A MALvadez está na guerra, está em quem a proMOVE, está na manipulação da informação,
está nos milhões das mortes/feridos/estropiados/refugiados/e todas as restantes atrocidades...
Impressiona como o valor/desejo de PAZ, das maiorias não consegue vencer a minoria que investe loucuras nos orçamentos nacionais para armar, cada vez mais, com armas de efectiva destruição massiva.
Depois andamos nós aqui em lutas estúpidas por causa duma fotografia ou dum comentário...
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https://www.facebook.com/conselhopaz/
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21seTEMbro2018
21 de Setembro – Dia Internacional da Paz
Alarguemos a acção pela paz,
pelo desarmamento, pela solidariedade
Neste Dia Internacional da Paz, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma o seu compromisso de sempre de agir com todos quantos, na sua acção quotidiana, defendem os valores da paz, do desarmamento, do respeito pela soberania dos Estados e dos povos e a solidariedade com todos os que, por esse mundo fora, se batem pelo respeito do direito a decidir livremente do seu próprio futuro e pelo progresso social.
A actual situação internacional, marcada por imensos riscos para a paz e segurança mundial, coloca a necessidade de uma ampla convergência de vontades em defesa da paz, pelo desanuviamento das relações internacionais, pelo respeito da soberania dos povos e da independência dos Estados, conforme preconizado na Carta das Nações Unidas e no direito internacional, pelo progresso, pela solidariedade, pela rejeição das guerras de agressão, pelo fim da corrida aos armamentos, pela abolição das armas nucleares, pelo encerramento das bases militares estrangeiras, pelo fim dos blocos político-militares, pelo fim da política de chantagem, de ingerência, de bloqueios e de sanções nas relações internacionais.
A realização, a 20 de Outubro, no Concelho de Loures, do Encontro pela Paz, promovido por diversas organizações e movimentos, incluindo o CPPC, a ampliação do movimento da paz em Portugal representam um contributo para o esforço do desenvolvimento de um amplo movimento da paz ao nível mundial.
O que a história mostra é que os amantes da paz, é que os povos do mundo, mobilizados e unidos, podem travar o passo às forças da guerra. Não esquecemos o Apelo de Estocolmo contra as armas nucleares, que recolheu centenas de milhões de assinaturas em 1950, contribuindo para que não se repetisse o horror de Hiroxima e Nagasáqui; não esquecemos as grandes mobilizações que forçaram à celebração de acordos visando a limitação de armamento nuclear e o desanuviamento, como a Acta Final da Conferência de Helsínquia, em 1975; não esquecemos a solidariedade com o Vietname e o seu povo face à agressão dos EUA; a solidariedade com os povos africanos das antigas colónias portuguesas, que após processos dolorosos conquistaram a paz e a independência nacional; ou a solidariedade com o povo sul-africano na sua luta contra o regime de apartheid; não esquecemos a aprovação, em Julho de 2017, do Tratado de Proibição de Armas Nucleares por uma conferência das Nações Unidas, indo ao encontro da aspiração de um mundo livre da ameaça da guerra nuclear; entre tantos outros exemplos, que demonstram a importância do movimento da paz e da solidariedade com os povos vítimas de agressão e opressão.
Sabemos do poderio dos que estão por detrás do militarismo, da indústria do armamento, das guerras de agressão, da ânsia de domínio económico, mas o CPPC confia que o futuro está nas mãos dos povos, com a sua acção e determinação em defesa da paz, da soberania e do progresso social. É neste caminho que o CPPC está empenhado e é por ele que continuará, com a confiança de sempre, a desenvolver a sua acção pela Paz, seguro que muitos caminharão a seu lado.
Direcção Nacional do CPPC
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*Alarguemos a acção pela paz,
pelo desarmamento, pela solidariedade
Neste Dia Internacional da Paz, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma o seu compromisso de sempre de agir com todos quantos, na sua acção quotidiana, defendem os valores da paz, do desarmamento, do respeito pela soberania dos Estados e dos povos e a solidariedade com todos os que, por esse mundo fora, se batem pelo respeito do direito a decidir livremente do seu próprio futuro e pelo progresso social.
A actual situação internacional, marcada por imensos riscos para a paz e segurança mundial, coloca a necessidade de uma ampla convergência de vontades em defesa da paz, pelo desanuviamento das relações internacionais, pelo respeito da soberania dos povos e da independência dos Estados, conforme preconizado na Carta das Nações Unidas e no direito internacional, pelo progresso, pela solidariedade, pela rejeição das guerras de agressão, pelo fim da corrida aos armamentos, pela abolição das armas nucleares, pelo encerramento das bases militares estrangeiras, pelo fim dos blocos político-militares, pelo fim da política de chantagem, de ingerência, de bloqueios e de sanções nas relações internacionais.
A realização, a 20 de Outubro, no Concelho de Loures, do Encontro pela Paz, promovido por diversas organizações e movimentos, incluindo o CPPC, a ampliação do movimento da paz em Portugal representam um contributo para o esforço do desenvolvimento de um amplo movimento da paz ao nível mundial.
O que a história mostra é que os amantes da paz, é que os povos do mundo, mobilizados e unidos, podem travar o passo às forças da guerra. Não esquecemos o Apelo de Estocolmo contra as armas nucleares, que recolheu centenas de milhões de assinaturas em 1950, contribuindo para que não se repetisse o horror de Hiroxima e Nagasáqui; não esquecemos as grandes mobilizações que forçaram à celebração de acordos visando a limitação de armamento nuclear e o desanuviamento, como a Acta Final da Conferência de Helsínquia, em 1975; não esquecemos a solidariedade com o Vietname e o seu povo face à agressão dos EUA; a solidariedade com os povos africanos das antigas colónias portuguesas, que após processos dolorosos conquistaram a paz e a independência nacional; ou a solidariedade com o povo sul-africano na sua luta contra o regime de apartheid; não esquecemos a aprovação, em Julho de 2017, do Tratado de Proibição de Armas Nucleares por uma conferência das Nações Unidas, indo ao encontro da aspiração de um mundo livre da ameaça da guerra nuclear; entre tantos outros exemplos, que demonstram a importância do movimento da paz e da solidariedade com os povos vítimas de agressão e opressão.
Sabemos do poderio dos que estão por detrás do militarismo, da indústria do armamento, das guerras de agressão, da ânsia de domínio económico, mas o CPPC confia que o futuro está nas mãos dos povos, com a sua acção e determinação em defesa da paz, da soberania e do progresso social. É neste caminho que o CPPC está empenhado e é por ele que continuará, com a confiança de sempre, a desenvolver a sua acção pela Paz, seguro que muitos caminharão a seu lado.
Direcção Nacional do CPPC
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20ouTUbro2018
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Eduardo Galeano
"As guerras mentem"
https://www.youtube.com/watch?v=2rrnFWISjlc
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https://www.facebook.com/emalgumcantodoespaco/videos/507524216262404/
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2noVEMbro2017
José Goulão
https://www.abrilabril.pt/refens-da-arma-de-exterminio
A assinatura, por mais de metade dos países da ONU, do Tratado de Interdição de Armas Nucleares e a atribuição do Prémio Nobel da Paz à Campanha Internacional pela Abolição das Armas Nucleares revelam que, na opinião pública mundial, existe uma consciência crescente do risco para a vida no planeta representado pela existência de cerca de 15 mil engenhos desse tipo, em poder de um número restrito de países.
É certo que o Tratado Internacional começa apenas a ter existência prática depois de ratificado pelo menos por 55 países; e que a credibilidade do Nobel da Paz tem andado por níveis rasteiros, sobretudo desde a atribuição do galardão a entidades e figuras como a União Europeia e Barack Obama, militantes da guerra com abundantes provas dadas.
Porém, a reacção dos meios mais belicistas, com a NATO à cabeça, e logo em cima da aprovação do Tratado de Interdição, revela que as decisões agora tomadas contra as armas de extermínio massivo inquietaram os valentes generais da aliança, os políticos e interesses a quem servem de guarda-costas.
«Não aceitaremos qualquer argumento contido no Tratado», postulou o Conselho do Atlântico algumas horas apenas depois de o documento ter recebido as primeiras das 122 assinaturas recolhidas com a aprovação.
Quem fez suas estas palavras definitivas da NATO foi o ministro português dos Negócios Estrangeiros, certamente por considerar essencial e benéfico para todos nós, mesmo não tendo armas desse tipo, ficar na dependência dos que estão dispostos a usá-las «como meio de defesa», é claro. A NATO, como se sabe, nunca ataca ninguém, apenas se defende, como faz no Afeganistão e na Líbia.
Prevenindo o caso de o ministro português, neste caso por redução ao absurdo, ou qualquer um dos seus colegas de países de alguma forma associados à NATO, ou não, se sentir atraído pelo conteúdo do Tratado de Interdição de Armas Nucleares, o Conselho do Atlântico tratou de se antecipar com o habitual espírito dissuasor, o qual, vindo de quem vem, jamais poderá ser qualificado como ameaça: «apelamos aos nossos parceiros e a todos os países que tenham a intenção de assinar o tratado a reflectirem seriamente sobre as implicações», adverte.
Os signatários não digam depois que não estavam informados, caso a NATO venha a acertar contas com eles. Porque «o objectivo fundamental da nossa capacidade nuclear é preservar a paz e desencorajar a agressão», explica o Conselho do Atlântico; já o Tratado de Interdição, acrescenta, «arrisca-se a fazer o contrário, criando divisões e divergências».
É verdade que a argumentação atlantista parece propaganda para imbecis, mas quando se dispõe da força bruta e do poder discricionário para a usar, a credibilidade nas tomadas de posição não precisa de ser uma preocupação dos porta-vozes.
«Apelamos aos nossos parceiros e a todos os países que tenham a intenção de assinar o tratado a reflectirem seriamente sobre as implicações.»CONSELHO DO ATLÂNTICO
Por exemplo, convencidos ou não da bondade de tais teses «defensivas» e «pacifistas», os portugueses e o seu Parlamento, tal como os povos dos 28 outros Estados da NATO e respectivas assembleias legislativas, não serão chamados a pronunciar-se sobre o Tratado antinuclear aprovado pela maioria dos membros da ONU, porque a aliança atlantista, sem qualquer mandato ou mecanismo democrático, já falou por eles, já o deitou para o lixo.
Vale a pena reflectir uns instantes sobre a atitude de dois países da União Europeia e que não integram a NATO, a Irlanda e a Áustria, que foram dos primeiros a subscrever o Tratado, apesar de os seus governos nada terem de progressistas e de estarem perfeitamente alinhados com o sistema económico e político dominante.
Se os Parlamentos de Viena e Dublin ratificam ou não o documento, esse é outro aspecto, mas que será sempre decorrente do respeito pela democracia e de um acto de soberania nacional. O que não acontece com os povos reféns dos interesses agressivos, expansionistas e minoritários dos quais a NATO é um instrumento de poder.
As posições intransigentes de todos os possuidores de armas nucleares, com maior ou menor disponibilidade para abdicar delas em função dos outros, ou mais ou menos declarações de prontidão para negociar a redução de arsenais, dependendo, ainda e sempre da atitude dos outros, revela até que ponto estão congelados os passos no sentido da desnuclearização militar.
Com a agravante de ganharem terreno as teorias manipuladoras sobre o uso «limitado» de armas de extermínio e que parecem capazes de fragilizar a barreira do medo, que foi um poderoso dissuasor durante a guerra fria.
Os sinais de uma irresponsabilidade associada a uma nova inconsciência, a roçar pela loucura da suposta invulnerabilidade, perceptíveis sobretudo nos responsáveis da Coreia do Norte e dos Estados Unidos da América, colocam a ameaça de extermínio nuclear num patamar de risco nunca antes atingido. Daí que os cientistas que gerem o «relógio do juízo final» continuem a adiantá-lo e a aproximá-lo cada vez mais da hora fatal.
A aprovação do Tratado de Interdição de Armas Nucleares na ONU e a atribuição do Nobel à Campanha Internacional de Abolição chegaram, portanto, num momento decisivo e determinante que agita positivamente a opinião pública, apesar da continuada propaganda belicista.
As duas novas realidades são encorajadoras e mobilizadoras de vontades para todos os que, no mundo, ainda acreditam que é possível travar a fatalidade nuclear, apesar das ameaças da NATO, dos destrambelhamentos em Washington e Pyongyang, da proliferação de engenhos em países teoricamente não nucleares como é o caso de Itália, Alemanha, Holanda, Bélgica e Turquia – transformados em arsenais atlantistas – e de Israel, que os possui clandestinamente.
Neste cenário confrontam-se duas posições, agora claramente definidas com a ajuda do Tratado da ONU e da atribuição do Nobel: a belicista, claramente minoritária nos interesses que serve, mas dotada com o poder absoluto de extermínio e a eficácia de uma propaganda global tentando fazer crer que é possível usar a bomba nuclear como qualquer outra arma de guerra; e a que defende o fim das armas nucleares e de extermínio, verdadeiramente transversal à sociedade global, que procura favorecer o desarmamento total de maneira equilibrada e controlada. Ambas as posições têm ganho influência, o que demonstra como o problema nuclear atingiu um ponto crítico.
Por enquanto prevalece a assustadora realidade de cada um de nós, cidadãos do mundo, ser um refém das armas de extermínio, independentemente da nacionalidade e da localização no planeta. É vital, para todos os seres humanos, inverter a relação de forças; e os últimos êxitos revelam que foram alcançados avanços importantes nessa direcção.
O caminho está aberto; agora é preciso percorrê-lo em união cada vez mais ampla e sem perder tempo, porque o inimigo dispõe de armas letais – e não apenas as nucleares: a irresponsabilidade e, principalmente, o desprezo pela vida humana.
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6ouTUbro2017
PAZ passa por muita acção, MAS urge desarmar e há que começar belo abolir das armas nucleares!!! http://expresso.sapo.pt/internacional/2017-10-06-Nobel-da-Paz-para-Campanha-Internacional-para-Abolicao-de-Armas-Nucleares
A academia sueca acaba de anunciar a atribuição do Nobel da Paz para a organização Campanha Internacional para Abolição de Armas Nucleares (CIAAN) que integra organizações não governamentais de mais de uma centena de países
***11feVEReiro2015
No momento em que se assinalam 65 anos do Apelo de Estocolmo pela abolição das armas nucleares, o Conselho Português para a Paz e Cooperação apela a todos os amigos/as da Paz para a convergência de vontades na acção em torno dessa causa, cuja actualidade permanece, convidando-o/a a subscrever o texto abaixo em http://peticaopublica.com/
Pelo fim das armas nucleares!NOS 65 ANOS DO “APELO DE ESTOCOLMO”
Apelo de Estocolmo
Exigimos a interdição absoluta da arma atómica, arma de terror e de extermínio em massa de populações.
Exigimos o estabelecimento de um vigoroso controle internacional para a aplicação dessa medida de interdição.
Consideramos que o governo que primeiro utilizar a arma atómica, não importa contra que país, cometerá um crime contra a humanidade e será tratado como criminoso de guerra.
Pedimos a todos os homens de boa vontade no mundo inteiro que assinem este apelo.
Março de 1950
Em Março de 1950, o movimento internacional de partidários da Paz, na sequência do fim da Segunda Guerra Mundial, constituiu-se em Conselho Mundial da Paz e, perante a ameaça da repetição do horror de Hiroxima e Nagasaki, lançou um Apelo pelo banimento das armas nucleares sob estrito controlo internacional, denunciando a sua natureza intimidatória e de assassínio massivo.
Mas volvidos 65 anos, cinco potências nucleares detêm arsenais nucleares declarados, e cinco outros países detêm-nas também, porém sem terem subscrito o Tratado de Não Proliferação alcançado em 1968.
Hoje, como então, receamos que algum Estado agressor possa antecipar o lançamento da arma nuclear contra algum outro Estado, pretendendo tirar vantagem militar, o que seria crime cometido contra a humanidade, a ser tratado como crime de guerra. Todavia, sabemos hoje que a dimensão dos arsenais e a escala planetária dos impactos tornaram o julgamento de tal crime uma impossibilidade. Seria o fim da Justiça, por ser o fim da Civilização.
Assim, todos nós, organizações e pessoas que subscrevemos este documento:
Invocamos e saudamos o exemplo dos activistas e personalidades que intervieram pela abolição das armas nucleares e que redigiram o Apelo de Estocolmo, bem como os milhões de homens e mulheres, avós e pais das gerações presentes, que o subscreveram então em todo o mundo. E bem assim os que, quer no movimento da Paz quer nas instituições internacionais, desde então vêm incansavelmente lutando pela sua divulgação, sua causa e sua necessária aplicação.
Apelamos à consciência de todos para a convergência de vontades na acção em torno dessa causa cuja actualidade permanece – desarmar a estratégia de tensão e de ilusória superioridade militar que conduziria ao genocídio nuclear.Afirmamos como urgente o fim das armas nucleares e de extermínio em massa de populações, das bases militares estrangeiras, assim como o desarmamento geral e controlado.
Exigimos das autoridades portuguesas o cumprimento das determinações da Constituição da República Portuguesa e da Carta das Nações Unidas, em respeito pelo direito internacional e pela soberania dos Estados e igualdade de direitos dos povos.
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via avante e CDU com toda a confiança:
Pedro Guerreiro escreveu:
«A guerra é inerente ao capitalismo. Enquanto este sistema existir e for predominante multiplicar-se-ão o militarismo, a ingerência e as agressões»
A IMPORTÂNCIA DA LUTA PELA PAZ
Não será necessário ser um observador atento para se ter a percepção de que a actual situação internacional é caracterizada pela proliferação de «conflitos» e pelo aumento da insegurança e da instabilidade. No entanto, a continuada banalização de tal evolução é sistematicamente acompanhada pela ocultação das suas causas e, consequentemente, dos seus responsáveis, sendo a mentira deliberada e metodicamente veiculada recorrendo-se a todo o tipo de operações de desinformação, quantas vezes com base nas mais inimagináveis provocações e hediondos crimes, procurando converter os agressores em «agredidos», os criminosos em «vítimas», os opressores em «libertadores».
A «informação» vinculada pelos «grandes centros de comunicação ocidentais» sobre a actual situação na Ucrânia e nos territórios palestinianos ilegalmente ocupados por Israel são chocantes exemplos desta realidade. Não surpreende que o imperialismo tenha necessidade de encobrir a sua natureza, objectivos e acção exploradora, opressiva e agressiva – os seus crimes –, não olhando a meios para dificultar a legítima resistência dos povos e neutralizar a mobilização de amplos movimentos de solidariedade com a sua luta.
Servindo-se do seu sofisticado poderio bélico e dos seus diversificados meios de condicionamento ideológico, o imperialismo – com a preponderância do norte-americano – procura encontrar a saída para a profunda crise estrutural com que o capitalismo se debate intensificando a exploração e criando e alimentando focos de desestabilização contra todos aqueles que resistem ou que considera serem um obstáculo às suas pretensões de recolonização e de imposição do seu domínio mundial – numa escalada de agressão que, a não ser travada, representará uma séria ameaça para a paz no mundo.
A guerra é inerente ao capitalismo. Enquanto este sistema existir e for predominante multiplicar-se-ão o militarismo, a ingerência e as agressões, com a possibilidade da deflagração de conflitos de maiores proporções – actualmente, uma nova guerra mundial poderia significar a destruição da Humanidade.
Assim, a luta contra a guerra imperialista, pela paz e em defesa da soberania e independência nacionais assume-se como uma importante componente da luta pela transformação progressista e revolucionária da sociedade, sendo que a ampliação da base social e política do movimento da paz representa uma contribuição para o reforço da luta mais ampla pela emancipação social e nacional. Perante a actual ofensiva do imperialismo, não resta outra alternativa aos trabalhadores e aos povos senão resistir e lutar pelos seus legítimos direitos e aspirações. As lutas e processos emancipadores, seja da exploração de classe, do domínio colonial ou de regimes de opressão, confluem objectivamente na luta contra o imperialismo e são componentes de um mesmo processo de libertação universal.
Amplas alianças
Neste sentido, assume uma grande importância a convergência do conjunto das forças que, embora actuando com objectivos diversificados, possam confluir objectivamente na luta contra as guerras imperialistas, contra a ameaça do fascismo e pela paz. Aos comunistas e revolucionários coloca-se a exigência de – sem diluição ou abdicação da sua identidade e princípios – impulsionar as mais amplas alianças sociais e a convergência das forças progressistas e anti-imperialistas. Amplas alianças e convergência que reforcem o movimento da paz e de solidariedade com os povos vítimas da agressão imperialista e da sua acção em prol do desarmamento – em particular, do desarmamento nuclear –, da resolução pacífica dos conflitos internacionais, do fim das bases militares estrangeiras, da dissolução da NATO (que realiza uma nova cimeira a 4 e 5 de Setembro, no Reino Unido), do direito à autodeterminação dos povos e da luta de libertação do domínio colonial, do respeito pela soberania e independência nacionais, da rejeição do fascismo e da opressão da liberdade e da democracia, do progresso social, da amizade e cooperação entre os povos, por profundas transformações antimonopolistas e anti-imperialistas, pelo socialismo.
Luta pela paz e solidariedade com os povos que, em Portugal, significa, para além do mais, defender e afirmar os valores da Revolução de Abril – que representou a liquidação do fascismo, o fim das guerras coloniais e a conquista da paz e de profundas transformações democráticas, a afirmação da soberania e independência nacionais e uma política de amizade e cooperação com todos os povos do mundo –, exigir o cumprimento da Constituição portuguesa – que entre outros importantes princípios rejeita o envolvimento do País em agressões e projectos belicistas –, defender a soberania e independência nacionais e lutar contra a NATO e o seu pilar europeu, a União Europeia do grande capital e das grandes potências.
Pedro Guerreiro
fonte: jornal «Avante!»
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a paz...o pão...a habitação...
https://www.youtube.com/watch?v=KpFEn24TyuA&list=RDKpFEn24TyuA#t=5
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hj, principalmente amanhã... e sempre é Dia Int. PAZ...queremos PAZ, pão, habitação, saúde...
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Lennon
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A LUTA PELA PAZ
por Ilda Figueiredo
A crescente agressividade de EUA e seus aliados da União Europeia, designadamente no âmbito da NATO, não é alheia às suas perdas de importância económica face ao crescimento da Ásia, com destaque para a China e, embora em menor grau, de melhorias económicas e sociais nalgumas zonas da América Latina, mesmo que persistam as ameaças dos fundos-abutre de esmagar a Argentina, que continue o boicote económico dos EUA a Cuba e ainda haja, por vezes, algumas veleidades de tentar desestabilizar a República Bolivariana da Venezuela, a Bolívia ou o Equador.
Por isso, temos de procurar olhar para lá da espuma das declarações sobre a constante multiplicação de conflitos armados em diferentes zonas do mundo e procurar ver as suas causas intrínsecas, os interesses em jogo e, sobretudo, tentar perceber quem vai ganhar com mais uma guerra, porque perder sabemos sempre que são as populações, com destaque para crianças, mulheres e idosos.
Enquanto a cada vez mais visível crise do capitalismo internacional se agrava, aumentam as ameaças, ingerências e agressões aos povos em todas as zonas que o imperialismo considera fundamentais para o controlo das matérias-primas, das áreas geoestratégicas, dos países cujos governos se opõem ao domínio imperialista dos EUA, da NATO e da União Europeia.
Enquanto os trabalhadores, reformados e juventude sofrem as consequências desta crise, cheia de escândalos do sector financeiro, com os seus offshores, swapps e toda a panóplia de instrumentos que permitem transformar dívidas privadas (por, exemplo de famílias banqueiras e outras do género) em dívidas públicas, soberanas, que o povo tem de pagar, com cortes em salários, em reformas e em apoios sociais, com mais desemprego e empobrecimento, surgem novos apelos ao reforço do militarismo, ao escandaloso aumento do orçamento militar, com o próprio primeiro-ministro Passos Coelho a admitir a possibilidade de mandar portugueses para essa nova força de intervenção rápida que os líderes imperiais decidiram criar nesta última Cimeira da NATO, sobretudo para enfrentar a Federação da Rússia.
Seguramente desde a Segunda Guerra Mundial não se vivia tamanha destruição de povos e países, particularmente visível desde 2001, com a invasão do Afeganistão e logo depois, em 2003, do Iraque tendo como justificação uma das maiores mentiras de sempre, as ditas armas de destruição maciça que nunca ninguém viu. Seguiu-se uma lista imensa de países bombardeados, com destaque para a Líbia, Líbano, diversas vezes a Palestina, Síria, os numerosos conflitos em diversos países de África e na Ásia, o que agravou a situação de anomia, de caos e de barbárie em muitos lados.
E novamente a guerra ameaça a Europa, onde, na ex-Jugoslávia, há 15 anos, pela primeira vez após a Segunda Guerra Mundial, a NATO bombardeou um povo europeu, para impor a destruição de um Estado. Agora, após o apoio à destabilização da Ucrânia e ao golpe fascista de Fevereiro passado, todas as ameaças permanecem e se intensificaram com as conclusões da última Cimeira da NATO, realizada há dias, no País de Gales, no Reino Unido, o qual, mesmo desunido, mantém uma poderosa máquina bélica agressiva e o conhecido apoio militar e político aos governos dos EUA, sejam de Bush ou de Obama.
É preocupante o cerco à Federação da Rússia, o reforço do agressivo sistema anti-míssil nos países vizinhos, a tentativa de atrelar a Ucrânia simultaneamente à União Europeia e à NATO, as declarações de Obama sobre a coligação internacional que está a tentar formar com apoios árabes e também europeus, com o empenho de François Hollande, para intervir novamente no Iraque e tentar chegar à Síria, a pretexto do combate aos chamados radicais islamitas.
A loucura da guerra é uma ameaça cada vez maior sobre os povos do Mundo, incluindo da Europa, como dramaticamente se vê todos os dias nas afirmações de líderes que se julgam donos do Mundo: EUA, NATO e seus aliados da União Europeia. Mas a guerra não é inevitável. Impõe-se exigir com vigor a dissolução da NATO, o desarmamento nuclear, o respeito pelo direito soberano de cada povo escolher o seu caminho de progresso e de paz.
O reforço do movimento da luta pela Paz, como aconteceu há cerca de 65 anos, quando se criou o Conselho Mundial da Paz, é uma questão civilizacional da actualidade, para defender o futuro. Neste contexto, foi importante o alerta do próprio Papa Francisco para os perigos de uma terceira guerra mundial, mesmo que disputada em fragmentos, com crimes, massacres e destruição. Tal como é importante que em diversas partes do mundo, incluindo em Portugal, cresçam os protestos contra estas graves ameaças à Paz, como vimos em pleno Agosto, com a participação de muitas centenas de democratas em acções públicas de solidariedade com a Palestina, em diversos locais do País.
Pela Paz, todos não somos demais.
Por isso, temos de procurar olhar para lá da espuma das declarações sobre a constante multiplicação de conflitos armados em diferentes zonas do mundo e procurar ver as suas causas intrínsecas, os interesses em jogo e, sobretudo, tentar perceber quem vai ganhar com mais uma guerra, porque perder sabemos sempre que são as populações, com destaque para crianças, mulheres e idosos.
Enquanto a cada vez mais visível crise do capitalismo internacional se agrava, aumentam as ameaças, ingerências e agressões aos povos em todas as zonas que o imperialismo considera fundamentais para o controlo das matérias-primas, das áreas geoestratégicas, dos países cujos governos se opõem ao domínio imperialista dos EUA, da NATO e da União Europeia.
Enquanto os trabalhadores, reformados e juventude sofrem as consequências desta crise, cheia de escândalos do sector financeiro, com os seus offshores, swapps e toda a panóplia de instrumentos que permitem transformar dívidas privadas (por, exemplo de famílias banqueiras e outras do género) em dívidas públicas, soberanas, que o povo tem de pagar, com cortes em salários, em reformas e em apoios sociais, com mais desemprego e empobrecimento, surgem novos apelos ao reforço do militarismo, ao escandaloso aumento do orçamento militar, com o próprio primeiro-ministro Passos Coelho a admitir a possibilidade de mandar portugueses para essa nova força de intervenção rápida que os líderes imperiais decidiram criar nesta última Cimeira da NATO, sobretudo para enfrentar a Federação da Rússia.
Seguramente desde a Segunda Guerra Mundial não se vivia tamanha destruição de povos e países, particularmente visível desde 2001, com a invasão do Afeganistão e logo depois, em 2003, do Iraque tendo como justificação uma das maiores mentiras de sempre, as ditas armas de destruição maciça que nunca ninguém viu. Seguiu-se uma lista imensa de países bombardeados, com destaque para a Líbia, Líbano, diversas vezes a Palestina, Síria, os numerosos conflitos em diversos países de África e na Ásia, o que agravou a situação de anomia, de caos e de barbárie em muitos lados.
E novamente a guerra ameaça a Europa, onde, na ex-Jugoslávia, há 15 anos, pela primeira vez após a Segunda Guerra Mundial, a NATO bombardeou um povo europeu, para impor a destruição de um Estado. Agora, após o apoio à destabilização da Ucrânia e ao golpe fascista de Fevereiro passado, todas as ameaças permanecem e se intensificaram com as conclusões da última Cimeira da NATO, realizada há dias, no País de Gales, no Reino Unido, o qual, mesmo desunido, mantém uma poderosa máquina bélica agressiva e o conhecido apoio militar e político aos governos dos EUA, sejam de Bush ou de Obama.
É preocupante o cerco à Federação da Rússia, o reforço do agressivo sistema anti-míssil nos países vizinhos, a tentativa de atrelar a Ucrânia simultaneamente à União Europeia e à NATO, as declarações de Obama sobre a coligação internacional que está a tentar formar com apoios árabes e também europeus, com o empenho de François Hollande, para intervir novamente no Iraque e tentar chegar à Síria, a pretexto do combate aos chamados radicais islamitas.
A loucura da guerra é uma ameaça cada vez maior sobre os povos do Mundo, incluindo da Europa, como dramaticamente se vê todos os dias nas afirmações de líderes que se julgam donos do Mundo: EUA, NATO e seus aliados da União Europeia. Mas a guerra não é inevitável. Impõe-se exigir com vigor a dissolução da NATO, o desarmamento nuclear, o respeito pelo direito soberano de cada povo escolher o seu caminho de progresso e de paz.
O reforço do movimento da luta pela Paz, como aconteceu há cerca de 65 anos, quando se criou o Conselho Mundial da Paz, é uma questão civilizacional da actualidade, para defender o futuro. Neste contexto, foi importante o alerta do próprio Papa Francisco para os perigos de uma terceira guerra mundial, mesmo que disputada em fragmentos, com crimes, massacres e destruição. Tal como é importante que em diversas partes do mundo, incluindo em Portugal, cresçam os protestos contra estas graves ameaças à Paz, como vimos em pleno Agosto, com a participação de muitas centenas de democratas em acções públicas de solidariedade com a Palestina, em diversos locais do País.
Pela Paz, todos não somos demais.
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https://www.facebook.com/NarizVermelho/photos/a.10151377071894621.500283.301085554620/10152718868324621/?type=1&theater
Bom dia!
Hoje é o Dia Internacional da Paz, foi declarado pela ONU em 30 de novembro de 1981.
O Dia Internacional da Paz é um dia de cessar-fogo e de não violência em todo o mundo. Desde então a ONU tem celebrado este dia, cuja finalidade não é apenas que as pessoas pensem na paz, mas sim que façam também algo a favor da paz.
E você? Vai fazer alguma coisa?
Hoje é o Dia Internacional da Paz, foi declarado pela ONU em 30 de novembro de 1981.
O Dia Internacional da Paz é um dia de cessar-fogo e de não violência em todo o mundo. Desde então a ONU tem celebrado este dia, cuja finalidade não é apenas que as pessoas pensem na paz, mas sim que façam também algo a favor da paz.
E você? Vai fazer alguma coisa?
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Vai haver
várias iniciativas
da marcha mundial para a Paz e a não-violência:



Mais do que nunca, vive-se numa época em que os senhores, aqueles que governam, tornaram a indústria militar o negócio mais rentável do mundo.Milhões de dólares são gastos diariamente para sustentar a guerra em paísesonde já se deveria ter instalado a paz. Vem, tão somente, confirmar que"quem faz a guerra não quer a paz".
Mas há quem esteja atento a esta realidade.
O colectivo de estudantes pela Paz, perante o fechar de olhos da ONU, relembra que há uma palavra que vale muito mais que todas as armas, por muito avançadas que estas sejam: a PAZ.Por isso, numa etapa de toda a organização em torno da Marcha Mundial pela Paz, estudantes de várias faculdades pintaram um mural na cidade universitária, em Lisboa. Cumprindo, de certo modo, uma pequeníssima quota parte deste grande sonho e objectivo: PINTAR A PAZ EM TODAS AS RUAS E ROSTOS DO MUNDO."

Vai haver
várias iniciativas
da marcha mundial para a Paz e a não-violência:



Mais do que nunca, vive-se numa época em que os senhores, aqueles que governam, tornaram a indústria militar o negócio mais rentável do mundo.Milhões de dólares são gastos diariamente para sustentar a guerra em paísesonde já se deveria ter instalado a paz. Vem, tão somente, confirmar que"quem faz a guerra não quer a paz".
Mas há quem esteja atento a esta realidade.
O colectivo de estudantes pela Paz, perante o fechar de olhos da ONU, relembra que há uma palavra que vale muito mais que todas as armas, por muito avançadas que estas sejam: a PAZ.Por isso, numa etapa de toda a organização em torno da Marcha Mundial pela Paz, estudantes de várias faculdades pintaram um mural na cidade universitária, em Lisboa. Cumprindo, de certo modo, uma pequeníssima quota parte deste grande sonho e objectivo: PINTAR A PAZ EM TODAS AS RUAS E ROSTOS DO MUNDO."
http://www.marchamundialpt.org/
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21seTEMbro2010
Hoje é DIPaz

Musiquinhas da Paz seleccionadas pela Vanda Furtado Marques
do Gilberto Gil &João Donato
http://www.youtube.com/watch?v=PV_gWajtfV4
e dos Roupa Nova
http://www.youtube.com/watch?v=9f7srtmnxyM&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=CU_JRKoF8Ns&feature=related
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21seTEMbro2010
Hoje é DIPaz

Musiquinhas da Paz seleccionadas pela Vanda Furtado Marques
do Gilberto Gil &João Donato
http://www.youtube.com/watch?v=PV_gWajtfV4
e dos Roupa Nova
http://www.youtube.com/watch?v=9f7srtmnxyM&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=CU_JRKoF8Ns&feature=related
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