01/10/2014

8.817.(1out2014.7.7') 1º livro impresso (bíblia) - Johannes Gutenberg...1.º volume d' enciclopédia

23fev1455
ou 30set1452
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30set1452
via Wikipédia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Johannes_Gutenberg

A Bíblia de Gutenberg[editar | editar código-fonte]

O primeiro livro impresso por Gutenberg foi a Bíblia, processo que se iniciou cerca de 1450 e que terá terminado cinco anos depois em Março de 1455.5
Para comprovar a magnificência deste inventor alemão do século XV, realiza-se anualmente, nos Estados Unidos, o "Festival Gutenberg" - uma espécie de Feira de demonstrações e inovações nas áreas do desenho gráfico, da impressão digital, da publicação e da conversão de texto - que só comprova que a invenção do mestre Gutenberg consegue, ainda hoje, cultivar seguidores que, da sua experiência-base, tentam superar o invento e adaptar as tecnologias modernas às exigentes necessidades do mundo atual. Ele também escreveu os livros: "Ala, e a terra prometida", "Buda e o elefante" e "O dragão de São Jorge, O Santo guerreiro!"
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Via
http://tipografos.net/livros-antigos/b-42.html


A B-42 de Gutenberg (1452-1455)

O primeiro livro impresso na Europa está guardado em vários museus. O mais emblemático é o Museu da Imprensa em Mainz (Mongúncia), Alemanha. A Bíblia impressa por Johannes Gutenberg é o símbolo-chave de um momento de transição da história humana. A sua invenção, a imprensa, provocou uma revolução: a propagação do «conhecimento para todos».

b42
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Via
http://bibliotecaucs.wordpress.com/2012/10/18/o-primeiro-livro-impresso-no-mundo/



O primeiro livro impresso no mundo


Os primeiros suportes utilizados para a escrita foram tabuletas de argila ou de pedra. A seguir veio o khartés (volumen para os romanos, forma pela qual ficou mais conhecido), que consistia em um cilindro de papiro, facilmente transportado. Aos poucos o papiro é substituído pelo pergaminho, excerto de couro bovino ou de outros animais. O pergaminho acaba sendo substituído pelo códex, que era uma compilação de páginas, não mais um rolo. Uma consequência fundamental do códice é que ele faz com que se comece a pensar no livro como objeto, identificando definitivamente a obra com o livro.
O livro continua sua evolução com o aparecimento de margens e páginas em branco. Também surge a pontuação no texto, bem como o uso de letras maiúsculas. Também aparecem índices, sumários e resumos, e na categoria de gêneros, além do didático, aparecem osflorilégios (coletâneas de vários autores), os textos auxiliares e os textos eróticos. Progressivamente aparecem livros em língua vernacular, rompendo com o monopólio do latim na literatura. O papel passa a substituir o pergaminho.
Mas a invenção mais importante, já no limite da Idade Média, foi a impressão, no século XIV. Consistia originalmente da gravação em blocos de madeira do conteúdo de cada página do livro; os blocos eram mergulhados em tinta, e o conteúdo transferido para o papel, produzindo várias cópias.
Foi em 1405 surgia na China, através de Pi Sheng, a máquina impressora de tipos móveis, mas a tecnologia que iria provocar uma revolução cultural moderna foi desenvolvida por Johannes Gutenberg.
No Ocidente, em 1455, Johannes Gutenberg inventa a imprensa com tipos móveis reutilizáveis, o primeiro livro impresso nessa técnica foi a Bíblia em latim.
Uma Bíblia de 641 páginas foi o primeiro livro impresso pelo alemão Johan Gutemberg. Para imprimir cada página Gutemberg precisou forjar letras em chumbo e depois arranjá-las uma a uma, manualmente, para formar painéis com palavras compondo linhas. Para piorar seu trabalho, o estilo de escrita da época era a gótica, com letras cheias de volteios. Uma vez impressa uma página, era preciso deixá-la secar para depois imprimir no verso. Foram feitos cerca de 300 exemplares, mas nem todos eram iguais – alguns tinham as letras iniciais de cada capítulo caprichosamente pintadas à mão.
Gutemberg, filho de um alto funcionário da Casa da Moeda da região da Mogúncia (Alemanha), teve a ideia de criar a imprensa ao ver moedas serem cunhadas. A invenção é considerada uma das mais importantes da história da humanidade pelas profundas mudanças que provocou na difusão do conhecimento no mundo inteiro.
• A Bíblia também é o livro mais vendido. Somente de 1815 a 1998 foram comercializados 3,88 bilhões de exemplares no mundo inteiro.
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6nov1455
http://www.imultimedia.pt/museuvirtpress/port/hist/1300/1300.html
(6 Nov.)Gutenberg termina a impressão da Bíblia de 42 linhas, obra atribuída princípalmente a Gutenberg, primeiro livro impresso tipográficamente.
Gutenberg perde o processo que o opunha a Fust, tendo-lhe sido retirado todo o material de tipografia e impressão que possuia.
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Via
http://blogs.odiario.com/inforgospel/2013/02/27/biblia-primeiro-livro-moderno-impresso-completou-558-anos-confira/
23fev1455






Bíblia – Primeiro Livro Moderno impresso completou 558 anos – Confira


O primeiro exemplar da Bíblia foi impresso por Johannes Gutenberg, e ficou conhecido como a Bíblia de 42 linhas, saiu da imprensa alemã de Maguncia em 23 de fevereiro de 1455. A invenção da imprensa foi por Gutenberg aperfeiçoada e possibilitou que milhões de pessoas no mundo pudesse ter a Bíblia e outros livros impressos. - Confira, fique sabendo e comente…
Um dos grandes marcos da história e cultura foi a criação da imprensa. Embora esta invenção não seja de Johannes Gutenberg, foi ele quem aperfeiçoou.Entre suas primeiras impressões foi o livro dos livros, a Bíblia.
Gutenberg aperfeiçoou a imprensa para substituir a de madeira pela de metal, fabricando tipo de metal fundidos em moldes suficiente para permitir a composição de textos. Esta invenção se tornou a chamada impressão tipográfica com tipos de metal móveis, que deram origem ao livro moderno .
A invenção da imprensa com tipos móveis é um dos grandes marcos na história da cultura.Possibilitando executar várias cópias de livros, dando assim acesso a um maior número de pessoas ao redor do mundo para ter acesso a escritos, isto implicou mudanças radicais na política, na religião e nas artes.
Assim, o impacto da invenção da imprensa foi tremendo. Produção de livros durante os primeiros 50 anos após a contribuição de Gutenberg foi decisivo, quase certamente maior nos últimos mil anos.
A Bíblia, o primeiro livro moderno
A Bíblia de Gutenberg é também conhecida como “a Bíblia de 42 linhas”, ou Bíblia Mazarin. Esta é uma versão impressa da Vulgata(Latina), que foi impresso na oficina de Mainz, na Alemanha, no século XV.
O formato é, possivelmente, uma imitação do manuscrito de Mainz, também chamado Bíblia Gigante de Mogúncia, cujo 1.300 páginas foram escritas à mão.
O nome “42 linha Bible” refere-se ao número de linhas impressas em cada página, e é usado para diferenciá-lo a partir da edição mais recente de 36 linhas.
A preparação para esta edição começou depois de 1450, e os primeiros exemplares estavam disponíveis em 1455. Foi realizada utilizando uma prensa de impressão de tipos móveis.  Uma cópia completa tem 1282 páginas, e foram encadernado em dois volumes, pelo menos.
Esta Bíblia é o mais famoso incunábulos (impressão feita antes do ano 1500), e começou a sua produção e impressão em massa de textos no Ocidente. Acredita-se que foram produzidas cerca de 180 exemplares, 45 em pergaminho e 135 em papel. Depois de impresso, assinado e foram ilustradas a mão, o trabalho foi feito por especialistas, fazendo com que cada cópia se tornasse única.
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01 de Julho de 1751: Com discurso de d'Alembert, é publicado o primeiro volume da Enciclopédia

No dia 1 de Julho de 1751 é publicado o primeiro volume da Enciclopédia, precedida por discurso de d'Alembert. Foi nessa data o início de uma aventura editorial sem precedentes que iria arejar as ideias em França e em toda a Europa.
O projecto nascera seis anos antes do desejo do livreiro Le Breton de traduzir a Cyclopaedia do autor inglês Ephraïm Chambers - um dicionário ilustrado das ciências e das artes publicado em 1728.

O livreiro e editor submete a sua ideia a Denis Diderot, que na época tinha 32 anos. Esse impetuoso e ambicioso rapaz, que se dizia "filósofo", passou a visar não mais uma simples tradução e sim um "quadro geral dos esforços do espírito humano em todos os géneros e em todos os séculos" Foi assim que surgiu o nome 'enciclopédia', neologismo forjado segundo uma expressão grega que designa as ciências destinadas a ser ensinadas.

Diderot resolve valer-se também dos serviços do seu amigo, o matemático e filósofo Jean Le Rond d'Alembert. Em Outubro de 1750, expõe o seu projecto num prospeto tendo em vista atrair subscritores. Mais de 2 mil responderam ao apelo e pagaram cada um 280 libras. Ou seja, o equivalente ao rendimento anual de um operário. Alguns dos maiores espíritos da época aceitaram colaborar com a grandiosa obra editorial.
Jean d'Alembert, principal autor da Enciclopédia ao lado de Diderot, era filho natural do cavaleiro de Touches e de uma dama da alta aristocracia, Madame de Tencin.
Abandonado ao nascimento em 11 de Novembro de 1717 nas escadarias da igreja  Saint-Jean Le Rond – daí o seu segundo nome – recebe entretanto uma excelente educação graças aos subsídios do seu pai natural. Torna-se um sábio e um pensador muito requisitado que as pessoas arrastavam aos salões mundanos de Paris, como os de Madame Geoffrin, de Madame du Deffand e de Julie de Lespinasse, por quem se apaixonaria sem esperança até  à sua morte.
Por seu lado Denis Diderot consegue também a protecção da influente marquesa de Pompadour, amante do rei Luis XV. O sucesso da Enciclopédia é imediato em França e nos demais países da Europa das Luzes. A sua tiragem  alcança prontamente os 4200 exemplares, um número extraordinário  tendo em conta também o custo da obra.
A publicação teve os seus problemas. Além de acusações de heresia, teve que enfrentar constantemente as acusações dos religiosos. Os Enciclopedistas são culpados de criticar a religião católica. Os jesuítas, alicerçados no seu prestígio em matéria de educação, são os adversários mais virulentos.

De maneira totalmente inesperada, Jean-Jacques Rousseau desentende-se com Diderot e passa a  opor-se à Enciclopédia em virtude do artigo Genebra no qual d'Alembert critica os modos e costumes austeros da cidade calvinista. Rousseau publica então a Carta a d'Alembert sobre os Panoramas.

Em 8 de Março de 1759, com base num falacioso pretexto, o Conselho de Estado proíbe a venda da Enciclopédia e exige o reembolso aos 4 mil subscritores.

D'Alembert, desencorajado, renuncia a levar adiante o empreendimento. Os dois últimos tomos são publicados clandestinamente por Diderot em 1765 e os derradeiros volumes de páginas e pranchas ilustradas são enfim publicadas sem a participação de Diderot em 1772.

No total, em trinta anos, foram publicados 28 volumes compreendendo 11 volumes de pranchas ilustradas e mais de mil artigos com a assinatura de cerca de 200 autores, entre os quais os mais reputados do seu tempo: Voltaire, Montesquieu, Rousseau, Condorcet, Quesnay, Turgot, Marmontel, Helvétius, barão d'Holbach.
Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)
Jean-Baptiste le Rond d'Alembert por Maurice Quentin de La Tour
Denis Diderot, por Louis-Michel van Loo
 https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2018/07/01-de-julho-de-1751-com-discurso-de.html