09/09/2014

8.666.(9set2014.9.9.9") JCP...A juventude na linha certa...

http://www.jcp-pt.org/
Foi criada a 10nov1979
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9noVEMbro2019

Intervenção de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral, Jantar-Comício comemorativo do 40º Aniversário da JCP «Pelo que temos direito – avançamos com a força da Juventude»

«Pelo que temos direito – avançamos com a força da Juventude»


«Pelo que temos direito – avançamos com a força da Juventude»

Recebam da Direcção do nosso Partido, o Partido Comunista Português, as mais fraternas saudações nesta vossa iniciativa.
Saudação à Direcção da Juventude Comunista Portuguesa que hoje assinala o seu quadragésimo aniversário, mas particularmente saudação a todas as gerações de jovens comunistas que, ao longo dos quase 100 anos de história do PCP, com a sua energia, com a sua criatividade, com a sua dedicação e militância, ajudaram a erguer esta força que foi capaz de resistir a todas as provações, mas principalmente foi capaz de crescer e avançar, como os camaradas bem afirmam, sempre “com a força da Juventude”.
Andaram bem os camaradas ao decidir assinalar a passagem de mais um aniversário da JCP, neste caso a bonita marca de 40 anos, associada aos direitos da Juventude.
Quando, em 1979, se considerou a utilidade e necessidade de fundir a União da Juventude Comunista e a União de Estudantes Comunistas, expressões da organização dos jovens comunistas Portugueses, que prosseguiam com determinação a tarefa levada a cabo nas décadas anteriores por outras estruturas que, em cada momento, correspondiam às necessidades e às condições de intervenção, assumiu-se como tarefa da nova organização da Juventude Comunista “unir milhares de jovens, construir um poderoso movimento pelos interesses e direitos económicos, sociais, profissionais, culturais e políticos da juventude” como referiu, nesse dia 10 de Novembro, o camarada Álvaro Cunhal, no Encontro da Unificação no Pavilhão do Sacavenense.
“Estamos certos” dizia ele, “de que a organização unificada desenvolverá a sua actividade na directa continuidade e na linha das tradições de combate do movimento juvenil comunista em Portugal, e em particular da União das Juventudes Comunistas, e da União dos Estudantes Comunistas - cujo papel, na defesa dos interesses da juventude, na luta do nosso povo nos últimos anos de ditadura fascista e no decurso do processo da Revolução portuguesa, na defesa do regime democrático, ficará marcado como uma inapreciável contribuição e uma expressão da determinação, da dedicação, da coragem e da combatividade da juventude portuguesa e da sua vanguarda revolucionária — a Juventude Comunista”.
É neste quadro que a JCP, a Juventude do PC, intervém e luta.
Assinalámos na passada quinta-feira o centésimo segundo aniversário da Revolução de Outubro. Fizemo-lo afirmando a actualidade e premência dos ideais e dos valores que nortearam aqueles que assumiram o Assalto aos Céus, e conquistaram, pela primeira vez, direitos que ainda hoje fazem parte do acervo de direitos universalmente consagrados como básicos.
Sim, o direito à educação para todos é uma conquista universal da Revolução de Outubro. Bem como o direito à produção e fruição cultural, ao desporto, o direito ao trabalho com direitos, a férias pagas, à jornada máxima de 8 horas, o direito à protecção da maternidade, ou os direitos das crianças a crescerem felizes.
Sim, foi o povo soviético que conquistou pela primeira vez o espaço, colocando o primeiro homem e a primeira mulher em órbita.
Sim, foi o povo soviético que, arrostando com mais de 20 milhões de mortos, deu uma inigualável contribuição para a derrota da besta nazi-fascista, permitindo inaugurar um longo período de paz mundial.
Direitos, feitos e conquistas que colocam a Revolução de Outubro e a sociedade socialista que ela inaugurou não nos baús da história ou nos livros de memórias, mas como projecto de futuro que anima a intervenção de milhões de seres humanos.
Por muito que os centros de decisão procurem impor, com meios descomunais à escala planetária, a deturpação, manipulação e calúnia sobre o que ela representou, a vida aí está todos os dias a mostrar-nos como os avanços alcançados pela vitoriosa Revolução de Outubro, onde, pela primeira vez na história da humanidade, se acabou com a exploração do homem pelo homem, são elementos tão actuais.
Quem não acalenta o sonho de colocar as riquezas produzidas por todos, não ao serviço de um punhado de privilegiados, alguns sem rosto conhecido, que acumulam mordomias imensas, mas ao serviço de todos os que trabalham e a produzem, como ali, na pátria dos sovietes, acontecia.
Quem não gostaria de ver os extraordinários avanços da ciência e da técnica, fruto da ilimitada imaginação, criatividade e capacidade científica humana, ao serviço do bem de todos, da resolução dos múltiplos problemas existentes, designadamente na área da saúde e da alimentação humanas, do bem estar da humanidade, enfim, como ali também se verificava.
Quem rejeitaria uma situação em que a cultura e o desporto fossem, não um bem de luxo apenas acessível a alguns, mas um direito de todos e que por isso, os artistas, os intelectuais, os homens e mulheres da cultura vissem o seu contributo para a democratização do belo valorizado com dignidade?
Quem não gostaria de saber que a utilização dos recursos do planeta era feita apenas na medida em que é indispensável às necessidades humanas, que se regia pela defesa da natureza, do meio ambiente e do equilíbrio ecológico, e não para acumular riquezas.
Quem não quererá pôr fim a um injusto sistema que promove a guerra, a morte, para assegurar o seu domínio mundial, e não se detém perante nada, convivendo tão bem com a morte de uma criança nas águas do mediterrâneo, como com os milhares de mortos provocados pelas bombas de Hiroshima e Nagasaki, lançadas quando o desfecho da Guerra estava já traçado.
Quem recusará, por fim, um mundo em que a violência da exploração do homem pelo homem, da repressão e da dominação não seja mais que uma memória do passado e que, ao acabar-se com o injusto sistema que lhe dá origem, se acabe também com todas as desigualdades e discriminações? Quem recusará essa pátria de paz, de liberdade, de igualdade, de progresso social, de direitos iguais para todos, como defende o Partido Comunista Português?
Sabemos bem que os currículos da escola, os filmes e séries de televisão, os jogos electrónicos, a versão, enfim, dos vencedores temporários da História dirá o contrário. Mas por muito que gritem os defensores da teoria do fim da História, por muito que celebrem, como se final fosse, a destruição da União Soviética e do campo socialista, é mesmo esse mundo novo, democrático, de prosperidade para todos, de esperança e felicidade que teimamos a construir.
As forças do capital e os serventuários ao seu serviço chegam ao ponto de fazer aprovar resoluções no Parlamento Europeu onde procuram equiparar o Nazismo aos que o combateram e derrotaram, aos que sofreram às suas mãos, igualando algozes e vítimas.
Sabemos bem porque o fazem. Sabemos bem por que a intervenção dos jovens comunistas e de tantos outros que connosco actuam é tantas vezes perseguida, silenciada, penalizada, na escola, nos locais de trabalho, nos bairros e localidades.
Sabemos que o capital, envolvido nas suas contradições insanáveis, numa crise estrutural de que não se consegue livrar, agravando-a a cada dia que passa, não pode admitir que apareçam e se afirmem outros caminhos e outras alternativas, que se afirme aos olhos de cada vez mais jovens um projecto e um ideal que defende que a humanidade não está condenada à exploração, à fome, à miséria generalizada, à pobreza, à injustiça e à guerra, um “ideal que corresponde de tal forma às necessidades e aspirações mais profundas no nosso povo, que um dia será dele o futuro”.
Estamos a falar dos direitos da Juventude, da secular luta para os alcançar, do direito à Escola Pública gratuita e de qualidade, da exigência de acesso de todos aos mais elevados graus de ensino, da luta contra a precariedade, e pelo emprego com direitos e com salários justos, da reclamação pelo direito à habitação, do combate em defesa da natureza, e sabemos que estamos hoje em circunstâncias diferentes das que estivemos na anterior legislatura, para essa batalha.
Se é verdade que o capital não logrou atingir dois dos seus principais objectivos com as ultimas eleições legislativas – alcançar uma maioria absoluta para o PS, para que este ficasse com as mãos completamente livres para retomar a política de direita que caracterizou o seu percurso de décadas, e, por outro lado, reduzir o PCP a um papel insignificante, irrelevante na vida política portuguesa -, não é menos verdade que as circunstâncias políticas se alteraram.
Pela nossa parte, ao mesmo tempo que prosseguimos a avaliação colectiva sobre o novo quadro político saído das eleições legislativas de 6 de Outubro, em que queremos que cada membro do Partido e também da JCP, cada amigo nosso possa contribuir com a sua reflexão para o acerto da opinião colectiva e para a dinamização da acção e actividade partidária, assumimos como linha de intervenção o cumprimento imediato dos compromissos assumidos com os trabalhadores, com o povo e com a juventude, com a apresentação de propostas que, a serem aprovadas, dariam resposta a diversos problemas nacionais cuja solução só ainda não foi concretizada pelos compromissos do PS com as orientações e ditames do Euro e da União Europeia e aos interesses do grande capital.
Assim é com a proposta de aumento geral dos salários, de valorização das profissões e carreiras e do aumento do Salário Mínimo Nacional para 850 euros. Bem pode o PS agora vir dizer que quer atingir, lá para 2023, um salário mínimo de 750 euros, como resposta à nossa proposta, que não se livra de continuar a ser o responsável por centenas de milhares de trabalhadores continuarem a marcar passo nesta matéria. Está nas mãos do Governo!
Assim é com a proposta que extingue o balcão dos despejos, visando assegurar a todos o direito a uma habitação condigna. Não chega fazer declarações de princípio e anúncios recorrentes de habitações que nunca mais chegam, mas assistir, impávido e sereno, ao aumento brutal das rendas de casa e também de quartos para estudantes, empurrando milhares de famílias para fora das zonas onde sempre moraram e expulsando jovens das universidades por não terem meios para pagar o alojamento.
Assim é também com a proposta de investimento no transporte público, garantindo meios para alargar a oferta, com a aquisição efectiva de navios, de comboios e autocarros, e com a garantia de verbas para alargar o passe a todo o País. De pouco servem as declarações de preocupação com o ambiente e com a natureza, se a mais importante medida para reduzir o transporte individual for boicotada pela falta de meios, por falta de resposta em horários e em conforto dos transportes públicos.
Assim é ainda, apenas para dar alguns exemplos, com a proposta de reposição dos escalões do abono de família com vista a garantir a sua universalidade, ou a proposta de creches gratuitas para todas as crianças até aos 3 anos. Lágrimas de crocodilo face à baixa taxa de natalidade e ao dramático défice demográfico, já nós conhecemos. O que é preciso é ver agora se as promessas da campanha eleitoral não redundam numa mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma.
Sim, é preciso saber se o PS nos acompanha em cada um destes e dos outros mais de três dezenas de projectos que entretanto apresentámos, ou se vai ficar a olhar para o que corresponda aos interesses do capital ou para os critérios do défice e da dívida, pondo em causa a concretização de uma política alternativa.
É preciso saber se o PS vai ficar inebriado com os elogios de Bruxelas ao crescimento económico, se vai continuar a ladaínha das contas certas, entregando na data aprazada, ou antes mesmo disso, o que desse crescimento resulta aos agiotas da dívida, ou se vai colocar esse crescimento ao serviço do investimento público, para responder às muitas exigências da Escola Pública, se vai utilizar esses meios adicionais para contratar os profissionais em falta, se vai aproveitar essa folga que as empresas revelam ter para melhorar os direitos e salários de quem trabalha e para combater a precariedade.
Aqui estamos com jovens da Juventude Comunista Portuguesa, assinalando uma vez mais, um mês depois das eleições legislativas, que os sucessos não nos descansam e as dificuldades não nos desanimam.
Os compromissos que assumimos com os trabalhadores e com o povo exigem que, ao invés de nos voltarmos para dentro a carpir mágoas, como alguns gostariam, nos dirijamos para fora, façamos crescer a nossa organização, recrutemos mais jovens para a JCP e, com audácia, lhes atribuamos mais responsabilidades, nas escolas do Ensino Secundário, do Ensino Superior, nos locais de trabalho.
Que alarguemos o nosso trabalho e intervenção em unidade com tantos outros jovens que sentem os mesmos problemas que cada um de vós sente, no movimento estudantil, no movimento sindical, nas associações juvenis e colectividades.
E que ganhemos cada um deles para essa verdade universal de que a resolução desses problemas, a ruptura com a política que lhe está na origem, a alternativa patriótica e de esquerda que lhes responderá está nas mãos de cada um. Com a sua iniciativa e particularmente com a sua luta.
Assim foi no passado, com a classe operária da Rússia Czarista a tomar conta dos seus próprios destinos, assim foi durante a longa noite fascista em Portugal, com tantos homens e mulheres, tantos, tantos deles jovens, a arrostarem os maiores perigos para derrotar o fascismo, assim foi nos gloriosos anos de Abril, em que a movimentação das massas determinou o rumo da Revolução, assim foi nos últimos anos com a luta a derrotar o PSD e o CDS e a conduzir o PS, com a nossa iniciativa, ao caminho da reposição, defesa e conquista de direitos.
Reforço da unidade, reforço da luta, reforço do Partido e da JCP, reforço da proposta e da iniciativa política. Eis as tarefas que cada um tem de assumir como suas. Eis a virtuosa fórmula que abrirá as portas à alternativa patriótica e de esquerda porque lutamos. Eis o caminho que, mais cedo que tarde, nos trará a Democracia Avançada com os valores de Abril no futuro de Portugal e nos conduzirá a um futuro socialista, ao Comunismo.
Viva a Juventude!
Viva a Juventude Comunista!
Viva a JCP!
Viva o PCP!





 
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10noVEMbro2017


Hoje comemora-se o 38º Aniversário da Juventude Comunista Portuguesa!
38 anos de existência transportando o património de luta dos jovens que na História se levantaram, resistiram e nunca se resignaram perante a exploração e a opressão, a pobreza e falta de condições de vida, o imperialismo e a guerra, o racismo e a xenofobia. Todos os dias os jovens de todo o país transportam os valores que a JCP defende como o trabalho com direitos, a educação pública e gratuita, o direito à habitação e à prática desportiva, o direito à criação e acesso à cultura, o direito a viver num ambiente sadio, entre tantos outros

 


Como afirmámos no 11º Congresso realizado em Abril deste ano, é pela luta que lá vamos! E por isso comemoramos o aniversário intimamente ligados à luta da juventude que se faz nas escolas, nos locais de trabalho e na rua para defender e conquistar novos direitos, assim como para reconquistar os direitos roubados e a fazer deste um país onde a juventude possa viver.

No próximo Sábado, 11 de Novembro, a JCP irá realizar uma festa na Voz do Operário, em Lisboa. Dia que irá contar com a realização do 14º Encontro Nacional do Ensino Secundário e da 16ª Conferência Nacional do Ensino Superior, momentos de importância central onde a defesa da Educação pública, gratuita, democrática e de qualidade para todos será o mote para a definição de linhas de trabalho dos estudantes comunistas para os próximos anos.

A juventude em Portugal poderá continuar a contar com a JCP nas batalhas na nova fase da vida política nacional, não desperdiçando nenhuma oportunidade para a melhoria das condições de vida da juventude, de forma a abrirmos caminho a uma política patriótica de esquerda tão necessária ao país e a uma vida digna para os trabalhadores e o povo português. Por isso também apelamos a que todos se juntem à manifestação nacional convocada pela CGTP-IN para o dia 18 de Novembro em Lisboa, pela exigência da valorização do trabalho e dos trabalhadores.

Cá estamos e estaremos na luta por uma nova sociedade da e com a juventude, os trabalhadores e o povo português, com o programa que propomos de construção no país de uma Democracia Avançada, no caminho do Socialismo!
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10noVEMbro2015

https://www.facebook.com/JuventudeComunistaPortuguesa/photos/a.402395799859735.1073741828.401661266599855/816881321744512/?type=3&theater
A Juventude Comunista Portuguesa celebra hoje o seu 36.º aniversário.

Hoje, como antes, a juventude não se resigna e são muitas as batalhas que travamos: em defesa da escola pública, gratuita, democrática e de qualidade; em defesa da universalidade do acesso ao ensino superior; contra a precariedade, os baixos salários, o desemprego e a emigração forçada; pelos valores e direitos que a revolução de Abril consagrou, pelo direito a sermos felizes no nosso país!

Apesar dos muitos obstáculos que enfrentamos, estes 36 anos de intervenção e a capacidade transformadora da luta dão-nos confiança e mostram que é possível uma sociedade mais justa e fraterna e um mundo de paz e solidariedade entre os povos, onde não haja lugar à exploração do Homem pelo Homem e em que seja possível a plena concretização dos direitos e aspirações juvenis.

Viva a luta da juventude portuguesa! Viva a JCP!

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35anos
http://www.jcp-pt.org/index.php?option=com_content&task=view&id=1482&Itemid=1
35 ANOS DA JUVENTUDE COMUNISTA PORTUGUESA
Avante com Abril! Transformar o Sonho em Vida!
10-Nov-2014
A Juventude Comunista Portuguesa (JCP), a organização revolucionária da juventude portuguesa, comemora hoje 35 anos. Há precisamente 35 anos acontecia a unificação da União da Juventude Comunista (UJC) e da União de Estudantes Comunistas (UEC) de onde resultaria o nascimento da JCP. São 35 anos de resistência e de luta no nosso país pela construção de um futuro com dignidade para a juventude portuguesa, de uma democracia avançada que coloque os valores de Abril no futuro de Portugal, do socialismo e do comunismo.

Ao longo dos nossos 35 anos de história muitas foram as lutas que a juventude portuguesa travou e terá que continuar a travar para derrotarmos a política de direita e os governos que a servem. A JCP desempenhou, desempenha e continuará a desempenhar um papel insubstituível da dinamização e na consciencialização da juventude para a necessidade da luta e de que é com esta que alcançamos conquistas.
Hoje continuamos na luta no Ensino Secundário pela defesa da Escola Pública como conquista de Abril; pela avaliação contínua e pelo fim dos exames nacionais e das barreiras no acesso ao Ensino Superior; pela revogação do Estatuto do Aluno e pela Democracia nas escolas; pelo reforço do Orçamento de Estado para a Educação para que tenhamos condições materiais, humanas e pedagógicas; pela gratuitidade dos manuais escolares. Prosseguimos a luta no Ensino Superior pela sua gratuitidade e pelo fim das propinas; pela retirada do Processo de Bolonha de Portugal e por uma real reforma pedagógica que tenha em conta a realidade do nosso país; pela revogação do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior e pela defesa do carácter Público do Ensino Superior e da representatividade estudantil; pelo reforço do financiamento da Acção Social Escolar.

Continuamos na luta no Ensino Profissional pela dignificação deste ramo de ensino, pelo reforço do seu carácter público e gratuito. No trabalho lutamos e lutaremos contra a precariedade; contra este Código do Trabalho; contra o desemprego; contra os baixos salários; pela defesa da contratação colectiva; do trabalho com direitos.

A JCP comemora durante este ano os seus 35 anos em várias iniciativas e actividades das organizações regionais ou dos colectivos de base. Estamos a procurar realizar debates dentro das escolas secundárias em torno dos 35 anos. No dia 10 de Novembro teremos uma acção de contacto por todo o país em torno do nosso aniversário, o Agit também terá as suas páginas centrais dedicadas a esta data. No dia 15 de Novembro realizaremos uma iniciativa nacional de comemoração, que se vai realizar na Cidade do Porto, que constará de um concerto com Capicua,Mundo Segundo e convidados e NTS, a partir das 21h30 no HardClub.

A Juventude Comunista Portuguesa está estreitamente ligada à vida e dinâmica da juventude. Apesar da situação difícil que vivemos encaramos com uma enorme alegria e confiança a tarefa histórica que se nos coloca de transformar a nossa sociedade numa sociedade mais justa e fraterna. Acreditamos que é possível derrotarmos o capitalismo no nosso país, como também construir um
mundo de paz e de solidariedade entre os povos onde o imperialismo seja derrotado! Não baixamos os braços, porque sabemos que é invencível e imparável a causa pela qual lutamos, o socialismo e o comunismo!

Os valores de Abril são a nossa arma e são o nosso caminho, que vamos percorrer com a imensa força da luta da juventude.

Apelamos à juventude portuguesa que tome partido, que se organize na JCP, a organização revolucionária da juventude!
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http://www.pcp.pt/sa%C3%ADmos-daqui-com-mais-for%C3%A7a-para-afirmar-para-lutar-para-levar-avante-este-nosso-sonho

Intervenção de Helena Casqueiro, membro da Comissão Política da Direcção Nacional da JCP, Seixal, Comício da Festa do «Avante!» 2014


Saímos daqui com mais força para afirmar, para lutar, para levar avante este nosso sonho


Viva a Festa do Avante!
Viva à Festa da Juventude!, que é o fruto da confiança, da determinação, da alegria, da solidariedade. Somos milhares que lá fora, com o nosso povo, lutamos para que os valores de Abril que aqui se vivem, sejam os valores da juventude e os valores de Portugal!
Também na nossa Festa a juventude assume o seu papel. São centenas os militantes e amigos da JCP que ajudaram a erguer esta terra, a terra da liberdade, este chão que é nosso, trazendo mais confiança ao Partido e à luta de todos os dias.
Aos jovens que na Festa tomaram partido juntando-se à JCP, uma especial saudação. Estamos confiantes de que sairemos daqui com mais braços para derrubarmos a política de direita e fazermos cumprir Abril!
Daqui da Atalaia reafirmamos: Somos os filhos da Revolução, somos os filhos de Abril!
Conhecemos as conquistas de Abril, conhecemos os nossos direitos, defendemo-los exercendo-os, defendemo-los com a luta!
A luta é a nossa arma. É a nossa arma nas escolas, nas ruas e nos locais de trabalho.
Não aceitamos a velha história do “tem de ser assim…”!
Não aceitamos os cortes na educação, o trabalho precário, a pobreza, a guerra. Não aceitamos a mentira e a demagogia.
Dizem-nos que juventude está afastada da política. Mas é esta política de direita que está longe daquilo são os nossos direitos, vontades e anseios, quando nos empurram para fora das escolas, para o desemprego, para a emigração, para a pobreza.
Não aceitamos a destruição das nossas vidas e erguemo-nos contra ela.
Como fizeram por todo o país os estudantes do ensino secundário afirmando “Basta! Não aos cortes na educação”.
Como fizeram os estudantes do ensino superior, exigindo mais bolsas e menos propinas.
Como fizeram os jovens trabalhadores, contra o roubo, a precariedade, o desemprego e a emigração forçada.
Lutas estas e outras, onde os jovens comunistas estiveram, estão e estarão sempre presentes na defesa dos direitos da juventude.
A JCP, a organização revolucionária da juventude portuguesa, que nos enche o peito de alegria e força para continuar a lutar, celebra este ano os seus 35 anos.
35 anos a transformar o sonho em vida, esse sonho que tem Partido, o nosso Partido, o Partido Comunista Português.
Camaradas e amigos, Álvaro Cunhal dizia “a felicidade (…) é um dos objetivos da luta dos comunistas.”
Lutemos então por essa felicidade, com a alegria que é tão nossa, para que já amanhã, nas ruas, nas escolas e locais de trabalho, afirmemos a força de quem quer e pode transformar o Mundo.
Foi desta forma que realizamos o nosso X Congresso e é assim que estamos a preparar o Encontro Nacional do Ensino Secundário e a Conferência Nacional do Ensino Superior, com discussão, mobilização, reforço e luta.
Hoje saímos daqui com mais força para afirmar, para lutar, para levar avante este nosso sonho.
Ao trabalho, Avante com Abril! Viva a JCP! Viva o PCP e a nossa Festa!
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feVEReiro2015
Via JCP
13.º Encontro Nacional do Ensino Secundário da JCP, repleto de alegria e ânimo para a luta que travamos todos os dias nas escolas um pouco por todo o país e que vai continuar: a luta pela Escola a que temos direito — pública, gratuita e de qualidade para todos — a Escola de Abril!
https://www.facebook.com/JuventudeComunistaPortuguesa?fref=nf
Hoje foi assim o 13.º Encontro Nacional do Ensino Secundário da JCP, repleto de alegria e ânimo para a luta que travamos todos os dias nas escolas um pouco por todo o país e que vai continuar: a luta pela Escola a que temos direito — pública, gratuita e de qualidade para todos — a Escola de Abril!
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Via notícias ao minuto

Jerónimo: Governo tira às escolas e dá a especuladores

O secretário-geral do PCP acusou hoje o Governo de retirar milhões às escolas, dinheiro que depois vai "direitinho para o bolso dos especuladores" e para "alimentar uma minoria capitalista que vive da exploração do trabalho alheio".

http://www.noticiasaominuto.com/pais/350977/jeronimo-governo-tira-as-escolas-e-da-a-especuladores
"O dinheiro que estão a tirar às escolas, aos vossos pais, aos vossos avós, ao desenvolvimento do país, vai direitinho ao bolso dos especuladores, a quem o país paga juros exorbitantes de uma dívida que cresceu para salvar uma banca que se afundou na corrupção e a jogar na especulação, na economia de casino", afirmou o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, num encontro da Juventude Comunista, que se realizou no Barreiro.
Falando perante cerca de uma centena de jovens do ensino secundário a que chamou de "netos de Abril", Jerónimo de Sousa lamentou que para resolver os problemas da escola nunca exista dinheiro, ao contrário do que acontece com "a minoria capitalistas que vive da exploração do trabalho alheio" que também usufrui dos milhões de euros retirados à Educação.
"É um governo que não tem conserto, que está ali para garantir os interesses dos grandes senhores das finanças e dos grandes negócios", disse.
Na sua intervenção, Jerónimo de Sousa recordou ainda "o caos" e o "desastre" que foi o início deste ano letivo, com milhares e alunos sem aulas, classificando os últimos três anos de meio de Governo PSD/CDS-PP como "anos negros para o país" e para a Educação.
"Só o Governo PSD/CDS roubou mais de dois milhões de euros às escolas do país contando com os cortes previstos para o presente ano", sustentou, argumentando que esta política "que rouba às escolas", está também a "roubar" no desenvolvimento.
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http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=806635&tm=9&layout=122&visual=61

Jerónimo de Sousa considera pouca digna a posição de Portugal no Eurogrupo

Líder do PCP diz que o prolongamento do financiamento à Grécia mantém as medidas dolorosas para o povo grego.

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http://www.jcp-pt.org/index.php?option=com_content&task=view&id=1507&Itemid=1
NOTA DE IMPRENSA
O ataques à Escola Pública continuam. Todos ao 13.º Encontro Nacional do Ensino Secundário!
20-Fev-2015
enesoutro.pngCom o segundo período do ano lectivo a meio, temos vindo a verificar que os problemas nas escolas agravam-se, fruto do corte de 704 Milhões de Euros na Educação, aprovado no Orçamento de Estado para 2015. Em diversas escolas do país continuam a faltar professores e funcionários, continuam a existir alunos sem materiais e manuais escolares pois os pais não têm capacidades económicas para pagá-los, continuam a existir turmas sobrelotadas, escolas com falta de infraestruturas importantes como pavilhões de educação física e cantinas, escolas com péssimas condições físicas e sem aquecimento o que obriga os estudantes a levar mantas e sacos de água quente para as aulas. Todos estes problemas são fruto dos sucessivos cortes na educação feitos pelos governos PS, PSD e CDS. Só o actual Governo já cortou mais de 2.000 milhões na educação, entre 2011 e 2015. 
Aprodunda-se o rumo de destruição da Escola Pública através da tentativa cada vez maior de desresponsabilização do Estado com a Educação, como é exemplo a tentativa de “transferência de competências” para as autarquias locais, com acordo entre o Governo do PSD /CDS e o PS. O Governo pretende transferir competências para as autarquias, depois de as ter conduzido para uma situação de asfixia financeira (seja pelos cortes nas transferências do Orçamento de Estado, seja pela imposição da participação no Fundo de Apoio Municipal), sem transferir os recursos necessários que permitam o seu adequado desenvolvimento, quando impõe que não haja aumento de despesa pública. Esta é uma clara forma do Governo desresponsabilizar-se da Educação e desrespeitar a autonomia do Poder Local Democrático.

É neste contexto que realizamos o 13.º ENES (Encontro Nacional do Ensino Secundário), com o lema “Pela Escola de Abril: Lutar e Resistir!”, já amanhã, dia 21 de Fevereiro, no Barreiro, que reunirá estudantes de todo o país e onde serão discutidos os principais problemas das escolas, analisada a situação da Educação, bem como a necessidade de intensificar o desenvolvimento da luta dos estudantes em defesa do nosso direito a estudar e de apontarmos propostas para defender a Escola Pública. Para esta ampla discussão, estão convidados a participar todos os estudantes interessados na defesa da Escola Pública.

A Juventude Comunista Portuguesa saúda todas as lutas de estudantes travadas durante este ano lectivo, em particular as lutas travadas já neste segundo período em torno da resolução de problemas concretos, com particular destaque à luta pelo aquecimento nas escolas, e apela a todos os estudantes que continuem a desenvolver a luta nas ruas e nas escolas, fazendo do mês de Março, no assinalar das comemorações do 24 de Março- Dia do Estudante, um mês de protesto e de luta pela escola a que temos direito: Pública, Gratuita, Democrática e de Qualidade para todos! 
Coordenadora Nacional do Ensino Secundário da Juventude Comunista Portuguesa
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abril2014
10.º congresso


O 10.º Congresso da JCP terminou com a alegria característica dos jovens comunistas, que é fruto da confiança no nosso projecto e da certeza de que com a luta é possível conquistar uma sociedade e um mundo melhor: é possível transformar o sonho em vida! 

se fosse a universidade dos jovens Ps ou Psd ou Centristas...As televisões faziam directose muitas reportagens...
Já sabemos que a questão da propriedade dos meios de comunicação!!!
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Todo o congresso pode ser apreciado aqui:



TERCEIRA SESSÃO - https://www.youtube.com/watch?v=ZilqRc9uAvk

QUARTA SESSÃO - https://www.youtube.com/watch?v=tk8ons4R-GY

QUINTA SESSÃO - https://www.youtube.com/watch?v=Lk-aSugnz-k

SEXTA SESSÃO - https://www.youtube.com/watch?v=badHr_iHDtU
Video exibido durante o 10º Congresso da JCP, realizado na Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa a 5 e 6 de Abril de 2014.
https://www.youtube.com/watch?v=oczpTcjbSD4&feature=share
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Intervenção de João Ferreira, 1º Candidato da CDU às Eleições para o Parlamento Europeu, Lisboa, 10.º Congresso da Juventude Comunista Portuguesa

As falsas promessas de mudança são feitas para que nada mude

http://www.pcp.pt/falsas-promessas-de-mudan%C3%A7a-s%C3%A3o-feitas-para-que-nada-mude
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Intervenção de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral, Lisboa, 10.º Congresso da Juventude Comunista Portuguesa

Avante com Abril! Organizar, Lutar, Transformar

http://www.pcp.pt/avante-com-abril-organizar-lutar-transformar-0
excerto 1
"Hoje, a realidade aí está a dar razão a todos os que como nós não claudicaram, não viraram as costas às dificuldades, não renunciaram à luta, não abandonaram princípios e a sua ideologia - o marxismo-leninismo -, souberam entender a importância da organização revolucionária e da sua ligação às massas e afirmaram que o Socialismo continuava a ser a alternativa de fundo a um capitalismo cada vez mais explorador, agressivo, predador e opressor."

Jerónimo de Sousa, Lisboa, 06 Abril 2014
10.º Congresso da Juventude Comunista Portuguesa

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4abril2010
Alcobaça vai preparar o 9.º Congresso da JCP












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28noVEMbro2009
Alcobaça




Jornalista Joana Fialho deu relevo:
Aniversário da JCP assinalado em Alcobaça
Comemora-se este ano o 30º aniversário da Juventude Comunista Portuguesa e o Colectivo Concelhio de Alcobaça do PCP não quer deixar passar em branco a efeméride.
Esta noite, 27 de Novembro, o Centro de Trabalho de Alcobaça do PCP é palco de um concerto das bandas alcobacenses “Chicken Mythic” e “Noise & Energy”.

A festa tem início às 22h00 no nº.8 da Rua Alexandre Herculano.

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