felizes jamais se apagam.
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Tem várias promoções d'Alcobaça

uma delas é a página BOM DIA ALCOBAÇA no face ONDE VAI
postando fotogravAÇÕES  e comentários em que o humor predomina como por exemplo:

https://www.facebook.com/bomdiaalcobaca/photos/a.296396247237395.1073741828.296377900572563/359776554232697/?type=1&theater
O retrato é ,por acaso, uma fotografia de que sou autor.Foi tirada ontem. "Retrata" uma janela do Refeitório do Mosteiro de Alcobaça que está partida há, pelo menos, 3 anos !!! Tem que "ir" a Lisboa para ser reparada !?
(...) Como se percebe que em 2015, em pleno século XXI, o enquadramento jurídico do património nacional não permita uma outra autonomia administrativo-financeira a quem tem a responsabilidade de gerir, no dia a dia, um monumento desta dimensão? 


https://www.facebook.com/bomdiaalcobaca?fref=ts
a outra a sua:
onde colocou isto hj:
"juventude acumulada"

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José Eduardo Oliveira
https://www.facebook.com/jose.e.oliveira.7?fref=ts
*
PAROU A ACTIVIDADE  NO BLOGUE
MAS TEMOS LÁ MUITA INFORMAÇÃO
PARA CONSULTAR
via blogue www.jeroalcoa.blogspot.com

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Lançou vários livros
O último: FAMÍLIA COELHO
8nov2014
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+1 extraordinário livro
MEMÓRIAS DE QUARENTA
com textos que são uma delícia
de 1 estupendo contador de estórias:

15nov2013

Lançamento do livro "Memórias de Quarenta", de autoria do nosso camarada José Eduardo Oliveira (JERO), a levar a efeito no próximo dia 16 de Novembro de 2013, pelas 15 horas, no Hotel de Santa Maria, em frente ao Mosteiro de Alcobaça

C O N V I T E

O NOSSO CAMARADA JOSÉ EDUARDO REIS OLIVEIRA (JERO) CONVIDA A TERTÚLIA DESTE BLOGUE, E OS LEITORES EM GERAL, A ESTAREM PRESENTES NA APRESENTAÇÃO DO SEU PRÓXIMO LIVRO, "MEMÓRIAS DE QUARENTA", A LEVAR A EFEITO NO PRÓXIMO DIA 16 DE NOVEMBRO DE 2013, PELAS 15 HORAS, NO HOTEL DE SANTA MARIA, EM FRENTE AO MOSTEIRO DE ALCOBAÇA.
UM DOS ORADORES/APRESENTADORES DA OBRA SERÁ O OUTRO NOSSO CAMARADA VASCO DA GAMA
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Uma postagem anterior 5.039.:

07/10/2011


5.039.(7out2011.14h27') Domingo, 9.9 Parque dos Monges, às 15h. José Eduardo Oliveira lança novo livro

via blogue www.jeroalcoa.blogspot.comM - 373 TRINTA CONTOS EM NOVO LIVRO SOBRE GENTES DE ALCOBAÇA

SEPTUAGENÁRIO LANÇA UM NOVO LIVRO
Um golpe de sorte levou-nos a conhecer um novo livro que vai em breve ser lançado em Alcobaça.Foi-nos possível conseguir uma leitura apressada com a promessa de que não divulgaríamos o seu autor.
E não o faremos...reproduzindo apenas a sua...nota prévia...e algumas fotos.

«NOTA PRÉVIA-O título “ALCOBAÇA É COMIGO” pode parecer pretensioso .
Mas não é. É apenas sentido e ,eventualmente, possessivo porque Alcobaça é a minha terra desde que me conheço.E já lá vão setenta e um. E mais alguns meses.
Por causa disso – o tempo passado, a memória desse tempo e o gosto de escrever – levaram-me a organizar esta espécie de livro.
Numa recente conversa com um amigo especial – o meu barbeiro –deu-me (sem saber…) a força que me faltava para me abalançar a esta tarefa.
Algumas das histórias “dadas à estampa” nas páginas seguintes foram temas de conversa em diversos “cortes de cabelo”. Quase que posso dizer que havia mais conversa que cabelo cortado…
Em passado recente disse-me: «Que histórias que você conta! Devia escrever um livro».
E fui na conversa dele e o livro aqui está. Despretensioso .Umas vezes brincalhão .Outra vezes sério .Essencialmente…para memória futura.
Tenho a noção que algumas das histórias e historietas relatadas só os mais velhos as conhecem. Fica aqui portanto o seu registo para os outros.

O meu registo e a minha dedicatória para os mais novos. Os que não conheço e os que conheço.
É…especialmente dedicado aos meus netos que, como não podia deixar de ser , também “entram no livro”.
Aliás eles entram em tudo na minha vida. Longe ou perto…em ALCOBAÇA…comigo.»
...

Septuagenário
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via tinta fresca.net


“Alcobaça é comigo" é o terceiro livro de José Eduardo Reis Oliveira
    “Alcobacense profissional” apresenta livro
    no Parque dos Monges
        

    Carlos Jorge, JERO, Madalena Tavares e Carlos Gomes
    José José Eduardo Reis Oliveira (JERO) apresentou, no dia 9 de Outubro", no Parlatório do Parque dos Monges, em Chiqueda, Alcobaça, o seu livro “Alcobaça é comigo". Na mesa estiveram o padre Carlos Jorge, da Paróquia de Alcobaça, Madalena Tavares, técnica superior da Câmara Municipal de Alcobaça, e o economista Carlos Gomes, perante uma plateia com cerca de uma centena de pessoas, entre os quais o tenente-general Tomé Pinto, o historiador António Maduro, a jornalista Piedade Neto e o designer Marco Ferreira, autor do grafismo do livro, que intervieram na sessão.

       O livro conta histórias sobre acontecimentos marcantes vividos na cidade de Alcobaça, como final da II Guerra Mundial e sobre algumas personagens típicas que habitaram a cidade nos últimos 70 anos, que o autor conheceu e com quem privou, por vezes, durante mais de meio século. Numa terra com pessoas “sui generis”, como sublinhou Piedade Neto, contam-se histórias sérias, pitorescas ou divertidas de personagens como o Ti António Moleiro, o “Porraditas”, Manel e Zé da Aliceira, Acácio Cerol, Tarcísio Trindade ou José Ramalho Moita.

       Na sua intervenção, Alípio Tomé Pinto considerou que “nas pequenas cidades, as pessoas ainda são pessoas” e destacou as qualidades humanas de José Eduardo Reis Oliveira, recordando o seu papel de furriel enfermeiro durante a guerra colonial, em que “sempre se deu aos outros”, nunca faltando com uma palavra amiga àqueles que teve de tratar.   
        

    Sala cheia na apresentação do livro
    O tenente-general, que comandou o autor na
    sua comissão de serviço em África, revelou que ajudou a formar as Forças Armadas de Angola após a descolonização, tendo sido sempre bem recebido pelos angolanos, apesar de ter travado a guerra do outro lado da barricada, uma prova de que as tropas que dirigiu deixaram uma boa imagem naquele território.

       JERO é o pseudónimo jornalístico de José Eduardo Reis de Oliveira, que o utiliza em jornais de Alcobaça, e não só, desde os 18 anos. "Alcobaça é comigo" é o seu 3º livro, com 30 histórias que pretendem recordar algumas figuras que marcaram a terra onde nasceu. Reformado desde 2002, colabora com os jornais locais desde os 18 anos, sendo director-ajundo do quinzenário “O Alcoa”nos últimos oito anos. Publicou “Diário da CCaç. 675”, em 1965, e “Golpes de Mão’s”, em 2009.

       A ligação umbilical à terra onde nasceu, enraizada em várias gerações de alcobacenses, ficou bem marcada pelo episódio referido no livro. Num encontro recente, com o actor Ruy de Carvalho, à pergunta sobre o que fazia na vida, JERO respondeu prontamente: “Sou alcobacense profissional!”

       Mário Lopes
    19-10-201
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    outra postagem que vou eliminar

    21/09/2011


    4.958.(21Set2011.15h3') José Eduardo dos Reis Oliveira

    Nasceu a 4abril1940
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    No dia 8 nov2014.15h.ARMAZÉM DAS ARTES lança novo livro: FAMÍLIA COELHO

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    da página dele do face
    respigo extraordinárias fotogravAÇÕES
    ***
    Via região de cister:
    jero.jpg

    Jero apresenta livro sobre família ‘Coelho’


    Todos os dias diz ‘Bom dia Alcobaça’ no Facebook. É uma das pessoas mais acarinhadas da cidade. Falamos de José Eduardo dos Reis Oliveira, mais conhecido por Jero, que no próximo dia 8 de novembro apresenta no Hotel de Santa Maria mais um livro, desta vez dedicado à sua família ‘Coelho’. Nesta obra, com 575 páginas, reuniu 354 membros desta grande família. O livro de genealogia será apresentado no dia 8 do próximo mês, às 15 horas, no Hotel Santa Maria, em Alcobaça.
    Trata-se do livro deste contador de histórias, que assina semanalmente a rubrica ‘Crónicas de tribunal’, no REGIÃO DE CISTER. Histórias de Alcobaça e memórias da vida militar são os temas com que já brindou a população.
    O autor lança o convite a todos aqueles que queiram assistir à apresentação do livro que o contactem através do número de telemóvel 963 147 683 ou do mail jota.71@sapo.pt.