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domingo, 14 de Setembro de 2014
FESTIVAL DAS SOPAS 2014
Há menos de hora e meia, cerca das 20H30, quando de lá saí, ainda havia muitas dezenas de pessoas, das cerca de seis centenas que estiveram presentes ao almoço, a comer sopas que, entretanto, regressaram quentinhas, carnes acabadas de grelhar e, sobretudo, a desfrutar do convívio de amigos, de familiares e de conterrâneos e, a esta hora, ainda estão no recinto e no Salão Cultural Ataijense, algumas dezenas a trabalhar, lavar, limpar, transportar e arrumar todo o imenso mobiliário e demais utensílios e materiais sem os quais não teria sido possível realizar o Festival das Sopas.
A direcção do Salão Cultural Ataíjense arriscou, apesar das previsões meteorológicas, a realização do Festival no Largo do Cabouqueiro.
É certo que, durante a manhã, muitas nuvens negras ameaçaram desfazer-se em água e, cerca do meio-dia, houve uma chuva fraca que terá sido suficiente para afastar alguns inscritos mais timoratos que acabaram por não aparecer.
Como é certo que, durante o almoço, pelo menos duas vezes e por breves momentos, vários chapéus de chuva se abriram sobre as mesas. Mas foram raros pingos, não mais de dois ou três por pessoa.
Pode, mesmo, dizer-se que o São Pedro não nos pregou uma grande molha porque não quis, preferindo, ao invés, encharcar algumas vizinhanças. Só podemos estar gratos.
O risco assumido da realização da festa ao ar livre foi, assim, prodigamente premiado e o dia passou-se sem chuva e sem vento e com temperatura muito agradável, do que resultou uma grande tarde de convívio.
O êxito da função deve-se a muita gente. Na impossibilidade de aqui mencionar todos, deixamos as fotografias das cozinheiras:
E, uma vista do recinto, às 14H06:
E, às 19H19:
Obrigado a todos os que contribuíram para este dia tão agradável.
A direcção do Salão Cultural Ataíjense arriscou, apesar das previsões meteorológicas, a realização do Festival no Largo do Cabouqueiro.
É certo que, durante a manhã, muitas nuvens negras ameaçaram desfazer-se em água e, cerca do meio-dia, houve uma chuva fraca que terá sido suficiente para afastar alguns inscritos mais timoratos que acabaram por não aparecer.
Como é certo que, durante o almoço, pelo menos duas vezes e por breves momentos, vários chapéus de chuva se abriram sobre as mesas. Mas foram raros pingos, não mais de dois ou três por pessoa.
Pode, mesmo, dizer-se que o São Pedro não nos pregou uma grande molha porque não quis, preferindo, ao invés, encharcar algumas vizinhanças. Só podemos estar gratos.
O risco assumido da realização da festa ao ar livre foi, assim, prodigamente premiado e o dia passou-se sem chuva e sem vento e com temperatura muito agradável, do que resultou uma grande tarde de convívio.
O êxito da função deve-se a muita gente. Na impossibilidade de aqui mencionar todos, deixamos as fotografias das cozinheiras:
E, às 19H19:
Obrigado a todos os que contribuíram para este dia tão agradável.