2020
4A/69D/AVÔ
recuperar a saúde e voltar ao rumo.aos.50
que ninguém mexe uma palha
*
a tranquilidade/PAZ que é tão necessária
a sorte de ter um soRRiSÃO no ÂMAgo
mesmo nas horas AMARgas
*
SER e o ter
sentIR a 10 senTIdos
valorizar o que é essencial
sem desCURAR o mínimo de independência financeira
*
a babaiiii veio à Cela...
Há que tempos que não nos víamos...
E trouxe a mãe...Há 7 anos que não passava aqui por casa?
*
A Gracinha tb veio e o sunset esteve bonitoo... Os receios da pandemia e a minha recuperação da braquiterapia estão a complicar a nossa relAÇÃO...
***
2019
III-LXXIX-AVÔ
O mistéRIO da extraordinária pAIxão que tenhoo conTIgoo.
***
2018
2/69aVÔ
revoltAR-TE
agitAR-TE
e dePOIS
acalmAR-TE
e abRReijAR-TE
criaCtivaMENTE
em esFERA
a libertAR-TE
*
e com o DEI/DOU
fico:
bem feliz!!!
***
2017
UM+69avÔ
o MARejar no pupilAR-TE
o ir ao teu ÂMAgo
a beleza na surpresa
o teu gargalhAR-TE em plena terNUra
o entrar e sair da baía
qu' esTUpendaaaaaaaaaaaas marÉS
E
os abRReijinhos esFERA
***
2016
69.avÔ
que bom:
o sol regressou depois de hibernar uma infinidade de dias
olhar para dentro de mim e soRRir
o verde e o azul polvilhados de branco das nuvens
o andorinhar da minha varANDA
estar e SER tranquilo
***
2018...memórias deste dia:
10.30'/17.30'...auditório da Biblioteca da nazarÉ...
ESTE PAÍS NÃO É PARA VELHOS
ENVELHECER COM DIGNIDADE
VELHO, EU?
A MEMÓRIA DO TEMPO
QUALIDADE E INOVAÇÃO DAS RESPOSTAS SOCIAIS PARA PESSOAS IDOSAS
ENVELHECER NA COMUNIDADE, DESAFIOS E OPORTUNIDADES
***
2017
s.MARtinhooooooooo do porto...d' ALCOBAÇA que vos abRRaça
by Fernanda Matias
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1814513442210364&set=pcb.10155457792743969&type=3&theater
***
2015
Há 1 mar d' eventos em alcobaça:
corrida do farol na Burinhosa
*
BTT em Alcobaça
*
Coros no Mosteiro
*
Gastronomia na Cela Velha
*
Continuam:
festa nos Capuchos
Festival de magia
1ª mostra de Trajes de Chita
***
2014
Dia de Reflexão. Eleições Europeias 25maio2014.
***
hj (amanhã tb ) é Dia Europeu dos Parques Naturais
o nosso d' ALCOBAÇA que vos abRRaça, tem as freguesias da Benedita.Turquel.Évora e Aljubarrota...temos a força da Serra dos candeeiros...Tantoooooooooooooo para abrir.unir.construir.DESENVOLVER...a pedra...a transformação da pedra...o turismo...o desporto...as grutas...a maior avenida do concelho: a IC2
http://uniralcobaca.blogspot.pt/2012/02/548215fev2012829-na-reuniao-de.html
***
HJ (amanhã tb) é Dia mundial do café...é 1 vício que nos leva ao convívio...
***
1337 ...Início da Guerra dos 100 anos
https://www.youtube.com/watch?v=5R_bdK026Qk
***
1543...Morreu Nicolau Copérnico...1 vivaaaaa à sua obra: "Derramando seus mares em todos os lugares, o oceano envolve a terra e enche os seus abismos mais profundos."
"Eu não estou tão apaixonado por minhas próprias opiniões, eu não ignoro o que os outros possam pensar delas."
"De todas as coisas visíveis, a mais alta é o céu e as estrelas."
"A sabedoria da natureza é tal que não produz nada de supérfluo ou inútil."
"Aquelas coisas que eu estou dizendo agora podem parecer obscuras, mas elas ainda vão ficar claras algum dia"
http://uniralcobaca.blogspot.pt/2015/05/987125mai2015722-nicolau-copernico.html
***
1940
1.º voo de 1 helicóptero
https://www.youtube.com/watch?v=EufWJ_LI9ZM
***
1686
nasce o dos graus Fahrenheit (Gabriel Daniel )
https://www.youtube.com/watch?v=28TWrex3Gss
***
1819...Nasce a Rainha Vitória...no mesmo dia em que May faz brexit a si própria!!!
"Alexandrina
Vitória, filha de Vitória Maria Luísa, descendente do duque de Saxe-Coburgo-Saalfeld, e de Eduardo Augusto, duque de Kent, 4.° filho do rei Jorge III, nasceu no Palácio de Kensington, Londres, a 24 de maio de 1819.
A 20 de junho de 1837, com apenas 18 anos, Vitória ascendia ao trono de Inglaterra por morte do seu tio Guilherme IV, que não deixara descendência, dando início a um dos mais longos reinados da história da Inglaterra e um dos mais famosos, que inclusivamente deu nome a uma era britânica, a Vitoriana.
Quando subiu ao trono, Vitória era uma estranha para os seus súbditos, mas à sua morte tinha construído uma reputação e respeito que extravasava as fronteiras do mundo britânico. De início, Vitória foi guiada, política e socialmente, pelo Primeiro Ministro Whig, William Lamb (1834, 1835-41), 2.° visconde de Melbourne, que manteve sobre ela grande influência até se casar com o seu primo Alberto, Príncipe de Saxe-Coburgo-Gotha, a 10 de maio de 1840.
Até se tornar esposa deste Príncipe, Vitória foi educada pela sua governante de origem alemã, a Baronesa Lehzen, que aos 11 anos a advertira para o facto de ser uma presumível candidata ao trono de Inglaterra. O seu pai, Eduardo Augusto, duque de Kent, o irmão mais novo de Guilherme IV, morrera em 1820 quando ela era ainda uma criança, e a sua mãe, a alemã Vitória Maria Luísa, pouco habilitada a providenciar-lhe uma educação esmerada, deixou a criança entregue aos cuidados da governanta.
O casamento modificou completamente a sua vida, pois trouxe-lhe, ao que parece, mais alegria de viver, apesar de durar apenas até 1861. Nesse ano, o primeiro marido da rainha Vitória morria prematuramente, deixando 9 descendentes e um bom exemplo de vida familiar. O primeiro dos seus filhos, Vitória, veio a ser imperatriz alemã, e o segundo filho o futuro Eduardo VII.
A sua vida familiar repartia-se, para além de Londres, entre a Casa Osborne, na Ilha de Wight (mais para o inverno), e o Castelo de Balmoral (residência estival), na Escócia, comprado em 1852 e reconstruído segundo desenhos de Alberto.
O poder constitucional que detinha era limitado; embora as suas escolhas pessoais influenciassem as resoluções políticas e as escolhas de gabinete, ela não determinava a política. Alberto, que estava sempre a seu lado, particularmente em questões de política externa, usava a sua influência para persuadir Vitória a aceitar a sua versão do monarca ideal.
Os dois estavam em acordo na antipatia que nutriam por Lorde Palmerston e suas políticas, mas não contestaram a sua liderança. Ambos estavam preocupados com a política externa, sobretudo na questão que conduziu à Guerra da Criméia, tendo apoiado a intervenção das tropas britânicas no conflito. Em 1856, a soberana instituiu a condecoração Victoria Cross, para galardoar o militar mais valioso para o seu país, e em 1857 deu a Alberto o título de Príncipe Consorte.
Após a morte do seu marido, Vitória entrou num período de depressão e nervosismo, que deu azo a fortes críticas por parte da opinião pública e das autoridades. A rainha, no entanto, fez prevalecer o seu bom senso e manteve viva a monarquia britânica.
Vitória encontrou em Benjamim Disraeli, um Primeiro Ministro judeu e conservador que destituiu Robert Peel - um homem que o seu falecido muito admirava -, um líder que a encorajou. Foi este homem, Disraeli, que em 1876 convenceu o Parlamento, sobretudo a ala liberal, a passar o Royal Titles Act, conferindo à rainha o título de imperatriz da Índia.
Ao contrário de Benjamim Disraeli, a rainha não tinha grande apreço por um dos mais autoritários líderes liberais do século XIX, William Ewart Gladstone (1809-1898), com quem manteve diversos confrontos institucionais.
Em 1887, celebrou-se um dos mais importantes eventos do seu reinado: o jubileu, comemorativo dos seus 50 anos de reinado. Nesta cerimónia, a rainha compareceu em público, na missa da Acção de Graças na Abadia de Westminster, num evento que ajudou a organizar, e no qual estavam presentes representantes de todas as partes do império.
O Jubileu Dourado, celebrado 10 anos depois foi ainda mais grandioso. Na capela de S. Jorge, em Windsor, para celebrar o dia da Ação de Graças, foi cantado um Te Deum, com música da autoria do príncipe Alberto. Os festejos culminaram quando a rainha premiu um botão elétrico que telegrafou uma mensagem do jubileu para todo o império, tentando manter-se em contacto com as grandes mudanças do seu tempo, apesar de ser muito conservadora.
Entre 1897 e 1901 houve outra ocasião muito especial. Esta ocorreu aquando da visita da rainha à Irlanda em 1900, trinta e nove anos depois da sua última visita ao país. Esta porção europeia do império esteve no centro das políticas britânicas nos dias do Ministro liberal Gladstone. O assunto manteve a sua atualidade no novo século, e mantém-na ainda hoje.
A Guerra dos Bóeres, na África do Sul, iniciada a 12 de outubro de 1899, arrastou consigo uma cadeia de insucessos militares e a oposição da Europa. Tal como no passado, a rainha apoiou os seus exércitos e festejou triunfalmente a quebra do cerco de Ladysmith a 28 de fevereiro de 1900.
No ano de 1901, morreu na sua residência de Osborne, após prolongada doença. Uma das últimas pessoas a visitá-la foi o seu neto Guilherme II, o imperador germânico, que na Primeira Guerra Mundial lideraria a Alemanha contra a Inglaterra. O "kaiser" foi um dos familiares presentes nas pomposas cerimónias fúnebres. Fechava-se um ciclo da história britânica, o da "era vitoriana", e iniciava-se um novo capítulo."
A 20 de junho de 1837, com apenas 18 anos, Vitória ascendia ao trono de Inglaterra por morte do seu tio Guilherme IV, que não deixara descendência, dando início a um dos mais longos reinados da história da Inglaterra e um dos mais famosos, que inclusivamente deu nome a uma era britânica, a Vitoriana.
Quando subiu ao trono, Vitória era uma estranha para os seus súbditos, mas à sua morte tinha construído uma reputação e respeito que extravasava as fronteiras do mundo britânico. De início, Vitória foi guiada, política e socialmente, pelo Primeiro Ministro Whig, William Lamb (1834, 1835-41), 2.° visconde de Melbourne, que manteve sobre ela grande influência até se casar com o seu primo Alberto, Príncipe de Saxe-Coburgo-Gotha, a 10 de maio de 1840.
Até se tornar esposa deste Príncipe, Vitória foi educada pela sua governante de origem alemã, a Baronesa Lehzen, que aos 11 anos a advertira para o facto de ser uma presumível candidata ao trono de Inglaterra. O seu pai, Eduardo Augusto, duque de Kent, o irmão mais novo de Guilherme IV, morrera em 1820 quando ela era ainda uma criança, e a sua mãe, a alemã Vitória Maria Luísa, pouco habilitada a providenciar-lhe uma educação esmerada, deixou a criança entregue aos cuidados da governanta.
O casamento modificou completamente a sua vida, pois trouxe-lhe, ao que parece, mais alegria de viver, apesar de durar apenas até 1861. Nesse ano, o primeiro marido da rainha Vitória morria prematuramente, deixando 9 descendentes e um bom exemplo de vida familiar. O primeiro dos seus filhos, Vitória, veio a ser imperatriz alemã, e o segundo filho o futuro Eduardo VII.
A sua vida familiar repartia-se, para além de Londres, entre a Casa Osborne, na Ilha de Wight (mais para o inverno), e o Castelo de Balmoral (residência estival), na Escócia, comprado em 1852 e reconstruído segundo desenhos de Alberto.
O poder constitucional que detinha era limitado; embora as suas escolhas pessoais influenciassem as resoluções políticas e as escolhas de gabinete, ela não determinava a política. Alberto, que estava sempre a seu lado, particularmente em questões de política externa, usava a sua influência para persuadir Vitória a aceitar a sua versão do monarca ideal.
Os dois estavam em acordo na antipatia que nutriam por Lorde Palmerston e suas políticas, mas não contestaram a sua liderança. Ambos estavam preocupados com a política externa, sobretudo na questão que conduziu à Guerra da Criméia, tendo apoiado a intervenção das tropas britânicas no conflito. Em 1856, a soberana instituiu a condecoração Victoria Cross, para galardoar o militar mais valioso para o seu país, e em 1857 deu a Alberto o título de Príncipe Consorte.
Após a morte do seu marido, Vitória entrou num período de depressão e nervosismo, que deu azo a fortes críticas por parte da opinião pública e das autoridades. A rainha, no entanto, fez prevalecer o seu bom senso e manteve viva a monarquia britânica.
Vitória encontrou em Benjamim Disraeli, um Primeiro Ministro judeu e conservador que destituiu Robert Peel - um homem que o seu falecido muito admirava -, um líder que a encorajou. Foi este homem, Disraeli, que em 1876 convenceu o Parlamento, sobretudo a ala liberal, a passar o Royal Titles Act, conferindo à rainha o título de imperatriz da Índia.
Ao contrário de Benjamim Disraeli, a rainha não tinha grande apreço por um dos mais autoritários líderes liberais do século XIX, William Ewart Gladstone (1809-1898), com quem manteve diversos confrontos institucionais.
Em 1887, celebrou-se um dos mais importantes eventos do seu reinado: o jubileu, comemorativo dos seus 50 anos de reinado. Nesta cerimónia, a rainha compareceu em público, na missa da Acção de Graças na Abadia de Westminster, num evento que ajudou a organizar, e no qual estavam presentes representantes de todas as partes do império.
O Jubileu Dourado, celebrado 10 anos depois foi ainda mais grandioso. Na capela de S. Jorge, em Windsor, para celebrar o dia da Ação de Graças, foi cantado um Te Deum, com música da autoria do príncipe Alberto. Os festejos culminaram quando a rainha premiu um botão elétrico que telegrafou uma mensagem do jubileu para todo o império, tentando manter-se em contacto com as grandes mudanças do seu tempo, apesar de ser muito conservadora.
Entre 1897 e 1901 houve outra ocasião muito especial. Esta ocorreu aquando da visita da rainha à Irlanda em 1900, trinta e nove anos depois da sua última visita ao país. Esta porção europeia do império esteve no centro das políticas britânicas nos dias do Ministro liberal Gladstone. O assunto manteve a sua atualidade no novo século, e mantém-na ainda hoje.
A Guerra dos Bóeres, na África do Sul, iniciada a 12 de outubro de 1899, arrastou consigo uma cadeia de insucessos militares e a oposição da Europa. Tal como no passado, a rainha apoiou os seus exércitos e festejou triunfalmente a quebra do cerco de Ladysmith a 28 de fevereiro de 1900.
No ano de 1901, morreu na sua residência de Osborne, após prolongada doença. Uma das últimas pessoas a visitá-la foi o seu neto Guilherme II, o imperador germânico, que na Primeira Guerra Mundial lideraria a Alemanha contra a Inglaterra. O "kaiser" foi um dos familiares presentes nas pomposas cerimónias fúnebres. Fechava-se um ciclo da história britânica, o da "era vitoriana", e iniciava-se um novo capítulo."
***
1883...Ponte de Brooklyn é inaugurada em Nova Iorque...
"Depois
de 14 anos e 27 mortes, a ponte pênsil de Brooklyn é aberta ao tráfego
em 24 de Maio de 1883. Ela ligava o bairro de Brooklyn a Manhattan
passando pelo East River e dispunha de uma pista central de 1.834
metros.
Milhares de residentes de Brooklyn e da ilha de Manhattan foram testemunhas da cerimónia de inauguração presidida pelo então presidente dos Estados Unidos, Chester Arthur. Projectada por John Roebling, a ponte de Brooklyn era a maior ponte suspensa jamais construída até à data.
John Roebling, nascido na Alemanha em 1806, foi um importante pioneiro na construção de pontes suspensas de aço. Ele estudou engenharia industrial em Berlim e aos 25 anos foi viver para os Estados Unidos, onde tentou, sem sucesso, na Pensilvânia, ganhar a vida como agricultor. Então, Roebling mudou-se mais tarde para Harrisburg, onde encontrou trabalho como engenheiro civil. Lá montou uma próspera fábrica de cabos de aço.
Roebling ganhou reputação de projectista de pontes suspensas, que à época eram amplamente usadas, porém, caiam ante ventos fortes ou cargas pesadas. Atribui-se a Roebling um grande avanço na tecnologia de pontes suspensas.
Valendo-se do modelo por ele desenvolvido, construiu a ponte sobre a Garganta do Niágara nas Cataratas do Niágara e sobre o rio Ohio em Cincinnati, Ohio. Com base nessas realizações, o estado de Nova Iorque aprovou o projecto de Roebling. No primeiro dia, um total de 1.800 veículos e 150.300 pessoas atravessaram toda a sua extensão de 1834 metros. Pouco antes da construção ter início em 1869, Roebling foi gravemente ferido enquanto tomava algumas medidas no leito do rio East. Um barco esmagou o hálux do seu pé esquerdo e três semanas depois morreu de tétano. Ele foi o primeiro de mais de 20 pessoas que morreriam durante a construção da ponte. O seu filho mais velho, Washington Roebling, de 32 anos, assumiu o posto de engenheiro-chefe. Washington trabalhara com o seu pai em diversas pontes e ajudou-o a projectar a Ponte de Brooklyn.
Naquela época, as pessoas não confiavam na segurança da ponte. Coube a Phineas Taylor Barnum, proprietário do famoso circo Barnum, provar a solidez da obra. Fez 21 elefantes do seu circo desfilarem pela Brooklyn Bridge, sob os olhares maravilhados da população.
A ponte, com sua inédita extensão e duas majestosas torres em estilo gótico, foi considerada a “oitava maravilha do mundo” Mudou o curso da cidade de Nova Iorque para sempre."
Milhares de residentes de Brooklyn e da ilha de Manhattan foram testemunhas da cerimónia de inauguração presidida pelo então presidente dos Estados Unidos, Chester Arthur. Projectada por John Roebling, a ponte de Brooklyn era a maior ponte suspensa jamais construída até à data.
John Roebling, nascido na Alemanha em 1806, foi um importante pioneiro na construção de pontes suspensas de aço. Ele estudou engenharia industrial em Berlim e aos 25 anos foi viver para os Estados Unidos, onde tentou, sem sucesso, na Pensilvânia, ganhar a vida como agricultor. Então, Roebling mudou-se mais tarde para Harrisburg, onde encontrou trabalho como engenheiro civil. Lá montou uma próspera fábrica de cabos de aço.
Roebling ganhou reputação de projectista de pontes suspensas, que à época eram amplamente usadas, porém, caiam ante ventos fortes ou cargas pesadas. Atribui-se a Roebling um grande avanço na tecnologia de pontes suspensas.
Valendo-se do modelo por ele desenvolvido, construiu a ponte sobre a Garganta do Niágara nas Cataratas do Niágara e sobre o rio Ohio em Cincinnati, Ohio. Com base nessas realizações, o estado de Nova Iorque aprovou o projecto de Roebling. No primeiro dia, um total de 1.800 veículos e 150.300 pessoas atravessaram toda a sua extensão de 1834 metros. Pouco antes da construção ter início em 1869, Roebling foi gravemente ferido enquanto tomava algumas medidas no leito do rio East. Um barco esmagou o hálux do seu pé esquerdo e três semanas depois morreu de tétano. Ele foi o primeiro de mais de 20 pessoas que morreriam durante a construção da ponte. O seu filho mais velho, Washington Roebling, de 32 anos, assumiu o posto de engenheiro-chefe. Washington trabalhara com o seu pai em diversas pontes e ajudou-o a projectar a Ponte de Brooklyn.
Naquela época, as pessoas não confiavam na segurança da ponte. Coube a Phineas Taylor Barnum, proprietário do famoso circo Barnum, provar a solidez da obra. Fez 21 elefantes do seu circo desfilarem pela Brooklyn Bridge, sob os olhares maravilhados da população.
A ponte, com sua inédita extensão e duas majestosas torres em estilo gótico, foi considerada a “oitava maravilha do mundo” Mudou o curso da cidade de Nova Iorque para sempre."
https://uniralcobaca.blogspot.com/2018/10/492229outubro20181111-nova-iorque.html
1898...Ferreira de Castro: "Os homens passavam os dias e as noites dentro das fábricas só saindo aos Domingos, para esquecer o cárcere. Já não viam as ovelhas, nem ouviam o melancólico tanger dos seu chocalhos nos pendores da serra, ao crepúsculo; viam apenas a sua lã, lã que eles desensugavam, que eles lavavam, cardavam, penteavam, fiavam e teciam, lã porto da a parte."
***
1941...Bob Dylan..."Quantas estradas um homem deve percorrer
Pra poder ser chamado de homem?
Quantos oceanos uma pomba branca deve navegar
Pra poder dormir na areia?
Sim e quantas vezes as balas de canhão devem voar
Antes de serem banidas pra sempre?
A resposta, meu amigo, está soprando no vento
A resposta está soprando no vento
Sim e por quantos anos uma montanha pode existir
Antes de ser lavada pelos oceanos?
Sim e por quantos anos algumas pessoas devem existir
Antes de poderem ser livres?
Sim e quantas vezes um homem pode virar a cabeça
Fingir que ele não vê
A resposta, meu amigo, está soprando no vento
A resposta está soprando no vento
Sim e quantas vezes um homem deve olhar pra cima
Antes de conseguir ver o céu?
Sim e quantos ouvidos um homem deve ter
Pra poder conseguir ouvir as pessoas chorarem?
Sim e quantas mortes serão necessárias até ele saber
Que pessoas demais morreram?
A resposta, meu amigo, está soprando no vento
A resposta está soprando no vento"
http://uniralcobaca.blogspot.pt/2016/10/bob-dylan-e-premio-nobel-2016.html
*
https://www.youtube.com/watch?v=vWwgrjjIMXA
***
1974
Morreu Duke Ellington
1 vivaaaaaaaaa à sua música
https://www.youtube.com/watch?v=v7zfmiJaKVY
***
2005...António Guterres é nomeado Alto-Comissário das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR)...Ele como outros Portugueses (Durão Barroso) foram nomeados para altos lugares depois de governarem mal o seu país...Ele provavelmente tem pouca culpa...Mas, de facto, o nº de desgraças com REFUGIADOS aumentou fruto das guerras fomentadas e alimentadas por alguns "democratas" "ocidentais" da NATO e c.ª de agiotas.financeiros sem escrúpulos...
Agora está SG da ONU...Já sabemos que é português e que até fará melhor que outros que ocuparam o cargo...Mas já sabemos que, por enquanto, quem manda no mundo é o capital sem escrúpulos!!!
http://uniralcobaca.blogspot.pt/2017/01/284212jan201788-antonio-guterres.html
***
e as pitadinhas de Joaquim Pessoa:
Extraordinário Inédito do mestre
(respiguei da página dele no Face)
"O FIM DO AQUI
Amanheci ontem. E preparo-me
para abocanhar o futuro com
a minha boca de tigre.
Desafio-te a morrer, se for
preciso, para que o possas alcançar.
Traz contigo apenas a esperança
e a lucidez das tuas mãos. Traz
a lição da história, esse belo pavão
que serve também
para comer.
Procurar a liberdade
é castigo para um ser livre. Não
jures perante nada. Não te comprometas
a não ser com o Livro da Vida.
Os teus bens são o poderes passar
sem eles. Na verdade, ninguém detém
a riqueza, apenas a pode utilizar para
transformar o rosto, o corpo, o perfil das
cidades; transformar a boca dos livros,
os olhos agudos dos poetas, os elementos nus
que depositam a chuva no coração do
pássaro que transforma o canto
em azul puro
de modo a transformar o brilho das moedas
num eterno discurso de paixão.
Transformar. E transformar. E transformar.
Transformar sempre. E transformar
depois, o sempre. Fazer o fim
do aqui.
E transformar o agora."
(inédito)
*
Dia 5.
Estou livre dentro de mim. E para preservar a minha liberdade,
não me contes nunca o que vai acontecer.
não me contes nunca o que vai acontecer.
in
ANO COMUM
Editora Edições Esgotadas.
ANO COMUM
Editora Edições Esgotadas.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=854248684642632&set=a.115803568487151.13305.100001725243075&type=1&theater
POEMA CENTÉSIMO
Há uma silhueta recortada no azul
no cume da montanha. Parece ser um alce
azul, muito azul, mais azul que o azul. Ergue
a cabeça e faz subir o seu grito azul para o azul
do céu. E faz ressoar um eco azul… azul… azul… azul…
Pode parecer um alce, sim. Solitário e azul
Mas não. É apenas o meu poema azul,
muito azul, para sempre azul,
a chamar por ti.
in GUARDAR O FOGO
Edições Esgotadas, 1ª edição
___________
imagem da web