26ab2016
https://www.facebook.com/notes/concelho-de-alcoba%C3%A7a/c%C3%A2mara-municipal-estabelece-protocolo-para-refloresta%C3%A7%C3%A3o-do-concelho-de-alcoba%C3%A7a/1020346421381252
Câmara Municipal estabelece protocolo para reflorestação do concelho de Alcobaça
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19maio2015
Este governo PSD.com a ministra do CDS na Agricultura
tem facilitado a eucaliptização do país..
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Via SAPINHO GELÁSIO E PÚBLICO
terça-feira, 19 de maio de 2015
A expansão do eucalipto vs. declínio do pinheiro
A notícia em:
http://www.publico.pt/economia/noticia/eucaliptos-atraem-quase-90-dos-investimentos-privados-na-floresta-1696028?page=-1
Eucaliptos atraem quase 90% dos investimentos privados na floresta
Oito em cada dez hectares de floresta plantados sem recurso a fundos públicos tiveram como destino os eucaliptos. A liberalização das plantações e replantações está a dar fôlego à espécie que já domina a floresta nacional.
Oitenta por cento das novas plantações e 94% das replantações produzidas na floresta portuguesa ao longo dos últimos 15 meses sem recurso a ajudas públicas tiveram os eucaliptos como a árvore de eleição.
A espécie florestal que no espaço de meio século cresceu de uma área reduzida de 50 mil hectares para se tornar na árvore dominante no país (ocupa 812 mil hectares) continua a sua expansão imparável. E ao simplificar o processo de aprovação de novas plantações e ao permitir a mudança de espécie nas rearborizações de espaços florestais, o novo regime jurídico que entrou em vigor em Outubro de 2013 parece favorecer essa expansão: dos 11.019 hectares arborizados ou rearborizados com capitais privados nos 15 meses de vigência da nova legislação, 10.046 receberam eucaliptos.
Só o facto de os apoios à florestação da Política Agrícola Comum se dirigirem prioritariamente a espécies como o pinheiro manso ou o sobreiro evitam que a floresta nacional caminhe irreversivelmente para a monocultura.
Apesar do curto prazo de aplicação do regime jurídico aplicável às acções de florestação e reflorestação (RJAAR), parece hoje evidente que a liberalização das plantações em áreas até 10 hectares (a maioria esmagadora das explorações florestais nacionais está abaixo deste limiar) está a acentuar a hegemonia do eucalipto e a decadência do pinhal. As razões para esta dinâmica prendem-se com a maior rentabilidade do eucaliptal para os proprietários. O eucalipto começa a gerar receitas após 10 anos da primeira plantação e a sua exploração (em talhadia) permite que um mesmo povoamento dure ao longo de quatro ou cinco ciclos de corte (48 a 60 anos). Um pinhal demora 30 anos a produzir madeira capaz de ser utilizada na indústria do mobiliário.
Muitos silvicultores defendem que a prioridade da fileira do eucalipto não é tanto aumentar a área, mas reconverter povoamentos existentes. Os números do RJAAR indicam que esse caminho está a ser seguido. Dos 7326 hectares rearborizados, a esmagadora maioria (79%) corresponderam a replantações de áreas já ocupadas por eucaliptos. Mas pelo caminho, outras espécies acabam por ser substituídas. Em particular o pinheiro-bravo, base de uma indústria que representa 47% do valor acrescentado bruto da fileira florestal (812 milhões de euros em 2012). Neste processo de mudança, 1165 hectares deixaram de ser dedicados ao pinheiro bravo para passarem a ser ocupados pela espécie que alimenta a cadeia da pasta e do papel.
Este sinal é apenas mais um sintoma do inexorável recuo do pinhal português, que no espaço de 50 anos se reduziu de 1,2 milhões de hectares para cerca de metade. João Gonçalves, do Centro Pinus, que agrega mais de dois terços da fileira industrial do pinho, considera que “ainda é cedo” para se poder explicar as transferências de áreas de pinhal com a nova legislação. Mas nota que “64% da área de crescimento do eucalipto se fez zonas de pinho e não em zonas de mata ou incultos”. A transformação em curso, sublinha João Gonçalves, vai agravar as dificuldades da indústria, que tem de importar todos os anos dois milhões de metros cúbicos de madeira para laborar – 36% das necessidades das empresas do Centro Pinus.
Do lado da pasta e do papel, os indicadores da execução do RJAAR não suscitam motivos para alarme. Armando Gois, director-geral da Celpa, a associação que agrega a indústria do sector, nota que o crescimento das áreas de eucalipto feito com investimento privado tem de ser balanceado com as áreas de outras espécies financiadas pelos fundos comunitários. Se este exercício se fizer, nota, “a percentagem dos eucaliptos nas arborizações e rearborizações desce para 44%” – o sobreiro surge com 31% do total e o pinheiro manso, cuja rentabilidade explodiu com o aumento da procura mundial de pinhão, 12% (ver infografia). De resto, “é provável que o ritmo de crescimento dos últimos tempos seja menor do que nos anos anteriores”, admite Armando Góis.
Apesar do equilíbrio que os fundos estruturais vão introduzindo na diversidade florestal, o risco de a expansão do eucalipto se perpetuar é elevado e o perigo de a área de pinho continuar a regredir (por abandono, pelos ataques de pragas como o nemátodo, pelos incêndios ou pela replantação com espécies mais rentáveis como o eucalipto) existe. João Soveral, um silvicultor que passou pela vice-presidência do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e integra os corpos técnicos da CAP reconhece que a “natural” orientação dos proprietários para os estímulos do mercado existe, mas afirma que “os instrumentos da política florestal não permitem” o eventual cenário de uma monocultura de eucalipto.
João Soveral cita a propósito a Estratégia Nacional para as Florestas aprovada em Fevereiro deste ano ou os Planos Regionais de Ordenamento Florestal (PROF). Estes planos prevêem mecanismos de gestão que, em tese, implicam a diversidade de povoamentos em favor da biodiversidade ou da protecção contra os incêndios. Mas foram suspensos há anos e não se conhece a data em que a sua versão revista possa entrar em vigor. A ausência de ordenamento conjugada com a liberalização das plantações vai por isso acentuar ainda mais o processo de “eucaliptização” em curso no país.
O PÚBLICO tentou sem sucesso obter resposta a estas questões junto do Ministério da Agricultura.
http://www.publico.pt/economia/noticia/eucaliptos-atraem-quase-90-dos-investimentos-privados-na-floresta-1696028?page=-1
Eucaliptos atraem quase 90% dos investimentos privados na floresta
Oito em cada dez hectares de floresta plantados sem recurso a fundos públicos tiveram como destino os eucaliptos. A liberalização das plantações e replantações está a dar fôlego à espécie que já domina a floresta nacional.
Oitenta por cento das novas plantações e 94% das replantações produzidas na floresta portuguesa ao longo dos últimos 15 meses sem recurso a ajudas públicas tiveram os eucaliptos como a árvore de eleição.
A espécie florestal que no espaço de meio século cresceu de uma área reduzida de 50 mil hectares para se tornar na árvore dominante no país (ocupa 812 mil hectares) continua a sua expansão imparável. E ao simplificar o processo de aprovação de novas plantações e ao permitir a mudança de espécie nas rearborizações de espaços florestais, o novo regime jurídico que entrou em vigor em Outubro de 2013 parece favorecer essa expansão: dos 11.019 hectares arborizados ou rearborizados com capitais privados nos 15 meses de vigência da nova legislação, 10.046 receberam eucaliptos.
Só o facto de os apoios à florestação da Política Agrícola Comum se dirigirem prioritariamente a espécies como o pinheiro manso ou o sobreiro evitam que a floresta nacional caminhe irreversivelmente para a monocultura.
Apesar do curto prazo de aplicação do regime jurídico aplicável às acções de florestação e reflorestação (RJAAR), parece hoje evidente que a liberalização das plantações em áreas até 10 hectares (a maioria esmagadora das explorações florestais nacionais está abaixo deste limiar) está a acentuar a hegemonia do eucalipto e a decadência do pinhal. As razões para esta dinâmica prendem-se com a maior rentabilidade do eucaliptal para os proprietários. O eucalipto começa a gerar receitas após 10 anos da primeira plantação e a sua exploração (em talhadia) permite que um mesmo povoamento dure ao longo de quatro ou cinco ciclos de corte (48 a 60 anos). Um pinhal demora 30 anos a produzir madeira capaz de ser utilizada na indústria do mobiliário.
Muitos silvicultores defendem que a prioridade da fileira do eucalipto não é tanto aumentar a área, mas reconverter povoamentos existentes. Os números do RJAAR indicam que esse caminho está a ser seguido. Dos 7326 hectares rearborizados, a esmagadora maioria (79%) corresponderam a replantações de áreas já ocupadas por eucaliptos. Mas pelo caminho, outras espécies acabam por ser substituídas. Em particular o pinheiro-bravo, base de uma indústria que representa 47% do valor acrescentado bruto da fileira florestal (812 milhões de euros em 2012). Neste processo de mudança, 1165 hectares deixaram de ser dedicados ao pinheiro bravo para passarem a ser ocupados pela espécie que alimenta a cadeia da pasta e do papel.
Este sinal é apenas mais um sintoma do inexorável recuo do pinhal português, que no espaço de 50 anos se reduziu de 1,2 milhões de hectares para cerca de metade. João Gonçalves, do Centro Pinus, que agrega mais de dois terços da fileira industrial do pinho, considera que “ainda é cedo” para se poder explicar as transferências de áreas de pinhal com a nova legislação. Mas nota que “64% da área de crescimento do eucalipto se fez zonas de pinho e não em zonas de mata ou incultos”. A transformação em curso, sublinha João Gonçalves, vai agravar as dificuldades da indústria, que tem de importar todos os anos dois milhões de metros cúbicos de madeira para laborar – 36% das necessidades das empresas do Centro Pinus.
Do lado da pasta e do papel, os indicadores da execução do RJAAR não suscitam motivos para alarme. Armando Gois, director-geral da Celpa, a associação que agrega a indústria do sector, nota que o crescimento das áreas de eucalipto feito com investimento privado tem de ser balanceado com as áreas de outras espécies financiadas pelos fundos comunitários. Se este exercício se fizer, nota, “a percentagem dos eucaliptos nas arborizações e rearborizações desce para 44%” – o sobreiro surge com 31% do total e o pinheiro manso, cuja rentabilidade explodiu com o aumento da procura mundial de pinhão, 12% (ver infografia). De resto, “é provável que o ritmo de crescimento dos últimos tempos seja menor do que nos anos anteriores”, admite Armando Góis.
Apesar do equilíbrio que os fundos estruturais vão introduzindo na diversidade florestal, o risco de a expansão do eucalipto se perpetuar é elevado e o perigo de a área de pinho continuar a regredir (por abandono, pelos ataques de pragas como o nemátodo, pelos incêndios ou pela replantação com espécies mais rentáveis como o eucalipto) existe. João Soveral, um silvicultor que passou pela vice-presidência do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e integra os corpos técnicos da CAP reconhece que a “natural” orientação dos proprietários para os estímulos do mercado existe, mas afirma que “os instrumentos da política florestal não permitem” o eventual cenário de uma monocultura de eucalipto.
João Soveral cita a propósito a Estratégia Nacional para as Florestas aprovada em Fevereiro deste ano ou os Planos Regionais de Ordenamento Florestal (PROF). Estes planos prevêem mecanismos de gestão que, em tese, implicam a diversidade de povoamentos em favor da biodiversidade ou da protecção contra os incêndios. Mas foram suspensos há anos e não se conhece a data em que a sua versão revista possa entrar em vigor. A ausência de ordenamento conjugada com a liberalização das plantações vai por isso acentuar ainda mais o processo de “eucaliptização” em curso no país.
O PÚBLICO tentou sem sucesso obter resposta a estas questões junto do Ministério da Agricultura.
26junho2014
Assembleia de Freguesia da UF de Pataias.Martingança reuniu...Rui Coutinho da CDU foi o único que interveio no PAODia
***
AFreg.16junho2014
Rui Coutinho da CDU
interveio preocupado com:
- Estrada 356...
- Casas em ruínas e bem degradadas
- a praga de plantações de eucalipto no meio do pinhal
que é uma marca da freguesia...
Fez propostas de Louvores
ao Futsal da Burinhosa
à Associação da Ferraria pelos excelentes eventos que promove e onde angaria fundos para mais obras...
Houve então a proposta de outro eleito para saudar a Associação das Bicicletas Antigas.
*** via sapinho gelásio
Assembleia de Freguesia de Pataias
A Assembleia de Freguesia de Pataias aprovou ontem, por unanimidade, a primeira revisão orçamental do ano de 2014. A 16 de junho de 2014, a União de Freguesias de Pataias e Martingança apresentava uma dívida de curto prazo de 176.900 euros.
No período de antes da ordem do dia apenas Rui Coutinho (CDU) tomou da palavra para propor votos de louvor ao CCRD Burinhosa pela subida de divisão e título nacional da 2ª divisão em futsal, à AD Ferraria pelo dinamismo demonstrado pela coletividade e ao grupo Men in Bike pelo sucesso continuado do Encontro Nacional de Bicicletas Antigas. Os votos de louvor foram aprovados por unanimidade, ao qual se associou também o executivo da Junta de Freguesia.
Rui Coutinho mostrou-se ainda preocupado com a substituição do pinheiro pelo eucalipto na floresta local, pelo estado das bermas e falta de passeios na EN356 (Maceira-Martingança) e pela degradação e abandono de algumas das casas no centro da vila, questionando se não haveria forma de proceder ou favorecer alguma intervenção.
No período aberto ao público não houve quaisquer intervenções, pelo que a Assembleia de Freguesia deu por concluídos os trabalhos pouco depois das 22 horas.
No período de antes da ordem do dia apenas Rui Coutinho (CDU) tomou da palavra para propor votos de louvor ao CCRD Burinhosa pela subida de divisão e título nacional da 2ª divisão em futsal, à AD Ferraria pelo dinamismo demonstrado pela coletividade e ao grupo Men in Bike pelo sucesso continuado do Encontro Nacional de Bicicletas Antigas. Os votos de louvor foram aprovados por unanimidade, ao qual se associou também o executivo da Junta de Freguesia.
Rui Coutinho mostrou-se ainda preocupado com a substituição do pinheiro pelo eucalipto na floresta local, pelo estado das bermas e falta de passeios na EN356 (Maceira-Martingança) e pela degradação e abandono de algumas das casas no centro da vila, questionando se não haveria forma de proceder ou favorecer alguma intervenção.
No período aberto ao público não houve quaisquer intervenções, pelo que a Assembleia de Freguesia deu por concluídos os trabalhos pouco depois das 22 horas.
Pataias parada, adiada e em queda livre. Ou um silêncio ruidoso
Pataias parada, adiada e em queda livre. Ou um silêncio ruidoso.
O que se pretende para Pataias daqui a 20 anos?
Esta é a pergunta de “um milhão de euros”, que nunca ninguém respondeu, talvez, porque nunca ninguém fez a pergunta.
Rui Coutinho, intervinha ontem (na única intervenção da noite de entre todos os eleitos da Assembleia de Freguesia…), questionando o executivo sobre os passeios e a ponte ferroviária na EN356 da Martingança. Passa-me pela cabeça que há vinte anos, Fernando Vitorino falava do mesmo assunto nas Assembleias Municipais.
E a questão é mesmo essa.
Vinte anos depois continuamos a discutir os mesmos problemas, as mesmas tricas do dia-a-dia o que pode significar duas coisas: primeiro, 20 anos depois, nada foi feito e as coisas continuam por resolver; segundo, não há uma visão estratégica e de futuro para a freguesia. Se o houvesse, se fosse delineado um perfil, um ideal, um objetivo a atingir, todas as intervenções feitas seriam de acordo com a concretização dessa linha de horizonte.
É muito mais fácil, mais cómodo, mais prático limitar a nossa ação ao imediato e à resposta na resolução dos pequenos (grandes) problemas que a população coloca no dia-a-dia aos executivos. Mas essa postura limitada e redutora da ação política impede a visão de uma quadro geral e abrangente do futuro:
Que freguesia de Pataias desejamos daqui a 20 anos?
O que é que Pataias terá para oferecer daqui a 5, 10, 20 anos a quem aqui reside e a quem aqui se pretende instalar, em termos pessoais ou profissionais? Qual é o caminho que desejamos trilhar, que aspirações tentamos alcançar, que futuro almejamos?
Esta falta de estratégia reflete-se hoje em dia numa Pataias adiada, parada no tempo e em queda livre.
Uma Pataias em queda livre, visível no ruidoso silêncio do empobrecimento, do desemprego, do encerramento de indústrias, no desaparecimento do comércio, no envelhecimento da população, no despovoamento e abandono dos centros da vila e aldeias da freguesia. Uma Pataias em queda livre com o encerramento de escolas (efetivo e anunciado).
Uma Pataias parada no tempo, imersa em promessas de décadas (sim, décadas) de investimento e revitalização económica, social, cultural, demográfica. A área industrial da Alva, a requalificação da avenida Rainha Santa Isabel, a “cidade desportiva”, o novo centro escolar, o saneamento nos Pisões, as bolsas industriais de Pataias-Gare e dos Calços/Martingança, a estrada de Pataias-Gare/Casal da Areia são os problemas que se falam há 20 anos, sem que nada tenha mudado. Aliás, mudou alguma coisa: agravaram-se.
Pataias é assim uma terra, uma freguesia, adiada. Adiada porque nos falta uma visão de futuro e uma vontade inequívoca de lutar pelo mesmo. Deixamo-nos arrastar pela pasmaceira e pela preguiça, deixamo-nos enredar e seduzir pelas conquistas e ambições pessoais esquecendo o mais importante: nós. Nós Pataias.
Henrique Neto dizia há dias que os representantes eleitos pelo povo defendem em primeiro lugar o partido, e consequentemente, o seu lugar no partido. A falta de intervenção e discussão que há mais de vinte anos assisto nas assembleias (da república, municipais, de freguesia) não sei se será por auto defesa ou por incompetência. Seja como for, assiste-se permanentemente a um jogo de “segue o líder” ou de “isso não pode ser, porque és tu que propões”. Por outras palavras “ou estás comigo, ou contra mim”. E isso impede uma verdadeira discussão dos problemas e a apresentação de alternativas efetivamente viáveis e credíveis.
Pataias é assim uma freguesia parada e que se está a afundar no seu próprio lamaçal.
É evidente que o contexto económico-político atual não facilita, mas os grandes, os bons, os excelentes, sobressaem na adversidade. A revitalização económica, o envelhecimento e a quebra demográfica, o encerramento das escolas, a revitalização urbana, são grandes problemas que não podem ser resolvidos, exclusivamente, pela freguesia.
Mas o que é que cada um de nós está a fazer por isso?
***
***
2014
Devíamos incentivar, no nosso município, a plantação de carvalhos, medronheiros, castanheiros, loureiros, azinheiras, azereiros, sobreiros...
*
O SITE DO MUNICÍPIO
SÓ COLOCOU
ESTA INFORMAÇÃO
que recolhi via cister.fm
ÀS 14H40'!!!
https://www.facebook.com/municipioalcobaca/photos/a.180120852070484.45234.136327826449787/724179174331313/?type=1&theater
***
Via cister.fm
às.7.17'
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=386538234753624&set=a.101548626585921.3489.100001923517985&type=3&theater
A 23 de novembro celebra-se na Península Ibérica o Dia da Floresta Autóctone. Esta comemoração surge em complemento do Dia Mundial da Floresta - 21 de março - pouco adequado à plantação de espécies autóctones nos países do sul da Europa.
Assim, sugere-se a plantação de árvores no dia da Floresta Autóctone e a rega (se necessário) no Dia Mundial da Floresta.
O que se pretende para Pataias daqui a 20 anos?
Esta é a pergunta de “um milhão de euros”, que nunca ninguém respondeu, talvez, porque nunca ninguém fez a pergunta.
Rui Coutinho, intervinha ontem (na única intervenção da noite de entre todos os eleitos da Assembleia de Freguesia…), questionando o executivo sobre os passeios e a ponte ferroviária na EN356 da Martingança. Passa-me pela cabeça que há vinte anos, Fernando Vitorino falava do mesmo assunto nas Assembleias Municipais.
E a questão é mesmo essa.
Vinte anos depois continuamos a discutir os mesmos problemas, as mesmas tricas do dia-a-dia o que pode significar duas coisas: primeiro, 20 anos depois, nada foi feito e as coisas continuam por resolver; segundo, não há uma visão estratégica e de futuro para a freguesia. Se o houvesse, se fosse delineado um perfil, um ideal, um objetivo a atingir, todas as intervenções feitas seriam de acordo com a concretização dessa linha de horizonte.
É muito mais fácil, mais cómodo, mais prático limitar a nossa ação ao imediato e à resposta na resolução dos pequenos (grandes) problemas que a população coloca no dia-a-dia aos executivos. Mas essa postura limitada e redutora da ação política impede a visão de uma quadro geral e abrangente do futuro:
Que freguesia de Pataias desejamos daqui a 20 anos?
O que é que Pataias terá para oferecer daqui a 5, 10, 20 anos a quem aqui reside e a quem aqui se pretende instalar, em termos pessoais ou profissionais? Qual é o caminho que desejamos trilhar, que aspirações tentamos alcançar, que futuro almejamos?
Esta falta de estratégia reflete-se hoje em dia numa Pataias adiada, parada no tempo e em queda livre.
Uma Pataias em queda livre, visível no ruidoso silêncio do empobrecimento, do desemprego, do encerramento de indústrias, no desaparecimento do comércio, no envelhecimento da população, no despovoamento e abandono dos centros da vila e aldeias da freguesia. Uma Pataias em queda livre com o encerramento de escolas (efetivo e anunciado).
Uma Pataias parada no tempo, imersa em promessas de décadas (sim, décadas) de investimento e revitalização económica, social, cultural, demográfica. A área industrial da Alva, a requalificação da avenida Rainha Santa Isabel, a “cidade desportiva”, o novo centro escolar, o saneamento nos Pisões, as bolsas industriais de Pataias-Gare e dos Calços/Martingança, a estrada de Pataias-Gare/Casal da Areia são os problemas que se falam há 20 anos, sem que nada tenha mudado. Aliás, mudou alguma coisa: agravaram-se.
Pataias é assim uma terra, uma freguesia, adiada. Adiada porque nos falta uma visão de futuro e uma vontade inequívoca de lutar pelo mesmo. Deixamo-nos arrastar pela pasmaceira e pela preguiça, deixamo-nos enredar e seduzir pelas conquistas e ambições pessoais esquecendo o mais importante: nós. Nós Pataias.
Henrique Neto dizia há dias que os representantes eleitos pelo povo defendem em primeiro lugar o partido, e consequentemente, o seu lugar no partido. A falta de intervenção e discussão que há mais de vinte anos assisto nas assembleias (da república, municipais, de freguesia) não sei se será por auto defesa ou por incompetência. Seja como for, assiste-se permanentemente a um jogo de “segue o líder” ou de “isso não pode ser, porque és tu que propões”. Por outras palavras “ou estás comigo, ou contra mim”. E isso impede uma verdadeira discussão dos problemas e a apresentação de alternativas efetivamente viáveis e credíveis.
Pataias é assim uma freguesia parada e que se está a afundar no seu próprio lamaçal.
É evidente que o contexto económico-político atual não facilita, mas os grandes, os bons, os excelentes, sobressaem na adversidade. A revitalização económica, o envelhecimento e a quebra demográfica, o encerramento das escolas, a revitalização urbana, são grandes problemas que não podem ser resolvidos, exclusivamente, pela freguesia.
Mas o que é que cada um de nós está a fazer por isso?
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2014
Devíamos incentivar, no nosso município, a plantação de carvalhos, medronheiros, castanheiros, loureiros, azinheiras, azereiros, sobreiros...
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O SITE DO MUNICÍPIO
SÓ COLOCOU
ESTA INFORMAÇÃO
que recolhi via cister.fm
ÀS 14H40'!!!
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***
Via cister.fm
às.7.17'
COMEMORAÇÃO DOS DIAS DA FLORESTA AUTÓCTONE E NACIONAL DA CULTURA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA
23 de novembro – Comemoração do Dia da Floresta Autóctone
24 de novembro – Comemoração do Dia Nacional da Cultura Científica e Tecnológica
PROGRAMA
23 de novembro
“PERCURSO INTERPRETATIVO” – Vale da Ribeira do Mogo
Horário: 10-13h
Público-alvo: Público em Geral
Informações importantes:
DIFICULDADE MÉDIA, LEVAR BOTAS DE BORRACHA, IMPERMEÁVEL E AGASALHO
Participação e transporte gratuitos mediante inscrição: até 18 novembropara sofia.quaresma@cm-alcobaca.pt sofia.quaresma@cm-alcobaca.pt>
24 de novembro
Lançamento do concurso “SACA-ROLHAS” (parceria com Projeto GREENCORK-Quercus)
Lançamento do e-book “PLANTAS AROMÁTICAS E MEDICINAIS DO VALE DA RIBEIRA DO MOGO”
Abertura Oficial do Ano da Ciência – Universidade de Coimbra /Faculdade de Ciências e Técnologia
Mesa-Redonda “Os Cientistas do Futuro – Universidade de Coimbra /Faculdade de Ciências e Técnologia”
Horário: 14h30 Cine-Teatro João D´Oliva Monteiro
Público-alvo: Rede Escolar Concelhia
Informações: sofia.quaresma@cm-alcobaca.ptsofia.quaresma@cm-alcobaca.pt>
Organização: Município de Alcobaça
24 de novembro
Lançamento do concurso “SACA-ROLHAS” (parceria com Projeto GREENCORK-Quercus)
Lançamento do e-book “PLANTAS AROMÁTICAS E MEDICINAIS DO VALE DA RIBEIRA DO MOGO”
Abertura Oficial do Ano da Ciência – Universidade de Coimbra /Faculdade de Ciências e Técnologia
Mesa-Redonda “Os Cientistas do Futuro – Universidade de Coimbra /Faculdade de Ciências e Técnologia”
Horário: 14h30 Cine-Teatro João D´Oliva Monteiro
Público-alvo: Rede Escolar Concelhia
Informações: sofia.quaresma@cm-alcobaca.pt
Organização: Município de Alcobaça
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2012
A 23 de novembro celebra-se na Península Ibérica o Dia da Floresta Autóctone. Esta comemoração surge em complemento do Dia Mundial da Floresta - 21 de março - pouco adequado à plantação de espécies autóctones nos países do sul da Europa.
Assim, sugere-se a plantação de árvores no dia da Floresta Autóctone e a rega (se necessário) no Dia Mundial da Floresta.