19/08/2014

8.589.(19ag2014.12.34'.56") Dia Mundial da Ajuda Humanitária

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Assinala-se hoje o Dia Mundial da Ajuda Humanitária
http://www.radiolatina.lu/index.php/noticias/noticias-luxemburgo/item/14201-assinala-se-hoje-o-dia-mundial-da-ajuda-humanitaria
Assinala-se hoje o Dia Mundial da Ajuda Humanitária.
Para assinalar a efeméride, a Comissão Europeia presta homenagem aos trabalhadores humanitários que perderam a vida ou a liberdade ou que foram feridos no cumprimento da sua missão.
A Comissão Europeia, através do seu Serviço de Ajuda Humanitária, tem equipas permanentes em zonas de crise em todo o mundo.
O Serviço trabalha em estreita colaboração com outras organizações humanitárias parceiras, tais como as agências especializadas da ONU, a Cruz Vermelha e as organizações não-governamentais.
Juntos proporcionam ajuda humanitária a populações civis em todo o mundo, de um modo imparcial e não discriminatório.
Os ataques de que foram alvo funcionários de organizações humanitárias atingiram um novo pico em 2013, com o registo de 155 mortos, de acordo com dados publicados hoje pelo centro de investigação Humanitarian Outcomes.
O Afeganistão encabeça a lista de países onde enfrentam maior risco - com 81 mortos em 2013 -, segundo a mesma organização.
Ao longo do ano passado, foram mortos, em todo o mundo, 155 trabalhadores de organizações humanitárias, 171 feridos gravemente e 134 raptados.
A representação permanente do Luxemburgo, em Nova Iorque, contribuiu de forma substancial para a adopção de uma declaração presidencial e de duas resoluções sobre as questões humanitárias da crise na Síria.
Redacção Latina / Lusa
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http://www.medicosdomundo.pt/pt/noticias/go/dia-mundial-da-ajuda-humanitaria

DIA MUNDIAL DA AJUDA HUMANITÁRIA.


Assinala-se no próximo Domingo, 19 de Agosto, o Dia Mundial da Ajuda Humanitária.
 Esta efeméride nasce como forma de recordar, mas também homenagear os 22 companheiros e colegas que foram mortos no bombardeio à sede da ONU, em Bagdad, a 19 de Agosto. Corria o ano de 2003. Mas em causa está ainda a memória de todos aqueles – agentes humanitários – que pagaram um elevado preço apenas e só porque se encontravam no cumprimento do dever.
Como é sabido, o trabalho de intervenção humanitária tem vindo a emergir como uma das mais perigosas profissões do Mundo. Sequestros, tiroteios e ameaças de morte são parte da descrição do dia-a-dia em locais como o Afeganistão, o Sudão, a Síria, a Somália e tantos outros assolados por conflitos. Na verdade, nos últimos 10 anos, estima-se que mais de 800 colaboradores humanitários tenham sido mortos ao tentarem prestar ajuda aos mais necessitados e outros 1300 foram sequestrados ou feridos.

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2010

Mensagem do Secretário-Geral da ONU – Dia Mundial da Ajuda Humanitária

Mensagem do Secretário-Geral da ONU –
Dia Mundial da Ajuda Humanitária
(19 de Agosto de 2010)
Neste Dia Mundial da Ajuda Humanitária, renovamos o nosso compromisso de apoiar os esforços que visam salvar vidas humanas e recordamos aqueles que deram a vida por esta nobre causa.
As pessoas que são vítimas de terríveis acontecimentos ficam, frequentemente, sem nada. Sem família, sem comida, sem casa, sem trabalho. Muitas vezes, ficam igualmente sem um passaporte ou qualquer outro documento de identificação.
Nada.
Os trabalhadores humanitários ajudam as vítimas a recuperar e a recomeçar a sua vida. Os trabalhadores humanitários são os nossos enviados, que encarregamos de demonstrar a nossa solidariedade com os que sofrem.
Representam o que a natureza humana tem de melhor, mas o seu trabalho é perigoso. Muitas vezes, aventuram-se a ir para os lugares mais perigosos do mundo. E, muitas vezes também, pagam um preço muito elevado. Perseguição e intimidação. Sequestro e até assassínio.
O terramoto que abalou o Haiti, em Janeiro, foi uma catástrofe humanitária para o país. Esta catástrofe teve igualmente um efeito devastador nos trabalhadores humanitários. As Nações Unidas perderam alguns dos seus funcionários mais dedicados.
No Dia Mundial da Ajuda Humanitária, recordemos os necessitados... os que perderam a vida ao tentar ajudá-los... e os que continuam a prestar ajuda, sem se deixarem intimidar pelos perigos que enfrentam, a fim de construir um mundo melhor e mais seguro.