27/05/2014

8.136.(27maio2014.13h) Marinho Pinto (e José Inácio Faria) não é novidade (PRD...Manuel Sérgio.Partido dos reformados...)...Noutros países foram neonazis e outros grupelhos...foram palhaços

Marinho Pinto ontem no "prós e contras" 
mostrou como vai ser o seu "prestigiar" da política.
Negou que tivesse defendido a abstenção em 2011!
Defendeu a tese de que o PCP não devia votar com a direita contra o PEC.IV.
Defendeu que o governo PSD.CDS deve ir atá ao fim da legislatura.
Pôs-se a insinuar que a CDU votou com a extrema direita, mas não soube dar 1 exemplo
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E JÁ VAI EMBORA PARA AS LEGISLATIVAS
E ATÉ PARA AS PRESIDENCIAIS!!!
8ag2014
via: http://www.noticiasaominuto.com/politica/260418/sete-dias-apos-chegar-marinho-pinto-anuncia-saida-de-bruxelas?utm_source=gekko&utm_medium=email&utm_campaign=daily

Eurodeputado Sete dias após chegar, Marinho Pinto anuncia saída de Bruxelas

O eurodeputado do MPT Marinho Pinto revela-se, apenas sete dias depois de chegar a Bruxelas, descontente por ter percebido que “o elemento agregador da Europa não está nos ideais nem nas políticas, mas no dinheiro”. Ao Jornal de Notícias garante, por isso, que “os problemas nacionais são mais graves do que os europeus” e que no próximo ano tenciona candidatar-se à Assembleia da República,” sem prejuízo de, depois, poder também candidatar-me às presidenciais”.
Após apenas sete dias de aterrar em Bruxelas, Marinho Pinto já tem data para fazer as malas e regressar a Portugal. A revelação é feita, esta sexta-feira, ao Jornal de Notícias (JN) pelo próprio, com a justificação de que “os problemas nacionais são mais graves do que os europeus”.
“Só não estou desiludido” com o hemiciclo europeu “porque não tenho idade para ter ilusões”, pelo que, diz, “saiu menos europeísta do que [quando] entrei”. Até porque, acrescenta, em pouco tempo, “percebi que o elemento agregador da Europa não está nos ideais nem nas políticas, mas no dinheiro. E eu não acredito numa organização toda construída em torno desse dinheiro”.
E o que fará quando regressar a Portugal? “Tenciono candidatar-me à Assembleia da República, onde faço mais falta para resolver os problemas políticos dos portugueses”, afirma Marinho Pinto, esclarecendo que “isto, sem prejuízo de, depois, poder também candidatar-me às presidenciais”.
Outra questão abordada nestas declarações ao JN é o rendimento, por ele considerado “vergonhoso”, auferido pelos eurodeputados e que pode chegar aos 17 mil euros/mês, no caso de Portugal um valor muito superior à média salarial. Um facto que, advoga, “transforma a defesa dos seus interesses em mera retórica”.
Mas Marinho Pinto não tenciona abdicar dele: “Sou pobre, preciso do dinheiro, tenho uma filha no estrangeiro” e “não sou a favor da caridadezinha, tenho os meus gestos de solidariedade mas nunca os divulguei nem nunca o farei”.
Apesar de mais de 7% dos portugueses ter votado nele nas eleições europeias, o ex-bastonário da Ordem dos Advogados justifica que “continua na luta” e que “a guerra tem várias trincheiras” sendo que a próxima em Portugal.
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e VOTA NO JUNCKER!!!
Via: http://www.noticiasaominuto.com/politica/249895/juncker-sera-melhor-que-barroso-pior-era-impossivel
16jul2014
Juncker será melhor que Barroso. Pior era impossível

Marinho e Pinto "Juncker será melhor que Barroso. Pior era impossível"

Marinho e Pinto, do Movimento do Partido da Terra, falou sobre a eleição de Jean-Claude Juncker para presidente da Comissão Europeia, mostrando-se satisfeito com esta escolha. "Será indubitavelmente melhor que Durão Barroso. Pior era difícil ou mesmo impossível", garante ao Diário de Notícias.
O antigo bastonário da Ordem dos Advogados e atual eurodeputado eleito pelo Partido da Terra (MPT), Marinho e Pinto, afirma, ao Diário de Notícias, que a eleição de Jean Claude-Juncker para suceder a Durão Barroso é favorável, pois Juncker "será melhor que Durão Barroso”. Afinal, na sua opinião, “pior era difícil ou mesmo impossível”.
Ainda sobre as ideias de Juncker, Marinho e Pinto revela que este "tem um pensamento político próprio. Embora enquadrado numa política conservadora, o PPE, ele foi capaz de desenvolver consensos com outras famílias políticas. Não será um mordomo da senhora Merkel ou do senhor Hollande".
Relativamente às potencialidades e características de um membro do executivo comunitário, Marinho e Pinto, revela que “se deve escolher as pessoas pela sua competência e não pela sua fidelidade a determinados dirigentes políticos”.

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O José Inácio Faria tb é um artista de direita...
O que ele disse de Arménio Carlos dá para ver...
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Marinho Pinto, ainda há pouco desmentiu João Ferreira no programa Prós e Contras quando aquele o acusou de apelar à abstenção. Confiram aqui quem falou verdade.
https://www.youtube.com/watch?v=uQYIsqqndtI&feature=share&app=desktop
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O que Marinho Pinto disse sobre o governo ter de ir até ao fim da legislatua
Ó Marinho Pinto não eras tu que estavas contra a corrupção?

Interessante ver a prestação de Marinho Pinto em defesa que este governo deve ir até ao fim no programa prós e contras.
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o 2º deputado do MPT tb deve ser um gand'artista!!!!
Será a mesma pessoa?
Marinho Pinto foi indiscutivelmente um grande vencedor da noite eleitoral, e fez um discurso elegante e até insistente contra o populismo. Entretanto, o número dois da lista, José Inácio Faria, advogado, foi também eleito.
Eis o que escreve um dr. José Inácio Faria sobre Arménio Carlos: “Quem é este palhaço? Mas afinal de onde vem ele? Fazer greves e manifestações no estado em que o País está? Só pode ser por antipatriotismo e porque não tem qualquer noção da gravidade em que Portugal e os portugueses se encontram...é uma vergonha o que se está a passar em Portugal, quando todos deveríamos estar a trabalhar para o bem comum e não a criar ainda mais dificuldades ao país”.
Eis o que acrescenta sobre as maiores manifestações populares da história recente de Portugal: “A verdade é que com esta gentalha da extrema esquerda a gritar bacoradas como "que se lixe a troika" e "rasgar o pacto com a troika" o país em vez de avançar recua para o fosso onde a esquerda o lançou...”.
Será a mesma pessoa?
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https://www.facebook.com/canalmoritzptnet/photos/a.200318570040618.50644.194137590658716/682830435122760/?type=1&theater
Num país que até elegeu Cavaco Silva por duas vezes, porque não eleger Marinho Pinto
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O Povão tb elegeu cavaco para deputado e consequentemente para 1º ministro
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http://ouropel.blogspot.pt/2014/05/marinho-pinto-comeca-mal.html?spref=fb
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em 2008 Marinho Pinto:
http://www.dn.pt/inicio/interior.aspx?content_id=999489

Violência doméstica não devia ser crime público

por
SUSETE FRANCISCO
CARLOS JORGE MONTEIRO-ARQUIVO DN14 maio 2008

O bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, defendeu ontem no Parlamento que a violência doméstica não deveria ser crime público. Este modelo inviabiliza a desistência do processo ainda que a vítima assim o pretenda, argumentou o bastonário, pedindo que se deixe às vítimas o poder de acusar ou não.
Numa audição na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, António Marinho Pinto invocou a sua experiência como advogado para afirmar que já teve um caso em que um casal se reconciliou durante o processo. Pelo que "teve de se fazer umas vigarices" para evitar que o arguido fosse condenado, acrescentou. O advogado apontou ainda um "feminismo entranhado" nas leis.
A ideia de Marinho Pinto teve a oposição generalizada dos partidos - "discordo" foi a resposta unânime. Mas o bastonário ainda voltaria ao tema. "Considero que há um certo fundamentalismo na violência doméstica como crime público", reiterou, voltando a defender a existência de um mecanismo que "permita à vítima desistir, perante um juiz". O representante dos advogados ainda acrescentou que a "violência doméstica é uma chaga nacional", mas referiu também que aquela que é exercida sobre as mulheres "não é hoje a pior violência doméstica" - essa é praticada em relação às crianças e aos idosos.
Numa audição destinada a debater a lei do divórcio e o novo mapa judiciário, Marinho Pinto considerou que esta última proposta já tem "mais aspectos positivos que negativos". Mas não deixou de criticar o que diz ser um "modelo de gestão autocrático", baseado na figura do juiz-presidente. Que representa um "perigo para a independência dos juízes".
As críticas mais duras do bastonário foram, no entanto, para o Conselho Superior da Magistratura. "Tem demasiado poder. Escolhe os inspectores que fiscalizam o trabalho dos juízes e, em caso de recurso, a decisão será apreciada pelo Supremo Tribunal de Justiça, cujos juízes são escolhidos pelo próprio Conselho. Isto causa perversões graves", defendeu, sustentando que este cenário é "perigoso para a democracia."|