03/02/2015

9.514.(3fev2015.7.55') 1ª unidade distrital de Cuidados Paliativos vai para o Hospital d' Alcobaça...Será só bom?

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30mAIO2018
Vou saber quando abre...
No dia após a votação contra a provocação da morte antecipada!!!
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18jan2018
A candidatura para o financiamento da construção de uma unidade de Cuidados Paliativos no Hospital de Alcobaça Bernardino Lopes de Oliveira (HABLO), que integra o Centro Hospitalar de Leiria (CHL), foi finalmente aprovada, no âmbito do programa operacional Centro 2020.
A unidade de Cuidados Paliativos, a primeira no distrito, terá 12 camas e permitirá “colmatar uma grave falta de resposta na região, prestando cuidados de saúde num ambiente confortável e tranquilo, garantindo a melhoria da qualidade de vida, aliviando o sofrimento e prestando apoio à família”, explica, em comunicado, Alexandra Borges, vogal executiva do Conselho de Administração do CHL.
As obras deverão ficar concluídas até ao final deste ano e estão orçadas em 472 mil euros, dos quais 157 mil serão assegurados por fundos comunitários.
A intenção de ter a primeira unidade deste género no distrito instalada no HABLO foi apresentada, em Alcobaça, pela administração do CHL em fevereiro de 2015. À data, a administração do CHL definiu este investimento como “prioritário e estratégico” e tinha previsto o arranque da obra para o início de 2016. A Unidade de Cuidados Paliativos previa “reaproveitar o espaço ocupado de internamento de cirurgia, serviço que praticamente não funciona em Alcobaça, uma vez que apenas realiza cirurgias em ambulatório”.
O projeto esteve em desenvolvimento e, depois de numa primeira fase o financiamento não ter sido aprovado, a construção da Unidade de Cuidados Paliativos pode avançar em breve.
“O projeto não foi inicialmente aprovado, mas atendendo à sua importância e mais valia que o mesmo irá trazer à região e para os nossos utentes, não desistimos, defendemos a nossa proposta, apresentámos reclamação e acabámos por ter a aprovação que, no nosso entender, é da mais elementar justiça”, frisou Alexandra Borges. De acordo com a responsável, o projeto tem uma importância assinalável tendo em conta o facto de a região ter “um elevado índice de envelhecimento”: o índice de envelhecimento é o segundo maior do País, apenas atrás do Alentejo, e em Alcobaça a taxa fixa-se nos 156,6%, com o “consequente aumento da prevalência de doenças crónicas”.
http://www.regiaodecister.pt/noticias/aprovada-candidatura-para-cuidados-paliativos-no-hospital-de-alcobaca
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19dez2017
CDU questionou na Assembleia Municipal pela criação da unidade de Cuidados Paliativos
João Paulo Raimundo lembrou que a ala sul está pronta há 3 anos...
reconhece que não é competência da câmara mas que é inaceitável que o governo PS não a implemente com o Hospital de Leiria!!!
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Notícia no site do Hospital de Leiria
a confirmar a autorização:
http://www.chleiria.pt/comunicacao-social/noticias-eventos/-/chl-autorizado-a-criar-a-primeira-unidade-de-cuidados-paliativos-da-regiao-182/
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16mar2015.15h...
Deputado do PCP Bruno Dias

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=872032896153549&set=a.820444801312359.1073741826.100000405416918&type=1&theater
Bruno Dias e a equipa da CDU no Hospital de Alcobaça a inteirar-se dos problemas desta unidade.
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Via tintafresca.net
http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=e9f68480-7fe0-4869-ba1d-b2dcae5e5c09&edition=173
Deputado Bruno Dias reuniu-se no HABLO com o administrador do Centro Hospitalar de Leiria
    PCP aprova medidas da nova administração
    do Hospital de Alcobaça
       
              Delegação do PCP no Hospital de Alcobaça 
    O deputado do PCP Bruno Dias reuniu-se, no dia 16 de março, no Hospital de Alcobaça Bernardino Lopes de Oliveira (HABLO) com Licínio Oliveira, administrador do Centro Hospitalar de Leiria, para se inteirar do funcionamento da unidade hospitalar que serve os concelhos de Alcobaça e Nazaré. A delegação do PCP foi informada de que todo o serviço de urgência do Centro Hospitalar de Leiria é atualmente assegurado por uma empresa privada, seja nas unidades de Alcobaça, Leiria ou Pombal, devido à falta de médicos disponíveis para assegurar internamente este serviço.

       A medida merece reservas ao PCP, que prefere que o serviço de urgência seja assegurado pelos médicos do Serviço Nacional de Saúde. Já a integração dos enfermeiros e assistentes operacionais com vários anos de serviço nos quadros do Hospital de Alcobaça foi saudada pelo PCP, que acompanha a opinião do conselho de administração do CHL de que, apesar de serem tarefeiros ou contratados a prazo, desempenhavam tarefas de caráter permanente.

       Outra medida considerada positiva pela delegação do PCP, que integrava também a vereadora Vanda Furtado Marques, o deputado municipal de Alcobaça João Paulo Raimundo e os dirigentes José Luís Sousa, Vítor Fernandes e Adelaide Pereira, da Direção da Organização Regional de Leiria do PCP, é a organização de consultas de especialidade em Alcobaça, realizadas com recurso a médicos do Hospital de Santo André.

       O PCP defende uma melhor articulação dos cuidados de saúde primários com os cuidados hospitalares, apesar dos centros de saúde do concelho de Alcobaça pertencerem à ARS de Lisboa e Vale do Tejo e o Hospital de Alcobaça pertencer agora à ARS do Centro, por via da sua integração no Centro Hospitalar de Leiria. Vítor Fernandes realçou as vantagens da rede de cuidados de saúde primários para os utentes, comparativamente com o atendimento hospitalar, lamentando que existam 20 mil doentes na área do Agrupamento de Centros de Saúde do Oeste Norte (ACES Oeste Norte) sem médico de família.

       Licínio Oliveira informou a delegação do PCP que a unidade de cuidados paliativos, que irá ser instalada brevemente no HABLO, irá ocupar parte do serviço de cirurgia, que atualmente conta apenas com uma ocupação de camas de cerca de 20%, valor justificado pelo facto das cirurgias realizadas em ambulatório não necessitarem de internamentos prolongados. 20 camas é o número previsto para esta unidade especializada em doentes terminais, que passará a ser a única no distrito de Leiria.

       Uma outra novidade é a entrada em serviço nas próximas semanas de uma ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV), para garantir a transferências dos utentes em estado mais grave do Hospital de Alcobaça para o Hospital de Santo André, em Leiria.

       No final do encontro com a administração, João Paulo Raimundo assegurou aos jornalistas ter recebido garantias de Licínio Oliveira de que o HABLO não vai fechar nem irá ser devolvido à Misericórdia de Alcobaça, proprietária do edifício centenário, duas das principais reivindicações da Coligação Democrática Eleitoral (CDU).

       Pelo contrário, o Centro Hospitalar de Leiria já investiu cerca de 600 mil euros, nomeadamente, na renovação das canalizações de água e gás, estando previsto outros 600 mil euros de investimentos para breve, nomeadamente, para albergar a unidade de cuidados paliativos e para recuperar as cozinhas, de forma a que aí possam ser confecionadas refeições especiais para os utentes com necessidades alimentares especiais, como dietas.

       Bruno Dias considerou que estas conquistas só foram possíveis graças à luta da CDU e dos alcobacenses que assinaram o abaixo-assinado pela manutenção do Hospital de Alcobaça e se deslocaram à Assembleia da República em defesa da manutenção do HABLO, prometendo que a coligação PCP-PEV continuará vigilante na defesa dos utentes do Serviço Nacional de Saúde.

       Mário Lopes
    16-03-2015

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    recordamos aqui a reunião de câmara com o Dr. Hélder Roque e o Dr. Licínio Oliveira:

    excerto da reunião de câmara de ontem, 24fev2015:
    Com a presença do Dr. Hélder Roque e do Dr. Licínio Oliveira do CA do Hospital de Leiria.
    PCâmara agradeceu a presença e expôs as razões expressas, por todo o executivo, nas dúvidas suscitadas com a criação da unidade de cuidados paliativos, poder ser um motivo de fechar outras valências.
    Deu a palavra aos vereadores para expressarem as suas dúvidas antes da exposição do CA do Hospital de Leiria que dirige o Hospital de Alcobaça.
    Vereador José Canha estava preocupado com a entrega do Hospital à Miseridórdia.
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    Vereadora Eugénia Rodrigues precupada com a perda de valências.
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    Eu, Rogério Raimundo, em nome da CDU coloquei as seguintes questões:
    1. Nós defendemos a construção de um hospital novo na cidade, condição fundamental para o desenvolvimento da cidade e do concelho, com excelentes respostas hospitalares entre os 30km que separam Alcobaça de Leiria e das Caldas, e os 5km para chegarmos ao concelho da Nazaré.
    Não podemos continuar com a divisão das 3 freguesias do Sul a irem para as Caldas, a não ser que as pessoas queiram.Nós achamos que os 17 mil alcobacenses, do sul,  têm que ter boas respostas hospitalares na sua cidade sede do concelho e devem ter hipótese de poder escolher livremente se querem ir a Leiria ou às Caldas.
    Lembrei que o último governo PS tinha fundamentação para esta necessidade e até o Sr. Presidente da Câmara, a maioria e o PS acharam muito bem ceder o Mercoalcobaça para esse objectivo.
    Aí a CDU não concordava com o Merco e defendia outros terrenos do município ou na Nova Alcobaça onde tb temos alguns lotes...
    2. Na CDU concordamos com a criação da Unidade de Cuidados Paliativos, que é uma nova necessidade de resposta na saúde. Defendemos que não podemos continuar a perder postos de trabalho, por nos associarmos a outros concelhos, tal como nas Águas do Oeste, onde não temos quase nenhum trabalhador. Esperamos que o CA faça com que tenhamos alcobacenses a trabalhar nesta unidade nova. Precisamos de emprego, nomeadamente, de jovens diplomados.
    3. As interrogações que nos têm chegado, recentemente, é que poderemos perder a resposta da cirurgia e outras valências. As pessoas já não têm dinheiro para o transporte donde vivem para Alcobaça, quanto mais para Leiria.
    Dr. Roque:Temos o princípio de não querer que as pessoas se desloquem a Leiria, daí fazermos as consultas aqui em Alcobaça, com os nossos melhores especialistas.
    4. No funcionamento das Urgências temos recebido queixas de médicos que falam espanhol e os que os munícipes não entendem e acham que há erros de comunicação e nos tratamentos...Depois dizem-nos que não há quem dê continuidade médica ao Serviço de Urgências.
    Dr. Hélder Roque diz que há continuidade assegurada pela Drª Adélia e pelo enfº Luís Salgueiro. De Leiria vêm regularmente chefes...Têm multado a empresa que fornece médicoas quer por não cumprimento de nº de profissionais quer pela falta de qualidade das equipas. E as multas são elevadas, de dezenas de milhar de euros.
    5. Consta-se que as salas de Fisioterapia e a piscina não funcionam.
    Dr.Hélder Roque diz que a piscina não funciona e no Hospiatald e Leiria tb não.
    Agora a fisioterapia funciona e responde ás necessidades.
    6. Não podemos criticar o CA mas pela política do governo PSD.CDS pagamos mais no Hospital, nas taxas Moderadoras, do que pagamos no outro lado da Rotunda, em consultas e em meios diagnósticos.
    7. Quantos trabalhadores temos no HABLO
    107
    *
    Presidente da Câmara concordou comigo de que temos de ter uma visão a médio e a longo prazo e a necessidade de um Hospital Novo para a cidade é uma meta a ter em conta com o apoio do CA do Hospital de Leiria e nas eventuais possibilidades de candidatura aos milhões d'investimento dos PO regionais.
    Disse que o merco foi para responder de imediato, mas que tb defende outras hipóteses de localização.
    *
    Intervenção do Dr. Hélder Roque:
    Agradeceu o convite.
    Explicou que não tem competência para decidir as grandes apostas de investimento.
    Também sabe que os grandes avanços científicos em maquinaria exige que haja alguns especiais a ter esses equipamentos caríssimos. Tem que haver escala para justificar cada investimento.
    O que sabe é que enquanto não podemos ter melhor temos que melhorar o HABLO, que nos deixaram numa situação terrível.
    Foi em 1set2013 que chegámos ao Hospitald e Alcobaça. Só para exemplificar. Logo na 1º semana tivemos uma ruptura de água quente...Estivemos 3 dias sem água quente...O Hospital não tinha depósito de água potável...Não tinha câmara frigorífica na casa mortuária, que estava ao lado dor efeitório!
    Tivemos que intervir em todas as redes essenciais de água, electricidade, gás. laboratórios...
    Fizemos relatórios da integração que demos a conhecer ao Sr. Presidente da Câmara.
    O Dr. Licínio de Carvalho vai expor ao pormenor o investimento que fizemos até agora de + de 650 mil euros e em curso até julho de 2015, outros 650 mil euros.
    Até julho 2015 investimos no total 1,3 M€
    Queremos a certificação do Hospital de Alcobaça em julho de 2015.
    Pela JCI Jointe Comission International.
    Nesta fase crítica do frio recebemos 400 doentes por dia no SU e no dia seguinte 60...Como eu posso gerir sustentavelmente?
    Os trabalhadores dos 3 Hospitais têm vestido a camisola.
    Vimos buscar os trabalhadores de Alcobaça para trabalharem em Leiria.
    Não fechámos nenhuma cama.
    Colocámos no quadro dezenas de trabalhadores que estavam a recibo verde.
    Não foi nenhum para a mobilidade.
    Não diminuímos valências, pelo contrário, trouxemos para Alcobaça, os melhores especialistas nas Consultas Externas que ampliámos as especialidades e vamos ampliar mais.

    * Dr. Licínio Oliveira de Carvalho, vogal do CA,  fez a sua intervenção apoiado em 50 slides:
    Houve um anúncio de que o Hospital de Alcobaça passava para Leiria  e muito tempo passou sem a transição concreta. Naturalmente, com esse anúncio,  houve menos investimentos do CHON em Alcobaça.
    Procurámos Integração, escala, valor, acessibilidades, diferenciação...
    Já investimos + de 650 mil euros em obras e equipamentos
    Só nas áreas técnicas houve investimento de 300 mil euros...
    170 mil euros em obras no exterior do edifício
    Para além do que disse o Dr. Hélder Roque: intervenções no bloco operatório (que não tinha central de vácuo)
    Consolidou-se a Unidade laboratorial que passou a funiconar nas 24h do dia. 
    Ascensores foram reparados, monitores de sinais vitais (14 mil euros), estante rolante (35 mil euros), arquivo, aprovisionamento com programa EKANBAN (58 mil euros)
    Houve um progresso extraordinário de 2013 para 2014 de internamentos(1.200 para 1400), de intervenções cirúrgicas (de 562 para 854), de consultas externas (de 7.328 para 11.775) e atendimentos nas  urgências (de 22.075 para 24.658)...
    No dia 8.4.2015 teremos um SIV: Suporte imediato de Vida, 24h em cada dia, em Alcobaça.
    As obras de recuperação na medicina custaram 144 mil euros.
    No SU 120.500.
    E na cirúrgia 89.000
    Vamos ter novas áreas: urologia, ginecologia, pedopsiquiatria e endocrinologia.
    SOBRE A UNIDADE DE CUIDADOS PALIATIVOS
    legislação : DL 101/2006 de 5/6
    e Lei 52/2012 de 5/9
    As razões têm a ver com a longevidade da população, maior nº de doenças crónicas, alteração da rede de suporte familiar e 20/ a 25% das mortes em Portugal são doenças crónicas evolutivas (cancros)

    Dr. Hélder Roque:
    Temos o conforto de ter altas personalidades do Conselho Consultivo apoiando o nosso trabalho. Drs Laborinho Lúcio, Luís Amado, Alberto Costa (d'Alcobaça) e Manuel Antunes.
    Pagamos a renda à Misericórdia e assim vamos continuar. 
    Não está prevista nenhuma entrega à Misericórdia.
    A Unidade de Cuidados Paliativos podia ser em Leiria, acabámos por optar por ser aqui em Alcobaça. 12 a 15 camas.
    Podia ser em Pombal que o maior índice de envelhecimento do distrito...
    Alcobaça tem o 2º.
    As razões têm a ver com a longevidade da população, maior nº de doenças crónicas, alteração da rede de suporte familiar e 20/ a 25% das mortes em Portugal são doenças crónicas evolutivas (cancros)
    Vai ter uma equipa multidisciplinar com muitas competências nas áreas da Dor, da psicologia, da medicamentação, d'envolvimento dos doentes e familiares.
    Temos uma boa relação com o Sr. Ministro.
    Conseguimos investir 1,3 M€ no Hospital de Alcobaça com base no nosso orçamento dos 3 Hospitais (Leiria.Pombal e Alcobaça)
    *
    Saudei a informação recebida.
    O saber que há investimento e melhorias significativas no edifício, nos equipamentos e nas respostas hospitalares. Agradaram-me as informações, surpreenderam-me até e vou fazer chegar à CDU esta informação.
    Por outro lado saliento a diferença, da noite para o dia, da relação das perguntas que colocávamos aqui e a resposta do PCâmara: "Falei com o Presidente do CA do CHON e nega tudo o que a CDU colocou. Afinal tínhamos razão e esta exposição demonstra como o CHON e o CHO deixou chegar o HABLO a uma situação miserável.
    Solicitei cópia dos 50 slides.
    Dr. Licínio Oliveira de Carvalho deu-me cópia.
    *
    Dr. Hélder Roque solicitou apoio do município para a pintura exterior do edfício do Hospital
    PCâmara diz que ia falar com a Misericórdia de Alcobaça, que é proprietária e em conjunto iriam dar resposta positiva ao solicitado.
    *
    Subscrevi o apoio na pintura do edifício exterior do HABLO e defendi que a câmara devia tratar tb da fonte do centenário que está degradada.
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    Via
    Diário Digital com Lusa
    O Centro Hospitalar de Leiria anunciou hoje a criação, no Hospital de Alcobaça, da primeira unidade de internamento de cuidados paliativos do distrito.
    O Centro Hospitalar de Leiria anunciou hoje a criação, no Hospital de Alcobaça, da primeira unidade de internamento de cuidados paliativos do distrito.
    A unidade de internamento em cuidados paliativos "ainda está em fase de estudo", mas, de futuro, "permitirá finalmente trazer resposta aos doentes com necessidade deste tipo de cuidados", sublinha Helder Roque, presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar de Leiria (CHL), numa nota enviada hoje às redações.
    A unidade, que foi recentemente autorizada pelo ministro da Saúde, Paulo Macedo, colmatará a falta de respostas no distrito que, segundo Helder Roque, "não dispõe de qualquer cama de internamento no âmbito dos cuidados paliativos", apesar do elevado índice de envelhecimento da região -- o segundo mais alto a nível nacional, a seguir ao Alentejo -- e do "aumento da prevalência de doenças crónicas".
    A nova unidade de cuidados paliativos terá por missão "proporcionar aos utentes com doença prolongada, incurável e progressiva, com prognóstico de vida limitada, a prestação de cuidados de saúde com a máxima qualidade, num ambiente confortável e tranquilo, e adaptado às necessidades dos doentes e suas famílias", refere o CHL no documento enviado às redações.
    A escolha do Hospital de Alcobaça para a sua implementação integra-se na estratégia de dinamização daquele hospital, que "se pretende próximo das populações e ativo no serviço que presta aos utentes", justifica Helder Roque.
    O projeto de criação da nova unidade de cuidados paliativos, a implementar no Hospital de Alcobaça Bernardino Lopes de Oliveira, encontra-se em fase de estudo, devendo o CHL apresentar uma proposta funcional à tutela para se avançar com a respetiva concretização.
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    Via Região de Cister
    http://www.regiaodecister.pt/pt/noticias/hospital-de-alcobaca-recebe-unidade-de-cuidados-paliativos
    hospital.jpg
    O Hospital Bernardino Lopes de Oliveira, em Alcobaça, deverá receber a primeira unidade de internamento de cuidados paliativos do distrito.
    A decisão do Centro Hospitalar de Leiria foi anunciada esta segunda-feira, encontrando-se "em fase de estudo".
    A unidade a instalar em Alcobaça vem colmatar uma lacuna no distrito de Leiria, que não dispunha de instalações do género.
    A escolha do hospital da cidade integra-se na estratégia de dinamização daquela unidade de saúde, que passou a pertencer ao Centro Hospitalar de Leiria em 2013.
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    vIA SAPINHO GELÁSIO E TINTAFRESCA.NET

    Hospital de Alcobaça como unidade de cuidados paliativos

    A notícia na edição on-line do Tinta Fresca
    http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=f5704617-5e97-481a-97a3-b7adf6723583&edition=171

    Unidade permitirá colmatar a atual falta de resposta
    Centro Hospitalar de Leiria cria em Alcobaça a 1ª unidade de cuidados paliativos da região
       
    Hospital de Alcobaça O Centro Hospitalar de Leiria (CHL) foi recentemente autorizado pelo ministro da Saúde a criar e desenvolver uma unidade de internamento de cuidados paliativos. Esta unidade, que ainda está em fase de estudo, irá funcionar no Hospital de Alcobaça Bernardino Lopes de Oliveira (HABLO), e permitirá colmatar uma grave falta de resposta na região ao nível dos cuidados paliativos.
    Helder Roque, presidente do Conselho de Administração do CHL, destaca a grande importância desta decisão, «que responde a uma grande aposta deste centro hospitalar, que fez um trabalho exaustivo e defendeu a proposta junto da tutela alertando para a sua efetiva necessidade» e que, de futuro, «permitirá finalmente trazer resposta aos doentes com necessidade deste tipo de cuidados».
    «Recorde-se que o distrito de Leiria não dispõe de qualquer cama de internamento no âmbito dos cuidados paliativos», refere Helder Roque, realçando igualmente o elevado índice de envelhecimento da região – o segundo mais alto a nível nacional, a seguir ao Alentejo – e da área de influência do CHL em particular, e o consequente aumento da prevalência de doenças crónicas».
    Esta unidade de cuidados paliativos terá por missão proporcionar aos utentes com doença prolongada, incurável e progressiva, com prognóstico de vida limitada, a prestação de cuidados de saúde com a máxima qualidade, num ambiente confortável e tranquilo, e adaptado às necessidades dos doentes e suas famílias. Helder Roque explica que se pretende «conceber um espaço diferenciado, garantindo todas as comodidades aos doentes em fase avançada da doença, melhorando a sua qualidade de vida e aliviando o sofrimento, assim como prestando todo o apoio à família».
    A escolha do Hospital de Alcobaça para a criação da nova unidade está integrada na estratégia de dinamização deste hospital, «que se pretende próximo das populações, e ativo no serviço que presta aos utentes», salienta Helder Roque. «Esta será também uma forma de dar vida renovada ao HABLO, que tanto tem feito pelos seus doentes, e que pode, cada vez mais, afirmar-se na prestação de cuidados de qualidade», acrescenta.
    «Além de uma ótima notícia para a região, é igualmente um sinal muito significativo da confiança no trabalho realizado pelo CHL, e da qualidade dos cuidados que presta; um voto de confiança e um reconhecimento que vai agora permitir avançar com este novo projeto tão necessário e tão importante para os nossos utentes», afirma Helder Roque.
    O projeto de criação da nova unidade de cuidados paliativos, a implementar no Hospital de Alcobaça Bernardino Lopes de Oliveira, encontra-se em fase de estudo, cabendo ao CHL apresentar uma proposta funcional e de desenvolvimento à tutela para se avançar depois com a sua concretização, «o que desejamos que possa acontecer tão rápido quanto possível, sem entraves ou burocracias evitáveis, perante a evidência da sua necessidade», salienta o presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar.
    Paulo Inácio: “Escolha do Hospital de Alcobaça para os cuidados paliativos é o reconhecimento da sua importância”
    Por sua vez, Paulo Inácio admitiu, no dia 5 de fevereiro, no Vimeiro, que a administração do Centro Hospitalar de Leiria já o informara da intenção de otimizar os recursos do Hospital de Alcobaça Bernardino Lopes de Oliveira (HABLO) para os cuidados paliativos. 
    “Achei bem que houvesse otimização de recursos e que o Hospital de Alcobaça seja integralmente otimizado. (Os cuidados paliativos) é um serviço inexistente nesta região e o facto do HABLO ser selecionado para esta unidade é para nós um reconhecimento da sua importância. Este serviço será instalado na zona de ambulatório que foi atualizada nos últimos anos", referiu.