2020
4A/105D/AVÔ
Tenho a sorte de conseguir fazer das minhas adVERsidades
uma experiência e estar, quase sempre, convicto que as vencerei
e, muitas vezes, no limite encontro a solução!
Com alguma ansiedade e stress vou meditando, olhando para o problema e nos últimos instantes encontro a saída possível.
Mas o melhor será sempre reduzir essas horas sacanas e encontrar meios que me permitam lutar saudavelmente em tds os instantes
sem as adversidades estruturais.
*
Contento-me com pouco...
*
Vejo beleza na SIMplicidade e nos gestos/atiTudes SIMples.
***
2019
III-CV-AVÔ
Tenho sempre presente
que no presente
há que rELEVAR a felicidade
que se consegue no agHORA
mesmo que seja poucochinha
é imensa
é a possível
é a que aconTECE!
Depois atÉ posso concluir
que aFINAL
foi tantoo
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2018
2/105aVÔ
Além dos meus 10 manDAmentos:
Amar a minha família e amigos
Cuidar da bela natureza
Respeitar o próximo e o longínquo
CorAGIR sempre pelo bem
ViVERDADE e com frontalidade
Responsabilizar-me pelos meus actos e atitudes
Sonhar e Utopiar com toda a energia
Trabalhar para que vinguem os Direitos Humanos
Construir com o meu SER na realidade
há ainda:NO 1.º...Amar a minha família e amigos e acrescentar: conVIVER/aMAR com alguém mui especial
NO 4.º...corAGIR sempre pelo bem SEM ESPERAR RESPOSTAS/TROCO
NO 5.º...VIVERdade e com frontalidade MAS TAMBÉM A QUESTIONAR/A TER DÚVIDAS A INVESTIGAR/ A PROcurar
11º...SENTIR em duplicado, COM 10 SENTIDOS
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2016
105.avÔ
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105. Os meus 10 mandamentos - rog é RIO manuel madeira raimundo
23 de Março de 2012 às 13:18
Aplicar a inteligência à necessidade
Amar a minha família e amigos
Cuidar da bela natureza
Respeitar o próximo e o longínquo
CorAGIR sempre pelo bem
ViVERDADE e com frontalidade
Responsabilizar-me pelos meus actos e atitudes
Sonhar e Utopiar com toda a energia
Trabalhar para que vinguem os Direitos Humanos
Construir com o meu SER na realidade
12.12' dia 23março2012
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s.MARtinho by Dora Fonseca
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=856914567786797&set=pcb.10154395442868969&type=3&theater1974...morreu Ferreira de Castro...1 vivaaa à sua obra..."Os homens passavam os dias e as noites dentro das fábricas só saindo aos Domingos, para esquecer o cárcere. Já não viam as ovelhas, nem ouviam o melancólico tanger dos seu chocalhos nos pendores da serra, ao crepúsculo; viam apenas a sua lã, lã que eles desensugavam, que eles lavavam, cardavam, penteavam, fiavam e teciam, lã porto da a parte."
https://uniralcobaca.blogspot.com/2014/05/811424mai02014924-ferreira-de-castro.html
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1953
Colin Hay - vocalista dos Men at work
https://www.youtube.com/watch?v=XfR9iY5y94s&list=PLMTHMCDvHeXkcav9owIO8gmVq0cIgo4w6
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1948
Ian Paice - baterista dos Deep Purple
https://www.youtube.com/watch?v=TdVM9qWbcyI&index=1&list=PLA197DA90E8DB2C4E
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1900...Antoine de Saint-Exupéry: "Em cada um de nós há um segredo, uma paisagem interior com planícies invioláveis, vales de silêncio e paraísos secretos."
"As pessoas podem ser divididas em três grupos:
Os que fazem as coisas acontecerem;
Os que olham as coisas acontecendo;
e os que ficam se perguntando o que foi que aconteceu."
"Nosso carácter é aquilo que fazemos quando achamos que ninguém está olhando."
"Nunca deixe de ter dúvidas, quando elas param de existir é porque você parou em sua caminhada."
"Não se vê, sente-se. Não se mede, não se pesa, não se toca, não se cheira. Sente-se! Aquilo que é realmente importante acontece num plano não palpável. Não visível. É de dentro. É o que transborda sem se ver. É o que nos move. Ou deveria mover."
"O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca."
"Se quer compreender a palavra 'felicidade',
indispensável se torna entendê-la como recompensa e não como fim."
http://uniralcobaca.blogspot.pt/2014/04/77987abril20141732-antoine-de-saint.html"Se quer compreender a palavra 'felicidade',
indispensável se torna entendê-la como recompensa e não como fim."
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1895...morre Thomas Huxley...1 vivaaaaaaaa à sua obra: "A grande finalidade da vida não é o conhecimento, mas a acção."
"Um mundo de factos estende-se para além do mundo das palavras."
"A experiência não é o que acontece a um homem. É o que um homem faz com o que lhe acontece."
"Qualquer pessoa que tenha experiência com o trabalho científico sabe que aqueles que se recusam a ir além dos factos raramente chegam aos factos em si."
"A ciência é apenas senso comum treinado e organizado."
"A grande tragédia da ciência: o massacre de uma bela hipótese por parte de um horrível facto."
"O destino normal das novas verdades é começar como heresias e terminar como superstições."
"Verdades sustentadas por motivos irracionais podem ser mais nocivas do que erros bem pensados."
"A ciência comete suicídio quando adopta um credo."
"As piores dificuldades de um homem começam quando ele é capaz de fazer o que quer."
http://uniralcobaca.blogspot.pt/2014/06/834729jun20141122-thomas-henry-huxley.html
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1847... Convenção do Gramido...fim da guerra civil da Patuleia...Vitória do Governo cartista.
https://uniralcobaca.blogspot.com/2018/06/650629jun2018922-guerra-civil-da.html
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Começar o dia com Joaquim Pessoa:
POEMA 1 (excerto)
Cantará o fogo na erva, masculino, imenso, aceso
pelo sopro dos lagos. Voltará à memória o simples peixe
que nada na alegria provisória. Inteiro, denso, exacto,
mover-se-á dançando. E porque todos partem, acontece a fábula,
os animais estão já perto do pólen, da cor inicial.
Mãe da terra, mãe das andorinhas e dos goivos,
esta alegria corre como lava fresca,
treme nas amendoeiras,
nomeia-se entre a morte e a infância.
Amadurece na luz.
pelo sopro dos lagos. Voltará à memória o simples peixe
que nada na alegria provisória. Inteiro, denso, exacto,
mover-se-á dançando. E porque todos partem, acontece a fábula,
os animais estão já perto do pólen, da cor inicial.
Mãe da terra, mãe das andorinhas e dos goivos,
esta alegria corre como lava fresca,
treme nas amendoeiras,
nomeia-se entre a morte e a infância.
Amadurece na luz.
É um missal de sombras o corpo que amiúde exibe
este saber de nós, de nós os que fomos mais felizes,
os que tornaram duro o fogo e adoçaram o ferro,
aqueles que com palavras quentes
disseram a frescura da música.
este saber de nós, de nós os que fomos mais felizes,
os que tornaram duro o fogo e adoçaram o ferro,
aqueles que com palavras quentes
disseram a frescura da música.
Todas as noites da noite os braços se entregaram
ao trabalho que foi só do olhar, da pele do olhar.
Hoje, impenitente, o mar secou as lágrimas
e as coisas têm todas morada no amor.
ao trabalho que foi só do olhar, da pele do olhar.
Hoje, impenitente, o mar secou as lágrimas
e as coisas têm todas morada no amor.
*
in À MESA DO AMOR.
in À MESA DO AMOR.
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POEMA 9 (excerto)
Para onde quer que vás haverá um regresso.
No entanto, a pequena gente ficará lá, o rosto em contraluz,
com a antiquíssima inveja dos arbustos.
E aqui, na terra que tu mesma desejaste assim,
como um rio sem margens,
habitarás a árvore dos meus versos
cujos frutos molhados são palavras cantando.
No entanto, a pequena gente ficará lá, o rosto em contraluz,
com a antiquíssima inveja dos arbustos.
E aqui, na terra que tu mesma desejaste assim,
como um rio sem margens,
habitarás a árvore dos meus versos
cujos frutos molhados são palavras cantando.
*
in À MESA DO AMOR.
in À MESA DO AMOR.
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https://www.facebook.com/photo.php?fbid=724125540984474&set=gm.760854623956650&type=1&theater
De esperas...
... construímos o amor intenso e súbito
que encheu as tuas mãos de sol e a tua boca de beijos.
Em estranhos desencontros nos amamos.
Havia o rio mas sempre ficávamos na margem.
Eu tocava o teu peito e os teus olhos e, nas minhas mãos,
a tarde projetava as suas grandes sombras
enquanto as gaivotas disputavam sobre a água
talvez um peixe inquieto, algo que nunca pudemos ver.
As nossas bocas procuravam-se sempre, ávidas e macias
E por muito tempo permaneciam assim, unidas,
machucando-se, torturando as nossas línguas quase enlouquecidas.
Depois olhávamo-nos nos olhos.
No mais profundo silêncio.
E, sem palavras, partíamos com as mãos docemente amarradas
e os corações estoirando uma alegria breve
Quando a noite descia apaixonada
Como o longo beijo da nossa despedida.
... construímos o amor intenso e súbito
que encheu as tuas mãos de sol e a tua boca de beijos.
Em estranhos desencontros nos amamos.
Havia o rio mas sempre ficávamos na margem.
Eu tocava o teu peito e os teus olhos e, nas minhas mãos,
a tarde projetava as suas grandes sombras
enquanto as gaivotas disputavam sobre a água
talvez um peixe inquieto, algo que nunca pudemos ver.
As nossas bocas procuravam-se sempre, ávidas e macias
E por muito tempo permaneciam assim, unidas,
machucando-se, torturando as nossas línguas quase enlouquecidas.
Depois olhávamo-nos nos olhos.
No mais profundo silêncio.
E, sem palavras, partíamos com as mãos docemente amarradas
e os corações estoirando uma alegria breve
Quando a noite descia apaixonada
Como o longo beijo da nossa despedida.