15/11/2013

7.154.(15nov2013.8.48') INAUGURAÇÃO DA MOSTRA DOS DOCES...Na obra de restauro da sala das conclusões (ex-finanças), na Ala Norte, foi descoberto um fresco extraordinário...As cornucópias venceram este ano...

Foto do Diário de Leiria de 18nov2013

Obras no Mosteiro de Alcobaça põem ‘a nu’ tecto único

No âmbito das obras de restauro e conservação do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça foi descoberto um “tecto único” do século XVII

As obras de conservação de restauro da Sala das Conclusões puseram a descoberto “um tecto único” no Mosteiro de Alcobaça, que mesmo sem assinatura já está identificado como um fresco do final do século XVII, divulgou a direcção.
“É um tecto extremamente bonito, absolutamente extraordinário, não existia nenhum no mosteiro, e que no final das obras vai ficar à vista do público”, disse o director do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, Jorge Pereira de Sampaio.
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Esta mostra tem várias vantagens...Uma delas é que faz as pessoas perceberem a dimensão dos 2 claustros
Cardeal que é atravessado:
Restauro revela fresco do século XVII no tecto do Mosteiro

e o do Rachadouro onde estão as bancas.tenda.animação

via tintafresca.net
XV Mostra Internacional de Doces & Licores Conventuais decorre até domingo
    “Cornucópias” da Pastelaria Alcoa vencem Concurso de Doces e Licores Conventuais
           

    Monja cisterciense com Jorge Barreto Xavier, Paulo Inácio
    e Pedro Machado
       As Cornucópias, da Pastelaria Alcoa, de Alcobaça, venceram, no dia 14 de novembro, o prémio de Melhor Doce do Concurso de Doces e Licores Conventuais. O júri atribuiu ainda duas Menções Honrosas, ao Pão-de-Ló da Casa Pão-de-Ló Flor-de-Liz, de Ovar, e ao Pecado do Céu, do Restaurante António Padeiro, de Alcobaça. O prémio de Melhor Licor foi para o Licor de Singeverga, do Mosteiro de Singeverga, de Santo Tirso. O Concurso integra-se na XV Mostra Internacional de Doces & Licores Conventuais, que decorre de 14 a 17 de novembro, no Mosteiro de Alcobaça.

       A inauguração da XV Mostra Internacional de Doces & Licores Conventuais teve lugar ao início da tarde de quinta-feira e contou com a presença do secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, do secretário de Estado da Administração Local, António Leitão Amaro, do presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Paulo Inácio, do presidente do Turismo do Centro, Pedro Machado, e do diretor do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, Jorge Pereira de Sampaio, entre outros.

         
     
    "Cornucópias", uma das imagens de marca
    da Pastelaria Alcoa
       Além da Mostra Internacional de Doces & Licores Conventuais, a comitiva visitou as obras de conservação de restauro da Sala das Conclusões, que puseram a descoberto um fresco do final do século XVII, no teto desta sala, que até agora estava coberto com uma camada de cal.

       De 14 a 17 de novembro, o Mosteiro de Alcobaça acolhe mais de 30 participantes nacionais e internacionais, nomeadamente conventos e mosteiros portugueses, mosteiros de Espanha, Bélgica, abadias da Bretanha e Normandia (França), e este ano conta com a presença das únicas Monjas da Ordem de Cister atualmente em Portugal.


       
    Comitiva visitou o fresco descoberto na Sala das Conclusões
       E, como a riqueza do Mosteiro de Alcobaça é infindável, este ano a Mostra realiza-se no Claustro do Rachadouro, espaço habitualmente interdito ao público, onde se encontravam as oficinas, o arquivo e a biblioteca, que abre unicamente para os visitantes. Uma festa dos sentidos, até domingo.
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    HORÁRIO
    Quinta, 14 nov: 14h00 às 23h00 // Sexta, 15 nov: 12h00 às 23h00
    Sábado, 16 nov.: 10h30 às 23h00 // Domingo, 17 nov.: 10h30 às 20h00
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    BILHETES
    Bilhete: 1€ // Pulseira Livre Trânsito: 2,50€ (válida para os 4 dias)
    Entradas grátis até aos 12 anos quando acompanhados por adultos
    15-11-201
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    via Lusa e ionline
    http://www.ionline.pt/artigos/mais/restauro-poe-descoberto-fresco-seculo-xvii-no-tecto-mosteiro-alcobaca
    Restauro põe a descoberto fresco do século XVII no tecto do Mosteiro de Alcobaça
      O anúncio da descoberta foi feito no âmbito de uma visita realizada hoje ao mosteiro pelo secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier

    As obras de conservação de restauro da Sala das Conclusões puseram a descoberto “um teto único” no Mosteiro de Alcobaça, que mesmo sem assinatura já está identificado como um fresco do final do século XVII, divulgou a direção.
    “É um teto extremamente bonito, absolutamente extraordinário, não existia nenhum no mosteiro, e que no final das obras vai ficar à vista do público”, disse à Lusa o diretor do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, Jorge Pereira de Sampaio.
    O fresco foi descoberto durante as obras de conservação e restauro que estão a ser efetuadas na Sala das Conclusões, uma das “principais salas de reunião dos monges e que chegou a ser também a Sala dos Reis”.
    O espaço foi mais recentemente usado durante vários anos como repartição de finanças e a pintura encontrava-se, segundo o responsável, “coberta por uma camada de cal”.
    A pintura “não tem qualquer assinatura, mas já foi identificada pelo professor Jorge Serrão como sendo da autoria de um pintor do final do século XVII”, acrescentou Jorge Sampaio.
    De acordo com o diretor do mosteiro, a obra vai ainda permitir “a reintegração de alguns azulejos em falta” na sala, cujo destino ainda está a ser equacionado, mas que “em breve abrirá ao público, ou musealizada, como sala de conferências, ou ainda como loja do próprio edifício”.
    O anúncio da descoberta foi feito no âmbito de uma visita realizada hoje ao mosteiro pelo secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier.
    O governante visitou as obras de restauro que estão a decorrer em várias alas do mosteiro num investimento de 800 mil euros.
    Jorge Barreto Xavier confirmou hoje a viabilidade de instalação de um hotel de cinco estrelas no Claustro do Rachadouro, uma área do mosteiro que foi durante vários anos usada como asilo e para a qual vai ser aberto um concurso público para a instalação de 65 quartos.