18/06/2014

8.291.(18jun2014.13.13') psd.cds bate recordes dos números assustadores...desempregados..sem receber 1 cêntimo de apoio...Um em cada cinco suicídios tem a ver com o desemprego...Por dia emigram 341!!!...Por dia 85 perdem a casa para o banco...nºs de suicídios...

no mundo capitalista há nºs que assustam
 mais de duzentos milhões de desempregados,
842 milhões que não têm que comer,
1500 milhões que vivem na pobreza
21 milhões que em pleno Século XXI são escravos.
85 magnatas têm tanto como tem metade da população mundial
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25% da riqueza de Portugal está nos super-ricos que são 1% da população
5% da população (os ricos) dispõem de quase 50% da riqueza
Os 25 mais ricos de Portugal são donos de 10% do PIB (há 1 ano as fortunas dos 25 + ricos chegavam a 8,5% do PIB)
150 mil famílias não conseguiram pagar o empréstimo da casa
Na realidade 1,2 milhões de pessoas estão desempregadas
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8maio2015
https://www.facebook.com/ObservadorOnTime/videos/477180319113314/?pnref=story
O que mudou em Portugal nos últimos 5 anos? Conheça todos os números neste vídeo.
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22ab2015

Portugal foi o país com maior aumento da taxa de risco de pobreza, indica Cáritas Europa

Portugal foi o país com maior aumento da taxa de risco de pobreza, indica Cáritas Europa
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=769669
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Mais de 640 mil crianças e jovens na pobreza

 | Hoje às 00:34
Portugal é o país da União Europeia onde o risco de exclusão é maior. Cáritas diz que direitos dos mais novos não estão garantidos.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=4524776
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16ab2015

Portugal será em 2050 país da UE com menos crianças

16/04/2015
Portugal deverá ser, em 2050, o Estado-membro da União Europeia com menor proporção de crianças, que deverão representar somente 11,5% da população total, segundo projeções demográficas do Eurostat.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=4514054
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Via Castendo
Código do Trabalho_avante.jpg
http://ocastendo.blogs.sapo.pt/custo-do-trabalho-cai-88-em-portugal-1879771
  • O custo da mão-de-obra caiu 8,8 por cento, em Portugal, no último trimestre de 2014, face ao mesmo período do ano anterior.
  • Segundo dados do Eurostat divulgados dia 19, trata-se da maior queda do custo do trabalho entre os estados-membros da União Europeia (UE).
  • O gabinete oficial de estatísticas europeias revela que, entre Outubro e Dezembro de 2014, o preço por hora da mão-de-obra cresceu 1,1 por cento na zona euro e 1,4 por cento no conjunto dos 28 países da UE.
  • Em Portugal, depois de o custo horário da mão-de-obra ter aumentado nos segundo e terceiro trimestres (3,2% e 0,5%, respectivamente), no quarto trimestre voltou a afundar-se.
  • Os salários e vencimentos caíram 9,7 por cento, enquanto as despesas não salariais diminuíram 5,8 por cento.
  • Além de Portugal, os países em que o custo da mão-de-obra caiu no quarto trimestre foram Chipre (2,2%), Croácia (0,5%), Itália (0,3) e Irlanda (0,1%).
  • Em sentido contrário, verificaram-se os aumentos na Roménia (7,9%), Estónia (6,5%), Letónia (6,1%), Lituânia (5,7%) e Eslováquia (5,1%).
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Quarta-feira, 25 de Março de 2015
Portugal nos períodos desde a adesão à CEE em 1986, ou à UEM em 1999
BALANÇA capital-trabalho
  • A dívida pública à data da entrada no Euro era de 60% do PIB.
  • À altura da adesão de Portugal à CEE a Indústria e a Agricultura representavam quase 40% na estrutura do PIB e em2014 representavam cerca de 15,2%.
  • Nas Pescas em 1990 existiam em Portugal cerca de 16.000 embarcações de pesca e em 2012 eram pouco mais de 8.000, ou seja uma redução para quase metade da frota pesqueira nacional.
  • O País que tem a maior zona económica exclusiva da Europa importe mais de metade do pescado que consome e tenha no peixe o terceiro bem mais importado só suplantado pelo Petróleo e os Automóveis.
  • No plano do emprego foram destruídos cerca de 630 mil postos de trabalho desde a entrada em circulação do Euro, o número de desempregados aumentou 145%.
  • No que toca à evolução do PIB, desde 1996 até 2014 Portugal cresceu uns míseros 1,2%.Se considerarmos o período desde a adesão ao Euro verificamos então que esse crescimento anémico se transforma pura e simplesmente emestagnação.
  • A realidade dos últimos 17 anos, período no qual a quebra de investimento público e privado foi constante e acentuada.
  • Olhando para a taxa de Formação Bruta de Capital Fixa em percentagem do PIB, um indicador que nos diz se o País está a adquirir bens e equipamentos para desenvolver a capacidade produtiva, verificamos que ela no ano 2000 se situava nos28%hoje é de 15,3%, quase metade!
  • No entanto os lucros do capital cresceram neste mesmo período mais 60% do que os salários, ou seja, num contexto de contracção da produção uma diminuição muito significativa do valor do trabalho.
No caso de Portugal conseguimos ver – ao olhar para os períodos desde a adesão de Portugal a CEE em 1986 ou à UEM em1999 - essa política e estratégia constante de concentração e centralização de capital, de regressão social e, com particular impacto desde a criação do Euro, de ataques às funções sociais dos Estados, de retirada de direitos, de desvalorização do valor do trabalho, de fragilização do aparelho produtivo, de ataques à democracia e à soberania.
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Via DN 3.3.2015

Um em dez portugueses não vai ao médico por falta de dinheiro

por DN.ptOntem3 comentários
Um em dez portugueses não vai ao médico por falta de dinheiro
Fotografia © Paulo Spranger/Global Imagens

Dezasseis por cento dos inquiridos admitiram não ter comprado medicamentos receitados pelo médico devido ao preço.

Quase 10% dos portugueses não foram ao médico e não fizeram exames de diagnóstico por falta de dinheiro no ano passado, revela um estudo da Universidade Nova, citado pela TSF.
O mesmo estudo, que procurou avaliar a eficácia e qualidade do Serviço Nacional de Saúde, também mostra que 16% das pessoas não compraram medicamentos receitados devido ao preço - mesmo no caso de 11% das pessoas que sofrem de doenças crónicas.
Em 2014, cada português faltou em média cinco dias ao trabalho por motivos de doença, o que representa um prejuízo de cerca de dois mil milhões de euros por via dos salários. O estudo da Nova avança que cada milhão de euros investido na saúde diminui o absentismo em cerca de 12 anos, enquanto cada euro investido tem um retorno para a economia de 46 cêntimos.
Os 10% de portugueses que dizem ter abdicado de certos serviços de saúde devido ao custo elevado deixaram de ir ao médico, de fazer exames de diagnóstico, ou de ir a consultas de especialidade.
O trabalho, realizado pela Information Management School da Universidade Nova, revela ainda que quase metade dos portugueses diz que o estado de saúde tem um impacto negativo na qualidade de vida e na produtividade.














































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VIA JN
20fev2015
1,3 milhões de portugueses sem médico de família!

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Saude/Interior.aspx?content_id=4408259
A mais recente monitorização da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), que a partir de agora passa a ser trimestral, revela que 1,28 milhões de portugueses continuam sem médico de família atribuído. Mais de metade (cerca de 800 mil) residem na Região de Lisboa e Vale do Tejo. O Norte apresenta os melhores resultados do país, com 95% da população coberta.
Os dados mostram que nos últimos anos, apesar da "limpeza" das listas de utentes (para eliminar duplas inscrições, utentes mortos, etc.), o número de portugueses sem médico de família diminuiu muito menos do que o esperado e desejável. Em 2007, eram cerca de 1,4 milhões e, em 2012, 1,6 milhões, segundo números revelados numa auditoria do Tribunal de Contas. Em setembro do ano passado, dados da ACSS indicavam uma ligeira melhoria: 1,4 milhões de utentes a descoberto. No dia 10 de fevereiro - data em que foram extraídos os últimos dados - eram 1,28 milhões (0,3% não têm médico por opção). A tendência parece ser decrescente, mas o ritmo é lento.
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20fev2015 - ECONOMISTA CLÁUDIA JOAQUIM
A miséria e os novos barões da pobreza. Uma economista, Cláudia Joaquim, analisou dados oficiais da Segurança Social e chegou a conclusões interessantes, chamemos-lhes assim.
Comecemos pelas prestações sociais não contributivas. Entre 2010 e 2014, com o desemprego real e a pobreza sempre a aumentarem, o número de beneficiários do RSI diminuiu para menos de metade (-60%), de 526 mil para  menos de 211 mil, o de beneficiários de abono de família foi reduzido em mais de um terço, de mais de 1,8 para menos de 1,2 milhões (-e o de beneficiários do complemento solidário para idosos em proporção aproximada, de 246,6 mil para 171,3 mil.
Ao mesmo tempo que reduziu prestações sociais, o Governo  aumentou o financiamento a instituições caritativas de tal forma que, números do Ministro da Solidariedade Social divulgados na semana passada no Parlamento, o número de cantinas  sociais aumentou de 60 para 850, ou seja, nada mais nada menos que um aumento de 1316%.

Este contraste torna-se ainda mais interessante se conjugado com outros dados. O Estado paga, no máximo, 178,15 euros por titular de RSI; 89,07 por cada um dos outros adultos que existam no agregado; 53,44 por cada criança. Um casal com duas crianças recebe no máximo 374,1 euros de RSI. Para o Governo é este o montante mensal necessário e suficiente para uma família com esta composição satisfazer as suas necessidades básicas.
Já às instituições particulares de solidariedade social (IPSS), o Estado paga 2,5 euros por cada refeição fornecida pelas cantinas sociais. Conforme o protocolo, podem as refeições ser fornecidas até duas vezes por dia, sete dias por semana. Quer isto dizer, que uma IPSS pode receber até 600 euros por mês para fornecer almoço e jantar a um casal com dois filhos e ainda cobrar 1 euro por refeição. Interessantíssimo.
Mas o interesse aumenta ainda mais se acrescentarmos a tudo isto outro contraste. Os critérios de acesso ao RSI foram sendo progressivamente apertados pela desconfiança, tantas vezes vertida em discursos que roçam a xenofobia,  pelo actual e pelo anterior Governo. A sua atribuição obedece a um processo burocratizado ao máximo e com fiscalizações levadas ao extremo que culmina na assinatura de um contrato de inserção social que implica todos os membros do agregado familiar.
Pelo contrário, no reverso desta desconfiança movida aos pobres, há uma confiança absoluta na nova classe de caridosos beneméritos que nasceu à sombra do financiamento estatal. A Segurança Social é capaz de dizer que a 31 de Dezembro de 2014 estavam em vigor 845 protocolos referentes a cantinas sociais e que estes significavam 49.024 refeições diárias, mas é incapaz de dizer quantas pessoas delas usufruíam.
A economista que estudou esta medida do Programa de Emergência Social (PES) lançado em 2011 pelo Governo encheu-se de interrogações. Quais os critérios de selecção das instituições que assinaram protocolo com o Estado? Como se determinou a comparticipação pública? Como é monitorizada a medida, por exemplo, no que concerne ao número de beneficiários?
Os critérios de acesso parecem-lhe relativamente genéricos. Os protocolos que analisou mencionam pessoas desempregadas, com baixos salários ou doenças crónicas, mas não há uma tabela. Cada instituição apura o que é carência económica e decide se determinada família é ou não apoiada pelos critérios que entenda e sem fiscalização.

Ou seja, tanto podem atribuir refeições a quem realmente delas necessite, como podem recusá-las com base no critério que entendam, como podem premiar com refeições quem delas não necessite mas satisfaça as exigências de quem passou a ter plenos poderes para administrar o poder que o Estado depositou na conta bancária da instituição respectiva, que não é pouco.
Há 3 milhões de pobres a fazê-los sentirem-se grandes cada vez que estendam a mão a rogar-lhes a caridade que antes era direito. E são-no, enormes. Eles mandam na fome de quase um terço dos portugueses. Com o dinheiro dos nossos impostos.
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19fev2015
DESEMPREGO 2014- Via Correio da manhã - Citando Eugénio Rosa
" um grande nº de desempregados esgotou o tempo de atribuição"

Só uma minoria dos que não trabalham recebe subsídio de desemprego~
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Valor médio da prestação do subsídio de desemprego baixou 51€ num ano
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Nº de beneficiários de prestações de desemprego caíu 71 mil num ano ( de 2013 para 2014)
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Existem 770 mil desempregados sem qualquer apoio
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SSocial cortou  500 milhões em subsídios
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menos 21milhões no rendimento mínimo

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11fev2015
http://www.publico.pt/ciencia/noticia/um-em-cada-cinco-suicidios-tem-a-ver-com-o-desemprego-1685812









Um em cada cinco suicídios tem a ver com o desemprego


O fenómeno é global – e causa nove vezes mais suicídios do que a recessão económica, conclui um novo estudo.
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Via RTP
11fev2015

Famílias sem dinheiro para comida, água e luz

Há cada vez mais famílias sem dinheiro para comprar comida e pagar as contas da água e da luz. O alerta é feito pelo Presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, no dia em que a instituição faz 150 anos.

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=803998&tm=8&layout=122&visual=61
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30jan2015







“Está a criar-se uma nova geração de pobres”


Os novos números da pobreza do INE preocupam especialistas e instituições sociais.
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/esta-a-criarse-uma-nova-geracao-de-pobres-1684541
“Se há quem ache que o país está melhor”, os números divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) nesta sexta-feira esclarecem: “Está a criar-se uma nova geração de pobres.” Quem o diz é Sérgio Aires, presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza - Europa. Segundo o INE, o aumento do risco de pobreza abrangeu todos os grupos etários, mas foi mais elevado no caso dos menores de 18 anos — passou de 24,4%, em 2012, para 25,6%, em 2013.
Mais: “Os agregados com filhos são os mais pobres”, nota Sérgio Aires, que também é presidente do Observatório de Luta Contra a Pobreza na cidade de Lisboa. Mais alguns números: 38,4% das famílias monoparentais (definidas como “um adulto com pelo menos uma criança”) vivem com rendimentos abaixo do limiar de pobreza, de acordo com o INE. Um aumento, num só ano, de 5,3 pontos percentuais. Estes foram, de resto, os agregados mais atingidos.Os dados retratam a situação do país em 2013.
“Lendo estes dados com os números mais recentes do desemprego, que mostram um aumento do desemprego dos jovens, e sabendo-se que o emprego que está a ser criado é mal pago” e que, à conta “destes estágios que são criados para jovens”, se “acabam com postos de trabalho”, serão precisos, na opinião de Sérgio Aires, “uns 30 anos para voltar a repor os mínimos”.
Para além do desemprego, a redução do número de beneficiários de prestações sociais a que se tem assistido nos últimos anos ajudará a explicar o aumento da taxa de risco de pobreza. “E estamos só a olhar para o que piora. Mas entre os idosos, o cenário continua a ser mau” — 15,1% no grupo de 65 ou mais anos.
Lino Maia, presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) ainda não analisou os novos dados do INE. Mas vai dizendo: “Infelizmente correspondem à sensação que temos.”
Dá um exemplo: nas creches e jardins de infância do sector solidário, muitos pais têm retirado os filhos, preferindo ficar com eles em casa, “embora as instituições particulares de solidariedade social façam preços adequados às situações e ninguém mande crianças embora quando as famílias não podem pagar”. Contudo, “os pais estão desempregados, não têm perspectivas de melhoria, acham que podem em casa dar uma boa educação aos filhos.” Para Lino Maia, "estas crianças ficam de facto mais pobres", são "estigmatizadas".
A pobreza infantil não é uma preocupação nova no país. “Mesmo nos períodos de redução da pobreza em Portugal, há um sector onde os resultados são praticamente nulos: a pobreza nas crianças e jovens. Se durante o período de queda das desigualdades os resultados se mantiveram quase iguais, neste período oposto têm aumentado imenso”, diz o especialista em desigualdades, exclusão social e políticas públicas, Carlos Farinha Rodrigues. “A taxa de pobreza das crianças já vai nos 25,6%. Este, para mim, é um dos factores de preocupação: hoje, as crianças e os jovens são dos sectores em maior fragilidade social, temos um quarto das nossas crianças e jovens em situação de pobreza.”
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6nov2014

Em 2060, vai haver menos 40% de jovens no país

Portugal deverá ter a maior quebra de população jovem da União Europeia até 2060 - uma quebra próxima dos 40% - em relação a 2013, e a população ativa diminuir 35%, segundo o relatório sobre envelhecimento, hoje divulgado pela Comissão Europeia.
http://www.noticiasaominuto.com/pais/302402/em-2060-vai-haver-menos-40-de-jovens-no-pais
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4nov2014
http://www.noticiasaominuto.com/pais/301452/ha-2-88-milhoes-de-portugueses-em-risco-de-pobreza

Há 2,88 milhões de portugueses em risco de pobreza

No ano passado eram cerca de 122,6 milhões os residentes da União Europeia que estavam em risco de pobreza ou exclusão social, o que totaliza cerca de um quarto da população. Os dados, divulgados ontem pelo Eurostat e avançados pelo jornal Expresso, revelam ainda que em Portugal são 2,88 milhões as pessoas que se encontram nesta situação.
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12 agosto é Dia Internacional da Juventude...Números assustadores...
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Via público: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/portugal-perdeu-quase-meio-milhao-de-jovens-na-ultima-decada-1666087






















Portugal perdeu quase meio milhão de jovens na última década


População até aos 30 anos representa um terço dos desempregados e metade dos emigrantes permanentes do país, revela INE na véspera do Dia Internacional da Juventude.
A proporção de jovens na população nacional nunca foi tão pequena desde que há estatísticas. Os habitantes entre os 15 e os 29 anos valem apenas 17% do total do país, fruto da perda de quase meio milhão de pessoas desta faixa etária ao longo da última década. Os dados são divulgados nesta segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), fazendo parte de um retrato feito com base em estatísticas oficiais e outros indicadores, na véspera do Dia Internacional da Juventude. Esta geração representa hoje cerca de um terço dos desempregados e metade dos emigrantes permanentes.
Em 2011 residiam em Portugal 1,8 milhões de jovens, menos quase meio milhão do que em 2001. Este número equivale a um decréscimo de 21,4% desta população, que nunca esteve tão pouco representada na pirâmide etária nacional. Se, em 1960, as pessoas entre os 15 e os 29 anos eram 23,9% dos residentes — um número que se manteve praticamente estável até 2001 —, hoje valem apenas 17,1%, menos de um quinto da população.
“A diminuição do número de jovens é um dos indicadores do fenómeno do envelhecimento que atinge a população portuguesa e reflecte a redução continuada do número de nascimentos verificada em Portugal”, sublinha o INE na publicação divulgada esta segunda-feira no seu portal da Internet.
Entre 2001 e 2011, este fenómeno foi transversal a todo o país. Só em seis concelhos o número de jovens aumentou neste período: Santa Cruz (Madeira), Montijo, Albufeira, Mafra, Ribeira Grande e Lagos.
Antecipando o Dia Internacional da Juventude, que se assinala nesta terça-feira, o INE divulgou um documento em que agrega indicadores referentes à população entre os 15 e os 29 anos, tendo por base os Censos de 2011 e outras estatísticas que foram sendo compiladas ao longo dos últimos anos. Os números mostram um peso significativo dos jovens entre o contingente de desempregados e de emigrantes do país.
Segundo o INE, em 2012 emigraram 53 mil jovens de Portugal. Destes, cerca de 26 mil fizeram-no de forma permanente, o que representa metade do total de emigrantes permanentes do país. A relevância dos jovens neste contingente de migrantes aumentou 14,5 pontos percentuais face ao ano anterior. No mesmo período houve ainda 27 mil jovens que emigraram de forma temporária (39% do total nacional).
Esta geração representa 32% dos desempregados em Portugal. Na população empregada, a participação deste grupo etário é bastante mais reduzida, representando apenas 15,5% do total. Assim, a taxa de desemprego dos jovens dos 15 aos 29 anos é de 26,3%, quase o dobro da taxa de desemprego total (14,8%).
Jovens ganham cada vez menos
Ainda no mercado de trabalho, o INE mostra como os jovens ganham cada vez menos em comparação com outros grupos etários, quando trabalham por conta de outrem. O rendimento salarial médio mensal líquido da actividade principal dos jovens trabalhadores foi, em média, entre 2011 e 2013, inferior em 23,2% ao da generalidade dos trabalhadores por conta de outrem. Enquanto a população com menos de 30 anos ganha 622 euros, os colegas mais velhos recebem 810. “Esta diferença tem vindo a agravar-se sucessivamente desde 2002”, sublinha o relatório do INE. Há uma década, a diferença salarial média era de apenas 13,5%.
As dificuldades de acesso ao mercado de trabalho e as desigualdades para aqueles que conseguem ter emprego contribuem, em parte, para outra realidade sublinhada pelas estatísticas oficiais: um quarto da população entre os 16 e os 24 anos encontra-se em risco de pobreza. De acordo com o INE, cerca de 25,6% dos jovens desta faixa etária residia em agregados familiares com um rendimento abaixo da linha de pobreza.
O retrato dos jovens traçado pelo INE destaca outros indicadores para esta geração, como um aumento dos níveis de qualificação — a percentagem de jovens com curso superior passou de 8,3%, em 2001, para 14,9%, em 2011 —, de utilização do computador e Internet (98%) e de conhecimentos em línguas estrangeiras (80% conhece pelo menos um outro idioma além do português).
Os jovens também casam cada vez mais tarde e aumentou o número dos que vivem com os pais até aos 30 anos: em 2011, 68,3% residia com pelo menos um dos pais, ao passo que 21,5% tinha constituído a sua própria família.
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Portugal perde meio milhão de jovens numa década
Via: http://economico.sapo.pt/noticias/portugal-perde-meio-milhao-de-jovens-numa-decada_199432.html
O país tem menos meio milhão de jovens. Em 2011, viviam em Portugal um pouco mais de 1,8 milhões de jovens entre os 15 e os 29 anos, menos 21,4% que em 2001, divulgou hoje o INE (Instituto Nacional de Estatística). E isto apesar da população residente ter aumentado cerca de 2% nesse período.
Amanhã celebra-se o Dia Internacional da Juventude e Portugal enfrenta números constrangedores: entre 2001 e 2011 e pela primeira vez, registou-se uma diminuição da população jovem em todos os grupos etários. A população jovem está pois "envelhecida" e mais uma vez confirma-se a redução continuada de nascimentos em território nacional.
A emigração tem também afastado os jovens do país. Em 2012, contabilizava-se 26 mil jovens emigrantes permanentes (50% do total) e 27 mil temporários (39%).
Entre 2011 e 2013, cerca de 55% dos jovens entre os 15 e os 29 anos estavam no mercado de trabalho (40,6% empregados e 14,4% desempregados).
A taxa de desemprego era de 26,3%, quase o dobro da taxa de desemprego total.
Com níveis de ensino e qualificações mais altas, os jovens portugueses enfrentam sérias dificuldades em encontrar emprego, o que adia a decisão de constituir família e sair de casa dos pais.
Em 2011, 68,3% dos jovens vivia com pelo menos um dos pais e 21,5% tinha constituído família. De notar, que auferem rendimentos do trabalho inferiores à média nacional e essa diferença tem-se acentuado.
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23julho2014
via DN

Dívida pública portuguesa sobe para os 132% do PIB

por Texto da Lusa, publicado por Lina SantosOntem12 comentários

A dívida pública de Portugal subiu no primeiro trimestre do ano para os 132,9% do Produto Interno Bruto (PIB), depois de ter "fechado" 2013 nos 129%, sendo atualmente a terceira mais elevada da União Europeia, revela o Eurostat.
Os dados hoje divulgados pelo gabinete oficial de estatísticas da UE revelam que, na comparação com o último trimestre de 2013, Portugal registou, a par da Bélgica, a terceira maior subida da dívida pública entre todos os Estados-membros (mais 3,9 pontos percentuais, equivalente no rácio português dívida/PIB a mais de 7 mil milhões de euros), apenas atrás da Eslovénia (mais 7%) e Hungria (5%).
Portugal superou assim a barreira dos 130% e só não passou para o segundo lugar na lista dos mais endividados porque a Itália também registou uma subida de três pontos, de 132,6% do PIB no final do ano passado para 135,6% no fim dos primeiros três meses do corrente ano.
A Grécia permaneceu como o país com a dívida pública mais alta, de 174,1% (ainda assim, 1 ponto percentual abaixo do valor registado no trimestre anterior, de 175,1%).
A dívida pública portuguesa atingiu, no final de março, os 220.696 milhões de euros, apesar de as estimativas do Governo apontarem para um recuo em 2014, para 126,7% do PIB.
Além de ser mais do dobro do limite previsto no Tratado Orçamental, que estipula que a dívida pública dos Estados-membros não pode superar os 60% do PIB, o rácio dívida/PIB de Portugal está também consideravelmente acima da média europeia, embora também se tenha assinalado uma subida tanto na zona euro - de 92,7% no último trimestre de 2013 para 93,9% no final do primeiro trimestre de 2014 - como no conjunto da UE a 28, de 87,2 para 88%.

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18jul2014
Casais com ambos os cônjuges desempregados ultrapassou os 11 mil em Junho
18 Julho 2014, 20:46 por Lusa
http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/casais_com_ambos_os_conjuges_desempregados_ultrapassou_os_11_mil_em_junho.html
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via: www.dn.pt.24junho2014

O número de insolvências de empresas em Portugal continua a subir, e nos primeiros cinco meses do ano o valor total registado no Ministério da Justiça aumentou 8,1% face a igual período do ano passado.
Até maio deste ano foram registadas 3.797 insolvências de empresas em Portugal, de acordo com os mais recentes dados da IGNIOS, empresa especialista em soluções integradas de gestão de risco para o setor empresarial.
Segundo a analise da IGNIOS, apenas o mês de abril apresentou menor número de insolvências face ao mesmo mês do ano anterior, "com todos restantes meses entre janeiro a maio a apresentarem crescimentos em termos homólogos".










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notícias ao minuto 24junho2014

Impostos Fisco vê número de devedores aumentar 22%

A lista de devedores da Autoridade Tributária e Aduaneira engrossou este ano mais 22%, sendo agora 37.350 o número de contribuintes com impostos em atraso, revela esta terça-feira o jornal Diário de Notícias. Segundo a mesma publicação, 277 empresas e pessoas singulares devem, cada um, mais de um milhão de euros.
O número de pessoas com impostos em atraso aumentou este ano, face a setembro último, mais de 20%. Este valor equivale a dizer que existem hoje mais de 37 mil pessoas com dívidas ao Fisco, noticia esta terça-feira o Diário de Notícias.
Do total de devedores, que ascende a 37.350, um agregado de 277 é responsável por dívidas, individuais, superiores a um milhão de euros. Destes 168 são particulares e os restantes são empresas, segundo dados das finanças.
Estes valores representam um agravamento face aos números registados no final do verão passado, altura em que os devedores com montantes nesta ordem de valor em dívida eram 238.
Relembre-se que até ao final do ano passado, devido ao programa de regularização de impostos iniciado pelo Governo, que permitiu a regularização deste tipo de dívida, total ou parcial, foram pagos 1,28 mil milhões de euros, por quase 400 mil contribuintes, sendo que deste universo 280 mil eram empresas.
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Via:
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10201484805355737&set=p.10201484805355737&type=1&theater
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Dívida externa é o somatório dos débitos de um país, resultantes de empréstimos e financiamentos contraídos no exterior pelo próprio governo, por empresas estatais ou privadas. Esses recursos podem ser provenientes de governos, entidades financeiras internacionais (FMI, Banco Mundial, etc.), bancos ou empresas privadas.
Fonte: Banco Mundial, Eurostat, CiaFactbook.... 
PIB previsto em 2014 213 Biliões de dólares ou 213 mil milhões, é a mesma coisa. 
Em 31 de dezembro de 2014 segundo as acima citadas fontes é  a seguinte:
Divida Publica   166,136 % do PIB x 213 =  353,870 biliões de dolares  
Divida Privada   127,884 % do PIB x 213 =  272,392 biliões de dolares      
Divida Externa  294,020 % do PIB x 213  =  626,262 biliões de dolares 
Ou seja os "tugas" estão falidos pois cada um deve a 1 de janeiro de 2015 cerca de 63.000 dólares.
P.S. A divida externa esta a aumentar cerca de 2,4% do PIB por mês, pelo que devemos atingir os 300% do PIB
       a meio do próximo mês de Março.
"De acordo com os nossos governantes o nosso futuro, dos filhos e dos netos é risonho, uma vez que se esqueceram
  de nos falar sobre a nossa Divida Externa que é actualmente a 23ª (vigésima terceira) a nível mundial, o que não é de

  admirar num povo que há cerca de 30 anos não consegue produzir aquilo que come e bebe, por ex."